quinta-feira, 30 de abril de 2015

THALLES ROBERTO E SEU NARCISISMO CRÔNICO


O artigo abaixo é de autoria de Thiago Oliveira e foi publicado no site “Os Bereianos”.

Thalles: seu narcisismo passou dos limites!

Que o Thalles Roberto é um narcisista crônico, isso eu já sabia. Mas eu não tinha a noção do que ele seria capaz de fazer para satisfazer/promover a sua auto-imagem de "homem espiritual influente". Não contente em ser um cantor gospel vendável e que faz sucesso, Thalles ostenta um título de "Pastor" já faz um tempo e vive falando que a sua fama é algo que Deus usa para alcançar milhões de pessoas.

Se não bastasse as caras e bocas, as roupas com sua marca estampada e até um bonequinho horroroso chamado "Thalleco", o cantor lançou uma Bíblia que tem seu nome na capa e um prefácio cheio de fotos (propagandistas) suas, letras de suas músicas e parte de sua biografia. Segundo o próprio Thalles, o lançamento é uma "estratégia de Deus" e ele colocou o seu nome e sua cara na "Bíblia Apostólica IDE" para que com a sua influência (humilde, hein?) as pessoas que não leem a Bíblia despertem e nutram o interesse pela leitura.

Engraçado é que eu sempre pensei que a vontade de ler a Palavra de Deus, assim como de orar, congregar, evangelizar e etc. fosse algo inerente à atuação do Espírito Santo. Muito me surpreende saber que nem o Evangelho, nem Jesus e nem personagens como Moisés, José, Davi, Sansão, Paulo, Pedro, são atrativos suficientes para que os jovens leiam a Bíblia. Fico embasbacado com o fato do Thalles ser o chamariz que fará com que as pessoas comecem a ler a Bíblia. Como não pensei nisso antes? Afinal, o perfil do Facebook do Thalles é um dos maiores do país. Logicamente, Deus sabendo do tamanho do seu Facebook, utilizou-se da popularidade virtual do cantor e mandou um recado: "Edite uma bíblia com seu nome (slogan) estampado nela".

Caro leitor, desculpe o meu tom irônico, mas é inacreditável que este homem não enxergue o quanto que ele tem feito mal à causa do Evangelho, com suas estratégias carnais que apenas fazem a Igreja crescer numericamente, todavia oca, pois lhe falta alimento consubstancial, isto é, a sã doutrina. Francis Schaeffer já havia alertado a Igreja acerca disto quando falou em seu sermão:

"(...) Embora reconheçamos que o poder do Espírito Santo pode ser nosso, nós ainda copiamos a sabedoria do mundo, confiamos em sua forma de publicidade, seu barulho, e imitamos seus modos de manipular pessoas! Se tentarmos influenciar o mundo usando os métodos dele, estaremos fazendo o trabalho do Senhor na carne. Se colocarmos atividade no centro, até mesmo boa atividade, em vez de confiar em Deus, então poderá haver o poder do mundo, mas nos faltará o poder do Espírito Santo".

Carnalidade é algo que o Thalles demonstra ter de sobra, pois tem um ego inflado. Nenhum homem comprometido com o Reino de Deus busca aparecer tanto assim. Um dos princípios da adoração é a humildade. Importa que o SENHOR cresça e nós diminuamos (Jo 3.30). Como é que uma pessoa diz que está emprestando a sua imagem para que os jovens venham a querer ler a Bíblia? Sua visão de si mesmo é extremamente ensimesmada, e essa ótica gera uma distorção dos fatos. As igrejas de Sardes e Laodicéia se achavam muita coisa, então Jesus tratou de informá-las o que elas realmente eram aos olhos de Deus (Leia Apocalipse 3).

Ademais, o descaramento do Thalles é tão grande que ele diz que seu propósito não é vender Bíblias. Porém o seu mais novo produto custa mais de R$ 100 reais. Que incentivo aos jovens hein? A questão é muito simples: Se o propósito não é vender, então não vende! Agora vir com discurso hipócrita é que não dá. Keith Green, um ministro de louvor e evangelista norte-americano de renome (morto em um trágico acidente aéreo na década de 1980) abriu mão de receber pelo seu álbum So You Gona Go Back To Egypt. Ele mandava gratuitamente pelos correios, e em suas apresentações o público comprava pelo valor que quisesse, e se quisesse, pagar. Isso é coerência, coisa que o Thalles não tem.

Por fim, gostaria de lembrar que o que está ruim pode piorar. A Tal "bíblia do Thalleco" é comentada pelo Estevam Hernandes, um homem que se intitula apóstolo e que foi um dos grandes responsáveis pela expansão do movimento apostólico no Brasil, tal como o modelo G12 de crescimento, a infame teologia da prosperidade e o neopentecostalismo em si. Os verbetes escritos por ele são todos ligados a esta visão herética, dita "apostólica". Indo para a Bíblia vemos que para exercer o ofício apostólico existiam duas condições: 1. O apóstolo tinha que ser testemunha ocular da ressurreição de Cristo (Atos 1:2-3, 1:21-22, 4:33 e 9:1-6; 1Co 9:1 e 15:7-9). 2. O apóstolo tinha que ter sido comissionado diretamente por Jesus (Mt 10:1-7, Mc. 3:14, Lc 6:13-16, At 1:21-26, Gl 1:1 e 1:11-12). Não existe nenhuma condição bíblica para crer que o ofício apostólico é válido em nossos dias. Por isso, tal bíblia de estudo é um instrumento disseminador de heresias.

Triste saber que apesar de muitos alertas, milhares de pessoas comprarão este produto que é uma ofensa à Palavra de Deus. Mas porque tanta gente segue falsos mestres? Essa pergunta foi respondida recentemente pelo Dr. Augustus Nicodemus: “A humanidade sem Deus reconhece na mensagem dos falsos profetas um tom familiar e identifica-se com ela. Pensamentos satanicamente inspirados são atraentes para as mentes mundanas”. É uma declaração forte, mas que tem respaldo bíblico: “Haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos” (2Tm 4.3).

Muito triste também é saber que a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) está em parceria com esse tipo de gente, promovendo esta aberração. Será que o lucro fala mais alto que o compromisso de honrar o texto sagrado? Pelo visto sim... Deus livre os seus eleitos de serem seduzidos por estes que adoram a Mamon e a si mesmos.

O texto original do site Os Bereianos poderá ser visto por meio desse link aqui:

Grande Abraço e que Deus possa abençoar a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.    

UM ESTUDO SOBRE O PECADO — PARTE 013D — PECADO E CASTIGO — PARTE D


Representação de Jesus orando completamente prostrado

Essa é uma série cujo propósito é estudar, com profundidade, os ensinamentos da Bíblia acerca do pecado, com uma ênfase especial na questão do chamado “pecado para a morte”. Os demais estudos dessa série poderão ser acessados por meio dos links alistados no final desse estudo.  

13D. Pecado e Castigo — PARTE D

CONTINUAÇÃO...

Verso 35

E, adiantando-se um pouco, prostrou-se em terra; e orava para que, se possível, lhe fosse poupada aquela hora.

A agonia continua, agora mais intensa! Mas agora, Jesus vai se dedicar à oração — que havia sido brevemente iniciada no verso 32. Jesus desejava estar completamente só, e se afasta até dos três que ele havia levado consigo. Mas conforme

Lucas 22:41

Ele, por sua vez, se afastou, cerca de um tiro de pedra, e, de joelhos, orava,

Jesus se afastou o equivalente à distância que um homem poderia, comodamente, arremessar uma pedra. A descrição de Marcos desta cena é muito objetiva. Jesus se “atirou ao chão” para orar. Lucas diz que Ele se ajoelhou. É muito provável que Jesus tenha feito as duas coisas. Esta atitude de Jesus demonstra várias coisas. Em parte nos mostra a grande reverência que Jesus tinha por Deus o Pai. Por outro lado nos revela a inclemência da espada da justiça que estava sendo levantada contra Ele e os terrores reservados àqueles que desobedecem aos mandamentos de Deus mediante a ira de Deus que estava sendo derramada já naqueles momentos. Por outro lado nos mostra o quão deprimida se encontrava Sua alma; o quão humilhado Ele se encontrava e em que condições estava Seu espírito, a ponto de não poder olhar para cima. Esta é a atitude de alguém que se encontra completamente perplexo — espantado, admirado, atônito. Prostra-se com o rosto em terra era uma atitude comum de adoração no Antigo Testamento, especialmente em horas de grande espanto —

Números 16:22

Mas eles se prostraram sobre o seu rosto e disseram: Ó Deus, Autor e Conservador de toda a vida, acaso, por pecar um só homem, indignar-te-ás contra toda esta congregação?

2 Crônicas 20:18

Então, Josafá se prostrou com o rosto em terra; e todo o Judá e os moradores de Jerusalém também se prostraram perante o SENHOR e o adoraram.

Neemias 8:6)

Esdras bendisse ao SENHOR, o grande Deus; e todo o povo respondeu: Amém! Amém! E, levantando as mãos; inclinaram-se e adoraram o SENHOR, com o rosto em terra.

O verbo grego προσκυνέω – proscunéo, que pode ser traduzido por “adorar” significa, literalmente, ajoelhar-se, prostra-se, cair aos pés de e etc.

Acerca da expressão “e orava”, Calvino diz o seguinte: “É muito útil orar sozinho, pois nesses momentos a alma desenvolve uma maior familiaridade com Deus e com maior simplicidade pode derramar tanto seus pedidos, quanto seus gemidos, cuidados, medos, esperanças e alegrias diretamente no “peito” de Deus”.

A oração de Jesus além de ser intensa foi feita, provavelmente, em altos brados a ponto de alguns dos discípulos deixados mais distantes terem ouvido Seus clamores, como está indicado em

Hebreus 5:7

Ele, Jesus, nos dias da sua carne, tendo oferecido, com forte clamor e lágrimas, orações e súplicas a quem o podia livrar da morte e tendo sido ouvido por causa da sua piedade

Mateus e Lucas dizem que Jesus, já nesta primeira oração, se dirigiu a Deus como Pai, o que era costumeiro em Suas orações. Infelizmente, na maioria das vezes, nós só nos preocupamos em chamar Deus de Pai em horas de grande agonia. Mas mesmo assim, Deus seja louvado, por sempre nos acolher!

Se Possível — O que Jesus queria dizer ao usar essas palavras? Ele queria dizer que se fosse consistente com a justiça divina e com a manutenção da ordem no universo o fato das pessoas poderem ser salvas sem que esse sofrimento terrível tivesse que acontecer, então que isso fosse feito. Não há dúvida de que se fosse possível algo assim, teria sido feito. O fato de que os sofrimentos propostos a Jesus não foram removidos e que Ele teve que ir adiante suportando, sem alívio, toda a carga da ira divina nos mostra que a possibilidade aventada por Jesus não era consistente nem com a justiça de Deus, nem com a necessidade humana de apresentar um sacrifício propiciatório que fosse satisfatório —

Hebreus 10:4

Porque é impossível que o sangue de touros e de bodes remova pecados.

Somente Jesus poderia satisfazer as duas condições: suportar toda a ira de Deus contra o pecado —única vez manifestada na história humana — e apresentar um sacrifício que fosse aceito por Deus não só como propiciatório — satisfatório para Deus — e também vicário — em lugar de. É por esse motivo que a salvação é oferecida graciosamente e exclusivamente através daquilo que o Pai e o Filho alcançaram para a raça humana caída. Fora deste contexto não existe salvação. Devemos nos lembrar das palavras do profeta Jonas proferidas no ventre do peixe: “ao SENHOR pertence a salvação”.

Verso 36

E dizia: Aba, Pai, tudo te é possível; passa de mim este cálice; contudo, não seja o que eu quero, e sim o que tu queres.

Aqui nesse versículo temos as próprias palavras que Cristo usou na sua oração. Várias coisas devem ser notadas:

Abba, Pai — Teria Jesus usado tanto a expressão aramaica “abba”, que quer literalmente dizer “meu pai”, quanto a expressão grega “pater”? Ou, o “pater” seria uma adição editorial de Marcos, visando aclarar para seus leitores, na maioria pessoas que falavam o grego comum — Koinê — o significado da expressão aramaica “abba”? Ao usar as palavras “tudo te é possível”, Jesus manifesta confiança plena e submissão completa a Deus ao reconhecer que o Pai, a quem ele está se dirigindo, é capaz de fazer o que quiser.

Passa de mim este cálice — O cálice é frequentemente usado nos escritos sagrados para fazer referência à tristeza, angústia, terror e morte. Parece que neste contexto existe uma referência a uma prática judicial muito antiga. De acordo com esta prática, um grupo de criminosos recebia um cálice contendo veneno do qual todos eles deveriam beber. Sócrates, o filósofo grego, foi obrigado a beber um destes cálices pelos magistrados Atenienses. No caso de Sócrates ele foi executado de forma solitária, mas não era incomum esta prática ser adotada quando vários criminosos deveriam ser executados simultaneamente. Em um determinado momento o juiz poderia fazer um gesto indicando que um determinado condenado passasse o cálice adiante e não bebesse o líquido mortal. O mundo inteiro está aqui sendo representado como culpado diante do tribunal de Deus. O cálice dos condenados precisa passar de mão em mão e todos estão obrigados a beber sua própria porção. Mas em vez disto, Jesus entra no quadro e tomando o cálice das mãos dos condenados se dispõe a bebê-lo por completo, sozinho. Parece que é neste sentido que Jesus “provou a morte por todo homem — Hebreus 2:9)”, para que pela graça de Deus nós pudéssemos ser salvos.

Essa cena inteira é uma referência direta aos eventos imediatos que culminariam com a morte na cruz e o completo abandono que Jesus experimentaria.

Além do mais, beber o conteúdo de um cálice é uma bem conhecida figura de linguagem no oriente médio que quer dizer “provar em sua plenitude” uma determinada experiência seja ela boa — ver Salmos 16:5: 23:5; 116:13 — ou ruim ver Salmos 11:6; 75:8; Isaías 51:17, 22-23; Jeremias 25:15; Lamentações 4:21; Ezequiel 23:32; Habacuque 2:16. Esta figura de linguagem era muito usada para indicar a consumação da ira de Deus. Os ímpios terão que sorver o cálice da ira de Deus até a última gota. Jesus tomou este cálice em nosso lugar.

Contudo, não seja o que eu quero, e sim o que tu queres — a expressão passa de mim este cálice é imediatamente seguida por “contudo, não seja o que eu quero, e sim o que tu queres”. Isto demonstra que o pedido feito por Jesus não era algo pecaminoso, pelo contrário, estava plenamente alinhado tanto com a vontade de Deus quanto com o amor pela raça humana e era completamente consistente com o momento vivido.

Mesmo levando em consideração todo o amargor da hora, ainda assim Jesus se submete voluntariamente, não forçado, ao Pai. Fica bem evidente a atitude de Jesus de se submeter completamente ao Pai. As palavras de

Salmos 40:8

Agrada-me fazer a tua vontade, ó Deus meu; dentro do meu coração, está a tua lei..

deviam ser um grande incentivo para Jesus neste momento. O texto de Lucas

22:43-44

43 Então, lhe apareceu um anjo do céu que o confortava.

44 E, estando em agonia, orava mais intensamente. E aconteceu que o seu suor se tornou como gotas de sangue caindo sobre a terra.

apesar de ser posterior ao de Marcos e de Lucas não ter participado como testemunha ocular, é muito coerente com o momento expresso como sendo de “angústia e pavor “e” minha alma está triste até a morte”.

De acordo com Lucas, um anjo lhe apareceu para confortá-lo e seu suor era intenso como gotas de sangue. Lucas também acrescenta que ele orava mais intensamente o que é corroborado por Hebreus 5:7. Jesus procurou, mesmo nesta Sua hora de grande angústia, fazer a vontade de Deus. Com isso Ele nos deixou um modelo de oração em tempos de aflição e até mesmo de calamidade no que diz respeito à forma de buscarmos o livramento da parte de Deus. Como o nosso Salvador, em momentos como estes, nós precisamos nos submeter completamente à vontade de Deus, confiantes de que em todas estas situações Ele é sábio, misericordioso e bom.

Após esta primeira oração, Jesus retorna aos discípulos e...

Verso 37

Voltando, achou-os dormindo; e disse a Pedro: Simão, tu dormes? Não pudeste vigiar nem uma hora?

A hora estava avançada. Era, provavelmente, mais de meia-noite. Apesar da sociedade como um todo, naqueles dias, ter o hábito de dormir cedo, Simão, que era pescador, tinha por hábito passar noites em claro. Todavia, os acontecimentos que antecederam a ida ao Getsêmani devem ter contribuído para a exaustão dos discípulos — os intensos preparativos para celebrar a páscoa, o lava-pés, o anúncio de que um dos discípulos seria o traidor, a partida de Judas, a celebração da Ceia, o anúncio de que Jesus seria abandonado e o protesto de Pedro e etc. Entretanto, nada justifica a falta destes homens. Tivessem pedido forças para se manterem acordados teriam sido atendidos! Pedro, especialmente, era indesculpável. O Senhor chama Pedro pelo nome, para indicar uma contradição muito concreta. Sua posição — de Pedro — de liderança demandava dele um comportamento mais coerente. Esse é o mesmo Pedro que havia feito inúmeras afirmativas impressionantes nas horas que antecederam estes momentos:

Marcos 14:29

Disse-lhe Pedro: Ainda que todos se escandalizem, eu, jamais!

Marcos 14:31

Mas ele insistia com mais veemência: Ainda que me seja necessário morrer contigo, de nenhum modo te negarei. Assim disseram todos.

Lucas 22:33

Ele, porém, respondeu: Senhor, estou pronto a ir contigo, tanto para a prisão como para a morte.

João 13:37

Replicou Pedro: Senhor, por que não posso seguir-te agora? Por ti darei a própria vida.
Mas, aqui está Pedro, dormindo, mesmo tendo sido encorajado por Jesus a orar e se manter acordado! Se Pedro não tinha conseguido se manter acordado por uma hora, imagine o que aconteceria quando os acontecimentos das próximas horas se precipitassem.

Por outro lado, Lucas nos diz que eles estavam dormindo exatamente por causa da excessiva tristeza que estavam experimentando

Lucas 22:45

Levantando-se da oração, foi ter com os discípulos, e os achou dormindo de tristeza,

e não porque fossem irresponsáveis. Isto apenas contribui para fazer maior ainda o contraste entre a atitude dos discípulos e a de Jesus que se encontrava em uma tristeza muito mais profunda do que aquela experimentada pelos discípulos, mas se manteve firme vigiando e orando.

OUTROS ESTUDOS SOBRE O PECADO

O PECADO — ESTUDO —001 — TERMOS GREGOS E HEBRAICOS E PALAVRAS INTRODUTÓRIAS

O PECADO — ESTUDO —002 — A QUEDA — UMA INTERPRETAÇÃO DE GÊNESIS 3 — PARTE 1

O PECADO — ESTUDO —003 — A QUEDA — UMA INTERPRETAÇÃO DE GÊNESIS 3 — PARTE 2

O PECADO — ESTUDO —004 — A QUEDA PROPRIAMENTE DITA — UMA INTERPRETAÇÃO DE GÊNESIS 3 — PARTE 3 — FINAL

O PECADO — ESTUDO 005 — A VERDADEIRA LIBERDADE

O PECADO — ESTUDO 006 — PECADO E LIVRE ARBÍTRIO

O PECADO — ESTUDO 007 — A BÍBLIA E O PELAGIANISMO

O PECADO — ESTUDO 008 — O PECADO E A SOBERANIA DE DEUS

O PECADO — ESTUDO 009 — HISTÓRIA E QUEDA

O PECADO — ESTUDOS 010 E 011 — O PECADO ORGINAL E A DEPRAVAÇÃO TOTAL

O PECADO — ESTUDOS 012 — PECADO E A GRAÇA DE DEUS

O PECADO — ESTUDOS 013ª — PECADO E  O CASTIGO PARTE A

O PECADO — ESTUDOS 013B — PECADO E O CASTIGO PARTE B — JESUS NO GETSÊMANI — PARTE 001

O PECADO — ESTUDOS 013C — PECADO E O CASTIGO PARTE C — JESUS NO GETSÊMANI — PARTE 002

O PECADO — ESTUDOS 013D — PECADO E O CASTIGO PARTE D — JESUS NO GETSÊMANI — PARTE 003

O PECADO — ESTUDOS 013E — PECADO E O CASTIGO PARTE E — JESUS NO GETSÊMANI — PARTE 004

O PECADO — ESTUDOS 013F — PECADO E O CASTIGO PARTE F — JESUS NO GETSÊMANI — PARTE 005

O PECADO — ESTUDOS 014A — O PECADO PARA A MORTE — PARTE A — INTRODUÇÃO — QUESTÕES HERMENÊUTICAS

O PECADO — ESTUDOS 014B — O PECADO PARA A MORTE — PARTE B —DIFERENTES TIPOS DE PENAS E CASTIGOS PARA O PECADO IMPERDOÁVEL

O PECADO — ESTUDOS 014C — O PECADO PARA A MORTE — PARTE C —DIFERENTES TIPOS DE PESSOAS QUE PODEM COMETER O  PECADO IMPERDOÁVEL
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/08/um-estudo-sobre-o-pecado-parte-014_13.html

Grande Abraço e que Deus possa abençoar a todos.

Alexandros Meimaridis

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quarta-feira, 29 de abril de 2015

OS PAÍSES MAIS E MENOS RELIGIOSOS DO MUNDO


Penitentes da irmandade do 'Cristo de la Buena Muerte' em uma procissão durante a Semana Santa na cidade espanhola de Zamora
Penitentes da irmandade do 'Cristo de la Buena Muerte' em uma procissão durante a Semana Santa na cidade espanhola de Zamora(Cesar Manso/AFP)

A o site da Revista VEJA publicou uma lista com os países mais religiosos e menos religiosos do mundo. Vale à pena conferir

Lista: Conheça os países mais e os menos religiosos do mundo

Pesquisa apontou que África e Oriente Médio são as regiões mais religiosas do planeta, enquanto a Oceania e o leste europeu apresentam os índices mais baixos

A Tailândia foi considerada o país mais religioso do mundo em uma pesquisa realizada pela empresa WIN/Gallup International e divulgada nesta semana pelo jornal britânico Daily Telegraph. O levantamento contou com entrevistas feitas pessoalmente, por telefone ou por e-mail com 64.000 pessoas em 65 países diferentes. Os tailandeses tiveram índice de 94% de pessoas que dizem seguir alguma crença - número muito superior ao da China, que, em último lugar, aparece com apenas 7% de religiosos entre sua população.

A África e o Oriente Médio, com índices de 86% e 82%, respectivamente, são as regiões com maior número de religiosos no mundo. A Oceania e o leste europeu, com 44% e 43%, respectivamente, são os locais com a menor presença de fiéis. A pesquisa mostrou que os jovens, especialmente aqueles com idades entre 25 e 34 anos, são as pessoas mais religiosas. Os fiéis também são maioria entre pessoas de todos os níveis de educação. Aproximadamente 80% dos entrevistados com pouca formação e 60% dos que cursaram uma universidade se disseram religiosos.

O Brasil conta com presença elevada de religiosos. Entre os entrevistados, 79% das pessoas disseram seguir alguma crença, enquanto 16% não se consideraram religiosos. Somente 2% da população são ateístas convictos e 3% não souberam ou não quiseram opinar.
O instituto de pesquisa também fez uma projeção com relação à presença de religiosos no mundo em 2050. A expectativa é de que o número de ateus caia no Oriente, mas não no Ocidente. No Brasil, especificamente, a estimativa é de que 86,4% da população seja composta por cristãos, 9,3% não terão religião e 4% seguirão crenças populares. Judeus, muçulmanos, budistas e hindus corresponderão, cada um, a 0,5% da população brasileira.

Segundo o Daily Telegraph, os resultados do levantamento foram divulgados um mês após o Centro de Pesquisa Pew, em Washington, dizer que o Islã será a religião dominante no mundo em 2100. Confira abaixo os cinco países mais religiosos. segundo a WIN/Gallup International.

Os cinco países mais religiosos do mundo

1 de 5(Foto: Damir Sagolj/Reuters)
Tailândia

Tailândia

Porcentagem de pessoas religiosas: 94%
Porcentagem de pessoas que não se consideram religiosas: 1%
Porcentagem de ateus convictos: 1%
Não sabem ou não quiseram responder à pesquisa: 3%


Armênia
2 de 5(Foto: Karen Minasyan/AFP)

Armênia

Porcentagem de pessoas religiosas: 93%
Porcentagem de pessoas que não se consideram religiosas: 3%
Porcentagem de ateus convictos: 2%
Não sabem ou não quiseram responder à pesquisa: 2%


Bangladesh
3 de 5(Foto: Munir Uz Zaman/AFP/VEJA)

Bangladesh

Porcentagem de pessoas religiosas: 93%
Porcentagem de pessoas que não se consideram religiosas: 5%
Porcentagem de ateus convictos: 0%
Não sabem ou não quiseram responder à pesquisa: 1%


Geórgia
4 de 5(Foto: David Mdzinarishvili/Reuters/VEJA)

Geórgia

Porcentagem de pessoas religiosas: 93%
Porcentagem de pessoas que não se consideram religiosas: 6%
Porcentagem de ateus convictos: 1%
Não sabem ou não quiseram responder à pesquisa: 0%


Marrocos
5 de 5(Foto: Fadel Senna/AFP/VEJA)

Marrocos

Porcentagem de pessoas religiosas: 93%
Porcentagem de pessoas que não se consideram religiosas: 4%
Porcentagem de ateus convictos: 1%
Não sabem ou não quiseram responder à pesquisa: 2%

Os cinco países menos religiosos do mundo


Holanda
1 de 5(Foto: Cris Toala Olivares/Reuters)

Holanda

Porcentagem de pessoas religiosas: 26%
Porcentagem de pessoas que não se consideram religiosas: 51%
Porcentagem de ateus convictos: 15%
Não sabem ou não quiseram responder à pesquisa: 8%


República Tcheca
2 de 5(Foto: Istock/Getty Images)

República Tcheca

Porcentagem de pessoas religiosas: 23%
Porcentagem de pessoas que não se consideram religiosas: 45%
Porcentagem de ateus convictos: 30%
Não sabem ou não quiseram responder à pesquisa: 2%


Suécia
3 de 5(Foto: AFP/VEJA)

Suécia

Porcentagem de pessoas religiosas: 19%
Porcentagem de pessoas que não se consideram religiosas: 59%
Porcentagem de ateus convictos: 17%
Não sabem ou não quiseram responder à pesquisa: 6%


Japão
4 de 5(Foto: The Asahi Shimbun/Getty Images)

Japão

Porcentagem de pessoas religiosas: 13%
Porcentagem de pessoas que não se consideram religiosas: 31%
Porcentagem de ateus convictos: 31%
Não sabem ou não quiseram responder à pesquisa: 25%


China
5 de 5(Foto: Wong Campion/Reuters)

China

Porcentagem de pessoas religiosas: 7%
Porcentagem de pessoas que não se consideram religiosas: 29%
Porcentagem de ateus convictos: 61%
Não sabem ou não quiseram responder à pesquisa: 3%

O artigo original do site da Revista VEJA poderá ser visto por meio desse link aqui:


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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EX-JOGADOR AXEL FEZ DOAÇÃO DE VEÍCULO PARA IGREJA E SE DEU MUITO MAL


 O jogador briga na Justiça para não herdar dívida por falta de pagamento do imposto
O jogador briga na Justiça para não herdar dívida por falta de pagamento do imposto.

A reportagem de mais uma picaretagem envolvendo pessoas do meio evangélico foi publicada pelo site do UOL e é de autoria de Vinícius Segalla.

Ex-jogador Axel doa carro para igreja e ganha 416 multas e dívida de IPVA

Por Vinícius Segalla

O ex-jogador do Santos e do São Paulo Axel, que treinou equipes de base da seleção brasileira e atualmente é treinador do Jabaquara, da cidade de Santos (SP), está com um problema na Justiça gerado por um ato de fé. Ele foi parar na lista ativa de devedores do Estado de São Paulo por causa de um veículo que doou à Igreja Mundial Graça e Paz, do apóstolo Paulo Moura, no ano de 2002.

De lá para cá, o IPVA do automóvel nunca mais foi pago, o carro tomou 416 multas, todas computadas na carteira de habilitação de Axel. O caso foi parar na Justiça, que tomou uma decisão em primeira instância que não agradou a Axel nem à Igreja, tanto que as duas partes informam que irão recorrer da decisão.

O caso se desenrolou assim: Axel era frequentador da Igreja Missão Mundial Graça e Paz. No ano de 2002, ele ofertou um veículo de sua propriedade, um Mitsubishi Pajero, à Igreja. Doou o veículo, assinou documento de doação e entregou-o ao senhor Paulo Sergio de Moura, fundador da Igreja. Quanto a isso tudo, ninguém discorda.
O problema é que Axel deixou de ir ao Detran para efetuar a transferência legal de propriedade do veículo. Durante os meses seguintes à doação, conforme narram as duas partes, o apóstolo Paulo utilizou o veículo, mas fato é que nem Axel nem a Igreja ou seus membros foram ao Detran trocar o carro de dono.

O tempo passou e a Igreja transferiu a posse (mas não a propriedade, que continuava sendo de Axel) para uma outra pessoa, um professor que mora na Bahia. Quando chegou o ano de 2009, Axel recebeu a triste surpresa. Um oficial de Justiça bateu em sua porta e lhe disse que seu nome constava na lista da Dívida Ativa da Fazenda de São Paulo, em virtude da falta de pagamento do IPVA de um veículo Pajero de sua propriedade, e que também constavam nada menos que 416 multas em seu nome, tomadas pelo mesmo veículo.

Axel, então, resolveu ir à Justiça. Entrou com um processo contra a Igreja, contra o apóstolo Paulo e contra a Fazenda do Estado de São Paulo. Queria que as dívidas de IPVA e das multas, bem como os pontos na carteira, não recaíssem sobre ele, e sim sobre a Igreja ou sobre a terceira pessoa que recebeu o carro do apóstolo.

A Fazenda de São Paulo apresentou sua versão: alegou que não consta dos autos a documentação que comprove a transferência do veículo, então a responsabilidade dos tributos (e das multas) recai sobre o proprietário legal, uma vez que não cumpriu a legislação.

O apóstolo Paulo Sergio de Moura e a Igreja Missão Mundial Graça e Paz também apresentaram sua contestação: sustentaram que não têm mais a posse do veículo, não deram origem à multas impostas e que o veículo foi transferido a uma terceira pessoa, que mora no Estado da Bahia. Pediram que a ação judicial de Axel seja julgada improcedente e que ele seja obrigado a arcar com os custos de advogado que a Igreja teve em virtude do processo.

A Justiça, então, tomou sua decisão, publicada na última quinta-feira (23). Quanto aos impostos devidos, não há como ser diferente: a lei determina que aquele que vende ou doa um veículo deve informar ao Detran a transferência de sua propriedade. Axel não seguiu a lei. Deve, portanto, arcar com a dívida de IPVA, muito embora, ressalta o juiz, pode acionar judicionalmente a pessoa que atualmente está com o carro, para que ela arque com parte do custo.
Outro pedido do ex-jogador foi para finalmente realizar a transferência da titularidade do veículo perante os registros do Detran. Quanto a isso, o juiz ponderou que Axel informou que doou o veículo para a Igreja Missão Mundial Graça e Paz, "na pessoa do réu Paulo Moura, o qual chegou a utilizar o veículo por um período". Os réus também certificaram a doação.

Assim, restou demonstrado que Axel já não era mais o possuidor do veículo na data das multas, portanto não pode "ser responsabilizado pela prática das infrações de trânsito, pois satisfatoriamente demonstrado que não foi o responsável pela execução dos ilícitos", afirma a sentença judicial. Assim, o juiz determinou que sejam anulados os pontos na carteira de Axel, e que ele não seja obrigado a pagar as multas. Quanto ao pedido da Igreja de que Axel pague seus custos com advogados, foi negado pelo juiz.

Na última quinta-feira, o UOL Esporte procurou Axel e o apóstolo Paulo. O ex-jogador falou por meio de sua advogada. Disse que irá recorrer da sentença por ainda entender não ser justo ter que arcar com o pagamento do IPVA do veículo pelo período que não o utilizou. Fez questão de declarar que não gostaria de ver o caso exposto na mídia porque não tem a menor intenção de expor negativamente o nome da igreja, do apóstolo Paulo ou da religião cristã evangélica.

O apóstolo Paulo também não conversou com a reportagem do portal. Por meio de nota enviada pela assessoria da Igreja Mundial Graça e Paz, afirmou: "O Axel tinha feito a doação do veículo, na época ele deixou de comunicar o  Detran, conforme determina o Código de Trânsito Brasileiro. Atualmente, o veículo não está mais sob a posse da Igreja, motivo pelo qual a Igreja recorrerá da decisão".

O artigo original do site do UOL poderá ser visto por meio desse link aqui:


NOSSO COMENTÁRIO

Você sabe que as coisas vão realmente mal, quando aqueles que se dizem proclamadores da verdade e fazem outras afirmações igualmente mentirosas e agem da maneira mais desonesta que se possa imaginar.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO NA TEOLOGIA DE PAULO — PARTE 003 — CONSIDERAÇÕES METODOLÓGICAS — PARTE 002


A manifestação de Jesus não teria sentido sem a revelação do Senhor a Paulo

ESSA É UMA SÉRIE DE ESTUDOS QUE VISA ABORDAR DA MANEIRA COMO CONSIDERAMOS APROPRIADA A IMPORTANTE QUESTÃO RELATIVA À RESSURREIÇÃO DE CRISTO. TOMANDO COMO BASE AS OBRAS DE GEERHARDUS VOS E HERMAN RIDDERBOS. NOSSA INTENÇÃO É MOSTRAR A CENTRALIDADE DA RESSURREIÇÃO DE CRISTO NA TEOLOGIA PAULINA.

ATENÇÃO: O material contido nesses estudos foi, em grande parte, adaptado da notas de aula e da apostila fornecida pelo professor Dr. Richard B. Gaffin em sua aula de teologia que explorou a importância da ressurreição de Jesus para a Teologia Paulina. Todas as vezes que o material mostrou-se insuficiente devido os anos que já se passaram, os lapsos foram preenchidos pelo editor do Grande Diálogo. O Dr. Gaffin, além de professor tornou-se um amigo a quem tivemos a oportunidade de receber em nossa casa, acompanhado de sua esposa, quando morávamos na cidade da Filadélfia nos EUA.

CONTINUAÇÃO...

De acordo com Abraham Kuyper temos então a seguinte sequência, que para ele era inexorável: Escrituras Sagradas, igreja, dogma, dogmática — como teologia — e por causa da forma como a ênfase na descontinuidade é distribuída, isso faz com que Kuyper não apenas rejeite a teologia bíblia por considerar o nome impróprio, mas rejeite até mesmo o conceito que ela representa. Essa é meso uma discussão muito interessante. Todavia, não podemos deixar de afirmar que apesar de sua posição tão rigorosa, Kuyper aprova o foco material da teologia bíblica no que diz respeito ao interesse que a mesma demonstra no caráter histórico da Bíblia. Mas ele lamenta a falta de visão da teologia dogmática no uso de provas no que diz respeito à busca de um progresso verdadeiro no entendimento bíblico que resulta do estudo da histeria da revelação das Escrituras.

Quando comparamos Vos e Kuyper não é difícil identificarmos que a ênfase de um é o exato oposto da ênfase do outro. Seguem alguns exemplos:

1. A forma como Kuyper constrói seu argumento teológico é caracterizado por uma espécie de nivelamento de todos os autores bíblicos. Não existe nenhum esforço no sentido de levar em conta suas respectivas distinções. De fato, temos a nítida impressão que Kuyper caminha na direção oposta a isso.  

Enquanto Vos pensa em termos de uma inclinação sistemática e na qualidade da mente de Paulo no que diz respeito à sua capacidade altamente sintética e voltada para o ensino, Kuyper pensa que o apóstolo, juntamente com todos os outros autores bíblicos lançam mão daquilo que ele chama de “linguagem estilizada e simbolicamente estética do Oriente Médio”.

2. Kuyper procura enfatizar, exclusivamente, a descontinuidade entre os autores bíblicos e a atividade teológica das gerações cristãs subsequentes. Por outro lado, Vos faz uma descrição de Paulo como um teólogo e pensador específico, e suas repetidas referências ao sistema teológico adotado pelo apóstolo são formas de expressão completamente proibidas para Kuyper.

Os dois pontos indicados acima são mutuamente exclusivos em vários aspectos principais. Qual do dois estará certo? A posição assumida por Kuyper pode representar, de forma característica, a atitude reformada, especialmente no que diz respeito a relação de Paulo e a formulação dogmática. Mas por outro lado temos que admitir que a interpretação de Vos é mais apropriada para lidarmos com o apóstolo Paulo como escritor bíblico e como um instrumento da revelação divina.

A revelação bíblica possui um interesse histórico. As Escrituras Sagradas são um registro da história da revelação. A análise dessa história — análise que é bem-vinda pelo próprio Kuyper — tem deixado claro que a revelação é um fenômeno diferenciado, composto por atos e palavras que explicam os atos. Deus se Revela a Si mesmo tanto em atos redentores como em palavras de revelação que explicam seus atos. A relação orgânica entre esses dois aspectos da revelação tem se tornado cada vez mais evidente. A revelação por meio de palavras explicativas não se sustenta sozinha. Por esse motivo ela está sempre direcionada seja de forma implícita ou explícita a explicar os atos redentores de Deus. As palavras de Deus estão, invariavelmente, relacionadas a Seus atos. Os atos de redenção são a razão de revelação existir. Uma noção não bíblica e praticamente gnóstica da revelação surge todas as vezes, de modo inevitável, quando a mesma é considerada independente como a fonte supridora de verdades autoevidentes. De acordo com Vos: “a revelação está tão entrelaçada com a redenção que, se deixarmos de lado as considerações referentes à essa última, a revelação fica como que algo meramente suspenso no ar. Dessa forma nós podemos afirmar que a revelação é a autenticação ou a interpretação das ações redentoras de Deus. Geralmente nós podemos encontrar tanto a descrição de um ato quanto a revelação referente ao mesmo numa mesma passagem produzida por qualquer escritor bíblico ou instrumento da revelação. O que deve ser notado é que de passagem em passagem um desses dois aspectos será mais proeminente.

A estrutura básica do Canon do Novo Testamento reflete bem essa distinção: os Evangelhos representam os atos redentores de Deus, enquanto as epístolas servem como meio de interpretação desses mesmos atos. Que esse padrão é intencional é confirmado inclusive pelo Canon do herege Maricão quando ele editou o evangelho de Lucas, entrelaçando-o com as epístolas paulinas, com exceção das epístolas pastorais — 1 e 2 Timóteo e Tito. Esse fato prova que o Canon de Marcião está baseado no Canon da Igreja e não vice-versa.[1]

CONTINUA...  

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO — PARTE 001 — INTRODUÇÃO À HERMENÊUTICA.

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO — PARTE 002 — PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS — PARTE 001.

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 003 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 002 — A RELAÇÃO ENTRE OS ATOS REDENTORES DE DEUS E A REVELAÇÃO DAS ESCRITURAS SAGRADAS

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 004 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 003 — A RELAÇÃO ENTRE PAULO E SEUS INTÉRPRETES MODERNOS

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 005 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 004 — PAULO, NÓS E A HISTÓRIA DA REDENÇÃO

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 006 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 005 — PAULO E SEUS INTÉRPRETES — PARTE 01

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 007 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 006 — PAULO E SEUS INTÉRPRETES — PARTE 002

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 008 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 007 — PAULO E SEUS INTÉRPRETES — PARTE 003 — FINAL

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 009 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 001 — CRISTO, AS PRIMÍCIAS — PARTE 001

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 010 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 002 — CRISTO É AS PRIMÍCIAS E OS CRENTES SÃO A COLHEITA PLENA — PARTE 002

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 011 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 003 — CRISTO É O PRIMOGÊNITO DENTRE OS MORTOS — PARTE 003

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 012 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 004 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO DOS CRENTES SÃO EPISÓDIOS DE UM ÚNICO EVENTO

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 013 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO PASSADA DOS CRENTES — PARTE 001

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 014 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO PASSADA DOS CRENTES — PARTE 002
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/01/a-ressurreicao-de-cristo-dentre-os.html

OUTROS ARTIGOS ACERCA DA SOTERIOLOGIA DO APÓSTOLO PAULO

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A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 013 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO PASSADA DOS CRENTES — PARTE 001

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 014 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO PASSADA DOS CRENTES — PARTE 002



A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO — PARTE 015 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO PASSADA DOS CRENTES — PARTE 003

Que Deus Abençoe a Todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.


[1] Para uma discussão mais ampla acerca da posição de Marcião ver a obra de Theodor Zahn. Geschichte des neutestamentlichen Kanons — Pesquisa na História do Canon do Novo Testamento em 2 Volumes. A. Deichert, Leipzig, 1904.

terça-feira, 28 de abril de 2015

MARAVILHAS DA CRIAÇÃO DE DEUS NA AMAZÔNIA


 
Reduzir a zero o desmatamento já não é suficiente para garantir segurança ao sistema

O artigo abaixo foi publicado pelo site da Revista EXAME e é de autoria de Vanessa Barbosa.

5 poderes incríveis (e ameaçados) da Amazônia sobre a água

Vanessa Barbosa

Amazônia

Uma máquina ambiental magnífica

São Paulo – Parte da origem da crise hídrica que assola a região Sudeste pode encontrar-se muito além da visível falta de planejamento do poder público e do mau humor de São Pedro — há mais 2000 quilômetros de distância, no desmatamento e na degradação da Amazônia.

É o que sugere um relatório que sintetiza, pela primeira vez, cerca de duzentos dos principais estudos e artigos científicos sobre o papel da floresta amazônica no sistema climático, na regulação das chuvas e na exportação de serviços ambientais para regiões distantes.

Conduzido pelo pesquisador Antonio Donato Nobre, do Centro de Ciência do Sistema Terrestre do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), a pedido da Articulación Regional Amazónica (ARA), o estudo “O Futuro Climático da Amazônia” revela os poderes invisíveis desta máquina de regulação ambiental, chamada pelos cientistas de “oceano verde”, e os impactos de sua destruição.

“As florestas tropicais são muito mais que uma aglomeração de árvores, repositório passivo de biodiversidade ou simples estoque de carbono. Sua tecnologia viva e dinâmica de interação com o ambiente lhes confere poder sobre os elementos, uma capacidade inata e resiliente de condicionamento climático. Elas condicionam o clima que lhes favoreça, e com isso geram estabilidade e conforto, cujo abrigo dá suporte ao florescimento de sociedades humanas”, define Nobre.

Como o clima interage com a vegetação, a mudança de um gera efeito no outro. Dessa forma, o ataque implacável da motosserra na floresta é capaz de alterar sobremaneira o mecanismo das chuvas. Sem precipitação, a floresta pega fogo. O fogo consome tudo o que há pela frente, incluindo as árvores grandes, tão necessárias para a manutenção do equilíbrio hidrológico.

Segundo o pesquisador, reduzir a zero o desmatamento já não é suficiente para garantir segurança ao sistema. É preciso recuperar tudo aquilo que foi ceifado, o que não é pouco: no Brasil significa uma área de 763 mil Km2, o que equivale a três estados de São Paulo ou a 184 milhões de campos de futebol.
Conheça a seguir cinco descobertas importantes para a chamada “ecohidrologia” amazônica, conforme o relatório:


Amazônia

1. A floresta jorra volumes colossais de água para a atmosfera

O primeiro poder da floresta amazônica é sua capacidade de manter o ar sempre úmido e em movimento, levando chuvas para o interior do continente, em áreas até 3 mil quilômetros distantes dos oceanos. Isso só é possível graças à capacidade inata das árvores de transferir volumes colossais de água do solo para a atmosfera através da transpiração.
Segundo a pesquisa, uma árvore grande pode bombear do solo e transpirar mais de mil litros de água num único dia. Considerando a transpiração de todas árvores da bacia amazônica, são 20 bilhões de toneladas de água por dia, ou 20 trilhões de litros! Na ponta do lápis, as árvores jorram para atmosfera mais água do que o rio Amazonas despeja no oceano, cujo volume é estimado em 17 bilhões de toneladas ao dia.


Nuvens de chuva prenunciam tempestade

2. Ajuda a formar nuvens "carregadas"

O segundo poder da floresta amazônica na regulação das chuvas é a capacidade de formar nuvens “carregadas” mesmo tendo acima de si ar limpo como a atmosfera dos oceanos.

É que, segundo o estudo, as árvores emitem uma espécie de aroma que, numa atmosfera úmida e na presença da radiação solar, formam uma poeira finíssima com afinidade pela água. São os núcleos de condensação das nuvens. Essas sementes de “nucleação” carregadas de vapor provocam as chuvas fartas das nuvens baixas.


Desmatamento na Amazônia

3. Garante chuva (mesmo em tempo de seca)

A formidável resistência a condições externas desfavoráveis e a competência em manter o adequado funcionamento do ciclo hidrológico, à despeito de secas, são o terceiro segredo da floresta. Tal capacidade pode ser entendida pela nova teoria da “bomba biótica”. Funciona assim: a transpiração das árvores associada à formação das nuvens e chuvas leva a um rebaixamento da pressão atmosférica sobre a floresta, que suga o ar úmido sobre o oceano para dentro do continente, mantendo as chuvas em quaisquer circunstâncias.

Em tempos de seca, segundo o estudo, as árvores grandes e com raízes profundas têm acesso a grande quantidade de água subterrânea. Com essa vantagem, executam um programa para manter ou até mesmo aumentar a transpiração.

“Ao contrário, se a floresta for removida, o continente terá muito menos evaporação do que o oceano, com a consequente redução na condensação, o que determinará uma reversão nos fluxos de umidade, que irão da terra para o mar, criando um deserto onde antes havia floresta”, diz a pesquisa.

Rio Amazonas e o Oceano Atlântico vistos do espaço

4. Exporta rios aéreos para outras regiões

A floresta também é extremamente generosa. Ela não guarda toda a umidade para si mesma, exportando vapor de água para outros países e regiões do Brasil. É este quarto segredo que explica porque a porção meridional da América do Sul, a leste dos Andes, não é desértica, como áreas na mesma latitude, a oeste dos Andes e em outros continentes. Noutras palavras, a Amazônia é a verdadeira cabeceira dos mananciais aéreos da maior parte das chuvas na América do Sul.

Devido ao efeito da floresta na movimentação da umidade e também da imensa barreira de 6 km de altura da cordilheira dos Andes, os rios voadores amazônicos fazem curva no Acre e, durante o verão, passam por cima de nossas cabeças carregando umidade para o Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil. Essa doação ajuda a garantir equilíbrio hídrico no quadrilátero mais afortunado do país, centro da produção agrícola e industrial, mesmo após a devastação de 90% da Mata Atlântica.

Imagem da NASA mostra o tufão Vongfong iluminado pela lua

5. É um "freio" para eventos extremos

Além de todos os outros serviços que a floresta presta ao clima, ela ainda oferece um seguro contra eventos climáticos extremos, atenuando a concentração de energia nos ventos. Este quinto segredo é a razão pela qual a região amazônica e oceanos próximos não fomentam a ocorrência de fenômenos atmosféricos como furacões e outros eventos climáticos extremos.

Segundo o estudo, a atenuação da violência atmosférica tem explicação no efeito dosador, distribuidor e dissipador da energia nos ventos, exercido pelo rugoso dossel florestal (resultado da sobreposição dos galhos e folhas das árvores) e pelo feito da “bomba biótica”.

“A vasta cobertura florestal impede concentração de energia dos ventos em vórtices destrutivos, enquanto o esgotamento de unidade atmosférica pela remoção lateral de cima do oceano priva as tempestades do seu alimento energético (vapor de água) nas regiões oceânicas adjacentes”, explica a pesquisa.

O artigo original do site da EXAME poderá ser visto por meio desse link aqui:


NOSSO COMENTÁRIO

Salmos 77:12

Considero também nas tuas obras todas e cogito dos teus prodígios.

Salmos 86:8

Não há entre os deuses semelhante a ti, Senhor; e nada existe que se compare às tuas obras.

Salmos 90:16

Aos teus servos apareçam as tuas obras, e a seus filhos, a tua glória.

Salmos 92:5

Quão grandes, SENHOR, são as tuas obras! Os teus pensamentos, que profundos!

Salmos 104:13

Do alto de tua morada, regas os montes; a terra farta-se do fruto de tuas obras.

Salmos 104:24

Que variedade, SENHOR, nas tuas obras! Todas com sabedoria as fizeste; cheia está a terra das tuas riquezas.

Romanos 11:33

Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos!

UMA GRAVE ADVERTÊNCIA AOS QUE DESTROEM A TERRA

Apocalipse 11:18

Na verdade, as nações se enfureceram; chegou, porém, a tua ira, e o tempo determinado para serem julgados os mortos, para se dar o galardão aos teus servos, os profetas, aos santos e aos que temem o teu nome, tanto aos pequenos como aos grandes, e para destruíres os que destroem a terra.

OUTROS ARTIGOS QUE FALAM DA CRIAÇÃO DE DEUS













































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Alexandros Meimaridis

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