segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

ESTUDOS NO LIVRO DE PROVÉRBIOS — ESTUDO 011


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Nesse estudo iremos abordar o Livro de Provérbios, mas iremos fazer isso de maneira diferente do que apenas apresentar uma exposição, versículo por versículo. Nossa intenção é apresentar os grandes temas que encontramos no livro e dar andamento no mesmo a partir daí.

ESTUDO 011

IX. A OBTENÇÃO DA SABEDORIA

Para quem é a sabedoria? A sabedoria é para qualquer pessoa que a deseja. As pessoas estultas e simples recebem um convite pessoal para a festa da sabedoria que é tão livre quanto o convite para a festa da estultícia —

Provérbios 9:4—6 — O Convite da Sabedoria

4 Quem é simples, volte-se para aqui. Aos faltos de senso diz:

5 Vinde, comei do meu pão e bebei do vinho que misturei.

6 Deixai os insensatos e vivei; andai pelo caminho do entendimento.

Provérbios 9:13—18 — O Convite da Loucura

13 A loucura é mulher apaixonada, é ignorante e não sabe coisa alguma.

14 Assenta-se à porta de sua casa, nas alturas da cidade, toma uma cadeira,

15 para dizer aos que passam e seguem direito o seu caminho:

16 Quem é simples, volte-se para aqui. E aos faltos de senso diz:

17 As águas roubadas são doces, e o pão comido às ocultas é agradável.

18 Eles, porém, não sabem que ali estão os mortos, que os seus convidados estão nas profundezas do inferno.

Mas apesar da sabedoria ser para qualquer pessoa, ela não vem fácil e é tão custosa quanto à formação de um caráter sólido e sadio. A generosidade da sabedoria não é “espalhada”. Pelo contrário, ela é “reservada” para os retos, para os homens que manifestam a “sinceridade”, para os retos em seus “caminhos” e para os “santos” —

Provérbios 2:7—9

7 Ele reserva a verdadeira sabedoria para os retos; é escudo para os que caminham na sinceridade,

8 guarda as veredas do juízo e conserva o caminho dos seus santos.

9 Então, entenderás justiça, juízo e equidade, todas as boas veredas.

O Insensato e o Sábio

O insensato é contrastado com o sábio. Para demonstrar esse contraste o autor cria uma antítese singular: A verdadeira sabedoria só pode ser alcançada por meio de uma revelação divina:

Provérbios 2:6

Porque o SENHOR dá a sabedoria, e da sua boca vem a inteligência e o entendimento.

Devemos tomar muito cuidado para não acrescentar nada ao que está revelado —

Provérbios 30:6

Nada acrescentes às suas palavras.

A verdadeira sabedoria, também vem através do discipulado — de seguir o nosso mestre e tutor, que nesse caso é o próprio Deus, conforme Provérbios 2:6, que foi citado acima. Como falamos antes a sabedoria exige verdadeiro esforço para ser alcançada, exige esforço continuado conforme podemos ler em —

Provérbios 2:1—5

1 Filho meu, se aceitares as minhas palavras e esconderes contigo os meus mandamentos,

2 para fazeres atento à sabedoria o teu ouvido e para inclinares o coração ao entendimento,

3 e, se clamares por inteligência, e por entendimento alçares a voz,

4 se buscares a sabedoria como a prata e como a tesouros escondidos a procurares,

5 então, entenderás o temor do SENHOR e acharás o conhecimento de Deus.

Esse esforço é necessário porque não estamos buscando uma coisa qualquer, mas o próprio Deus — ver verso 5 acima.

As exigências dessa busca dedicada podem ser resumidas nos itens a seguir:

1. Uma verdadeira conversão em direção a Deus. Existem vários provérbios que nos falam dessa decisão. Entre esses nós podemos citar:

Provérbios 9:10

O temor do SENHOR é o princípio da sabedoria, e o conhecimento do Santo é prudência.

Provérbios 8:13

O temor do SENHOR consiste em aborrecer o mal; a soberba, a arrogância, o mau caminho e a boca perversa, eu os aborreço.

Comparar com Provérbios 3:7

Não sejas sábio aos teus próprios olhos; teme ao SENHOR e aparta-te do mal.

Devemos também abandonar nossa tão idolatrada independência, pois ela é o verdadeiro “caminho que parece direito”, conforme —

Provérbios 14:12

Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte.

Voltar-se para Deus é, positivamente, voltar-se para a direção de onde procede a luz. Ignorar a luz divina é o maior de todos os pecados da humanidade e o verdadeiro responsável porque os seres humanos serão duramente julgados —

João 3:19

O julgamento é este: que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más.

A sabedoria nos convida dizendo: Volte-se para cá! O alcance desse convite antecipa a oferta que encontramos no próprio Evangelho segundo — note os verbos:

Provérbios 9:5—6

5 Vinde, comei do meu pão e bebei do vinho que misturei.

6 Deixai os insensatos e vivei; andai pelo caminho do entendimento.  

2. Em segundo lugar nossa busca pela sabedoria exige devoção ou dedicação. A verdadeira sabedoria apesar de ser possível de ser alcançada por todos é apenas para os que são verdadeiramente humildes, pelos verdadeiramente apaixonados por conquistá-la. Pessoas que seriam capazes de fazer autossacrifícios para possuí-la —

Provérbios 8:34

Feliz o homem que me dá ouvidos, velando dia a dia às minhas portas, esperando às ombreiras da minha entrada.

A sabedoria não é para aqueles que são “sábios aos seus próprios olhos”. Não é para ninguém que pensa que já chegou lá! Que já atingiu o alvo! Os que pensam assim já chegaram ao seu próprio ponto final e não podem mais progredir. Agora note as sábias palavras do apóstolo Paulo quando diz—
Filipenses 3:12—14

12 Não que eu o tenha já recebido ou tenha já obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus.

13 Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão,

14 prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.

O ser humano que acha que já alcançou a verdadeira sabedoria ou que acha que já chegou lá, o homem típico “sábio aos seus próprios olhos” não pode sequer ser comparado a um insensato, pois “há maior esperança no insensato do que num homem que pensa assim de si mesmo —

Provérbios 3:7

Não sejas sábio aos teus próprios olhos; teme ao SENHOR e aparta-te do mal.

Provérbios 26:12

Tens visto a um homem que é sábio a seus próprios olhos? Maior esperança há no insensato do que nele.

O homem que acha que já sabe todas as coisas não tem mais nenhuma vontade de ser ensinado. Ele não deseja ser uma pessoa melhor porque ele acha que é bom o suficiente, ou pior, ele se acha o bom. Por outro lado o homem sábio é passível de ser ensinado.

a. Ele deseja continuar aprendendo até o fim dos seus dias —

Provérbios 9:9

Dá instrução ao sábio, e ele se fará mais sábio ainda; ensina ao justo, e ele crescerá em prudência.

b. Ele está sempre aberto para aprender os mandamentos de Deus —

Provérbios 10:8

O sábio de coração aceita os mandamentos, mas o insensato de lábios vem a arruinar-se.

c. E também para ser disciplinado quando necessário —

Provérbios 3:11—18

11 Filho meu, não rejeites a disciplina do SENHOR, nem te enfades da sua repreensão.

12 Porque o SENHOR repreende a quem ama, assim como o pai, ao filho a quem quer bem.

13 Feliz o homem que acha sabedoria, e o homem que adquire conhecimento;

14 porque melhor é o lucro que ela dá do que o da prata, e melhor a sua renda do que o ouro mais fino.

15 Mais preciosa é do que pérolas, e tudo o que podes desejar não é comparável a ela.

16 O alongar-se da vida está na sua mão direita, na sua esquerda, riquezas e honra.

17 Os seus caminhos são caminhos deliciosos, e todas as suas veredas, paz.

18 É árvore de vida para os que a alcançam, e felizes são todos os que a retêm.

O sábio está sempre tão aberto para aprender que também ouve as críticas e os conselhos de outras pessoas —

Provérbios 13:10

Da soberba só resulta a contenda, mas com os que se aconselham se acha a sabedoria.

Provérbios 17:10

Mais fundo entra a repreensão no prudente do que cem açoites no insensato.

Essa atitude existe no sábio apenas porque ele ama e estima a verdade o suficiente para se dispor a pagar o preço, por mais alto que seja, para obtê-la —

Provérbio 23:23

Compra a verdade e não a vendas; compra a sabedoria, a instrução e o entendimento.

OUTROS ESTUDOS ACERCA DO LIVRO DE PROVÉRBIOS

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Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis
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domingo, 22 de janeiro de 2017

APOCALIPSE: INTRODUÇÃO E AS CARTAS ÀS SETE IGREJAS DA ÁSIA - SERMÃO 025 – APOCALIPSE 3:7-13 - UMA CARTA PARA A IGREJA EM FILADÉLFIA — PARTE 002


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O objetivo dessa série é apresentar os três primeiros capítulos do Livro do Apocalipse. Neles vamos encontrar uma REVELAÇÃO muito especial da pessoa de Jesus Cristo. Cremos que é disso que a Igreja dos nossos Dias precisa: Um encontro pessoal e profundo com o Senhor que diz de si mesmo: Eu sou o Alfa e Ômega, diz o Senhor Deus, aquele que é, que era e que há de vir, o Todo-Poderoso. No Final de cada estudo o leitor encontrará os links para os estudos seguintes:

Texto: Apocalipse 3:7—13
Introdução.

A. Hoje vamos continuar nossa exposição da carta enviada pelo Senhor Jesus para a Igreja localizada na cidade da Filadélfia na Ásia Menor.  
B. Conforme mencionamos na mensagem anterior o tema central dessa carta é OPORTUNIDADE. 
C. E na mensagem de hoje nós vamos começar a falar acerca não de uma oportunidade apenas que Cristo oferece para a igreja em Filadélfia, mas das diversas oportunidades que estavam disponíveis para eles, naqueles dias e também para nós nos dias de hoje. 
G. Bem vamos começar nossa análise:  
A PORTA ABERTA COLOCADA DIANTE DA IGREJA EM FILADÉLFIA 
I. Cristo Conhece as Obras da Igreja em Filadélfia

A. Como aconteceu com todas as cartas anteriores, Cristo afirma que conhece as obras da igreja em Filadélfia. 
B. Com vai ficando cada vez mais evidente, Jesus realmente tem pleno conhecimento de todas as circunstâncias e isso, o tempo todo. Somente um coração muito endurecido para pensar que pode pecar à vontade impunemente, achando que o Senhor não sabe. 
C. O Salmista nos diz o seguinte: 
Salmos 139:7 
Para onde me ausentarei do teu Espírito? Para onde fugirei da tua face? 
D. Então se você tem acompanhado essas mensagens e está vivendo uma vida de duplicidade, de mentiras e etc., saiba que Deus deseja resgatar você desse inferno que você mesmo criou, e Ele quer te perdoar e te abençoar. 
E. Você está disposto a se arrepender e a confessar teu pecado de tal maneira que Deus possa te perdoar e te abençoar? Então pare de se enganar e, antes de terminar de ler essa mensagem, aproveite a oportunidade para fazer o que é certo. 
F. Mas prosseguindo, porque Jesus conhece tudo Ele é então, capaz de ... 
I. Abrir Portas de Oportunidades 
A. Como essa igreja estava isenta de críticas, é apenas natural que o Senhor Jesus diga para ela: 
Apocalipse 3:8 
Eis que tenho posto diante de ti uma porta aberta, a qual ninguém pode fechar  
B. Qual é o significado dessa porta que Jesus abriu para a igreja em Filadélfia, a qual ninguém poderia fechar? 
C. O sentido metafórico é o seguinte: uma porta aberta é uma porta de oportunidade. Uma porta fechada representa uma oportunidade que passou. Aqui, nós iremos ver que tal porta é usada em dois sentidos primários: 
1. A Oportunidade da Salvação 
a. Numa ocasião o próprio Senhor Jesus disse o seguinte acerca da porta da salvação: 
Mateus 7:13—14 
13 Entrai pela porta estreita (larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela), 
14 porque estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela. 
b. Nesses versículos de Mateus vemos duas portas e as duas estão abertas. Uma está aberta para um caminho largo e cheio de pessoas, mas que no final termina em completa perdição eterna para os que optaram por ela. 
c. Já a outra porta está aberta para um caminho estreito onde notamos que o mesmo é escassamente povoado. Esse caminho é estreito, mas conduz para a vida eterna.  
2. A Oportunidade de Servir 
a. O segundo tipo de porta é a oportunidade de servir. O verdadeiro crente não está somente interessado em sua própria salvação, mas ele também está interessado na salvação das outras pessoas. Uma vez que entramos pela porta da salvação, nossa primeira e mais importante missão é compelir outros para entrarem por essa mesma porta. 
b. Jesus disse o seguinte na Parábola das Bodas: 
Mateus 22:9 
Ide, pois, para as encruzilhadas dos caminhos e convidai para as bodas a quantos encontrardes. 

II. Uma Grande Porta Para Um Trabalho Realmente Eficaz 
A. Como vimos acima, a porta aberta representa uma oportunidade. Nesse caso, uma grande oportunidade de salvação. 
B. O Império Romano apesar de suas crueldades sem fim, ainda assim oferecia oportunidades únicas para a pregação da mensagem da salvação: 
1. Em linhas gerais o império gozava de paz — a chamada Pax Romana — o que permitia que seus cidadãos e outras pessoas viajassem por todo império em relativa segurança e paz. 
2. A difusão da língua grega por toda a bacia do Mediterrâneo permitia todas as pessoas ouvirem e entenderem o Evangelho da Graça de Deus numa língua comum. 
3. As velhas religiões já estavam cansando as pessoas. As boas novas do Evangelho soavam com o frescor das águas correntes e a oferta do pão da vida que desceu do céu, realmente satisfazia a todos os que desejavam experimentá-lo.
Conclusão:

A. Jesus é aquele que conhece tudo a nosso respeito. Nós enganamos apenas a nós mesmos, quando de alguma maneira achamos que estamos conseguindo enganar a Deus.  Paulo nos adverte dizendo:

Gálatas 6:7

Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará.

B. Jesus é aquele que nos abre a porta da salvação. Tanto para nós mesmos como para as outras pessoas.

C. O Império Romano, como todos os outros impérios estão sujeitos à soberania de Cristo. A paz romana, as estradas pavimentadas, a língua franca representada pelo grego são todas provas da soberania de Deus sobre o mundo inteiro o tempo inteiro.

D. Foram esses elementos que permitiram que a porta de oportunidade para que o Evangelho fosse pregado se transformassem em realidades. Jesus abriu a porta e o Evangelho se espalhou, rapidamente por todo o mundo conhecido.  

OUTRAS MENSAGENS ACERCA DO APOCALIPSE: INTRODUÇÃO E CARTAS ÀS SETE IGREJAS

APOCALIPSE 1:1—20 — SERMÃO 001 — INTRODUÇÃO AO LIVRO DO APOCALIPSE

APOCALIPSE 1:1—20 — SERMÃO 002 — UMA VISÃO DE JESUS CRISTO — PARTE 001

APOCALIPSE 1:1—20 — SERMÃO 003 — UMA VISÃO DE JESUS CRISTO — PARTE 002

APOCALIPSE 2:1—7 — SERMÃO 004 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM ÉFESO — PARTE 001

APOCALIPSE 2:1—7 — SERMÃO 005 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM ÉFESO — PARTE 002

APOCALIPSE 2:8—11 — SERMÃO 006 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM ESMIRNA — PARTE 001

APOCALIPSE 2:8—11 — SERMÃO 007 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM ESMIRNA — PARTE 002

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 008 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 001

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 009 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 002

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 010 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 003

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 011 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 004

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 012 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 005 FINAL

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 013 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 001

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 014 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 002

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 015 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 003

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 016 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 004

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 017 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 005

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 018A/B — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 006A/B

APOCALIPSE 3:1—6 — SERMÃO 019 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM SARDES— PARTE 001

APOCALIPSE 3:1—6 — SERMÃO 020 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM SARDES— PARTE 002

APOCALIPSE 3:1—6 — SERMÃO 021 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM SARDES— PARTE 003

APOCALIPSE 3:1—6 — SERMÃO 022 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM SARDES— PARTE 004

APOCALIPSE 3:1—6 — SERMÃO 023 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM SARDES— PARTE 005 — FINAL

Apocalipse 3:7—13 — SERMÃO 024 – UMA CARTA PARA A IGREJA EM FILADÉLFIA — PARTE 001

Apocalipse 3:7—13 — SERMÃO 025 – UMA CARTA PARA A IGREJA EM FILADÉLFIA — PARTE 002

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sábado, 21 de janeiro de 2017

ESTUDO DA VIDA DE JESUS – PARTE 2 – ESTUDO 051 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 018 - JESUS É O SOL DA JUSTICA


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Essa é uma série cujo propósito é estudar, com profundidade, a vida do Senhor Jesus como apresentada nos quatro Evangelhos. No final de cada estudo você irá encontrar links para outros estudos. A Série tem o título Geral de: Jesus Confronta a Religião, a Sociedade e a Cultura.


II. O Prólogo do Evangelho de João — João 1:1—18 — Continuação

C. Exposição de João 1:1—18 — Continuação.

5. João 1:5 — A luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela – Continuação.

Continuando com a revelação ou Luz de deus no antigo Testamento acerca da vinda do Salvador e Messias Jesus:

Malaquias 4:2
Mas para vós outros que temeis o meu nome nascerá o sol da justiça, trazendo salvação nas suas asas; saireis e saltareis como bezerros soltos da estrebaria.

Malaquias 4:5—6
Eis que eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível Dia do SENHOR; ele converterá o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos a seus pais, para que eu não venha e fira a terra com maldição.

O profeta Elias aqui mencionado, não seria uma reencarnação do antigo profeta Elias como desejam os espíritas. Seres humanos não reencarnam nem em outros seres humanos (espiritismo kardecista), nem em outros tipos de seres vivos (espiritismo hinduísta). O profeta está falando de alguém que viria com o mesmo tipo de mensagem — chamar o povo de Israel de volta para Deus, em arrependimento — que Elias apresentou nos dias do Rei Acabe e de sua esposa Jezabel — ver 1 Reis 16:29 — 22:40.

De acordo com o Malaquias, este profeta que haveria de vir, iria:

1. Converter o coração dos pais aos filhos.

2. Converter o coração dos filhos a seus pais.

Estas palavras significam que o ministério deste profeta era converter os filhos de Israel e reconciliá-los dentre suas muitas divisões representadas: 1) Por escolas rabínicas como as de Hilel[1] e Shammai[2]; 2) Partidos político-religiosos tais como os saduceus, os fariseus, os zelotes, os herodianos e os essênios — estes últimos não são mencionados diretamente no Novo Testamento, mas existiam naqueles dias.  

Da mesma maneira que não existe outro personagem, a não ser o Senhor Jesus, que tenha cumprido o que foi dito ao profeta Daniel, também não existe outro personagem, a não ser João Batista, para cumprir o que foi dito pelo profeta Malaquias.

1. O ministério de João Batista desde o seu início teve a marca do verdadeiro profeta porque, de todos os lugares onde ele poderia ter escolhido para pregar, sua opção foi pelo deserto da Judéia —

Mateus 3:1

Naqueles dias, apareceu João Batista pregando no deserto da Judéia e dizia...

2. Independentemente do local que João escolheu para pregar, o fato é que “saíam a ter com ele Jerusalém, toda a Judéia e toda a circunvizinhança do Jordão” — ver Mateus 3:5.

3. Mas João não era apenas alguém que batizava. Sua mensagem exigia uma transformação de vida —

Mateus 3:8

Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento.

4. Sua intenção, como é evidente, era preparar o povo de Israel para se encontrar, imediatamente, com aquele que deveria vir em seguida —

Mateus 3:11—12

11 Eu vos batizo com água, para arrependimento; mas aquele que vem depois de mim é mais poderoso do que eu, cujas sandálias não sou digno de levar. Ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo.

12 A sua pá, ele a tem na mão e limpará completamente a sua eira; recolherá o seu trigo no celeiro, mas queimará a palha em fogo inextinguível.

João Batista de fato cumpriu aquilo que foi profetizado por Malaquias. Foi o próprio Senhor Jesus quem aprovou o ministério de João e quem o identificou abertamente com o “Elias” prometido por Malaquias. O texto do Novo Testamento nos diz em —

Mateus 17:10—13

Mas os discípulos o interrogaram: Por que dizem, pois, os escribas ser necessário que Elias venha primeiro? Então, Jesus respondeu: De fato, Elias virá e restaurará todas as coisas. Eu, porém, vos declaro que Elias já veio, e não o reconheceram; antes, fizeram com ele tudo quanto quiseram. Assim também o Filho do Homem há de padecer nas mãos deles. Então, os discípulos entenderam que lhes falara a respeito de João Batista.

O último capítulo do Antigo Testamento é um testemunho impressionante acerca daquilo que Deus estava para fazer. Existem nele três poderosas predições facilmente identificáveis, que serão alistados na ordem dos acontecimentos e não na ordem em que Malaquias os apresenta:

1. Em primeiro lugar nós temos o aparecimento de João Batista que deveria vir nas mesmas capacidades do profeta Elias —

Malaquias 4:5—6

5 Eis que eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível Dia do SENHOR;

6 ele converterá o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos a seus pais, para que eu não venha e fira a terra com maldição.

2. Em seguida teríamos a manifestação do Cristo, em forma humana, sob o símbolo de SOL DA JUSTIÇA

Malaquias 4:2

Mas para vós outros que temeis o meu nome nascerá o sol da justiça, trazendo salvação nas suas asas; saireis e saltareis como bezerros soltos da estrebaria.

3. Por fim, nós temos a destruição da cidade de Jerusalém indicada pela poderosa fornalha que consome tudo sem deixar nem raiz nem ramo —

Malaquias 4:1

Pois eis que vem o dia e arde como fornalha; todos os soberbos e todos os que cometem perversidade serão como o restolho; o dia que vem os abrasará, diz o SENHOR dos Exércitos, de sorte que não lhes deixará nem raiz nem ramo.

Com estas palavras termina a revelação escrita da Antiga Aliança, cerca de 400 anos antes da manifestação do Senhor conforme prometido por —

Malaquias 3:1—2

1  Eis que eu envio o meu mensageiro, que preparará o caminho diante de mim; de repente, virá ao seu templo o Senhor, a quem vós buscais, o Anjo da Aliança, a quem vós desejais; eis que ele vem, diz o SENHOR dos Exércitos.

2  Mas quem poderá suportar o dia da sua vinda? E quem poderá subsistir quando ele aparecer? Porque ele é como o fogo do ourives e como a potassa dos lavandeiros.

O autor não tem nenhuma dúvida que havia, nos dias da Antiga Aliança, muita “luz”. Havia luz suficiente para entender que Deus é o Senhor de toda a raça humana e não de um povo apenas; que Deus ama todas as suas criaturas e se compadece quando agem de forma estúpida, como ovelhas; que a salvação seria mediante o sacrifício do Messias de Deus; e que, por ser obra do próprio Deus e do Seu Messias, esta salvação seria gratuita — pela graça — e deveria ser oferecida para todas as pessoas de todas as raças, tribos, línguas, povos, nações etc., exatamente desta maneira: “de graça recebestes, de graça daí” — Mateus 10:8. Somente dessa maneira a promessa feita a Abrão — “Em ti serão benditas todas as famílias da Terra” — Gênesis 12:3 — poderia ser cumprida de modo completo. É em Jesus Cristo que todas as promessas de Deus feitas nos dias da Antiga Aliança encontram seu pleno cumprimento —

2 Coríntios 1:20

Porque quantas são as promessas de Deus, tantas têm nele o sim; porquanto também por ele é o amém para glória de Deus, por nosso intermédio.

Assim, naquele glorioso dia da eternidade, não será Abraão quem será louvado e sim o Senhor Jesus, o Cordeiro de Deus, porque Ele foi considerado —

Apocalipse 5:9—10

Digno de tomar o livro e de abrir-lhe os selos, porque foste morto e com o teu sangue compraste para Deus os que procedem de toda tribo, língua, povo e nação e para o nosso Deus os constituíste reino e sacerdotes; e reinarão sobre a terra.

Além da mais, temos garantida da parte de Deus, a permanência da Sua “Luz” presente conosco por toda a eternidade —

Apocalipse 21:23

A cidade não precisa nem do sol, nem da lua, para lhe darem claridade, pois a glória de Deus a iluminou, e o Cordeiro é a sua lâmpada.

Apocalipse 22:5.

Então, já não haverá noite, nem precisam eles de luz de candeia, nem da luz do sol, porque o Senhor Deus brilhará sobre eles, e reinarão pelos séculos dos séculos.

Amém e Amém.

Outros estudos acerca da vida de Jesus podem ser encontrados nos links abaixo:

001 — Estudos Na Vida de Jesus — Porque Jesus Veio a Este Mundo

002 — Estudos na Vida de Jesus — O Registro Escrito Acerca de Jesus — Parte 001

003 — Estudos na Vida de Jesus — O Registro Escrito Acerca de Jesus — Parte 002.

004 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões —

005 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 2.

006 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 3.

007 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 4.

008 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 5.

009 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 6.

010 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 7.

011 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 8.

012 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 9.

013 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 10.

014 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 11.

015 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 12

016 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 13

017 A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14A

017 B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14B

017 C — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14C

017 D — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14D

018 A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 15A

018 B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 15B

019A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 16A

019B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 16B

020 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 17

021 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 18

022 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 19

023 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 20

024 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 21

025 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 22


026 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 23
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/04/estudo-da-vida-de-jesus-parte-1-estudo.html

Outros estudos acerca da vida de Jesus — PARTE 2 podem ser encontrados nos links abaixo:

001 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 027 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 001 — A PLENITUDE DO TEMPO

002 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 028 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 002 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE LUCAS — LUCAS 1:1—4

003 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 029 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 003 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18.

004 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 030 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 004 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 002

005 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 031 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 005 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 003

006 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 032 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 006 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 004

007A — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 033A — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 007A — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 005A — A DIVINDADE DE JESUS E A IGREJADE JESUS CRISTO DOS SANTOS DOS ÚLTIMOS DIAS OU IGREJA DOS MÓRMONS.

007B — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 033B — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 007B — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 005B — A DIVINDADE DE JESUS E AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ

007C — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 033C — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 007C — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 005C — A DIVINDADE DE JESUS E OS ADVENTISTAS DO SÉTIMO DIA

007D — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 033D — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 007D — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 005D — A DIVINDADE DE JESUS E  IGREJA CATÓLICA APÓSTÓLICA ROMANA — PARTE 001

007E — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 002 — ESTUDO 033E — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 007E — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 007E — A DIVINDADE DE JESUS E  IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA — PARTE 002

008 — Estudos na Vida de Jesus — PARTE 002 — ESTUDO 034 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 008 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 008 — A DIVINDADE DE JESUS COMO APRESENTADA PELO EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 001

009 — Estudos da Vida de Jesus – PARTE 2 – ESTUDO 035 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 009 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 009 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 002

010 — Estudos da Vida de Jesus – PARTE 2 – ESTUDO 036 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 010 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 010 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 003

011 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 037 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 011 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 011 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 004

012 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 038 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 012 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 012 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 005

013 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 039 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 013 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 013 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 006

014 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 040 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 014 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 014 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 007

015 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 041 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 015 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 015 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 008

016 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 042 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 016 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 016 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 009

017 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 043 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 017 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 017 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 010

018 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 044 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 018 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 018 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 011

019 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 045 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 019 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 019 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 012

020 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 046 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 020 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 020 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 013

021 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 047 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 021 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 021 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 014

022 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 048 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 022 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 022 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 015 — A LUZ DOS HOMENS

023 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 049 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 023 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 023 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 016 — JESUS VEIO TRAZER O PERDÃO E A SALVAÇÃO DE DEUS

024 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 050 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 024 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 024 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 017 — JESUS É O MESSIAS PROMETIDO NA PROFECIA DAS 70 SEMANAS
025 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 051 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 025 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 025 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 018 — JESUS É O SOL DA JUSTIÇA PROMETIDO NA PROFECIA DE MALAQUIAS

Que Deus abençoe a todos. 

Alexandros Meimaridis 

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Desde já agradecemos a todos.




[1] Hilel — De acordo com a tradição Hilel era originário da Babilônia e sua escola floresceu durante o primeiro século a.C. e se extinguiu por volta do ano 115 da era cristã. Hilel era um sábio rabino judeu que dominava como poucos a interpretação tanto dos livros canônicos do Antigo Testamento quanto das tradições judaicas. Por estes motivos Hilel veio a ser reverenciado como o líder da escola que ficou conhecida como “Casa de Hilel”. Seu trabalho mais importante chamado de “As Sete Leis de Hilel” ensina sua cuidadosa formulação de exegese aplicada à interpretação de textos canônicos e da tradição.

[2] Shammai — Shammai, conhecido como “o ancião” viveu, provavelmente entre 50 a.C e o ano 30 da era cristã. Juntamente com Hilel compôs o último “zugot” ou par de luminares que encabeçavam o Grande Sinédrio, que era a mais alta corte da nação de Israel.