quarta-feira, 22 de outubro de 2014

A RESSURREIÇÃO DE JESUS E OS CÉTICOS


O artigo abaixo foi publicado pelo site Gnotícias e é de autoria de Tiago Chagas.

Especialista diz que evidências históricas da ressurreição de Jesus têm atraído céticos

A descoberta de evidências que corroboram a narrativa bíblica sobre a ressurreição de Jesus Cristo tem aproximado céticos da fé cristã, afirmou Gary Habermas, diretor do Departamento de Filosofia e Teologia da Liberty University.

Habermas fez essa declaração durante uma conferência no Congresso de Apologética organizado pelo Seminário do Sul, um importante instituição de teologia nos Estados Unidos.

Segundo informações do site Protestante Digital, Gary Habermas é especialista no estudo da ressurreição de Jesus, e já publicou 18 livros e dezenas de artigos sobre o assunto em revistas especializadas.

Para Habermas, a ressurreição como um fato histórico é um tema tratado com descrédito no meio acadêmico. Porém, o especialista adotou uma estratégia curiosa para reverter a postura de ceticismo sobre a volta de Jesus à vida após três dias.

Gary Habermas passou a desenvolver seus estudos usando apenas provas que são aceitas pelo meio acadêmico, incluindo os críticos que negam a ressurreição de Cristo.

A partir da premissa que os céticos admitem é que Paulo é uma figura histórica e que ele relatou sua experiência de conversão, além de ter escrito sete cartas a igrejas do primeiro século, Habermas centrou suas investigações no material escrito pelo apóstolo, tomando 1 Coríntios 15 como passagem central.

“Os críticos reconhecem que Paulo teve sua experiência de conversão entre um e três anos após a morte de Jesus”, explica Habermas, acrescentando que em Gálatas 1, o apóstolo relata que foi a Jerusalém três anos depois de sua conversão, e catorze anos depois – segundo Gálatas 2, ele voltou a Jerusalém e se encontrou com três pessoas que conheciam melhor a Jesus: Tiago, João e Pedro.

“Tendo em conta que alguns críticos não aceitam a autoria tradicional dos quatro Evangelhos, este encontro seria o relato mais antigo de pessoas que haviam sido testemunhas da vida de Jesus”, diz Habermas.

O estudioso diz que nessa segunda visita a Jerusalém, quando Paulo se encontrou com os discípulos, ele faz uma comparação entre o que tinha pregado com o que Tiago, João e Pedro haviam pregado, a fim de conferir se todos compartilhavam a mesma mensagem.

 “Isso é importante, porque significa que a mensagem do Evangelho começa a ser pregada apenas um ou dois anos depois que Jesus morreu na cruz”, disse Habermas, resumindo que Tiago, João, Pedro e Paulo pregaram a mesma mensagem, assim como os primeiros evangelistas fizeram antes do início do ministério de Paulo.

Habermas argumenta que até mesmo os críticos reconhecem que esta mensagem foi pregada um ou dois anos após a crucificação: “Esta é uma prova que até mesmo os críticos da historicidade dos Evangelhos e Atos reconhecem”, finaliza.

O artigo original de Tiago Chagas poderá ser visto por meio desse link aqui:

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Gálatas 5:13—14 — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 22 — Sede Servos Uns dos Outros — SERMÃO 030

Esse artigo é parte da série "Amai-vos Uns aos Outros" e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos dos mandamentos nos quais o Senhor nos ordena demonstrarmos amor uns pelos outros. No final do artigo você encontrará links para outros estudos dessa série.

VIVENDO A VIDA COMUM DOS SANTOS DE DEUS

Introdução.

A. Temos enfatizado nesta série a grande verdade de que a vida cristã: 
1. Não é uma vida constituída por uma obrigação que temos que cumprir, uma vez por semana, para logo em, seguida, nos esquecer da mesma. 
2. É uma vida de relacionamentos, porque estamos entretecidos “uns nos outros”, de tal maneira que, aquilo quer nos diz respeito diz respeito a todos os outros e o que diz respeito a todos os outros também nos diz respeito. 
3. Hoje estamos iniciando a apresentação do quarto, e último grupo, dos mandamentos recíprocos. Estes são os mandamentos que têm a ver com o serviço que devemos uns aos outros. 
4. Para iniciar, vamos fazer a seguinte pergunta: De que maneira o mundo mede a grandeza de uma pessoa? Alguns medem... 
a. Pela extensão de poder e autoridade que a pessoas possui sobre outras. 
b. Pela posição ou ofício ocupados na sociedade. 
c. Pela riqueza e posses materiais. 
d. Pelo fato da pessoa fazer uma grande descoberta ou invenção. 
5. Agora veja com muita atenção o que o Senhor Jesus diz: 
Marcos 10:43—44 
Mas entre vós não é assim; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva; e quem quiser ser o primeiro entre vós será servo de todos. 
6. A igreja de Cristo não deve se conformar ao padrão do mundo de grandeza. Pelo contrário, pesa sobre nós a necessidade de nos conformar ao padrão estabelecido pelo próprio Senhor Jesus, que disse: 
Marcos 10:45 
O próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos. 
7. Por este motivo principal, o mandamento do Senhor Jesus, nós somos ordenados a... 
Sermos—Sede—Servos uns aos Outros 
Introdução 
A. O contexto dos versículos que estamos usando como tema nesta mensagem, 
Gálatas 5:13—14 
13 Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade; porém não useis da liberdade para dar ocasião à carne; sede, antes, servos uns dos outros, pelo amor. 
14 Porque toda a lei se cumpre em um só preceito, a saber: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. 
é o seguinte: 
1. Havia algumas pessoas que estavam ensinando os cristãos da região da Galácia que eles precisavam receber a circuncisão e guardar a Lei de Moisés, se quisessem manter uma posição correta diante de Deus. 
1. Quando Paulo soube deste falso ensinamento, ele escreveu esta epístola, Aos Gálatas, para advertir e lembrar aqueles irmãos: 
a. Que Jesus os havia libertado da escravidão representada pela obrigatoriedade de guardar a Lei de Deus. 
b. Que Jesus havia dado a eles o Seu Espírito Santo que os capacitava a viver pela Fé. 
2. Ele também os advertiu que não deveriam, em hipótese nenhuma, usar a liberdade que possuíam em Cristo para dar lugar e indulgir a si mesmos em práticas egoístas e de autogratificação. 
3. Pelo contrário, eles deveriam ver a si mesmos com que “escravos”—a serviço— não da Lei, e sim, uns dos outros. 
I. O Mandamento. 
Gálatas 5:13—14 
Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade; porém não useis da liberdade para dar ocasião à carne; sede, antes, servos uns dos outros, pelo amor. Porque toda a lei se cumpre em um só preceito, a saber: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. 
II. Definição dos Termos: 
A. δουλεύω douleúo ser escravo, servir, prestar serviço. 
Ser servos uns dos outros através do amor é: Se obrigar livre e voluntariamente a fazer, para outro cristão, qualquer trabalho ou tarefa que seja necessária, que auxilie ou que seja vantajosa para bem estar espiritual, físico ou mental do outro.
 II. Exemplos Bíblicos 
2 Timóteo 1:16—18 
Conceda o Senhor misericórdia à casa de Onesíforo, porque, muitas vezes, me deu ânimo e nunca se envergonhou das minhas algemas; antes, tendo ele chegado a Roma, me procurou solicitamente até me encontrar. O Senhor lhe conceda, naquele Dia, achar misericórdia da parte do Senhor. E tu sabes, melhor do que eu, quantos serviços me prestou ele em Éfeso. 
Filipenses 4:14—16 
Todavia, fizestes bem, associando-vos na minha tribulação. E sabeis também vós, ó filipenses, que, no início do evangelho, quando parti da Macedônia, nenhuma igreja se associou comigo no tocante a dar e receber, senão unicamente vós outros; porque até para Tessalônica mandastes não somente uma vez, mas duas, o bastante para as minhas necessidades. 
III. Sede Servos X Servir 
A. Por que Paulo diz “sede servos” em vez de “servi” uns aos outros? O motivo porque ele faz isto é porque ele quer enfatizar o relacionamento em que nos encontramos uns com os outros. 
B. Os cristãos devem se submeter, de forma voluntária, uns aos outros, da mesma maneira que os escravos estavam submetidos, de forma obrigatória, aos seus senhores. 
C. Isto quer dizer que nosso relacionamento é tal, que nós devemos nos preocupar em agradar e ajudar primeiro nossos irmãos e irmãs, antes de procurarmos agradar a nós mesmos. 
IV. Implicações Contidas Neste Mandamento 
Este mandamento, que nos diz que devemos ser servos uns dos outros, possui as seguintes implicações: 
A. Assumir a posição de servos uns dos outros é algo auto-imposto. Não nos tornamos servos uns dos outros, porque se exige ou se espera isto de nós e sim, porque essa é maneira mais natural de expressar afeição e verdadeiro amor cristão. 
B. Como esse é um mandamento recíproco, deve ficar bem claro, que não deve existir nenhum tipo de hierarquia na Igreja que é o Corpo de Cristo. A responsabilidade de servir é mútua. Líderes, mesmo recebendo autoridade, são escolhidos para servir o Corpo de Cristo e, não podem, em nenhuma hipótese, se considerar, nem serem considerados, como “senhores” sobre a igreja de Deus. 
C. O serviço prestado a outros é situacional e específico. Devemos ser servos uns dos outros, visando satisfazer necessidades específicas, todas às vezes, que as mesmas surgirem. 
D. Só podemos ser servos uns dos outros, se estivermos envolvidos, de forma ativa, nas vidas uns dos outros. É impossível ser servo de alguém que não conhecemos ou com quem não estamos envolvidos. Frequência apenas aos cultos dominicais, apesar de ser apreciada, dificilmente, cria as condições necessárias para transformar alguém em servo dos outros. 
E. Ser servo uns dos outros irá implicar, muitas vezes, em autossacrifício. Serviço envolve tempo e trabalho. Por este motivo, nós precisamos estar disponíveis uns aos outros todo o tempo, ao mesmo tempo em que devemos estar dispostos a compartilhar nossos talentos, habilidades e bens materiais. 
Conclusão:

É sempre muito importante falarmos da obediência a este mandamento, de sermos servos uns dos outros. E isto por vários motivos:

A. Conforme dissemos no início desta mensagem, nosso Salvador, o Senhor Jesus, nos disse que devemos ser servos uns dos outros e Jesus mesmo nos serve de exemplo. Quem é mesmo o maior personagem da história? Jesus. E, como foi mesmo que ele alcançou esta posição? TORNANDO-SE SERVO! Note:

1. Jesus não exercia autoridade sobre as pessoas. Isto estava reservado às autoridades romanas e dos judeus.

2. Jesus não ocupava nenhuma posição de destaque na sociedade dos seus dias. Foi crucificado junto com dois bandidos.

3. Jesus não se destacou pela riqueza ou posse de bens materiais. Pelo contrário, ele disse que:

Mateus 8:20

O Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça.

4. Mas Jesus se destacou pelo seguinte: Sendo Deus e Senhor de tudo ele...

Filipenses 2:6—11

Subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz. Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome,  para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pa.

B. A noite em que o Senhor Jesus foi traído foi a mesma em que ele deu o grande mandamento acerca do amor que diz:

João 13:34—35

Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros.

C. Mas aquela também foi a noite em que Jesus tomou algumas toalhas e, tendo deitado água em uma bacia, assumiu a forma de servo, lavando os pés dos discípulos. Ele fez aquilo, livremente, para demonstrar o que significa ser servo dos outros e, com isto, nos ensinar acerca da verdadeira natureza da vida cristã. Alguns acham, de forma muito equivocada, que a vida cristã é: quero ser amado, quero ser compreendido, quero ser servido, quero que façam por e para mim, quero ser curado, quero ficar rico etc. Não! A vida cristã tem que ser como a vida de Jesus —ou tem alguém aqui que se acha melhor do que o próprio Senhor?. E que foi que Jesus fez? Ele amou, serviu, compreendeu, ajudou e etc.

D. Quando terminou de lavar os pés dos discípulos, Jesus:

João 13:12

Depois de lhes ter lavado os pés, tomou as vestes e, voltando à mesa, perguntou-lhes: Compreendeis o que vos fiz?

Reafirmou Sua soberania:

João 13:13

Vós me chamais o Mestre e o Senhor e dizeis bem; porque eu o sou.

Explicou as implicações do que haviam feito:

João 13:14—16

Ora, se eu, sendo o Senhor e o Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também.  Em verdade, em verdade vos digo que o servo não é maior do que seu senhor, nem o enviado, maior do que aquele que o enviou.

E. As implicações são as seguintes:

1. Devemos fazer o mesmo — agir como servos uns dos outros.

2. Jesus fez o que fez como exemplo a ser imitado. Não como uma sugestão que cabe a nós decidir se queremos ou não seguir.

3. Quem não se coloca a serviço dos outros se faz superior ao próprio Senhor. Imagine!!!

F. Jesus deu sua vida a nosso favor. Nós também precisamos estar dispostos, como Jesus, a dar a nossa vida pelos irmãos! João escreve dizendo:

1 João 3:16

Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos.

G. Bem aventurados, ou felizes de verdade, sois se praticardes estas coisas — ver João 13:17. Não basta perceber uma necessidade e reconhecer que algo precisa ser feito. É necessário se envolver e agir como verdadeiro servo. Não existe maneira melhor de expressar o amor cristão do que sermos servos uns dos outros.

H. Existem muitas maneiras de servir. Nas próximas mensagens nós estaremos falando acerca de algumas delas. Entre estas nós podemos citar:

Efésios 4:32 — Sede uns para com os outros benignos.

Gálatas 6:2 — Levai as cargas uns dos outros.

1 Pedro 4:9 — Sede, mutuamente, hospitaleiros.

Tiago 5:16 — Orai uns pelos outros.

1 Pedro 4:10 — Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus.

I. Quando assumimos a posição de servos, nós demonstramos tanto uns para outros, quanto para o mundo ao nosso redor, qual é o significado do verdadeiro amor. Na atitude de servo se materializa o amor, o qual deixa de ser apenas um conceito vago e abstrato.

 J. Temos que nos lembrar que Jesus nos deixou exemplo e devemos também ser exemplos uns para os outros. O exemplo, como sempre, vem de cima!

K. Que o Deus que se despiu da Sua glória e se fez servo, possa nos alcançar com Sua graça e, pelo poder do Seu Espírito Santo, nos transformar daquilo que somos — não servos — em verdadeiros servos uns dos outros, para honra do nome do Senhor Jesus e para a glória de Deus, nosso Pai.

Amém.

Outros Estudos Acerca da Vida Comum dos Santos de Deus.

001 — O Custo do Discipulado =

002 — Uma Proposta de Vida =

003 e 004 — Comunhão e Interdependência =

005 — Os Dons espirituais e a Vida Comum =

006 — Discipulado =

007 — O Amor ao Próximo =

008 — Amai-vos uns aos outros — Parte 1 — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS

009 — Amai-vos uns aos outros — Parte 2 — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS

010 — Romanos 15:1—7 — Acolhei-vos Uns aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 3

011 — Romanos 16:16 — Saudai-vos Uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 04

012 — 1 Coríntios 12:24—25 — Tande o Mesmo Cuidado Uns Para Com os Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 05

013 — Efésios 5:18-21 — Sujeitai-vos ou Submetei-vos Uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 06

014 — Efésios 4:1—3 — Suportai-vos Uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 07

015 — Tiago 5:16 — Confessai Vossos Pecados uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 08

016 — Colossenses 3:12—13 — Perdoai uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 09

017 — Romanos 14:13 — Não Julgueis Uns Aos Outros — Parte A — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 10A

018 — Romanos 14:13 — Não Julgueis Uns Aos Outros — Parte B — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 10B

019 — Tiago 4:11 — Não faleis Mal uns dos Outros — AMAI-VOS UNS AOS AOUTROS — Parte 11

020 — Tiago 5:9 — Não Vos Queixeis uns dos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 12

021 — Gálatas 5:14—15 — Não Vos Mordais nem Devoreis uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 13

022 — Gálatas 5:25—26 — Não Provoqueis Uns aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 14

023 — Gálatas 5:25—26 — Não Invejeis Uns aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 15

024 — Colossenses 3:9—10 — Não Mintais uns aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 16

025 — Romanos 14:29 e 1 Tessalonicenses 5:11  — Edificar uns aos outros — AMAIVOS UNS AOS OUTROS — PARTE 17

026 — Colossenses 3:16  — Instruí-vos Mutuamente — AMAIVOS UNS AOS OUTROS — PARTE 18

027 — 1 Tessalonicense 5:1 e Hebreus 3:12—13  — Consolai-vos e Exortai-vos Uns aos Outros — AMAIVOS UNS AOS OUTROS — PARTE 19

028 — Romanos 15:14 e Colossenses 3:16 — Admoestai-vos ou Aconselhai-vos uns aos outros —  AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 20 — SERMÃO 028

029 — Efésios 5:18—20 e Colossenses 3:16 — Falando entre vós com... — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 21 — SERMÃO 029

030 — Gálatas 5:13—14 — Sede Servos Uns dos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 22 — SERMÃO 030

Grande Abraço e que Deus possa abençoar a todos.

Alexandros Meimaridis

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terça-feira, 21 de outubro de 2014

MARCAS DE UM FALSO MESTRE – LEIA COM ATENÇÃO


O artigo abaixo foi escrito por Tim Charllies e publicado no site REFORMA21

7 marcas de um falso mestre

POR TIM CHALLIES

Nada enriquece mais o inferno do que falsos mestres.  Ninguém tem maior alegria em atrair as pessoas para longe da verdade, levando-as ao erro. Falsos mestres têm estado presentes em todas as eras da história humana; eles têm sempre sido uma praga e sempre estiveram no ramo da falsificação da verdade. Enquanto suas circunstâncias podem mudar, seus métodos permanecem constantes. Aqui estão sete marcas dos falsos mestres.

#1 Falsos mestres são bajuladores dos homens. O que eles ensinam é para agradar mais aos ouvidos do que beneficiar o coração. Eles fazem cócegas nos ouvidos de seus seguidores com lisonjas e, enquanto isso, tratam coisas santas com esperteza e negligência ao invés de reverência e temor. Isso contrasta bruscamente com um verdadeiro mestre da Palavra que sabe que é responsável perante Deus e que, por isso, anseia mais agradar a Deus do que aos homens. Como Paulo diria:

1 Tessalonicenses 2.4

Pelo contrário, visto que fomos aprovados por Deus, a ponto de nos confiar ele o evangelho, assim falamos, não para que agrademos a homens, e sim a Deus, que prova o nosso coração.

#2 Falsos mestres guardam suas críticas mais severas aos servos mais fiéis de Deus. Falsos mestres criticam aqueles que ensinam a verdade e guardam suas críticas mais acentuadas para aqueles que se apóiam com firmeza no que é verdadeiro. Nós vemos isso em muitos lugares na Bíblia, como quando Coré e seus amigos se levantaram contra Moisés e Arão (Números 16.3) e quando o ministério de Paulo estava ameaçado e minado pelos críticos que diziam que, enquanto suas palavras eram fortes, ele mesmo era fraco e sem importância (2 Coríntios 10.10). Vemos isso mais notavelmente nos ataques ferozes das autoridades religiosas contra Jesus. Falsos mestres continuam a repreender e menosprezar servos fiéis de Deus hoje. Entretanto, como Agostinho declarou, “Aquele que prontamente calunia meu bom nome, prontamente aumenta a meu galardão”

#3 Falsos mestres ensinam sua própria sabedoria e visão. Isso certamente era verdade nos dias de Jeremias quando Deus disse:

Jeremias 14.14

Os profetas profetizam mentiras em meu nome, nunca os enviei, nem lhes dei ordem, nem lhes falei; visão falsa, adivinhação, vaidade e o engano do seu íntimo são o que eles vos profetizam.

E, hoje também, falsos mestres ensinam a loucura dos meros homens ao invés de ensinarem a mais profunda e rica sabedoria de Deus. Paulo sabia disso:

2 Timóteo 4.3

Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos.

#4 Falsos mestres deixam passar o que é de suma importância e, ao contrário, se focam nos pequenos detalhes. Jesus diagnosticou essa tendência nos falsos mestres de seu tempo, advertindo-os:

Mateus 23.23

Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho e tendes negligenciado os preceitos mais importantes da Lei: a justiça, a misericórdia e a fé; devíeis, porém, fazer estas coisas, sem omitir aquelas!

Falsos mestres colocam uma grande ênfase na sua aderência aos pequenos comandos mesmo quando ignoram os grandes. Paulo advertiu Timóteo contra aquele que:

1 Timóteo 6.4-5

É enfatuado, nada entende, mas tem mania por questões e contendas de palavras, de que nascem inveja, provocação, difamações, suspeitas malignas,  altercações sem fim, por homens cuja mente é pervertida e privados da verdade, supondo que a piedade é fonte de lucro.

#5 Falsos mestres obscurecem sua falsa doutrina por trás de um discurso eloquente e do que parece ser uma lógica impressionante. Assim como uma prostituta se pinta e se perfuma para parecer mais atraente e sedutora, o falso mestre esconde sua blasfêmia e doutrina perigosa atrás de argumentos poderosos e de um uso eloquente da linguagem. Ele oferece aos seus ouvintes o equivalente espiritual a uma pílula venenosa revestida de ouro; embora possa parecer bonita e valiosa, permanece sendo mortal.

#6 Falsos mestres estão mais preocupados em ganhar os outros para a sua opinião do que em ajudá-los e melhorá-los. Esse é outro diagnóstico de Jesus quando ele refletiu sobre as normas religiosas dos seus dias:

Mateus 23.15

Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque rodeais o mar e a terra para fazer um prosélito; e, uma vez feito, o tornais filho do inferno duas vezes mais do que vós!

Falsos mestres não estão em última instância no ramo de melhorar vidas e salvar almas, mas no ramo de convencer mentes e ganhar seguidores.

#7 Falsos mestres exploram seus seguidores. Pedro avisa acerca desse perigo, dizendo:

1 Pedro 2.1—3

Assim como, no meio do povo, surgiram falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos mestres, os quais introduzirão, dissimuladamente, heresias destruidoras, até ao ponto de renegarem o Soberano Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição. E muitos seguirão as suas práticas libertinas, e, por causa deles, será infamado o caminho da verdade; também, movidos por avareza, farão comércio de vós, com palavras fictícias; para eles o juízo lavrado há longo tempo não tarda, e a sua destruição não dorme.

O falso mestre explora aqueles que o seguem porque eles são gananciosos e desejam as riquezas desse mundo. Sendo essa uma verdade, eles sempre ensinarão princípios que satisfazem a carne. Falsos mestres estão preocupados com os bens deles, não com o seu bem; querem servir a si mesmos mais do que aos perdidos; estão satisfeitos em Satanás ter a sua alma contanto que eles possam ter as suas coisas.

O artigo original de Tim Charllies poderá ser visto por meio desse link aqui:


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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