quarta-feira, 24 de maio de 2017

PARÁBOLAS DE JESUS — SERMÃO 037H — A PARÁBOLA DA OVELHA PERDIDA — PARTE 008 - CONCLUSÃO


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Esse artigo é parte da série "Parábolas de Jesus" e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos das verdades contidas nessa série, com aplicações para os nossos dias. No final do artigo você encontrará links para os outros artigos dessa série.

A Parábola da Ovelha perdida

A EXPLICAÇÃO DA PARÁBOLA

6.  Conclusão: Adaptando a Parábola aos Nossos Dias.

A parábola da ovelha perdida é tanto teológica quanto cristológica, e o fator mais importante na adaptação da mesma para os nossos dias é entendermos como Deus é e qual era a natureza do ministério de Jesus. Poucas coisas são mais importantes do que nossa percepção acerca de Deus, uma vez que é da mesma que nós temos a possibilidade de perceber nossa própria identidade, como devemos pensar e agir, e como o mundo deve ser.

Se Deus é um Deus que busca o perdido e cuida do mesmo, então sua graça assim demonstrada, deve caracterizar a forma como nós percebemos e tratamos outros seres humanos. A percepção que Deus cuida e tem interesse em nossas vidas produz confiança e liberdade de viver. Com a graça de Deus para conosco como fator determinante em nossas vidas, nós devemos tratar outros seres humanos com respeito e sensibilidade. Nossa tendência é reconhecer essas verdades apenas da perspectiva abstrata. Mas é da maior importância que as mesmas sejam transformadas em coisas práticas no que dizem respeito:

1. À forma com enxergamos a nós mesmos.

2. No modo com tratamos outros seres humanos.

3. Como organizamos a vida de nossas igrejas locais.

Nós temos a tendência de sempre pensar que Deus é mais duro do que ele realmente é e, por isso, nos preocupamos mais com as noventa e nove ovelhas que estão seguras do que com a ovelha que está perdida. Será que as pessoas perdidas, desobedientes a Deus e que consideramos insignificantes, conseguem ver em nós que o Deus Verdadeiro tem amor por elas e está empenhado em procurá-las e salvá-las?

O texto de Mateus nos mostra que Deus está interessado não apenas nas ovelhas que estão perdidas, mas também naquelas que estão marginalizadas dentro do próprio rebanho. Muitas vezes nós estamos mais interessados em arrebanhar novas pessoas do que em trabalhar com aqueles que já se encontram entre nós. A graça de Deus manifestada em sua busca e cuidado se revela a favor de todos os seres humanos e nós devemos tomar Deus como nosso exemplo e nos envolver com todas as pessoas, tanto os perdidos como os marginalizados dentro de nossas próprias comunidades.

O texto da parábola que encontramos em Lucas enfatiza o arrependimento, um passo que se exige de cada um de nós. Não precisamos temer que o arrependimento nos exponha como se estivéssemos tentando alcançar nossa salvação por méritos próprios. Quando o assunto é salvação, as Escrituras são claras: a iniciativa é sempre de Deus:

Jonas 2:9

Mas, com a voz do agradecimento, eu te oferecerei sacrifício; o que votei pagarei. Ao SENHOR pertence a salvação!

Para que não tenhamos nenhuma dúvida acerca de como dependemos completamente do Senhor para nossa salvação, basta nos lembrar que, quando Jonas falou as palavras acima ele estava no ventre do grande peixe e nas profundezas do mar. Não havia nada que ele pudesse fazer para se salvar.

Além disso, as Escrituras também nos ensinam que toda reação humana é sempre motivada pela graça do próprio Deus. A Salvação pertence a Deus, mas nós estamos completamente envolvidos nesse processo.

Outro aspecto da parábola que merece nossa atenção nessa conclusão tem a ver com a alegria. A adoração cristã dos nossos dias está tão submetida a certos padrões fixos que, na maioria das vezes, não percebemos nenhum sinal de verdadeira alegria. Nossa adoração é profissional, músicos competentes, cantores afinados, pastores sempre dispostos a falar o que a audiência deseja ouvir. Mas alegria verdadeira mesmo que é bom é difícil de ser encontrada. A alegria que reina no céu deve ser uma das marcas mais evidentes na vida daqueles que estão sendo preparados para habitar no céu por toda a eternidade. Os céus vibram de alegria com cada pecador que se arrepende. O próprio Deus que se alegra em buscar e salvar o que está perdido deve ser maior motivo para adotarmos uma vida onde a alegria seja mais visível. Como Deus nós também devemos celebrar toda e qualquer recuperação, seja de pessoas perdidas ou pela integração daqueles que estão marginalizados dentro das nossas comunidades.

Outras Parábolas de Jesus Podem ser encontradas nos Links abaixo:

001 – O Sal

002 – Os Dois Fundamentos

003 – O Semeador

004 – O Joio e o Trigo =

005 – O Credor Incompassivo

006 — O Grão de Mostarda e o Fermento

007 — Os Meninos Brincando na Praça
008 — A Semente Germinando Secretamente

009 e 010 — O Tesouro Escondido e a Pérola de Grande Valor

011 — A Eterna Fornalha de Fogo

012 — A Parábola dos Trabalhadores na Vinha

013 — A Parábola dos Dois Irmãos

014 — A Parábola dos Lavradores Maus — Parte 1

014A — A Parábola dos Lavradores Maus — Parte 2

015 — A Parábola das Bodas —

016 — A Parábola da Figueira

017 — A Parábola do Servo Vigilante

018 — A Parábola do Ladrão

019 — A Parábola do Servo Fiel e Prudente

020 — A Parábola das Dez Virgens

021 — A Parábola dos Talentos

022 — A Parábola das Ovelhas e dos Cabritos

023 — A Parábola dos Dois Devedores

024 — A Parábola dos Pássaros e da Raposa

025 — A Parábola do Discípulo que Desejava Sepultar Seu Pai

026 — A Parábola da Mão no Arado

027 — A Parábola do Bom Samaritano — Completo

027A — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 1

027B — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 2 — Os Ladrões e o Sacerdote

027C — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 3 — O Levita

027D — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 4 — O Samaritano

027E — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 5 — O Socorro

027F — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 6 — O transporte até a hospedaria

027G — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 7 — O pagamento final

027H — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 8 — O diálogo final entre Jesus e o doutor da Lei

028 — A Parábola do Rico Tolo —

029 — A Parábola do Amigo Importuno —

030 — A Parábola Acerca de Pilatos e da Torre de Siloé

031 — A Parábola da Figueira Estéril

032 — A Parábola Acerca dos Primeiros Lugares

033 — A Parábola do Grande Banquete

034 — A Parábola do Construtor da Torre e do Grande Guerreiro

035 — Introdução a Lucas 15 — Parábolas Acerca da Condição Perdida da Raça Humana — Parte 001

036 — Introdução a Lucas 15 — Parábolas Acerca da Condição Perdida da Raça Humana — Parte 002

037A — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 001

037B — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 002

037C — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 003

037D — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 004 — A Influência do Antigo Testamento

037E — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 005 — Características Cristológicas da Parábola da Ovelha Perdida

037F — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 006 — A importância das pessoas perdidas.

037G — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 007 — O que essa parábola nos ensina.

037H — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 008 — Conclusão.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Os comentários não representam a opinião do Blog O Grande Diálogo; a responsabilidade é do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.

terça-feira, 23 de maio de 2017

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS — ESTUDO 015 - PONTUAÇÃO, CABEÇALHOS E FINALIZAÇÕES


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Essa é uma série estritamente acadêmica, mas não existe na mesma absolutamente nada que impeça a leitura por todas as pessoas. De fato, queremos incentivar que todos possam ler esses artigos e compartilhar os mesmos com todos os seus contatos, parentes e conhecidos.

ESTUDO 015 — ESCRIBAS E OS MANUSCRITOS QUE PRODUZIRAM — PARTE 007 - CABEÇALHOS, FINALIZAÇÕES E PONTUAÇÃO

CONTINUAÇÃO...

II. AUXÍLIOS PRA OS LEITORES DO NOVO TESTAMENTO

E. CABEÇALHOS E FINALIZAÇÃO DE MANUSCRITOS

Nos manuscritos mais antigos do Novo Testamento, os nomes dos livros são simples e breves:

ΚΑΤΑ ΜΑΡΚΟΝ — SEGUNDO MARCOS

ΠΡΟΣ ΕΦΕΣΙΟΥΣ — AOS EFÉSIOS

Todavia, nos séculos posteriores os nomes se sofisticaram e se tornaram cada vez mais complexos. Em nossa própria versão de Almeida Revista e Atualizada — ARA — os títulos acima são:

O EVANGELHO SEGUNDO MATEUS

EPÍSTOLA DE PAULO AOS EFÉSIOS

As finalizações dos livros, também chamadas de colofões, que eram simples e terminavam com a última palavra do texto bíblico, também sofreram alterações com o passar dos séculos. Diversas informações passaram a ser acrescentadas, tais como:

1. O local onde se imaginava que o material original tivesse sido produzido.

2. O nome do amanuense que se imaginava fosse o responsável pelo trabalho.
Bíblias modernas com notas trazem uma avalanche de informações a título de introdução a cada livro das Escrituras Sagradas.

F. PONTUAÇÃO


Papiro Bodmer P66

Como mencionamos anteriormente, os primeiros manuscritos tinham bem pouca ou, até mesmo, nenhuma pontuação. Papiros antigos como o chamado Papiro Bodmer e o chamado Chester Beatty possuem apenas marcas ocasionais de acentuação e o mesmo é verdadeiro também para os manuscritos maiúsculos mais antigos. Uma pontuação conhecida como diarese — uma marca colocada sobre uma determinada vogal — aparece, algumas vezes, sobre as letras iota ou úpsilon  quando mas mesmas estão colocadas no início da palavra. Isso era feito para indicar que aquela vogal deveria ser lida em separado do final da palavra imediatamente antecedente.

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Papiro Chester Beatty P45

Durante o século VI escribas começaram a utilizar sinais de pontuação de forma mais liberal, com exceção do ponto de interrogação, que só foi adotado a partir do século IX, quando a forma de copiar os manuscritos com letras minúsculas tornou-se o padrão. O padrão inicial, um tanto quanto acidental, deu lugar a uma forma consistentes de pontuação com o passar dos séculos.

Além das marcas comuns de pontuação, também percebemos a utilização de traços separadores de sílabas, especialmente em palavras que descreviam nomes próprios, com o intuito de ajudar os leitores a separarem os nomes próprios de outros vocábulos.

As formas de pontuação mais comuns nos manuscritos do Novo Testamento são:

1. O ponto na linha ( . ) que indicava uma parada completa na leitura. Equivale ao nosso ponto final.

2. O ponto no alto da linha ( . ) que indicava uma pausa breve e correspondia ao uso que fazemos do ponto e vírgula (;) e dos dois pontos (:).

3. O ponto de interrogação era representado da seguinte forma: ( ; ).

4. A vírgula era representada pela seguinte notação: ( , ).

CONTINUA...

OUTROS ARTIGOS DE COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 001 – MATERIAL DE ESCRITA ANTIGO

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 002 – MATERIAL DE ESCRITA ANTIGO — O PAPIRO

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 003 – MATERIAL DE ESCRITA ANTIGO — O PAPIRO — FINAL

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 004 – MATERIAL DE ESCRITA ANTIGO — OS PERGAMINHOS

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 005 – MATERIAL DE ESCRITA ANTIGO — PAPEL E BARRO

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 006 – arquétipos e autógrafos — parte 001
COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 007 – ARQUÉTIPOS E AUTÓGRAFOS — PARTE 002

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 008 – ARQUÉTIPOS E AUTÓGRAFOS — PARTE 003 – FINAL

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 009 – OS ESCRIBAS E OS COPISTAS E OS MANUSCRITOS QUE ELES PRODUZIRAM — PARTE 001

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 010 – OS ESCRIBAS E OS COPISTAS E OS MANUSCRITOS QUE ELES PRODUZIRAM — PARTE 002

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 011 – OS ESCRIBAS E OS COPISTAS E OS MANUSCRITOS QUE ELES PRODUZIRAM — PARTE 003

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 012 – OS ESCRIBAS E OS COPISTAS E OS MANUSCRITOS QUE ELES PRODUZIRAM — PARTE 004

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 013 – OS ESCRIBAS E OS COPISTAS E OS MANUSCRITOS QUE ELES PRODUZIRAM — PARTE 005

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS — PARTE 014 — OS ESCRIBAS E OS COPISTAS E OS MANUSCRITOS QUE ELES PRODUZIRAM — PARTE 006

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS — PARTE 015 — OS ESCRIBAS E OS COPISTAS E OS MANUSCRITOS QUE ELES PRODUZIRAM — PARTE 007
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/05/como-o-novo-testamento-chegou-ate-nos.html

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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sexta-feira, 19 de maio de 2017

SERMÃO EM ÁUDIO — INTRODUÇÃO AO APOCALIPSE E AS CARTAS PARA AS SETE IGREJAS DA ÁSIA — SERMÃO 027 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM FILADÉLFIA — PARTE 004 — PERSEVERANÇA


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Você poderá ouvir um sermão de domingo pregado na Igreja Presbiteriana Boas Novas que deu continuidade à nossa exposição de Apocalipse 1—3. Para isso, basta escolher e clicar no link abaixo para ser direcionado até a página do sermão em áudio. Se desejar você também poderá fazer o download do mesmo.

Clique no link abaixo para ter acesso ao site do sermão em áudio:

Para ouvir no YouTube


Você poderá acompanhar essa mensagem com seu esboço em mãos por meio desse link aqui:


Você poderá ouvir outras mensagens dessa série seguindo os links abaixo —

SÉRIE: INTRODUÇÃO AO APOCALIPSE E AS CARTAS PARA AS SETE IGREJAS DA ÁSIA — APOCALIPSE 1 A 3

SERMÃO 001 — INTRODUÇÃO AO APOCALIPSE E AS CARTAS PARA AS SETE IGREJAS DA ÁSIA — INTRODUÇÃO — UMA VISÃO DO SENHOR JESUS — PARTE 001

SERMÃO 002 — INTRODUÇÃO AO APOCALIPSE E AS CARTAS PARA AS SETE IGREJAS DA ÁSIA — INTRODUÇÃO — PARTE 002 — UMA VISÃO DO SENHOR JESUS — PARTE 002

SERMÃO 003 — INTRODUÇÃO AO APOCALIPSE E AS CARTAS PARA AS SETE IGREJAS DA ÁSIA — SERMÃO 003 — UMA REVELAÇÃO DE JESUS CRISTO — PARTE 003

SERMÃO 004 — CARTA PARA A IGREJA EM ÉFESO — PARTE 001

SERMÃO 005 — CARTA PARA A IGREJA EM ÉFESO — PARTE 002

SERMÃO 006 — CARTA PARA A IGREJA EM ESMIRNA — PARTE 001

SERMÃO 007 — CARTA PARA A IGREJA EM ESMIRNA — PARTE 002

SERMÃO 008 — CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 001

SERMÃO 009 — CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 002

SERMÃO 011 — CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 004

SERMÃO 012 — CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 005

SERMÃO 013 — CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 001

SERMÃO 014 — CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 002

SERMÃO 015 — CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 003

SERMÃO 016 — CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 004

SERMÃO 017 — CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 005

SERMÃO 018A — CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 006A

SERMÃO 018B — CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 006B

SERMÃO 019 — CARTA PARA A IGREJA EM SARDES — PARTE 001

SERMÃO 020 — CARTA PARA A IGREJA EM SARDES — PARTE 002

SERMÃO 021 — CARTA PARA A IGREJA EM SARDES — PARTE 003

SERMÃO 023 — CARTA PARA A IGREJA EM SARDES — PARTE 005

SERMÃO 024 — CARTA PARA A IGREJA EM FILADÉLFIA — PARTE 001

SERMÃO 025 — CARTA PARA A IGREJA EM FILADÉLFIA — PARTE 002

SERMÃO 026 — CARTA PARA A IGREJA EM FILADÉLFIA — PARTE 003

SERMÃO 027 — CARTA PARA A IGREJA EM FILADÉLFIA — PARTE 004

ESBOÇOS DAS MENSAGENS NO LIVRO DO APOCALIPSE

APOCALIPSE 1:1—20 — SERMÃO 001 — INTRODUÇÃO AO LIVRO DO APOCALIPSE

APOCALIPSE 1:1—20 — SERMÃO 002 — UMA VISÃO DE JESUS CRISTO — PARTE 001

APOCALIPSE 1:1—20 — SERMÃO 003 — UMA VISÃO DE JESUS CRISTO — PARTE 002

APOCALIPSE 2:1—7 — SERMÃO 004 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM ÉFESO — PARTE 001

APOCALIPSE 2:1—7 — SERMÃO 005 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM ÉFESO — PARTE 002

APOCALIPSE 2:8—11 — SERMÃO 006 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM ESMIRNA — PARTE 001

APOCALIPSE 2:8—11 — SERMÃO 007 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM ESMIRNA — PARTE 002

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 008 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 001

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 009 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 002

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 010 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 003

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 011 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 004

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 012 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 005 FINAL

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 013 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 001

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 014 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 002

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 015 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 003

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 016 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 004

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 017 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 005

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 018A/B — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA  — PARTE 006A/B

APOCALIPSE 3:1—6 — SERMÃO 019 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM SARDES — PARTE 001

APOCALIPSE 3:1—6 — SERMÃO 020 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM SARDES — PARTE 002

APOCALIPSE 3:1—6 — SERMÃO 021 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM SARDES — PARTE 003

APOCALIPSE 3:1—6 — SERMÃO 022 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM SARDES — PARTE 004

APOCALIPSE 3:1—6 — SERMÃO 023 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM SARDES — PARTE 005

APOCALIPSE 3:7—13 — SERMÃO 024 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM FILADÉLFIA — PARTE 001

Apocalipse 3:7—13 — SERMÃO 025 – UMA CARTA PARA A IGREJA EM FILADÉLFIA — PARTE 002

Apocalipse 3:7—13 — SERMÃO 026 – UMA CARTA PARA A IGREJA EM FILADÉLFIA — PARTE 003

Apocalipse 3:7—13 — SERMÃO 027 – UMA CARTA PARA A IGREJA EM FILADÉLFIA — PARTE 004


OUTRAS SÉRIES DE SERMÕES EM ÁUDIO:

SERMÕES NA SÉRIE: “O PAI NOSSO” — MATEUS 6:9—13

SERMÃO 001 — INTRODUÇÃO AO PAI NOSSO

SERMÃO 002 — O TERMO “PAI” — PARTE 1

SERMÃO 003 — O TERMO “PAI” — PARTE 2

SERMÃO 004 — DEUS COMO PAI E MÃE

SERMÃO 005 — PAI NOSSO QUE ESTÁ NOS CÉUS

SERMÃO 006 — INTRODUÇÃO À ESTRUTURA  DO PAI NOSSO

SERMÃO 007 — SANTIFICADO SEJA O TEU NOME

SERMÃO 008 — SANTIFICADO SEJA O TEU NOME — Parte 2

SERMÃO 009 — VENHA O TEU REINO — Parte 1

SERMÃO 010 — VENHA O TEU REINO — Parte 2

SERMÃO 011 — FAÇA-SE A TUA VONTADE ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU

SERMÃO 012 — O PÃO NOSSO DE CADA DIA DÁ-NOS HOJE

SERMÃO 013 — PERDOA-NOS AS NOSSAS DÍVIDAS ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS AOS NOSSOS DEVEDORES.

SERMÃO 014 — e não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal, pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém!

Que Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis

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