sábado, 22 de novembro de 2014

THALES ROBERTO APOIA A SUPERSTIÇÃO DE VALDEMIRO SANTIAGO ATÉ NO CARNEZINHO


No vídeo que poderá se acessado pelo link abaixo, nós vamos encontrar o cantor Thales Roberto se derramando em elogios ao falso apóstolo e especialmente falso profeta Valdemiro Santiago.


Ver artigo acerca de sua última e bem mentirosa falsa profecia por meio desse link aqui:


Mas o que mais surpreende é o fato de Thales Roberto exibir dois carnezinhos do tipo “cê tu uma bença” prometendo que vai paga as prestações fielmente porque o apóstolo falou que “esse ano é o ano da restituição” — não fica claro se ele se refere ao ano 2014 ou 2015.

carne impd Igreja Mundial passa a receber doações online de seus fiéis
Carnês da IMPD oferecidos no site da igreja - divulgação

Independentemente de que ano o carnê faz referência, o fato é que, Thales Roberto pretende “comprar” sua restituição, pois alega ter muita coisa para ser restituída e ele crê plenamente que por meio do pagamento do carnezinho, tudo que lhe foi tirado lhe será restituído. Haja superstição!

Convidamos nossos leitores a assistirem o vídeo e tirarem suas próprias conclusões por meio do link abaixo:


ARTIGOS ACERCA DE VALDEMIRO SANTIAGO E DA IGREJA MUNDIAL DO PODER DE DEUS
































Que Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.

EFÉSIOS 1:3 — NOSSA RIQUEZA EM CRISTO — 030 — A BÊNÇÃO COM QUE SOMOS ABENÇOADOS EM CRISTO — PARTE 001

Esse artigo é parte da série "Em Cristo" e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos das verdades contidas nessa série, com aplicações para os nossos dias. No final do artigo você encontrará um link para o estudo posterior
30 – Efésios 1:3 — Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo.

A passagem de Efésios 1:3—14 escrita por Paulo é uma frase contínua — fato esse preservado na tradução de João Ferreira de Almeida em sua versão Revista e Atualizada em Português — que contêm exatas 202 palavras no original grego. A passagem é na realidade uma explosão de louvor por parte de Paulo que bendiz ao Senhor por nos ter abençoado de maneira tão abundante.

Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus CristoA palavra grega Εὐλογητὸς eulogetòs — bendito significa na literatura grega não religiosa o “ato de falar bem de alguém ou de algo, de louvar, de elogiar”. De fato é dessa palavra grega e do latim que derivamos nossa palavra “elogio” em português. Ainda no grego, essa mesma expressão pode ser usada como sinônima de “agradecer, glorificar, cantar louvores e confessar”. Portanto, como podemos ver, o apóstolo Paulo escolheu uma palavra com significado bastante rico e de amplas aplicações para iniciar o que chamamos anteriormente de “uma verdadeira explosão de louvor”.

A palavra grega Εὐλογητὸς eulogetòs — bendito é usada no Novo Testamento exclusivamente em referência à pessoa de Deus. De acordo com o bispo Lightfoot[1] a expressão grega atribuída a seres humanos refere-se a atos ou a algum ato isolado enquanto que a expressão usada para Deus descreve intrinsecamente o caráter de Deus.

Em vez da costumeira expressão de ação de graças – ver 1 Coríntios 1:4; Filipenses 1:3; Colossenses 1:3; 1 Tessalonicenses 1:2 etc.; Paulo decide bendizer o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus. Este fato acontece apenas mais uma vez somente na introdução de suas epístolas em — 
2 Coríntios 1:3

Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai de misericórdias e Deus de toda consolação!

Todavia em outros contextos Paulo usou muitas vezes a expressão “bendito” para se referir a Deus — 

Romanos 1:25

Pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém!

2 Coríntios 11:31

O Deus e Pai do Senhor Jesus, que é eternamente bendito, sabe que não minto.

1 Timóteo 6:15

A qual, em suas épocas determinadas, há de ser revelada pelo bendito e único Soberano, o Rei dos reis e Senhor dos senhores;

Deus o Pai é a primeira pessoa da trindade, e como tal Ele é o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo que é por sua vez homem — ser humano — e Mediador entre Deus e os homens. Foi Deus quem apontou o Senhor Jesus como Mediador e fez com ele uma aliança eterna —

Hebreus 13:20—21

20 Ora, o Deus da paz, que tornou a trazer dentre os mortos a Jesus, nosso Senhor, o grande Pastor das ovelhas, pelo sangue da eterna aliança,

21 vos aperfeiçoe em todo o bem, para cumprirdes a sua vontade, operando em vós o que é agradável diante dele, por Jesus Cristo, a quem seja a glória para todo o sempre. Amém! 

Para fazer cumprir a aliança eterna o Pai preparou e formou a natureza humana do Senhor Jesus de tal maneira que a mesma não fosse contaminada pelo pecado —

Hebreus 10:5

Por isso, ao entrar no mundo, diz: Sacrifício e oferta não quiseste; antes, um corpo me formaste.

Além do mais, o Pai concedeu o Espírito Santo a Jesus de maneira ilimitada —

João 3:34

Pois o enviado de Deus fala as palavras dele, porque Deus não dá o Espírito por medida.

O Pai também sustentou o Filho no meio de suas tribulações e angústias com exceção do abandono na Cruz que era absolutamente necessário para que Cristo recebesse toda a extensão do castigo que nossos pecados mereciam.  Na culminação de tudo o Pai glorificou o Filho com a mesma glória que Ele possuía antes de habitar entre nós – ver João 17:5. Por seu lado o Senhor Jesus orou ao Pai como nós somos ordenados a orar a Deus; creu, confiou e esperou no Pai como nós somos ordenados a fazer com relação a Deus; e Jesus também expressou um amor para com o Pai que o levou a obedecer, de bom grado, aos Seus mandamentos. É assim que Deus é o Pai de nosso Senhor. Por outro lado Jesus é o Filho de Deus não mediante criação como o são os anjos ou mesmo como o primeiro homem אָדָם adam. Jesus também não é filho de Deus como nós somos filhos de Deus i.e., por meio de adoção. Ele é o Filho unigênito de Deus. Jesus possui a mesma natureza e perfeição que o Pai — 
João 1:18

Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou.

Quando Paulo diz “Bendito o Deus”, temos que notar que nesta expressão não está implícito nem que uma bênção está sendo concedida nem que uma bênção está sendo invocada sobre a pessoa de Deus. Isto é evidente pelo fato de não existir ninguém que seja maior do que Deus para poder conceder tal bênção. Por outro lado deve também ficar claro que Deus não tem necessidade de nada absolutamente, nem é possível que suas criaturas tenham algo a lhe oferecer —

Salmo 50:7—15

7 Escuta, povo meu, e eu falarei; ó Israel, e eu testemunharei contra ti. Eu sou Deus, o teu Deus.

8 Não te repreendo pelos teus sacrifícios, nem pelos teus holocaustos continuamente perante mim.

9 De tua casa não aceitarei novilhos, nem bodes, dos teus apriscos.

10 Pois são meus todos os animais do bosque e as alimárias aos milhares sobre as montanhas.
11 Conheço todas as aves dos montes, e são meus todos os animais que pululam no campo.

12 Se eu tivesse fome, não to diria, pois o mundo é meu e quanto nele se contém.

13 Acaso, como eu carne de touros? Ou bebo sangue de cabritos?

14 Oferece a Deus sacrifício de ações de graças e cumpre os teus votos para com o
Altíssimo;

15 invoca-me no dia da angústia; eu te livrarei, e tu me glorificarás. 

Os versículos que acabamos de mencionar deixam realmente sem nenhuma sustentação aqueles que usam a pessoa de Deus para justificar seus esquemas mirabolantes de contribuições. Deus, o Bendito, não precisa de nada absolutamente! Portanto, quando Paulo diz “Bendito” ele está querendo afirmar e reafirmar a grandeza e a bondade de Deus; está querendo atribuir glória e honra ao nome de Deus e está querendo agradecer a Deus por suas misericórdias no tempo e na eternidade. Esses são os motivos porque todos os santos de todos os tempos bendizem e louvam ao Senhor —

Hebreus 13:15

Por meio de Jesus, pois, ofereçamos a Deus, sempre, sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o seu nome.

E o motivo para este louvor segue:

Que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo –

Conforme falamos no início da exposição de Efésios 1:3 os versículos de Efésios 1:3—14 compõem uma longa, única, sentença. Em grego são 202 palavras e em português, na versão de Almeida Revista e Atualizada — ARA — são 222 palavras! Esta passagem tem chamado a atenção dos comentaristas através dos séculos. O pastor e escritor cristão D. M. Lloyd-Jones dedicou 245 páginas do seu comentário[2] em Efésios capítulo 1 a esses 12 versículos. João Calvino dedicou meras 8 páginas por já haver tratado muitas destas verdades em outros escritos[3].

Em Efésios 1:3 temos um jogo de palavras que os gregos antigos chamavam de “antanaklasis” que consiste em usar uma mesma palavra dentro duma mesma frase para indicar significados diversos. Assim temos o seguinte jogo de palavras neste versículo: Εὐλογητὸς eulogetós — bendito — o Deus — que εὐλογήσας — eulogésas — nos abençoou, com toda εὐλογίᾳ — eulogía — bênção. Diante deste quadro temos que tomar muito cuidado para não entendermos que o louvor humano é superior ou antecedente à bênção com que somos abençoados, pois como vimos, isso é realmente impossível. No grego o problema não existe porque os escritores do Novo Testamento usam o adjetivo verbal Εὐλογητὸς eulogetòs — bendito, exclusivamente, para descrever Deus quando louvado pelos seres humanos — ver Lucas 1:68 e 19:38.

A Bênção que recebemos de Deus nos é outorgada devido à liberalidade de Deus e nós não temos nenhum mérito em todo este processo. É por esse motivo que o particípio está na voz passiva. Por outro lado, quando dizemos “bendito seja Deus” não estamos abençoando a Deus como se Ele tivesse necessidade de tal ato oriundo de nossa parte e sim o fato de que estamos apenas reconhecendo uma determinada situação na qual Deus nos tem colocado. Um Deus que nos abençoa só pode ser um Deus bendito! E neste contexto tal expressão da nossa parte é muito mais significativa por causa do tipo de bênção que recebemos de Deus. Como é que Paulo descreve esta bênção?

Paulo descreve a bênção que recebemos de Deus como “toda sorte de bênção espiritual”. O grego original pode ser traduzido por “toda, cada uma, todo tipo ou completa” bênção espiritual. A idéia que o autor favorece é de que a palavra “completa” é a que melhor traduz a bênção com que Deus nos abençoa na mesma linha da bênção concedida a Abrão ou a chamada bênção Aarônica – ver Gênesis 12:1—3 e Números 6:23—27. A bênção de Deus é completa!

A importância desta palavra grega πάσῃ páse — completa — traduzida na ARA de forma consistente como “toda” e palavras similares — não pode ser superestimada conforme o que Paulo diz no restante da Epístola ao Efésios.

Paulo diz no restante da Epístola aos Efésios. “Toda sorte de bênção” implica: Se o leitor ficar impressionado com os superlativos é normal. Foi escrito com este propósito.

Efésios 1:8 — ... toda a sabedoria e prudência...

Efésios 1:10 — ... todas as coisas nos céus e na terra...

Efésios 1:11 — ... faz todas as coisas conforme o conselho da Sua vontade.

Efésios 1:21 — ... acima de todo principado, e potestades, e poder, e domínio e de todo nome que se possa referir não só no presente século, mas também no vindouro.

Efésios 1:22 — ... pôs todas as coisas debaixo do pés e, para ser o cabeça sobre todas as coisas o deu à Igreja.

Efésios 1:23 — ... daquele que a tudo enche em todas as coisas.

Efésios 2:21 — ... todo o edifício, bem ajustado, cresce para santuário dedicado ao Senhor.

Efésios 3:9 — ... oculto em Deus , que criou todas as coisas.

Efésios 3:15 — ... de quem toma o nome toda família, tanto nos céus como sobre a terra.

Efésios 3:18 — ... com todos os santos...

Efésios 3:19 — e conhecer o amor de Cristo, que excede todo entendimento, para      que sejais tomados de toda a plenitude de Deus.

Efésios 3:20 — ...  àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós.

Efésios 4:6 — um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, age por meio de todos e está em todos.

Efésios 4:10 — Aquele que desceu é também o mesmo que subiu acima de todos os céus, para encher todas as coisas.

Efésios 4:15 — ... cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo.

Efésios 4:16 — de quem todo o corpo, bem ajustado e consolidado pelo auxílio de toda junta, segundo a justa cooperação de cada parte, efetua o seu próprio aumento para a edificação de si mesmo em amor.

Efésios 6:16 —  embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno.

O motivo exclusivo porque a bênção de Deus é completa é porque ela nos é concedida “em Cristo”. Esta bênção “em Cristo” é descrita nos versos 3 a 14 de Efésios capítulo 1. Ela é única e indivisa. Jesus é o único Senhor —

Efésios 4:5

Há um só Senhor.

sua unicidade é manifestada na unicidade da bênção que Deus nos concede “em Cristo”.

A bênção com que Deus nos abençoa “em Cristo” nos livra do emaranhado representado pelo festival de besteiras e das esquisitices praticadas pela grande maioria das igrejas da cristandade contemporânea. Quanto sofrimento, angústia, dor e tormento espiritual e, muitas vezes até mesmo físico, quando nos recusamos a aceitar a simplicidade da bênção oferecida a nós “em Cristo” e nos metemos no cipoal religioso representado por todas as ideias malucas que estão hoje à disposição.

Lista de Outros Estudos da Série “em Cristo”:
O estudo introdutório dessa série, número 000, pode ser encontrado aqui:
O estudo número 001 dessa série — Justificação Gratuita — pode ser encontrado aqui:
O estudo 002 dessa série — Nossa Identidade com Cristo — poderá ser encontrado aqui:
O estudo 003 dessa séria — Mortos para o Pecado, Mas Vivos para Deus — poderá ser encontrado aqui:
O estudo 004 dessa série — O Salário do Pecado X o Dom Gratuito de Deus — poderá ser encontrado aqui:
O estudo 005 dessa série — Nenhuma Condenação em Cristo Jesus — poderá ser encontrado aqui:
O estudo 006 dessa série — Nada Pode nos Separar do Amor de Deus — poderá ser encontrado aqui:
O estudo 007 — Somos Membros uns dos Outros em Cristo — poderá ser encontrado aqui:
O estudo 008 — Santificados em Cristo Jesus — poderá ser encontrado aqui:
O estudo 009 — A Graça de Deus em Cristo Jesus — poderá ser encontrado aqui:
O estudo 010 — Somos de Deus em Cristo — poderá ser encontrado aqui:
O estudo 011 — Somos Espirituais em Cristo — poderá ser encontrado aqui:
O estudo 012 — Somos Loucos, Fracos e Desprezíveis Porque Estamos em Cristo — poderá ser encontrado aqui:
O estudo 013 — Somos Gerados em Cristo — poderá ser encontrado aqui:
O estudo 014 — Nossa Esperança em Cristo Não se Limita a Essa Vida Apenas — poderá ser encontrado aqui:
O estudo 015 — Todos Serão Vivificados em Cristo — poderá ser encontrado aqui:
O estudo 016 — Todos São Amados em Cristo — poderá ser encontrado aqui:
O estudo 17 — Somos Todos Ungidos em Cristo — poderá ser encontrado aqui:
O estudo 18 — Não Mercadejamos a Palavra de Deus — poderá ser encontrado aqui:
O estudo 19 — O Véu é Removido em Cristo — poderá ser encontrado aqui:
O estudo 20 — Somos Novas Criaturas em Cristo — poderá ser encontrado aqui:
O estudo 21 — Deus Estava em Cristo Reconciliando Consigo o Mundo — poderá ser encontrado aqui:
Os estudos 22 e 23 — Sendo Conhecido em Cristo — poderão ser encontrados aqui:
O estudo 24 — Nossa Liberdade em Cristo — poderá ser encontrado aqui:
O estudo 25 — Justificação Pela fé em Cristo — poderá ser encontrado aqui:
O estudo 26 — Filhos de Deus em Cristo — poderá ser encontrado aqui:
O estudo 27 — Revestidos em Cristo — poderá ser encontrado aqui:
O estudo 28A — Nossa Unidade em Cristo — PARTE 001 poderá ser encontrado aqui:
O estudo 28B — Nossa Unidade em Cristo — PARTE 002 poderá ser encontrado aqui:
O estudo 029 — Somente a Fé Que Atua Pelo Amor Tem Valor em Cristo
O estudo 030 — A Bênção com Que Somos Abençoados em Cristo – Parte 001
Que Deus abençoe a todos.
Alexandros Meimaridis
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[1] Joseph Barber Lightfoot nascido em Liverpool na Inglaterra em 1828 e falecido em Burnemouth em 1889, estudou no Trinity College onde, posteriormente, tornou-se professor. Entre 1879—1880 contribuiu na revisão da versão da bíblia conhecida como “King James” produzida originalmente em 1611. Este trabalho culminou no lançamento de uma nova versão da bíblia em inglês conhecida por “Revised Version”. Em 1879 tornou-se bispo anglicano na cidade de Durham.  Durante boa parte de sua vida, como acadêmico, Lightfoot gozou de muito e merecido prestígio devido sua erudição.
[2] Lloyd-Jones, D. M. O Supremo Propósito de Deus – Exposição sobre Efésios 1:1-23. Publicações Evangélicas Selecionadas – PES, São Paulo, 1996.
[3] Calvin, John. Commentary on Galatians and Ephesians. William B. Eerdmans Publishing Company, Grand Rapids, 1999.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

CORRUPÇÃO NA POLÍTICA SEMPRE EXISTIU: NINGUÉM É MELHOR QUE NINGUÉM

Editorial por Mino Carta

As mãos sujas

Que Deus ouça a presidenta Dilma, mas o fenômeno é o de sempre

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Fernando Henrique, um pioneiro. Léo Pinheiro/FUTURA PRESS/Estadão Conteúdo

Admitia um parlamentar do Partido Democrata-Cristão da Itália, envolvido na célebre Operação Mãos Limpas: “Os partidos são máquinas de caça-níqueis”. A frase será certamente muito apreciada por todos aqueles que enxergam nos políticos em geral outros tantos ladrões. Nem por isso vale em todas as circunstâncias, embora em parte não destoasse quando foi pronunciada e tampouco destoe no Brasil de hoje.

Pretende-se semelhança entre a nossa Operação Lava Jato e a Operação Mãos Limpas dos começos dos anos 90. Ambas visam devassar e condenar esquemas corruptos, mas há mais diferenças do que parecenças. Aquelas, de saída. Tanto a Mãos Limpas quanto a Lava Jato resultam de uma investigação inicial a respeito de fato e personagens de porte miúdo. Tampas pequenas para panelões ferventes.

As duas operações apresentam os rostos de figuras centrais, o PM Antonio Di Pietro e o juiz Sergio Moro. Na Itália, o grande inquisidor Di Pietro foi logo secundado por um pool de juízes e a operação levou à cadeia mais de mil cidadãos, atingidos ao cabo por condenações inflexíveis e amiúde longas. Políticos e empresários. Alguns destes mataram-se antes de ser presos. O político que dominara por dez anos, o líder socialista e primeiro-ministro Bettino Craxi, condenado a oito anos de cárcere, fugiu para a Tunísia, a salvo da extradição.

A comparação entre o PT e o PCI exibe outra diferença. Ao contrário daquele, a se revelar igual a todos os demais partidos brasileiros, não houve condições de provar que políticos comunistas de qualquer escalão tivessem embolsado um único, escasso tostão, conquanto não fossem isentados de meticulosas investigações.


O desfecho da Mãos Limpas foi a implosão da Primeira República, nascida no imediato pós-Guerra. Nem sempre este gênero de terremoto produz bons resultados, além do ataque à corrupção, eficaz de saída. No vazio de poder que se seguiu, ao vir à luz a Segunda República, instalou-se um predador clownesco chamado Silvio Berlusconi, enquanto o PCI mudava de nome, chamuscava a sua identidade e se perdia em disputas internas.

Eis aí uma lição que seria oportuno aproveitar: a antipolítica sempre deságua em desastre. Em nome da negação da política, tida como origem de todos os males e de todas as mazelas, as ideologias chamadas a nutrir o debate responsável são abandonadas em proveito do desarme da consciência. Ou, por outra, da promoção da ignorância, do preconceito, do equívoco. No Brasil, um pensamento antipolítico leva ao fortalecimento da casa-grande e incentiva a mídia nativa no seu esforço de despolitização de quantos a leem ou ouvem.

Aonde nos conduz a Operação Lava Jato não é fácil prever. Creio que o juiz Moro queira apenas e tão somente fazer justiça e creio que esta venha a ser aplicada com todo o rigor. Tenho outra certeza: este processo vai confirmar o pecado capital da política à brasileira, cometido desde sempre. Gostaria, portanto, que outros fatos a enodoar o passado da política brasileira viessem à tona, inclusive os ocorridos em tempos recentes, antes da primeira vitória de Lula.


Pois então, em um arroubo de pacata ilusão, proponho: chamemos o tão falante Fernando Henrique Cardoso, erguido no alto de livros que ninguém leu, para que explique como se deu a privatização das Comunicações, a maior bandalheira da história do Brasil. Ou de como foi feliz na compra de votos para conseguir a sua reeleição. Ou de que maneira foram enterrados os casos Sivam e Pasta Rosa. Nesta terra pretensamente abençoada por Deus, uma multidão implora pelo definitivo triunfo da moral, com M grande, e não se incomoda com quem inaugurou a transgressão. A maioria, por viver no limbo, alguns por hipocrisia.

Se a Operação Lava Jato cumprisse o cauteloso vaticínio da presidenta Dilma, ao imaginá-la capaz de provocar uma mudança positiva nos hábitos políticos do País (e eu gostaria se também fossem comportamentais para a sociedade em peso), que bem venha. Até para impedir, daqui para a frente, que somente pobres e petistas sigam para a cadeia.

O artigo original de Mino Carta para a Revista Carta Capital, poderá ser visto por meio desse link aqui:


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

A TELEVISÃO, A INTERNET E A CORRUPÇÃO COMPLETA DO POVO DE DEUS


INTRODUÇÃO

Responda depressa: quantas horas por dia você gasta diante da televisão? Isso pode parecer uma bobagem à primeira vista, mas trata-se, na realidade, de uma das mais cruciais perguntas que todos nós precisamos responder. Especialmente nós que declaramos que Jesus é o Senhor das nossas vidas. Você sabia que assistir à TV, meras três horas por dia representa, numa vida de 75 anos, o equivalente a: 82.125 horas ou 3.421 dias de 24 horas ou 9,375 anos, sentados direto na frente da TV. Pense: será mesmo que é isso que Deus deseja que você faça com esses 9 ANOS da sua vida?

Se somarmos as horas que gastamos diante do computador, frequentando as redes sociais — Facebook, MSN, Twitter, etc., — podemos, com facilidade, projetar 20 anos das nossas vidas, praticamente desperdiçados diante desses poderosos meios de comunicação. Se ajustarmos essas horas para refletirem apenas os momentos em que estamos acordados a situação fica ainda mais complicada. Como você imagina que Deus vê uma atitude tão descuidada, com relação ao uso do tempo como essa, de acordo com

Efésios 5.15—16?

15 Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, e sim como sábios,

16 remindo o tempo, porque os dias são maus.


A televisão representa um dos elementos mais importantes numa sociedade de consumo, pela multiplicidade de escolhas que oferece. Um sistema de transmissão moderno pode chegar, com tranquilidade, a 60 canais com alguns sistemas sendo capazes de oferecer até 300 canais de vídeo, simultaneamente. Tamanha quantidade de possibilidades de escolha acaba por nos fazer sentir, um pouco, como verdadeiros deuses, com amplos poderes sobre esses elementos. Essa situação acaba por fazer com que transfiramos de Deus, para a posse de bens materiais e nossa capacidade de controlar os mesmos, o motivo real da nossa felicidade. O resultado não poderia ser mesmo muito diferente daquele que temos observado: uma rápida degeneração dos costumes, uma mudança nos hábitos, pois deixamos de valorizar as coisas importantes — os relacionamentos com Deus e com o próximo — para nos tornarmos ávidos consumidores do pior tipo de mediocridade.

I.    Uma análise da televisão

A. Como surgiu a televisão?

O que é a televisão? Televisão é um sistema de transmissão e recepção de imagens e de som 
através de sinais eletrônicos por meio de cabos, fibras óticas ou por radiação eletromagnética.

O primeiro verdadeiro mecanismo de televisão foi desenvolvido em 1844 pelo engenheiro alemão Paulo Nipkow. Era na realidade, um scanner que capturava e mostrava as imagens capturadas.

O primeiro receptor doméstico de imagens televisivas foi apresentado na cidade de Schenectady, no estado de Nova Iorque, em 13 de Janeiro de 1928, pelo inventor estadunidense Ernst F. W. Alexanderson. O monitor tinha 7,5 centímetros quadrados e as imagens eram ruins e bastantes instáveis. Mesmo assim, esse primeiro televisor, podia ser usado nos lares. A General Electric produziu certa quantidade desses aparelhos e os mesmos foram distribuídos pela cidade de Schenectady. No dia 10 de Maio de 1928, a estação de televisão WGY começou a transmitir sinais para esses aparelhos naquela área.

A primeira transmissão pública de programas de televisão aconteceu em 1936, em Londres. Duas empresas de transmissão fizeram demonstrações de seus aparelhos. A primeira foi a firma Marconi—EMI que produziu um televisor que tinha 405 linhas de definição horizontal e era capaz de mostrar 25 quadros por segundo. O Outro foi o aparelho produzido pela Baird Television que tinha 240 linhas de definição horizontal e também era capaz de mostrar 25 quadros por segundo. O aparelho de Marconi, por ser visivelmente melhor, foi adotado como 
padrão.

Em 1941 os Estados Unidos da América adotaram um aparelho de 525 linhas de definição horizontal com a capacidade de mostrar 30 quadros por segundo como padrão. O que acabamos de relatar, tem a ver com a história da televisão enquanto processo de transmissão. Mas o que realmente nos interessa, neste contexto, é o que foi feito com a televisão enquanto poderoso instrumento de formação das pessoas e da manipulação das massas.

B. No que a televisão foi transformada



















Os inventores do sistema de transmissão e dos aparelhos receptores, não tinham a menor idéia de como aquela tecnologia poderia ser realmente aproveitada. Os ingleses entregaram todo o sistema para ser administrado pela agência estatal BBC — British Broadcasting Corporation. Este monopólio durou até 1954.

Os Estados Unidos da América haviam assumido, depois da Segunda Guerra Mundial, o papel de nação líder de todo o mundo. Como tal, tornaram-se extremamente influentes e passaram a ser imitados em, praticamente tudo e por todos em todo o planeta Terra.


Ao contrário dos ingleses, os estadunidenses entregaram a administração do sistema de televisão nas mãos daqueles que controlavam a indústria do entretenimento. Ou seja, entregaram tudo nas mãos do pessoal de Hollywood. E quem dava as cartas em Hollywood? Capitães de indústria de todas as nacionalidades, mas especialmente de origem judaica. O interesse exclusivo desse pessoal era o lucro e somente o lucro, sem se importarem com nada mais. Por outro lado a indústria também dependia dos produtores e dos artistas, que apesar de todo glamour, juntamente com os donos da indústria, não passavam de um bando de imorais devassos, que praticavam continuamente e, como modo de vida, todo tipo de pecados sexuais, desde a fornicação, passando pelo adultério até as detestáveis práticas homossexuais; eram também bêbados debochados, viciados em drogas legais e ilegais e que viviam vidas totalmente destrambelhadas.

Agora, o que podemos esperar, quando entregamos nas mãos de pessoas tão desqualificadas, um instrumento tão poderoso como o sistema de televisão? Apenas o que temos colhido nestes anos todos:

1. Imoralidades Sexuais: fornicação, adultérios, bestialidades, homossexualidade de todos os tipos.

2. Bebedeiras e consumo de drogas de todos os tipos.

3. Paganismo do mais grosso calibre com a promoção de mentiras religiosas, com a adoração de falsos deuses etc.

4. Triângulos amorosos com todas as variedades possíveis, divórcios e separações e toda a desagregação familiar resultantes destas práticas.

5. Violência gratuita, com a sua consequente banalização e brutalidades de todos os tipos, algumas tais que nos deixam realmente doentes só de presenciá-las.

6. Assassinatos, torturas, matanças que não fazem o menor sentido, crimes verdadeiramente hediondos são mostrados com todos os requintes sórdidos e nojentos de crueldade e sadismo, etc.

C. Mas é tudo apenas ruim?

Devemos sempre ser honestos e equilibrados em nossas análises e, à bem da verdade, temos de admitir que nem tudo na TV está refletido nos itens 1-6 acima, mas está cada dia mais difícil encontrar algum programa que não venha ferir nossas convicções e responsabilidades como cristãos. Por esse motivo temos que ser bastante criteriosos com o que assistimos, mas principalmente com a quantidade de tempo que gastamos diante da TV e da internet.

II.    O mundo do visual


A televisão, o cinema e a internet comunicam, de forma preferencial, através de imagens. Esses meios possuem algo em comum que é noção subliminar transmitida de que “o que você vê é verdade”. Ver para crer é um dos conceitos mais antigos da história da humanidade. Note o próprio caso do apóstolo Tomé em João 20.25. A televisão nos ilude todas as vezes que vemos algo e confiamos que é verdadeiro. Não pensamos que aquela imagem pode ter sido manipulada, desfigurada e que, em alguns casos, a mesma não tenha nada a ver com a realidade dos fatos. Temos que nos lembrar que as pessoas são mentirosas por natureza —

Salmos 116:11

Eu disse na minha perturbação: todo homem é mentiroso.
mas Deus, o nosso Deus é o Deus da verdade

Salmos 31:5)

Nas tuas mãos, entrego o meu espírito; tu me remiste, SENHOR, Deus da verdade.

Jesus que é Deus é, de fato, a própria encarnação da verdade - João 14.6. Nossos olhos podem nos enganar com grande facilidade porque não temos a capacidade de “enxergar” além daquilo que nos está sendo mostrado. Uma boa ilustração dessa verdade é o caso relatado na Bíblia acerca de Samuel quando foi até a casa de Jessé para ungir a um de seus filhos como rei sobre Israel. Jessé fez seus filhos passarem diante do profeta, todos fortes e de boa aparência, mas todos haviam sido rejeitados pelo Senhor por um simples motivo:

1 Samuel 16.7

Não atentes para a sua aparência, nem para a sua altura, porque o rejeitei; porque o SENHOR não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o SENHOR, o coração.

Davi, foi o escolhido, apesar da sua pouca estatura e força física, mas ele tinha no coração o desejo de fazer a vontade de Deus —

Atos 13.22

22 E, tendo tirado a este, levantou-lhes o rei Davi, do qual também, dando testemunho, disse: Achei Davi, filho de Jessé, homem segundo o meu coração, que fará toda a minha vontade.

23 Da descendência deste, conforme a promessa, trouxe Deus a Israel o Salvador, que é Jesus.

Foi o engano causado pela atração visual que também levou nossos primeiros pais à completa ruína ao desobedecerem ao mandamento divino. Note as palavras de —

Gênesis 3.6

Vendo a mulher que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos e árvore desejável para dar entendimento, tomou-lhe do fruto e comeu e deu também ao marido, e ele comeu.

Entre o mandamento de Deus (Gn 2.17) e aquilo que podia ser percebido pelos olhos, Adão e Eva optaram pela malfadada idéia de ver para crer e as consequências foram as mais desastrosas possíveis, já que não existe nada pior que um ser humano possa fazer do que cometer um pecado, qualquer tipo de pecado. E o pecado uma vez cometido causa a depravação total do ser humano. Por todos esses motivos devemos questionar esse falso ensinamento de que devemos ver para crer.

III.    O mundo do instante

Um segundo aspecto que caracteriza a televisão e a internet é a velocidade com que as coisas acontecem nesses meios. Tudo é imediato ou, até mesmo, instantâneo. Aqui entra em cena uma segunda mensagem subliminar: o “agora” é o único momento que realmente importa. Mesmo admitindo que o “agora” é realmente, muito importante, concentrar-se de forma exclusiva nele é algo sobre o qual a Bíblia nos adverte com sóbrias palavras:


1 João 2:15—17)

Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele; porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo. Ora, o mundo passa, bem como a sua concupiscência; aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente.

As coisas do momento são sempre temporárias e precisam ser consideradas à luz da eternidade, que reflete a perspectiva de Deus, que é, a única perspectiva verdadeira. A gratificação instantânea que nos é oferecida pela televisão nos sonega uma informação fundamental. Nossas atitudes “agora” têm consequências no tempo e na eternidade, tanto sobre nossas vidas como sobre a vida das pessoas que nos cercam. Mas a televisão nos transmite a ideia de que não existem consequências. Em nenhum momento somos alertados de que todos teremos que responder diante do nosso Criador e Juiz pelos nossos atos —

Daniel 12:2

Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e horror eterno.

IV.    O mundo do distante

O mundo do visual e do instante é também o mundo do distante. É impressionante como nos tornamos frios e as imagens visuais e instantâneas se tornam distantes e desinteressantes quando a televisão nos mostra alguma realidade desagradável. Estamos tão longe de lugares como a Faixa de Gaza, Bangladesh, Síria ou Iraque que, imediatamente procuramos nos desculpar que não há nada que possamos fazer para trazer algum tipo de alívio aos famintos, enfermos ou à multidão de crianças vítimas de guerras imorais. A quantidade enorme de situações de miséria e destruição que a televisão nos mostra através dos seus filmes acaba ofuscando nossa sensibilidade moral e nos faz pensar que a realidade não passa de pura fantasia.

Dessa maneira, outra mensagem subliminar que a televisão nos transmite é de que essas tragédias não fazem parte, realmente, das nossas vidas e não nos afetam enquanto seres humanos e que a moralidade, nesses casos, não é tão importante. Mas a realidade é que tudo aquilo que vemos tem a capacidade de nos influenciar de forma poderosa. Foi por isso, que Jesus nos advertiu dizendo:


Mateus 6:22—23.

São os olhos a lâmpada do corpo. Se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo será luminoso; se, porém, os teus olhos forem maus, todo o teu corpo estará em trevas. Portanto, caso a luz que em ti há sejam trevas, que grandes trevas serão!

Sabemos que Jesus está fazendo referência ao ato de cobiçar as coisas através do olhar, mas também podemos aplicar esses versículos aos nossos hábitos diante de mídias tão poderosas como a televisão, o cinema e a internet. Se deixarmos que nossos olhos se encham de coisas corruptas que não falam de Deus, isso nos afetará profundamente. Precisamos ser cuidadosos.

Conclusão

Lembre-se: agora mesmo, uma infinidade de lixo está sendo levado para dentro dos nossos lares, via TV e internet, produzido e apresentado por um grupo de degenerados morais e intelectuais. Tudo isso nos é apresentado com se fosse absolutamente normal, correto, bom e saudável. Talvez, você imagina, que quem sustenta esses programas são as empresas patrocinadoras. Mas você está completamente enganado. Quem, em última instância, sustenta todo esse veneno destilado usado para nos destruir somos nós mesmos, que consumimos os produtos dessas empresas. Isso lhes possibilita terem dinheiro para investir em publicidade nas redes de televisão e na internet. Também somos nós que pagamos a fatura mensal dos distribuidores de canais via cabo ou satélite que acabam tendo os mesmos efeitos deletérios sobre nós e nossas famílias. Você não acha que o Deus que enviou seu Filho unigênito para nos resgatar da maldição da Lei e da escravidão do pecado desejaria que fizéssemos um uso melhor do nosso tempo?

Aplicação

1. O que você pretende fazer, de forma prática e criativa, para afastar a você mesmo e os seus de gastarem tanto tempo assistindo TV ou frequentando as redes sociais da internet?

2. Em termos práticos o que você pretende fazer com as marcas que anunciam seus produtos em programas que servem apenas para contaminar, corromper e destruir você e sua família? Pode apostar que não existe nada mais sensível para uma empresa, uma indústria, um banco, etc., do que a chamada “Bottom Line” que é a última linha do balanço e apresenta o lucro ou prejuízo do período. Uma oscilação no lucro, causada pela queda no consumo é uma linguagem muito bem entendida pelos chamados “patrocinadores”.

3. Que tal procurar desenvolver hábitos saudáveis na família como a prática de jogos educacionais e desafiadores tanto para o conhecimento quanto para as habilidades dos membros da família. Existe uma infinidade deles no mercado hoje em dia.

4. Procure incentivar a família a investir tempo lendo a Bíblia e orando. Seja você mesmo o exemplo maior. Procure conhecer e orar pelas necessidades dos irmãos da igreja, ou pelos missionários nos campos distantes e perigosos.

5. Se envolva mais com os irmãos da igreja fazendo visitas de consolação ou mesmo apenas para bater papo e orarem juntos a Deus.

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Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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