segunda-feira, 28 de julho de 2014

JONATHAN EDWARDS: PERDÃO PARA OS MAIORES PECADORES — PARTE 002


O material abaixo é parte de um sermão pregado por Jonathan Edwards que foi publicado em forma de e-book por:

Fonte: The-HighWay.com

Tradução: oEstandarteDeCristo.com

Perdão Para os Maiores Pecadores

“Por amor do Teu nome, Senhor, perdoa minha iniquidade, pois é grande.”
(Salmos 25:11)

É evidente por algumas passagens deste salmo, que quando o mesmo foi escrito, era um momento de aflição e perigo para Davi. Isto transparece particularmente até o 15º e versos seguintes: “Meus olhos estão sempre voltados para o Senhor; pois ele tirará os meus pés da rede”, e etc. Seu sofrimento o faz pensar em seus pecados, e leva-o a confessá-los e clamar a Deus por perdão, como é apropriado em um momento de aflição. Veja o verso 7: “Não te lembres dos pecados da minha mocidade, nem das minhas transgressões”; e verso 18: “Olha para a minha aflição, e minha dor, e perdoa todos os meus pecados”.

É observável no texto que argumentos o salmista usa ao implorar por perdão.

1. Ele implora perdão por causa do nome de Deus. Ele não tem nenhuma expectativa de perdão por causa de qualquer justiça ou merecimento dele por quaisquer boas ações que ele tenha feito, ou por qualquer compensação pelo que havia feito por seus pecados; mesmo que se a justiça de um homem pudesse ser usada como argumento, Davi teria tido tantos argumentos quanto a maioria. Mas ele implora que Deus o perdoe por causa de Seu próprio nome, por Sua própria glória, pela glória da Sua própria Livre Graça, e pela honra da Sua própria fidelidade.

2. O salmista usa a grandeza de seus pecados como argumento para a misericórdia. Ele não apenas não usa sua justiça própria como argumento, ou a insignificância de seu pecado; ele não apenas não diz: ‘Perdoa minha iniquidade, pois eu tenho feito tanto para compensá-la’; ou ‘Perdoe minha iniquidade, pois é pequena, e Tu não tens tanta razão para estar zangado comigo; minha iniquidade não é tão grande que tu tenhas qualquer justa causa para usá-la contra mim; minha ofensa não é tal que não possas negligenciá-la”, mas ao contrário, ele diz: ‘Perdoe minha iniquidade, pois ela e grande”; ele argumenta a grandeza de seu pecado, não a pequinês dele; ele reforça sua oração com essa consideração, que seus pecados são muito hediondos.
Mas como ele podia fazer disso um pleito para perdão? Eu respondo: Porque quanto maior sua iniquidade, maior a necessidade que temos de perdão. É como se ele tivesse dito ‘Perdoe minha iniquidade, pois ela é tão grande que eu não posso suportar a punição; meu caso será excessivamente miserável, a não ser que se agrades em me perdoar”. Ele faz uso da grandeza do seu pecado, para reforçar seu apelo por perdão, como um homem usaria uma grande calamidade para implorar por alívio. Quando um mendigo implora por pão, ele argumentará sua grande pobreza e necessidade.

Quando um homem em perigo implora por piedade, que argumento mais adequado pode ser usado além da extremidade do seu caso? E Deus permite tal argumento como este, pois ele não é movido à misericórdia para conosco por nada em nós, além da grande miséria do nosso caso. Ele não se apieda de pecadores porque são dignos, mas por eles precisam de Sua compaixão.

DOUTRINA

Se nós realmente formos a Deus por misericórdia, a grandeza do nosso pecado não será impedimento para perdão. Se fosse um impedimento, Davi jamais teria usado isso como argumento, como vemos que ele faz neste texto.

As seguintes coisas são necessárias a fim de realmente irmos a Deus por misericórdia:

I. Devemos ver a nossa miséria, e nos sensibilizarmos da nossa necessidade de misericórdia. Os que não estão conscientes de sua miséria não podem realmente olhar a Deus por misericórdia; pois é a própria noção da misericórdia Divina, que é a bondade e a graça de Deus para com miserável. Sem miséria no objeto, não pode haver exercício da misericórdia. Supor misericórdia sem supor miséria, ou compaixão sem calamidade é uma contradição. Portanto os homens não podem olhar para si mesmos como objetos apropriados de misericórdia, a menos que eles primeiro conheçam a si mesmos como miseráveis; e então, a não ser que este seja o caso, é impossível ir a Deus por misericórdia. Eles devem perceber que são filhos da ira; que a lei está contra eles, e que estão expostos à maldição dela: que a ira de Deus permanece sobre eles; e que Ele está irado com eles todos os dias enquanto estão debaixo da culpa do pecado. Eles precisam sensibilizarem-se de que a culpa do pecado faz deles criaturas miseráveis, não importando qual alegria temporal eles tenham; que eles não podem ser nada além de miseráveis, criaturas desfeitas, enquanto Deus está zangado com eles; que eles estão sem força, e devem perecer, e isto eternamente, a não ser que Deus os ajude. Eles precisam ver que o caso deles é de completo desespero, pois não há nada que possa ser feito para ajudá-los, nem existe nada que outros possam fazer para ajudá-los; que eles pairam sobre o abismo da miséria eterna; e que eles necessariamente devem cair nele, se Deus não tiver misericórdia deles.

II. Eles devem ser sensíveis que não são dignos da misericórdia de Deus. Aqueles que realmente vêm a Deus por misericórdia, vêm como mendigos, e não como credores. Eles vêm por mera misericórdia. Por graça soberana, e não por qualquer coisa que lhes é devido. Portanto, eles devem ver que a miséria sob a qual estão é justamente trazida a eles, e que a ira na qual estão expostos é ameaçado contra eles justamente também; e que eles têm merecido que Deus seja seu inimigo. Eles devem ser sensíveis que seria justo da parte de Deus fazer como Ele ameaçou em sua santa Lei, isto é, fazer deles objetos da sua ira e maldição no inferno por toda a eternidade. Aqueles que vêm a Deus por misericórdia de uma maneira correta não estão dispostos a achar falta em Sua severidade, mas eles vêm num senso de sua completa indignidade, como com cordas em seus pescoços, e deixados na poeira aos pés da misericórdia.

III. Eles devem vir a Deus por misericórdia em e através de Jesus Cristo somente. Toda sua esperança de misericórdia deve vir da consideração de quem Ele é, do que Ele fez e o que Ele sofreu; e que não há outro nome dado debaixo do céu, entre os homens, pelo qual possamos ser salvos, além do nome de Cristo; que Ele é o Filho de Deus, e o Salvador do mundo; que o Seu sangue limpa todo pecado, e que Ele é tão digno, que todos os pecadores que estão nEle podem ser perdoados e aceitos. É impossível que qualquer um venha a Deus por misericórdia, e ao mesmo tempo não tenha nenhuma esperança de misericórdia. A vinda deles a Deus por ela, implica que eles têm alguma esperança de obtê-la, de outro modo eles não pensariam valer a pena o tempo de vir. Mas aqueles que vêm de maneira correta têm toda sua esperança através de Cristo, ou da consideração na sua redenção e na suficiência dela. Se pessoas assim vêm a Deus por misericórdia, a grandeza de seus pecados não será impedimento de perdão. Deixe que seus sejam tantos, e grandes, e graves isso não fará Deus nem um grau menos disposto a perdoá-los. Isso pode ser evidenciado pelas seguintes considerações:

1. A misericórdia de Deus é tão suficiente para o perdão de grandes pecados quanto para os menores; e isso porque Sua misericórdia é infinita. O que é infinito está muito acima do que é grande, Ele está tão acima dos reis como ele está acima dos mendigos; Ele está tão acima do maior anjo, como está do pior verme. Uma medida finita não chega nem perto da extensão do que é infinito. Então a misericórdia de Deus sendo infinita, deve ser tão suficiente para o perdão de todo pecado quanto de um só. Se um dos menores pecados não está além da misericórdia de Deus, então também não está o maior, ou dez mil deles. No entanto, deve-se reconhecer que isso apenas não prova a doutrina. Pois apesar de que a misericórdia de Deus possa ser suficiente, ainda assim os outros atributos podem se opor à dispensação de misericórdia em outros casos. Portanto eu observo o seguinte:

2. A satisfação do sacrifício de Cristo é tão suficiente para a remoção da maior culpa quanto da menor, 1 João 1:7: “O sangue de Cristo purifica de todo pecado”. Atos 14:39: “Por ele todo aquele que crê é justificado de todas as coisas que não pudestes ser justificados pela lei de Moisés”. Todos os pecados daqueles que verdadeiramente vêm a Deus por misericórdia, sejam o que forem, são propiciados, se Deus é verdadeiramente o que nos diz ser; e se eles são satisfeitos, certamente não é incrível que Deus estaria pronto para perdoá-los. Sendo o sacrifício de Cristo completamente satisfeito por todo pecado, ou tendo operado a satisfação que é suficiente por todos, não é, agora, nem um pouco inconsistente com a glória do atributo divino perdoar os maiores pecados daqueles que vêm de uma maneira correta até Ele por perdão. Deus pode agora perdoar os maiores pecadores sem nenhum prejuízo a honra de Sua santidade. A santidade de Deus não O deixa mostrar uma menor severidade ao pecado, mas O inclina a dar testemunhos apropriados ao seu ódio ao pecado. Mas Cristo tendo oferecido satisfação por todo pecado, Deus pode agora amar o pecador, e não mostrar nenhuma severidade ao pecado, por mais terrível que o pecador tenha sido. Foi um suficiente testemunho da aversão de Deus ao pecado, que Ele derramou sua ira em seu próprio amado Filho, quando ele assumiu a culpa sobre si. Nada pode demonstrar melhor o ódio de Deus ao pecado do que isso. Se toda a humanidade tivesse sido eternamente condenada não teria sido tão grande testemunho quanto este.

Deus pode, através de Cristo, perdoar os grandes pecadores sem nenhum prejuízo à honra de Sua majestade. A honra da Divina Majestade de fato requer satisfação; mas os sofrimentos de Cristo reparam completamente o dano. Que o desprezo seja sempre tão grande, ainda sim se tão honrável Pessoa como Cristo se compromete a ser um Mediador para o infrator, e sofre muito por ele, isso repara completamente o dano causado à Majestade do céu e da terra. Os sofrimentos de Cristo satisfazem completamente a justiça. A Justiça de Deus, como supremo Governador e Juiz do mundo, requer punição para o pecado. O supremo Juiz deve julgar o mundo de acordo com uma regra de justiça. Deus não mostra misericórdia como um soberano, e Sua justiça como um Juiz deve ser feita de maneira consistente um com o outro; e isso é feito através dos sofrimentos de Cristo, no qual o pecado é completamente punido, e justiça é satisfeita. Romanos 3:25—26: “Ao qual Deus propôs para propiciação pela fé no seu sangue, para demonstrar a sua justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos, sob a paciência de Deus; para demonstração da sua justiça neste tempo presente, para que ele seja justo e justificador daquele que tem fé em Jesus”. A Lei não é impedimento no caminho do perdão dos grandes pecados, se os homens vierem verdadeiramente a Deus por misericórdia, pois Cristo cumpriu a Lei, Ele suportou a maldição dela em Seus sofrimentos, Gálatas 3:13: “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro.”

3. Cristo não se recusará a salvar grandes pecadores, que de maneira correta vierem a Deus por misericórdia; pois esta é Sua obra. É o Seu ofício ser um Salvador de pecadores; é o trabalho para qual ele veio ao mundo; e portanto, ele não se negará a fazê-lo. Ele não veio para chamar os justos, mas pecadores ao arrependimento (Mateus 9:13). Pecado é o próprio mal que ele veio ao mundo para remediar, portanto Ele não se oporá a nenhum homem por ele ser muito pecaminoso. Quanto mais pecaminoso ele for, mais há a necessidade de Cristo. A pecaminosidade do homem foi a razão da vinda de Cristo ao mundo; está é a mesma miséria da qual Ele veio libertar os homens. Quanto mais eles os têm, mais eles precisam ser libertos; “Os sãos não precisam de médico, apenas os que estão doentes” (Mateus 9:12). O médico não se oporá a curar o homem que o solicita, que está em grande necessidade de ajuda dele. Se um médico de compaixão vai entre doentes e feridos, certamente ele não irá se recusar a curar aqueles que estão em maior necessidade de cura, se ele é capaz de curá-los.

4. Aqui a glória da graça pela redenção de Cristo deve consistir em Sua suficiência para o perdão dos maiores pecadores. A totalidade da ideia do caminho da salvação é para este fim, para glorificar a graça gratuita de Deus. Deus tinha em Seu coração por toda a eternidade, glorificar este atributo; e, portanto, o dispositivo de salvar pecadores por Cristo foi concebido. A grandeza da Divina graça muito aparece nisso que Deus por Cristo salva grandes infratores. Quanto maior culpa de qualquer pecador, mais gloriosa e maravilhosa é a graça manifestada em seu perdão, Romanos 5:20: “onde o pecado abundou, superabundou a graça”. O apóstolo, ao contar quão grande pecador ele tinha sido, observa a graça abundante em seu perdão: 1 Timóteo 1:13: “A mim, que dantes fui blasfemo, e perseguidor, e injurioso; mas alcancei misericórdia, porque o fiz na ignorância e na incredulidade”. O Redentor é glorificado, pelo fato que Ele prova ser suficiente para a redenção daqueles que são excessivamente pecadores, porque Seu sangue prova suficiência para lavar a maior culpa, porque Ele é capaz de salvar homens até o fim, e porque Ele redime mesmo da maior miséria. Esta é a honra de Cristo por salvar grandes pecadores: quando eles vêm até Ele, como é a honra de um médico que cura a mais desesperadora doença ou ferida. Portanto, sem dúvida, Cristo estará disposto a salvar grandes pecadores, se eles vierem a Ele; pois Ele não se negará a glorificar a Si mesmo, e para recomendar o valor e a virtude de Seu próprio sangue. Vendo que Ele se dispôs a redimir pecadores, Ele não estará indisposto a redimir os pecadores, Ele não vai estar indisposto a mostrar que Ele é capaz de redimir até ao fim.

5. O Perdão é então oferecido e prometido para os grandes pecadores como para qualquer outro, se eles vierem de maneira correta a Deus. Os convites do Evangelho estão sempre em termos universais: como, aquele que tem sede; venham a mim todos que estão cansados e oprimidos; e, Quem quiser, venha. E a voz da Sabedoria é para os homens em geral: Provérbios. 8:4 “A vós, ó homens, clamo; e a minha voz se dirige aos filhos dos homens”. Não para homens moralistas, ou homens religiosos, mas para você, oh! homem. Então Jesus promete em João 6:37: “O que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora”. Está é a direção de Cristo para seus apóstolos, depois de Sua ressurreição, Marcos 16:15,16: “Ide e pregai o evangelho a toda criatura: quem crer e for batizado, será salvo”. O que está de acordo com o que o apóstolo disse, que “o evangelho tem sido proclamado a toda criatura que está debaixo céu” (Colossenses 1:23).

OUTRAS PARTES DESSA MENSAGEM PODERÃO SER VISTAS POR MEIO DOS LINKS ABAIXO

Jonathan Edwards — Perdão — Parte 001


Jonathan Edwards — Perdão — Parte 002

Grande Abraço e que Deus possa abençoar a todos.

Alexandros Meimaridis

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domingo, 27 de julho de 2014

RENASCER EM CRISTO ANUNCIA PRÊMIO PELA LOTERIA FEDERAL


Tem certas coisas que você só acredita vendo e não adianta tentarem lhe falar, porque é tudo tão absurdo que parece invencionice, mas não é.

Esse é precisamente o caso com uma novidade lançada pela Igreja Apostólica Renascer em Cristo do apóstolo Estevam Hernandes e da Bispa Sonia.

O caso é o seguinte. Desesperados atrás de dinheiro, especialmente dinheiro fácil, a tal igreja resolveu criar um clube: o clube dos gideões de carnezinho. A coisa funciona assim:

1. Você pega um carnê de Gideão e se compromete a ofertar um mínimo de R$ 60,00 por mês. Caso seu carnê seja mantido em dia, então você gozará dos privilégios do clube que incluem auxílio funeral e seguro de vida, mas que não é válido para pessoas com mais de 70 anos – risos. Tem outros benefícios também.

2.Mas o maior benefício, aquele que ira atrair o dinheiro fácil é a promessa de que se você manter seu carnê de no mínimo R$60, rigorosamente em dia, então você irá concorrer a um prêmio mensal de R$ 5.000,00, pasmem, pela LOTERIA FEDERAL.

O ridículo vídeo promocional poderá ser visto por meio do link a seguir:


ATÉ QUANDO SENHOR???

ARTIGOS ACERCA DE ESTEVAM HERNANDES E IGREJA APOSTÓLICA RENASCER










Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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ENCONTROS DE PODER — 022 — A EVIDÊNCIA DO NOVO TESTAMENTO — PARTE 9 — COLOSSENSES 2:13—15 — PARTE 2


Atenção esse artigo é parte de uma série onde pretendemos tratar dos alegados encontros de poder e de curas maravilhosas que nos são apresentadas todos os dias pelos pastores midiáticos. No final de cada estudo você encontrará links para outros estudos.

Texto Base: COLOSSENSES 2:13—15

13 E a vós outros, que estáveis mortos pelas vossas transgressões e pela incircuncisão da vossa carne, vos deu vida juntamente com ele, perdoando todos os nossos delitos;

14 tendo cancelado o — χειρόγραφον cheirógrafon —escrito de dívida, que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu- o inteiramente, encravando-o na cruz;

15 e, ἀπεκδυσάμενος apekdusámenos — despojando os principados e as potestades, ἐδειγμάτισεν edeigmátisen — publicamente os expôs ao desprezo, θριαμβεύσας thriambeúsas — triunfando deles na cruz.

Continuação...

III. ἀπεκδυσάμενος apekdusámenos — despojando os principados e as potestades. Esse é, sem sombra de dúvida, o termo mais difícil dessa passagem. Até agora nosso entendimento acerca dessa expressão nos conduziu à seguinte conclusão: Cristo humilhou esses elementos por meio de uma exposição pública, exibindo-os — os principados e os poderes — em sua procissão triunfal — isto é: pela Sua cruz. O tema comum que temos descoberto até agora tem a ver com serem expostos. Esse também é o significado de ἀπεκδυόapekduó — despir, desvestir. Se ἀπεκδυσάμενος apekdusámenos — em Colossenses 2:15 for lido como sendo reflexivo, então deverá ter o sentido de “despir ou desvestir para si mesmo. Assim, nós temos que Cristo “arrancou” tudo o que os poderes e as potestades possuíam até deixá-los “nus”. Esses estão verdadeiramente derrotados pelo Senhor. Cristo os expôs, os desarmou, os desvestiu e deixou completamente humilhados diante do todos. Sendo assim a frase faz perfeito sentido. Conforme disse Atanásio de Alexandria: Na cruz o Salvador desvestiu — os demônios — e transformou os mesmos em um exemplo para todos os que se atrevem ou se atreverem a desafiar a Deus[1].

Talvez um pouco da confusão produzida pela passagem esteja relacionada da própria imagem de triunfo que discutimos no estudo anterior. Se entendermos a pessoa de Deus como o imperator mundi — imperador do mundo — que atribuiu a Cristo essa honra mais elevada — pois o Triunfo era considerado a maior distinção que a Roma imperial poderia conferir sobre seus cidadãos — e Cristo é considerado aquele que Triunfou, então a cruz pode ser vista como sendo carregada adiante de toda a procissão triunfal, como um verdadeiro troféu de vitória, e o verdadeiro paradoxo por meio do qual os poderes foram completamente derrotados, quando parecia que tudo estava perdido com a morte de Cristo. Sendo assim Colossenses 2:15 se refere tanto ao Senhor Jesus Cristo como também à sua cruz como meios da vitória final.

Se, de fato, os poderes foram “desvestidos” ou “desmascarados” na cruz de Cristo, e isso de uma forma tão completa, que os mesmos podem ser descritos como estando acorrentados e cativos na procissão vitoriosa e triunfal que tem por objetivo celebrar a pessoa de Deus, então precisamos retomar nossa discussão acerca de 1 Coríntios 15:20—28.

As duas passagens nos falam de uma reconciliação cósmica onde todos os poderes são submetidos a Jesus e, em última instância ao próprio Deus. A questão que surge diante de nós é que a passagem de Colossenses parece colocar toda essa questão no passado, enquanto a passagem de 1 Coríntios parece indicar que os poderes não foram ainda derrotados. A passagem de 1 Coríntios nos dá a entender que os poderes continuavam ao poderosos quanto antes da ressurreição, mesmo depois de Cristo ter sido ressuscitado dentre os mortos. Certamente a Cruz de Cristo diminuiu o mal que existe no mundo. Se Cristo não tivesse vindo ou Deus já teria agido pessoalmente, ou nós já teríamos nos destruído e cessado de existir como raça humana na face da terra. O fato que temos diante de nós é que os poderes continuam tão fortes quanto antes conforme reconhece o autor de —

Hebreus 2:8

Todas as coisas sujeitaste debaixo dos seus pés. Ora, desde que lhe sujeitou todas as coisas, nada deixou fora do seu domínio. Agora, porém, ainda não vemos todas as coisas a ele sujeitas.

E que é apenas pela graça e poder de Deus que nós estamos ainda aqui nas primeira décadas do século XXI. Toda essa situação fica ainda mais complexa quando analisarmos, em seguida, a passagem de Efésios 1:20—23, onde também como acontece na passagem de Colossenses, os poderes aparecem completamente subjugados agora, no tempo presente, algo que 1 Coríntios 15:24—26 se refere como algo que ainda irá ocorrer no futuro.

 Listas dos Estudos de Encontros de Poder

001 — Introdução =

002 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = Expressões Diversas

003 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = ἀρχῆ arché e ἄρχων árchon.

004 – A linguagem de “Poder” no Novo Testamento = ἐξουσίαις exousías — potestades, autoridades.

005 – A linguagem de “Poder” no Novo Testamento = δυνάμεις dunámeis — poderes.

006 – A linguagem de “Poder” no Novo Testamento = Θρόνοιthrónoi — tronos.

007 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = κυριοτῆς kuriotês — domínio.

008 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = ὀνόματιonómati — nome.

009 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = ἄγγελοs ággelos — anjo.

010 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = δαιμονίον daimoníon — demônio, πνεῦμα τὸ πονηρὸνpneûma tò poniròn — espírito maligno, ἀγγέλους τε τοὺς μὴ τηρήσαντας τὴν ἑαυτῶν ἀρχὴνangélous te toùs me terèsantas tèn eautôn archèn anjos, os que não guardaram o seu estado original ou anjos caídos.

011 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = ἀγγέλους  τῶν ἐθνῶν angélous tôn ethnôn — anjos das nações.

012 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = ἀγγέλους  τῶν ἐθνῶν angélous tôn ethnôn — anjos das nações — Parte 2.

013 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = ἀγγέλους  τῶν ἐθνῶν angélous tôn ethnôn — anjos das nações — Parte 3 — Final.

014 — A Evidência do Novo Testamento – Parte 1 — Introdução

015 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 2 — As Passagens Disputadas — 1 Coríntios 2:6—8 — Parte 1

016 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 3 — As Passagens Disputadas — 1 Coríntios 2:6—8 — Parte 2

017 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 3 — As Passagens Disputadas — Romanos 13:1—3

018 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 4 — As Passagens Disputadas — Romanos 8:31—39

019 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 5 — As Passagens Disputadas — 1 Coríntios 15:24—27a — PARTE 1

020 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 6 — As Passagens Disputadas — 1 Coríntios 15:24—27a — PARTE 2

021 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 7 — As Passagens Disputadas — Colossenses 3:13—15 — PARTE 1

022 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 8 — As Passagens Disputadas — Colossenses 3:13—15 — PARTE 2

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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[1] Citado em Moulton, James T. e Turner, Nigel.  A Grammar of New Testament Greek. T & T Clark, Edinburgh, 1963. 

sábado, 26 de julho de 2014

EDIR MACEDO TRATA SEU NOVO TEMPLO COMO ATRAÇÃO TURÍSTICA


De acordo com notícias veiculadas pelo jornal O ESTADO DE SÃO PAULO o novo Templo de Salomão ou Templo do Sacrifício, que será inaugurado no dia 31 de Julho de 2014 só poderá ser visitado por caravanas organizadas e controladas pela própria Igreja Universal do Reino de Deus ao custo de R$ 45,00 por pessoa.

O megalomaníaco Templo de Salomão ou Templo do Sacrifício localizado no Brás já foi objeto de outros artigos nossos que poderão ser vistos por meio dos links abaixo:






O templo custou mais de R$ 700 milhões e sua inauguração oficial deverá ocorrer no próximo dia 31 de Julho com as presenças, já confirmadas, da presidenta Dilma, do ex-presidente Lula, do governador do Estado de São Paulo Geraldo e do prefeito da cidade de São Paulo Fernando, além de outras autoridades de menor brilho.

O Templo do Sacrifício ou Templo de Salomão foi construído no Brás, na cidade de São Paulo e tem uma área construída de aproximadamente 100 mil metros quadrados. Parte do material foi importado de Israel e outros países. Todavia, a assessoria da IURD informa que, depois da inauguração oficial do próximo dia 31 de Julho de 2014, o templo só poderá ser visitado por pessoas que se inscreverem em caravanas organizadas pela própria IURD ao custo de R$ 45/cada, desde que a pessoa more em São Paulo. Certamente caravanas vindas de outras localidades terão que pagar mais.

O Templo de Salomão no Brás, como já falamos antes, acomoda 10 mil pessoas sentadas e é quatro vezes maior que o santuário de Aparecida do Norte. Isso faz do mesmo o maior templo religioso do Brasil. O suntuoso ambiente tem detalhes expressivos: duas grandes pedras onde estão gravados, em português, os 10 mandamentos colocadas na frente do púlpito; o salão é iluminado por 10 mil lâmpadas de LED, que refletem sua luz sobre um mármore cor de rosa importado da Itália e vasos contendo oliveiras importadas de Israel. Na área externa no templo existe um pequeno quiosque que lembra a mesquita do Domo da Rocha localizada em Jerusalém.

O templo conta ainda com 60 apartamentos para hospedar pastores visitantes, além de um apartamento de uso exclusivo do falso bispo Edir Macedo, que fará no Templo sua moradia oficial, quando estiver no Brasil. Só lhe falta pedir autorização para a prefeitura, para criar uma área sepulcral, onde o mesmo possa ser enterrado em seu próprio mausoléu, como um verdadeiro Faraó dentro de sua própria maior obra!

Que Deus se apiede de sua pobre alma.

OUTROS ARTIGOS ACERCA DE BISPO MACEDO E DA IURD



























Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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YOSSEF AKIVA: POLÍTICA, DESABAFOS E MENTIRAS



Como já sabemos, as coisas nunca são muito fáceis de entender quando se trata de um personagem tão complexo como é o caso de José Marcelo Pessoa de Paula ou Yossef Akiva.

1. POLÍTICA

Agora, ele não quer mais ser pregador, quer ser político. Com o nível de inteligência do pessoal para quem ele está acostumado a pregar é provável que ele seja mesmo eleito e com isso passará a ter foro privilegiado.

Primeiro ele se lançou como pré candidato - ver foto abaixo:

Foto: Divulgação de Yossef Akiva

Agora o nível já mudou e ele é candidato por um partido nanico que foi formado por meio de um abaixo assinado contendo cerca de quinhentas assinaturas. A frase abaixo, de que "Deus será glorificado com essa vitória" é apenas mais uma das muitas frases de efeito que falsos mestres usam, tais como: "Deus ficará muito contente com você se você vier com a nossa caravana para visitar Israel" e muitas outras que usam o nome de Deus apenas para benefício próprio. Não temos a menor ideia como é que Deus será glorificado com a eleição dele. Mas a frase serve bem para motivar as pessoas certas. Ver foto, agora já como candidato oficial, abaixo:

DEUS SERÁ GLORIFICADO COM ESSA VITÓRIA
Foto: DEUS SERA GLORIFICADO COM ESSE VITORIA!!!
Título e Foto: Divulgação de Yossef Akiva

2. DESABAFOS e MENTIRAS

Recentemente Yossef Akiva publicou em seu Facebook os seguintes desabafos mostrados em letras vermelhas:

OS BLOGS QUE SAO CRIADOS PARA FALAR MAL DE HOMENS DE DEUS,GANHAM DO GOOGLE POR ACESSO,QTO MAIS AS PESSOAS ACESSAM MAIS ELES PERSEGUEM,MAIS ELES GANHAM DINHEIRO,ENFIM,COMPARTILHEM E NAO ACEITEM ESSE PROCEDIMENTO,NAO SÓ EM RELACAO A MINHA PESSOA,MAS A QQ UMA.

É óbvio que tal tipo de afirmação gratuita sem apresentar nenhuma prova, não serve pra muita coisa. Mas como Akiva sabe que pode mentir à vontade, porque raramente algum de seus fãs vai atrás de confirmar o que ele está dizendo, nós queremos afirmar o seguinte: não são todos os blogs que criticam o que Yossef Akiva prega e ensina que fazem isso por dinheiro. Queremos desafiar qualquer pessoa, até mesmo o próprio Akiva, a provar que recebemos até mesmo um único centavo do Google, como ele mentirosamente afirma, ou de quem quer que seja. O blog o Grande Diálogo não vende espaços para terceiros, não tem negócios com o Google e nem pede ofertas sob nenhuma alegação. Quem afirmar o contrário está mentindo.

No desabafo abaixo, Yossef Akiva demonstra estar bastante estressado com as críticas e agride com violência os que o criticam. Nós temos reiteradas vezes chamado Akiva de mentiroso e deixamos provado que ele é mentiroso. Por esse e outros apelativos que usamos para descrevê-lo temos sido vítimas constantes do policiamento religioso incentivado pelo próprio Akiva contra seus críticos, incluindo ameaças de morte, mas nunca usamos os termos que ele usa para detratar seus críticos. Segue seu desabafo e pedimos aos seus fãs que notem bem os termos que o mesmo usa para qualificar seus críticos:

DEVO CONFESSAR A TODOS O QUANTO ESTOU CANSADO, TRISTE E PENSATIVO EM RELAÇAO AO QUE PESSOAS ANONIMAS SEM ESCRUPULOS,QUE NAO FAZEM EXATAMENTE NADA EM RELACAO AO REINO DE DEUS,QUE NAO ABENÇOAM NINGUEM,QUE NAO GANHAM UMA ALMA P JESUS,PODEM TER CREDITO DIANTE DE MIM E DOS OUTROS COM AS MALDADES QUE ESCREVEM SEM RESPONSABILIDADE NENHUMA,E NA MAIORIA DAS VEZES SAO OUVIDAS E CREDITADAS,ENTAO CHEGO A CONCLUSAO QUE NAO SEI PQ TO M SUJEITANDO A PASSAR POR ESSAS COISAS RENUNCIANDO MTS VEZES A MIM MESMO PARA ABENÇOAR PESSOAS QUE DECIDIRAM DAR OUVIDOS A MARGINAIS,QUE ME JURARAM ACABAREM COM MEU MINISTERIO POR PURA INVEJA E MALDADE...DEIXO EM ABERTO A OPÇAO DAS PESSOAS DE DAREM OUVIDOS A QUEM QUIZEREM,MAS CONFESSO A MINHA PROFUNDA TRISTEZA,PQ SO TEM GENTE P FALAR MAL PQ TEM GENTE P DAR OUVIDOS,E A VOZ QUE DAMOS OUVIDOS SERA A VOZ Q NOS IREMOS SERVIR...PERPLEXO E REVOLTADO...ENTENDENDO NA PELO OQ JESUS PASSOU...

Akiva chega às raias do ridículo ao se comparar com o Senhor Jesus. Mas gostaríamos de falar mais algumas coisas acerca de suas falsas afirmações. O que vamos falar diz respeito ao blog o Grande Diálogo.

1. Em primeiro lugar não somos anônimos. Nosso blog é bem identificado e os autores dos artigos se apresentam com seus verdadeiros nomes.

2. Não somos pessoas sem escrúpulos, mas amamos a verdade e como diz o apóstolo Paulo, não podemos nos dar ao luxo de nos tornar inimigos de ninguém apenas porque falamos a verdade — ver Gálatas 4:16. O Sr. Akiva pode ficar à vontade para provar, com fatos, que somos pessoas sem escrúpulos.

3. Sua acusação de que não fazemos nada pelo reino de Deus é gratuita. O editor do blog o Grande Diálogo é pastor ordenado há 33 anos e sempre esteve envolvido no pastoreio de igrejas, até o dia de hoje. Foi também professor em três escola teológicas diferentes, durante um período de 15 anos. Quanto ao Sr. Akiva que experiência tem em pastorear alguma igreja?

4. Sua afirmação de que não abençoamos a ninguém além de gratuita é mentirosa conforme podemos provar por esse simples testemunho retirado dos comentários do blog:

"Caro Irmão Alex, graça e paz.
Fico feliz por sua postura profética em relação aos falsos mestres que, por meio de falsas doutrinas, levam muitos ao engano, parecendo até que estão certos, mas que por fim, por não gerarem frutos, hão de perceber que o problema consiste em não terem sido ensinados corretamente por pessoas sérias e comprometidas com ensino bíblico de qualidade.
Seus textos são excelentes e através deles também me alimento, sem o medo de sofrer qualquer ''engasgo''.
Também sou educador cristão com Pós em Ciências da Religião e Mestrado em Educação Religiosa. Sou Pastor - plantador de igreja na Austrália, lugar onde resido.
Que vá bem a tua alma",

5. Uma das acusações mais fáceis de serem feitas, especialmente por pregadores itinerantes é que seus críticos não ganham almas para Jesus. Outra acusação falsa e gratuita. Como pode saber? E isso é uma questão reservada a Deus. Afinal de contas, não queremos perder nosso galardão. E o sr. Akiva, quantas almas costuma ganhar já que prega apenas para audiências compostas na sua maioria por pessoas que pensam que já são crentes?

6. A acusação de que escrevemos com maldade e sem responsabilidade também é gratuita e mentirosa. Não existe maldade em denunciar mentiras e falsos ensinamentos. Também não somos irresponsáveis, porque temos responsabilidade diante de Deus de defender a verdade que foi dada aos santos.

7. Akiva não consegue esconder seu sentimento de superioridade quando constata, com grande tristeza, que pessoas simples, como esse escriba aqui, conseguem ser ouvidas, mesmo quando contradizem o "grande Akiva".

8. Depois, Akiva cheio de autopiedade fala dos sacrifícios que faz para ajudar as pessoas. Mas que tipo de sacrifício é esse quando cobra para pregar, para ministrar seus seminários, quando vende seus DVD's, CD's, livros e bugigangas mil, tais como panos de oração, cópias da arca da aliança e outras peças que servem apenas para incentivar a superstição das pessoas e agora sim, não servem para abençoar ninguém de verdade, de acordo com a Bíblia.

9. Em todos os nossos 12 artigos analisando o que Akiva ensina e prega nunca nos atrevemos a chamá-lo de "MARGINAL", mas é assim que ele nos retrata - nos chama de MARGINAIS -, sem nunca ter lido algo que escrevemos e procurar dar uma resposta que prove que estamos errados. Ele não se importa em fazer isso porque se considera muito superior a nós e imagina que recebe revelações vindas de Deus, quando é fácil perceber a influência da Cabala e do Talmude em suas mensagens, quase todas centradas no Antigo Testamento.

10. Sua acusação de que desejamos destruir seu ministério por inveja também é falsa. O fim do seu ministério está nas mãos de Deus e isso irá acontecer mais cedo ou mais tarde, e não depende de nenhum artigo nosso. Também não temos nenhuma inveja do sr. Akiva, até porque não vemos nele nada que possamos desejar. Ele tem seu trabalho e nós temos nosso ministério e nosso único desejo é seguir a recomendação do apóstolo Paulo em

1 Coríntios 4:2

Ora, além disso, o que se requer dos despenseiros é que cada um deles seja encontrado fiel.

3. O OUTRO LADO DOS DESABAFOS

A grande verdade é que a maioria dos fãs do sr. Akiva está pouco se lixando para o que os críticos escrevem. Eles dedicam uma devoção absoluta àquele que chamam de "mestre", "pastor" e etc. Mas o fato de fazer os desabafos que fez acima e o tom usado nos mesmos, levou muitos dos seus seguidores a procurarem conhecer ou conhecer melhor as críticas e acabaram descobrindo coisas pelas quais realmente não esperavam. Portanto o desabafo parece que está tendo um efeito contrário ao que Akiva esperava. Muitos estão despertando para o fato que seu adorado mestre pode sofrer de agudas crises de estresse, de descontrole com as palavras e de uma profunda e doentia AUTOPIEDADE!. Com isso muitos têm estado desapontados e já deixaram de ser seus seguidores para voltarem a seguir a Jesus Cristo.

Nossa oração pelo sr. Akiva e seus seguidores é que Deus tenha misericórdia deles, abrindo-lhes os olhos e fazendo-os voltar para o nosso Deus porque DEUS É RICO EM PERDOAR.

ARTIGOS ACERCA DE JOSÉ MARCELO OU YOSSEF AKIVA:
















Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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