quinta-feira, 24 de julho de 2014

A OCUPAÇÃO DOS TERRITÓRIOS PALESTINOS É A CAUSA DA VIOLÊNCIA EM ISRAEL AFIRMA “A VOZ JUDAICA PARA A PAZ”

Logo da organização "A Voz Judaica Para a Paz"

O material abaixo foi escrito por Tom Comptom da organização We Hold These Thruths — Nós Mantemos Essas Verdades — ou WHTT.

Trata-se de um apelo a todos aqueles que desejam, de alguma forma contribuir para a paz entre judeus e palestinos em Israel. Você, caro leitor poderá participar assinando a carta que será enviada aos jornais The Forward e Haaretz se opondo ao atual ataque das forças israelenses contra Gaza. Basta clicar no link abaixo:


Nos poucos dias desde que as Forças de Ataque de Israel começaram a bombardear a faixa de Gaza cerca de 620 pessoas já foram assassinadas, a maioria delas civis, sendo quase 200 crianças.

A carta escrita pela organização “VOZ JUDAICA PELA PAZ” diz, entre outras coisas, o seguinte:

“Nesses dias de tremendo sofrimento e medo que vai desde Jerusalém até Gaza e de Hebrom até Berseba nós queremos reafirmar que tanto israelenses quanto palestinos merecem habitar em segurança e gozar de justiça e igualdade, e lamentamos por todas as vidas que já foram ceifadas.

Nosso inabalável compromisso com a liberdade e a justiça para todos nos obriga a reconhecer que essa violência tem caído, de forma majoritária, sobre a população palestina. Também nos sentimos compelidos a afirmar que essa violência  tem uma causa principal que é: a ilegal ocupação por parte de Israel dos territórios que pertencem aos palestinos.3

Nós estamos unidos em nossa crença que:

1. A negação dos direitos humanos para os palestinos precisa ter um fim.

2. O estabelecimento de colônias judaicas ilegais precisa ter um fim.

3. O bombardeamento de civis precisar ter um fim.

4. O assassinato de crianças precisa ter um fim.

5. A valorização da vida dos judeus à custa da vida de outra nacionalidade precisa ter um fim.

Somente quando abraçarmos a igualdade entre todos os povo é que esse terrível derramamento de sangue terá um fim

Obrigado, A VOZ JUDAICA PARA A PAZ, que luta por paz e justiça na Palestina.

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Alexandros Meimaridis

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MÉDICO NORUEGUÊS NARRA O QUE VIU EM GAZA NOS ÚLTIMOS DIAS

Socorrista atende criança na faixa de Gaza 

O número de mortos em Gaza se aproxima dos 600 assassinatos cometidos pelo genocida Estado de Israel, Estado esse que alega que 27 dos seus cidadãos foram mortos no mesmo período. Ou seja, uma razão de 21,11 palestinos mortos para cada israelense — 570/27. A última contagem de mortos está em 780 palestinos contra 37 israelense. Fica, realmente, muito difícil qualquer pessoa honesta acreditar que Israel é a vítima nessa imoralidade toda.

Operation Protective Edge-11-Mads.Gilbert
Dr. Mads Gilbert com uma jovem vítima das Forças de Ataque de Israel que os judeus consideram “o exército mais ético do mundo” durante a operação Protective Edge — Limite Protetor — de Julho de 2014.

A carta abaixo foi escrita de Gaza pelo médico voluntário norueguês Dr. Mads Gilbert, PhD e professor e chefe da Clínica de Emergência do Hospital Universitário no norte da Noruega. O Dr. Mads escreve:.

Queridos amigos

A noite passada foi terrível. A invasão por terra da faixa de Gaza pelas forças de Ataque de Israel resultou numa multidão de pessoas aleijadas, arrebentadas, sangrando, tremendo de frio e morrendo — isso inclui todo tipo de palestinos feridos, de todas as idades, todos civis, todos inocentes.

Os heróis que dirigem as ambulâncias e todos os hospitais na faixa de Gaza estão trabalhando em turnos de 12 a 24 horas, e mostram rostos cansados e estão fatigados pela carga desumana de trabalho. Os motorista de Shifa estão há quatro meses sem receber seus salários, mas mesmo assim cuidam, fazem triagens e tentam entender o caos incompreensível causado pelos corpos, tamanhos, partes de corpos humanos, pessoas capazes de andar ou que não são capazes de andar, pessoas que estão respirando ou que pararam de respirar, pessoas sagrando e pessoas que não estão sangrando. Em uma palavra: HUMANOS! SERES HUMANOS! Mas todos esses seres humanos estão NOVAMENTWE sendo tratados como ANIMAIS por um grupo fardado de assassinos que se considera “o exército mais ético do mundo”. Existe mesmo algo muito doentio na mentalidade israelense.

Meu respeito pelos feridos é infinito, por causa da determinação contida que demonstram em meio a dor, a agonia e o choque. Minha admiração pelos auxiliares e voluntários também é infinita. Minha proximidade com os “sumud” palestinos — pessoas que estão arraigadas na terra — me dá forças, apesar de que existem momentos em que eu quero gritar, seguram firme em alguém, chorar, cheirar a pele e os cabelos de uma criança “morna” coberta de sangue, e nos proteger a nós mesmos num abraço sem fim — mas nós não podemos nos dar a esse luxo e nem eles também.

Rostos cinzentos — Oh! Não! Não outro grupo de dezenas de aleijados e ensanguentados, que criam um verdadeiro lago de sangue no chão da sala de emergências. Pilhas de bandagens encharcadas de sangue pingando que precisam ser removidas e trocadas — Oh! — o pessoal da limpeza, por todos os lados, limpando o sangue e recolhendo bandagens, pele humana, cabelos, roupas e cânulas — as sobras da morte — tudo levado embora para que possam estar prontos novamente para repetir, outra vez, todo o processo.    

Mais de 100 casos chegaram em Shifa nas últimas 24 horas que é uma quantidade de vítimas que deveriam ser atendidas em um grande hospital bem equipado, mas aqui, — não temos quase nada: falata eletricidade, água, materiais descartáveis, remédios, mesas para cirurgias, instrumentos cirúrgicos, monitores — tudo está enferrujado e parecem objetos de algum museu hospitalar de dias passados. Mas as pessoas aqui não reclamam, esses heróis. Ele seguem adiante, como guerreiros, indo ao encontro do problema com uma resolução enorme.

E enquanto escrevo essas palavras para vocês, sozinho em uma cama, minhas lágrimas correm, lágrimas mornas, mas inúteis de dor e tristeza e medo. Digo a mim mesmo: isso não está acontecendo!
E então, agora mesmo, a orquestra da máquina de guerra de Israel dá início a sua nefasta sintonia, outra vez: tiros de artilharia pesada vindos do mar dos barcos de guerra israelenses, o barulho ensurdecedor dos caças F-16, o barulho doentio dos drones — são chamados pelo árabes de “Zenanis” os murmuradores — além do inúmeros helicópteros apaches. A vasta maioria desse material foi fabricado e servido pelos Estados Unidos da América para Israel.

Sr. Obama — você tem um coração?

Eu te convido — venha passar uma noite — apenas uma noite junto conosco aqui em shafir. O senhor poderia vir disfarçado com alguém da limpeza, talvez.

Eu tenho plena convicção que sua atitude poderia mudar a história.

Ninguém que tenha um coração U detenha poder conseguiria se afastar das imagens de uma noite em Shifa, sem assumir a determinação de dar um fim a essa matança do povo Palestino.

Mas os indivíduos sem coração e sem misericórdia já planejaram outra “dahyia” — a doutrina da Dahyia é uma estratégia militar estabelecida pelo general israelense Gadi Eizenkot e diz respeito a uma guerra assimétrica em áreas urbanas, na qual o exército, de forma deliberada, procura destruir a infraestrutura civil, como um meio de infligir enorme sofrimento na população civil para estabelecer a detenção de todos. 
Os rios de sangue continuarão correndo hoje a noite. Eu posso ouvir os assassinos afinando seus instrumentos de morte.

Por favor, façam o que for possível. Isso, ISSO não pode continuar.

Mads

Gaza, Palestina Ocupada.

Dr. Mads Gilbert, PhD.

Professor e chefe da Clínica de Emergência do Hospital Universitário no norte da Noruega.

O artigo original do Dr. Mads poderá ser visto por meio do seguinte link:


NOSSO COMENTÁRIO

Infelizmente Dr. Mads, Obama e seus acólitos são covardes demais para irem até Gaza. Eles preferem a tranquilidade e a segurança do Cairo e de Tel Aviv e com isso PROVAM que quem está na Faixa de Gaza corre grande risco de ser morto!

Nosso desejo ao publicar essa carta e ajudar, de alguma forma as pessoas, especialmente o povo chamado evangélico em geral, a entender a verdadeira situação pela qual o povo palestino está passando em Gaza nesse momento.

É nossa intenção que os evangélicos em geral parem de escrever e mostrar vídeos da propaganda israelense de como os judeus têm sofrido. Isso é uma afronta ao Deus da Bíblia que nos ensina tanto no Antigo quanto no Novo Testamento o seguinte:

Deuteronômio 10:17

Pois o SENHOR, vosso Deus, é o Deus dos deuses e o Senhor dos senhores, o Deus grande, poderoso e temível, que não faz acepção de pessoas, nem aceita suborno.

Colossenses 3:25

Pois aquele que faz injustiça receberá em troco a injustiça feita; e nisto não há acepção de pessoas.

Portanto Israel que se prepare para o dia do Grande Deus!

Para aqueles que ainda duvidam, quem é a verdadeira vítima nessa aberração basta lembrar o número de mortos até 22 de Julho de 2014:

Palestinos mortos = 570

Israelenses mortos = 27

Palestinos feridos = 3.350

Israelenses feridos = número desconhecido.

Fonte CBS News:


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Alexandros Meimaridis

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quarta-feira, 23 de julho de 2014

EDIR MACEDO: UM VISLUMBRE DE SUA PESSOA COMO SUMO SACERDOTE

O falso Supremo Sumo Sacerdote da Falsa Religião da Igreja Universal do Reino de Deus

Que Edir Macedo é um falso bispo isso já sabemos há muito tempo.

Que os evangélicos têm sido dominados por uma corja de judaizantes que engana o povo adotando elementos da fé judaica — Shofar, Talit, Menorah, Arca da Aliança, Óleos Ungidos para Unção, Bandeiras do Estado de Israel e etc. — que fazem a alegria dos comerciantes que vendem tais porcarias aos borbotões, também já sabemos.

Mas, sem sombra de dúvida o maior engodo é o chamado Templo de Salomão ou o Templo do Sacrifício de onde o falso Bispo Edir Macedo pretende comandar sua falsa religião como Supremos Sumo Sacerdote. Sua religião é pagã e mistura elementos do judaísmo, da cristandade evangélica, do catolicismo romano, da umbanda, do budismo e etc. Tudo com o objetivo de arrancar a maior quantidade de dinheiro dos ávidos otários que irão frequentar essa verdadeira abominação.

O Templo de Salomão já realizou duas reuniões antes da inauguração oficial que deverá ocorrer no final do 
mês de Julho.

A seguir oferecemos para a apreciação do nosso leitor uma série de fotografias feitas no local durante o primeiro culto.

Falso Profeta em Ação

Diversas cenas fotografadas no abominável culto do abominável templo.

Judaizante vestido a caráter: Kipá na cabeça e Talit ao redor dos ombros.

Falsos Levitas vestidos a caráter para receber os ávidos participantes do culto abominável

Ovelhas no matadouro "prontas" para a "matança"

Pedras contendo os dez mandamentos provam que Edir Macedo ainda não entendeu a GRAÇA de Deus e garrafas ungidas com óleo da unção. 

Na mensagem que pregou na primeira reunião no Templo de Salomão o falso Bispo Edir Macedo, além de agir como o supremo Sumo Sacerdote de sua falsa religião se comparou ao patriarca da fé, roubando o título que já pertence ao falso apóstolo Renê Terra Nova.

Os que tiverem interesse em assistir ao vídeo da primeira mensagem pregada no Templo de Salomão, poderão fazê-lo por meio do link abaixo:


Como podemos ver a judaização da fé cristã irá avançar agora mais rapidamente, porque ninguém vai querer perder o dinheiro que pode ser feito com tais práticas como o falso Bispo Edir Macedo já está demonstrando.

PARA REFLETIR

Mateus 18:7

Ai do mundo, por causa dos escândalos; porque é inevitável que venham escândalos, mas ai do homem pelo qual vem o escândalo!

Romanos 16:17

Rogo-vos, irmãos, que noteis bem aqueles que provocam divisões e escândalos, em desacordo com a doutrina que aprendestes; afastai-vos deles

OUTROS ARTIGOS ACERCA DE BISPO MACEDO E DA IURD


























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terça-feira, 22 de julho de 2014

SURGE UMA NOVA RELIGIÃO DOGMÁTICA: A CIÊNCIA


O material abaixo foi publicado pelo site “Aleteia” cujo significado é VERDADE em grego.

Os cientistas se tornaram os sacerdotes de uma nova religião dogmática

E os novos ateus são os seus coroinhas fanáticos

Por M. ANTHONY MILLS

A crença religiosa é infantil, de acordo com Auguste Comte, o fundador da escola filosófica positivista. Essa ideia, de quase dois séculos de idade, virou um mantra no coro dos atuais "novos ateus". Acontece que este ponto de vista é danoso não tanto para a crença religiosa quanto para a própria proposta científica. Como disse Marx, a história se repete: primeiro como tragédia, depois como farsa.

Comte, que também fundou a disciplina da sociologia, foi um dos primeiros a estudar o conhecimento humano como produto de forças históricas, ou seja, sociais e culturais.

Comte considerava que, numa fase inicial, a mente humana se sente atraída por explicações ocultas de observações sensoriais, tais como forças personificadas e causas sobrenaturais. Ao progredir, o conhecimento humano entra num estágio "metafísico" distinto: neste segundo estágio, a mente reformula a sua busca de causas em termos racionais, mesmo que ainda sobrenaturais.

Essas duas fases podem ser sucedidas por uma terceira e última. Nela, o conhecimento se torna propriamente mundano pela primeira vez, enraizado nos dados positivos dos sentidos e nas manifestações derivadas deles. Este seria o nascimento da ciência moderna, positiva: a apoteose da razão humana.

Os novos
ateus também veem a religião como uma expressão de imaturidade cognitiva. Richard Dawkins escreve em “The God Delusion” [A Ilusão de Deus]: "Há algo de infantil na ideia de que alguém tem a responsabilidade de dar significado à sua vida". Ele contrapõe esta perspectiva à "visão verdadeiramente adulta".

A ideia comteana de que a filosofia tradicional foi ultrapassada pela marcha da ciência se tornou popular nos últimos tempos. Segundo este raciocínio, a investigação metafísica já foi produtiva, mas, na melhor das hipóteses, ficou estéril e, na pior, se reduziu a mera distração. Mera distração do quê? Da evidência incontestável dos nossos sentidos, nos quais se alicerça, supostamente, o conhecimento científico. "Tudo o que sabemos é o que observamos com os nossos sentidos e instrumentos [...] Não temos a menor ideia do que ‘realmente’ existe além disso", escreve Victor Stenger.

Mas os novos ateus e seus aliados ideológicos também evidenciam de outras maneiras a sua vulgarização comteana. Comte não só procurava deixar de lado os métodos teológicos e metafísicos do saber: ele queria substituí-los pela nova ciência positiva, que ele veio a chamar de “religião da humanidade”.

Religião precisa de doutrina; neste sentido, Comte considerou que as conclusões da "filosofia positiva", as invariáveis leis da natureza, poderiam substituir o dogma religioso. Isso exigiria uma “evangelização”. Assim, ele afirmou que as descobertas científicas devem ser sistematizadas e expostas por uma "classe especial de homens", que não seriam nem praticantes das ciências especiais nem analfabetos científicos. Estes "filósofos positivistas" seriam os guardiões de um novo dogma.

Comte não era ingênuo quanto ao status epistemológico do conhecimento científico, no entanto. Apesar da sua ênfase na indubitabilidade das descobertas científicas, ele admitia que elas podiam, no máximo, ser aproximações humanas. As leis naturais, escreveu ele, "o verdadeiro objeto da pesquisa [científica], não poderiam permanecer rigorosamente compatíveis com uma investigação detalhada demais".

O problema? Se as leis científicas são apenas aproximadas, os leigos podem perder a fé nelas. Assim, acreditava Comte, devem ser estabelecidos limites para a investigação científica. A "classe especial de homens" desestimularia as linhas e métodos de pesquisa que pudessem minar a certeza no conhecimento científico. Comte foi longe o suficiente para condenar o emergente cálculo de probabilidades por acreditar que o probabilismo encorajasse a ideia de que o conhecimento científico é apenas "provável".

Assim, os filósofos positivos foram os guardiões de uma “verdade escondida”, recapitulando a noção medieval de que a verdade revelada pela luz da razão natural deve permanecer oculta às massas cuja fé se fundamenta na escritura.

Os novos ateus podem não condenar o uso das probabilidades nem estabelecer limites para a pesquisa científica, mas promulgam, talvez sem se darem conta, a nobre mentira de que o conhecimento científico é inabalavelmente alicerçado em observações incontestáveis. Só assim a ciência poderia "roubar o poder da religião" 

Os potenciais perigos desse modo de interpretar a ciência são inúmeros. Mas o que a história do positivismo comteano revela é que a ciência, e não a religião, é quem mais tem a perder com isso.

A nova “religião da humanidade” sonhada por Comte não apenas não se concretizou: a sua nobre mentira teve o efeito oposto ao desejado. A ciência não conseguiu cumprir as promessas do positivismo no final do século XIX e as pessoas começaram a perder a fé no empreendimento científico.

Um historiador escreve: “Os que deificaram a ciência [...] tinham em comum o dogma fundamental de que a razão humana pode, através do ‘método científico’, vir a conhecer e a entender tudo [...] O positivismo abordou até mesmo problemas relacionados com as origens e os fins últimos, prometendo resultados demais, em especial nas áreas morais, sociais e religiosas [...] Mas o contraste entre as promessas e as limitadas realizações do cientificismo levou a uma forte reação antipositivista”.

O assim chamado debate sobre a "falência da ciência" permeou a cultura francesa e viu o confronto entre pensadores religiosos e ideólogos do cientificismo, entre céticos e racionalistas, ameaçando a hegemonia cultural de que a ciência tinha desfrutado durante boa parte do século.

Estamos hoje presenciando os nossos próprios debates sobre a "falência da ciência". Os pilares do empreendimento científico – a reprodutibilidade dos resultados experimentais e, mais recentemente e de forma destacada, o processo de revisão por pares – têm estado na berlinda, corroendo a credibilidade da ciência. E, como nos dias de Comte, esse debate não é questão acadêmica: tem implicações culturais, sociais e políticas mais amplas.

Os cientistas e os seus fanáticos têm razão ao criticar os céticos e os crentes religiosos que exploram as "lacunas" das teorias científicas, as falhas no consenso universal e a falta de evidências indiscutíveis. Ao agirem assim, estes céticos mantêm a ciência, de modo implícito, num patamar impossivelmente alto de certeza epistêmica. Mas o que os defensores da ciência muitas vezes não conseguem perceber é que são eles mesmos, e não os céticos, os primeiros a venderem esse alto patamar.

As razões são evidentes. A ideia de ciência indubitável é reconfortante não só por causa do – excepcionalmente alto – status epistêmico que ela confere à disciplina, mas também porque estabelece limites claros e incontestáveis entre ciência e "não-ciência". As noções não apenas religiosas "pseudocientíficas", podem ser firmemente descartadas: são "infantis", carentes de prova, irracionais e assim por diante. Na pior das hipóteses, os esquemas ideológicos e políticos podem ser justificados com base em fatos científicos supostamente incontestáveis. .

É difícil convencer o público leigo de que certas conclusões devem ser aceitas porque possuem alto grau de probabilidade e são válidas até que surja uma interpretação melhor dos dados que vão sendo descobertos. Seria mais fácil afirmar a descoberta de um fato incontroverso através apenas de meios de observação.

O problema é que a ciência não chega até os fatos incontroversos através apenas de meios de observação. Ela propõe teorias, modelos conceituais para explicar e interpretar dados empíricos, através de experimento, de inferência e – sim! – de imaginação e de especulação filosófica. Seja capaz ou não o público leigo de articular o que a ciência faz, é óbvio para muitos que as reivindicações exageradas feitas tantas vezes em nome da ciência não se sustentam.

O perigo de se inflar assim o estado da ciência é que as características comuns, neutras ou mesmo positivas da ciência (a sua atitude experimental, a sua abertura à refutação, a sua dependência de suposições extraempíricas, a interpenetração de observação e teoria e até mesmo a dificuldade de reproduzir experiências cruciais) se tornam lacunas, suposições a ser exploradas, razões para se abandonar a fé na ciência como tal.

Embora a influência de Comte permaneça, a geração de pensadores que se seguiu aos debates sobre a "falência da ciência" exibiu maior sofisticação na sua compreensão da ciência, produzindo alguns dos mais brilhantes cientistas, filósofos e historiadores da ciência do século XX. Talvez os detritos dos atuais debates sobre ciência e religião proporcionem um terreno similarmente fértil para que uma visão mais sofisticada e humanista da ciência se enraíze. Para começar, poderíamos acatar uma sugestão de Comte e examinar a nossa própria história.

O artigo original do site Aleteia poderá ser visto por meio desse link aqui:

http://www.aleteia.org/pt/sociedade/artigo/os-cientistas-se-tornaram-os-sacerdotes-de-uma-nova-religiao-dogmatica-5888803268984832

ARTIGOS ACERCA DE RICHARD DAWKINS, CHARLES DARWIN E OUTROS EVOLUCIONISTAS E ATEUS
















http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2012/09/o-ateu-richard-dawkins-e-suas-grandes.html

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segunda-feira, 21 de julho de 2014

ESTUDO DA VIDA DE JESUS – PARTE 2 – ESTUDO 029 - O PRÓLOGO AO EVANGELHO DE JOÃO - PARTE 001

Concepção Artística de João e as primeiras palavras de seu Evangelho 

Essa é uma série cujo propósito é estudar, com profundidade, a vida do Senhor Jesus como apresentada nos quatro Evangelhos. No final de cada estudo você irá encontrar links para outros estudos. A Série tem o título Geral de: Jesus Confronta a Religião, a Sociedade e a Cultura.

Jesus Confronta a Religião, a Sociedade e a Cultura.

Lição 029 – OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 003.


II. O Prólogo do Evangelho de João – João 1:1 – 18.

A passagem que temos diante de nós, apesar da linguagem utilizada ser bastante simples, contém implicações teológicas de grandes proporções. João, como evangelistas, compôs uma narrativa da vida de Jesus, inspirado pelo Espírito Santo, que é completamente diferente daquelas escritas por Mateus, Marcos e Lucas. Para entender melhor esta passagem nós vamos analisá-la verso a verso e parte por parte. Com isto estamos desejando tratar o prólogo do Evangelho segundo João com a maior seriedade possível. Como teremos a oportunidade de observar, esses dezoito versículos trazem grandes implicações não somente para a fé cristã, mas e, principalmente, para todas as religiões bem como para todas as práticas religiosas espalhadas sobre face da terra. No capítulo anterior demos bastante ênfase ao fato de que o surgimento do Filho de Deus, Jesus, no seio da humanidade representou o fim da linha para todas as religiões, e esta mesma ênfase estará presente também neste capítulo.    

A. João: Testemunha Ocular dos Fatos.

O autor do quarto evangelho do nosso Novo Testamento procura deixar bem claro, através do material que escreveu, que ele conheceu pessoalmente o Senhor Jesus durante Seu ministério entre nós. De forma inequívoca ele afirma:

João 1:14

E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória

1 João 1:1—3

1 O que era desde o princípio, o que vimos com os nossos olhos, o que temos contemplado, e as nossas mãos tocaram da Palavra da vida

2 (porque a vida foi manifestada, e nós a vimos, e testificamos dela, e vos anunciamos a vida eterna, que estava com o Pai e nos foi manifestada),

3 o que vimos e ouvimos, isso vos anunciamos, para que também tenhais comunhão conosco; e a nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho Jesus Cristo.

Nesses versos que acabamos de citar João se refere a si mesmo em associação com outros que também foram testemunhas oculares – note os verbos: “vimos, ouvido, visto, contemplamos e apalparam”.

Mas em João 21:25, último versículo do livro, ele finaliza usando o verbo no singular οἶμαι - oîmai – creio eu – literalmente suponho ou penso – o que nos permite entender, pelos menos um pouco, da proximidade e da intimidade que ele havia experimentado junto ao Senhor Jesus. Quando lemos o evangelho de João notamos que o autor está presente em praticamente todas as cenas descritas. Não é por acaso que João usa de forma constante tanto o substantivo μαρτυρία marturía — testemunho, quanto o verbo μαρτυρέω marturéo — testemunhar – ver, por exemplo: João 1:7—8 e 19; 3:11, 26 e 33; 5:31; 12:17 e 21:24. A leitura do Evangelho segundo João deixa evidente que estamos diante de alguém que presenciou os fatos e que descreve o que viu com detalhes impressionantes.

B. João, o Discípulo Amado.

O Evangelho que estamos analisando agora reivindica para si mesmo o fato de ter sido escrito pelo “discípulo a quem Jesus amava” – João 21:20. É possível que o Evangelho segundo João tivesse sido finalizado com as palavras que encontramos em

João 20:30—31

30 Jesus, pois, operou também, em presença de seus discípulos, muitos outros sinais, que não estão escritos neste livro.

31 Estes, porém, foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome.

O capítulo 21 foi certamente escrito pelo mesmo autor — é composto no mesmo estilo e usa o mesmo vocabulário — e deve ter sido adicionado pelo próprio João antes de autorizar a circulação do mesmo. A linguagem de

João 21:24

Este é o discípulo que testifica dessas coisas e as escreveu; e sabemos que o seu testemunho é verdadeiro.

serve para indicar que o “discípulos amado” é o autor de todo o livro, inclusive daquilo que chamamos de capítulo 21. Pelos tempos verbais usados no final do capítulo 21 fica evidente que o autor ainda estava vivo quando este dramático testemunho acerca de sua autoridade foi dado. Tentativas alegando que o discípulo amado forneceu as informações, mas que seu livro foi escrito por um terceiro jamais conseguiram se sustentar pela coesão e unidade de estilo que encontramos no mesmo e que são compatíveis somente com uma testemunha ocular.

 Outros estudos acerca da vida de Jesus — PARTE 2 podem ser encontrados nos links abaixo:

001 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 001 — A PLENITUDE DO TEMPO

002 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 002 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE LUCAS — LUCAS 1:1—4

003 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 003 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE LUCAS — JOÃO 1:1—18


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domingo, 20 de julho de 2014

JONATHAN EDWARDS: PERDÃO PARA OS MAIORES PECADORES — PARTE 001


O material abaixo é parte de um sermão pregado por Jonathan Edwards, que foi publicado em forma de e-book por:

Fonte: The-HighWay.com

Tradução: oEstandarteDeCristo.com

Perdão Para os Maiores Pecadores



““Por amor do Teu nome, Senhor, perdoa minha iniquidade, pois é grande.” —Salmos 25:11

Algumas Citações deste Sermão

“O salmista usa a grandeza de seus pecados como argumento para misericórdia. Ele não apenas não usa sua justiça própria como argumento, ou a insignificância de seu pecado; ele não apenas não diz: ‘Perdoa minha iniquidade, pois eu tenho feito tanto para compensá-las’; ou ‘Perdoe minha iniquidade, pois é pequena, e Tu não tens tanta razão para estar zangado comigo; minha iniquidade não é tão grande que tu tenhas qualquer justa causa para usá-la contra mim; minha ofensa não é tal que não possas negligenciá-la”, mas ao contrário, ele diz: ‘Perdoe minha iniquidade, pois ela e grande”; ele argumenta a grandeza de seu pecado, não a pequinesa dele; ele reforça sua oração com essa consideração, que seus pecados são muito hediondos.”

“Mas como ele podia fazer disso um pleito para perdão? Eu respondo: Porque quanto maior sua iniquidade, maior a necessidade tinha de perdão. É como se ele tivesse dito ‘Perdoe minha iniquidade, pois ela é tão grande que eu não posso suportar a punição; meu caso será excessivamente miserável, a não ser que se agrades em me perdoar”. Ele faz uso da grandeza do seu pecado, para reforçar seu apelo por perdão, como um homem usaria uma grande calamidade para implorar por alívio. Quando um mendigo implora por pão, ele argumentará sua grande pobreza e necessidade.”

“Se nós realmente formos a Deus por misericórdia, a grandeza do nosso pecado não será impedimento para perdão. Se fosse um impedimento, Davi jamais teria usado isso como argumento, como vemos que ele faz neste texto.”

“Sem miséria no objeto, não pode haver exercício da misericórdia. Supor misericórdia sem supor miséria, ou compaixão sem calamidade é uma contradição. Portanto os homens não podem olhar para si mesmos como objetos apropriados de misericórdia, a menos que eles primeiro conheçam a si mesmos como miseráveis; e então, a não ser que este seja o caso, é impossível que eles vão a Deus por misericórdia.”

“Eles devem perceber que são filhos da ira; que a lei está contra eles, e que estão expostos à maldição dela: que a ira de Deus permanece sobre eles; e que Ele está irado com eles todos os dias enquanto estão debaixo da culpa do pecado. Eles precisam sensibilizarem-se de que a culpa do pecado faz deles criaturas miseráveis, não importando qual alegria temporal eles tenham; que eles não podem ser nada além de miseráveis, criaturas desfeitas, enquanto Deus está zangado com eles; que eles estão sem força, e devem perecer, e isto eternamente, a não ser que Deus os ajude. Eles precisam ver que o caso deles é de completo desespero, por qualquer coisa ou qualquer um possa fazer por eles; que eles pairam sobre o abismo da miséria eterna; e que eles necessariamente devem cair nele, se Deus não tiver misericórdia deles.”

“Eles devem ser sensíveis que não são dignos da misericórdia de Deus. Aqueles que realmente vêm a Deus por misericórdia vêm como mendigos, e não como credores. Eles vêm por mera misericórdia. Por graça soberana, e não por qualquer coisa que lhes é devido.”
“Eles devem ser sensíveis que seria justo da parte de Deus fazer como Ele ameaçou em sua santa Lei, isto é, fazer deles objetos da sua ira e maldição no inferno por toda a eternidade. – Aqueles que vêm a Deus por misericórdia de uma maneira correta não estão dispostos a achar falta em Sua severidade, mas eles vêm num senso de sua completa indignidade, como com cordas em seus pescoços, e deixados na poeira aos pés da misericórdia.”

“Eles devem vir a Deus por misericórdia em e através de Jesus Cristo somente. Toda sua esperança de misericórdia deve vir da consideração de quem Ele é, do que Ele fez e o que Ele sofreu; e que não há outro nome dado debaixo do céu, entre os homens, pelo qual possamos ser salvos, além do nome de Cristo; que Ele é o Filho de Deus, e o Salvador do mundo; que o Seu sangue limpa todo pecado, e que Ele é tão digno, que todos os pecadores que estão nEle podem ser perdoados e aceitos. É impossível que qualquer um venha a Deus por misericórdia, e ao mesmo tempo não tenha nenhuma esperança de misericórdia. A vinda deles a Deus por ela, implica que eles têm alguma esperança de obtê-la, de outro modo eles não pensariam valer a pena o tempo de vir. Mas aqueles que vêm de maneira correta tem toda sua esperança através de Cristo, ou da consideração de sua redenção e suficiência dela. Se pessoas assim vêm a Deus por misericórdia, a grandeza de seus pecados não será impedimento de perdão. Deixe que seus sejam tantos, e grandes, e graves isso não fará Deus nem um grau menos disposto a perdoá-los.”

“A misericórdia de Deus é tão suficiente para o perdão de grandes pecados quanto para os menores; e isso porque Sua misericórdia é infinita. O que é infinito está muito acima do que é grande, Ele está tão acima dos reis como ele está acima dos mendigos; Ele está tão acima do maior anjo, como está do pior verme. Uma medida finita não chega nem perto da extensão do que é infinito. Então a misericórdia de Deus sendo infinita, deve ser tão suficiente para o perdão de todo pecado quanto de um só. Se um dos menores pecados não está além da misericórdia de Deus, então também não está o maior, ou dez mil deles.”

“Sendo o sacrifício de Cristo uma completa satisfação por todo pecado, ou tendo operado a satisfação que é suficiente por todos, não é, agora, nem um pouco inconsistente com a glória do atributo divino perdoar os maiores pecados daqueles que vêm de uma maneira correta até Ele por perdão. Deus pode agora perdoar os maiores pecadores sem nenhum prejuízo a honra de Sua santidade. A santidade de Deus não O deixa mostrar uma menor severidade ao pecado, mas O inclina a dar testemunhos apropriados ao seu ódio ao pecado. Mas Cristo tendo oferecido uma satisfação por  todo pecado, Deus pode agora amar o pecador, e não mostrar nenhuma severidade ao pecado, por mais terrível que o pecador tenha sido.”

“Foi um suficiente testemunho da aversão de Deus ao pecado, que Ele derramou sua ira em se próprio amado Filho, quando ele assumiu a culpa sobre si. Nada pode demonstrar melhor o ódio de Deus ao pecado do que isso. Se toda a humanidade tivesse sido eternamente condenada não teria sido tão grande testemunho quanto este.”

“Deus pode, através de Cristo, perdoar os grandes pecadores sem nenhum prejuízo à honra de Sua majestade. A honra da Divina Majestade de fato requer satisfação; mas os sofrimentos de Cristo reparam completamente o dano. Que o desprezo seja sempre tão grande, ainda sim se tão honrável Pessoa como Cristo se compromete a ser um Mediador para o infrator, e sofre muito por ele, isso repara completamente o dano causado à Majestade do céu e da terra. Os sofrimentos de Cristo satisfazem completamente a justiça.”

“A Lei não é impedimento no caminho do perdão dos grandes pecados, se os homens vierem verdadeiramente a Deus por misericórdia, pois Cristo cumpriu a Lei, Ele suportou a maldição dela em Seus sofrimentos: Gálatas 3:13: Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro”.

“Cristo não se recusará a salvar grandes pecadores, que de maneira correta vierem a Deus por misericórdia; pois esta é Sua obra. É o Seu ofício ser um Salvador de pecadores; é o trabalho para qual ele veio ao mundo; e, portanto, ele não se negará a fazê-lo. Ele não veio para chamar os justos, mas pecadores ao arrependimento (Mateus 9:13). Pecado é o próprio mal que ele veio ao mundo para remediar, portanto Ele não se oporá a nenhum homem por ele ser muito pecaminoso. Quanto mais pecaminoso ele for, mais há a necessidade de Cristo. A pecaminosidade do homem foi a razão da vinda de Cristo ao mundo; está é a mesma miséria da qual Ele veio libertar os homens. Quanto mais eles os têm, mais eles precisam ser libertos; “Os sãos não precisam de médico, apenas os que estão doentes” (Mateus 9:12). O médico não se oporá a curar o homem que o solicita, que está em grande necessidade de ajuda dele. Se um médico de compaixão vai entre doentes e feridos, certamente ele não irá se recusar a curar aqueles que estão em maior necessidade de cura, se ele é capaz de curá-los.”

“[..] a glória da graça pela redenção de Cristo deve consistir em Sua suficiência para o perdão dos maiores pecadores. A totalidade da ideia do caminho da salvação é para este fim, para glorificar a graça gratuita de Deus. Deus tinha em Seu coração por toda a eternidade, glorificar este atributo; e, portanto, o dispositivo de salvar pecadores por Cristo foi concebido. A grandeza da Divina graça muito aparece nisso que Deus por Cristo salva grandes infratores. Quanto maior culpa de qualquer pecador, mais gloriosa e maravilhosa é a graça manifestada em seu perdão, Romanos 5:20: onde o pecado abundou, superabundou a graça”.

“Portanto, sem dúvida, Cristo estará disposto a salvar grandes pecadores, se eles vierem a Ele; pois Ele não se negará a glorificar a Si mesmo, e para recomendar o valor e a virtude de Seu próprio sangue. Vendo que Ele se dispôs a redimir pecadores, Ele não estará indisposto a redimir os pecadores, Ele não vai estar indisposto a mostrar que Ele é capaz de redimir até ao fim.”

“O uso apropriado desse assunto é para encorajar pecadores cuja consciência está pesada com um senso de culpa, para imediatamente irem a Deus através de Cristo por misericórdia. Se vocês forem à maneira que descrevemos, os braços estão abertos para abraçá-los.”

“Se vocês tivessem tanta culpa sobre cada uma de suas almas como todos os homens perversos do mundo e todas as almas condenadas no inferno; ainda sim se vocês vierem a Deus por misericórdia, sensível a sua própria vileza, e buscando perdão apenas pela misericórdia gratuita de Deus através de Cristo, vocês não precisariam ter medo; a grandeza dos seus pecados não seria impedimento para perdão. Portanto, se suas almas estão pesadas e vocês estão angustiados por medo do inferno, vocês não precisam mais suportar esse peso e angustia. Se vocês estão apenas dispostos, vocês poderão gratuitamente vir e aliviarem a si mesmos, e lançar todo o seu peso em Cristo, e descansar nEle.”

“[...] é apenas por causa de Jesus Cristo que Deus está disposto a aceitar qualquer um.”

“[...] aqueles que negaram a Deus em sua juventude, a melhor parte de suas vidas, e gastaram-na no serviço de Satanás, terrivelmente pecaram e provocaram a Deus; e Ele frequentemente os deixa na dureza de coração quando se tornam idosos, ainda assim se eles estão dispostos a vir a Cristo quando idosos, Ele está tão pronto a recebê-los quanto a qualquer outro, pois nessa questão Deus tem respeito apenas a Cristo e Seu mérito.”

“Que outra regra nós temos para julgar tais questões a não ser a Palavra Divina? Se nos aventurarmos a ir além dela, nós estaremos miseravelmente no escuro.”

“Vocês nunca poderão vir a Cristo a não ser que vocês vejam primeiro que ele não os aceitará mais prontamente por nada que você possa fazer. Vocês devem primeiro ver que é totalmente em vão que vocês tentem fazerem a si mesmos melhores por tal razão. Vocês devem vem que vocês nunca poderão fazer a si mesmos mais dignos, ou menos dignos, por qualquer coisa que possam fazer.”

“Se alguma vez vocês realmente virem a Cristo, vocês devem ver que há o suficiente nEle para seu perdão, embora vocês não sejam melhores do que são. Se vocês não veem a suficiência de Cristo para o seu perdão, sem nenhuma justiça suas para os recomendar, vocês nunca virão de forma a serem aceitos por Ele. A maneira de serem aceitos é vir não com tal encorajamento, que agora vocês fizeram a si mesmos melhores e mais dignos, ou não tão indignos, mas no mero encorajamento do valor e merecimento de Cristo e da misericórdia de Deus.”

“Se vocês alguma vez vierem a Cristo, vocês devem vir para Ele fazer vocês tornarem-se melhores. Vocês devem vir como um paciente vai a seu médico, com suas doenças e feridas para serem curadas. Derrame toda sua perversidade diante dEle, e não argumente sua bondade; mas sua maldade e sua necessidade nesse aspecto: e diga, como o salmista no texto, não perdoe minha iniquidade, pois não é tão grande como era, mas: “Perdoe minha iniquidade, pois ela é Grande”.

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Jonathan Edwards — Perdão — Parte 001


Que Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis

Grande Abraço e que Deus possa abençoar a todos.

Alexandros Meimaridis

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