sábado, 24 de janeiro de 2015

JORNALISTA SE APROVEITA DO TERROR RELIGIOSO EM PARIS PARA ATACAR A BÍBLIA

 

Uma das questões mais comuns com a qual estamos acostumados a lidar é a mais absoluta falta de entendimento do que as Escrituras Sagradas ensinam acerca de Deus, especialmente o Antigo Testamento.

ALGUNS ANTECEDENTES

A vasta maioria das informações que vemos hoje sendo publicadas não tiveram início em tempos recentes e nem mesmo no século passado. Esses ataques, frutos da ignorância das pessoas, tiveram início nos séculos XVIII e XIX e, de lá prá cá, o que temos visto são apenas repetições e variações sobre os escritos produzidos naqueles séculos. É provável que o agressor de plantão mais vocal em nossos dias, seja o biólogo nigeriano Richard Dawkins que escreveu o patético livro Deus, Um Delírio. Seu material apenas reproduz as idéias dos seguintes escritores do passado:

1. Paul-Henri Dietrich, barão d’Holbach enciclopedista — contribui com nada menos do que 376 artigos para a grande enciclopédia publicada por Diderot — e filósofo alemão naturalizado francês. Holbach nasceu em Dezembro de 1723 em Edesheim, próximo a Landau e faleceu em Paris em 21 de Julho de 1789. Suas duas obras mais importantes com relação à crítica da Cristandade[1] são: 1)”O Sistema da Natureza” publicada em 1770 sob o pseudônimo de J. B. Mirabaud e; 2) “Le Christianisme Dévoilé” de 1761 publicado sob o nome de um amigo já falecido, N. A. Boulanger. Nas duas obras d’Holbach ataca a Cristandade como sendo contrária tanto à natureza quanto à razão. Em tempos mais recentes um inglês chamado M. D. Magee tem publicado um site na Internet com o título “Christianity Revealed”, o que é uma inegável cópia da obra do barão d’Holbach.

2. Andréas Lwdwig Feuerbach, filósofo e humanista alemão que exerceu enorme influência sobre Karl Marx com suas idéias teológicas centradas no homem e não em Deus. Feuerbach abandonou os estudos teológicos e tornou-se discípulo de G. W. F. Hegel durante dois anos em Berlim. Publicou seu primeiro livro acerca da morte e da imortalidade — Gedanken über Tod und Unsterblichkeit em 1832 — de forma anônima. Em 1839 publica “Über Philosophie und Christentum” onde defende a idéia de que a Cristandade já havia desaparecido não somente da razão, mas da própria existência humana e que não passava de uma idéia fixa somente. Sua obra mais importante, todavia, “Das Wesen des Christentums” foi publicada em 1841. Feuerbach, mesmo negando ser ateísta, defendia a idéia de que o “deus” da Cristandade não passava de uma ilusão — Alô? Dr. Dawkins? — risos. Ele exerceu profunda influência sobre o editor anticristão David Friedrich Strauss, que escreveu um dos livros mais controvertidos dos quais se tem notícia “Das Leben Jesu Kritisch Bearbeitet” entre 1835-36, bem como sobre Bruno Bauer, outro severo crítico da Cristandade.

2. EM NOSSOS DIAS

Uma leitura atenta dos parágrafos acima nos mostra com clareza que as tolices escritas por Richard Dawkins ou pelo falecido Christopher Hitchens — Deus não é Grande — Como a Religião Envenena Tudo — estão amplamente amparadas nos escritos do Barão de Holbach, de Lwdwing Feuerbach, Strauss, Renan, Nietzsche e outros autores todos mortos há mais de dois séculos ou algo próximo disso.

Tudo isso para dizer que ficamos deveras surpresos com um artigo publicado pelo site da revista Carta Capital e assinado pelo Sr. Wálter Maierovitch, no qual o mesmo, infelizmente, faz afirmações estapafúrdias e sem fundamento sólido por desconhecer, de forma absoluta, o verdadeiro conteúdo da revelação divina contida na Bíblia. Mesmo não crendo que a Bíblia seja a Palavra verdadeira do Deus Vivo, qualquer pessoa que deseja expressar suas opiniões acerca da mesma tem a obrigação de conhecer bem o texto sagrado e de ser, no mínimo, honesto, intelectualmente falando.

Bem, vamos ao texto da Carta Capital e faremos alguns outros comentários no final do mesmo com o objetivo de esclarecer os equívocos do Sr. Wálter Maierovitch.  

Internacional — França

Além do Charlie Hebdo

Não é o Alcorão, mas a Bíblia, o livro sagrado que recomenda a pena de morte aos blasfemos. Está no Levítico (24:16).

Por Wálter Maierovitch

Bíblia
Mark Wilson / AFP — Bíblia - "Quem blasfema o nome do Senhor deve ser morto"

A tragédia no semanário Charlie Hebdo acirrou na Europa o conflito político-ideológico entre a direita radical difusora da islamofobia e a esquerda, com a sua bandeira de integração centrada na formação de uma igualitária sociedade multiétnica.

À frente dessa direita populista na França está Marine Le Pen, da Frente Nacional, na Itália Matteo Salvini, da Liga Norte. Ambos com posições xenófobas e favoráveis à revogação do Tratado de Schegen, a cidade luxemburguesa onde foi celebrado, em 1985 (seria aperfeiçoado em 1995), ao estabelecer a livre circulação de cidadãos pela União Europeia.

Essa dupla não distingue a presença majoritária de islamitas pacíficos e minorias reunidas em associações terroristas salafistas financiadas, muitas vezes, como foi o caso de Osama bin Laden, por uma elite endinheirada, encastelada nas petromonarquias da Arábia Saudita, dos Emirados Árabes e do Catar.

Melhor: trata-se de associações terroristas com atuação em rede planetária e adesão a um integralismo de matriz político-religiosa. Essas organizações não aceitam o pluralismo de ideias e de programas, a laicidade do Estado, a liberdade de opinião e de imprensa, a democracia. Abraçam o totalitarismo religioso. Seus integrantes estão sempre prontos a matar aos gritos de Allahu akbar (Alá é grande) ou de invocar, para justificar os bárbaros crimes, o nome do profeta Maomé, em equivocada interpretação do Alcorão. A propósito das charges do semanário, não é o Alcorão, mas a Bíblia, no Levítico (24:16), o único livro sagrado a sancionar a blasfêmia com pena de morte: “Quem blasfema o nome do Senhor deve ser morto”.

Para Marine Le Pen, as mortes no Charlie Hebdo revelaram “não ser a Europa capaz de defender seus cidadãos contra o terrorismo”. Le Pen não atentou a dois fatos significativos que envolvem, no caso da integração étnica, islamitas praticantes. O policial de origem árabe e religião islâmica Ahmed Merabet enfrentou até a morte, na calçada defronte à sede do semanário, os dois irmãos Kouachi. Seus familiares, em entrevista coletiva que Le Pen prefere ignorar, ressaltaram: “Ahmed era de fé islâmica e os seus assassinos uns falsos islamitas, pois o Islã é uma religião de paz”.

Na tragédia do dia seguinte, o malinês Lassana Bathily, funcionário do armazém de produtos kosher onde quatro reféns foram assassinados, salvou mais de uma dezena de hebreus. Bathily escondeu em uma câmara frigorífica, depois de desligar o sistema refrigerador, diversos judeus em compras no mercado. Salvou-os da ira e das balas do fanático Amedy Coulibaly. Na véspera, Coulibaly havia matado uma policial estagiária desarmada em um parque da comuna de Montrouge.

Na seara policial e de inteligência, muitos pontos precisam ser esclarecidos. A Al-Qaeda da Península Arábica, sediada no Iêmen, reivindicou, após autorização de Ayman al-Zawahiri, sucessor de Bin Laden e chefe da Al-Qaeda central, a autoria do atentado no Charlie Hebdo, conforme um vídeo de 11 minutos.

Pelos sinais, tudo pode ter nascido de iniciativa escoteira de uma célula doméstica e autônoma fundada em 2005 pelos irmãos Kouachi, com adesão de Coulibaly e predicações de Djamel Beghal. Essa célula chegou, no parque francês de Buttes Charmont, a atuar na arregimentação de jihadistas para o Iraque e, posteriormente, à Síria.

Chérif Kouachi e Coulibaly foram condenados, com penas de 3 e 5 anos, por tentativa de tirar da penitenciária o terrorista Ali Belkacem, autor de um atentado no metrô em 1995. Chérif ficou sete meses preso e recebeu livramento condicional, enquanto Coulibaly deixou a cadeia em julho de 2014. Até então, a célula atuava com autonomia, por sua conta e risco. A Al-Qaeda central, desde Bin Laden, pregava, via ciberterror, a ordem do “faça você mesmo a sua parte sem precisar consultar, salvo em questões religiosas”.

Interessa à Al-Qaeda colocar no currículo um segundo 11 de Setembro, desta vez na França. Ainda mais por estar em conflito com o Estado Islâmico, que logrou ocupar um território, enquanto seu líder, Abu Bakr al-Baghdadi, proclamou-se califa Ibrahim, o que deve ter levado Bin Laden a se remexer de inveja no fundo do mar. O sonho não realizado de Bin Laden era ter um califado. Registre-se: os irmãos Kouachi avisaram pertencer à Al-Qaeda. Não esclareceram, no entanto, se estavam sob ordens alqaedistas.

Pergunta: a versão oficial a ser apresentada vai ou não coincidir com a verdade real?

O artigo original da Revista Carta Capital poderá ser lido por meio desse link aqui:


NOSSO COMENTÁRIO ACERCA DA AFIRMAÇÃO DO AUTOR ENVOLVENDO A CITAÇÃO DE LEVÍTICO 24:16

1. Um dos grandes equívocos cometidos pelas pessoas em geral quando o assunto é aquilo que está escrito na Bíblia é não entender que a mesma é uma revelação progressiva e que é necessário entender cada tipo de literatura contido na Bíblia à luz de sua própria história, geografia, sociologia, economia e etc.

2. Quanto ao versículo de Levítico 24:16 devemos sempre nos lembrar que muitas coisas escritas, especialmente no Antigo Testamento, estão culturalmente condicionadas a diversos fatores. Por exemplo, o mandamento contido em Levítico 24:16 estava culturalmente condicionado e só poderia ser aplicado dentro do contexto do povo hebreu — os hebreus não podiam, por exemplo irem para outros países matarem pessoas que blasfemassem contra o seu Deus. E mesmo isso, só poderia ser feito enquanto durasse a Antiga Aliança que foi totalmente abolida com a vinda de Jesus Cristo.

3. Além do mais a blasfêmia envolvida em Levítico 24:16 diz respeito à blasfêmia contra o nome inefável de Deus — יהוה  — YHWH — traduzido com SENHOR nesse e em todos os outros contextos em que o mesmo aparece no original hebraico. O contexto de Levítico 24 nos fala de um jovem, filho de uma israelita com um egípcio, que teria então cometido essa blasfêmia específica, mas o texto não nos diz exatamente o que ele disse. Diz apenas que foi entendido dessa maneira. A sentença proferida pelo próprio Deus foi de que o mesmo deveria ser apedrejado, o que aconteceu na sequência da narrativa. Todavia, os judeus desde muito tempo passaram a evitar o uso do nome inefável יהוה — YHWH — traduzido com SENHOR preferindo os termos אדני `Adony — Meu Senhor ou  השׁם hashem — O Nome. Dessa forma os judeus passaram a evitar tanto pronunciar o nome inefável de Deus em vão — conforme a proibição de Êxodo 20:7 — como evitar blasfemar o nome de Deus, conforme o verso que estamos discutindo aqui.

4. De acordo com a narrativa Bíblica existem apenas dois outros momentos em que tal mandamento foi colocado em prática — ou seja, o ofensor pagou com a própria vida pela blasfêmia proferida —, mas nos dois casos é transparente a ma fé com que os casos foram conduzidos motivados por outros interesses.

a. O primeiro caso está registrado em 1 Reis 21:13 onde lemos:

1 Reis 21:13

Então, vieram dois homens malignos, sentaram-se defronte dele e testemunharam contra ele, contra Nabote, perante o povo, dizendo: Nabote blasfemou contra Deus e contra o rei. E o levaram para fora da cidade e o apedrejaram, e morreu.

O contexto deixa claro que tudo não passou de uma armação e não da aplicação justa do mandamento divino.

b. O segundo caso é mais gritante ainda, porque envolve a própria pessoa do Senhor Jesus Cristo, vítima de um julgamento imoral no meio da madrugada que culminou com sua condenação à morte pelas autoridades judaicas com base no verso que estamos discutindo. A passagem da condenação do Senhor Jesus é esta:

Mateus 26:65—66

65 Então, o sumo sacerdote rasgou as suas vestes, dizendo: Blasfemou! Que necessidade mais temos de testemunhas? Eis que ouvistes agora a blasfêmia!

66 Que vos parece? Responderam eles: É réu de morte.

5. Portanto de acordo com a narrativa Bíblica não temos a aplicação de tal lei, nem de forma comum, nem desproporcional — aliás, como vimos temos apenas 3 casos em toda a Bíblia, Antigo e Novo Testamento, sendo que em dois deles, a lei foi aplicada de forma injusta e parcial para atender a outros interesses.

6. Agora, a forma como o autor do artigo cita o verso de Levítico 24:16 dá a nítida impressão para o leitor mal informado ou pouco instruído nas Escrituras Sagradas cristãs que tal mandamento é válido até os dias de hoje e vai lá saber quantos não foram executados em obediência ao mesmo, o que é uma evidente prova tanto do desconhecimento das Escrituras Sagradas bíblicas,  como uma falta absoluta de honestidade intelectual por parte do autor do artigo.

Independentemente de tudo isso, continuamos admirando o equilibrio demonstrado pela Revista Carta Capital e seu editor, o Sr. Mino Carta, admiração essa que nos acompanha desde a nossa adolescência quando o mesmo lançou a revista VEJA da Editora Abril, curiosamente, no dia 11 de setembro de 1968.

Que Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis

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[1] O autor chamará de “Cristandade” esta religião falsa, espalhada pelo mundo, que se auto-intitula de cristã. Mesmo não gostando do termo “Cristianismo”, pelo reducionismo ideológico que ele causa, o mesmo será usado para se referir à verdadeira igreja cristã espalhada pelo mundo.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

IGREJA UNIVERSAL E AS IRREGULARIDADES DO TEMPLO DE SALOMÃO NO BRÁS

  
Terreno sobre o qual a Universal solicitou um alvará de reforma, mas onde acabou construíndo o seu Templo de Salomão no Brás sem a documentação apropriada

O artigo abaixo foi escrito por Dan Martins e publicado no site Gnotícias.

Igreja Universal pode ter que pagar R$ 96 milhões por irregularidades no Templo de Salomão

Por Dan Martins      

A construção do Templo de Salomão, da Igreja Universal do Reino de Deus, foi cercada de controvérsias e denúncias de irregularidades. A principal delas foi a denúncia de que para executar a obra a igreja apresentou, em 2006, um pedido de reforma de um prédio que havia sido demolido ao menos dois meses antes, ao invés de um pedido de construção.

Outro problema apontado é que o terreno onde o megatemplo da Universal foi construído fica numa área considerada com boa infra-estrutura urbana, que pertence à Zona Especial de Interesse Social (ZEIS), que o Plano Diretor vigente dedica à construção de novas moradias populares. Isso se dá especialmente pelo fato de a cidade de São Paulo registrar déficit habitacional, como muitas outras capitais brasileiras.

Devido a essa irregularidade, uma das possibilidades apresentadas pelo Ministério Público à igreja para que um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) seja firmado, é o pagamento de até R$ 96 milhões ao município de São Paulo como contrapartida pela construção irregular.

Segundo o jornal Folha de São Paulo, com um acordo assinado, a Promotoria desistiria de propor uma ação solicitando que a Justiça determine a demolição do templo.


Segundo a Folha a Universal usou informações falsas para aprovar as obras do templo, e que aprovação teve a participação de Hussain Aref Saab, suspeito de comandar esquema de corrupção na aprovação de obras na gestão Gilberto Kassab (PSD).

O templo está funcionando atualmente com uma licença provisória. A autorização foi renovada pela gestão Fernando Haddad (PT), com o aval do Ministério Público Estadual.

O artigo original do site Gnotícias poderá ser visto por meio desse link aqui:


NOSSA OPINIÃO

Ficamos muito surpresos, diante de toda a pompa, circunstância e fanfarronice apresentada pelo sr. Edir Macedo e seus parceiros nos cultos no chamado templo de Salomão no Brás, quando tomamos conhecimento que tudo não passa de uma enorme prática de hipocrisia já que o tal templo é fruto de mentiras, falsidade ideológica e, possivelmente corrupção. Tudo isso enquanto a Igreja alega que deseja pregar o Evangelho de Jesus Cristo. Um evangelho, que por sinal, considera o tal templo de uma inutilidade total e como todo o resto das coisas desse mundo está fadado a ser totalmente destruído no fim dos tempos.

Que Deus tenha misericórdia de tudo isso e de todos os envolvidos nessa verdadeira maracutaia.

OUTROS ARTIGOS ACERCA DE BISPO MACEDO E DA IURD










































Alexandros Meimaridis

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JOSÉ COMO TIPO DE CRISTO – ESTUDOS 027 E 028 – JOSÉ SE TORNA UM SERVO E JOSÉ FAZ POTIFAR PROSPERAR

José como servo de Potifar no Egito

Essa é uma série cujo propósito é estudar, com profundidade, a vida de José como um Tipo do Senhor Jesus Cristo. No final de cada estudo você irá encontrar links para outros estudos. A Série tem o título Geral de: José como Tipo de Cristo.

José Como Tipo de Cristo — Estudos 027 E 028

27. José se Torna um Servo.

Em Gênesis 39:1 nós lemos o seguinte:

José foi levado ao Egito, e Potifar, oficial de Faraó, comandante da guarda, egípcio, comprou-o dos ismaelitas que o tinham levado para lá.

Note a tremenda diferença experimentada por José. Ele deixou de ser o filho amado de seu pai, para viver uma condição degradante, com um escravo no Egito. Mas essa situação vivida por José não pode sequer ser comparada com a humilhação VOLUNTÀRIA de Jesus.

Note que enquanto José foi vendido como escravo, Jesus assumiu a forma de δούλου doúlou — escravo, servo ou homem de condição servil de forma voluntária —

2 Coríntios 8:9

Pois conheceis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, se fez pobre por amor de vós, para que, pela sua pobreza, vos tornásseis ricos.

Filipenses 2:5—8

5 Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus,

6 pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus;

7 antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana,

8 a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz.

Essa condição assumida por Cristo, além de tipificada em José, foi predita também no

Salmo 40:6—8

6 Sacrifícios e ofertas não quiseste; abriste os meus ouvidos; holocaustos e ofertas pelo pecado não requeres.

7 Então, eu disse: eis aqui estou, no rolo do livro está escrito a meu respeito;

8 agrada-me fazer a tua vontade, ó Deus meu; dentro do meu coração, está a tua lei.

De modo especial o verso 8 que diz: “Agrada-me fazer a tua vontade, ó Deus meu; dentro do meu coração, está a tua lei”. E essas palavras do salmista nos remetem de volta para o desejo do escravo que ama seu Senhor e não deseja abandoná-lo, conforme podemos ler em

Êxodo 21:5—6

5 Porém, se o escravo expressamente disser: Eu amo meu senhor, minha mulher e meus filhos, não quero sair forro.

6 Então, o seu senhor o levará aos juízes, e o fará chegar à porta ou à ombreira, e o seu senhor lhe furará a orelha com uma sovela; e ele o servirá para sempre.

e comparar com

Deuteronômio 15:12—18

12 Quando um de teus irmãos, hebreu ou hebreia, te for vendido, seis anos servir-te-á, mas, no sétimo, o despedirás forro.

13 E, quando de ti o despedires forro, não o deixarás ir vazio.

14 Liberalmente, lhe fornecerás do teu rebanho, da tua eira e do teu lagar; daquilo com que o SENHOR, teu Deus, te houver abençoado, lhe darás.

15 Lembrar-te-ás de que foste servo na terra do Egito e de que o SENHOR, teu Deus, te remiu; pelo que, hoje, isso te ordeno.

16 Se, porém, ele te disser: Não sairei de ti; porquanto te ama, a ti e a tua casa, por estar bem contigo,

17 então, tomarás uma sovela e lhe furarás a orelha, na porta, e será para sempre teu servo; e também assim farás à tua serva.

18 Não pareça aos teus olhos duro o despedi-lo forro; pois seis anos te serviu por metade do salário do jornaleiro; assim, o SENHOR, teu Deus, te abençoará em tudo o que fizeres.


O próprio Senhor Jesus é aquele que profere as palavras da profecia no Salmo 40 e cumpre, como antítipo, as palavras de Êxodo 21. Foi Ele quem assumiu a μορφὴ morfè — forma de servo de modo voluntário, e se deixou degradar como escravo. Essa é a condição agora tipificada por José.

28. José se Torna Potifar Próspero.
  
Gênesis 39:2—3

2 O SENHOR era com José, que veio a ser homem próspero; e estava na casa de seu senhor egípcio.

3 Vendo Potifar que o SENHOR era com ele e que tudo o que ele fazia o SENHOR prosperava em suas mãos.

Por favor, note que o próprio Potifar percebe a ação de Deus na vida de José. Potifar sabia que tudo o que José fazia prosperava, porque Deus estava com ele.

Essas palavras nos lembram de duas passagens bíblicas que retratam com perfeição a pessoas do Senhor Jesus Cristo, o servo perfeito do Deus ETERNO. A primeira passagem é o Salmo 1 que descreve o homem bem-aventurado como aquele que:

Salmos 1:1—3

Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores.
Esse homem tem: Antes, o seu prazer está na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite.

E, por esse motivo, Deus diz acerca dele: Ele é como árvore plantada junto a corrente de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto ele faz será bem sucedido.


A segunda passagem é a de Isaías 53 onde encontramos a mais clara descrição do Antigo Testamento acerca do perfeito servo do Senhor, de quem é dito: a vontade do SENHOR prosperará nas suas mãos – ver Isaías 53:10 final do versículo.

Como podemos ver o paralelo entre José e Jesus é perfeito:

José em

Gênesis 39:3

Tudo o que ele fazia o SENHOR prosperava em suas mãos.

Jesus em

Isaías 53:10

A vontade do SENHOR prosperará nas suas mãos.

A consequência do serviço prestado por tais servos pode ser apenas uma:

CONTINUA...

OUTROS ESTUDOS ACERCA DE JOSÉ COMO TIPO DE CRISTO

Estudo 001 — José como Tipo De Cristo — Introdução

Estudo 002 — José como Tipo De Cristo — A Infância de José

Estudo 003 — José como Tipo De Cristo — Os Irmãos e Os Nomes de José

Estudo 004 — José como Tipo De Cristo — José Como Pastor dos Seus Irmãos

Estudo 005 — José com Tipo De Cristo — José Como o Filho Amado de Seu Pai

Estudo 006 — José com Tipo De Cristo — Jesus, o Filho e Deus Pai

Estudo 007 — José com Tipo De Cristo — José e a Túnica Talar de Distinção

Estudo 008 — José com Tipo De Cristo — O Ódio que os Irmãos de José Tinham Dele

Estudo 009 — José com Tipo De Cristo — José era Odiado por Causa de Suas Palavras

Estudo 010 — José com Tipo De Cristo — José Estava Destinado a Um Futuro Extraordinário

Estudo 011 — José com Tipo De Cristo — José Antecipa Sua Glória Futura

Estudos 012 e 013 — José como Tipo de Cristo — José Sofre nas Mãos de Seus Irmãos e Vai a Busca Deles a Pedido de Jacó

Estudos 014 e 015 — José como Tipo de Cristo — José Busca Fazer o Bem a Seus Irmãos, e É Enviado De Hebrom Para a Região de Siquém

Estudo 016 — José como Tipo de Cristo — José Vai Até a Região de Siquém

Estudos 017 e 018 — José como Tipo de Cristo — José se Torna um Viajante Errante Nos Campos e Campinas da Palestina

Estudos 019 — José como Tipo de Cristo — A Conspiração contra José

Estudos 020 — José como Tipo de Cristo — As palavras de José são Desacreditadas

Estudos 021 e 022 — José como Tipo de Cristo — José é Insultado e Humilhado e José é Lançado num Poço

Estudos 023 e 024 — José como Tipo de Cristo — José é Retirado Vivo do Poço e Os Irmãos de José Misturam Ódio com Hipocrisia

Estudos 025 e 026A — José como Tipo de Cristo — José é Vendido por Seus Irmãos e o Sangue de José é Derramado

Estudos 026B — José como Tipo de Cristo — O Futuro de Israel Profetizado em Gênesis 38

Estudos 027 e 028 — José se Torna um Servo — Jose se Torna Próspero

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

IGREJA UNIVERSAL DO REINO DE DEUS SOFRE DERROTA NO SUPREMO TRIBUNAL DO TRABALHO

Templo de Salomão, apesar de descaracterizado, todos sabem que é uma Igreja Universal do Reino de Deus

A notícia abaixo foi publicada pelo site do Supremo Tribunal do Trabalho

Pastor tem vínculo de emprego reconhecido com Igreja Universal

A Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho reconheceu o vínculo de emprego entre um pastor e a Igreja Universal do Reino de Deus por entender presentes requisitos caracterizadores, como horário definido para reuniões habituais, folga semanal, natureza não eventual do trabalho no gerenciamento da igreja e participação obrigatória em cultos e programas de rádio e TV, além de remuneração mensal, com subordinação a metas de arrecadação. Com isso o processo retornará ao Tribunal Regional de Trabalho da 9ª Região (PR) para que examine as verbas decorrentes dessa relação.

O pastor foi inicialmente contratado na função de obreiro em Curitiba (PR), com salário fixo e mensal. Dois anos depois passou a atuar como pastor, até a demissão sem justa causa, após 14 anos.

Ele disse na reclamação trabalhista que era obrigado a prestar contas diariamente, sob ameaças de rebaixamento e transferência, e tinha metas de arrecadação e produção. Também recebia prêmios, como automóvel ou casa, de acordo com a produtividade, e era punido se não cumprisse as metas. Sua principal função, segundo informou, era arrecadar, recebendo indicação para pregar capítulos e versículos bíblicos que objetivavam estimular ofertas e dízimos.

Cunho religioso

O pedido de reconhecimento de vínculo empregatício foi julgado improcedente pelo juízo de primeiro grau, com entendimento de que a atividade era de "cunho estritamente religioso", motivada por vocação religiosa e visando principalmente a propagação da fé, sem a existência da subordinação e a pessoalidade típicas da relação de emprego.
O Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (PR) manteve a sentença. Um dos fundamentos foi o de que o pastor ingressou na igreja "movido por fatores que não se coadunam com os econômicos", uma vez que, em sua ficha pastoral, consta como motivo de sua conversão "desenganado pelos médicos".

TST

Para o ministro Alexandre Agra Belmonte, relator do recurso do pastor ao TST, o desempenho da função para presidir cultos, com o auxílio de liturgia, por si só, não configura vínculo empregatício, nem o trabalho de distribuir ou recomendar literatura (folhetos, livros e revistas) e atuar na TV e rádio para disseminar a fé da igreja. Da mesma forma, o recebimento de remuneração, quando não objetiva retribuir o trabalho, e sim prover o sustento de quem se vincula a essa atividade movido pela fé, também não configura o vínculo de emprego, nos termos da Lei 9.608/98, que dispõe sobre o trabalho voluntário.

No caso, porém, o ministro assinalou haver fatos e provas fartas de elementos caracterizadores do vínculo, definidos no artigo 3º da CLT. "Diante desse quadro, a ficha pastoral de ingresso na instituição e de conversão à ideologia da igreja torna-se documento absolutamente irrelevante, uma vez que o seu conteúdo foi descaracterizado pelos depoimentos, sendo o contrato de trabalho um contrato realidade, cuja existência decorre do modo de prestação do trabalho e não da mera declaração formal de vontade", afirmou.

 (Lourdes Côrtes/CF)

Processo: RR-1007.13.2011.5.09.0892

O TST possui oito Turmas julgadoras, cada uma composta por três ministros, com a atribuição de analisar recursos de revista, agravos, agravos de instrumento, agravos regimentais e recursos ordinários em ação cautelar. Das decisões das Turmas, a parte ainda pode, em alguns casos, recorrer à Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SBDI-1).

NOSSO COMENTÁRIO
É mesmo uma enorme vergonha o que as grandes igrejas em geral fazem com seus pastores. Geralmente trabalham sem registro, sem direito a férias, sem o benefício do Fundo de Garantia por Tempo de serviço e outros benefícios eventuais. Talvez com esse processo tenha chegado a hora para nossos legisladores criarem leis que coloquem pressão por uma maior justiça social para todos os que se esfalfam a favor de instituições religiosas.

OUTROS ARTIGOS ACERCA DE BISPO MACEDO E DA IURD








































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Alexandros Meimaridis

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APOCALIPSE 2:8-11 - SERMÃO 007 – UMA CARTA PARA A IGREJA EM ESMIRNA — PARTE 002


O objetivo dessa série é apresentar os três primeiros capítulos do Livro do Apocalipse. Neles vamos encontrar uma REVELAÇÃO muito especial da pessoa de Jesus Cristo. Cremos que é disso que a Igreja dos nossos Dias precisa: Um encontro pessoal e profundo com o Senhor que diz de si mesmo: Eu sou o Alfa e Ômega, diz o Senhor Deus, aquele que é, que era e que há de vir, o Todo-Poderoso. No Final de cada estudo o leitor encontrará os links para os estudos seguintes:

LIVRO DO APOCALIPSE — INTRODUÇÃO E AS CARTAS ÀS SETE IGREJAS DA ÁSIA — 

Introdução.

A. O tema principal da igreja em Esmirna é: SOFRIMENTO. 

B. Apesar de todo o triunfalismo e pregações anunciando vitórias sobre vitórias que temos na maioria das igrejas nos dias de hoje, mas que é algo que a Bíblia não ensina, a VERDADE bíblica que permanece é a que encontramos em: 

2 Timóteo 3:12 

Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos. 

C. E perseguição envolve todo tipo de sofrimento. Mas mesmo no meio das perseguições e dos sofrimentos nos temos palavras consoladoras de Jesus, quando diz: 

Mateus 5:11 

Bem-aventurados sois quando, por minha causa, vos injuriarem, e vos perseguirem, e, mentindo, disserem todo mal contra vós.

 D. Por outro lado, se recebemos elogios do mundo, algo que muitos crentes procuram, então Jesus nos diz: 

Lucas 6:26 

Ai de vós, quando todos vos louvarem! Porque assim procederam seus pais com os falsos profetas. 

E. Dessa forma, temos que o SOFRIMENTO é mesmo a marca da excelência da verdadeira igreja cristã. Não são os templos gigantescos, nem as multidões de pessoas que frequentam os mesmos e sim o SOFRIMENTO. 

Bonhoeffer

F. Dietrich Bonhoeffer, um pastor luterano que foi preso e depois executado via enforcamento por ordens diretas de Heinrich Himmler no campo de concentração de Flossenburg em 9 de Abril de 1945, escreveu o seguinte: 

Campo de Concentração de Flossenburg

“O sofrimento é, pois, o sinal do verdadeiro cristão. O discípulo não está acima do seu mestre... Lutero reconheceu o sofrimento como uma das marcas da verdadeira igreja... Discipulado significa sujeição ao sofrimento de Cristo, não sendo de forma alguma surpreendente que os cristãos sejam chamados para sofrer!” 

G. O sofrimento do povo de Deus é uma realidade nos dias de hoje em países como a Síria, o Iraque, o Irã, a China, a Índia, o Sudão, o Senegal e etc. 

H. Mas hoje queremos aprender, lendo a carta dirigida a Esmirna, acerca das consolações que Jesus nos promete.

AS CONSOLAÇÕES QUE CRISTO NO PROMETE

As palavras de Cristo são claras e não deixam nenhuma dúvida: 

Apocalipse 2:10 

Não temas as coisas que tens de sofrer. Eis que o diabo está para lançar em prisão alguns dentre vós, para serdes postos à prova, e tereis tribulação de dez dias. Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida. 

Cristo é digno da nossa confiança. Na mensagem anterior nós insistimos que devemos aprender a manter nosso olhar no horizonte da eternidade. Quando agimos assim, as situações do presente perdem sua força, pois o que nos aguarda, onde Jesus está é muito, mas muito superior e possui glória infinita e inesgotável. Paulo diz acerca disso o seguinte: 

2 Coríntios 4:17—18 

Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação, não atentando nós nas coisas que se veem, mas nas que se não veem; porque as que se veem são temporais, e as que se não vêem são eternas. 

Motivos porque devemos confiar em Cristo e esperar nEle.

I. Jesus é ETERNO 

A. Conforme Jesus mesmo se apresenta — Apocalipse 2:8 — Ele é o Primeiro e também o último. Junto com essa apresentação ele acrescenta um mandamento para não termos medo conforme — 

Apocalipse 1:17 

Quando o vi, caí a seus pés como morto. Porém ele pôs sobre mim a mão direita, dizendo: Não temas; eu sou o primeiro e o último. 

B. Com essas palavras Jesus se mostra a todos nós como o Deus verdadeiro que ele é. Se Deus está falando conosco, então devemos prestar atenção e acalmar nossos corações mesmo diante das situações mais difíceis da vida! 
C. Em meio às tempestades dessa vida, quando nosso pequeno barquinho parece que vai naufragar, nós ainda podemos ouvir as palavras do Senhor aos discípulos quando ele disse: 

Mateus 14:27 

Tende bom ânimo! Sou eu. Não temais! 

D. Em meio a todas as mudanças que estamos experimentando, Jesus é imutável. 

Hebreus 13:8 

Jesus Cristo, ontem e hoje, é o mesmo e o será para sempre.

II. Jesus é VITORIOSO 

A. Jesus Cristo morreu, mas ele tornou a viver — Apocalipse 2:8 

B. Jesus nos estimula a sermos fiéis até à morte. Sabe por quê? Porque ele mesmo foi fiel até a morte: 

Filipenses 2:8 

Jesus a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz. 

C. Jesus não apenas experimentou a morte, mas experimentou um tipo de morte, particularmente violenta: a morte por crucificação, onde a pessoa morre agonizando à medida que o simples ato de respirar vai se tronando cada vez mais e mais difícil. Por conveniência, os romanos costumavam, quando alguém demorava demais para morrer, quebrar a perna do condenado na altura do joelho causando uma hemorragia massiva que matava o infeliz em poucos minutos. 

D. Mas Jesus, mesmo experimentando esse tipo de morte agonizante e violenta, a Bíblia nos diz que: Ele venceu tudo e ressuscitou! 

E. Ao ressuscitar, Jesus não apenas venceu a morte, mas ele vez algo ainda mais impressionante: 

Hebreus 2:14—15 

14 Visto, pois, que os filhos têm participação comum de carne e sangue, destes também ele, igualmente, participou, para que, por sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte, a saber, o diabo, 

15 e livrasse todos que, pelo pavor da morte, estavam sujeitos à escravidão por toda a vida.

III. Jesus Sabe Todas as Coisas 

A. Jesus diz: Conheço as tuas aflições — Apocalipse 2:9. Isso deve nos servir de grande conforto. Jesus sabe, Jesus conhece, Jesus entende tudo pelo que estamos passando. 

B. Se você anseia desabafar com alguém, Jesus nos diz que ele é o melhor confidente que podemos ter. 

C. Jesus sabe de tudo, porque ele é o que se encontra caminhando por entre os candelabros que representam as igrejas. Nada foge ao seu olhar penetrante. Ninguém pode se esconder de Jesus. 

D. Por mais profunda que seja nossa tristeza e por maior que seja nosso sofrimento, Jesus nos conhece e Ele se interessa por nós.

IV. Jesus é EQUILIBRADO

A. Com isso queremos dizer que Jesus tem uma compreensão perfeita de toda a realidade. Ele diz ao povo de Esmirna: Conheço sua pobreza, mas tu és rico. O conjunto de valores de Jesus é diferente daquele do mundo. Para o mundo a riqueza é essa que existe aqui. Para Jesus a verdadeira riqueza é aquela que acumulamos no céu. 

B. Mesmo as pessoas mais pobres de acordo com o padrão mundano, ainda assim elas podem: 

1. Acumular tesouros nos céus 

Mateus 6:19—21 

19 Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam;

20 mas ajuntai para vós outros tesouros no céu, onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam, nem roubam; 

21 porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração. 

2. Ter um tesouro no céu. 

Mateus 19:21 

Disse-lhe Jesus: Se queres ser perfeito, vai, vende os teus bens, dá aos pobres e terás um tesouro no céu; depois, vem e segue-me. 

3. Ser rico para com Deus. 

Lucas 12:21 

Assim é o que entesoura para si mesmo e não é rico para com Deus. 

4. Ser rico em boas obras 

1 Timóteo 6:18 

Que pratiquem o bem, sejam ricos de boas obras, generosos em dar e prontos a repartir. 

5. Ser rico na fé 

Tiago 2:5 

Ouvi, meus amados irmãos. Não escolheu Deus os que para o mundo são pobres, para serem ricos em fé e herdeiros do reino que ele prometeu aos que o amam? 

Conclusão:

A. Jesus nos disse o seguinte acerca do ódio que o mundo tem por nós e da consequente perseguição:

João 15:18, 20

18 Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós outros, me odiou a mim.

20 Lembrai-vos da palavra que eu vos disse: não é o servo maior do que seu senhor. Se me perseguiram a mim, também perseguirão a vós outros.

João 16:33

Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.

B. A perseguição e o sofrimento acontecem sempre quando a verdade do Evangelho é proclamada, porque tal proclamação faz afirmações desagradáveis acerca dos seres humanos em geral. Como exemplo do que estamos dizendo podemos citar:

1. Somos todos pecadores perdidos.

2. Não podemos nos salvar a nos mesmos.

3. Estamos condenados a uma separação eterna de Deus num lago que arde com fogo e enxofre.

C. Essas afirmações não são nada agradáveis e as pessoas não estão dispostas a tolerar as mesmas. Primeiro elas se levantam e vão embora. Depois começam a criticar e perseguir e, por fim, culminam com violência física e até mesmo o assassinato dos cristãos. Tudo isso apenas por causa do que os cristãos ensinam e não porque os mesmos tenham cometido algum crime passível de punição.

D. Os padrões morais de Cristo também são inaceitáveis para a maioria dos seres humanos:

1. Honestidade nos negócios.

2. Castidade antes do casamento.

3. Fidelidade depois do casamento.

4. Contentamento em vez de cobiça.

5. Autocontrole e autossacrifício.

E. Nós somos tão poucos, os crentes verdadeiros, mas as palavras do Senhor para nós são as mesmas de sempre, desde o início dessa mensagem. Jesus nos diz:

Lucas 12:32

Não temais, ó pequenino rebanho; porque vosso Pai se agradou em dar-vos o seu reino.

F. Jesus veio a esse mundo, abriu mão de todas as suas glórias para:

2 Coríntios 8:9

Pois conheceis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, se fez pobre por amor de vós, para que, pela sua pobreza, vos tornásseis ricos.

OUTRAS MENSAGENS ACERCA DO APOCALIPSE: INTRODUÇÃO E CARTAS ÀS SETE IGREJAS

APOCALIPSE 1:1—20 — SERMÃO 001 — INTORDUÇÃO AO LIVRO DO APOCALIPSE

APOCALIPSE 1:1—20 — SERMÃO 002 — UMA VISÃO DE JESUS CRISTO — PARTE 001

APOCALIPSE 1:1—20 — SERMÃO 003 — UMA VISÃO DE JESUS CRISTO — PARTE 002

APOCALIPSE 2:1—7 — SERMÃO 004 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM ÉFESO — PARTE 001

APOCALIPSE 2:1—7 — SERMÃO 005 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM ÉFESO — PARTE 002

APOCALIPSE 2:8—11 — SERMÃO 006 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM ESMIRNA — PARTE 001

APOCALIPSE 2:8—11 — SERMÃO 007 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM ESMIRNA — PARTE 002

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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