sábado, 6 de fevereiro de 2016

GOVERNO FRANCÊS MANDA DERRUBAR IGREJA CRISTÃ EM ACAMPAMENTO DE REFUGIADOS

Tratores derrubam o templo da "selva de Calais"
Tratores da França destroem pequena estrutura que servia como local de reunião de cristãos

O artigo abaixo foi publicado pelo site Gnotícias e é da autoria de Tiago Chagas.

Autoridades derrubam templo cristão construído por imigrantes em acampamento na França

Publicado por Tiago Chagas

Uma igreja construída de forma simples e improvisada, que servia de local de culto para imigrantes cristãos que se refugiam no acampamento de Calais, na França, foi demolida pelas autoridades do país como parte de uma “operação de segurança”.

No local, à espera de uma oportunidade legal para chegarem ao Reino Unido, os imigrantes oriundos da Síria, Sudão e outros países, vivem em barracas de acampamento, ou em barracos improvisados com lonas. Dada a precariedade, o acampamento ganhou o apelido de “selva de Calais”.

Na última segunda-feira, 01 de fevereiro, a Polícia entrou na “selva de Calais” e demoliu uma igreja e uma mesquita, alegando que era uma atitude preventiva para evitar confrontos religiosos no local, de acordo com informações do Daily Mail.

O pastor Teferi Shuremo, que organizou a congregação e ergueu o templo, disse que havia recebido garantias das autoridades que o espaço de culto não seria incomodado. No momento que os operários usavam tratores para demolir a frágil estrutura, ele entrou em confronto com os policiais.

Autoridades derrubam templo cristão construído por imigrantes em acampamento na França

“Eles estão tentando destruir a paz”, disse o pastor, enquanto se apoiava em uma cruz de madeira. Shuremo garantiu que irá reerguer o templo.

Um funcionário do governo afirmou que ninguém protestou contra a demolição da mesquita, pois ela já estava abandonada, e que os imigrantes do acampamento são livres para construir outros templos, se assim quiserem.

Um órgão do governo produziu um relatório sobre as condições do acampamento em Calais, com severas críticas à forma como os imigrantes estão sendo tratados.

A situação é tão precária que o chefe de Gabinete do Serviço Europeu de Polícia comentou que nos acampamentos montados na França existem 10 mil crianças desacompanhadas, e os criticou, dizendo que “eles estão perdidos no sistema”. “Eu acho que a nossa preocupação é que nós sabemos que existem pessoas lá fora que irão explorar menores. Sabemos que existem pessoas que irão levá-los e usá-los para seus próprios fins”.

O artigo original poderá ser visto por meio do seguinte link:


OUTROS ARTIGOS ACERCA DA IGREJA PERSEGUIDA






















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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

JOSÉ COMO TIPO DE CRISTO — ESTUDOS 039 — JOSÉ DÁ EVIDÊNCIAS DE SEU CONHECIMENTO QUANTO AO FUTURO



Gênesis 40:8

Eles responderam: Tivemos um sonho, e não há quem o possa interpretar. Disse-lhes José: Porventura, não pertencem a Deus as interpretações? Contai-me o sonho.

Ao interpretar os sonhos do copeiro e do padeiro de Faraó, José anunciou o destino futuro dos mesmos. Mas note que ao fazer isso ele tomou o cuidado de atribuir a glória a quem merecia a mesma: Porventura, não pertencem a Deus as interpretações?
Os egípcios acreditavam, como acontecia com todos os povos da Antiguidade em geral, que “o sono nos coloca em contato direto e real com outro mundo, onde não encontramos apenas os mortos, mas até mesmo as próprias divindades. Desse modo, os sonhos eram vistos como verdadeiros dons de Deus[1]

Mas a interpretação dos mesmos, entretanto, era uma ciência muito complexa dominada apenas por uns poucos “especialistas”. Enquanto era possível que o “sonhador” pudesse ter uma impressão se o sonho era bom ou ruim, o mesmo precisava consultar os sábios acerca desse assunto. Mas aqueles homens estavam na prisão e ali não tinham como consultar um sábio, um intérprete que pudesse lhes ajudar. Por isso, estavam tão ansiosos e apreensivos. Mas, de acordo com José a sabedoria dos pretensos sábios não passava de conversa fiada e mentira para iludir os tolos, pois ele sabia que apenas Deus poderia dar a interpretação precisa para qualquer sonho, se o tal sonho tivesse mesmo uma interpretação. Tempos depois, José com toda coragem faria a mesma afirmação diante do próprio Faraó conforme

Gênesis 41:15—16

15 Este lhe disse: Tive um sonho, e não há quem o interprete. Ouvi dizer, porém, a teu respeito que, quando ouves um sonho, podes interpretá-lo.

16 Respondeu-lhe José: Não está isso em mim; mas Deus dará resposta favorável a Faraó.

A atitude de José concorda com os ensinamentos posteriores de Moisés que encontramos em

Deuteronômio 18:10—22

10 Não se achará entre ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro;

11 nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos;

12 pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao SENHOR; e por estas abominações o SENHOR, teu Deus, os lança de diante de ti.

13 Perfeito serás para com o SENHOR, teu Deus.

14 Porque estas nações que hás de possuir ouvem os prognosticadores e os adivinhadores; porém a ti o SENHOR, teu Deus, não permitiu tal coisa.

15 O SENHOR, teu Deus, te suscitará um profeta do meio de ti, de teus irmãos, semelhante a mim; a ele ouvirás,

16 segundo tudo o que pediste ao SENHOR, teu Deus, em Horebe, quando reunido o povo: Não ouvirei mais a voz do SENHOR, meu Deus, nem mais verei este grande fogo, para que não morra.

17 Então, o SENHOR me disse: Falaram bem aquilo que disseram.

18 Suscitar-lhes-ei um profeta do meio de seus irmãos, semelhante a ti, em cuja boca porei as minhas palavras, e ele lhes falará tudo o que eu lhe ordenar.
19 De todo aquele que não ouvir as minhas palavras, que ele falar em meu nome, disso lhe pedirei contas.

20 Porém o profeta que presumir de falar alguma palavra em meu nome, que eu lhe não mandei falar, ou o que falar em nome de outros deuses, esse profeta será morto.

21 Se disseres no teu coração: Como conhecerei a palavra que o SENHOR não falou?

22 Sabe que, quando esse profeta falar em nome do SENHOR, e a palavra dele se não cumprir, nem suceder, como profetizou, esta é palavra que o SENHOR não disse; com soberba, a falou o tal profeta; não tenhas temor dele.

“A resposta de José, em forma de pergunta: Porventura, não pertencem a Deus as interpretações?, é completamente polêmica para aquela cultura e, especialmente, para aquela situação. Tal afirmação, proferida por um escravo estrangeiro, que os dois altos funcionários do Faraó jamais pensariam em consultar está marcada por um agudo contraste. A intenção de José, acima de tudo é afirmar que a interpretação dos sonhos não é um arte humana e sim um dom de Deus, que Ele mesmo concede a quem quer. Os eventos futuros pertencem apenas ao controle das mãos do ETERNO, e somente aquele que é capacitado pelo próprio Deus é competente para oferecer a verdadeira interpretação dos sonhos”[2]     

O mesmo é verdadeiro acerca de Jesus, que vez após vez profetizou acerca do futuro, mas fez também questão de afirmar o seguinte:

João 12:49

Porque eu não tenho falado por mim mesmo, mas o Pai, que me enviou, esse me tem prescrito o que dizer e o que anunciar.

OUTROS ESTUDOS ACERCA DE JOSÉ COMO TIPO DE CRISTO

Estudo 001 — José como Tipo De Cristo — Introdução

Estudo 002 — José como Tipo De Cristo — A Infância de José

Estudo 003 — José como Tipo De Cristo — Os Irmãos e Os Nomes de José

Estudo 004 — José como Tipo De Cristo — José Como Pastor dos Seus Irmãos

Estudo 005 — José com Tipo De Cristo — José Como o Filho Amado de Seu Pai

Estudo 006 — José com Tipo De Cristo — Jesus, o Filho e Deus Pai

Estudo 007 — José com Tipo De Cristo — José e a Túnica Talar de Distinção
Estudo 008 — José com Tipo De Cristo — O Ódio que os Irmãos de José Tinham Dele

Estudo 009 — José com Tipo De Cristo — José era Odiado por Causa de Suas Palavras

Estudo 010 — José com Tipo De Cristo — José Estava Destinado a Um Futuro Extraordinário

Estudo 011 — José com Tipo De Cristo — José Antecipa Sua Glória Futura

Estudos 012 e 013 — José como Tipo de Cristo — José Sofre nas Mãos de Seus Irmãos e Vai a Busca Deles a Pedido de Jacó

Estudos 014 e 015 — José como Tipo de Cristo — José Busca Fazer o Bem a Seus Irmãos, e É Enviado De Hebrom Para a Região de Siquém

Estudo 016 — José como Tipo de Cristo — José Vai Até a Região de Siquém

Estudos 017 e 018 — José como Tipo de Cristo — José se Torna um Viajante Errante Nos Campos e Campinas da Palestina

Estudos 019 — José como Tipo de Cristo — A Conspiração contra José

Estudos 020 — José como Tipo de Cristo — As palavras de José são Desacreditadas

Estudos 021 e 022 — José como Tipo de Cristo — José é Insultado e Humilhado e José é Lançado num Poço

Estudos 023 e 024 — José como Tipo de Cristo — José é Retirado Vivo do Poço e Os Irmãos de José Misturam Ódio com Hipocrisia

Estudos 025 e 026A — José como Tipo de Cristo — José é Vendido por Seus Irmãos e o Sangue de José é Derramado
Estudos 026B — José como Tipo de Cristo — O Futuro de Israel Profetizado em Gênesis 38

Estudos 027 e 028 — José se Torna um Servo — Jose se Torna Próspero

Estudos 029 — O Senhor de José Estava Muito Feliz com Ele

Estudos 030 — José Como Servo Foi Uma Bênção Para os Outros

Estudos 031 — José Era Uma  Pessoa Consagrada aos Outros

Estudos 032 — José Foi Duramente Tentado, Mas Resistiu à Tentação

Estudos 033 — José Foi Acusado Falsamente

Estudos 034 — José Não Tentou Se Defender das Falsas Acusações

Estudos 035 — José Sofreu nas Mãos dos Gentios

Estudo 036 e 37 — José Ganha o Reconhecimento do Carcereiro e José Foi Numerado com outros Transgressores.

Estudo 038 — José Como Instrumento de Bênção e de Condenação.

Estudo 039 — José Dá Evidências De Seu Conhecimento Quanto Ao Futuro.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.

[1] Vergote, Joseph. Joseph em Egypte.  Université de Louvain, Institut Orientaliste: Orientalia et biblica lovaniensia. no. 3, Publications Universitaires, Louvain. 1959.
[2] Rad, Gerhard Von. Teologia do Antigo do Antigo Testamento em 2 Volumes. ASTE, São Paulo, 1973.  

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

APOCALIPSE 3:1-6 - SERMÃO 019 – UMA CARTA PARA A IGREJA EM SARDES — PARTE 001

Ruínas restauradas em Sardes

O objetivo dessa série é apresentar os três primeiros capítulos do Livro do Apocalipse. Neles vamos encontrar uma REVELAÇÃO muito especial da pessoa de Jesus Cristo. Cremos que é disso que a Igreja dos nossos Dias precisa: Um encontro pessoal e profundo com o Senhor que diz de si mesmo: Eu sou o Alfa e Ômega, diz o Senhor Deus, aquele que é, que era e que há de vir, o Todo-Poderoso. No Final de cada estudo o leitor encontrará os links para os estudos seguintes:

LIVRO DO APOCALIPSE — INTRODUÇÃO E AS CARTAS ÀS SETE IGREJAS DA ÁSIA

Texto: Apocalipse 3:1—6
Introdução.

A. Hoje estamos iniciando a exposição de mais uma das sete cartas enviadas pelo próprio Senhor Jesus a algumas igrejas localizadas na Ásia por meio de seu fiel servo o apóstolo João. 
B. Essa é a quarta carta que vamos examinar. Ela foi enviada para a igreja localizada em Sardes e seu tema principal é REALIDADE.  E tal realidade era mesmo muito dura, porque Jesus diz para essa igreja o seguinte: TENS NOME DE QUE VIVES E ESTÁS MORTO! Muito duras são mesmo essas palavras. 
C. Além de palavras duras a carta também contém várias ironias da parte de Jesus, mas para entender as mesmas é necessário conhecer um pouco da história e da fama dessa cidade. 
D. Vamos então iniciar apontando alguns fatos históricos sobre Sardes que irão nos ajudar a entender melhor as Palavras de Jesus: 
1. Sardes estava localizada a 48 quilômetros a sudeste de Tiatira — última igreja que estudamos — e a 80 quilômetros a leste de Esmirna em linha reta. 
2. Sardes era uma cidade muito antiga. Sua data de fundação retrocede até o ano 1.200 a.C. 
3. Seu apogeu foi quando tornou-se a capital do reino da Lídia, tornando-se alvo de poderosos inimigos: entre esses, podemos citar tanto Ciro, o medo, como Alexandre , o Grande, da Macedônia. Por fim, como aconteceu com todo o resto da Bacia do Mediterrâneo foi também conquistada pelos Romanos em 133 a.C. 
4. A história nos diz que Sardes foi a primeira cidade a cunhar moedas de ouro e de prata. 
5. O povo de Sardes costumava alegar que eles tinham inventado a técnica de tingir a lã dos carneiros, mas isso não está comprovado historicamente. 
6. Em 17 d.C. a cidade sofreu um terrível terremoto e foi arrasada. Mas graças às generosas doações dos imperadores romanos César Augusto e Tibério a mesma foi reconstruída. Tibério fez uma doação de 10.000.000 de cestércios romanos algo equivalente a 2.7 milhões de Reais. Tibério foi o imperador Romano sob o qual Jesus Cristo foi crucificado. 
7. Sua deusa principal era a deusa grega chamada de Ártemis pelos romanos, mas que também atendia pelo nome de Cibele. O templo dessa deusa foi escavado e mede 50 metros de largura por 60 metros de cumprimento perfazendo um total de 3.000 mil metros quadrados! A altura do templo era de quase 20 metros! 
8. O povo de Sardes tinha grande interesse nas questões que envolviam a morte e a imortalidade. Acreditava-se que Cibele, a deusa local, tinha poderes para restaurar à vida, pessoas que estavam mortas.  É possível que seja desse interesse que brotam a primeiras, irônicas e duras palavras de Cristo para o povo da igreja local: TENS NOME DE QUE VIVES E ESTÁS MORTO! 
D. Vamos então iniciar nosso estudo do texto bíblico que se encontra em Apocalipse 3:1—6. 

AS PRIMEIRAS PALAVRAS DIRIGIDAS À IGREJA LOCALIZADA EM SARDES

I. Duras palavras da Parte de Cristo 
A. De todas as sete cidades, Sardes é a que ouve, sem sombra de dúvida, as críticas mais pesadas. As palavras de Jesus, como já vimos, são mesmo implacáveis! 
B. Jesus inicia a carta dizendo ser aquele que “Tem”, ou seja, Ele é Aquele que está em pleno domínio e soberania sobre todas as coisas — ver Apocalipse 3:1. O domínio de Jesus se estende tanto sobre os responsáveis pelas igrejas locais — chamados de estrelas — como sobre as sete manifestações do Espírito Divino, que é uma ideia emprestada do profeta Isaías que diz: 
Isaías 11:2 
Repousará sobre ele o Espírito do SENHOR, o Espírito de sabedoria e de entendimento, o Espírito de conselho e de fortaleza, o Espírito de conhecimento e de temor do SENHOR. 
C. Por favor, notem que se trata de um único e mesmo Espírito Santo que se manifesta de formas diversas e não de sete espíritos diferentes como alguns pregadores mal informados costumam alegar. 
D. Por esses fatores devemos dar muita importância à mensagem dessa carta. 
II. A Reprovação Manifestada Pelo Senhor 
A. Já mencionamos o terrível terremoto que destruiu a cidade no ano 17 d.C. 
B. As palavras de Cristo, por sua vez não são menos devastadoras ao dizer: TENS NOME DE QUE VIVES E ESTÁS MORTO! 
C. Como nas outras cartas Jesus também se apresenta como Aquele que conhece tudo, sabe tudo, percebe tudo. Nada consegue escapar ao seu escrutínio. São palavras repetitivas que visam nos despertar para essa grande realidade: 
Hebreus 4:13 
E não há criatura que não seja manifesta na sua presença; pelo contrário, todas as coisas estão descobertas e patentes aos olhos daquele a quem temos de prestar contas. 
D. É possível que a Igreja em Sardes desfrutasse de progresso tanto material quanto do crescimento da igreja, já que a mesma não enfrentava problemas com falsas doutrinas, nem com falsos mestres, nem com perseguição. Tudo parecia refletir uma verdadeira condição de vigor e dinamismo. Certamente não havia escassez financeira nem carência de talentos ou recursos humanos. 
E. Mas as aparências diante dos homens não querem dizer o mesmo é verdadeiro diante de Jesus que conhece a verdadeira condição dos nossos corações. Por isso, para Cristo, a Igreja em Sardes era na realidade: 
III. Um Cemitério Espiritual 
A. A impressão que temos ao ler essa carta é que apenas umas poucas pessoas eram mesmo convertidas e viviam uma vida coerente com a vida cristã. A vasta maioria dos seus membros havia sucumbido ao paganismo reinante e eram cristãos apenas nominais. Eram como Paulo disse um dia de pessoas que pretendiam ser crentes, mas não eram crentes de verdade: 
2 Timóteo 3:5 na NTLH 
Parecerão ser seguidores da nossa religião, mas com as suas ações negarão o verdadeiro poder dela. Fique longe dessa gente!  
B. A Igreja era notoriamente distinta e respeitada, mas era, na realidade, um imenso cemitério espiritual. O veredito de Cristo está baseado em seu pleno conhecimento. Por isso, depois de enxergar a verdadeira condição daquela igreja por baixo da fachada de “dignidade”, o Senhor podia dizer: Apocalipse 3:2 — Não tenho achado íntegras as tuas obras na presença do meu Deus 
C. Apesar da boa reputação entre as pessoas da cidade, a Igreja em Sardes era muito insatisfatória diante de Deus. 
D. Essa distinção entre o que aparentamos ser e o que somos de verdade é de grande importância em todas as épocas. 
E. Aprenda a não dar importância às opiniões humanas. Não se orgulhe quando for elogiado pelas pessoas, nem entre em depressão quando criticado. Preocupe-se com o que Deus pensa de você. Como é que Deus te vê? 
F. Essa é uma palavra antiga, mas que vale, perfeitamente, para os dias de hoje — 
1 Samuel 16:7 
Porém o SENHOR disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência, nem para a sua altura, porque o rejeitei; porque o SENHOR não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o SENHOR, o coração. 
Conclusão:

A. A Igreja em Sardes nos faz lembrar a figueira mencionada em —

Mateus 21:19

Vendo uma figueira à beira do caminho, aproximou-se dela; e, não tendo achado senão folhas, disse-lhe: Nunca mais nasça fruto de ti! E a figueira secou imediatamente.

B. Alguns de nós somos como o filho pródigo. Mesmo vivo, enquanto estava longe do pai, ele estava morto! Apenas por meio do arrependimento e o retorno para o Pai é que a verdadeira vida pode ser restaurada —

Efésios 5:14:

Pelo que diz: Desperta, ó tu que dormes, levanta-te de entre os mortos, e Cristo te iluminará.

C. Embora tenhamos responsabilidades uns com os outros nossa maior responsabilidade é para com Deus. Sabe por quê? Porque é a Deus, a quem um dia teremos que prestar conta de absolutamente tudo! Ações, omissões, pensamentos e etc.

D. Vamos lembrar mais uma vez que Deus sabe nossos pensamentos e até nossos motivos. Nós estamos com que “nus” diante dele.

E. As questões que cada um de nós precisa responder são: Quanta realidade há por trás da nossa profissão de fé? E, quanto de vida autêntica por trás da nossa fachada?

F. A resposta fica a cargo de cada um!

OUTRAS MENSAGENS ACERCA DO APOCALIPSE: INTRODUÇÃO E CARTAS ÀS SETE IGREJAS

APOCALIPSE 1:1—20 — SERMÃO 001 — INTORDUÇÃO AO LIVRO DO APOCALIPSE

APOCALIPSE 1:1—20 — SERMÃO 002 — UMA VISÃO DE JESUS CRISTO — PARTE 001

APOCALIPSE 1:1—20 — SERMÃO 003 — UMA VISÃO DE JESUS CRISTO — PARTE 002

APOCALIPSE 2:1—7 — SERMÃO 004 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM ÉFESO — PARTE 001

APOCALIPSE 2:1—7 — SERMÃO 005 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM ÉFESO — PARTE 002

APOCALIPSE 2:8—11 — SERMÃO 006 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM ESMIRNA — PARTE 001

APOCALIPSE 2:8—11 — SERMÃO 007 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM ESMIRNA — PARTE 002

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 008 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 001

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 009 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 002

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 010 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 003

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 011 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 004

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 012 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 005 FINAL

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 013 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 001

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 014 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 002

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 015 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 003

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 016 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 004

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 017 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 005

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 018 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 006 — FINAL

APOCALIPSE 3:1—6 — SERMÃO 019 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM SARDES — PARTE 001


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terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

JONATHAN EDWARDS: A AGONIA DE CRISTO — UM ESTUDO — PARTE 009


O material abaixo é parte de um livro escrito por Jonathan Edwards que foi publicado em forma de e-book por:

Fonte: CCEL.org │ Título Original: “Christ’s Agony”

As citações bíblicas desta tradução são da versão ACRF (Almeida Corrigida Revisada Fiel).
Tradução por Camila Almeida │ Revisão William Teixeira

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A AGONIA DE CRISTO

Por Jonathan Edwards

“E, posto em agonia, orava mais intensamente; e o Seu suor tornou-se em grandes gotas de sangue que corriam até ao chão.”

– Lucas 22:44 –


CONTINUAÇÃO...

Em Segundo lugar, pelo que foi que Cristo buscou tão ardentemente de Deus nesta oração.

Eu respondo em uma frase: era que a vontade de Deus fosse feita, no que se refere aos Seus sofrimentos. Mateus oferece este relato expresso sobre isso, na própria linguagem da oração que foi já fora recitada várias vezes: “Meu Pai, se este cálice não pode passar de mim sem que eu o beba, seja feita Sua vontade!” Esta é uma entrega, e uma expressão de submissão; mas não é apenas isso. Tais palavras, “seja feita a Sua vontade”, como elas são mais comumente usadas, não são entendidas como uma súplica ou pedido, mas apenas como uma expressão de submissão. Mas as palavras nem sempre devem sempre ser entendidas neste sentido na Escritura, mas às vezes devem ser entendidas como um pedido. Assim, elas devem ser entendidas na terceira petição da Oração do Senhor “seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu”. Ali as palavras são compreendidas tanto como uma expressão de submissão, e também um pedido, como elas são explicados no Catecismo de Westminster, e assim as palavras devem ser entendidas aqui. O evangelista Marcos diz que Cristo saiu de novo e falou as mesmas palavras que Ele havia falado em Sua primeira oração (Marcos 14:39). Mas, então, nós devemos entender isso como as mesmas palavras da última parte de Sua primeira oração: “não seja, porém, o que eu quero, mas o que tu queres”, como mostra o relato mais completo e minucioso de Mateus. Assim que a coisa mencionada no texto, pelo que Cristo estava lutando com Deus nesta oração, era que a vontade de Deus fosse feita no que refere aos Seus sofrimentos.

Mas, então, outro inquérito pode surgir aqui, a saber: o que está implícito em Cristo orando para que a vontade de Deus fosse feita no que refere aos Seus sofrimentos? A isto eu respondo,

[1.] Isto implica um pedido para que Ele fosse fortalecido e apoiado, e habilitado para fazer a vontade de Deus, passando por esses sofrimentos. O mesmo como quando Ele diz: “Eis aqui venho (No princípio do livro está escrito de mim), Para fazer, ó Deus, a tua vontade” [Hebreus 10:7]. Foi da vontade preceptiva de Deus que Ele tomasse esse cálice e bebesse; foi a ordem do Pai para Ele. O Pai lhe deu o cálice, e como que foi estabelecido diante dEle com a ordem que Ele deveria beber. Este foi o maior ato de obediência que Cristo devia executar. Ele ora por força e auxílio, para que a Sua pobre natureza humana fraca fosse apoiada, para que Ele não falhasse nessa grande prova, para que Ele não afundasse e fosse engolido, e que Sua força superasse em muito, que Ele não aguentasse, e terminasse a obediência indicada. Esta foi a única coisa que Ele temia, do qual o apóstolo fala no capítulo 5 de Hebreus, quando Ele diz, “ele foi ouvido quanto ao que temia”. Quando Ele teve um senso tão extraordinário do horror dos Seus sofrimentos impressos em Sua mente, o medo disso O assombrava. Ele estava com medo de que Sua pobre fraca força fosse superada, e que Ele falhasse em uma tão grande provação, que Ele fosse engolido por aquela morte que Ele estava para morrer, e assim, não fosse salvo da morte; e, portanto, Ele se ofereceu com grande clamor e lágrimas, Àquele que era capaz de fortalecê-Lo, e aboiá-lo, e salvá-Lo da morte, para que a morte que devia sofrer não pudesse superar o Seu amor e obediência, mas que Ele pudesse vencer a morte, e ser salvo dela. Se a coragem de Cristo falhasse no teste, e Ele não resistisse sob Seus sofrimentos de morte, Ele nunca teria sido salvo da morte, mas Ele teria afundado no lamaçal profundo; Ele nunca teria ressuscitado dentre os mortos, pois a Sua ressurreição dos mortos foi uma recompensa por Sua vitória. Se Sua coragem houvesse falhado, e Ele tivesse desistido, Ele teria permanecido debaixo do poder da morte, e por isso todos nós teríamos perecido, teríamos ainda permanecido em nossos pecados. Se Ele tivesse falhado, tudo teria falhado. Se Ele não tivesse superado esse conflito doloroso, nem Ele nem nós poderíamos ter sido libertados da morte, todos nós teríamos morrido juntos. Portanto, esta foi a preservação da morte que o apóstolo fala, que Cristo temia e orava, com grande clamor e lágrimas. Seu Ser superado pela morte era a única coisa que Ele temia, e por isso Ele foi ouvido quanto ao que temia. Este Cristo orou, para que a vontade de Deus fosse realizada em Seus sofrimentos, mesmo para que Ele não deixasse de obedecer a vontade de Deus em Seus sofrimentos; e, portanto, isso segue no versículo seguinte naquela passagem de Hebreus: “Ainda que era Filho, aprendeu a obediência, por aquilo que padeceu”. Que foi a este respeito que Cristo em Sua agonia orou tão fervorosamente, para que a vontade de Deus fosse feita, ou seja, que Ele tivesse força para cumprir a Sua vontade, e não afundasse e falhasse em tais grandes sofrimentos; é confirmado pelas Escrituras do Antigo Testamento, como particularmente a partir do Salmo 69. O salmista representa a Cristo neste salmo, como é evidente pelo fato de que as palavras do salmo são representadas como as palavras de Cristo em muitos lugares do Novo Testamento. Esse salmo é representado como a oração de Cristo a Deus quando Sua alma estava profundamente triste e assombrada, como foi em Sua agonia; como você pode ver no 1º e 2º versículos: “Livra-me, ó Deus, pois as águas entraram até à minha alma. Atolei-me em profundo lamaçal, onde se não pode estar em pé; entrei na profundeza das águas, onde a corrente me leva”. Mas, então, a única coisa que é representada como sendo o que Ele temia, estava falhando, e sendo oprimido, nesta grande provação: Versículos 14 e 15: “Tira-me do lamaçal, e não me deixes atolar; seja eu livre dos que me odeiam, e das profundezas das águas. Não me leve a corrente das águas, e não me absorva ao profundo, nem o poço cerre a Sua boca sobre mim”. Então, novamente no Salmo 22, que também é representado como a oração de Cristo sob Suas terríveis dores e sofrimentos, nos versículos 19, 20 e 21: “Mas tu, Senhor, não te alon-gues de mim. Força minha, apressa-te em socorrer-me. Livra a minha alma da espada, e a minha predileta da força do cão. Salva-me da boca do leão”. Mas foi oportuno e adequado que Cristo, quando prestes a se envolver em terrível conflito, buscasse, assim, sinceramente a ajuda de Deus para capacitá-lo a fazer a Sua vontade; pois Ele precisava da ajuda de Deus – a força de Sua natureza humana, sem a ajuda Divina, não era suficiente para sustentá-Lo completamente. Isto foi, sem dúvida, no que o primeiro Adão falhou em Sua primeira provação, de forma que quando a provação chegou, Ele não estava consciente de Sua própria fraqueza e dependência. Se Ele tivesse sido, e se inclinado em Deus, e clamado por Ele, por Sua ajuda e força contra a tentação, muito provavelmente teríamos permanecido criaturas inocentes e felizes até hoje.  

[2.] Isso implica um pedido para que a vontade e o propósito de Deus fossem obtidos nos efeitos e frutos de Seus sofrimentos, na glória de Seu nome, que foi o Seu projeto em si; e, particularmente, na glória de Sua Graça, na salvação eterna e bem-aventurança de Seus eleitos. Isto é confirmado por João 12:27-28: “Agora a minha alma está perturbada; e que direi eu? Pai, salva-me desta hora; mas para isto vim a esta hora. Pai, glorifica o teu nome. Então veio uma voz do céu que dizia: Já o tenho glorificado, e outra vez o glorificarei”. Ali, o primeiro pedido é o mesmo primeiro pedido de Cristo aqui em semelhante tribulação: “Agora está a minha alma perturbada; e que direi eu Pai, salva-me desta hora” Ele ora em primeiro lugar, como Ele faz aqui, para que pudesse ser salvo de Seus últimos sofrimentos. Em seguida, depois que foi determinado dentro de si mesmo que a vontade de Deus era de outra forma, que Ele não fosse salvo daquela hora, “mas para isto”, diz Ele, “vim a esta hora”, e então, Seu segundo pedido após este é: “Pai, glorifica o teu nome!” Portanto, isto é, sem dúvida, o significado do segundo pedido em Sua agonia, quando Ele orou para que a vontade de Deus fosse feita. Isto é, que a vontade de Deus fosse feita naquela glória de Seu próprio Nome que Ele pretendia nos efeitos e frutos de Seus sofrimentos, para que, vendo que era Sua vontade que Ele deveria sofrer, Ele sinceramente ora para que a finalidade de Seu sofrimento, na glória de Deus e salvação dos eleitos, não pudesse falhar. E estas são as coisas pelo que Cristo tão sinceramente lutou com Deus em Sua oração, do que temos um relato no texto, e não temos nenhuma razão para pensar que eles não foram expressos em oração, bem como indicados. Não é razoável supor que o evangelista em Seu outro relato dos eventos mencione todas as palavras da oração de Cristo. Ele apenas menciona a substância.

III. Em que capacidade Cristo oferece aquelas orações fervorosas a Deus em Sua agonia?

Em resposta a este inquérito, observo que Ele lhes ofereceu não como uma pessoa particular, mas como sumo sacerdote. O apóstolo fala de grande clamor e lágrimas, como os que Cristo elevou como sumo sacerdote. Hebreus 5:6-7 “Como também diz, noutro lugar: Tu és sacerdote eternamente, Segundo a ordem de Melquisedeque. O qual, nos dias da Sua carne, oferecendo, com grande clamor e lágrimas [...]” As coisas pelas quais Cristo orou naqueles fortes clamores, eram coisas que não possuem um caráter particular, mas de interesse comum a toda a Igreja da qual era o sumo sacerdote. Que a vontade de Deus fosse feita em Sua obediência até à morte, que Sua força e coragem não falhassem, mas que Ele suportasse, era de interesse comum; pois, se Ele tivesse falhado, tudo teria falhado e pereceria para sempre. E é claro, que o fato de que o nome de Deus fosse glorificado nos efeitos e frutos de Seus sofrimentos, e na salvação e glória de todos os Seus eleitos, era algo de interesse comum. Cristo ofereceu aqueles fortes clamores com a Sua carne, da mesma maneira que os sacerdotes de antigamente tinham o costume de oferecer orações com os Seus sacrifícios. Cristo misturou grande clamor e lágrimas, com Seu sangue, e por isso ofereceu o Seu sangue e Suas orações em conjunto, para que o efeito e o sucesso de Seu sangue fossem obtidos. Tais intensas orações agonizantes foram oferecidas com o Seu sangue, e Seu sangue infinitamente precioso e meritório foi oferecido com as Suas orações.

IV. Por que Cristo foi tão intenso naquelas súplicas? Lucas fala delas como muito intensas; o apóstolo fala deles como grande clamor; e Sua agonia, em parte, consistiu nesta intensidade, e o relato que Lucas nos oferece, parece implicar que o Seu suor sangrento era, em parte, pelo menos, pelo grande trabalho e intenso sentido de Sua alma em lutar com Deus em oração. Havia três coisas que concorreram naquela época, especialmente para fazer com que Cristo fosse assim, intenso e comprometido.

[1.] Ele teve nessa ocasião um extraordinário senso de quão terrível a consequência seria, se a vontade de Deus deixasse de ser feita. Ele teve, então, um extraordinário senso de Seu próprio último sofrimento sob a Ira de Deus, e se Ele tivesse falhado naqueles sofrimentos, Ele sabia que a consequência seria terrível. Ele tem agora uma visão tão extraordinária do assombro da Ira de Deus, o Seu amor pelos eleitos tende a tornar mais do que ordinariamente sério que eles pudessem ser libertos do sofrimento daquela ira por toda a eternidade, o que não poderia ter sido se Ele tivesse falhado em fazer a vontade de Deus, ou se a vontade de Deus no efeito de Seu sofrimento houvesse falhado.

[2.] Não é de admirar que esse extraordinário senso que Cristo teve nessa ocasião do alto preço dos meios de salvação de pecadores, fê-lo muito intenso pelo sucesso desses meios, como você já ouviu.

[3.] Cristo teve um extraordinário senso de Sua dependência de Deus, e de Sua necessidade de Sua ajuda para capacitá-Lo a fazer a vontade de Deus nesta grande provação. Embora Ele fosse inocente, ainda assim Ele precisava de ajuda Divina. Ele era dependente de Deus, como homem, e, portanto, lemos que Ele confiava em Deus. Mateus 27:43: “Confiou em Deus; livre-o agora, se o ama; porque disse: Sou Filho de Deus”. E quando Ele teve uma visão extraordinária do pavor daquela Ira que Ele devia sofrer, Ele viu o quanto isso estava além da força apenas de Sua natureza humana.

V. Qual foi o sucesso desta oração de Cristo?

A isso respondo, Ele obteve todos os Seus pedidos. O apóstolo diz: “Ele foi ouvido quanto ao que temia”; em tudo o que Ele temia. Ele obteve a força e a ajuda de Deus, tudo o que Ele precisava, e foi realizado. Ele foi capaz de cumprir e de sofrer toda a vontade de Deus; e obteve todo o fim de Seus sofrimentos – uma plena expiação pelos pecados de todo o mundo, e para a salvação completa para cada um daqueles que foram dados a Ele na promessa da Redenção, e tudo o que glorifica o nome de Deus, que em Sua mediação foi projetada para realizar, nem um jota ou um til falhou. Aqui Cristo em Sua agonia foi, acima de todos os outros, antítipo de Jacó, em Sua luta com Deus por uma bênção; em que Jacó o fez, não como uma pessoa particular, mas como chefe de Sua posteridade, a nação de Israel, e pelo que Ele obteve aquele louvor de Deus: “como príncipe lutaste com Deus” [Gênesis 32:28], e disso, foi um tipo daquele que era o Príncipe dos príncipes.

CONTINUA...

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