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quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

CIENTISTAS ENCONTRAM OS MAIORES BURACOS NEGROS JÁ OBSERVADOS




Concepção artística ilustra um quasar: regiões astronômicas distantes que envolvem os buracos negros supermassivos de galáxias a milhões de anos-luz(Divulgação/Nasa/Esa/VEJA)

O artigo abaixo foi publicado no site da Revista VEJA.

Duas galáxias, distantes milhões de anos-luz da Terra, possuem buracos negros com massas 10 bilhões de vezes maiores que a do Sol

Astrônomos descobriram os maiores buracos negros já observados. Utilizando o telescópio espacial Hubble e outros telescópios de superfície, os cientistas da Universidade de Berkeley (Estados Unidos) observaram que duas galáxias - NGC 3842, a 320 milhões de anos-luz da Terra, e NGC 4889, a 335 milhões de anos-luz - possuem buracos negros supermassivos com 10 bilhões de vezes a massa do Sol. O estudo foi publicado no periódico britânico Nature.

De acordo com os pesquisadores, observações feitas nas últimas décadas sugerem que todas as galáxias possuem buracos negros em seu centro. Apesar de as previsões matemáticas indicarem a existência desses corpos com 10 bilhões de vezes a massa do Sol, nenhum havia sido encontrado até agora. O posto de mais massivo pertencia ao buraco negro que fica no centro da galáxia Messier 87, a sessenta milhões de anos-luz da Terra e com 6,3 bilhões de vezes a massa do Sol.

NOSSO COMENTÁRIO

Enquanto isso, o cientista britânico Stephen Hawking, que foi reconhecido no passado como grande descobridor dos buracos negros, agora firma que os mesmos não existem e que toda a teoria relativa ao mesmo precisa ser revista. Portanto, antes de aceitar a palavra de um cientista com algo definitivo é melhor sempre esperar, porque, como acontece com esse caso, o cientista pode estar errado.

Glossário

QUASAR

Os quasares (do inglês quasi-stellar radio source ou fonte de rádio quase estelar) são os maiores emissores de energia do universo. São antigas regiões astronômicas compactas e distantes que envolvem o buraco-negro supermassivo de uma galáxia. As observações indicam que os quasares se formaram nos primeiros três bilhões de anos do universo e foram desaparecendo no último bilhão de anos. Os quasares mais luminosos irradiam luminosidade a uma taxa que pode exceder a média das galáxias convencionais, equivalente a um trilhão de sois.

Buracos negros que excedem a massa do Sol em 10 bilhões de vezes são observados como quasares formados durante os 3 primeiros bilhões de anos do universo. Os quasares são corpos celestes que emitem grande quantidade de energia e luminosidade utilizando buracos-negros como combustível. Contudo, de acordo com o estudo, durante o último bilhão de anos, a média de buracos negros provendo energia para quasares diminuiu.

Os dois buracos negros descobertos têm significativamente mais massa do que o previsto pelos atuais modelos matemáticos. Eles foram descobertos nas galáxias de maior massa e brilho de seus agrupamentos. "Embora os modelos permaneçam úteis para estudar buracos negros em galáxias menos massivas, nossos cálculos sugerem que diferentes processos evolutivos influenciam o crescimento das maiores galáxias e seus respectivos buracos-negros", afirma o estudo.

A reportagem original poderá ser vista por meio desse link aqui:


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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quarta-feira, 6 de maio de 2015

AS MARAVILHAS DA CRIAÇÃO DE DEUS NO ESPAÇO SIDERAL


Foto do sol feita pelo teledcópio Hubble

O artigo abaixo foi publicado pelo site da Revista ÉPOCA com fotos fornecidas pela NASA tiradas pelo Telescópio Hubble.

25 imagens incríveis do Telescópio Espacial Hubble

No dia 24 de abril de 1990, a Nasa colocou o Telescópio Espacial Hubble em órbita. Desde então, ele vem fazendo imagens incríveis e ajudando cientistas a entender melhor o Universo. Confira alguma das imagens mais fantásticas registradas pelo telescópio, batizado em homenagem a Edwin Hubble — o astrônomo que descobriu que o Universo está se expandindo.


25 anos do Telescópio Espacial Hubble :Nebulosa Cabeça de Cavalo, que fica na Constelação de Orion  
1. Foto em infravermelho da Nebulosa Cabeça de Cavalo, que fica na Constelação de Órion. À direita da imagem, estrelas recém-formadas explodem e lançam poeira espacial na nebulosa — Crédito: Nasa.


25 anos do Telescópio Espacial Hubble: Um berçário de estrelas na Constelação Carina, a 20 mil anos luz de distância da Terra
2. Um berçário de estrelas na Constelação Carina, a 20 mil anos luz de distância da Terra. No centro, um aglomerado de mais de 3 mil estrelas— Crédito: Nasa.


25 anos do Telescópio Espacial Hubble: Um pilar de gás e poeira espacial que se espalha por três anos luz de distância na Constelação de Carina
3. Um pilar de gás e poeira espacial que se espalha por três anos luz de distância na Constelação de Carina. A coluna é formada por oxigênio (em azul), hidrogênio e nitrogênio (verde) e enxofre (vermelho) — Crédito: Nasa.


25 anos do Telescópio Espacial Hubble: A Galáxia Espiral Barrada NGC 1300, na Constelação de Eridanos 
4. A Galáxia Espiral Barrada NGC 1300, na Constelação de Eridanos. A foto, tirada em 2004, se tornou um exemplo de como é uma galáxia espiral barrada - uma espiral formada com "braços" saindo da barra central — Crédito: Nasa.


 25 anos do Telescópio Espacial Hubble: O par de galáxias Antennae
5. O par de galáxias Antennae. Inicialmente, eram duas galáxias, mas elas estão no meio de uma "colisão” — Crédito: Nasa.


25 anos do Telescópio Espacial Hubble: A Galáxia Lenticular NGC 4529, localizada na Constelação de Virgem. 
6. A Galáxia Lenticular NGC 4529, localizada na Constelação de Virgem. Foi nessa galáxia que cientistas identificaram duas explosões de Supernovas — Crédito: Nasa.



25 anos do Telescópio Espacial Hubble: A nebulosa de Hélix, a 650 anos luz de distância
7. A nebulosa de Hélix, a 650 anos luz de distância. A imagem ficou conhecida como "O olho de Deus" — Crédito: Nasa.


 25 anos do Telescópio Espacial Hubble: Messier 106, uma galáxia espiral na constelação de Cão de Caça, a 25 milhões de anos-luz da Terra. Essa galáxia está lentamente caindo em um buraco negro supermassivo em seu centro
8. Messier 106, uma galáxia espiral na constelação de Cão de Caça, a 25 milhões de anos-luz da Terra. Essa galáxia está lentamente caindo em um buraco negro supermassivo em seu centro — Crédito: R. Gendler/Nasa.


25 anos do Telescópio Espacial Hubble: A galáxia de Messier 66, na Constelação de Leão
9. A galáxia de Messier 66, na Constelação de Leão. Cientisitas identificaram quatro explosões de supernovas na galáxia — Crédito: Nasa.


 25 anos do Telescópio Espacial Hubble: Uma foto do maior aglomerado de galáxias conhecido, catalogado como ACT-CL J0102-4915 e apelidado de
10. Uma foto do maior aglomerado de galáxias conhecido, catalogado como ACT-CL J0102-4915 e apelidado de "El Gordo" — Crédito: Nasa.


Ilustração mostra a galáxia recém-descoberta, z8_GND_5296
11. A galáxia z8_GND_5296, considerada a mais distante já fotografada pelo Hubble — Crédito: Divulgação/V. Tilvi, S.L. Finkelstein, C. Papovich, and the Hubble Heritage Team.


25 anos do Telescópio Espacial Hubble: O Quinteto de Stephan, cinco galáxias localizadas na Constelação de Pegasus
12. Galáxias do Quinteto de Stephan, cinco galáxias localizadas na Constelação de Pegasus. Quatro delas estão tão próximas que deverão se fundir no futuro — Crédito: Nasa.


25 anos do Telescópio Espacial Hubble: O sistema de Eta Carinae, duas estrelas que estão perto do final de suas vidas
13. O sistema de Eta Carinae, duas estrelas que estão perto do final de suas vidas. Os astrônomos acreditam que elas explodirão em uma supernova no futuro. O brilho será tão intenso que poderá ser visto a olho nu — Crédito: Nasa.


 25 anos do Telescópio Espacial Hubble: A Nebulosa Borboleta, na Constelação de Escorpião
14. A Nebulosa Borboleta, na Constelação de Escorpião. No centro, uma estrela anã que está "morrendo" lança gases e poeira cósmica no espaço — Crédito: Nasa.


25 anos do Telescópio Espacial Hubble: O aglomerado de estrelas na nebulosa NGC 6357
15. O aglomerado de estrelas na nebulosa NGC 6357. Em azul, a estrela Pismis 24-1, a estrela mais massiva já fotografada — Crédito: Nasa.


Galáxia espiral NGC 4217, a 60 milhões de anos luz de distância da Terra 
16. Galáxia espiral NGC 4217, a 60 milhões de anos luz de distância da Terra — Crédito: Nasa.


25 anos do Telescópio Espacial Hubble: A Nebulosa Olho de Gato, na Constelação de Dragão
17. A Nebulosa Olho de Gato, na Constelação de Dragão, é considerada uma das nebulosas mais complexas já identificadas — Crédito: Nasa.


25 anos do Telescópio Espacial Hubble: O planeta Júpiter 
18. O planeta Júpiter. À direita, é possível ver a Grande Mancha Vermelha, uma tempestade gigantesca na atmosfera do planeta — Crédito: Nasa.


25 anos do Telescópio Espacial Hubble: O planeta Saturno. No centro, em branco, o Hubble fotografou uma tempestade na atmosfera do planeta
19. O planeta Saturno. No centro, em branco, o Hubble fotografou uma tempestade na atmosfera do planeta — Crédito: Nasa.


25 anos do Telescópio Espacial Hubble: Imagem do cometa ISON após ele passar perto do Sol 
20. Imagem do cometa ISON após ele passar perto do Sol, em 2013. Cientistas acreditavam que o cometa se desintegraria, mas o Hubble mostrou que isso não aconteceu — Crédito: Nasa.


25 anos do Telescópio Espacial Hubble: O aglomerado de galáxias SDSS J1038+4849. O efeito de lente gravitacional faz com que o aglomerado se pareça com um rosto sorrindo
21. O aglomerado de galáxias SDSS J1038+4849. O efeito de lente gravitacional faz com que o aglomerado se pareça com um rosto sorrindo — Crédito: Nasa.


25 anos do Telescópio Espacial Hubble: Os restos de Cassiopeia A, uma supernova na Via Láctea que explodiu há cerca de 300 anos 
22. Os restos de Cassiopeia A, uma supernova na Via Láctea que explodiu há cerca de 300 anos. É a mais recente explosão de uma supernova identificada por astrônomos — Crédito: Nasa.


Imagem feita pelo telescópio Hubble mostra vista mais colorida do Universo já feita
23. Imagem do Hubble divulgada no ano passado foi considerada a foto mais colorida do Universo já feita — Crédito: Nasa.


25 anos do Telescópio Espacial Hubble: O centro do aglomerado Messier 22
24. O centro do aglomerado Messier 22. Uma região densa de estrelas, ela é considerada como uma relíquia do início do universo, já que foi datada de mais de 12 bilhões de anos. O universo tem 13,8 bilhões de anos — Crédito: Nasa.

25 anos do Telescópio Espacial Hubble: A estrela HD 140283, a 190 anos luz de distância, na Via Láctea
25. A estrela HD 140283, a 190 anos luz de distância, na Via Láctea. Apelidada de "Estrela Matusalém", ela é um mistério para os cientistas, porque foi datada como sendo mais velha do que o Universo — Crédito: Nasa.

O artigo original do site da Revista ÉÓCA poderá ser visto por meio desse link aqui:


OUTROS ARTIGOS QUE FALAM DA CRIAÇÃO DE DEUS














































Que Deus Abençoe a todos. 

Alexandros Meimaridis 

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Desde já agradecemos a todos.