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domingo, 7 de agosto de 2016

ESTUDO DA VIDA DE JESUS – PARTE 1 – ESTUDO 018 A



Essa é uma série cujo propósito é estudar, com profundidade, a vida do Senhor Jesus como apresentada nos quatro Evangelhos. No final de cada estudo você irá encontrar links para outros estudos. A Série tem o título Geral de: Jesus Confronta a Religião, a Sociedade e a Cultura.

Lição 018A — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 15A

d. O Louvor de Zacarias – Lucas 1:67—79 — Continuação.

x. Graças à entranhável misericórdia de nosso Deus, pela qual nos visitará o sol nascente das alturas – verso 78 - continuação.

Em segundo lugar, o profeta, na sua profunda dor e aflição, ainda pode experimentar a ternura da compaixão divina e a verdade da promessa de Deus. É certo que em outros momentos ele se queixou do fato de Deus não ter demonstrado piedade – ver Lamentações 2:17 e 21. Mas agora ele se corrige e reconhece:

1. Que as misericórdias do Senhor não falham por causa da fidelidade de Deus. Mesmo em tempos difíceis quando parece que Deus bloqueou Suas misericórdias, elas continuam, de fato, fluindo. Os rios das misericórdias de Deus correm cheios e transbordantes e nunca estão secos. Caso o suprimento do dia anterior alcance um nível baixo, o profeta tem certeza que as misericórdias do Senhor serão completamente renovadas pela manhã. A cada manhã um novo, completo e suficiente suprimento estará disponível. No meio das suas aflições Jó disse que Deus visita os filhos dos homens a cada manhã

Jó 7:17—18

17 Que é o homem, para que tanto o estimes, e ponhas nele o teu cuidado,

18 e cada manhã o visites, e cada momento o ponhas à prova?

O profeta Sofonias reconhece que Deus traz à luz Seu juízo manhã após manhã:

Sofonias 3:5

O SENHOR é justo, no meio dela; ele não comete iniquidade; manhã após manhã, traz ele o seu juízo à luz; não falha; mas o iníquo não conhece a vergonha.

Quando as coisas nas quais confiamos nos são tiradas o Senhor permanece constante manhã após manhã.
2. Que a fidelidade do Senhor é grande. Mesmo quando parece que o Senhor quebrou Sua aliança conosco ela está em plena força. Mesmo que Jerusalém esteja em ruínas, a verdade do Senhor dura para sempre. Não importa que tipo de dores e problemas nós tenhamos que enfrentar, nós não podemos nestes momentos entreter, nem por um segundo, pensamentos errados acerca de Deus e sim manter firme nossa posição de que Ele é compassivo e fiel:

Lamentações 3:23

22 As misericórdias do SENHOR são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim;

23 renovam-se cada manhã. Grande é a tua fidelidade.

Salmos 90:3

Tu reduzes o homem ao pó e dizes: Tornai, filhos dos homens.

3. Em terceiro lugar o profeta se lembra que Deus é e sempre será a alegria toda-suficiente do Seu povo. Isto ocorre porque o povo de Deus O tem escolhido e depende — espera — que Deus seja exatamente isto:

Lamentações 3:24

A minha porção é o SENHOR, diz a minha alma; portanto, esperarei nele.

Assim temos que: quando nossa alma diz: “A minha porção é o SENHOR”, nós estamos afirmando:

Que “quando eu tiver perdido todas as coisas que tenho neste mundo, inclusive minha liberdade, meu sustento e quase a própria vida ainda assim eu não perdi meu interesse em Deus”. Porções na terra são todas perecíveis, mas o Senhor é porção por toda a eternidade. Não podemos desprezar o fato de que até mesmo igrejas e pastores são muitas vezes responsáveis por grandes perdas em nossas vidas, mas a nossa porção mesmo nestas horas deve continuar a ser o Senhor pelo simples fato de que nós mesmos somos a porção do Senhor:

Jeremias 12:10

Muitos pastores destruíram a minha vinha e pisaram o meu quinhão; a porção que era o meu prazer, tornaram-na em deserto.


Que enquanto eu tenho interesse em Deus eu tenho tudo o que eu preciso. Quando Deus é minha porção eu tenho aquilo que é suficiente para contrabalançar todas as minhas aflições e compensação por todas as minhas perdas. Deus, como nossa porção, não pode jamais ser tirado de nós.

Que isto é em que eu dependo e descanso satisfeito. Portanto “esperarei nele”. Vou me lançar sobre Ele completamente, e vou me encorajar em Deus quando todos os outros apoios que me sustentavam desabarem. Note bem: é nossa obrigação fazer do Senhor a porção das nossas almas e recebê-lo como Consolador no meio das nossas lamentações.

4. Em quarto lugar o profeta nos lembra que todos aqueles que se relacionam com Deus descobrirão que a confiança depositada nEle não é em vão. Isto se evidencia por:

Deus é bom para os que confiam n’Ele —

Lamentações 3:25

Bom é o SENHOR para os que esperam por ele, para a alma que o busca.

Deus é bom para todos. Suas tenras misericórdias são derramadas sobre toda Sua criação; todas as Suas criaturas podem experimentar da Sua bondade. Mas Deus é bondoso de uma maneira toda especial para aqueles que esperam n’Ele, para a alma que o busca —

Salmos 118:8

Melhor é buscar refúgio no SENHOR do que confiar no homem.

Jeremias 29:13

Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração.

Todas as vezes que as dificuldades se prolongarem ou que o livramento parecer demorado devemos esperar pacientemente pelo Senhor e Suas misericórdias —

Salmo 40:1

Esperei confiantemente pelo SENHOR; ele se inclinou para mim e me ouviu quando clamei por socorro.

Enquanto aguardamos pelo Senhor em fé, nós precisamos buscá-lo em oração. Nossas almas precisam buscar o Senhor com intensidade.  Esta busca, em oração, irá nos ajudar na nossa espera. E Deus tem prometido ser todo gracioso para aqueles que O buscam e O aguardam dessa maneira. É a estes que Deus irá revelar sua maravilhosa bondade.

Todos aqueles que esperam no Senhor descobrirão que isto é algo bom —

Lamentações 3:26

Bom é aguardar a salvação do SENHOR, e isso, em silêncio.

Aguardar a salvação do Senhor é bom — de fato esta é nossa responsabilidade e será nosso conforto e satisfação indescritíveis. Aguardar a salvação do Senhor em silêncio quer dizer que devemos aguardar pelo Senhor mesmo quando pareça que ele está demorando e que as dificuldades parecem insuperáveis. Enquanto esperamos em tais situações, não devemos murmurar nem nos sentir transtornados e sim nos submeter em silêncio aos desígnios divinos. Se nos lembrarmos das palavras do Senhor Jesus quando disse: “seja feita a Tua vontade”, nós podemos ter esperança de que tudo irá terminar exatamente como Deus deseja e este final é sempre o melhor para nós.

Continua

Outros estudos acerca da vida de Jesus podem ser encontrados nos links abaixo:

001 — Estudos Na Vida de Jesus — Porque Jesus Veio a Este Mundo

002 — Estudos na Vida de Jesus — O Registro Escrito Acerca de Jesus — Parte 001

003 — Estudos na Vida de Jesus — O Registro Escrito Acerca de Jesus — Parte 002.

004 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões —

005 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 2.

006 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 3.

007 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 4.

008 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 5.

009 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 6.

010 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 7.

011 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 8.

012 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 9.

013 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 10.

014 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 11.

015 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 12

016 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 13

017 A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14A

017 B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14B

017 C — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14C

017 D — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14D

018 A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 15A

018 B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 15B

019A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 16A

019B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 16B

020 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 17

021 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 18

022 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 19

023 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 20

024 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 21

025 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 22

026 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 23
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/04/estudo-da-vida-de-jesus-parte-1-estudo.html


OUTROS ESTUDOS ACERCA DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 PODEM SER ENCONTRADOS NOS LINKS ABAIXO:

001 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 027 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 001 — A PLENITUDE DO TEMPO

002 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 028 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 002 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE LUCAS — LUCAS 1:1—4

003 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 029 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 003 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18.

004 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 030 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 004 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 002

005 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 031 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 005 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 003

006 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 032 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 006 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 004

007A — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 033A — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 007A — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 005A — A DIVINDADE DE JESUS E A IGREJADE JESUS CRISTO DOS SANTOS DOS ÚLTIMOS DIAS OU IGREJA DOS MÓRMONS.

007B — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 033B — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 007B — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 005B — A DIVINDADE DE JESUS E AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ

007C — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 033C — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 007C — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 005C — A DIVINDADE DE JESUS E OS ADVENTISTAS DO SÉTIMO DIA

007D — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 033D — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 007D — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 005D — A DIVINDADE DE JESUS E  IGREJA CATÓLICA APÓSTÓLICA ROMANA — PARTE 001

007E — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 002 — ESTUDO 033E — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 007E — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 007E — A DIVINDADE DE JESUS E  IGREJA CATÓLICA APÓSTÓLICA ROMANA — PARTE 002

008 — Estudos na Vida de Jesus — PARTE 002 — ESTUDO 034 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 008 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 008 — A DIVINDADE DE JESUS COMO APRESENTADA PELO EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 001

009 — Estudos da Vida de Jesus – PARTE 2 – ESTUDO 035 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 009 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 009 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 002

010 — Estudos da Vida de Jesus – PARTE 2 – ESTUDO 036 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 010 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 010 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 003

011 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 037 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 011 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 011 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 004

012 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 038 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 012 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 012 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 005

013 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 039 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 013 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 013 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 006

014 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 040 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 014 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 014 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 007

015 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 041 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 015 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 015 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 008

016 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 042 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 016 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 016 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 009

017 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 043 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 017 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 017 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 010

018 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 044 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 018 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 018 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 011

019 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 045 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 019 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 019 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 012

020 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 046 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 020 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 020 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 013

021 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 047 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 021 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 021 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 014
Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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sexta-feira, 6 de maio de 2016

SERMÃO PARA O DIA DAS MÃES 2016 - ANA: A MULHER QUE QUERIA SER MÃE




TEXTO BASE: 1 Samuel 1:9—18
Introdução

A. A história que temos diante de nós em 1 Samuel 1, envolve quatro personagens: Elcana, Penina, Ana e o sumo sacerdote Eli.

B. Elcana era casado com Penina e Ana. Apesar de não refletir a perfeita vontade de Deus, a poligamia foi tolerada durante séculos em Israel, como parte da cultura prevalecente em toda região do Oriente Médio.

C. Duas ou mais mulheres de forma concomitante ou duas ou mais mulheres por motivo de divórcio é dor de cabeça na certa para qualquer esposo e Elcana experimentou isso na pele.

D. Pela descrição que temos em 1 Samuel 1 não é difícil perceber que a família desfrutava de relativo conforto material e que também eram dedicados a Deus dentro das limitações que todos nós temos — 1 Samuel 1:1—3.

E. Mas, como todos nós sabemos, prosperidade material não é sinônimo de paz e tranquilidade. A verdade é que havia um enorme mal estar e muita tensão no seio da família provocado pela esposa chamada Penina. Vejamos —

F. Penina era uma mulher que havia sido agraciada com o dom de gerar filhos, de ser mãe — ela tinha filhos e filhas — 1 Samuel 1:4. Enquanto Ana era estéril e não tinha filhos. Naqueles dias, culturalmente falando, a esterilidade era vista como um sinal do desagrado de Deus sobre a mulher estéril.

G. Penina então, mesmo tendo filhos, tinha muitos ciúmes de Ana e a atormentava pelo fato dela não ter filhos. E também porque era evidente que Elcana gostava mais de Ana do que dela — ver 1 Samuel 1:5—7 Mas que encrenca!

H. Elcana não entendia a tristeza de Ana — como a maioria dos esposos não é capaz de entender suas próprias mulheres. Sua reação registrada em 1 Samuel 1:8 é a prova mais patética de quão longe ele se encontrava de entender a dor, a solidão e o sofrimento experimentado por Ana.

I. Nessa mensagem nós queremos ver e aprender algumas lições que Deus nos ensina por meio da vida de Ana.

ANA: A MULHER QUE QUERIA SER MÃE E A PRÁTICA DA ORAÇÃO

Da oração feita por Ana — 1 Samuel 1:9—18 — nos podemos colher as seguintes verdades —

I. A Oração de Ana Nasceu de Sua Profunda Tristeza e Angústia

A. Como mencionamos acima, Elcana, o marido de Ana não conseguia entendê-la. Ana sentia-se sozinha e profundamente entristecida pelo fato de ser considerada uma pária na sociedade — a impossibilidade de engravidar era vista com desfavor da parte de Deus. É esse contexto que conduz Ana a buscar o Senhor. Nada mais apropriado porque Deus —

Salmos 46:1

Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações.

B. A condição emocional experimentada por Ana está claramente descrita em 1 Samuel 1:10. Note as expressões: amargura de alma e chorou abundantemente.

C. E a oração é o melhor remédio nessas horas. A tristeza e a solidão que experimentamos muitas vezes devem ser bem-vindas quando nos levam a buscar nosso Deus com uma intensidade maior. Devemos sempre nos lembrar das seguintes palavras —

Romanos 8:28

Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.

D. Ana foi acusada pelo sumo sacerdote Eli de estar embriagada. Mas ela reagiu a essa falsa acusação — ver 1 Samuel 1:12—15.

II. A Oração de Ana Não Foi Audível

A. A oração de Ana, curiosamente, é o primeiro registro na Bíblia de uma oração não verbalizada. Nós podemos ler acerca disso em 1 Samuel 1:13.

B. A oração silenciosa acontece quando elevamos nossos pensamentos diretamente ao Deus Criador e Todo-Poderoso. Essa prática é algo realmente notável. Quando lançamos mão da oração silenciosa nós abrimos um novo universo de possibilidades.

C. Nossas orações silenciosas podem ser breves — preferencialmente — ou longas. No salmo 119 temos dezenas de orações breves que são expressas por meio duma única frase.

D. Falaremos mais acerca da oração silenciosa na conclusão.

III. A Oração de Ana Foi uma Manifestação da Verdadeira Fé

A. Note que Ana dirige sua oração ao SENHOR dos Exércitos — 1 Samuel 1:11. Ela se dirige ao ETERNO dos Exércitos. Ao se dirigir ao SENHOR dos Exércitos, Ana demonstra possuir o seguinte entendimento acerca daquele a quem dirige sua oração:

1. Ela reconhece que Ele é um Deus vivo, supremo em poder, bondade e fidelidade. Sendo assim, Ana crê que Deus é capaz de ouvir sua oração, mesmo que tal oração não esteja sendo proferida verbalmente, mas produzida apenas em sua mente e alma.

2. Ana confiava nas palavras de Deus, quando Ele diz, por exemplo, o seguinte —

Êxodo 6:7

Tomar-vos-ei por meu povo e serei vosso Deus; e sabereis que eu sou o SENHOR, vosso Deus, que vos tiro de debaixo das cargas do Egito.

B. Quantas promessas existem na palavra de Deus que estão esperando para serem descobertas e reivindicadas. Mães dediquem tempo à leitura da Bíblia. Descubram as promessas de Deus. Reivindiquem as mesmas para suas vidas e sobre a vida dos seus. Que Deus vos incentive e abençoe nessa busca.  

IV. A Oração de Ana foi Coroada com Uma Bênção Surpreendente

A. Depois de ser confrontada por Eli, que julgou Ana de forma temerária — ver item A acima, Ana recebe uma afirmação da parte de Eli que lhe garante que sua oração foi ouvida — ver 1 Samuel 1:17.

B. Depois de receber uma resposta da parte de Deus, por meio do sumo sacerdote Eli, Ana mudou seu comportamento e passou a descansar por completo na graça de Deus — ver 1 Samuel 1:18.

Conclusão. 
A. A oração silenciosa é, como dissemos maravilhosa. Aqui devemos enumerar algumas de suas qualidades: 
1. Ela é sempre fruto de uma necessidade verdadeira. 
2. Ela é sincera. Nos podemos fingir algo que não estamos sentindo ou até mesmo desejando quando oramos de forma audível. Mas quem seria capaz de fazer uma oração silenciosa de forma hipócrita? 
3. Ela fortalece o coração daquele que ora, porque se assim procede, o faz porque crê que o Senhor realmente ouve nossas orações. Aqui podemos dizer que: NÓS ORAMOS PORQUE DEUS OUVE. 
4. Por fim, a oração silenciosa pode não envolver palavras, mas apenas profundos sentimentos de nossas almas. O próprio Espírito Santo intercede por nós sem o uso de palavras, conforme — 
Romanos 8:26 
Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis. 
B. Portanto, minhas queridas mães: procurem enxergar os momentos lavando e colocando as roupas para secar, os momentos lavando a louça, os momentos arrumando a casa, os momentos em que você estão dirigindo para algum lugar e etc., como oportunidades únicas para se lançarem na bendita prática da oração silenciosa. As coisas que acabei de mencionar não indicam que minha opinião acerca das mulheres é que elas devem ser belas, recatas e do lar. Pelo contrário, eu reconheço que muitas de vocês são, na maioria dos casos, donas de casas, no topo dum trabalho fora de casa. Trabalhando ou não fora de casa, vocês têm todo meu respeito e admiração. Que Deus abençoe vocês e insisto para que usem esse preciosos momentos para se dedicarem à oração silenciosa. 
C. Pais, esposos, jovens e adolescentes: vocês também podem aproveitar muitos momentos em suas vidas para também se dedicarem à oração silenciosa. 
D. Que Deus abençoe cada uma de vocês mães. OBRIGADO POR TUDO QUE VOCÊS SÃO E POR TUDO O QUE REPRESENTAM e FELIZ DIA DAS MÃES. 



Que Deus abençoe a todos. 
Amém. 
Alexandros Meimaridis

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