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segunda-feira, 17 de setembro de 2012

AS BOAS NOVAS DO EVANGELHO




Quando falamos da vinda e da obra de Jesus Cristo como Evangelho ou Boas Novas, isso se deve aos fatos bem estabelecidos na tabela abaixo. Não existe palavra melhor para descrever nossa condição antes de conhecer a Cristo, aquilo tudo que Ele veio fazer a nosso favor e o resultado abençoado que desfrutamos, senão a expressão grega εὐαγγελίου – euaggelíou – Evangelho ou BOAS NOVAS. Seguem os fatos: 

Nossa Velha Posição
Como pessoas perdidas
A Obra de Cristo Realizada Através da Cruz no Calvário
Nossa Nova Posição porque Estamos “Em Cristo!
1. Sob Juízo, condenados sem nenhum substituto -
João 3:36
1. Jesus veio para morrer em nosso lugar como nosso substituto — Isaías 53:4—6
1. A culpa e o castigo por causa do pecado foram completamente Removidos — Isaías 53:5
2. Escravos do Pecado, presos e sem direitos -
João 8:34
2. Cristo nos libertou do cativeiro e da condenação do pecado além de quebrar o poder do pecado de sobre nossas vidas - Romanos 6:4, 12—14
2. Somos remidos ou libertos tanto da condenação quanto do poder do pecado em nossas vidas - Romanos 6:12—14
3. Por causa do pecado estávamos sob a justa e santa ira de Deus –
Romanos 1:18
3. Jesus recebeu em Si mesmo o justo castigo que nosso pecados mereciam e com isso podemos receber completo e definitivo perdão de Deus de todos os nossos pecados -
Hebreus 9:11—12
3. Jesus tornou Deus outra vez propício ou favorável a nós –
Hebreus 2:17
4. Declarados como
pecadores condenados à
morte diante do tribunal divino – Salmos 102:18—20

4. Fomos revestidos da justiça do próprio Cristo o que nos permitiu
satisfazer a justiça de Deus por completo – Romanos 3:24; 5:1
4. Somos declarados justos diante de Deus através de uma declaração judicial –
Tito 3:4—7
5. Éramos inimigos de Deus – Romanos 5:10
5. Cristo derrubou as paredes e nos reconciliou completamente com Deus – Romanos 5:10 Efésios 2:14—22
5. Estamos plenamente em paz e reconciliados com Deus - Romanos 5:1
6. Estávamos  condenados sob a Lei de Deus como transgressores da mesma –
Tiago 2:10
6. Cristo nos livrou da maldição da Lei tornando-se Ele próprio maldito em nosso lugar – Gálatas 3:13
6. Somos livres de qualquer sentença de condenação que possa ter como base a Lei de Deus – Romanos 8:1
7. Estávamos espiritual e eternamente mortos e sem nenhuma esperança – Efésios 2:1—3
7.Jesus nos deu vida através do novo nascimento efetuado pelo
Espírito Santo em nossas vidas, o Qual também vem habitar em nós
- João 14:25—27
7. Somos ungidos e selados com o Espírito Santo o qual também nós é concedido como penhor ou garantia –
2 Coríntios 1:21—22
8. Éramos escravos da nossa velha e caída natureza pecaminosa –
Tito 3:3
8. Jesus, ao ressuscitar, quebrou todo o poder que nos mantinha escravos do pecado –
Gálatas 5:1
8. Libertos do poder do
Pecado podemos viver
completamente para Deus – Gálatas 5:13
 9. Éramos estrangeiros e
completamente alienados
de Deus e Sua família –
Efésios 2:12
9. Através de Cristo foi possível para Deus nos adotar com filhos em sua família – Efésios 1:5
9. Somos filhos de Deus,
e temos todos os direitos como verdadeiros herdeiros – Romanos 8:17
10. Não tínhamos como
conseguir o perdão divino — Isaías 59:2
10. Jesus supriu os elementos necessários para o perdão ou remissão eterna dos nossos pecados – Efésios 1:7
10. Somos perdoados no dia a dia, todas as vezes que confessamos nossos pecados – 1 João 1:9
11. Em total sujeição ao
pecado, à morte e ao
Diabo – João 8:44
11. Cristo derrotou o pecado e Satanás. Ele também venceu a morte que continua a ser nossa
última inimiga a ser vencida Colossenses 2:15; 1 Pedro 2:21—22; 1 Coríntios 15:26
11. Estamos libertos do poder de Satanás e do medo da morte –
Hebreus 2:14—15
12. Não tínhamos
nenhuma esperança
futura e estávamos apenas aguardando a morte, a condenação e o inferno – Mateus 15:14
12. Jesus é o primogênito:
A. Na ressurreição dos mortos B. Na ascensão ao céu C. Na recepção de um corpo glorificado e na glorificação definitiva - 1 Coríntios 15:20; Atos 1:11; Romanos 6:9
12. Jesus nos prometeu:
A. Voltar para nos buscar
B. Nos ressuscitar
C. Nos dar um corpo
glorificado com o qual
poderemos viver para sempre no céu, junto com Ele — João 14:3; 1 Tessalonicenses 4:16; 1 Coríntios 15:40—44[1]

Essas são verdadeiramente “Boas Novas” para todos os seres humanos e devemos ouvir o que Paulo disse a Timóteo, quando escreveu: 2 Timóteo 4:1—5 –

1 Conjuro-te, perante Deus e Cristo Jesus, que há de julgar vivos e mortos, pela sua manifestação e pelo seu reino:

2 prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina.

3 Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos;

4 e se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se às fábulas.

5  Tu, porém, sê sóbrio em todas as coisas, suporta as aflições, faze o trabalho de um evangelista, cumpre cabalmente o teu ministério.

Portanto, meus irmãos e irmãs, não percamos nenhuma oportunidade que se nos apresente para anunciarmos as Boas Novas aos perdidos mesmo que não pareçam interessados.

Que Deus abençoe a todos.

Irmão Alex

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no Facebook através do seguinte link:


Desde já agradecemos a todos.




[1] O Material contido na tabela acima foi adaptado no todo pelos autores da seguinte obra: Ferreira, Franklin; Myatt Alan. Teologia Sistemática – uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual. Edições Vida Nova, São Paulo, 2008. O material usado pelos autores acima foi copiado de Horrel, J. Scott, O Que Cristo Fez Por Nós na Cruz”. In: Revista Unijovem, Ano 13, n.55, p. 32 e foi usado com permissão. Todas as referências foram supridas pelo autor do blog e a tabela com as referências tem seus diretos reservados pelo autor, podendo ser usada com a permissão de todos os autores.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

AS BOAS NOVAS DA SALVAÇÃO


Resultado de imagem para boas novas da salvação

Texto: Isaías 53:1—6

1 Quem creu em nossa pregação? E a quem foi revelado o braço do SENHOR?

2 Porque foi subindo como renovo perante ele e como raiz de uma terra seca; não tinha aparência nem formosura; olhamo-lo, mas nenhuma beleza havia que nos agradasse.

3 Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e, como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso.

4 Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido.

5 Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.

6 Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo caminho, mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos.

Introdução:

  • O Profeta Isaías e Suas Visões:
Ø  Isaías viveu e profetizou entre os anos de 740 a.C. e 680 a.C. = 60 anos!

Ø  Foi profeta durante os reinos de Uzias, Jotão, Acaz e Ezequias.

Ø  O significado do nome יְשַׁעְיָה  - Y’sha`yah - Isaías é: “O Eterno Salvou”.

Ø  Suas palavras compõem o Livro do Profeta Isaías e ele é chamado de o “Príncipe dos Profetas”.

Ø  Isaías teve o raro privilégio de ver o SENHOR no Seu templo – Isaías 6.

Ø  Isaías teve também o privilégio de ver a forma como Deus iria executar o plano de salvação, não só da nação de Israel, mas de todos os seres humanos caídos.

  • O Plano de Salvação elaborado por Deus é muito diferente, é exclusivo, quando comparado com todas as invencionices dos homens.
  • Existem catalogados mais de 400.000 formas de religiões, cultos, seitas etc., na história da humanidade. Todas as religiões são, como o próprio nome diz, uma tentativa de “religar” o ser humano ao Deus Criador.
  • Mas o Plano de Deus não tem nada a ver com as tentativas humanas. O plano de Deus é único, exclusivo e, porque não, brilhante!

I. 1 Quem creu em nossa pregação? E a quem foi revelado o braço do SENHOR?

  • O Plano de Deus é tão diferente daquilo que os homens podem inventar que a primeira atitude ao ouvirmos falar do mesmo é incredulidade. Quem poderia imaginar que a salvação proposta pelo próprio Deus mesmo seria nestes termos?
  • A expressão “braço do SENHOR” nos faz lembrar da libertação do povo de Israel do Egito.
Êxodo 6:6 — Portanto, dize aos filhos de Israel: eu sou o SENHOR, e vos tirarei de debaixo das cargas do Egito, e vos livrarei da sua servidão, e vos resgatarei com braço estendido e com grandes manifestações de julgamento.

Agora, pois, pergunta aos tempos passados, que te precederam, desde o dia em que Deus criou o homem sobre a terra, desde uma extremidade do céu até à outra, se sucedeu jamais coisa tamanha como esta ou se ouviu coisa como esta; ou se algum povo ouviu falar a voz de algum deus do meio do fogo, como tu a ouviste, ficando vivo; ou se um deus intentou ir tomar para si um povo do meio de outro povo, com provas, e com sinais, e com milagres, e com peleja, e com mão poderosa, e com braço estendido, e com grandes espantos, segundo tudo quanto o SENHOR, vosso Deus, vos fez no Egito, aos vossos olhos - Deuteronômio 4:32—34.

  • Como foi nos dias do Êxodo assim também será a grande salvação do SENHOR. Só que nos dias do Êxodo Deus agiu através de prepostos — Moisés e Anjos — enquanto que para executar a grande salvação, Deus irá agir pessoalmente. E a ação de Deus será através do Seu Servo, mas nós só poderemos saber estas verdades por meio da Revelação Divina – ver Isaías 52:13—15.

II. 2 Porque foi subindo como renovo perante ele e como raiz de uma terra seca; não tinha aparência nem formosura; olhamo-lo, mas nenhuma beleza havia que nos agradasse.

A. O Plano começa a ser executado:
  • O Servo do Senhor entra em cena de modo totalmente inesperado! É descrito como “renovo” e “como raiz de uma terra seca”. Ou seja, como algo tenro e muito, muito frágil.
  • O que poderia ser mais tenro e mais frágil do que uma criança? Um bebe recém-nascido? De fato Herodes até tentou dar fim à vida do Senhor Jesus antes que tivesse dois anos de idade!
  • O Rei da Glória se despiu de todo seu esplendor e veio a este mundo de modo simples e humilde. Nasceu em uma caverna, em uma estrebaria sem glória, sem esplendor no meio aos animais que estavam ali recolhidos para passar a noite! É a estas verdades que Isaías se refere pela expressão “não tinha aparência nem formosura”. Ou seja, não havia nada de Realeza n’Ele! Todos sabiam suas origens, pois chamavam-no de “Nazareno” e “Filho de José, o carpinteiro”. Mas o apóstolo Paulo diz: “pois conheceis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, se fez pobre por amor de vós, para que, pela sua pobreza, vos tornásseis ricos - 2 Coríntios 8:9”.

  • Isaías conclui dizendo: olhamo-lo, mas nenhuma beleza havia que nos agradasse. Porque tal desprezo? Seguem alguns motivos:
Ø  Sua aparente origem humana.

Ø  Como um mero homem poderia ser o “braço do Senhor”?

Ø  Não havia nada na pessoa do Servo que o distinguisse ou o fizesse especial! Ele era exatamente como nós somos: 100% humano.

  • Assim sendo, parecendo apenas um homem entre homens, sem beleza excepcional, sem formosura de destaque, não era fácil ser aceito como o Salvador de Deus.

III. 3 Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e, como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso.

B. Isaías elabora mais acerca do Plano e do Servo do Senhor:

  • O servo do Senhor foi desprezado e rejeitado. De fato Isaías o chama de “Homem de Dores que sabe o que é padecer”. A vida inteira do Servo de Deus foi cheia de agravos que envolveram não só sofrimento físico como também espiritual. Imagine alguém 100% puro, Santo mesmo na acepção mais fiel da palavra ter que conviver com pessoas corrompidas pelo pecado.
  • Isaías continua: e, como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso. De fato o Senhor Jesus teve de enfrentar ferrenha oposição dos pecadores. Foi chamado de “endemonhinhado”, de “maluco” e de pertencer ao próprio Satanás. Seus verdadeiros seguidores, no final do Seu ministério terreno não passavam de um pequeno e assustado grupo de pessoas. As multidões queriam apenas a parte que lhes interessava: saúde restaurada e barriga cheia. Olhe ao seu redor e responda, honestamente, se alguma coisa mudou de lá prá cá?

IV. 4 Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido.

C. O plano de Salvação executado:

1. A ação do Servo do Senhor:

  • O Servo é caracterizado como enfermo e sofredor, mas esta condição não era própria d’Ele, pois Isaías diz: Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si. Aqui é introduzido o aspecto vicário – em substituição ou no lugar de – do sacrifício de Cristo – ver também Isaías 53:10!
  • Os judeus consideravam que as enfermidades e o sofrimento eram conseqüências do pecado. Por este motivo olharam para o Servo do Senhor como alguém aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas o apóstolo Pedro nos diz que:
Porquanto para isto mesmo fostes chamados, pois que também Cristo sofreu em vosso lugar, deixando-vos exemplo para seguirdes os seus passos, o qual não cometeu pecado, nem dolo algum se achou em sua boca; pois ele, quando ultrajado, não revidava com ultraje; quando maltratado, não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga retamente, carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça; por suas chagas, fostes sarados – 1 Pedro 2:21—24.

V. 5 Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.

  • Este é o coração das boas novas! Quem seria capaz de imaginar tal coisa? Deus mesmo, na pessoa do Seu Servo, o Senhor Jesus Cristo, iria assumir o nosso lugar - como nosso substituto – levando nossas transgressões e nossas iniqüidades e recebendo em Si mesmo o justo castigo que elas merecem.
  • Nossas transgressões e iniqüidades dizem respeito a nossos pecados diante de um Deus absolutamente santo, que mede não somente nossos atos em si, mas é capaz de avaliar e nos julgar pelas nossas intenções também.
  • Vivemos em dias de absoluta dissolução! Não entendemos ou não queremos entender as graves implicações dos pecados que cometemos. O pecado não é algo à toa. Uma bobagem. Pecado é algo muito grave e sério porque agride, ofende e ultraja a um Deus que é Santo e ETERNO. Por que Deus é eterno a extensão da ofensa causada a Deus pelos nossos pecados é também eterna. E os pecadores para serem devidamente punidos por seus pecados precisam também ser punidos eternamente!
  • É porque o pecado afeta a nós pecadores deste jeito é que é necessário que Deus mesmo se torne nosso Salvador, pois somos incapazes de nos salvar a nós mesmos por mais que nos esforcemos. Um só pecado é suficiente para nos banir da presença de Deus por toda a eternidade.
  • Para resolver esse problema Deus providenciou, através de Jesus, uma redenção ou libertação da condenação do pecado que também se estende por toda a eternidade - Hebreus 9:12  não por meio de sangue de bodes e de bezerros, mas pelo seu próprio sangue, entrou no Santo dos Santos, uma vez por todas, tendo obtido eterna redenção.
  • Para resolver nosso dilema Deus mesmo intervém:
Ø  Deus envia Seu Servo, o Senhor Jesus.

Ø  Deus pega todos os nossos pecados, todas as nossas transgressões, todas as nossas iniqüidades, tudo o que pensamos, falamos e fazemos ou deixamos de fazer, e que ofende a Deus, e os coloca sobre o Senhor Jesus.

Ø  Jesus então, levando nossos pecados, recebe em Si Mesmo, o justo castigo que nossos pecados merecem. Recebe todo o impacto da ira de Deus! Por este motivo Ele pediu ao Pai que, se fosse possível, que o Pai o poupasse daquela hora! Por este motivo também o Pai abandonou completamente Seu Filho na Cruz, o que O levou a clamar “Deus meu, Deus meu porque me abandonastes?”

Ø  Jesus foi abandonado para que pudesse sofrer todas as conseqüências da condenação eterna do pecado.

Ø  O resultado do sacrifício de Jesus em nosso lugar nos permite ser perdoados por Deus! Perdoados livremente! Perdoados graciosamente!

Ø  Uma vez perdoados nos podemos gozar paz com Deus - o castigo que nos traz a paz estava sobre ele.

VI. 6 Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo caminho, mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos.

Esse verso nos apresenta o motivo principal porque o Servo do Senhor precisava vir ao nosso socorro.

  • Nós somos como ovelhas. Estamos todos desgarrados do verdadeiro pastor que é o Senhor.
  • Alguns estão desgarrados porque optaram voluntariamente por este caminho! Não querem saber de Deus!
  • Outros, mesmo tendo interesse em Deus, também estão desgarrados porque aqueles que têm a responsabilidade de cuidar deles, aqueles que se intitulam intermediários entre Deus e os homens e que atendem por pomposos títulos, estão realmente impedindo as pessoas de ouvir as boas novas e de aproximarem de Deus, de terem seus pecados perdoados e de poderem viver em paz com Deus! – Jeremias 50:6 — O meu povo tem sido ovelhas perdidas; seus pastores as fizeram errar e as deixaram desviar para os montes; do monte passaram ao outeiro, esqueceram-se do seu redil.
Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.