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sexta-feira, 3 de julho de 2015

ESTUDO PARA CASAIS - ESTUDO 031 - A INCOMPATIBILIDADE NO CASAMENTO — PARTE 5 - O QUE FAZER QUANDO UM ADULTÉRIO ACONTECE?


Estes estudos são parte de uma série de palestras que estamos ministrando nas reuniões de casais da nossa igreja. Os estudos anteriores podem ser encontrados nos links mais abaixo:

A INCOMPATIBILIDADE NO CASAMENTO — PARTE 5

1. Hoje queremos continuar com nosso estudo sobre “A INCOMPATIBILIDADE DO CASAMENTO”, com ênfase especial na questão envolvendo o adultério.

2. Aconteceu. E agora? Para muitas pessoas o adultério praticado por um dos cônjuges representa o fim do relacionamento. Mas, será que é necessário chegar a esse ponto? Afinal de contas o relacionamento com um terceiro(a) pode ser apenas uma aventura sem sentimentos sérios ou profundos atrelados. O verdadeiro interesse da pessoa continua com o cônjuge.   

3. Diante disso é importante conversar para ver se a parte ofensora tem realmente interesse e vontade de abandonar, de uma vez, o outro relacionamento e se empenhar em tentar fazer sobreviver o relacionamento com o cônjuge. Isso pode e muitas vezes é algo bastante doloroso, para aquele que ofendeu. Se houver muita resistência da parte ofendida em buscar uma reconciliação, a parte ofendida irá desejar se preservar do sofrimento e poderá preferir não ficar nem com o cônjuge nem com a terceira parte, mas partir para algo completamente novo, tentando com isso se esquecer do passado.  

4. Esses motivos devem ser suficientes para chamar a atenção do casal enfrentando essa difícil situação para que não tornem as coisas mais difíceis do que as mesmas já estão. Buscar soluções é o caminho certo. Complicar a situação é o caminho errado.  

5. Censuras, importunações, conselhos, lágrimas, recriminações e ameaças — tudo isso não ajuda em nada a situação. Sermões e ameaças fazem apenas aumentar a culpa e o sofrimento do ofensor, enquanto aumenta a amargura da parte ofendida. O casal precisa se voltar para Deus, o ofensor confessar seu pecado a Deus e ao cônjuge e os dois aceitarem o fato de que Deus, que os uniu, continua amando os dois e desejando vê-los realizados. Quando essa compreensão é alcançada e o casal decide prosseguir com fé, então uma boa parte do grave problema está resolvida.     

6. O ofensor deve procurar ajuda para tentar entender qual foi a motivação emocional que o conduziu para um desvio tão grave. O que estava buscando? Existem mulheres que buscam encontrar o conforto de um pai nos braços de outro homem mais velho. Por outro lado existem homens mais velhos que procuram reencontrar a própria juventude se envolvendo com mulheres mais jovens. É óbvio que nos dois casos, alcançar tais objetivos é impossível.

7. Tais dependências psicológicas possuem raízes profundas na alma das pessoas e, por esse motivo, precisam ser tratadas de acordo. Se não houver real interesse em tratar essas questões do modo pastoral ou com um profissional da área que também seja cristão, então o divórcio torna-se a única opção viável para uma situação intolerável.

8. Estudos mostram que cerca de 50% dos homens entre 21 e 50 anos, são ou foram liberais, do ponto de vista sexual uma ou mais vezes em suas vidas. De fato, essas mesmas pesquisas mostraram que a promiscuidade de homens não casados era apenas um pouco mais elevada do que aquela dos homens casados. Mas, esses mesmos estudos também mostram que 34% de todas as mulheres adultas entre 18 e 45 anos também foram sexualmente liberais uma ou outra vez. As mulheres costumam alegar que estavam apaixonadas — pura mentira — enquanto os homens admitem mesmo que foi pura safadeza.   

9. Amar o cônjuge de verdade — algo nem sempre muito fácil de fazer — em vez de dar chiliques ou fazer ameaças é capaz de produzir os mais inesperados resultados. Dependendo da profundidade das cicatrizes emocionais que foram criadas pela ofensa as duas coisas mais importantes a fazer são: 1) Procurar ajuda tão logo o pecado seja descoberto. Quanto antes o socorro for buscado maiores as chances de recuperação. É semelhante a um ataque cardíaco. 2) Procure entender que algumas dessas situações só se resolvem por meio de um aconselhamento intensivo. É como tratar de alguém numa UTI.  

10. Uma verdade que temos aprendido nesses estudos é que qualquer casamento pode ser melhorado desde que marido e esposa queiram mudar para que as melhoras aconteçam. Não podemos mudar nosso cônjuge. Mas se os dois decidirem mudar por si mesmos, então existirá uma verdadeira possibilidade do casamento melhorar.

11. Bem vamos começar a tratar das questões mais profundas que estão envolvidas em todos os casos de adultério. Até onde podemos ver, o falso deus Eros é tão adorado em nossos dias como acontecia em Éfeso nos dias do apóstolo Paulo. Mas, independentemente dessa situação, uma grande verdade permanece: todos nós somos pecadores e carecemos da graça de Deus. E quanto mais profunda for essa convicção — de que somos pecadores — mais profundamente poderemos experimentar a graça de Deus.      

12. Nenhum tipo de pecado pode causar mais prejuízos para todos os envolvidos do que os pecados cometidos envolvendo nossa sexualidade. Como falamos no estudo anterior, até mesmo as próprias igrejas cristãs estão cheias desses pecados. Mas, por maior que seja o pecado a graça de Cristo será sempre maior. Quando o pecado acontece o maior interesse de Deus está na completa recuperação dos pecadores. Perdão, graça, amor é o que Deus tem para oferecer para todos os que estão verdadeiramente arrependidos. Mas, infelizmente nos dias de hoje o arrependimento tornou-se, praticamente, inexistente em nosso meio, como seres humanos. A situação torna-se ainda mais complicada quando falamos de arrependimento relativo a pratica de imoralidades sexuais. Todavia, é impossível haver recuperação e restauração completa sem um arrependimento, confissão e completo abandono da prática pecaminosa.

Provérbios 28:13

O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia.

ESTUDOS ANTERIORES SOBRE O RELACIONAMENTO A DOIS

000 – NÃO DEIXE SEU CASAMENTO NAUFRAGAR

001 – DIFERENÇAS ENTRE O HOMEM E A MULHER – PARTE 1

002 – DIFERENÇAS ENTRE O HOMEM E A MULHER – PARTE 2

003 – NECESSIDADES E PROBLEMAS DA MULHER – PARTE 1

004 – NECESSIDADES E PROBLEMAS DA MULHER – PARTE 2

005 — NECESSIDADES E PROBLEMAS DO HOMEM — Parte 1

006 — NECESSIDADES E PROBLEMAS DO HOMEM — Parte 2
007 — NECESSIDADES E PROBLEMAS DO HOMEM — Parte 3

008 — NECESSIDADES E PROBLEMAS DO HOMEM — Parte 4

009 — NECESSIDADES E PROBLEMAS DO HOMEM — Parte 5

010 — NECESSIDADES E PROBLEMAS DO HOMEM — Parte 6

011 — NECESSIDADES E PROBLEMAS DO HOMEM — Parte 7 — Final

012 — O HOMEM COM GUARDADOR E CULTIVADOR DO CASAMENTO

013 — ENTENDENDO A SUBMISSÃO DO PONTO DE VISTA BÍBLICO

014 — ENTENDENDO QUE HOMENS E MULHERES SÃO IGUAIS, MAS DIFERENTES

015 — SEGREDOS, SEGREDOS, SEGREDOS: O MAIOR DE TODOS ELES

016 — COMO OS MARIDOS MAGOAM AS ESPOSAS – PARTE 1

017 — COMO OS MARIDOS MAGOAM AS ESPOSAS – PARTE 2

018 — COMO SER A MULHER QUE DEUS DESEJA QUE VOCÊ SEJA — PARTE 1

019 — COMO SER A MULHER QUE DEUS DESEJA QUE VOCÊ SEJA — PARTE 2

020 — COMO AMAR SUA MULHER DO JEITO QUE ELA GOSTARIA DE SER AMADA — Parte 1

021 — COMO AMAR SUA MULHER DO JEITO QUE ELA GOSTARIA DE SER AMADA — Parte 2

022 — COMO AMAR SUA MULHER DO JEITO QUE ELA GOSTARIA DE SER AMADA — Parte 3

023 — CONFLITOS QUE PREJUDICAM O CASAMENTO — PARTE 001 — O CIÚME

024 — CONFLITOS QUE PREJUDICAM O CASAMENTO — PARTE 002 – AS MULHERES E O RELACIONAMENTO COM SEUS PAIS

025 — CONFLITOS QUE PREJUDICAM O CASAMENTO — PARTE 003 – ELEVANDO NOSSO GRAU DE TOLERÂNCIA

026 — CONFLITOS QUE PREJUDICAM O CASAMENTO — PARTE 004 – CUIDANDO DAS NECESSIDADES DO OUTRO PARA EVITAR O DIVÓRCIO

027 — A INCOMPATIBILIDADE NO CASAMENTO PARTE 001 — LIDANDO COM O CIÚME

028 — A INCOMPATIBILIDADE NO CASAMENTO PARTE 002

029 — A INCOMPATIBILIDADE NO CASAMENTO PARTE 003

030 — A INCOMPATIBILIDADE NO CASAMENTO PARTE 004

031 — A INCOMPATIBILIDADE NO CASAMENTO PARTE 005

032 — SEXUALIDADE HUMANA: FATORES QUE NÃO PODEMOS ESQUECER — PARTE 001

033 — SEXUALIDADE HUMANA: FATORES QUE NÃO PODEMOS ESQUECER — PARTE 002
034 — SEXUALIDADE HUMANA: FATORES QUE NÃO PODEMOS ESQUECER — PARTE 003

035 — SEXUALIDADE HUMANA: FATORES QUE NÃO PODEMOS ESQUECER — PARTE 004

036 — SEXUALIDADE HUMANA: FATORES QUE NÃO PODEMOS ESQUECER — PARTE 005 — OS MALES QUE O ADULTÉRIO TRAZ

037 — SEXUALIDADE HUMANA: FATORES QUE NÃO PODEMOS ESQUECER — PARTE 006 — A NECESSIDADE DE VERDADEIRO ARREPENDIMENTO EM CASOS DE ADULTÉRIO

038 — DIFERENÇAS FUNDAMENTAIS ENTRE AS NECESSIDADES DOS HOMENS E DAS MULHERES

039 — A IMPORTÂNCIA DA AUTOIMAGEM NO CASAMENTO — PARTE 001 — COMO VOCÊ SE VÊ?
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/10/estudo-040-importancia-da-autoimagem-no.html

Que Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no Facebook através do seguinte link:

http://www.facebook.com/pages/O-Grande-Diálogo/193483684110775

Desde já agradecemos a todos  

segunda-feira, 27 de abril de 2015

APOCALIPSE: INTRODUÇÃO E AS CARTAS ÀS SETE IGREJAS DA ÁSIA - SERMÃO 010 - APOCALIPSE 2:12-17 -– UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 003 - FALSOS MESTRES E SEUS FALSOS ENSINAMENTOS



O objetivo dessa série é apresentar os três primeiros capítulos do Livro do Apocalipse. Neles vamos encontrar uma REVELAÇÃO muito especial da pessoa de Jesus Cristo. Cremos que é disso que a Igreja dos nossos Dias precisa: Um encontro pessoal e profundo com o Senhor que diz de si mesmo: Eu sou o Alfa e Ômega, diz o Senhor Deus, aquele que é, que era e que há de vir, o Todo-Poderoso. No Final de cada estudo o leitor encontrará os links para os estudos seguintes:

LIVRO DO APOCALIPSE — INTRODUÇÃO E AS CARTAS ÀS SETE IGREJAS DA ÁSIA 

Introdução.

A. O tema principal da igreja em Pérgamo é: A VERDADE. 
B. Na conclusão da nossa mensagem anterior nós apresentamos uma intrigante pergunta de Jesus, feita aos seus discípulos e que serve também, muito bem, para nós hoje em dia. A pergunta foi:
Lucas 6:46

Por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando?

C. E terminamos a mensagem falando acerca da importância de vivermos vidas onde nosso modo de falar seja 100% compatível com nosso modo de viver. Com nossas ações. 
Salmos 1:1—2 
1  Felizes são aqueles que não se deixam levar pelos conselhos dos maus, que não seguem o exemplo dos que não querem saber de Deus e que não se juntam com os que zombam de tudo o que é sagrado! 
2. Pelo contrário, o prazer deles está na lei do SENHOR, e nessa lei eles meditam dia e noite — na Nova Tradução na Linguagem de Hoje.
D. Hoje queremos focalizar nossa atenção nos problemas que a igreja em Pérgamo estava enfrentando e falar do conhecimento que Jesus tinha desses problemas e da solução que ele promete para a Igreja, caso ela deseje, verdadeiramente se livrar desses problemas.

E. Os principais problemas da igreja em Pérgamo tinham a ver com falsas doutrinas ou ensinamentos e é sobre isso que queremos falar no sermão de hoje.

F. Os problemas teológicos tinham duas origens básicas: um grupo chamado de nicolaítas, acerca dos quais já falamos alguma coisa quando estudamos a Epístola enviada por Jesus para a Igreja em Éfeso.

G. Outro grupo que adotava falsas doutrinas eram os seguidores de Balaão. Nós podemos ver isso encapsulado em

Apocalipse 2:14—15

Tenho, todavia, contra ti algumas coisas, pois que tens aí os que sustentam a doutrina de Balaão, o qual ensinava a Balaque a armar ciladas diante dos filhos de Israel para comerem coisas sacrificadas aos ídolos e praticarem a prostituição. Outrossim, também tu tens os que da mesma forma sustentam a doutrina dos nicolaítas.

H. Vamos então tentar entender melhor esses falsos ensinamentos

A CARTA ENVIADA À IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 003 — OS NICOLAÍTAS E OS SEGUIDORES DE BALAÃO

I. Quem Eram os Nicolaítas e os Seguidores de Balaão? 
A. É curioso que os irmãos em Pérgamo tivessem recebido seguidores e propagadores de falsos ensinamentos entre os quais Jesus cita os ensinos dos nicolaítas e dos seguidores de Balaão. 
B. Historiadores desse período e biblistas em geral acreditam que esse dois grupos, apesar de terem nomes diversos, praticavam e ensinavam as mesmas coisas. 
C. Pelo que podemos conhecer da história esses dois grupos tinham em comum os seguintes ensinamentos: 
1. Ensinar o povo a comer carnes que previamente haviam sido sacrificadas a ídolos ou deuses pagãos, tanto em refeições cultuais nos templos dessas divindades, quanto o consumo dessas carnes compradas no mercado da cidade. 
2. E a praticarem a fornicação ou imoralidade sexuais de uma forma geral. 

II. Balaão, o Falso Profeta. 
A. Pela Bíblia nos somos ensinados em Números 22—24 que Balaão era um falso profeta que se deixou seduzir pelo dinheiro que Balaque, o rei dos Moabitas, lhe ofereceu para que amaldiçoasse o povo de Israel, quando esse estava se dirigindo para a terra prometida. 
B. Balão tentou várias vezes amaldiçoar o povo de Israel, mas dominado por Deus, tudo o que ele conseguiu falar foram palavras de bênção sobre as tribos de Israel. 
C. Mas nem Balaque nem Balaão desistiam fácil de seus propósitos. O Novo Testamento nos dá uma mão e nos ajuda a entender que movido pela ganância, já que não conseguia amaldiçoar o povo de Israel, Balaão então ofereceu um plano alternativo a Balaque. 
D. O plano era simples: 
1. Jovens moabitas bonitas e atraentes deveriam seduzir homens das tribos de Israel e convencê-los a fazer sexo com elas. 
2. Depois os homens de Israel seriam convidados a participar de sacrifícios rituais que envolviam comer alimentos sacrificados a falsos deuses. Essas duas coisas eram terminantemente proibidas ao povo de Israel. 
2 Pedro 2:15 
Abandonando o reto caminho, se extraviaram, seguindo pelo caminho de Balaão, filho de Beor, que amou o prêmio da injustiça. 
Judas 11 
Ai deles! Porque prosseguiram pelo caminho de Caim, e, movidos de ganância, se precipitaram no erro de Balaão, e pereceram na revolta de Corá. 
E. Balaão sabia que a imoralidade e a idolatria, certamente, trariam a ira de Deus sobre o povo de Israel. E é exatamente a esse comportamento que Jesus faz menção em 
Apocalipse 2:14 
Tenho, todavia, contra ti algumas coisas, pois que tens aí os que sustentam a doutrina de Balaão, o qual ensinava a Balaque a armar ciladas diante dos filhos de Israel para comerem coisas sacrificadas aos ídolos e praticarem a prostituição.
Números 31:16 
Eis que estas, por conselho de Balaão, fizeram prevaricar os filhos de Israel contra o SENHOR, no caso de Peor, pelo que houve a praga entre a congregação do SENHOR.

III. Uma Caricatura Absurda da Verdade. 
A. A destruição do povo de Deus que os ensinamentos de Balaão causaram no Antigo Testamento era a mesma que os ensinos dos nicolaítas estavam causando nos dias do Novo Testamento na Igreja de Pérgamo. 
B. O argumento desses falsos mestres estava baseado nas próprias Escrituras, numa caricatura da verdade: 
Gálatas 5:1 
Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão. 
B. Para os nicolaítas os cristãos haviam sido libertados por Cristo para viverem suas vidas como bem entendessem. Mas é evidente que não é isso que o verso acima ensina. 
C. Paulo já havia tratado dessa questão em 
Romanos 6:1—2 
1  Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que seja a graça mais abundante? 
2  De modo nenhum! Como viveremos ainda no pecado, nós os que para ele morremos? 
D. E Judas falou ainda com maior propriedade: 
Judas 4 
Pois certos indivíduos se introduziram com dissimulação, os quais, desde muito, foram antecipadamente pronunciados para esta condenação, homens ímpios, que transformam em libertinagem a graça de nosso Deus e negam o nosso único Soberano e Senhor, Jesus Cristo.

D. Somos livres! Que mal há em um pouco de idolatria ou em um pouco de imoralidade sexual? 
E. Mas Jesus já havia passado sua sentença definitiva contra tais práticas em — 
Apocalipse 2:6 
EU ODEIO AS OBRAS DOS NICOLAÍTAS! 
F. Por isso, Cristo, que sabe todas as coisas chama a Igreja em Pérgamo para que se arrependa em — 
Apocalipse 2:16 
Portanto, arrepende-te; e, se não, venho a ti sem demora e contra eles pelejarei com a espada da minha boca.

IV. A Derrota de Satanás 
A. Satanás é um inimigo derrotado, mas isso não quer dizer que ele seja inofensivo. Apesar de não ter mais nenhum poder sobre a vida dos crentes ele ainda detém considerável poder neste mundo caído. 
B. Bem, vamos ver o que a Bíblia tem a dizer acerca disso: 
1. Satanás derrotado: 
Colossenses 2:15 
E, despojando os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz. 
2. Mas Satanás continua solto nesse mundo, aguardando seu completo aprisionamento: 
Hebreus 2:8 
Todas as coisas sujeitaste debaixo dos seus pés. Ora, desde que lhe sujeitou todas as coisas, nada deixou fora do seu domínio. Agora, porém, ainda não vemos todas as coisas a ele sujeitas.

V. Um Lugar, Verdadeiramente Sombrio. 
A. Vamos finalizar nosso sermão de hoje concluindo com uma verdade inapelável: Pérgamo era, para todos os efeitos, um lugar sombrio. 
B. Pérgamo estava afundada em: 
1. Falsas religiões. 
2. Grossas idolatrias e imoralidades 
3. Falsas filosofias gregas. 
4. Até mesmo dentro da própria igreja cristã a idolatria e a imoralidade eram aceitas como parte da “liberdade cristã”.  
Conclusão:

A. Satanás tinha em Pérgamo uma de suas fortalezas mais importantes:

1. Pérgamo era um Lugar de trevas e Satanás adora as trevas:

Lucas 22:43

Diariamente, estando eu convosco no templo, não pusestes as mãos sobre mim. Esta, porém, é a vossa hora e o poder das trevas.

B. Paulo já havia advertido todos os crentes acerca da necessidade que temos de continuar empenhados em nossa luta contra Satanás e suas hostes:

Efésios 6:12

Porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes.

C. Satanás continua instigado os seres humanos contra Deus:

2 Coríntios 4:4

Nos quais o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus.

D. O culto aos imperadores romanos desapareceu há séculos. O culto aos falsos deuses tais como Zeus e Esculápio também desapareceram há séculos. A vasta maioria das escolas filosóficas e de mistérios também não resistiu ao tempo.

E. Mas a obra satânica continua em plena atividade. Ela pode ser vista em tudo que procura desviar a atenção e a glória que são devidas exclusivamente a Deus e ao Senhor Jesus Cristo!

Que Deus abençoe a todos.  


OUTRAS MENSAGENS ACERCA DO APOCALIPSE: INTRODUÇÃO E CARTAS ÀS SETE IGREJAS

APOCALIPSE 1:1—20 — SERMÃO 001 — INTRODUÇÃO AO LIVRO DO APOCALIPSE

APOCALIPSE 1:1—20 — SERMÃO 002 — UMA VISÃO DE JESUS CRISTO — PARTE 001

APOCALIPSE 1:1—20 — SERMÃO 003 — UMA VISÃO DE JESUS CRISTO — PARTE 002

APOCALIPSE 2:1—7 — SERMÃO 004 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM ÉFESO — PARTE 001

APOCALIPSE 2:1—7 — SERMÃO 005 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM ÉFESO — PARTE 002

APOCALIPSE 2:8—11 — SERMÃO 006 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM ESMIRNA — PARTE 001

APOCALIPSE 2:8—11 — SERMÃO 007 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM ESMIRNA — PARTE 002

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 008 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 001

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 009 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 002

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 010 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 003

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 011 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 004

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 012 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 005 FINAL

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 013 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 001

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 014 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 002

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 015 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 003

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 016 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 004

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 017 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 005

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 018A/B — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 006A/B

APOCALIPSE 3:1—6 — SERMÃO 019 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM SARDES— PARTE 001

APOCALIPSE 3:1—6 — SERMÃO 020 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM SARDES— PARTE 002

APOCALIPSE 3:1—6 — SERMÃO 021 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM SARDES— PARTE 003

APOCALIPSE 3:1—6 — SERMÃO 022 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM SARDES— PARTE 004

APOCALIPSE 3:1—6 — SERMÃO 023 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM SARDES— PARTE 005 — FINAL


Alexandros Meimaridis

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