terça-feira, 28 de abril de 2015

MARAVILHAS DA CRIAÇÃO DE DEUS NA AMAZÔNIA


 
Reduzir a zero o desmatamento já não é suficiente para garantir segurança ao sistema

O artigo abaixo foi publicado pelo site da Revista EXAME e é de autoria de Vanessa Barbosa.

5 poderes incríveis (e ameaçados) da Amazônia sobre a água

Vanessa Barbosa

Amazônia

Uma máquina ambiental magnífica

São Paulo – Parte da origem da crise hídrica que assola a região Sudeste pode encontrar-se muito além da visível falta de planejamento do poder público e do mau humor de São Pedro — há mais 2000 quilômetros de distância, no desmatamento e na degradação da Amazônia.

É o que sugere um relatório que sintetiza, pela primeira vez, cerca de duzentos dos principais estudos e artigos científicos sobre o papel da floresta amazônica no sistema climático, na regulação das chuvas e na exportação de serviços ambientais para regiões distantes.

Conduzido pelo pesquisador Antonio Donato Nobre, do Centro de Ciência do Sistema Terrestre do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), a pedido da Articulación Regional Amazónica (ARA), o estudo “O Futuro Climático da Amazônia” revela os poderes invisíveis desta máquina de regulação ambiental, chamada pelos cientistas de “oceano verde”, e os impactos de sua destruição.

“As florestas tropicais são muito mais que uma aglomeração de árvores, repositório passivo de biodiversidade ou simples estoque de carbono. Sua tecnologia viva e dinâmica de interação com o ambiente lhes confere poder sobre os elementos, uma capacidade inata e resiliente de condicionamento climático. Elas condicionam o clima que lhes favoreça, e com isso geram estabilidade e conforto, cujo abrigo dá suporte ao florescimento de sociedades humanas”, define Nobre.

Como o clima interage com a vegetação, a mudança de um gera efeito no outro. Dessa forma, o ataque implacável da motosserra na floresta é capaz de alterar sobremaneira o mecanismo das chuvas. Sem precipitação, a floresta pega fogo. O fogo consome tudo o que há pela frente, incluindo as árvores grandes, tão necessárias para a manutenção do equilíbrio hidrológico.

Segundo o pesquisador, reduzir a zero o desmatamento já não é suficiente para garantir segurança ao sistema. É preciso recuperar tudo aquilo que foi ceifado, o que não é pouco: no Brasil significa uma área de 763 mil Km2, o que equivale a três estados de São Paulo ou a 184 milhões de campos de futebol.
Conheça a seguir cinco descobertas importantes para a chamada “ecohidrologia” amazônica, conforme o relatório:


Amazônia

1. A floresta jorra volumes colossais de água para a atmosfera

O primeiro poder da floresta amazônica é sua capacidade de manter o ar sempre úmido e em movimento, levando chuvas para o interior do continente, em áreas até 3 mil quilômetros distantes dos oceanos. Isso só é possível graças à capacidade inata das árvores de transferir volumes colossais de água do solo para a atmosfera através da transpiração.
Segundo a pesquisa, uma árvore grande pode bombear do solo e transpirar mais de mil litros de água num único dia. Considerando a transpiração de todas árvores da bacia amazônica, são 20 bilhões de toneladas de água por dia, ou 20 trilhões de litros! Na ponta do lápis, as árvores jorram para atmosfera mais água do que o rio Amazonas despeja no oceano, cujo volume é estimado em 17 bilhões de toneladas ao dia.


Nuvens de chuva prenunciam tempestade

2. Ajuda a formar nuvens "carregadas"

O segundo poder da floresta amazônica na regulação das chuvas é a capacidade de formar nuvens “carregadas” mesmo tendo acima de si ar limpo como a atmosfera dos oceanos.

É que, segundo o estudo, as árvores emitem uma espécie de aroma que, numa atmosfera úmida e na presença da radiação solar, formam uma poeira finíssima com afinidade pela água. São os núcleos de condensação das nuvens. Essas sementes de “nucleação” carregadas de vapor provocam as chuvas fartas das nuvens baixas.


Desmatamento na Amazônia

3. Garante chuva (mesmo em tempo de seca)

A formidável resistência a condições externas desfavoráveis e a competência em manter o adequado funcionamento do ciclo hidrológico, à despeito de secas, são o terceiro segredo da floresta. Tal capacidade pode ser entendida pela nova teoria da “bomba biótica”. Funciona assim: a transpiração das árvores associada à formação das nuvens e chuvas leva a um rebaixamento da pressão atmosférica sobre a floresta, que suga o ar úmido sobre o oceano para dentro do continente, mantendo as chuvas em quaisquer circunstâncias.

Em tempos de seca, segundo o estudo, as árvores grandes e com raízes profundas têm acesso a grande quantidade de água subterrânea. Com essa vantagem, executam um programa para manter ou até mesmo aumentar a transpiração.

“Ao contrário, se a floresta for removida, o continente terá muito menos evaporação do que o oceano, com a consequente redução na condensação, o que determinará uma reversão nos fluxos de umidade, que irão da terra para o mar, criando um deserto onde antes havia floresta”, diz a pesquisa.

Rio Amazonas e o Oceano Atlântico vistos do espaço

4. Exporta rios aéreos para outras regiões

A floresta também é extremamente generosa. Ela não guarda toda a umidade para si mesma, exportando vapor de água para outros países e regiões do Brasil. É este quarto segredo que explica porque a porção meridional da América do Sul, a leste dos Andes, não é desértica, como áreas na mesma latitude, a oeste dos Andes e em outros continentes. Noutras palavras, a Amazônia é a verdadeira cabeceira dos mananciais aéreos da maior parte das chuvas na América do Sul.

Devido ao efeito da floresta na movimentação da umidade e também da imensa barreira de 6 km de altura da cordilheira dos Andes, os rios voadores amazônicos fazem curva no Acre e, durante o verão, passam por cima de nossas cabeças carregando umidade para o Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil. Essa doação ajuda a garantir equilíbrio hídrico no quadrilátero mais afortunado do país, centro da produção agrícola e industrial, mesmo após a devastação de 90% da Mata Atlântica.

Imagem da NASA mostra o tufão Vongfong iluminado pela lua

5. É um "freio" para eventos extremos

Além de todos os outros serviços que a floresta presta ao clima, ela ainda oferece um seguro contra eventos climáticos extremos, atenuando a concentração de energia nos ventos. Este quinto segredo é a razão pela qual a região amazônica e oceanos próximos não fomentam a ocorrência de fenômenos atmosféricos como furacões e outros eventos climáticos extremos.

Segundo o estudo, a atenuação da violência atmosférica tem explicação no efeito dosador, distribuidor e dissipador da energia nos ventos, exercido pelo rugoso dossel florestal (resultado da sobreposição dos galhos e folhas das árvores) e pelo feito da “bomba biótica”.

“A vasta cobertura florestal impede concentração de energia dos ventos em vórtices destrutivos, enquanto o esgotamento de unidade atmosférica pela remoção lateral de cima do oceano priva as tempestades do seu alimento energético (vapor de água) nas regiões oceânicas adjacentes”, explica a pesquisa.

O artigo original do site da EXAME poderá ser visto por meio desse link aqui:


NOSSO COMENTÁRIO

Salmos 77:12

Considero também nas tuas obras todas e cogito dos teus prodígios.

Salmos 86:8

Não há entre os deuses semelhante a ti, Senhor; e nada existe que se compare às tuas obras.

Salmos 90:16

Aos teus servos apareçam as tuas obras, e a seus filhos, a tua glória.

Salmos 92:5

Quão grandes, SENHOR, são as tuas obras! Os teus pensamentos, que profundos!

Salmos 104:13

Do alto de tua morada, regas os montes; a terra farta-se do fruto de tuas obras.

Salmos 104:24

Que variedade, SENHOR, nas tuas obras! Todas com sabedoria as fizeste; cheia está a terra das tuas riquezas.

Romanos 11:33

Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos!

UMA GRAVE ADVERTÊNCIA AOS QUE DESTROEM A TERRA

Apocalipse 11:18

Na verdade, as nações se enfureceram; chegou, porém, a tua ira, e o tempo determinado para serem julgados os mortos, para se dar o galardão aos teus servos, os profetas, aos santos e aos que temem o teu nome, tanto aos pequenos como aos grandes, e para destruíres os que destroem a terra.

OUTROS ARTIGOS QUE FALAM DA CRIAÇÃO DE DEUS













































Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.

JOSÉ COMO TIPO DE CRISTO — GÊNESIS 39:6 - ESTUDOS 031 — JOSÉ ERA UMA PESSOA CONSAGRADA AOS OUTROS


Essa é uma série cujo propósito é estudar, com profundidade, a vida de José como um Tipo do Senhor Jesus Cristo. No final de cada estudo você irá encontrar links para outros estudos. A Série tem o título Geral de: José como Tipo de Cristo.
José Como Tipo de Cristo — Estudos 031

031. José Era uma Pessoa Consagrada a Deus.

Gênesis 39:6

Potifar tudo o que tinha confiou às mãos de José, de maneira que, tendo-o por mordomo, de nada sabia, além do pão com que se alimentava. José era formoso de porte e de aparência.

Quando lemos esse versículo não temos como não nos admirar da forma maravilhosa como o Espírito Santo guiou e guardou José como tipo de Cristo. Nós temos que aprender sempre a distinguir entre a pessoa e o lugar que ela está ocupando. José havia experimentado a degradação da escravidão. Ele não gozava mais de sua liberdade, mas dependia completamente de outra pessoa. Ele não estava mais habitando na casa de seu pai na terra de Canaã, mas era um escravo na casa de um egípcio. Essa era sua posição. Mas acerca de sua pessoa algo bem diferente nos é dito: “Potifar tudo o que tinha confiou às mãos de José” e “José era formoso de porte e de aparência”.

A primeira expressão indica que Potifar havia entregado ou confiado o cuidado de todos os seus bens nas mãos de José. Note que essa expressão é diferente daquela usada em Gênesis 39:4 que é “passou”. No hebraico esses dois termos deixam mais evidente o que estamos querendo dizer:

 נָתַן — natan — cujo significado é: dar, pôr e estabelecer.

 עָזַב — `azab — cujo significado é: deixar, soltar e abandonar.

A segunda atitude de Potifar caracterizada por `azab — deixar, soltar ou abandonar, indica que ele estava profundamente convencido que José estava fazendo o melhor para favorecer seus interesses —

Neemias 9:28

28 Porém, quando se viam em descanso, tornavam a fazer o mal diante de ti; e tu os desamparavas nas mãos dos seus inimigos, para que dominassem sobre eles; mas, convertendo-se eles e clamando a ti, tu os ouviste dos céus e, segundo a tua misericórdia, os livraste muitas vezes.

Salmos 37:32—33

32 O perverso espreita ao justo e procura tirar-lhe a vida.

33 Mas o SENHOR não o deixará nas suas mãos, nem o condenará quando for julgado.

versos que nos falam de como Deus cuida e protege todos que são seus. Curiosamente essa é a mesma palavra que é usada para descrever o ato de José em “deixar” as vestes nas mãos da mulher de Potifar — conforme Gênesis 39:12—13. Dessa maneira temos que a expressão contida no verso 6 — confiou — serve de prenúncio do terríveis desenvolvimentos posteriores que logo iriam se precipitar.

Nosso texto nos diz que “José era formoso de porte e de aparência”. Talvez ele fosse parecido com sua falecida mãe, Raquel, que é descrita em

Gênesis 29:17

Lia tinha os olhos baços, porém Raquel era formosa de porte e de semblante.

Somente Raquel e José em todo o Antigo Testamento são descritos dessa maneira. Esse último comentário acerca da aparência de José antecipa o próximo passo na sua vida, uma vez que é comum na narrativa da sua história, o final de um episódio servir, automaticamente, de trailer para o próximo. Entre as muitas bênçãos que José desfrutava, ele passa a ser perseguido por um dom que certamente não havia buscado: ter uma beleza marcante!

Talvez não existe outra passagem em toda a narrativa da história de José que contenha tantos elementos que nos façam lembrar de Jesus, com exceção da formosura de José.
Pouco sabemos da aparência de Jesus, exceto por três versículos que são —

Lucas 2:40 e 52

40 Crescia o menino e se fortalecia, enchendo-se de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele.

52 E crescia Jesus em sabedoria, estatura e graça, diante de Deus e dos homens.

Isaías 53:2

Porque foi subindo como renovo perante ele e como raiz de uma terra seca; não tinha aparência nem formosura; olhamo-lo, mas nenhuma beleza havia que nos agradasse.  

Tudo o que tinha confiou às mãos — Como José, o Filho do Homem ou Filho da Humanidade, Jesus assumiu uma posição humilde onde foi humilhado e envergonhado. Ele assumiu um local de servidão e de submissão. Talvez a passagem que melhor explique essa realidade assumida pelo Senhor Jesus, seja uma de Filipenses conhecida por uma palavra, em grego, usada pelo apóstolo Paulo ao escrever a mesma. Estamos falando de

Filipenses 2:5—8

5 Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus,

6 pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus;

7 antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana,

8 a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz.
onde, no verso 7, Paulo usa a expressão ἐκένωσεν — ekénosen — esvaziou. Por causa dessa palavra a passagem é conhecida como a passagem da kénoses ou do ESVAZIAMENTO se Jesus de toda Sua glória e prerrogativas. Faremos bem em aprofundar nosso conhecimento da mesma.
A porção de Filipenses 2:5—8 começa com uma exortação para que imitemos a atitude de serviço de Jesus, na mesma linha que já O vimos orientando seus discípulos em —

Marcos 10:42—45

42 Mas Jesus, chamando-os para junto de si, disse-lhes: Sabeis que os que são considerados governadores dos povos têm-nos sob seu domínio, e sobre eles os seus maiorais exercem autoridade.

43 Mas entre vós não é assim; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva;

44 e quem quiser ser o primeiro entre vós será servo de todos.

45 Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.

Ou seja, como diz Paulo:

Filipenses 2:5

Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus

Paulo sempre usa a vida e a morte de Jesus como um modelo a ser seguido pelos cristãos: ver Romanos 15:1—7, especialmente o verso 5; 1 Coríntios 10:31—331:1; 2 Coríntios 8:6—9; 1 Tessalonicenses 1:6:—9 e comparar com 1 Pedro 2:20—21 e 3:17—18.

E qual foi essa atitude de Jesus? Os próximos versos nos dão a descrição perfeita.

Pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus — Filipenses 2:6.

Paulo inicia a descrição falando da vida preexistente de Jesus e logo em seguida, ele estabelece um contraste agudo entre duas formas de pensar: uma egoísta e outra altruísta. Paulo deixa claro que para trazer a salvação aos filipenses e a todos nós, Jesus precisou exercitar uma atitude oposta à κενοδοξίαν — kenodoxían — glória vã, sem fundamento; autoestima ou amor-próprio vazios, que são duramente condenados pelo apóstolo no verso 3.

Assim temos que: apesar da pressuposição inicial de “subsistindo em forma de Deus”, Paulo não deixa dúvida que está se referindo ao ETERNO preexistente, que “se esvaziou”, num determinado momento da história “assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens” — verso 7. Antes de assumir a forma de servo Jesus já existia na forma de Deus. A expressão grega μορφῇ — morfê — traduzida por “forma” não se refere a características externas através das quais uma pessoa é reconhecida, e sim a características e qualidades essenciais que pertencem a uma determinada pessoa. Sendo assim, μορφῇ — morfê — se refere àquilo que, verdadeiramente, caracteriza uma determinada realidade, i. e., “a forma de Deus” é uma esfera na qual Jesus se encontra inserido. Isso tudo indica que a tipologia de José com relação a Jesus só pode ser levada até determinada ponto, pois Jesus é o próprio Deus e não apenas um homem como José. Isso apenas intensifica a atitude de Jesus se entregar a favor da nossa salvação. Paulo nos diz que quando Jesus se revelou como Deus, ele não tinha nenhuma intenção de usurpar — ato de tomar pela força ou roubar — aquela posição —

Colossenses 1:15—16

15 Este é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação;

16 pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele.

1 Timóteo 3:16

Evidentemente, grande é o mistério da piedade: Aquele que foi manifestado na carne foi justificado em espírito, contemplado por anjos, pregado entre os gentios, crido no mundo, recebido na glória.

Hebreus 1:3

Ele, que é o resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser, sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, depois de ter feito a purificação dos pecados, assentou-se à direita da Majestade, nas alturas.

A. Jesus apesar de ser o próprio Deus adotou uma postura de humilhação e vergonha assumindo uma posição de submissão e servidão. No entanto Seu Pai que tudo acompanhava com grande interesse — o pai de José achava que o filho estava morto — cuidou para que, de alguma forma, a Glória do filho fosse preservada. Existem várias passagens onde podemos enxergar essa realidade. Entre essas passagens nós podemos citar:

1. Mal o menino havia sido colocado na manjedoura e um anjo acompanhado, logo em seguida, por uma milícia celestial foram enviados a um grupo de pastores nos arredores de Jerusalém para anunciar o nascimento do Salvador e proclamar as Boas Novas – ver Lucas 2:8—15.

2. Em seguida Jesus foi honrado como profeta, sacerdote e rei através dos magos que vieram do Oriente para adorá-lo e oferecer-lhe presentes — ver Mateus 2:9—12.

3. O próprio João Batista, reconhecido como profeta de Deus, anunciava o seguinte acerca de Jesus:

Marcos 1:7
E pregava, dizendo: Após mim vem aquele que é mais poderoso do que eu, do qual não sou digno de, curvando-me, desatar-lhe as correias das sandálias.

4. Mesmo na cruz do Calvário, em meio a angústia, agonia e dor, Jesus foi reconhecido como sendo o “Filho de Deus” pelo centurião romano encarregado da sua crucificação —

Marcos 15:39

O centurião que estava em frente dele, vendo que assim expirara, disse: Verdadeiramente, este homem era o Filho de Deus.

5. O apóstolo João reconheceu que ele e seus companheiros viram a glória de Deus manifestada em Jesus —

João 1:14

E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai.

Mas João nos diz mais em

1 João 1:1—2 —

1  O que era desde o princípio, o que temos ouvido, o que temos visto com os nossos próprios olhos, o que contemplamos, e as nossas mãos apalparam, com respeito ao Verbo da vida

2  (e a vida se manifestou, e nós a temos visto, e dela damos testemunho, e vo-la anunciamos, a vida eterna, a qual estava com o Pai e nos foi manifestada).

B. Diversas vezes o Pai se manifestou de forma audível quanto ao Seu filho, como por exemplo:

Lucas 3:22

E o Espírito Santo desceu sobre ele em forma corpórea como pomba; e ouviu-se uma voz do céu: Tu és o meu Filho amado, em ti me comprazo.

Lucas 9:35

E dela veio uma voz, dizendo: Este é o meu Filho, o meu eleito; a ele ouvi.

João 12:28

Pai, glorifica o teu nome. Então, veio uma voz do céu: Eu já o glorifiquei e ainda o glorificarei.

C. Por fim, Jesus recebeu do Pai a seguinte promessa:

Filipenses 2:9—11

9  Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome,

10  para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra,

11  e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai 

Por tudo isso, Jesus era o perfeito cordeiro de Deus que veio tirar os pecados do mundo!

João 1:29

No dia seguinte, viu João a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!

OUTROS ESTUDOS ACERCA DE JOSÉ COMO TIPO DE CRISTO

Estudo 001 — José como Tipo De Cristo — Introdução

Estudo 002 — José como Tipo De Cristo — A Infância de José

Estudo 003 — José como Tipo De Cristo — Os Irmãos e Os Nomes de José

Estudo 004 — José como Tipo De Cristo — José Como Pastor dos Seus Irmãos

Estudo 005 — José com Tipo De Cristo — José Como o Filho Amado de Seu Pai

Estudo 006 — José com Tipo De Cristo — Jesus, o Filho e Deus Pai

Estudo 007 — José com Tipo De Cristo — José e a Túnica Talar de Distinção
Estudo 008 — José com Tipo De Cristo — O Ódio que os Irmãos de José Tinham Dele

Estudo 009 — José com Tipo De Cristo — José era Odiado por Causa de Suas Palavras

Estudo 010 — José com Tipo De Cristo — José Estava Destinado a Um Futuro Extraordinário

Estudo 011 — José com Tipo De Cristo — José Antecipa Sua Glória Futura

Estudos 012 e 013 — José como Tipo de Cristo — José Sofre nas Mãos de Seus Irmãos e Vai a Busca Deles a Pedido de Jacó

Estudos 014 e 015 — José como Tipo de Cristo — José Busca Fazer o Bem a Seus Irmãos, e É Enviado De Hebrom Para a Região de Siquém

Estudo 016 — José como Tipo de Cristo — José Vai Até a Região de Siquém

Estudos 017 e 018 — José como Tipo de Cristo — José se Torna um Viajante Errante Nos Campos e Campinas da Palestina

Estudos 019 — José como Tipo de Cristo — A Conspiração contra José

Estudos 020 — José como Tipo de Cristo — As palavras de José são Desacreditadas

Estudos 021 e 022 — José como Tipo de Cristo — José é Insultado e Humilhado e José é Lançado num Poço

Estudos 023 e 024 — José como Tipo de Cristo — José é Retirado Vivo do Poço e Os Irmãos de José Misturam Ódio com Hipocrisia

Estudos 025 e 026A — José como Tipo de Cristo — José é Vendido por Seus Irmãos e o Sangue de José é Derramado
Estudos 026B — José como Tipo de Cristo — O Futuro de Israel Profetizado em Gênesis 38

Estudos 027 e 028 — José se Torna um Servo — Jose se Torna Próspero

Estudos 029 — O Senhor de José Estava Muito Feliz com Ele

Estudos 030 — José Como Servo Foi Uma Bênção Para os Outros

Estudos 031 — José Era Uma  Pessoa Consagrada aos Outros

Estudos 032 — José Foi Duramente Tentado, Mas Resistiu à Tentação

Estudos 033 — José Foi Acusado Falsamente

Estudos 034 — José Não Tentou Se Defender das Falsas Acusações

Estudos 035 — José Sofreu nas Mãos dos Gentios

Estudo 036 e 37 — José Ganha o Reconhecimento do Carcereiro e José Foi Numerado com outros Transgressores.

Estudo 038 — José Como Instrumento de Bênção e de Condenação.

Estudo 039 — José Dá Evidências De Seu Conhecimento Quanto Ao Futuro.

Estudo 040 — As Predições de Jose se Tornam Realidades.

Estudo 041A — José Gostaria de Ser Lembrado

Estudo 041B — José Gostaria de Ser Lembrado




Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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