sábado, 20 de abril de 2013

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA APOIA ABORTO ATÉ A DÉCIMA SEGUNDA SEMANA DE GESTAÇÃO



De acordo com o Jornal Folha de São Paulo “Médicos defendem abortos até a 12ª semana de gestação”
A reportagem é da jornalista Johanna Nublat da sucursal de Brasília e tem o seguinte conteúdo:

JOHANNA NUBLAT

DE BRASÍLIA

A proposta de dar à mulher a opção de interromper a gravidez até a 12ª semana, ampliando os casos previstos de aborto legal, ganhou o apoio de conselhos de medicina.

A posição é inédita e respalda o anteprojeto da reforma do Código Penal entregue ao Senado no ano passado, de acordo com o CFM (Conselho Federal de Medicina).

O entendimento foi aprovado pela maioria dos conselheiros federais de medicina e dos presidentes dos 27 CRMs (Conselhos Regionais de Medicina) reunidos em Belém (PA) no início do mês. Antes disso, o tema foi debatido internamente por dois anos.

"Defendemos o caminho da autonomia da mulher. Precisávamos dizer ao Senado a nossa posição", diz Roberto D'Ávila, presidente do CFM.

O anteprojeto, preparado por uma comissão de advogados e especialistas, propôs a ampliação das situações previstas para o aborto legal.

Inclui casos de fetos com anomalias incompatíveis com a vida e o aborto até a 12ª semana da gestação por vontade da mulher neste caso, desde que médico ou psicólogo constate falta de "condições psicológicas".
Os conselheiros vão além do anteprojeto e rejeitam a necessidade do laudo desse do médico ou psicólogo.
A posição será encaminhada à comissão especial do Senado que analisa a reforma do Código Penal. A previsão era que o parecer final dessa comissão fosse apresentado este mês. O prazo, porém, foi suspenso para dar mais tempo para debates e análises.

Em 2005, o governo federal estimou em 1 milhão o total de abortos induzidos por ano no país.


DESCRIMINALIZAÇÃO

A posição adotada não significa apoiar o aborto ou a descriminalização irrestrita da prática, afirma D'Ávila.
Mesmo assim, o entendimento não teve unanimidade entre os conselheiros. "Cerca de um terço foi contra", afirma João Batista Soares, presidente do CRM-MG.

Soares está no grupo que foi contra a proposta. E diz que o conselho mineiro aprovou um texto contrário à posição e o enviou ao CFM.

"Não é uma questão religiosa. Enquanto médicos, entendemos que nossa obrigação primeira é com a vida. Existem situações especiais que justificam [o aborto]. Agora, simplesmente porque a mulher não quer ter aquele filho, aí somos contra."

Para Soares, o apoio ao anteprojeto pode passar o recado que o médico está liberado para praticar o aborto.

D'Ávila discorda. "Não estamos liberando o aborto. Vamos continuar julgando os médicos que praticam o aborto ilegal, até que, um dia, o Congresso Nacional torne o aborto não crime."


Vivemos em tempo de vergonha e humilhação. De acordo com a reportagem o governo brasileiro admitiu em 2005 o assassinato de 1 milhão de brasileiros não nascidos por ano. Isso nos diz que de 2005 até hoje cerca de 9 MILHÔES de brasileiros foram assassinados sem que ninguém fosse preso, multado ou até mesmo censurado.

Alguns médicos entendem que o “negócio” deles é salvar vidas e, por isso, se posicionam contra essa imoralidade aprovada pelo Conselho Federal de Medicina. A maioria dos médicos filiados a CFM apóia o aborto de fetos até a 12ª semana de gestação sem necessidade de laudo de nenhuma espécie. Ou seja, estamos querendo implantar no Brasil o que já existe em países com Estados Unidos da América e Israel que é o aborto sob demanda, como disse o presidente do CRM para com isso dar para as mulheres uma autonomia que hoje elas não têm: a autonomia de assassinar o próprio filho/filha que carrega no ventre.


A Bíblia é o livro da vida e, portanto, condena toda e qualquer prática que destrua a vida. No caso específico do aborto o que se pretende com a aprovação dessa lei imoral é permitir que não apenas 1 MILHÃO, mas 2, 3, 5 MILHÕES de brasileiros venham a ser criminosamente mortos para satisfazer o desejo desses homens e mulheres que a Bíblia caracteriza como ἀστόργους — astórgous — sem carinho, sem afeição natural, cruéis e desafeiçoados. Essas pessoas podem se chamar como quiserem, mas o que vale mesmo é o que DEUS diz acerca delas. E o que Deus diz:

Romanos 1:32

Ora, conhecendo eles a sentença de Deus, de que são passíveis de morte os que tais coisas praticam, não somente as fazem, mas também aprovam os que assim procedem.

Agora, nós como cristãos não podemos ficar nem em silêncio nem de braços cruzados. Precisamos nos organizar enquanto verdadeiros crentes e deixar bem clara nossa posição contrária à aprovação de tão perversas leis, mesmo que sejam recomendadas por tão egrégio colegiado como é o CFM.

Mas ao fazermos isso, não podemos:

1. Nem permitir que verdadeiros patetas como Marco Feliciano ou Silas Malafaia se arvorem como nossos representantes.

2. Nem podemos nos unir a católicos e outras espécies religiosas apenas porque temos um fim comum.
Como crentes devemos levantar nossas próprias bandeiras e os outros que levantem às suas. Mas que não sujemos as mãos com alianças perversas ou nos submetendo a lideranças espúrias.

Se cada cristão se conscientizar e buscar o conhecimento necessário e procurar informa o povo dentro das igrejas quem são os promotores dessas imoralidades e houver instrução clara para não votar nesses assassinos, eles imediatamente perceberão o erro que estão cometendo. O que não podemos fazer é continuar com os braços cruzados esperando que mais 1 MILHÃO de brasileiros sejam brutalmente assassinados sendo removidos por um sugador/liquidificador de dentro dos ventres de suas futuras mães, agora assassinas.


OUTROS ARQUIVOS ACERCA DO ABORTO E TEMAS AFINS










Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.

2 comentários:

  1. JOEL CARVALHO - DF30 de outubro de 2013 11:25

    Irmão Alex,

    Quando o CFM se insurgiu contra o Programa Mais Médicos do governo do PT, do qual eu também discordo, pois está claro que se trata de programa eleitoreiro e de "catequese" marxista, fiz comentário no Correio Braziliense sobre a incoerência da classe médica brasileira, que se une ao governo federal na matança de inocentes, mas se insurge, quando seu parceiro na matança de inocentes, quer ampliar atendimento médico, mesmo que sem resolver a questão das estruturas precárias de nossos hospitais etc.
    É que, assim como outros movimentos sociais equivocados, o CFM esqueceu que, ao longo da história, governos como esse que temos, sempre usaram e usarão vários segmentos importantes da sociedade, com o fito de atingirem seu desiderato despudorado e anticristão, mas depois descartarão seus apoiadores. Depois de ter conseguido o apoio do CFM para sua política abortista, agora o governo do PT, destituiu-o até mesmo do direito elementar de fazer os registros de médicos para o Programa Mais Médicos.

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    1. Caro Joel,

      Muito obrigado por teus comentários tão pontuais. Precisamos de mais pessoas com esse entendimento se queremos um Brasil melhor para as futuras gerações e se queremos, também, dar um basta nessa propostas assassinas e irresponsáveis.

      Grande abraço

      irmão Alex.

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