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quarta-feira, 27 de maio de 2015

JOSÉ COMO TIPO DE CRISTO — GÊNESIS 39:7—12 — ESTUDOS 032 — JOSÉ FOI DURAMENTE TENTADO, MAS NÃO CEDEU



Essa é uma série cujo propósito é estudar, com profundidade, a vida de José como um Tipo do Senhor Jesus Cristo. No final de cada estudo você irá encontrar links para outros estudos. A Série tem o título Geral de: José como Tipo de Cristo.

José Como Tipo de Cristo — Estudos 032

32. José Foi Duramente Tentado Mas não Cedeu — Gênesis 39:7—12.

7 Aconteceu, depois destas coisas, que a mulher de seu senhor pôs os olhos em José e lhe disse: Deita-te comigo.

8 Ele, porém, recusou e disse à mulher do seu senhor: Tem-me por mordomo o meu senhor e não sabe do que há em casa, pois tudo o que tem me passou ele às minhas mãos.

9 Ele não é maior do que eu nesta casa e nenhuma coisa me vedou, senão a ti, porque és sua mulher; como, pois, cometeria eu tamanha maldade e pecaria contra Deus?

10 Falando ela a José todos os dias, e não lhe dando ele ouvidos, para se deitar com ela e estar com ela,

11 sucedeu que, certo dia, veio ele a casa, para atender aos negócios; e ninguém dos de casa se achava presente.

12 Então, ela o pegou pelas vestes e lhe disse: Deita-te comigo; ele, porém, deixando as vestes nas mãos dela, saiu, fugindo para fora.

É nossa convicção de que não é algo sem propósito nem mera coincidência o fato do Espírito Santo ter inspirado o autor bíblico a colocar essa narrativa da vida de José em justaposição à narrativa da grossa imoralidade cometida por Judá e registrada em Gênesis 38. Também é bastante significativo que a infidelidade de um é colocada imediatamente antes da fidelidade — especialmente com Deus — demonstrada pelo outro.

A atitude de José antecipa, como um tipo, a tentação sofrida pelo Senhor Jesus — o último Adão conforme

1 Coríntios 15:45

Pois assim está escrito: O primeiro homem, Adão, foi feito alma vivente. O último Adão, porém, é espírito vivificante.

— bem como a fidelidade do Senhor Jesus em recusar as proposições malignas feitas pelo diabo, que contrastam de forma dramática com as atitudes do primeiro Adão, o qual fracassou por completo quando tentado. A precisão da tipologia pode ser bem observada quando dividimos a tentação sofrida por José em três partes distintas — exatamente como a tentação que o Senhor sofreu no deserto. Para isso queremos destacar três versos da narrativa de José:

Verso 7 — Aconteceu, depois destas coisas, que a mulher de seu senhor pôs os olhos em José e lhe disse: Deita-te comigo.

Verso 10 — Falando ela a José todos os dias, e não lhe dando ele ouvidos, para se deitar com ela e estar com ela.

Verso 12 — Então, ela o pegou pelas vestes e lhe disse: Deita-te comigo; ele, porém, deixando as vestes nas mãos dela, saiu, fugindo para fora.

José, como podemos ver, não foi tentado em Canaã por seus irmãos, mas no Egito — que simbolicamente representa o mundo como adversário de todo verdadeiro crente — pela mulher de Potifar, que era capitão da guarda do Faraó. Assim também a tentação sofrida por Jesus. Ele não foi tentado por seus irmãos e sim pelo próprio diabo que é: “o príncipe desse mundo”.

É difícil não notarmos a maneira maravilhosa como José resistiu à tentação representada pela mulher de Potifar. Ele disse: “como, pois, cometeria eu tamanha maldade e pecaria contra Deus?” — Verso 9. Suas palavras assumem um aspecto mais surpreendente quando são comparadas com as que encontramos em

Salmos 105:19

Até cumprir-se a profecia a respeito dele, e tê-lo provado a palavra do SENHOR.

José conhecia a Palavra do Senhor e sabia que não lhe era lícito possuir a mulher de seu senhor. Do mesmo modo o Senhor Jesus derrotou o diabo e a tentação usando apenas a Palavra de Deus como sua arma. Com a palavra de Deus Jesus foi capaz de repelir as investidas do tentador.

O problema de José foi que para se livrar da tentação ele teve que deixar suas roupas nas mãos da mulher que tentava seduzi-lo e isso lhe causou outras dificuldades. De modo semelhante o apóstolo Paulo escrevendo a Timóteo o admoesta com as seguintes palavras:

2 Timóteo 2:22

Foge, outrossim, das paixões da mocidade. Segue a justiça, a fé, o amor e a paz com os que, de coração puro, invocam o Senhor.

Mas aqui temos um grande contraste entre José e Jesus. Enquanto o primeiro teve que fugir e assim devemos proceder nós também, o Senhor Jesus pôs o diabo prá correr ordenando-lhe:

Mateus 4:10

Então, Jesus lhe ordenou: Retira-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a ele darás culto.

OUTROS ESTUDOS ACERCA DE JOSÉ COMO TIPO DE CRISTO

Estudo 001 — José como Tipo De Cristo — Introdução

Estudo 002 — José como Tipo De Cristo — A Infância de José

Estudo 003 — José como Tipo De Cristo — Os Irmãos e Os Nomes de José

Estudo 004 — José como Tipo De Cristo — José Como Pastor dos Seus Irmãos

Estudo 005 — José com Tipo De Cristo — José Como o Filho Amado de Seu Pai

Estudo 006 — José com Tipo De Cristo — Jesus, o Filho e Deus Pai

Estudo 007 — José com Tipo De Cristo — José e a Túnica Talar de Distinção
Estudo 008 — José com Tipo De Cristo — O Ódio que os Irmãos de José Tinham Dele

Estudo 009 — José com Tipo De Cristo — José era Odiado por Causa de Suas Palavras

Estudo 010 — José com Tipo De Cristo — José Estava Destinado a Um Futuro Extraordinário

Estudo 011 — José com Tipo De Cristo — José Antecipa Sua Glória Futura

Estudos 012 e 013 — José como Tipo de Cristo — José Sofre nas Mãos de Seus Irmãos e Vai a Busca Deles a Pedido de Jacó

Estudos 014 e 015 — José como Tipo de Cristo — José Busca Fazer o Bem a Seus Irmãos, e É Enviado De Hebrom Para a Região de Siquém

Estudo 016 — José como Tipo de Cristo — José Vai Até a Região de Siquém

Estudos 017 e 018 — José como Tipo de Cristo — José se Torna um Viajante Errante Nos Campos e Campinas da Palestina

Estudos 019 — José como Tipo de Cristo — A Conspiração contra José

Estudos 020 — José como Tipo de Cristo — As palavras de José são Desacreditadas

Estudos 021 e 022 — José como Tipo de Cristo — José é Insultado e Humilhado e José é Lançado num Poço

Estudos 023 e 024 — José como Tipo de Cristo — José é Retirado Vivo do Poço e Os Irmãos de José Misturam Ódio com Hipocrisia

Estudos 025 e 026A — José como Tipo de Cristo — José é Vendido por Seus Irmãos e o Sangue de José é Derramado
Estudos 026B — José como Tipo de Cristo — O Futuro de Israel Profetizado em Gênesis 38

Estudos 027 e 028 — José se Torna um Servo — Jose se Torna Próspero

Estudos 029 — O Senhor de José Estava Muito Feliz com Ele

Estudos 030 — José Como Servo Foi Uma Bênção Para os Outros

Estudos 031 — José Era Uma  Pessoa Consagrada aos Outros

Estudos 032 — José Foi Duramente Tentado, Mas Resistiu à Tentação

Estudos 033 — José Foi Acusado Falsamente

Estudos 034 — José Não Tentou Se Defender das Falsas Acusações

Estudos 035 — José Sofreu nas Mãos dos Gentios

Estudo 036 e 37 — José Ganha o Reconhecimento do Carcereiro e José Foi Numerado com outros Transgressores.

Estudo 038 — José Como Instrumento de Bênção e de Condenação.

Estudo 039 — José Dá Evidências De Seu Conhecimento Quanto Ao Futuro.

Estudo 040 — As Predições de Jose se Tornam Realidades.

Estudo 041A — José Gostaria de Ser Lembrado

Estudo 041B — José Gostaria de Ser Lembrado




Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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quinta-feira, 7 de agosto de 2014

JOÃO 17 - ESTUDO 002 - O SENHOR JESUS E A GLÓRIA DE DEUS — PARTE 001



Essa é série de estudos baseada em João capítulo 17 que é conhecido como: “A ORAÇÃO SACERDOTAL DE CRISTO” a favor de todos os seus discípulos de todas as épocas. É um estudo bastante aprofundado de João 17 e de todas as suas implicações. É bastante conveniente que o leitor prossiga nesses estudos até o final para poder usufruir melhor do conteúdo dos mesmos. No final de cada estudo o leitor encontrará links para os outros estudos.  


Introdução.

I – A relação entre esta oração do Capítulo 17 e o discurso de despedida que encontramos em João 14—16, pode ser encontrada no verso de abertura:

João 17:1

Tendo Jesus falado estas coisas, levantou os olhos ao céu e disse...

O propósito que Jesus tinha ao fazer esta oração final era preparar os discípulos para os dias difíceis que viriam. Tal propósito é intensificado quando ele permite que os discípulos ouçam esta oração.

II – Ao ouvir esta incomum comunicação do Santo Filho de Deus com Seu Pai, os discípulos tiveram a oportunidade de aprender uma verdade muito importante e encorajadora. Nestes instantes os discípulos percebem que Jesus fez muito mais do que somente ensiná-los no que acreditar ou em como deveriam viver. Ele havia entrado plenamente na vida de cada um deles para sustentá-los, dirigi-los, fortalecê-los, capacitá-los e, especialmente, viver Sua vida através deles. À medida que eles foram crescendo na compreensão desta provisão o relacionamento deles com Jesus tornou-se revolucionário e transformador. Esta é uma das verdades mais básicas da vida cristã.

III – Na ação de Jesus descrita como, “levantou os olhos ao céu”, nós somos lembrados da natureza essencial da oração. A oração é nosso reconhecimento da grandeza de Deus, acompanhado da nossa adoração e confiança.

A. A base relacional da oração.

João 17:1

Tendo Jesus falado estas coisas, levantou os olhos ao céu e disse: Pai, é chegada a hora; glorifica a teu Filho, para que o Filho te glorifique a ti.

1. A exclusividade de Jesus é destacada nesta oração.

É importante notar que Jesus não disse “Pai Nosso”. Ao estudarmos o relacionamento de Jesus com o Pai, ele sempre faz uma distinção cuidadosa entre “Meu Pai” e “vosso Pai”. Ele não poderia dizer “Nosso Pai” e se unir a nós no tipo de relacionamento que temos com Deus, porque o relacionamento que Jesus tem com Deus é infinitamente e eternamente distinto daquele que nós temos com Deus. Mesmo quando Jesus ensinou seus discípulos a orar ele disse que os mesmos deviam orar assim: “Pai nosso”. Mas isso se aplicava aos discípulos.

O Ser ou a Essência de Jesus são idênticas as do Pai. É por este motivo que ele diz:

João 10:30

Eu e o Pai Somos um.

Já nossa relação com Deus está baseada na criação e na graça de Deus. Ele é infinito ao passo que nós somos finitos. Mas a graça de Deus nos convida a chamá-lo de Pai, pois através de Jesus somo feitos “filhos de Deus” —

João 1:12

Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome.

Esta verdade é reconhecida e ensinada quando Jesus falou com Maria Madalena após ter ressuscitado:

João 20:17

Recomendou-lhe Jesus: Não me detenhas; porque ainda não subi para meu Pai, mas vai ter com os meus irmãos e dize-lhes: Subo para meu Pai e vosso Pai, para meu Deus e vosso Deus.

2. O significado de Jesus se dirigir a Deus como Pai.

a. O Senhor Jesus podia chamar Deus de Seu “Pai” por causa da união essencial e de identidade de ser que os dois possuem e compartilham desde a eternidade passada. O Pai e o Filho são 100% o Deus infinito. Os termos “Pai” e “Filho” não indicam, em nenhuma hipótese, uma desigualdade. Tais termos são utilizados para indicar funções relacionais e ofícios e para nos ajudar a entender, pelo menos um pouco, este grande mistério que é um só Deus existindo em três pessoas distintas. A relação entre Deus, o Pai, e Jesus é ensinada pelo uso do termo “unigênito” em passagens como

João 1:14

E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai.

João 3:16.

Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

b. O significado da palavra no original μονογενῆ monogenê é: exclusivo, único na sua categoria. Negar esta verdade é uma das mais sérias ofensas que alguém pode cometer —

João 8:24

Por isso, eu vos disse que morrereis nos vossos pecados; porque, se não crerdes que EU SOU, morrereis nos vossos pecados.

c. O Senhor Jesus podia chamar Deus de Seu “Pai” por causa do seu nascimento virginal. Foi através deste ato milagroso que o Senhor Jesus recebeu Sua natureza humana e Seu corpo físico. Quando a virgem Maria concebeu, mediante a ação do Espírito Santo, o Senhor Jesus foi a personalidade resultante daquela concepção. Este é o motivo porque o profeta distingue entre “nascido” e “dado”:

Isaías 9:6

Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu.

Hebreus 10:5

Por isso, ao entrar no mundo, diz: Sacrifício e oferta não quiseste; antes, um corpo me formaste.

d. O Senhor Jesus podia chamar Deus de Seu “Pai” por causa da maneira como ele representava a raça humana de modo geral e os cristãos de modo particular como o “último Adão” — ver Romanos 5:14; 1 Coríntios 15:45. O Senhor Jesus veio a este mundo como nosso representante. Nesta condição Ele dependia completamente do Pai. Pelo uso deste título — segundo ou último Adão — e por causa da completa dependência que Ele tinha do Pai, nosso Salvador reconhece o relacionamento que ele escolheu assumir e expressa Sua total confiança no Pai.

e. O Senhor Jesus podia Chamar Deus de Seu “Pai” porque o uso desta expressão “Pai” indicava Seu profundo amor por Deus, sua submissão integral à vontade de Deus, bem como sua confiança total em Deus com respeito às próximas horas, que seriam as mais difíceis que o Salvador iria experimentar. Quando o Senhor Jesus estava no Getsêmani e Ele quase morreu de tristeza, pelo que haveria de sofrer na cruz do Calvário, que incluía experimentar nosso julgamento, condenação, morte física e o inferno em nosso lugar — Ele suportou todas estas coisas com um nome nos seus lábios: PAI.

f. Muitos anos antes desta oração ser proferida o Senhor já havia inspirado o Salmista a dizer:

Salmos 56:3

Em me vindo o temor, hei de confiar em ti.

g. Nesta oração nos podemos testemunhar o Senhor Jesus, agora o Deus homem — colocar em prática esta grande verdade.

B. O Contexto Histórico da Oração.

João 17:1

Tendo Jesus falado estas coisas, levantou os olhos ao céu e disse: Pai é chegada a hora; glorifica a teu Filho, para que o Filho te glorifique a ti.

1. O Significado desta Afirmação na Perspectiva do que Aconteceu Antes.

a. A Crucificação e a Ressurreição de Jesus Cristo não são eventos de origem recente e sim parte dos decretos eternos de Deus.

1 Pedro 1:18—20

Sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo, conhecido, com efeito, antes da fundação do mundo, porém manifestado no fim dos tempos, por amor de vós.

Apocalipse 13:8

E adorá-la-ão todos os que habitam sobre a terra, aqueles cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida do Cordeiro — o Senhor Jesus — que foi morto desde a fundação do mundo.

c. A obra do Senhor Jesus tem sido anunciada deste o começo da revelação Divina.

i. O confronto entre Jesus e Satanás foi predito ainda no Éden —

Gênesis 3:15

Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.

ii. Jesus foi tipificado nas peles dos animais que Deus usou para cobrir Adão e Eva —

Gênesis 3:21

Fez o SENHOR Deus vestimenta de peles para Adão e sua mulher e os vestiu.

iii. Moisés profetizou a vinda do Senhor Jesus —

Deuteronômio 18:18

Suscitar-lhes-ei um profeta do meio de seus irmãos, semelhante a ti, em cuja boca porei as minhas palavras, e ele lhes falará tudo o que eu lhe ordenar.

iv. Tanto Arão quanto o Sacerdócio Levítico tipificavam o Senhor Jesus bem como Sua obra redentora – ver Hebreus 5:1—5; 9:1—26; 10:1.

v. O profeta Isaías forneceu detalhes específicos sobre a Pessoa, o Ministério, a Morte e a Ressurreição do Senhor Jesus – ver Isaías 7:14; 9:1—7; 52:13—15; 53:1—12; 61:1—3.

vi. Durante os dias da Sua vida o Senhor Jesus falou acerca da “hora” da Sua morte e glorificação:

João 12:23—24

Respondeu-lhes Jesus: É chegada a hora de ser glorificado o Filho do Homem. Em verdade, em verdade vos digo: se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas, se morrer, produz muito fruto.

João 12:27

Agora, está angustiada a minha alma, e que direi eu? Pai, salva-me desta hora? Mas precisamente com este propósito vim para esta hora

João 13:1

Ora, antes da Festa da Páscoa, sabendo Jesus que era chegada a sua hora de passar deste mundo para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até ao fim.

d. Tendo todo este passado em perspectiva, o Senhor Jesus compreende que havia chegado em um ponto culminante da Sua história. Toda a antecipação, os questionamentos, bem como toda a preparação estão no passado. Tudo pelo qual ele havia trabalhado Sua vida toda estava agora chegando sobre ele.

Continua...

OUTROS ESTUDOS EM JOÃO 17

JOÃO 17 — ESTUDO 001 — O SENHOR JESUS — O GRANDE SUMO SACERDOTE — PARTE 001

JOÃO 17 — ESTUDO 001 — O SENHOR JESUS — O GRANDE SUMO SACERDOTE — PARTE 002

JOÃO 17 — ESTUDO 002 — O SENHOR JESUS E A GLÓRIA DE DEUS — PARTE 001

JOÃO 17 — ESTUDO 002 — O SENHOR JESUS E A GLÓRIA DE DEUS — PARTE 002

JOÃO 17 — ESTUDO 003 — O SENHOR JESUS E A VIDA ETERNA — PARTE 001

JOÃO 17 — ESTUDO 003 — O SENHOR JESUS E A VIDA ETERNA — PARTE 002

JOÃO 17 — ESTUDO 004 — O SENHOR JESUS E SUA OBRA TERMINADA — PARTE 001

JOÃO 17 — ESTUDO 004 — O SENHOR JESUS E SUA OBRA TERMINADA — PARTE 002

JOÃO 17 — ESTUDO 005 — O SENHOR JESUS E AQUELES QUE CREEM NELE — PARTE 001

JOÃO 17 — ESTUDO 005 — O SENHOR JESUS E AQUELES QUE CREEM NELE — PARTE 002

JOÃO 17 — ESTUDO 005 — O SENHOR JESUS E AQUELES QUE CREEM NELE — PARTE 003 – FINAL

JOÃO 17 — ESTUDO 006 — O SENHOR JESUS E SUA ORAÇÃO PELOS QUE SÃO SEUS — PARTE 001

JOÃO 17 — ESTUDO 006 — O SENHOR JESUS E SUA ORAÇÃO PELOS QUE SÃO SEUS — PARTE 002


JOÃO 17 — ESTUDO 007 — O SENHOR JESUS E SUA ORAÇÃO PELOS QUE SÃO SEUS — PARTE 003

JOÃO 17 — ESTUDO 007 — O SENHOR JESUS E SUA ORAÇÃO PELOS QUE SÃO SEUS — PARTE 004

JOÃO 17 — ESTUDO 008 — O SENHOR JESUS E O MUNDO — PARTE 001

JOÃO 17 — ESTUDO 008 — O CRENTE E O MUNDO — PARTE 002

JOÃO 17 — ESTUDO 009 — O SENHOR JESUS E SEU SERVIÇO A DEUS — PARTE 001

JOÃO 17 — ESTUDO 009 — O SENHOR JESUS E SEU SERVIÇO A DEUS — PARTE 002 — SOMOS EMBAIXADORES JUNTO COM CRISTO


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