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quarta-feira, 28 de outubro de 2015

JOSÉ COMO TIPO DE CRISTO — ESTUDOS 036 E 037— JOSÉ SOFREU NAS MÃOS DOS GENTIOS E ESTUDO 037 JOSÉ FOI NUMERADO COM OUTROS TRANSGRESSORES


Essa é uma série cujo propósito é estudar, com profundidade, a vida de José como um Tipo do Senhor Jesus Cristo. No final de cada estudo você irá encontrar links para outros estudos. A Série tem o título Geral de: José como Tipo de Cristo.

José Como Tipo de Cristo — Estudos 036

36. José Ganha o Reconhecimento do Carcereiro.

Gênesis 39:21—23

O SENHOR, porém, era com José, e lhe foi benigno, e lhe deu mercê perante o carcereiro o qual confiou às mãos de José todos os presos que estavam no cárcere; e ele fazia tudo quanto se devia fazer ali. E nenhum cuidado tinha o carcereiro de todas as coisas que estavam nas mãos de José, porquanto o SENHOR era com ele, e tudo o que ele fazia o SENHOR prosperava .
O antítipo desse momento na vida de José, assim especulam alguns, está relacionado à afirmação feita pelo centurião romano no local da crucificação, quando disse as palavras que estão registradas em —

Lucas 23:47

Vendo o centurião o que tinha acontecido, deu glória a Deus, dizendo: Verdadeiramente, este homem era justo.

Nesse caso, a ação do centurião serviria para provar que Deus concedeu a seu filho um favor semelhante àquele desfrutado por José nas mãos do carcereiro.

José Como Tipo de Cristo — Estudos 037

37. José Foi Numerado com outros Transgressores.

Gênesis 40:1—3

Passadas estas coisas, aconteceu que o mordomo do rei do Egito e o padeiro ofenderam o seu senhor, o rei do Egito. Indignou-se Faraó contra os seus dois oficiais, o copeiro-chefe e o padeiro-chefe. E mandou detê-los na casa do comandante da guarda, no cárcere onde José estava preso.

Ao contrário da anterior, essa cena é mesmo uma maravilha da tipologia. José não estava sozinho em seu lugar de sofrimento e vergonha. O mesmo é verdadeiro a respeito do Senhor Jesus que foi crucificado entre dois bandidos no topo do monte chamado Calvário. Essa figura foi predita pelo profeta —

Isaías 53:12

Por isso, eu lhe darei muitos como a sua parte, e com os poderosos repartirá ele o despojo, porquanto derramou a sua alma na morte; foi contado com os transgressores; contudo, levou sobre si o pecado de muitos e pelos transgressores intercedeu.

Note a exatidão das palavras bíblicas: do mesmo modo como Cristo esteve crucificado entre DOIS bandidos, assim também José se encontrava na prisão com DOIS outros ofensores. Mas a analogia vai mais fundo ainda...

CONTINUA...


OUTROS ESTUDOS ACERCA DE JOSÉ COMO TIPO DE CRISTO

Estudo 001 — José como Tipo De Cristo — Introdução

Estudo 002 — José como Tipo De Cristo — A Infância de José

Estudo 003 — José como Tipo De Cristo — Os Irmãos e Os Nomes de José

Estudo 004 — José como Tipo De Cristo — José Como Pastor dos Seus Irmãos

Estudo 005 — José com Tipo De Cristo — José Como o Filho Amado de Seu Pai

Estudo 006 — José com Tipo De Cristo — Jesus, o Filho e Deus Pai

Estudo 007 — José com Tipo De Cristo — José e a Túnica Talar de Distinção
Estudo 008 — José com Tipo De Cristo — O Ódio que os Irmãos de José Tinham Dele

Estudo 009 — José com Tipo De Cristo — José era Odiado por Causa de Suas Palavras

Estudo 010 — José com Tipo De Cristo — José Estava Destinado a Um Futuro Extraordinário

Estudo 011 — José com Tipo De Cristo — José Antecipa Sua Glória Futura

Estudos 012 e 013 — José como Tipo de Cristo — José Sofre nas Mãos de Seus Irmãos e Vai a Busca Deles a Pedido de Jacó

Estudos 014 e 015 — José como Tipo de Cristo — José Busca Fazer o Bem a Seus Irmãos, e É Enviado De Hebrom Para a Região de Siquém

Estudo 016 — José como Tipo de Cristo — José Vai Até a Região de Siquém

Estudos 017 e 018 — José como Tipo de Cristo — José se Torna um Viajante Errante Nos Campos e Campinas da Palestina

Estudos 019 — José como Tipo de Cristo — A Conspiração contra José

Estudos 020 — José como Tipo de Cristo — As palavras de José são Desacreditadas

Estudos 021 e 022 — José como Tipo de Cristo — José é Insultado e Humilhado e José é Lançado num Poço

Estudos 023 e 024 — José como Tipo de Cristo — José é Retirado Vivo do Poço e Os Irmãos de José Misturam Ódio com Hipocrisia

Estudos 025 e 026A — José como Tipo de Cristo — José é Vendido por Seus Irmãos e o Sangue de José é Derramado
Estudos 026B — José como Tipo de Cristo — O Futuro de Israel Profetizado em Gênesis 38

Estudos 027 e 028 — José se Torna um Servo — Jose se Torna Próspero

Estudos 029 — O Senhor de José Estava Muito Feliz com Ele

Estudos 030 — José Como Servo Foi Uma Bênção Para os Outros

Estudos 031 — José Era Uma  Pessoa Consagrada aos Outros

Estudos 032 — José Foi Duramente Tentado, Mas Resistiu à Tentação

Estudos 033 — José Foi Acusado Falsamente

Estudos 034 — José Não Tentou Se Defender das Falsas Acusações

Estudos 035 — José Sofreu nas Mãos dos Gentios

Estudo 036 e 37 — José Ganha o Reconhecimento do Carcereiro e José Foi Numerado com outros Transgressores.

Estudo 038 — José Como Instrumento de Bênção e de Condenação.

Estudo 039 — José Dá Evidências De Seu Conhecimento Quanto Ao Futuro.

Estudo 040 — As Predições de Jose se Tornam Realidades.

Estudo 041A — José Gostaria de Ser Lembrado

Estudo 041B — José Gostaria de Ser Lembrado

Estudo 042 — José Foi Libertado na Hora Certa

Estudo 043 — José Como Revelador dos Mistérios de Deus

Estudo 044 — José Faz Advertências Contra o Perigo Futuro

Estudo 045 — José Se Revela como Maravilhoso Conselheiro


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.   

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

JONATHAN EDWARDS: A AGONIA DE CRISTO — UM ESTUDO — PARTE 007


O material abaixo é parte de um livro escrito por Jonathan Edwards que foi publicado em forma de e-book por:

Fonte: CCEL.org │ Título Original: “Christ’s Agony”

As citações bíblicas desta tradução são da versão ACRF (Almeida Corrigida Revisada Fiel).

Tradução por Camila Almeida │ Revisão William Teixeira

facebook.com/oEstandarteDeCristo
Issuu.com/oEstandarteDeCristo

A AGONIA DE CRISTO

Por Jonathan Edwards

“E, posto em agonia, orava mais intensamente; e o Seu suor tornou-se em grandes gotas de sangue que corriam até ao chão.”

– Lucas 22:44 –

CONTINUAÇÃO...

Primeira Inferência: Nisto esta impiedade foi apenas uma amostra da maldade da humanidade; pois a corrupção de toda a humanidade é da mesma natureza, e a maldade que está no coração de um homem é da mesma natureza e tendência como em outro. Como na água, o rosto corresponde ao rosto, assim o coração do homem ao homem.

Segunda Inferência: É provável que Cristo morreu para fazer expiação por aquela verdadeira impiedade individual que operou os Seus sofrimentos, que o reprovou, escarneceu, esbofeteou, e o crucificou. Alguns de Seus algozes, por quem Ele orou para que pudessem ser perdoados, enquanto eles estavam no próprio ato de crucificar Jesus, foram posteriormente, em resposta à Sua oração, convertidos pela pregação de Pedro; como temos um relato no segundo capítulo de Atos.

Outra circunstância da agonia de Cristo que demonstra a força do Seu amor é o ingrato abandono dos Seus discípulos naquele momento. Os discípulos de Cristo estavam entre aqueles pelos quais Ele suportou essa agonia, e entre aqueles por quem Ele iria suportar os últimos sofrimentos, dos quais Ele agora tinha aquelas apreensões terríveis. No entanto, Cristo já os tinha despertado a um interesse nos benefícios desses sofrimentos. Seus pecados já haviam sido perdoados por meio daquele sangue que Ele estava para derramar, e eles já haviam recebido os benefícios infinitos por meio daquela moribunda compaixão e amor que Ele tinha por eles, e foram, por Seus sofrimentos, distinguidos de todos os demais do mundo. Cristo havia colocado uma maior honra sobre eles do que sobre quaisquer outros, fazendo-os Seus discípulos em um sentido mais honroso do que Ele havia feito a favor de qualquer outro. E ainda agora, quando Ele teve o terrível cálice colocado diante dEle, que Ele beberia por eles, e estava em tal agonia diante da visão disto, Ele não viu nenhum retorno por parte deles, senão a indiferença e ingratidão. Quando Ele apenas desejava que o assistissem, para que Ele fosse consolado com sua companhia, agora, neste momento, triste eles adormeceram; e mostraram que não havia preocupação suficiente sobre isso para induzi-los a manterem-se acordados com Ele, nem mesmo por uma hora, embora Ele desejasse isso, uma vez e outra vez. Mas ainda assim, este tratamento ingrato deles, por quem Ele devia beber o cálice da Ira que Deus havia posto diante dEle, não O desencorajou de tomá-lo, e bebê-lo por eles. Seu amor resistiu a eles; tendo amado os seus, amou-os até o fim. Ele não disse dentro de Si mesmo quando o cálice trêmulo estava diante dEle: “Por que devo suportar tanto por aqueles que são tão ingratos; por que eu deveria lutar aqui com a expectativa da terrível Ira de Deus a ser suportada por mim amanhã, por aqueles que nesse meio tempo não têm tanta preocupação por mim, como para manterem-se acordados comigo nem por uma hora quando eu desejo isso da parte deles?” Mas, ao contrário, com compaixões ternas e paternais Ele desculpa essa ingratidão de Seus discípulos, e diz em Mateus 26:41: “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca”. E, seguiu, e foi apreendido, e escarnecido e açoitado e crucificado, e derramou a Sua alma na morte, sob o peso da terrível Ira de Deus na cruz por eles.

Terceira Inferência: A partir do que foi dito, podemos aprender as maravilhas da submissão de Cristo à vontade de Deus. Cristo, sendo uma Pessoa Divina, era o Soberano absoluto do céu e da terra, mas ainda assim Ele foi o mais maravilhoso exemplo de submissão à soberania de Deus que alguma vez já houve. Quando Ele teve tal visão da terribilidade de Seus últimos sofrimentos, e orou, se fosse possível que esse cálice passasse dEle, ou seja, se não houvesse uma necessidade absoluta disto para a salvação dos pecadores, ainda assim isso foi uma perfeita submissão à vontade de Deus. Ele acrescenta: “todavia, não seja como eu quero, mas como tu queres”. Ele preferiu que a inclinação de Sua natureza humana, que tanto temia tais tormentos intensos, fosse crucificada, ao invés de que a vontade de Deus não fosse realizada. Ele se deleitava com o pensamento da vontade de Deus que estava sendo feita; e quando Ele foi e orou pela segunda vez, Ele não tinha mais nada a dizer, senão: “Pai meu, se este cálice não pode passar de mim sem eu o beber, faça-se a tua vontade”; e assim na terceira vez. O que são tais provas de submissão, em relação as que qualquer um de nós tem, por vezes, nas aflições que sofremos? Se Deus apenas em Sua providência indica que isto seja a Sua vontade para que participemos como um filho, quão dificilmente somos levados a ceder a ela, quão prontos para sermos insubmissos e perversos! Ou se Deus põe a mão sobre nós em alguma dor aguda do corpo, como estamos prontos a estar descontentes e impacientes; quando o inocente Filho de Deus, que não merecia o sofrimento pôde submeter-se calmamente a sofrimentos incompreensivelmente grandes, e disse uma e outra vez: que seja feita a vontade de Deus! Quando Ele foi trazido e estabelecido diante daquela fornalha terrível de ira na qual Ele devia ser lançado, a fim de que Ele pudesse olhar para isso e ter uma visão completa de Sua ferocidade, quando Sua carne encolheu diante disso, e Sua natureza esteve num tal conflito, que o Seu corpo foi todo coberto por um suor de sangue caindo em grandes gotas no chão, mas Sua alma calmamente entregou-se para que a vontade de Deus fosse feita, ao invés da vontade ou inclinação de Sua natureza humana.

Quarta Inferência: O que foi dito sobre este assunto também nos mostra a glória da obediência de Cristo. Cristo foi sujeito à lei moral como Adão era, e Ele também estava sujeito às leis cerimoniais e judiciais de Moisés; mas o principal comando que Ele havia recebido do Pai era que Ele deveria dar a Sua vida, que Ele deveria voluntariamente entregar a Si mesmo a aqueles terríveis sofrimentos na Cruz. Fazer isso era a Sua principal missão no mundo; e, sem dúvida, a principal ordenança que Ele recebeu, foi sobre aquilo que era a principal incumbência para que Ele fora enviado. O Pai, quando O enviou ao mundo, enviou-O com os comandos sobre o que Ele deveria fazer no mundo; e Sua maior ordenança dentre todas foi sobre isso,  a incumbência para a qual Ele foi principalmente enviado, foi para entregar a Sua vida. E, portanto, esta ordenança foi a principal prova da Sua obediência. Foi a maior prova de Sua obediência, porque era, de longe, a ordem mais difícil: todo o resto era fácil em comparação a isto. E a principal prova de que Cristo teve, se Ele obedecesse a esta ordem, foi no tempo de Sua agonia; por que ocorreu uma hora antes dEle ter sido preso, de acordo com Seus sofrimentos, quando Ele deveria ou render-se a eles, ou fugir deles. E então foi a primeira vez que Cristo teve uma visão completa da dificuldade desta ordem; que parecia tão grande a ponto de causar aquele suor de sangue. Em seguida, foi o conflito da fraca natureza humana com a dificuldade, depois foram as dolorosas lutas e batalhas com o julgamento pesado que Ele teve, e então Cristo obteve vitória sobre a tentação, provinda do medo de Sua natureza humana. Sua obediência resistiu em meio ao conflito. Então, podemos supor que Satanás foi especialmente solto para lidar com o medo natural que a natureza humana tinha de tais tormentos, e esforçar-se com o seu melhor para dissuadir Cristo de prosseguir em beber o cálice amargo; pois a essa altura, em direção a aproximar-se da vida de Cristo, Ele estava especialmente entregue nas mãos de Satanás, para ser tentado por ele, mais do que Ele foi imediatamente após o Seu batismo; pois Cristo diz, falando da época, Lucas 22:53: “Tenho estado todos os dias convosco no templo, e não estendestes as mãos contra mim, mas esta é a vossa hora e o poder das trevas”. Logo, Cristo, no momento de Sua agonia, esteve lutando não somente com visões assombrosas de Seus últimos sofrimentos, mas Ele também lutou, nesse suor sangrento, com os principados e potestades – argumentou Ele, nesse momento com o grande leviatã que trabalhou com o seu melhor para tentá-lo à desobediência. De modo que, em seguida, Cristo teve tentações em todos os sentidos para atraí-Lo para fora da obediência a Deus. Teve tentações de Sua fraca natureza humana, que temia extremamente tais tormentos; e Ele teve tentações de homens, que eram os Seus inimigos; e Ele teve tentações do abandono ingrato de Seus discípulos; e Ele teve tentações do Diabo. Ele também teve uma prova esmagadora da manifestação da própria Ira de Deus; quando, nas palavras de Isaías, agradou ao Senhor moê-lo e fazê-lo enfermar. Todavia, ainda assim, Ele não falhou, mas conseguiu a vitória sobre todos, e realizou esse grande ato de obediência naquele momento, ao mesmo Deus que se escondeu dEle, e demonstrou a Sua Ira a Ele pelos pecados dos homens, que Ele devia em breve sofrer. Nada poderia movê-Lo para longe de Sua obediência fiel a Deus, mas Ele insistiu em dizer: “Seja feita a Sua vontade”, expressando não apenas a Sua submissão, mas Sua obediência; não somente a Sua conformidade com a disposição da vontade de Deus, mas também com a Sua vontade perceptiva. Deus lhe havia dado este cálice para beber, e tinha ordenado a Ele que bebesse, e isso era motivo suficiente para que Ele O bebesse; portanto, Ele diz, na conclusão de Sua agonia, quando Judas veio com Seu bando: “não beberei eu o cálice que o Pai me deu?” (João 18:11). Cristo, no momento de Sua agonia, deu uma prova incrivelmente maior de obediência do que qualquer homem ou anjo já deu. Quanto mais além foi esta prova de obediência do segundo Adão do que a provação de obediência do primeiro Adão! Quão leve foi a tentação de nosso primeiro pai, em comparação a esta! E, no entanto o nosso primeiro fiador falhou, e nosso segundo não falhou, mas obteve uma vitória gloriosa, e seguiu, e tornou-se obediente até à morte e morte de cruz. Assim maravilhosa e gloriosa foi a obediência de Cristo, pela qual Ele operou a justiça para os crentes, e cuja obediência é imputada a eles. Não maravilha que esta seja uma doce punição semeada, e que Deus permaneça disposto a dar o céu como a Sua recompensa a todos os que creem nEle.

Quinta Inferência: O que foi dito mostra-nos a insensatez da segurança dos pecadores em serem tão destemidos diante da Ira de Deus. Se a Ira de Deus era tão terrível, que, quando Cristo somente a esperava, Sua natureza humana foi quase sobrecarregada com o temor dela, e Sua alma ficou assombrada, e Seu corpo todo em um suor sangrento; então quão insensatos são os pecadores, que estão sob a ameaça da mesma Ira de Deus, e são condenados a ela, e estão a cada momento expostos a isso; e, no entanto, em vez de manifestar intensa apreensão, estão calmos, leves e indiferentes; em vez de estarem tristes e mui pesados, andam com um coração tranquilo e descuidado; em vez de chorar em amarga agonia, muitas vezes estão felizes e contentes, e comem e bebem, e dormem tranquilamente, e prosseguem no pecado, provocando a Ira de Deus mais e mais, sem qualquer motivo de preocupação! Quão estúpidas e insensatas são essas pessoas! Deixem que tais pecadores insensíveis considerem que esta miséria, da qual eles estão em perigo devido a Ira de Deus, é infinitamente mais terrível do que a que ocasionou em Cristo a Sua agonia e suor sangrento. É mais terrível, tanto como isto difere em Sua natureza e grau, e também uma vez que difere na Sua duração. É mais terrível em Sua natureza e grau. Cristo sofreu aquilo enquanto confirmou a honra da lei Divina, era plenamente equivalente à miséria dos condenados; e em algum aspecto foi o mesmo sofrimento; pois era a Ira do mesmo Deus; mas ainda em outros aspectos, muito diferente. A diferença não surge a partir da Ira derramada sobre um e outro, pois é o mesmo furor, mas a partir da diferença de sujeito, o que pode ser melhor ilustrado a partir da própria comparação de Cristo. Lucas 23:31: “Porque, se ao madeiro verde fazem isto, que se fará ao seco?” Aqui, Ele chama a si mesmo de uma árvore verde, e os homens ímpios de secos, indicando que a miséria que virá sobre os homens ímpios será muito mais terrível do que os sofrimentos que vieram sobre Ele, e que a diferença decorre da natureza diferente do sujeito. A árvore verde e a seca são ambos lançados no fogo; mas as chamas secam, ainda mais intensamente, a árvore seca do que a verde.

Os sofrimentos que Cristo suportou diferem da miséria dos ímpios no inferno em natureza e grau em relação aos seguintes aspectos.

1. Cristo não sentiu os tormentos de uma consciência culpada, condenada.

2. Ele não sentiu nenhum tormento do reinado de corrupções e concupiscências interiores como as do condenado. Os ímpios no inferno são seus próprios algozes, seus desejos são seus algozes, e sendo sem restrições, (pois não há graça preventiva no inferno), seus desejos enraivecerão como chamas furiosas em seus corações. Eles serão atormentados com a violência desenfreada de um espírito de inveja e maldade contra Deus e contra os anjos e santos do céu, e um contra o outro. Ora, Cristo não sofreu nada disso.

3. Cristo não teve que considerar que Deus O odiava. Os ímpios no inferno tem isso para fazer Sua miséria perfeita, eles sabem que Deus odeia perfeitamente sem a menor piedade ou respeito a eles, o que preencherá as Suas almas com miséria inexprimível. Mas não foi assim com Cristo. Deus retirou Sua presença confortável de Cristo, e escondeu dEle o Seu rosto, e assim derramou a Sua Ira sobre Ele, quando O fez sentir os seus efeitos terríveis na Sua alma; mas ainda assim Ele sabia, ao mesmo tempo, que Deus não O odiava, mas O amava infinitamente. Ele clamou por que Deus O abandonou, mas, ainda assim, ao mesmo tempo, o chama de “Deus meu, Deus meu!”, sabendo que era ainda o Seu Deus, embora O tivesse abandonado. Mas os ímpios no inferno saberão que Ele não é o Seu Deus, mas o Seu juiz e inimigo irreconciliável.

4. Cristo não sofreu desespero, como o ímpio o faz no inferno. Ele sabia que haveria um fim de Seus sofrimentos em poucas horas; e que depois Ele deveria entrar na glória eterna. Mas será bem diferente com vocês que são impenitentes; se vocês morrerem em Sua condição atual, vocês estarão em desespero perfeito. Nestas considerações, a miséria dos ímpios no inferno será imensamente mais terrível em natureza e grau, do que aqueles sofrimentos com os temores os quais a alma de Cristo estava muito sobrecarregada.

5. Isto infinitamente diferirá na duração. Os sofrimentos de Cristo duraram apenas algumas horas, e não havia um fim eterno a eles, e a glória eterna sucedeu. Mas você que é, um pecador seguro, insensível, está todos os dias exposto a ser lançado na miséria eterna, um fogo que nunca se apaga. Se, então, o Filho de Deus esteve em tal assombro, na expectativa de que Ele devia sofrer por algumas horas, quão insensato é você que está continuamente exposto a sofrimentos imensamente mais terríveis em natureza e grau, e que devem sem qualquer fim, mas que serão suportados sem descanso dia e noite para todo o sempre! Se você tivesse um sentido pleno da grandeza daquela miséria a que você está exposto, e quão terrível é a Sua condição atual por conta disso, seria neste momento colocado em tão terrível agonia como a que Cristo sofreu; sim, se a sua natureza puder suportá-la, uma muito mais terrível. Agora veríamos você cair em um suor sangrento, chafurdando em Sua dor e gritando de terrível espanto.

Tendo, assim, me esforçado para explicar e ilustrar as duas proposições anteriormente mencionadas no início deste discurso, passarei agora a mostrar:

CONTINUA...




OUTRAS PARTES DESSE ESTUDO PODERÃO SER VISTAS POR MEIO DOS LINKS ABAIXO

JONATHAN EDWARDS — A AGONIA DE CRISTO — ALGUMAS CITAÇÕES DESSE 
ESTUDO PARTE 001

JONATHAN EDWARDS — A AGONIA DE CRISTO — ALGUMAS CITAÇÕES DESSE ESTUDO PARTE 002

JONATHAN EDWARDS — A AGONIA DE CRISTO — ALGUMAS CITAÇÕES DESSE ESTUDO PARTE 003

JONATHAN EDWARDS — A AGONIA DE CRISTO — PARTE 004

JONATHAN EDWARDS — A AGONIA DE CRISTO — PARTE 005

JONATHAN EDWARDS — A AGONIA DE CRISTO — PARTE 006 —http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/08/jonathan-edwards-agonia-de-cristo-um.html

JONATHAN EDWARDS — A AGONIA DE CRISTO — PARTE 007 —http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/10/jonathan-edwards-agonia-de-cristo-um.html

JONATHAN EDWARDS — A AGONIA DE CRISTO — PARTE 008 —

JONATHAN EDWARDS — A AGONIA DE CRISTO — PARTE 009 —

JONATHAN EDWARDS — A AGONIA DE CRISTO — PARTE 010 — APLICAÇÃO 001

JONATHAN EDWARDS — A AGONIA DE CRISTO — PARTE 011 — APLICAÇÃO 002

UMA BREVE BIOGRAFIA DE JONATHAN EDWARDS
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/08/jonathan-edwards-uma-breve-biografia.html

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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quarta-feira, 19 de agosto de 2015

PARÁBOLAS DE JESUS - LUCAS 14:28—33 — A PARÁBOLA DO CONSTRUTOR DA TORRE E DO GRANDE GUERREIRO — SERMÃO 034




Esse artigo é parte da série "Parábolas de Jesus" e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos das verdades contidas nessa série, com aplicações para os nossos dias. No final do artigo você encontrará links para os outros artigos dessa série.


A Parábola do Construtor da Torre e do Grande Guerreiro – Lucas 14:128—33.

28 Pois qual de vós, pretendendo construir uma torre, não se assenta primeiro para calcular a despesa e verificar se tem os meios para a concluir?

29 Para não suceder que, tendo lançado os alicerces e não a podendo acabar, todos os que a virem zombem dele,

30 dizendo: Este homem começou a construir e não pôde acabar.

31 Ou qual é o rei que, indo para combater outro rei, não se assenta primeiro para calcular se com dez mil homens poderá enfrentar o que vem contra ele com vinte mil?

32 Caso contrário, estando o outro ainda longe, envia-lhe uma embaixada, pedindo condições de paz.

33 Assim, pois, todo aquele que dentre vós não renuncia a tudo quanto tem não pode ser meu discípulo.

Introdução

A. Essas duas parábolas que são o objeto da nossa atenção agora se encontram, exclusivamente, no evangelho de Lucas, como acontece com várias outras parábolas.

B. Essas parábolas foram contadas por Jesus em sua última viagem da Galileia para a cidade de Jerusalém. A descrição dessa ultima viagem ocupa uma porção bastante extensa do Evangelho de Lucas. Durante todo o período dessa viagem Jesus esteve sempre acompanhado por grandes multidões.

C. É inegável que nos corações daquele povo que acompanhava a Jesus, existia um genuíno anseio que, quando chegassem a Jerusalém, Jesus iria estabelecer seu reino. Essa era a maior motivação das pessoas em acompanhá-lo na longa e vagarosa jornada até a cidade do rei Davi.

D. Mas como já sabemos os planos de Jesus não eram bem esses. Ele não estava se dirigindo para Jerusalém para ocupar nenhum trono secular. Antes, ele estava se dirigindo para Jerusalém sabendo que, uma vez ali, seria preso, julgado, condenado e crucificado sobre uma cruz.

E. Jesus então conta essas duas parábolas, para que as multidões que o seguiam, com o objetivo de ensiná-las acerca do verdadeiro custo do discipulado, antes mesmo que decidissem lançar suas vidas para se identificarem com Jesus.

F. Um excelente exemplo pessoal que temos dessa realidade poder ser visto na obra de Dietrich Bonhoeffer intitulada “O Custo do Discipulado”[1]. Nesse livro Bonhoeffer nos fala da entrega da própria vida ao Senhor e do custo do discipulado, que no caso específico dele, custou sua própria vida, pois foi executado em 9 de Abril de 1945, numa prisão alemã, por se posicionar claramente contra o regime nazista de Adolfo Hitler.   

G. Todos aqueles que estavam seguindo a Jesus deviam aprender e entender as verdades contidas em —

Lucas 14:25—27

25 Grandes multidões o acompanhavam, e ele, voltando-se, lhes disse:

26 Se alguém vem a mim e não aborrece {aborrece; isto é, ama menos, Mt-} a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs e ainda a sua própria vida, não pode ser meu discípulo.

27 E qualquer que não tomar a sua cruz e vier após mim não pode ser meu discípulo.

H. Em termos semíticos, a expressão  μισεῖ miseî — traduzida por aborrecer, tem ainda os significados adicionais de: odiar, detestar, perseguir com ódio. Ou seja, significa que amamos menos alguém ou alguma coisa, dai a inserção explicativa no texto de Lucas acima. As palavras de Jesus significam que nada nem ninguém poderão ter uma prioridade maior do que aquela que precisamos dedicar ao nosso Senhor.

I. Jesus quer nos ensinar que à parte de sua pessoa, todo o resto deve sempre ocupar o segundo ou terceiro plano em nossas vidas. Somente o que vive, no dia a dia, a realidade de ter a Jesus como sua prioridade número um, está realmente pronto e capacitado para, verdadeiramente, seguir ao Senhor.

J. Ser discípulo de Jesus significa tomar a própria cruz — dia a dia — e seguir a Cristo aonde quer que ele vá ou nos ordene ir. Jesus contrapõe duas verdades fundamentais —

Mateus 11:28 —
Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei.

e

Lucas 14:17

27 E qualquer que não tomar a sua cruz e vier após mim não pode ser meu discípulo.

O verdadeiro discipulado requer um compromisso de entrega total ao Senhor. É preciso avaliar o custo e entender, de fato, o que representa a decisão de seguir a Cristo. Para ajudar seus seguidores a entender essa realidade, Jesus conta então essas duas parábolas, que estamos estudando hoje:


I. As Duas Parábolas

A. A Parábola da Torre Inacabada

1. Com o objetivo de ilustrar o que Ele — Jesus — queria ensinar, o Senhor contou duas parábolas, relativamente curtas. A primeira é emprestada do cenário agrícola daqueles dias, e a segunda de um fato político sem relação com a palestina ocupada. As duas parábolas têm um mesmo objetivo: ensinar uma mesma e única lição de forma prática.

2. Jesus usa seus próprios ouvintes como parte da história que irá narrar. Ele começa com uma suposição verossímil que envolve uma tomada de decisão da parta de um fazendeiro que pretende construir uma torre em suas próprias terras. As torres naqueles dias tinham o propósito de guarda as ferramentas, os equipamentos e as provisões da família. Sua intenção era proteger esses elementos da ação de ladrões que não faltavam naquela região. Ele sabe que se construir a torre, aumentará seu conceito, do ponto de vista social e também que sua propriedade terá seu valor aumentado.

3. O fazendeiro reconhece a necessidade que tem de construir a torre, mas ele não senta para calcular o custo do material e da mão de obra envolvidos no processo. O custo maior duma torre desse tipo era o alicerce. E possível que o fazendeiro tivesse ignorado o mesmo, já que ele não fica visível depois de uma determinada fase da construção.

4. Ele então prepara o terreno e começa a construção pelo alicerce. Depois, quando passa para a construção da estrutura em si, ele se dá conta que o dinheiro acabou e ele precisa abandonar seu projeto. A torre inacabada produz, então, efeitos contrários aos esperados: em vez de ser louvado, o fazendeiro fica envergonhado. E em vez de ter sua propriedade valorizada, a torre inacabada não faz nenhum sentido e termina desvalorizando toda a propriedade. Todo o dinheiro do fazendeiro foi usado na tentativa de construir uma torre que não pode ser usada porque está inacabada. Ele perdeu seu prestígio na comunidade e todos zombam dele dizendo: Este homem começou a construir e não pôde acabar.     
B. A Parábola do Rei Guerreiro

1. A seguir a cena muda rapidamente, pois Jesus leva seus ouvintes de uma fazenda da área rural para um palácio. A ideia básica é a mesma. Nesse caso trata-se de um rei que precisa fazer guerra contra outro rei.

2. O motivo para tal guerra não é apresentado por Jesus. Mas como sempre acontece nesses casos, sabemos que pode tratar-se de uma disputa territorial acompanhada de palavras de hostilidade e de vingança que acabaram por ferir os egos das pessoas envolvidas.

3. Como o líder de seu povo o rei em questão, precisa decidir se parte ou não para a guerra. Ele sabe que seria uma verdadeira loucura tentar enfrentar o inimigo com a metade da força contrária. O rei, então, provavelmente cercado por seus conselheiros, senta-se e calcula os verdadeiros riscos de se envolver numa empreitada contra outro rei que possui um exército que é o dobro do seu. Sendo homem prudente e percebendo tratar-se apenas de uma aventura que custaria a vida de seus homens, mas sem lhe dar a vitória, o rei decide então fazer o seguinte: manda uma embaixada para pedir as condições para que haja paz entre os dois reinos.

4. Como podemos notar, a ênfase básica é idêntica nas duas parábolas, embora os detalhes mudem de uma para a outra. Na parábola do fazendeiro temos um alerta da parte de Jesus: avalie os custos antes de se envolver numa obra de construção. Já na parábola do reio, o ensinamento é: considere a sua verdadeira chance de obter sucesso, antes de sacrificar seus homens, e esteja sempre pronto e disposto a ceder.

5. Diante dessas duas histórias, as palavras finais de Jesus fazem perfeito sentido: Assim, pois, todo aquele que dentre vós não renuncia a tudo quanto tem não pode ser meu discípulo.  

Conclusão:

A. Num primeiro momento a conclusão dessas duas parábolas parece contradizer o ensinamento de Jesus como proferido na chamada “Grande Comissão”:

Mateus 28:19

Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo.

B. Mas depois de refletir um pouco sobre as duas parábolas é impossível afirmar que a intenção de Jesus era desencorajar, quem quer que fosse, de tronar-se um futuro discípulos.

C. No seu todo, as duas parábolas enfatizam para os ouvintes de Jesus, o que é necessário para tornar-se um verdadeiro discípulo do Mestre.

D. Jesus não quer e nem deseja ter um bando de seguidores cujos corações não estejam completamente dedicados a Ele e Sua obra.

E. Seguidores desse tipo são como todos aqueles onde a semente plantada não foi bem recebida pelo solo — corações duros, vida sem profundidade e encanto com as coisas e os prazeres desse mundo. É preciso ter um coração dum certo tipo para acolher bem a semente que representa a palavra de Deus —

Lucas 8:15

A que caiu na boa terra são os que, tendo ouvido de bom e reto coração, retêm a palavra; estes frutificam com perseverança.

F. Muitos ouvem a palavra de Deus, mas por diversos motivos não abrigam a mesma de modo apropriado em seus corações —

Mateus 13:20—21

20 O que foi semeado em solo rochoso, esse é o que ouve a palavra e a recebe logo, com alegria;

21 mas não tem raiz em si mesmo, sendo, antes, de pouca duração; em lhe chegando a angústia ou a perseguição por causa da palavra, logo se escandaliza.

22 O que foi semeado entre os espinhos é o que ouve a palavra, porém os cuidados do mundo e a fascinação das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera.

G. É preciso ter uma atitude correta para receber a Palavra de Deus de modo que a mesma se torne frutífera em nossas vidas —

Tiago 1:18, 21—22

18 Pois, segundo o seu querer, ele nos gerou pela palavra da verdade, para que fôssemos como que primícias das suas criaturas.

21 Portanto, despojando-vos de toda impureza e acúmulo de maldade, acolhei, com mansidão, a palavra em vós implantada, a qual é poderosa para salvar a vossa alma.

22 Tornai-vos, pois, praticantes da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos.

H. E outra vez o apóstolo Pedro insiste nessa mesma ideia —

1 Pedro 2:1—2

1 Despojando-vos, portanto, de toda maldade e dolo, de hipocrisias e invejas e de toda sorte de maledicências,

2 desejai ardentemente, como crianças recém-nascidas, o genuíno leite espiritual, para que, por ele, vos seja dado crescimento para salvação,

3 se é que já tendes a experiência de que o Senhor é bondoso.

I. As duas parábolas que estamos estudando põem em destaque duas verdades centrais:

1. O verdadeiro discípulo de Jesus deve ponderar tudo muito cuidadosamente.

2. O verdadeiro discípulo de Jesus deve estar disposto a renunciar a tudo para seguir o Senhor.

J. Nenhuma decisão daqueles que desejam seguir a Jesus pode estar baseada em emoções fingidas ou num entusiasmo superficial. São esses que vêm e vão. São esses que já rodaram pelo verdadeiro “mundo” de igrejas que existem por aí.

K. P compromisso genuíno é o verdadeiro alicerce sobre o qual o discípulo de Jesus deve edificar sua vida. Ele precisa avaliar o custo cuidadosamente, e analisar os riscos envolvidos em seguir a Jesus. Todo discípulo de Cristo, não apenas seguidor, deve renunciar, de imediato, a seus parentes e posses de toda espécie, a fim de poder tomar sua própria cruz e seguir a Jesus.

L. Jesus repete por três vezes o refrão: “NÃO PODE SER MEU DISCÍPULO” — VER Lucas 14:26—27, 33.

M. Aqui não podemos ter dúvidas: somente aqueles que avaliam o custo, de modo apropriado e estão dispostos a renunciar a tudo por causa de Cristo é que são os verdadeiros discípulos. Os outros todos estão apenas se enganando a si mesmos.



OUTRAS PARÁBOLAS DE JESUS PODEM SER ENCONTRADAS NOS LINKS ABAIXO:

001 – O Sal

002 – Os Dois Fundamentos

003 – O Semeador

004 – O Joio e o Trigo =

005 – O Credor Incompassivo

006 — O Grão de Mostarda e o Fermento

007 — Os Meninos Brincando na Praça

008 — A Semente Germinando Secretamente

009 e 010 — O Tesouro Escondido e a Pérola de Grande Valor

011 — A Eterna Fornalha de Fogo

012 — A Parábola dos Trabalhadores na Vinha

013 — A Parábola dos Dois Irmãos

014 — A Parábola dos Lavradores Maus — Parte 1

014A — A Parábola dos Lavradores Maus — Parte 2

015 — A Parábola das Bodas —

016 — A Parábola da Figueira

017 — A Parábola do Servo Vigilante

018 — A Parábola do Ladrão

019 — A Parábola do Servo Fiel e Prudente

020 — A Parábola das Dez Virgens

021 — A Parábola dos Talentos

022 — A Parábola das Ovelhas e dos Cabritos

023 — A Parábola dos Dois Devedores

024 — A Parábola dos Pássaros e da Raposa

025 — A Parábola do Discípulo que Desejava Sepultar Seu Pai

026 — A Parábola da Mão no Arado

027 — A Parábola do Bom Samaritano — Completo

027A — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 1

027B — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 2 — Os Ladrões e o Sacerdote

027C — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 3 — O Levita

027D — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 4 — O Samaritano

027E — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 5 — O Socorro

027F — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 6 — O transporte até a hospedaria

027G — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 7 — O pagamento final

027H — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 8 — O diálogo final entre Jesus e o doutor da Lei

028 — A Parábola do Rico Tolo —

029 — A Parábola do Amigo Importuno —

030 — A Parábola Acerca de Pilatos e da Torre de Siloé

031 — A Parábola da Figueira Estéril

032 — A Parábola Acerca dos Primeiros Lugares

033 — A Parábola do Grande Banquete

034 — A Parábola do Construtor da Torre e do Grande Guerreiro

035 — Introdução a Lucas 15 — Parábolas Acerca da Condição Perdida da Raça Humana — Parte 001

036 — Introdução a Lucas 15 — Parábolas Acerca da Condição Perdida da Raça Humana — Parte 002

037A — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 001

037B — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 002

037C — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 003

037D — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 004 — A Influência do Antigo Testamento

037E — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 005 — Características Cristológicas da Parábola da Ovelha Perdida

037F — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 006 — A importância das pessoas perdidas.
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/11/parabolas-de-jesus-mateus-181214-e.html

037 — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Completa
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/06/parabolas-de-jesus-sermao-037-parabola.html



038A — PARÁBOLAS DE JESUS — A PARÁBOLA DA DRACMA PERDIDA — LUCAS 15:8—10 —— PARTE 001
Que Deus Abençoe a todos. 

Alexandros Meimaridis 

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Desde já agradecemos a todos. 



[1] Bonhoeffer, Dietrich. The Cost of Dicipleship. Touchstone Books a division of Simnon and Schuster Inc., New York, 1995.