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sábado, 19 de abril de 2014

ABUSADA SEXUALMENTE NOMEADA PARA O GRUPO QUE VISA PREVENIR ABUSOS



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Praça de São Pedro 

De acordo com notícia publicada pelo site do “Estadão” o papa Francisco I nomeou uma vítima de abusos sexuais por parte de integrante do clero para participar de um grupo que terá como objetivo principal evitar que tais abusos sejam repetidos.

Segue artigo do Estado de São Paulo

Papa nomeia vítima para grupo de prevenção de abusos sexuais na Igreja


1Resultado de imagem para marie collinsMarrie Collins ficou conhecida por caso de abuso na Irlanda na década de 1960

Reuters

VATICANO - O papa Francisco designou neste sábado uma vítima de abuso sexual por parte de um sacerdote para fazer parte de grupo criado para ajudar a Igreja Católica a investigar o problema da pedofilia na instituição. A formação do grupo foi anunciada pela primeira vez em dezembro e neste sábado o papa nomeou oito membros (quatro mulheres e quatro homens) de oito países diferentes.

Papa pediu que o combate à pedofilia seja uma das prioridades - Andrew Medichini/AP
Papa pediu que o combate à pedofilia seja uma das prioridades - Andrew Medichini/AP

Estes membros farão parte da "comissão para proteger os menores" com outros especialistas do mundo todo e irão definir o plano de ação do grupo.

O papa Francisco deixou claro que a Igreja deve ter a proteção às crianças entre suas prioridades", disse o porta-voz do Vaticano, o padre Federico Lombardi. "Olhando o futuro sem esquecer o passado, a comissão adotará um enfoque multifacetado para promover a proteção dos jovens", completou.

Isso incluirá agir contra os criminosos, educar as pessoas sobre a exploração infantil, desenvolver as melhores práticas para melhorar a imagem dos sacerdotes e definir as tarefas dos leigos e dos clérigos dentro da estrutura da Igreja, disse Lombardi.

Entre os convocados para fazer parte do grupo estão Marrie Collins, que foi vítima de abuso sexual na Irlanda na década de 1960 e que participou ativamente de campanha pela proteção das crianças e de justiça para as vítimas de pedofilia na Igreja.

Outro membro da comissão é o arcebispo de Boston, o cardeal Sean Patric O'Malley, conhecido como um pioneiro na defesa de uma postura mais aberta em relação a este tipo de escândalo. Em 2011, ele publicou uma base de dados dos sacerdotes de Boston acusados por abusar sexualmente de crianças.

O artigo original do site do “Etadão” poderá ser visto por meio do link abaixo:


NOSSO COMENTÁRIO

Isso é algo que verdadeiramente podemos chamar de “muito pouco e tarde demais”. É bem evidente que a Igreja Católica Apostólica Romana e seu papa Francisco I não estão tão interessado em proteger as crianças, nem em fazer justiça aos que foram abusados no passado. A preocupação da Igreja Romana está centrada nela mesma e seu objetivo é usar politicamente essa comissão com o objetivo de melhorar a IMAGEM DA IGREJA. Vergonha!

Em segundo lugar nos chamou atenção na notícia acima que o cardeal Sean Patric O'Malley de Boston nos EUA tenha sido nomeado para essa comissão, justo ele que só liberou uma base de dados dos sacerdotes de Boston acusados por abusar sexualmente de crianças em 2011. Esse homem saudado como um pioneiro na luta contra a pedofilia no seio da Igreja Romana, é óbvio que tinha conhecimento do que acontecia em Boston, muito antes de 2011. Vergonha!

A quem a Igreja Católica Apostólica Romana pensa que está enganando? Apenas a ela mesma e seus pobres membros espalhados e abusados pelo mundo.

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Alexandros Meimaridis

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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

EXÉRCITO DA SALVAÇÃO SOFRE INVESTIGAÇÃO NA AUSTRÁLIA




Segundo a agência noticiosa France Presse e um artigo publicado no site G1, a organização conhecida por Exército da Salvação está sob investigação na Austrália acusa de prática de abusos sexuais contra menores.
Segue o artigo do site G1
France Presse

Exército da Salvação é investigado por abusos sexuais na Austrália

Casos ocorreram entre 1966 e 77, segundo comissão que investiga caso.

Advogada da instituição admitiu 'falha da maior magnitude'.

The Salvation Army isn't denying allegations that there was physical and sexual abuse of boys in the care of the Salvation Army over several decades.

Oficiais do Exército da Salvação sodomizaram com uma mangueira de jardim, trancaram em jaulas ao ar livre e espancaram brutalmente várias crianças na Austrália, segundo relatos de uma comissão que investiga o caso.

A Comissão Real começou a ouvir nesta terça-feira (28) o testemunho de vítimas de abusos sexuais cometidos em quatro orfanatos do Exército de Salvação entre 1966 e 1977, em um caso descrito pelo advogado Simeon Beckett como "perturbador".

A comissão foi criada pelo governo em resposta a uma série de escândalos de abusos sexuais de crianças por padres pedófilos e outros para além da Igreja Católica.
O grupo examina as denúncias de abusos cometidos em locais de culto, orfanatos, grupos comunitários e escolas.

Beckett indicou que nas instituições sob a direção do Exército da Salvação, "as crianças eram frequentemente espancadas pelos responsáveis até que sangrassem".

"Um oficial deslocou o ombro de uma criança durante um castigo que consistia em atingir os testículos da vítima com um cinto de couro", relatou.

Segundo o advogado, os abusos sexuais e castigos corporais eram comuns. Após uma tentativa de fuga, uma criança foi punida com a inserção de "uma mangueira no ânus" e "colocada em uma gaiola na varanda do centro por uma semana".

"Ao ser libertado, foi violentamente sodomizado por um maior", acrescentou o advogado.
Outras crianças foram obrigadas a engolir detergente, queimadas com cigarros e forçadas a engolir o próprio vômito, e uma delas foi arrastada de sua cama à noite e estuprada pelo major Lawrence Wilson, descrito por seus colegas como "brutal e diabólico".

De acordo com Beckett, o Exército da Salvação pagou 1,2 milhões de dólares australianos em indenizações às vítimas de Wilson, que morreu em 2008.

Wilson organizava todos os dias um "desfile repugnante" em que escolhia as crianças para serem agredidas sexualmente.

"Outros agentes e funcionários do Exército da Salvação abusavam dos residentes, bem como membros da sociedade. Essas pessoas tinham acesso aos quartos das crianças", disse o advogado.

Uma vítima de Wilson, Raymond Carlile, contou aos investigadores que o major "glorificava a punição e espumava pela boca".

A polícia recebeu 157 denúncias contra o Exército da Salvação, 130 das quais resultaram em um pedido de desculpas e uma compensação financeira.

Kate Eastman, advogada da instituição, ofereceu um "pedido de desculpas sem reservas" pela "terrível experiência das vítimas".

"Admitimos que houve uma falha de maior magnitude", disse, explicando que hoje a organização mantém uma política firme para que "nenhuma criança tenha que passar por essa situação novamente".

O artigo original da G1 poderá ser acessado por meio desse link aqui:

Uma reportagem alternativa da CNN poderá ser acessada por meio desse link aqui:

Diante de todos esses casos envolvendo religiosos católicos e evangélicos, temos que nos perguntar: o que está errado com essas organizações. Deve existir algo nelas que atraia esse tipo de predadores. Não é possível pensar que os casos não têm relação com alguma outra coisa. Desequilibrados mentais, pessoas literalmente possuídas por demônios recebem dessas instituições a responsabilidade de cuidar de crianças. Até quando. Que a Austrália dê um exemplo punindo com toda severidade aqueles que praticaram tais atos e que ainda se encontram vivos. Não basta pedir desculpas e jogar um pouco de dinheiro para as vítimas. Os perpetradores desses casos devem apodrecer nas cadeias.



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sábado, 25 de janeiro de 2014

O VATICANO E A PEDOFILIA



O material abaixo foi publicado pelo site do jornal “O Estado de São Paulo” e nos informa acerca da decisão tomada pela ONU de acusar formalmente o Vaticano de “ocultar” casos de abusos praticados contra crianças por seus sacerdotes e outros membros da estrutura administrativa da Igreja Católica Apostólica Romana.

Segue a notícia:

ONU ACUSA VATICANO DE 'SISTEMA DE OCULTAÇÃO' DE ABUSOS CONTRA CRIANÇAS

Sacerdote diz que crimes sexuais contra menores na Igreja 'não têm desculpas'

16 de janeiro de 2014

Jamil Chade - Correspondente - O Estado de S. Paulo

GENEBRA - A Organização das Nações Unidas (ONU) acusa o Vaticano de manter um "sistema de ocultação" de crimes sexuais contra crianças, de não colaborar com a Justiça e pede que a Santa Fé revele qual a dimensão dos casos envolvendo padres pelo mundo. Nesta quinta-feira, 16, o papado de Francisco enfrenta seu primeiro grande teste internacional, ao ser examinado pelo Comitê de Direitos da Criança das Nações Unidas sobre o que tem feito para proteger menores contra abusos sexuais.

Comitê de Direitos das Crianças examina ações do Vaticano - Jamil Chade/Estadão

O Vaticano admitiu a existência de abusos sexuais cometidos pelo clero contra crianças e alertou que os crimes "não podem ser ignorados por outras prioridades ou interesses". Mas os relatores querem mais transparência por parte do Vaticano. Sara Oviedo Fierro, relatora da ONU, foi uma das que lideraram o questionamento. Segundo ela, a Igreja mantém 200 mil escolas pelo mundo, com 50 milhões de alunos.
"O que tem sido implementado de fato? Quantas pessoas foram consideradas culpadas? Quantos padres foram entregues para a Justiça?", questionou.

Sara Fierro apontou que sanções adotadas pelo Vaticano são vistas como não sendo da mesma magnitude do crime e que o "interesse do clero parece ser mais importante do que o interesse da criança". "Existe um sistema de ocultação dos crimes", afirmou.

A relatora ainda acusa o Vaticano de não estar divulgando os números reais do problema. "Vocês estão dispostos a expor a dimensão do problema ao mundo? Vocês sabem o número de casos. Por que não difundir?"

Já Silvano Tomasi, núncio do Vaticano na ONU, nega que o Vaticano esteja escondendo dados. Segundo ele, desde 2006, a Santa Sé publica o número de casos de abusos sexuais que chegaram até a Igreja. "Em 2012, temos informação sobre 612 casos de abusos sexuais, dos quais 418 deles envolvem crianças", declarou. O Vaticano, porém, admite que não tem e não publica o número final de casos de pessoas que tenham sido punidas ou colocadas na prisão. "O processo não é público", declarou.
Entre 2006 e 2012, o Vaticano confirma que recebeu mais de 3 mil casos de abusos sexuais cometidos pelo clero. Mas não informa quantos foram punidos e nem se os responsáveis foram impedidos de praticar suas missões religiosas.

Para Kirsten Sandberg, presidente do Comitê da ONU, a falta de punição no Vaticano impera. "A maioria dos padres tem se beneficiado da impunidade", acusou. "As leis canônicas impõe o silêncio sobre as vítimas e existem inúmeros casos nos quais a Santa Sé se recusou a colaborar com a Justiça local", completou.
Ativista e vítima de abusos sexuais, Miguel Hurtado também contestou a avaliação do Vaticano: "Os dados estão escondidos. O Vaticano concentra todos esses dados. Publicá-los seria uma forma de prevenir novos casos."

Silvano Tomasi alegou que a Santa Sé tem modificado suas leis e, nos últimos meses, abriu um processo contra um funcionário por abusos sexuais contra crianças fora do território da Cidade do Vaticano. "Não há desculpas. Esses crimes não têm justificativa nas estruturas da Igreja", insistiu.

OMS. Usando dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o núncio do Vaticano indicou que 150 milhões de meninas pelo mundo são alvo de abusos sexuais em diferentes instâncias da sociedade, além de 73 milhões de garotos, numa tentativa de mostrar que o problema não é apenas da Igreja. Tomasi pediu que a ONU faça sugestões para "ajudar" na luta contra o problema e garantiu que novas medidas estão sendo tomadas.

"Os abusos são cometidos pelo clero e outros funcionários da Igreja. Isso é muito sério, porque estão em posição de confiança e devem proteger a criança", disse. "Essa relação é de confiança e por isso é crítica", acrescentou.

O Vaticano aderiu ao tratado que protege menores em 1990 e, em 1994, apresentou uma série de informações para a ONU. Mas passou a permanecer em silêncio até que, em 2012, voltou a dar satisfações para a entidade.

A ONU pediu agora que o Vaticano entregue detalhes de todos os casos conhecidos de abusos sexuais contra crianças. O número estimado seria de 4 mil. Mas a Santa Sé aponta que é responsável pela implementação do tratado de proteção a menores apenas dentro do seu território, a Cidade do Vaticano, onde vivem 31 crianças.

Casos relatados de abusos sexuais para a Santa Sé:

2006 - 362 casos

2007 - 365 casos

2008 - 224 casos (191 deles contra menores)

2009 - 223 casos

2010 - 643 casos

2011 - 599 casos (404 contra menores)

2012 - 612 casos (418 contra menores)

Total: 3.029

Fonte: Vaticano

A notícia original do site do jornal “O Estado de São Paulo” poderá ser vista por meio desse link aqui:


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O conteúdo do artigo, por si só, já é mais do que bastante para ajudar todos os leitores a tirarem suas próprias conclusões. Nada mais precisa ser acrescentado.

Que Deus abençoe a todos, especialmente essas crianças abusadas.

Alexandros Meimaridis

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