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domingo, 18 de setembro de 2016

GÊNESIS - Estudo 041 — A ALIANÇA DE DEUS COM NOÉ — PARTE 004 — A NATUREZA DA ALIANÇA


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Este estudo é parte de uma Análise do Livro do Gênesis. Nosso interesse é ajudar todos os leitores a apreciarem a rica herança que temos nas páginas da História Primeva da Humanidade. No final de cada estudo o leitor encontrará direções para outras partes desse estudo. 
O Livro do Gênesis

O Princípio de Todas as Coisas

בְּרֵאשִׁית בָּרָא אֱלֹהִים אֵת הַשָּׁמַיִם וְאֵת הָאָרֶץ        
      Eretz ha  ve-et  Hashamaim et    Elohim     Bará     Bereshit
      Terra  a  e       céus      os     Deus      criou   princípio No                                                                                         Gênesis 1:1
IX. A História de Noé — Continuação.



5. A Aliança de Deus com Noé – Gênesis 9 — Continuação.


2. Deus Estabelece uma Aliança com Noé e Seus Filhos – Gênesis 9:8 —18.

Depois que Noé e sua família saíram da arca, Deus estabeleceu uma aliança com eles. Esta aliança havia sido prometida em Gênesis 6:18 e agora havia chegado a hora de ser concretizada. O conceito de “aliança” — também chamado de “acordo, compromisso, concerto ou testamento” — é um dos mais importantes e fundamentais de todos os conceitos que encontramos na Bíblia, porque o Deus da Bíblia é um Deus de alianças.

a. O Conceito Representado pela Expressão בְּרִית beriyth pode ser traduzido por acordo, aliança e compromisso ou testamento. Como tal ele faz referência a acordos, alianças, compromissos ou testamentos que podem ser estabelecidos, tanto entre homens e homens como entre o Deus Criador e os homens. Dessa maneira, quando lemos a expressão hebraica בְּרִית beriyth — nós podemos estar diante de três situações a saber:

1. Alianças onde as duas partes, que se consideram iguais, concordam em conceder ou concedem de fato, direitos e deveres que são aceitos de comum acordo, pelos envolvidos, sem nenhum tipo de imposição. Exemplos deste tipo de alianças podem ser vistos em 1 Samuel 18:3—4 — entre Jônatas e Davi; e Josué 9:15 — entre Josué e os Gibeonitas. O casamento entre um homem e uma mulher é também uma aliança dessa mesma forma —

Malaquias 2:14

E perguntais: Por quê? Porque o SENHOR foi testemunha da aliança entre ti e a mulher da tua mocidade, com a qual tu foste desleal, sendo ela a tua companheira e a mulher da tua aliança.

Essas alianças duravam o tempo estabelecido entre as partes. O casamento era uma exceção nesse aspecto, porque as partes envolvidas não eram mais duas e sim uma só. Outras alianças permanentes eram chamadas de “aliança de sal” —

Números 18:19

Todas as ofertas sagradas, que os filhos de Israel oferecerem ao SENHOR, dei-as a ti, e a teus filhos, e a tuas filhas contigo, por direito perpétuo; aliança perpétua de sal perante o SENHOR é esta, para ti e para tua descendência contigo.

2. A “Aliança de Sal” recebia esse nome pelo seguinte:

a. O sal, como sabemos, além do uso como tempero, possui também propriedades terapêuticas, além de impressionantes propriedades como conservante. Por esses motivos, naqueles dias era comum as pessoas portarem uma pequena bolsa contendo sal.

b. Quando duas pessoas queriam fazer uma aliança sem muita burocracia e com validade perene agiam da seguinte maneira:

i. Cada um tomava uma pequena porção do sal da sua própria bolsa e o colocavam na bolsa um do outro. O sal era então misturado.

ii. Depois as partes faziam uma afirmação semelhante a esta: Como é impossível separar o teu sal do meu assim também que seja impossível a quebra do acordo feito entre nós.

iii. Como o sal era também um conservante poderoso, da mesma maneira se desejava a “conservação” da aliança feita. 

Essas alianças podiam ser sacramentadas das seguintes formas:

Simples aperto de mãos — ver Ezequiel 17:18.

Sacrifício de animais que eram partidos ao meio. Depois as partes envolvidas caminhavam entre as partes dos animais sacrificados e declaravam desejar que “fosse partido pelo meio, como os animais, aquela parte que fosse infiel e rompesse a aliança” — ver Jeremias 34:18 – 20.

Nessas alianças entre seres humanos, Deus podia ser invocado como testemunha, mas não era parte da aliança em si — ver, por exemplo, 2 Reis 11:4; 2 Crônicas 23:3 e Jeremias 34:15. Esse é o principal motivo porque os casamentos são solenizados em templos religiosos: as pessoas desejam invocar o testemunho de Deus sobre suas uniões.

Os homens também podiam fazer alianças entre si para prestar algum tipo de serviço a Deus, que inclui obediência aos mandamentos do Senhor — ver 2 Reis 23:3 e Jeremias 34:810.

3. Outro tipo de aliança mencionado no Antigo Testamento é aquele que acontece entre duas partes que não se consideram iguais e onde a parte superior pode impor sua vontade — ver Ezequiel 17:11—14. Nos contextos dessas alianças é comum encontramos as palavras “estabelecer”, “ordenar”, “obedecer”, ou “dar ouvidos” e “transgredir” — ver Jeremias 23:16.

Este tipo de uso da expressão בְּרִית beriyth — é usado para descrever, em alguns casos, o relacionamento de Deus com os seres humanos. Nesse sentido a “aliança” descreve o Senhor como soberano relacionando-se com o ser humano como aquele que é subserviente ou servo. Obrigações impostas por Deus sem a possibilidade de revisão prévia por parte dos seres humanos são características, por exemplo, dos:

a. Mandamentos ordenados por Deus a Adão e Eva.

b. As afirmativas do tipo “Assim diz o Senhor”.

c. Atos de Deus como descritos em Daniel 4:35.

Quando Deus age da maneira como acabamos de descrever, Ele escolheu o termo בְּרִית beriyth — que era a expressão disponível naquele tempo, para explicitar sua vontade soberana.

4. A terceira forma, e esta é a que nos interessa neste contexto, descreve a aliança feita entre Deus, agindo mediante Sua graça soberana e o homem em sua condição de pecador caído. Nestes casos Deus age a favor do ser humano e sua ação é caracterizada como uma aliança soberana e impositiva para a salvação dos pecadores. Se Deus não agisse assim, ser humano nenhum, em nenhum tempo poderia ser salvo. Quando Deus implementa uma aliança dessa maneira, a mesma se torna em um instrumento de “herança” que torna efetivo o amor eletivo de Deus —

Deuteronômio 7:6—8

6 Porque tu és povo santo ao SENHOR, teu Deus; o SENHOR, teu Deus, te escolheu, para que lhe fosses o seu povo próprio, de todos os povos que há sobre a terra.

7 Não vos teve o SENHOR afeição, nem vos escolheu porque fôsseis mais numerosos do que qualquer povo, pois éreis o menor de todos os povos,

8 mas porque o SENHOR vos amava e, para guardar o juramento que fizera a vossos pais, o SENHOR vos tirou com mão poderosa e vos resgatou da casa da servidão, do poder de Faraó, rei do Egito. 

Salmos 89:3— 4

3 Fiz aliança com o meu escolhido e jurei a Davi, meu servo:

4 Para sempre estabelecerei a tua posteridade e firmarei o teu trono de geração em geração. 

Atos 2:39

Pois para vós outros é a promessa, para vossos filhos e para todos os que ainda estão longe, isto é, para quantos o Senhor, nosso Deus, chamar. 

É através deste tipo de aliança que Deus cumpre suas palavras — do Gênesis ao Apocalipse — “Eu serei vosso Deus e vós me sereis povo”.

Todavia, antes que venhamos a cair em grave erro, temos que ressaltar que a reconciliação entre Deus e os seres humanos não se trata de uma questão de herança automática. Filhos de pais crentes não estão automaticamente salvos. Mesmo sendo a salvação produto de monergismo — Deus age sozinho para efetuar a salvação — contra a ideia de sinergismo — Deus e o homem agem em conjunto para efetuar a salvação — ainda assim, para que a aliança funcione é requerido do homem que ele se qualifique. Aqui também devemos evitar colocar o carro adiante dos bois. Vamos entender como o ser humano se qualifica:

a. A Santidade de Deus demanda a remoção dos pecados.

b. A remoção dos pecados é alcançada mediante um sacrifício expiatório e vicário — em substituição ou no lugar do pecador — e a culpa do pecado é “coberta” mediante a propiciação oferecida a Deus.

c. Para que a substituição e a propiciação possam acontecer um sacrifício, com sangue derramado, precisa acontecer — vida por vida conforme Levítico 17:11.

d. Somente Deus mesmo ou seu representante possuem o poder para oferecer tal ato vicário, ou em substituição — ver Êxodo 15:13.

e. Quando Deus fez Sua aliança com Abrão animais foram sacrificados — ver Gênesis 15:7—11.

f. Em seguida, enquanto Abrão caia em profundo sono, o próprio Senhor passou sozinho, pelo meio daqueles pedaços de animais partidos ao meio — ver Gênesis 15:12—21.

g. Isto constitui uma bela ilustração de como Deus assume sozinho, a responsabilidade da nossa salvação.

h. É obvio que devido às limitações culturais daqueles dias, uma revelação tão abrangente como a que temos no Novo Testamento, teria provavelmente, se perdido. A verdade acerca de Jesus como o perfeito sacrifício vicário — ver João 1:29 e 36; a revelação acerca da Trindade e a extensão do reino de Deus a pessoas de todas as tribos, línguas, raças e nações eram por demais grandiosas para serem aprendidas e até mesmo aceitas pelos judeus do Antigo Testamento. De fato os judeus em geral continuam a rejeitar essas verdades. Sendo assim, somente quando chegamos aos dias do Novo Testamento é que podemos entender toda a dimensão e toda extensão do que significa o Deus Eterno fazer ou entrar em aliança, em uma aliança eterna com pecadores caídos como nós.

b. A Aliança com Noé e Seus Filhos – Gênesis 9:8—17.

Em Gênesis 9:1—7 nós vimos que Deus concedeu a Noé e a seus filhos uma série de bênçãos, em forma de mandamentos, cujo objetivo específico era reforçar os aspectos básicos do pacto da criação — crescei e multiplicai-vos — que deveriam continuariam — ver Gênesis 9:1 e 7. A esses princípios básicos Deus acrescentou os elementos de preservação da vida. Nos versos de Gênesis 9:8—17 nós vamos encontrar Deus explicando outros aspectos da aliança que estava fazendo com Noé e seus filhos.

Os seguintes pontos desta explicação precisam ser notados com bastante cuidado:

1. Em primeiro lugar devemos observar que a explicação dada por Deus foi dirigida a Noé e aos seus filhos — Gênesis 9:8. O próximo versículo — Gênesis 9:9 — é bastante enfático quanto à realidade de que aquela aliança estava sendo estabelecida com Noé, seus filhos e com todos os descendentes deles. Isso quer dizer que, essa aliança feita aqui engloba todos os seres humanos, já que todos nós descendemos diretamente dos três filhos de Noé. Quer os seres humanos gostem ou não, quer tenham consciência ou não disso, estão sob uma aliança com o Deus Criador. Mas esta aliança é ainda mais uma vez estendida para incluir todos os animais que saíram da arca — ver Gênesis 9:10.

2. Em segundo lugar devemos observar as palavras: “Eis que estabeleço a minha aliança”. Aqui devemos notar que Deus se declara como a fonte unilateral da aliança e que não existe nenhum tipo de condição estipulada para ser cumprida pelos seres humanos. A expressão hebraica מֵקִים meqîm — que é traduzida por “estabeleço” em Gênesis 9:9, enfatiza a decisão soberana e impositiva para a salvação dos pecadores por parte de Deus. Não pode passar despercebido o fato de que esse mesmo verbo, “estabelecer”, é repetido em Gênesis 9:11 e 17. A aliança aqui estabelecida é entre o Deus Criador e os seres humanos, que são os portadores da imagem desse mesmo Deus. Como tal, toda a vida animada é colocada sob o domínio dos seres humanos, como vice-regentes, e que se tornam, eles mesmos, em benfeitores e participantes diretos como abençoados e abençoadores da vida animal.

3. Em terceiro lugar devemos observar que, de maneira distinta da aliança feita com Adão e Eva no paraíso, essa aliança acrescenta duas garantias adicionais:

a. A primeira diz respeito ao fato de que como Noé e seus familiares haviam realmente sido salvos através das águas do dilúvio deveriam sempre se lembrar desta verdade e viver de acordo com essa realidade. Eles não poderiam esquecer jamais que foram salvos através da atividade redentora de Deus que providenciou um meio seguro — a arca — para eles e para todos os animais que estavam com eles — ver Gênesis 9:8 e 10 onde encontramos o seguinte: “Disse também Deus a Noé e a seus filhos... todos os seres viventes que estão convosco... que saíram da arca”.

b. A segunda é a promessa expressa de que esta aliança de criação da vida iria permanecer. Nunca mais, Deus promete, irá existir uma destruição completa de todos os seres viventes, sejam animais, sejam humanos — ver Gênesis 9:11. Na frase: “não será mais destruída toda a carne” existe uma garantia de que os seres humanos poderiam crescer e se multiplicar em segurança. Deus já havia sinalizado anteriormente que haveria alimento suficiente — ver Gênesis 8:22 e 9:3.
   
4. Em quarto lugar nós devemos notar que, de maneira mais graciosa possível, Deus acrescenta um  אוֹת־הַבְּרִית ot-haberit — sinal da minha aliança — Gênesis 9:12. Este sinal chamado simplesmente de קֶּשֶׁתqesheth — arco, como sabemos, está completamente relacionado à água e nós o chamamos de arco-íris.

Como sinal da aliança ele deveria servir como uma lembrança permanente de que Deus havia salvado a raça humana através das águas do dilúvio e que nunca mais haveria águas em dilúvio — ver Gênesis 9:13—15. O arco-íris serviria como uma garantia da aliança feita pelo Deus Criador com suas criaturas acerca da permanência e da continuidade da aliança feita. Note que o arco serve como um sinal realmente para Deus. Suas próprias palavras são: “O arco estará nas nuvens; vê-lo-ei e me lembrarei da aliança eterna entre Deus e todos os seres viventes de toda carne que há sobre a terra”. Mas será que Deus precisa ser lembrado de alguma coisa? Estará Deus sujeito a lapsos de memória? Não, essas palavras estão registradas para que saibamos que as promessas feitas por Deus são absolutamente críveis. Suas Palavras são completamente confiáveis. Para fortalecer nossa fé e eliminar nossa descrença é que Deus menciona o sinal do arco como uma garantia adicional, para nós, de que Ele jamais se “esquecerá” das promessas feitas. A linguagem expressada pelo arco é universal. Todos os seres humanos, em todos os lugares, todas as vezes que nuvens se ajuntam, podem ver o sinal da aliança de Deus e saber, apenas pela visualização do arco, que Deus será sempre fiel à palavra empenhada.

c. A Natureza da Aliança de Deus com Noé e Seus Filhos.

Qual era a natureza dessa aliança estabelecida entre Deus e Noé e seus descendentes bem como com todos os animais? Em Gênesis 9:16 nós encontramos a expressão hebraica  עוֹלָם owlam — que é traduzida por “eterna”. Entre vários outros significados que encontramos no dicionário hebraico, nós podemos destacar estes como sendo aqueles que melhor expressam a intenção de Deus ao estabelecer esta aliança eterna com Noé, seus filhos e todos os animais: para sempre, sempre, eternamente, para todos os tempos, algo perpétuo.

Além de ser uma aliança eterna, a mesma continha elementos tanto da graça comum — ver Mateus 5:44—45 – bem como da graça redentora  ver João 1:1 e 14—16. Por meio da preservação da raça humana, Deus manteve a possibilidade da nossa redenção eterna através de Jesus que seria, conforme a promessa, descendente da mulher — ver Gênesis 3:15.

OUTROS ARTIGOS ACERCA DO LIVRO DE GÊNESIS

001 — Introdução e Esboço

002 — Introdução ao Gênesis — Parte 2 — Teorias Acerca da Criação

003 — Introdução ao Gênesis — Parte 3 — A História Primeva e Sua Natureza

004 — Introdução ao Gênesis — Parte 4 — A Preparação para a Vida Na Terra

005 — Introdução ao Gênesis — Parte 5 — A Criação da Vida

006 — Introdução ao Gênesis — Parte 6 — O DEUS CRIADOR

007 — Introdução ao Gênesis — Parte 7 — OS NOMES DO DEUS CRIADOR, OS CÉUS E A TERRA

008 – Gênesis — A Criação de Deus - Parte 1 – A Criação de Deus Dia a Dia – O Primeiro Dia — Parte 1

009 – Gênesis — A Criação de Deus - Parte 8A – A Criação de Deus Dia a Dia – O Primeiro Dia — Parte 2

010 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus - Parte 9 – A Criação de Deus Dia a Dia – O Segundo e o Terceiro Dia

011 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 10 — A Criação de Deus Dia a Dia — O Quarto Dia

012 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 11 — A Criação de Deus Dia a Dia — O Quinto Dia

013 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 12 — A Criação de Deus Dia a Dia — O Sexto Dia — Parte 1

013A — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 12A — A Criação de Deus Dia a Dia — O Sexto Dia — Parte 2

014 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 13 — Teorias Evolutivas

015 — Estudo de Gênesis — Gênesis 2 — Parte 14 — GÊNESIS 2A

016 — Estudo de Gênesis — Gênesis 2 — Parte 15 — GÊNESIS 2B

017 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — Parte 16 — GÊNESIS 3A

018 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — Parte 17 — GÊNESIS 3B

019 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — Parte 18 — GÊNESIS 3C

020 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — O Livre Arbítrio — Parte 19

021 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — O Dois Adãos — Parte 20

022 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — A Era Pré-Patriarcal e a Mulher de Caim — Parte 21

023 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — Caim, O Primeiro Construtor de Uma Cidade — Parte 22

024 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — Caim, Como Assassino e Fugitivo da Presença de Deus — Parte 23

025 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — Caim, Como Primeiro Construtor de uma Cidade e Pseudo-Salvador da Humanidade — Parte 24

026 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — A Conclusão Acerca de Caim — Parte 25

027 — Estudo de Gênesis — Gênesis 5 — Sete e outros Patriarcas Antediluvianos — Parte 26

028 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — A Perversidade Humana, Os Filhos de Deus e as Filhas dos Homens— Parte 27A

029 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — OS Nefilim e os Guiborim — Os Gigantes e os Valentes — Parte 27B

030 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — A Maldade do Coração Humano— Parte 27C.

031 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — A Corrupção Humana Sobre a Face da Terra e Deus Pode se Arrepender? — Parte 27D.

032 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — Noé e a arca que ele construiu orientado por Deus — Parte 28A.

033 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — Noé e a arca que ele construiu orientado por Deus — Parte 28B.

034 — Estudo de Gênesis — Gênesis 7 — Noé e a arca que ele construiu orientado por Deus — Parte 29 — O Dilúvio Foi Global Ou Local?

035 — Estudo de Gênesis — Gênesis 8 — A promessa que Deus Fez a Noé e seus descendentes — Parte 30 — Nunca Mais Destruirei a Terra Pela Água

036 — Estudo de Gênesis —  O Valor Perene do Dilúvio para todas as Gerações — PARTE 001

037 — Estudo de Gênesis — O Valor Perene do Dilúvio para todas as Gerações — PARTE 002

038 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 001

039 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 002

040 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 003

041 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 004 — A NATUREZA DA ALIANÇA ENTRE DEUS E NOÉ

042 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 005 — OS FILHOS DE NOÉ — PARTE 001

043 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 006 — OS FILHOS DE NOÉ — PARTE 002 — OS NEGROS SÃO AMALDIÇOADOS?

044 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 007 — OS FILHOS DE NOÉ — PARTE 003 — A CONTRIBUIÇÃO DOS FILHOS DE NOÉ PARA A HUMANIDADE

045 — Estudo de Gênesis — A TÁBUA DAS NAÇÕES — PARTE 001 — OS DESCENDENTES DE JAFÉ

046 — Estudo de Gênesis — A TÁBUA DAS NAÇÕES — PARTE 002 — OS DESCENDENTES DE CAM: NEGROS, AMARELOS E VERMELHOS

047 — Estudo de Gênesis — A TÁBUA DAS NAÇÕES — PARTE 003 — OS DESCENDENTES DE SEM E A ORIGEM DOS HEBREUS
Que Deus abençoe a todos.
Que Deus abençoe a todos. 

Alexandros Meimaridis 

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quarta-feira, 23 de março de 2016

GÊNESIS - Estudo 038 — A ALIANÇA DE DEUS COM NOÉ — PARTE 001


Este estudo é parte de uma Análise do Livro do Gênesis. Nosso interesse é ajudar todos os leitores a apreciarem a rica herança que temos nas páginas da História Primeva da Humanidade. No final de cada estudo o leitor encontrará direções para outras partes desse estudo. 
O Livro do Gênesis
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    Terra  a      e   céus       os  Deus    criou   princípio No
                                                                                         Gênesis 1:1
IX. A História de Noé — Continuação.



5. A Aliança de Deus com Noé – Gênesis 9.

a. O capítulo 9 de Gênesis é fundamental para entendermos todo o restante da história da humanidade, pois o mesmo registra um novo início para a raça humana, com algumas mudanças, realmente cruciais, no que diz respeito ao primeiro início com Adão e Eva. O esboço do capítulo é como segue:

i. Deus abençoa a Noé e a Seus Filhos — ver Gênesis 9:1 e 7 e comparar com Gênesis 1:28a.

ii. As outras criaturas teriam verdadeiro pavor do ser humano — ver Gênesis 9:2 e comparar com Gênesis 1:28b.

b. Permissão para consumir animais concedida, mas com a proibição de não consumir o sangue dos animais — ver Gênesis 9:3—4 e comparar com Gênesis 1:29.

c. Proibição de derramar sangue humano. Preço a ser pago: derramamento do sangue do agressor seja ele humano ou animal — ver Gênesis 9:5—6 e comparar com Gênesis 4:11—12.

d. Estabelecimento de uma aliança entre Noé e os seus, bem como com todos os animais e com toda a natureza — ver Gênesis 9:8—11 e comparar com Gênesis  6:12—13.

e. O arco-íris é concedido como sinal da aliança firmada — ver Gênesis 9:12—17.

f. Toda a raça humana presente ou atual, descende diretamente dos três filhos de Noé. Por semelhante modo, todos os animais do tempo presente descendem daqueles que saíram da arca — ver Gênesis 9:18—19.

g. Noé planta uma vinha, bebe do vinho, fica bêbado e deita-se nu em sua tenda — ver Gênesis 9:20—21.

h. A atitude repreensível de Cam — ver Gênesis 9:22.

9. A atitude louvável de Sem e Jafé — ver Gênesis 9:23.

i. Noé declara, de forma profética, a servidão da posteridade de Cam. Note que a maldição é realmente dirigida a partir do filho de Cam que se chamava Canaã – ver Gênesis 9:24—25.

j. Noé declara, de forma profética, a exaltação de Sem e de Jafé — ver Gênesis 9:26 – 27.

k. A idade de Noé e sua morte aos 950 anos – ver Gênesis 9:28.

6. Deus abençoa a Noé e a Seus Filhos – Gênesis 9:1—7

O final do capítulo 8 do livro do Gênesis registra as bondosas palavras de Deus acerca da raça humana e da vida na terra —

Gênesis 8:21—22

21 E o SENHOR aspirou o suave cheiro e disse consigo mesmo: Não tornarei a amaldiçoar a terra por causa do homem, porque é mau o desígnio íntimo do homem desde a sua mocidade; nem tornarei a ferir todo vivente, como fiz.

22 Enquanto durar a terra, não deixará de haver sementeira e ceifa, frio e calor, verão e inverno, dia e noite.

O capítulo 9 inicia com uma continuação dessas palavras de bondade da parte de Deus. Deus abençoa a Noé e seus filhos — ver Gênesis 9:1. Nessa bênção nós encontramos palavras semelhantes às que foram proferidas sobre nossos primeiros pais — ver Gênesis 1:28. Todas as bênçãos que procedem de Deus são originadas em Seu próprio “coração” e fluem em nossa direção de maneira inexorável — ver Efésios 1:11 e 3:11. Falando ao povo de Israel através do profeta Jeremias Deus desnuda Seus planos para com Seu povo —

Jeremias 29:11

Eu é que sei que pensamentos tenho a vosso respeito, diz o SENHOR; pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que desejais.

É certo que Noé ofereceu sacrifícios a Deus — ver Gênesis 8:20 — e que Deus sempre abençoa aqueles que se dispõem a adorá-lo e a colocá-lo em primeiro lugar em suas vidas, como fez Noé, assim que saiu da arca. Quando somos gratos a Deus por suas misericórdias a resposta de Deus é sempre nos abençoar mais ainda. Este é o caso de Noé e de seus filhos aqui neste capítulo.

Os primeiro sete versículos de Gênesis 9 são uma verdadeira demonstração da verdade que acabamos de referir acima. Eles representam a “carta magna” do novo começo da raça humana. Ao contrário da invencionice dos rabinos judeus representada pelas ideológicas “Sete Leis Noaicas” — ver nosso artigo acerca desse tema aqui: http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2012/07/as-sete-leis-noaicas.html — as palavras proferidas por Deus demonstram apenas Seu interesse em abençoar e fazer o bem a todos nós que descendemos dos três filhos de Noé. Seguem-se as bênçãos:

1. Em primeiro lugar — ver Gênesis 9:1 — Deus concede todo o planeta Terra para ser ocupado por Noé e seus descendentes. Para garantir esta ocupação Deus ordena que eles sejam fecundos e se multipliquem. Aqui temos que nos lembrar sempre que, todas as vezes que Deus nos outorga um mandamento, Ele nos dá todas as condições para que possamos cumprir de forma satisfatória o que nos foi ordenado —

2 Pedro 1:2—4

2 Graça e paz vos sejam multiplicadas, no pleno conhecimento de Deus e de Jesus, nosso Senhor.

3 Visto como, pelo seu divino poder, nos têm sido doadas todas as coisas que conduzem à vida e à piedade, pelo conhecimento completo daquele que nos chamou para a sua própria glória e virtude,

4 pelas quais nos têm sido doadas as suas preciosas e mui grandes promessas, para que por elas vos torneis co-participantes da natureza divina, livrando-vos da corrupção das paixões que há no mundo

A consequência direta dessa verdade é que nós não temos mais desculpas para não viver vidas que sejam coerentes com as verdades que conhecemos —

2 Pedro 1:5—10

5 por isso mesmo, vós, reunindo toda a vossa diligência, associai com a vossa fé a virtude; com a virtude, o conhecimento;

6 com o conhecimento, o domínio próprio; com o domínio próprio, a perseverança; com a perseverança, a piedade;

7 com a piedade, a fraternidade; com a fraternidade, o amor.

8 Porque estas coisas, existindo em vós e em vós aumentando, fazem com que não sejais nem inativos, nem infrutuosos no pleno conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo.

9 Pois aquele a quem estas coisas não estão presentes é cego, vendo só o que está perto, esquecido da purificação dos seus pecados de outrora.

10 Por isso, irmãos, procurai, com diligência cada vez maior, confirmar a vossa vocação e eleição; porquanto, procedendo assim, não tropeçareis em tempo algum.


Assim, Deus ordenou não apenas uma vez e sim duas vezes, que eles fossem fecundos e se multiplicassem — ver Gênesis 9:1 e 7. O planeta Terra foi entregue aos seres humanos por Deus para que eles possam possuí-lo —

Salmos 115:16

Os céus são os céus do SENHOR, mas a terra, deu-a ele aos filhos dos homens.

A Terra por certo não é um paraíso, mas é bem mais do que merecemos e, graças a Deus, que a mesma não é o inferno, apesar de que muitas vezes nós, os seres humanos a temos transformado em algo próximo a um verdadeiro inferno.

2. Em segundo lugar, Deus também concede — ver Gênesis 9:2 — poder sobre todas as outras criaturas. Esta bênção também repete, em certo sentido, a bênção concedida aos primeiros seres humanos criados — ver Gênesis 1:28. A diferença reside no fato de que na primeira vez o ser humano, em seu estado de inocência, dominava sobre os animais em meio a uma relação pacífica, baseada no amor — ver, por exemplo, Gênesis 2:19—20; enquanto que agora, neste recomeço, com os seres humanos caídos, a relação estaria baseada em — מוֹרַאֲכֶם mowr`akem — pavor e — חִתְּכֶם chitthekem —  medo, da parte dos animais. A realidade dessas palavras é atestada através de toda a história da humanidade. Cavalos e bois aceitam jugos e com docilidade têm ajudados as seres humanos nas mais diversas atividades. Carneiros mantêm-se em absoluto silêncio, tanto diante daquele que os tosquia, quanto diante do açougueiro, por puro medo. Mesmo os animais violentos preferem se manter à distância dos seres humanos e, nunca se organizam em nenhum tipo de rebelião contra os humanos.

3. Em terceiro lugar, Deus concede a autorização para que os seres humanos, após o dilúvio, possam tomar e comer também animais — ver Gênesis 9:3 — ao contrário do que foi ordenado no princípio da criação — ver Gênesis 1:29—30. Especula-se que uma boa parte da riqueza do solo foi destruída pelo dilúvio e que isto, teve um impacto direto tanto sobre a variedade, quanto sobre a quantidade de alimentos que eram produzidos antes do dilúvio. Assim, Deus teria estendido aos seres humanos a possibilidade de comer também carne de animais, o que aparentemente, não havia ainda sido praticado. Tolices como essa que é defendida por Ellen Gould White e pelos adventistas, de que devemos ser vegetarianos, além de ser uma pretensão hipócrita, já que pessoas que conviveram com a “voz de profecia” nos informam que a mesma foi carnívora toda sua vida, não fazem o menor sentido diante da afirmação de Paulo em

1 Timóteo 4:1—5

1 Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios,

2 pela hipocrisia dos que falam mentiras e que têm cauterizada a própria consciência,

3 que proíbem o casamento e exigem abstinência de alimentos que Deus criou para serem recebidos, com ações de graças, pelos fiéis e por quantos conhecem plenamente a verdade;

4 pois tudo que Deus criou é bom, e, recebido com ações de graças, nada é recusável,

5 porque, pela palavra de Deus e pela oração, é santificado.

A leitura atenta destes versículos nos ensina que tal proibição, de comer carne, não procede de Deus e sim de espíritos enganadores e de demônios. Portanto devemos tomar muito cuidado com estes falsos ensinos e, alinhar nossas vidas, sempre de acordo com o que é ensinado pelas Escrituras. É verdade que sob a Lei concedida a Moisés, certos alimentos de origem animal foram proibidos. Mas esse não é o caso aqui e, certamente, não é o caso sob a dispensação do evangelho da graça sob o qual estamos vivendo agora, conforme acabamos de ler na epístola de Paulo a Timóteo.     

As bênçãos de Deus são repletas de bondade e graça e mostram a boa vontade de Deus para com a humanidade. Não há nada aqui que sugira, mesmo remotamente, algo como as 7 Leis Noaicas.

4. Em quarto lugar, Deus ordena que aqueles que saíram da arca, apesar de poderem comer de tudo, não devem comer alimentos que sejam prejudiciais e não saudáveis como, por exemplo, carne com sangue ou crua — ver Gênesis 9:4. Porque Deus teria dado este tipo de mandamento. O motivo aparente é que este tipo de consumo, em vez de sustentá-los poderia acabar por destruí-los. Alimentos, especialmente de origem animal, devem ser preparados e não comidos crus como fizeram os soldados de Saul —

1 Samuel 14:31—32

31 Feriram, porém, aquele dia aos filisteus, desde Micmás até Aijalom. O povo se achava exausto em extremo;

32 e, lançando-se ao despojo, tomaram ovelhas, bois e bezerros, e os mataram no chão, e os comeram com sangue.

Além do mais a própria Bíblia nos adverte contra os excessos do consumo de carnes — ver Provérbios 23:20. Esse mandamento também tinha o propósito de nos ensinar que não devemos ser cruéis com os animais. Devemos ser senhores sobre os animais, mas não tiranos. Podemos matá-los para alimento, mas não maltratá-los por diversão. Tempos depois de Noé, já nas leis cerimoniais dadas através de Moisés, o derramamento do sangue do animal era requerido como uma forma de expiação pelas almas dos pecadores —

Levítico 17:11

11 Porque a vida da carne está no sangue. Eu vo-lo tenho dado sobre o altar, para fazer expiação pela vossa alma, porquanto é o sangue que fará expiação em virtude da vida.

A partir do advento de Jesus, Seu próprio sacrifício serviu de expiação pelos nossos pecados e os mandamentos da Lei do Senhor concedidos a Moisés foram completamente abolidos —
Efésios 2:14—16

14 Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos fez um; e, tendo derribado a parede da separação que estava no meio, a inimizade,

15 aboliu, na sua carne, a lei dos mandamentos na forma de ordenanças, para que dos dois criasse, em si mesmo, um novo homem, fazendo a paz,

16 e reconciliasse ambos em um só corpo com Deus, por intermédio da cruz, destruindo por ela a inimizade.

CONTINUA...

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Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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