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quinta-feira, 29 de outubro de 2015

MALUQUICES EVANGÉLICAS ASSASSINAS



Deborah Leonard e Bruce Leonard em fotos cedidas pelo Departamento de Polícia de New Hartford, NY (Foto: New Hartford Police Department via AP)

O artigo abaixo foi publicado pelo site G1 em São Paulo

Jovem de 19 anos é morto por espancamento em igreja nos EUA
Irmão de 17 anos está hospitalizado em estado grave; seis foram presos.
Jovens teriam sido agredidos pelos pais em ‘sessão de aconselhamento’.

Do G1, em São Paulo

A polícia de New Hartford, no estado de NY, investiga a morte de um jovem de 19 anos dentro de uma igreja, em uma suposta sessão de espancamento da qual participaram seus próprios pais e uma meio-irmã. Lucas Leonard foi encontrado ainda vivo, mas morreu no hospital. O irmão dele, Christopher, de 17 anos, também foi agredido e está internado em estado grave.

Bruce e Deborah Leonard foram indiciados por homicídio em primeiro grau, e outros quatro membros da Word of Life Church também são acusados de participação no crime: Sarah Ferguson, de 33 anos e meio-irmã das vítimas, Linda Morey, de 54 anos, Joseph Irwin, de 26 anos, e David Morey, também de 26 anos. Os seis estão sob custódia.

A partir da esquerda, Sarah Ferguson, Linda Morey, Joseph Irwin e David Morey se apresentam perante o juiz Bill M. Virkler após serem indiciados por agressão de segundo grau contra Christopher Leonard, em New Hartford, NY (Foto: Mark DiOrio/Observer-Dispatch via AP)

A partir da esquerda, Sarah Ferguson, Linda Morey, Joseph Irwin e David Morey se apresentam perante o juiz Bill M. Virkler após serem indiciados por agressão de segundo grau contra Christopher Leonard, em New Hartford, NY (Foto: Mark DiOrio/Observer-Dispatch via AP)

De acordo com a agência AP, o chefe de polícia de New Hartford, Michael Inserra, afirma que o espancamento durou horas e foi parte de uma “sessão de aconselhamento” realizada na segunda-feira (12), na qual os jovens eram instados a confessar seus pecados e pedir perdão.

Investigadores disseram ainda que Christopher estava escondido no segundo andar do prédio e demorou a ser encontrado. O jovem acabou saindo do lugar onde estava por conta própria e recebeu atendimento médico.

Vizinhos da família, ouvidos pela AP, dizem que os Leonard são pessoas extremamente religiosas e que os jovens recebiam uma educação rígida. Nicole Howard, de 31 anos, mora na mesma rua desde criança e diz que Lucas e Christopher não tinham autorização para fazer coisas “normais” de adolescentes, como dormir na casa de amigos. Eles também seriam obrigados a lerem a Bíblia diariamente, por um período de duas horas.

Outro vizinho, Jim Constantine, disse que costumava contratar Lucas para cuidar de seu cachorro, e que soube da morte do jovem quando foi a casa dele pagar por seus serviços. Segundo ele, toda a vizinhança está em choque com o crime.

A fachada da The Word of Life Christian Church, em New Hartford, NY, onde Lucas Leonard morreu e Christopher Leonard ficou gravemente ferido  (Foto: Mark DiOrio/Observer-Dispatch via AP)
A fachada da The Word of Life Christian Church, em New Hartford, NY, onde Lucas Leonard morreu e Christopher Leonard ficou gravemente ferido  (Foto: Mark DiOrio/Observer-Dispatch via AP)

O artigo original poderá ser visto por meio do link abaixo:


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Alexandros Meimaridis.

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domingo, 24 de maio de 2015

IRLANDA APROVA CASAMENTO ENTRE PESSOAS DO MESMO SEXO


População comemorou no centro de Dublin a vitória do 'sim'; homossexualidade era crime no país até 1993 

O artigo abaixo foi publicado no site da BBC Brasil.

Em votação histórica, Irlanda aprova casamento gay

A Irlanda aprovou, na tarde deste sábado, a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Com o resultado confirmado, o país, que tem forte tradição católica, se tornou o primeiro a legalizar a união por voto popular.

Uma multidão se reuniu no centro da capital Dublin para acompanhar a contagem dos votos - e casais começaram a celebrar e a se beijar à medida que os resultados mostravam a vitória do "sim".

Mais de 62% dos eleitores votaram a favor de uma mudança constitucional para permitir que casais gays possam se casar.

Ativistas pró-casamento gay disseram que esse é um dia histórico para o país onde a homossexualidade era crime até 1993.

Políticos gays, incluindo ministros, que lideraram campanhas pela causa disseram que o resultado marca uma mudança de geração em um país que era conservador.

"Somos um pequeno país com uma grande mensagem para o mundo", disse o primeiro-ministro Enda Kenny.

Mais de 3,2 milhões de pessoas foram às urnas - muitos irlandeses que não moram no país voltaram só para participar da votação.

Segundo o correspondente da BBC na Irlanda Chris Bukler o clima no Castelo de Dublin, onde milhares de pessoas se reuniram para acompanhar a apuração, se parecia mais com o de um festival do que de um referendo.

Batalha

Representantes da campanha do "não" reconheceram a derrota no plebiscito.

O arcebispo católico de Dublin, Diarmuid Martin, disse que o referendo era uma afirmação dos jovens e que, agora, a igreja tem "uma imensa missão diante de si".

"Eu acho que a igreja precisa fazer uma revisão da realidade", disse o líder religioso.

"Eu fico feliz de ver como os gays e lésbicas estão se sentindo hoje, pelo fato de que isso seja algo que enriquece a maneira como vivem. Eu acho que é uma revolução social."

David Quinn, do Instituto Iona, um grupo católico, disse que foi "obviamente uma vitória muito impressionante do 'sim'".

Credito: AFP
País pode ser o primeiro no mundo a aprovar casamento gay por voto popular

"Obviamente há um certo grau de decepção, mas sou filosófico sobre o resultado", disse ele ao canal irlandês RTE.

"Era uma batalha difícil - havia muito menos organizações no lado do 'não', enquanto todos os grandes partidos políticos apoiavam o 'sim' e tivemos grandes corporações vindo a público pela primeira vez para dizer como deveríamos votar em um assunto particular", afirmou.

Avalanche

O ministro da Igualdade, Aodhan O Riordain, disse no Twitter: "É isso. Urnas chaves já foram abertas. Deu sim. E foi uma avalanche em Dublin. Estou tão orgulhoso de ser irlandês hoje."

O ministro da Saúde, Leo Varadkar, que no início do ano foi o primeiro ministro na história da Irlanda a se assumir abertamente como gay, disse que a campanha foi "quase uma revolução social".

Nas urnas, os eleitores tiveram que responder se concordavam com a frase "O casamento pode ser contraído de acordo com a lei por duas pessoas, sem distinção do seu sexo".


Credito: BBC
Contagem dos votos foi iniciada na manhã de sábado

Em 2010, o governo aprovou uma lei de união civil que deu reconhecimento legal a casais gays.

Mas há diferenças entre união civil e casamento. A principal delas é que o casamento é protegido pela Constituição, enquanto a união civil não é.

Na Irlanda, qualquer emenda constitucional tem de ser aprovada pelo Parlamento e levada à votação popular.

Igreja

Mesmo com a medida aprovada, as igrejas católicas ainda vão poder decidir se celebram este tipo de casamento.

O líder da Igreja Católica na Irlanda, Eamon Martin, disse que a igreja poderá analisar se continuará a fazer a parte civil da cerimônia se a mudança for aceita.

Atualmente, o casamento entre pessoas do mesmo sexo é legal em 20 países do mundo, inclusive no Brasil.

O artigo do site da BBC poderá ser visto por meio do seguinte link:


OUTROS ARTIGOS ACERCA DE PRÁTICAS DE IMORALIDADES SEXUAIS





































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terça-feira, 19 de maio de 2015

RIVALIDADE RELIGIOSA NO BRASIL ESTÁ EM CRESCIMENTO


O avanço da rivalidade religiosa
LISTA—Terreiro em São Gonçalo (RJ): um dos 847 mapeados somente na região metropolitana da capital

O texto abaixo foi publicado no site da revista istoé e é de autoria de juliana alecrim

O avanço da rivalidade religiosa

Seguidores da umbanda e do candomblé são vítimas de preconceito, sobretudo dos evangélicos, e a Justiça e a polícia não estão preparadas para lidar com o crime
Juliana Dal Piva e Michel Alecrim



Uma característica atribuída ao povo brasileiro é a tolerância religiosa. O caldeirão de culturas que formou o País teria propiciado a convivência harmônica entre os diferentes credos, ao contrário de outras nações onde violentas disputas derramam sangue inocente. Na prática, porém, a realidade é outra. Seguidores das religiões afro-brasileiras sempre conviveram com a desconfiança alheia. Nos últimos tempos, há indícios de que a situação se agravou. Somente no Rio de Janeiro, são contabilizados, por ano, quase 100 casos de agressões morais ou físicas envolvendo intolerância religiosa em relação aos praticantes de umbanda e candomblé. “Em sua maioria esmagadora, os ofensores são membros das igrejas neopentecostais”, afirmou à ISTOÉ Henrique Pêssoa, delegado da 4a DP, no centro da cidade, que há três anos recebeu uma designação especial e pioneira no Brasil para cuidar de casos que envolvem crimes de viés religioso.

“Cada neopentecostal tem a missão de ganhar adeptos, é uma obrigação religiosa, daí o proselitismo. A missão é clara: divulgar e converter”, explica a antropóloga da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Sonia Giacomini, que pesquisa o tema há 20 anos. Ela diz que o intuito de arrebanhar mais e mais fiéis é bastante organizado. “Existe uma certa logística. Por exemplo, uma igreja é instalada onde havia um cinema pornô, pois ali seria uma área especial para fazer uma conversão, cheia de pessoas vulneráveis”, apontou.

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PRECONCEITO - Chamada de “macumbeira safada”, Elisângela Queiroz não conseguiu registrar a ocorrência numa delegacia

O problema é que a busca por fiéis transforma-se, às vezes, em perseguição. Na Ilha do Governador, na zona norte, há denúncias na 4ª DP de representantes de religiões afro-brasileiras contando que terreiros (os locais onde são realizadas as cerimônias de umbanda e candomblé) estavam sendo destruídos e seus líderes escorraçados da Ilha por traficantes evangélicos neopentecostais. “Ali, criamos a Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR) porque era extremamente necessário”, diz Ivanir dos Santos, membro da comissão. Este e outros 39 casos em todo o País foram denunciados em um relatório produzido pelo grupo que reúne 12 religiões e entregue ao presidente do Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas, Martin I. Uhomoibai.

Entre as denúncias, está a da Associação da Resistência Cultural Afro-Brasileira Jacutá de Iansã, que não conseguiu abrir conta-corrente na agência Abílio Machado da Caixa Econômica Federal, em Belo Horizonte (MG). Os diretores contam que esperaram quatro meses para receber a seguinte resposta: o banco é livre para abrir conta de quem quiser, e não queria a associação como correntista. Em São Paulo, a Associação Beneficente de Oyá e Ogun acusa a prefeitura de discriminação por ter lacrado sua sede no bairro de Santa Mariana, sob a alegação de desrespeitar o zoneamento. Segundo eles, o desrespeito se deve unicamente ao fato de eles estarem no local. Até na considerada sincrética Salvador (BA), a prefeitura foi denunciada por ter destruído parcialmente o terreiro Oyá Onipo Neto no bairro de Imbuí. No processo, diz que o terreiro era vizinho à propriedade de um funcionário da prefeitura que não gostava da proximidade com o templo. Os três casos ocorreram em 2008 e ainda estão sendo investigados.

No Rio, um dos terreiros mais antigos do País, de 1908, foi derrubado recentemente. Funcionava no município de São Gonçalo, não muito longe da capital, em uma pequenina casa, que foi posta abaixo para a construção de um galpão. A iniciativa da demolição foi do dono do imóvel, o militar Wanderley da Silva, 65 anos, que desconhecia a importância do endereço. O problema, segundo lideranças religiosas regionais, não foi o ato dele e, sim, o da prefeita de São Gonçalo, Maria Aparecida Panisset (PDT), que teria ignorado os pedidos de umbandistas para salvar o local tombando-o. A prefeitura expediu uma nota dizendo que nada poderia fazer porque a casa era particular. Mas outro caso envolvendo a prefeita Maria Aparecida, que é frequentadora da Primeira Igreja Batista Renovada, provoca dúvidas entre os religiosos.

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NA MIRA - Cristiano Ramos, diante do Centro Espírita Caboclo Pena de Ouro, no Rio de Janeiro, que pode ser desapropriado.

Maria Aparecida estaria forçando a desapropriação de um local onde funciona outro histórico terreiro, o Centro Espírita Caboclo Pena de Ouro. O presidente da Casa, Cristiano Ramos, diz que a explicação oficial é a construção de um Complexo Poliesportivo no local – embora haja um centro esportivo com características semelhantes na região. O caso virou, em abril, uma disputa judicial. “Tentei negociar várias vezes, mas ninguém quis me ouvir”, diz Ramos, que alega não ter recebido informações sobre indenização até agora. Procurada por ISTOÉ, a prefeitura não deu retorno.

Muitas iniciativas para combater a perseguição ainda dependem de apoio governamental. Por exemplo, o tombamento de templos – que são pedidos e não são atendidos pelas prefeituras –, a morosidade na apuração de denúncias de perseguição e a falta de providências contra policiais que se recusam a investigar casos de intolerância. Para o delegado Henrique Pêssoa, saber a abrangência exata desse tipo de crime, que tem pena de um a três anos de reclusão e multa, é quase impossível. Os registros raramente são feitos de maneira correta e, além disso, a lei não costuma ser cumprida. A bancária Elisângela Queiroz descobriu isso na prática. Chamada de “macumbeira safada” por um colega de trabalho, ela procurou uma delegacia, mas recusaram o registro da ocorrência. “Chegaram a me dizer que era apenas uma briguinha”, contou ela.

Pesquisa recente da Fundação Getulio Vargas aponta que 0,35% da população declarou ser praticante de religiões afro-brasileiras. O teólogo Jayro de Jesus acredita que é muito mais e até estima um crescimento de quase 70% no número de terreiros nos últimos 30 anos. “Acho que as pessoas estão sendo segregadas e, por isso, não tiveram a altivez de se autodeclarar nos censos”, afirma. Ele faz parte do grupo que está discutindo o mapeamento dos terreiros existentes no Brasil, com apoio da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial. A expectativa é de que os trabalhos comecem no início do próximo ano e durem até 2013. Em um levantamento feito em 2011, foram localizados até agora, somente na região metropolitana do Rio, 847 terreiros. Com os dados obtidos, o próximo passo será a implementação de um Plano Nacional de Proteção Religiosa. Para impedir a propagação de conflitos movidos pela religião, é preciso agir rápido.

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A reportagem original poderá ser vista por meio do seguinte link:


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Alexandros Meimaridis

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terça-feira, 5 de novembro de 2013

PASTOR CHEIRADOR “DA BÍBLIA” AGORA FAZ APOLAGIA DA VIOLÊNCIA: UMA VERDADEIRA "ABERRAÇÃO DE JESUS"


O falso mestre "Lucinho" fazendo apologia da violência. Em sua camiseta esta escrito: ABERRAÇÃO DE JESUS. Nada poderia ser mais apropriado para caracterizá-lo.

O falso mestre “Lucinho” da Igreja da Lagoinha que já foi pilhado cheirando a Bíblia como se fosse cocaína — ver nosso artigo anterior por meio desse link aqui:


foi agora visto fazendo apologia da violência de uma forma tão estúpida que chamou a atenção da Ordem dos Advogados do Brasil que deseja enquandrá-lo pela prática do crime de “APOLOGIA A VIOLÊNCIA”

A notícia original foi publicada pelo site GNOTÍCIAS E PODERÁ SER LIDA, NA ÍNTEGRA, LOGO ABAIXO:

OAB afirma que pastor Lucinho pode ser enquadrado por apologia à violência, por dizer que policiais devem “descarregar revólver” em bandidos

Por Dan Martins em 20 de outubro de 2013

OAB afirma que pastor Lucinho pode ser enquadrado por apologia à violência, por dizer que policiais devem “descarregar revólver” em bandidos

Dirigentes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em São Paulo comentaram recentemente o polêmico vídeo em que o pastor Lucinho Barreto, líder da Mocidade da Igreja Batista da Lagoinha (IBL) em Belo Horizonte, afirma que policial em serviço deve dar “muito tiro” em bandido. Para os representantes da OAB, o pastor pode ser enquadrado no crime de apologia à violência, previsto no Código Penal Brasileiro.

O vídeo é um trecho do programa “Nunca é Tarde”, apresentado pelo pastor na Rede Super de Televisão, em que ele foi questionado se seria pecado um policial matar alguém em legítima defesa quando em serviço.

- Tem gente que precisa tomar tiro. Então chegou o momento, tenho que usar um revólver não tem jeito…’ Irmão, pega o revólver, não dá pouco tiro não, dá muito tiro. Dá muito tiro, entendeu? Descarrega. Quando acabar de dar tiro, joga o revólver no cara. Joga o que tiver. A arma do Rambo… Sapeca tiro no povo! Por quê? Porque tem gente que precisa tomar tiro – respondeu o pastor.

- É faca na caveira mesmo. E vamos arrepiar o cabelo do sovaco deste povo, porque temos filhos. E a gente tá pondo filho neste mundo é pra quê? Pro bandido vir… Não, senhor – completa Lucinho.
Arles Gonçalves Júnior, presidente da Comissão de Segurança Pública da OAB em São Paulo afirma que a conduta do pastor “pode ser enquadrada em apologia ou incitação à violência ou à prática de crime (homicídio), delitos capitulados nos artigos 286 e 287 do Código Penal Brasileiro”. A pena prevista para tais crime é de 6 meses de detenção, ou pagamento de multa.

De acordo com o jornalista Joaquim de Carvalho, do site Diário do Centro do Mundo, a presidente da Comissão de Direito e Liberdade Religiosa da OAB São Paulo, Damaris Dias Moura Kuo, também assistiu ao vídeo e classificou a fala do pastor como um “excesso inaceitável”. De acordo com ela, o pastor da IBL não se limitou a dar uma orientação bíblica, “como parece ter sido a pretensão da pessoa que fez a pergunta. Ele fez um discurso indutivo, estimulante. No mínimo, imprudente”.

- Nenhum cidadão, religioso ou laico, pode se utilizar levianamente da prerrogativa de apresentador de uma concessão pública como a televisão, para veicular qualquer mensagem que incite a violência – completou Damaris Kuo.

A NOTÍCIA ORIGINAL DO SITE Gnotícias poderá ser vista por meio desse link aqui:


Temos certeza que muitos dos chamados evangélicos irão rir  e zombar das palavras a seguir, mas não devemos nos esquecer que elas foram dita pelo próprio Senhor Jesus, que foi apontado pelo Pai como Juiz de tudo.

João 5:22 

E o Pai a ninguém julga, mas ao Filho confiou todo julgamento.

Devemos deixar bem claro que nossas palavras de condenação não dizem respeito àqueles policiais que utilizam suas armas para defenderem suas vidas e de outras pessoas. Mas são dirigidas, especificamente, contra esse e muitos outros falsos mestres que sob pretextos inconfessáveis, falam os maiores absurdos.

Mateus 5:39—42

39 Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra;

40 e, ao que quer demandar contigo e tirar-te a túnica, deixa-lhe também a capa.

41 Se alguém te obrigar a andar uma milha, vai com ele duas.

42 Dá a quem te pede e não voltes as costas ao que deseja que lhe emprestes.

Mateus 5:44—48

44 Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem;

45 para que vos torneis filhos do vosso Pai celeste, porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons e vir chuvas sobre justos e injustos.

46 Porque, se amardes os que vos amam, que recompensa tendes? Não fazem os publicanos também o mesmo?

47 E, se saudardes somente os vossos irmãos, que fazeis de mais? Não fazem os gentios também o mesmo?

48 Portanto, sede vós perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste.

Que Deus abençoe a todos, especialmente aos soldados, cidadãos do bem que arriscam suas vidas para protegerem as nossas.

Alexandros Meimaridis

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