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terça-feira, 26 de maio de 2015

EQUÍVOCOS DOS MUÇULMANOS SOBRE OS CRISTÃOS



O arquivo abaixo é de autoria de J. Grear e foi publicado no site Voltemos ao Evangelho.

Três equívocos dos muçulmanos sobre os cristãos

A história do islã e do cristianismo não é nada amigável. Muitas pessoas de ambas as religiões veem as outras com suspeitas (na melhor das hipóteses) ou com medo e ódio (na pior). Tal suspeita existiu desde o primeiro dia, e séculos de violência só serviram para aumentá-la. Tragicamente, a fronteira entre o cristianismo e o islã sempre foi muito sangrenta.

Um passado incerto, é claro, produz um presente incerto. Mas não é apenas a nossa história que transforma a fronteira entre cristãos e muçulmanos em uma perigosa falha sísmica. Muito também repousa em equívocos causados por desinformação. Existem, é claro, diferenças teológicas substanciais entre as duas religiões, e essas diferenças podem levar a uma colisão legítima. Mas o diálogo não pode avançar a menos que afastemos alguns mitos sutis. Eu aprendi isso da maneira mais difícil, através de dezenas de conversas constrangedoras e, às vezes, dolorosas com muçulmanos no sudeste da Ásia. Você pode fazer o que eu nunca pude — aprender com os meus erros sem chegar a cometê-los.

Muitos obstáculos se colocam diante dos muçulmanos que vêm à fé em Jesus — confusão teológica e o custo da conversão são dois dos mais intimidadores. E, é claro, a razão mais comum para os muçulmanos não virem a Cristo é porque a maioria simplesmente nunca ouviu o evangelho.

Dito isso, há um conjunto de equívocos que a maioria dos muçulmanos têm a respeito dos cristãos que evita que eles sequer considerem o evangelho. No próximo artigo olharemos o outro lado da moeda: equívocos cristãos sobre muçulmanos. Mas aqui estão três dos maiores equívocos que os muçulmanos têm com relação aos cristãos:

1. Os cristãos adoram três deuses

Essa me pegou de surpresa. Eu sabia que a doutrina da Trindade era difícil para muçulmanos (assim como o é para cristãos). Mas eu nunca havia percebido por completo o quão erroneamente os muçulmanos a entendem, e o quão ofensiva ela é para eles.

Muitos muçulmanos me perguntaram como eu podia acreditar que Deus fez sexo com a Virgem Maria para conceber Jesus. “Cristãos são blasfemos”, me diziam, “pois eles adoram três deuses: deus pai, deus filho, e deus mãe”. Essa era nova para mim, é claro, então eu perguntei onde eles haviam aprendido isso. Eles me diziam que aprenderam do imã local, o líder religioso islâmico.

Obviamente, cristãos acham essa representação da Trindade tão ofensiva quanto os muçulmanos, e esse é um bom ponto de início. A ideia de Jesus como resultado da cópula entre Deus e Maria é blasfema, e devemos nos sentir livres para expressar a nossa repugnância e ultraje contra a “trindade” assim erroneamente descrita. O monoteísmo é central ao cristianismo, assim como o é para o islã. Assim, os cristãos podem concordar sinceramente com os muçulmanos que só há um Deus digno de adoração. Nossa concepção dele é dramaticamente diferente, mas a ofensa aqui, normalmente, é mal orientada.

2. O cristianismo é moralmente corrupto

A MTV era uma sensação na parte do mundo em que eu vivi. Videoclipes ocidentais sempre mostravam estrelas do rap ou mulheres seminuas usando crucifixos. Meus amigos muçulmanos presumiam, naturalmente, que aqueles eram cristãos, e que aquele comportamento era típico dos cristãos.

Certa vez fui até questionado por uma das minhas amigas, uma universitária muçulmana, se eu podia organizar uma festa de aniversário “cristã” para ela. Quando perguntei o que ela queria dizer, ela respondeu que queria uma festa com muita bebida e dança picante, assim como ela tinha visto na televisão. Equívocos como o dela, infelizmente, são a regra, e não a exceção.
Muitos muçulmanos sequer consideram o evangelho, pois consideram (corretamente) que tal comportamento é ofensivo a Deus. Contudo, você pode usar isso para a nossa vantagem. Quando os muçulmanos descobrirem que você não é daquele jeito, eles vão querer saber o que o torna diferente. Essa é a sua oportunidade para explicar a eles do que se trata uma fé viva em Cristo.

3. “O ocidente” e “a igreja” são sinônimos

“Separação entre igreja e Estado” é parte do fundamento cultural dos ocidentais. Muçulmanos, contudo, não entendem tal distinção. O islã é, em sua própria natureza, uma entidade política, repleta de inúmeros códigos sociais. Não existe conceito paralelo no islã, como a “separação entre a mesquita e o Estado”. Assim, quando os muçulmanos olham para as nações ocidentais, como os Estados Unidos, a Alemanha, a França ou o Reino Unido, eles veem “países cristãos”. Eles presumem que nossos presidentes são os líderes cristãos, e nossas políticas são reflexo da política da igreja. O que o governo faz, a Igreja faz. Por exemplo, certa vez me perguntaram: “Por que ‘a Igreja’ bombardeou o Iraque?”

Para atrair os muçulmanos ao evangelho, você deve delinear essas duas entidades, e você provavelmente terá que, em muitas situações, colocar o seu patriotismo de lado. Se você quer ser um defensor de políticas norte-americanas, você provavelmente não ganhará ouvidos para o evangelho. Há um lugar para a discussão de ambos, mas só temos espaço suficiente para representar um certo número de questões e, para mim, como representante da igreja, simplesmente não vale a pena sacrificar uma plataforma para o evangelho em nome de defender decisões políticas norte-americanas. Recentemente um muçulmano turco me disse que “todos os problemas do mundo são causados pelo Estados Unidos”. Eu concordo com ele? Não. Mas é ali que eu firmarei a minha base? Não. Por amor do evangelho, nosso patriotismo deve morrer quando servimos em países muçulmanos.

Como sempre dizemos na nossa igreja, o evangelho é ofensivo. Nada mais deve ser. Visto que grande parte da nossa mensagem repele os muçulmanos, precisamos nos equipar para desmascarar as falsas ofensas do cristianismo. Só então a ofensa que dá vida, a cruz, pode brilhar como deveria.

Quando o ocidental comum ouve “muçulmano”, várias imagens vêm à mente — principalmente imagens negativas. Mas a maioria dos muçulmanos ficariam tão horrorizados como nós com o que presumimos a respeito deles. No meu próximo post, eu discutirei três dos mais comuns equívocos que ocidentais têm a respeito dos muçulmanos.

O artigo original poderá ser visto por meio do link abaixo:


OUTROS ARTIGOS ACERCA DO O ISLÃ E DO ESTREMISMO ISLÂMICO


















Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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quarta-feira, 13 de maio de 2015

ESTADUNIDENSES PREFEREM PRESIDENTE GAY A UM EVANGÉLICO



O artigo abaixo foi publicado pelo site Gnotícias e é de autoria de Tiago Chagas

Pesquisa: americanos sentem-se mais confortáveis com candidato a presidente gay do que um evangélico

Por Tiago Chagas

As eleições presidenciais estadunidenses acontecem apenas em 2016, quando os eleitores escolherão o substituto de Barack Obama. No entanto, pesquisas já mostram um cenário desfavorável para alguns dos pré-candidatos do Partido Republicano.

Um levantamento feito pelo instituto WSJ a pedido da rede NBC, com mil eleitores, mostrou que o número de americanos que se sentiria desconfortável com um presidente evangélico é maior do que os que não gostariam de ver um homossexual no cargo.

“Mais americanos sentem-se confortáveis com um candidato presidencial que se identifica como gay ou lésbica, do que com aquele que se identifica como um cristão evangélico”, anunciou o Huffington Post.

A pesquisa perguntou se os entrevistados sentiam-se “entusiasmados”, “confortáveis”, “com reservas” ou “muito desconfortáveis” sobre candidatos conhecidos por serem evangélicos e/ou homossexuais.

61% dos entrevistados responderam que sentiam-se “entusiasmados” ou “confortáveis” com um candidato homossexual, enquanto apenas 37% disseram sentirem-se “com reservas” ou “muito desconfortáveis”.

Em relação a um evangélico, 52% disseram sentirem-se “entusiasmados” ou “confortáveis” com um candidato que se apresente dessa forma, enquanto 44% disseram ter “reservas” ou “muito desconforto” com essa situação.

Os resultados apontam para uma mudança cultural nos Estados Unidos. Em 2006, uma pesquisa semelhante descobriu que apenas 43% dos norte-americanos aceitariam plenamente a ideia de um candidato presidencial homossexual, enquanto 53% tinham reservas ou desconforto com a ideia.

Candidatos

Pelo Partido Republicano, até agora manifestaram a intenção de serem candidatos os senadores Marco Rubio (Flórida) e Ted Cruz (Texas), além do jornalista e pastor batista Mike Huckabee (ex-governador do Arkansas e pré-candidato a presidente derrotado no partido em 2007). Todos são conhecidos por suas posturas conservadoras.

No lado do Partido Democrata, a ex-primeira-dama, ex-senadora e ex-secretária de Estado Hillary Clinton deverá ser a indicada para concorrer à vaga de Obama. Ela já anunciou sua pré-candidatura, e deverá obter consenso dos colegas de legenda. Recentemente, chamou a atenção por defender o uso do poder contra a religião.

O artigo original poderá ser encontrado por meio desse link aqui:


NOSSO COMENTÁRIO

Como os EUA são o modelo que todo mundo deseja seguir, então em breve teremos tal aceitação favorável de candidatos homossexuais expandida pelos quatro cantos do mundo.

Que Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis


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