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domingo, 11 de setembro de 2016

O AMOR DE DEUS REVELADO NA PESSOA DE JESUS CRISTO


Conhecendo Deus pessoalmente


Há alguns dias fiquei conhecendo um site muito bacana que discute, em forma de pequenos textos e, eventualmente, vídeos, as questões mais importantes que fazemos acerca de nós mesmos, de Deus, de Jesus, da Bíblia, do Amor, da Liberdade de escolhas e etc.

Um breve vídeo para “degustação”, que faz uma poderosa apresentação do plano da salvação, poderá ser visto por meio do link abaixo – com subtítulos em português.

Depois, se você gostar, poderá ter acesso a estudos bíblicos, visitando diretamente o site por meio desse link aqui:


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Os comentários não representam a opinião do Blog O Grande Diálogo; a responsabilidade é do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

ARTHUR W. PINK: A DOUTRINA DA ELEIÇÃO — UM ESTUDO — PARTE 004




O material abaixo é parte de um livro escrito por Arthur W. Pink que foi publicado em forma de e-book por:

Fonte: ChapelLibrary.org Título Original: “The Doctrine of Election”

As citações bíblicas desta tradução são da versão ACRF (Almeida Corrigida Revisada Fiel)

Tradução: OEstandarteDeCristo.com

Tradução William Teixeira

Revisão por Camila Rebeca Almeida

A DOUTRINA DA ELEIÇÃO

Arthur Walkington Pink

facebook.com/ArthurWalkingtonPink

Issuu.com/oEstandarteDeCristo

CONTINUAÇÃO...

6. As Dificuldades de Eleição

1 – As Escrituras não declaram que Deus não faz acepção de pessoas?

Sim, é verdade (Atos 10:34), e a Eleição é a prova disto. Os sete filhos de Jessé, embora mais velhos e fisicamente superiores a Davi, são deixados por ela, enquanto o jovem pastor é exaltado ao trono de Israel. Os escribas e doutores são ignorados, e pescadores ignorantes são escolhidos para serem os apóstolos do Cordeiro. A verdade Divina é oculta dos “sábios e entendidos”, mas é revelada aos “pequeninos” (Mateus 11:25). A maioria dos poderosos e nobres são ignorados, enquanto os fracos e desprezados são chamados e salvos. Prostitutas e publicanos são docemente compelidos a vir para a festa de casamento, enquanto os fariseus orgulhosos são deixados a perecer em sua própria autojustiça. Verdadeiramente, Deus não faz acepção de pessoas, ou Ele não teria salvado você, meu amigo.

2 – Mas o homem não é um ser responsável, dotado de livre-arbítrio?

O homem é, sem dúvida, um ser responsável. Ele não é uma mera máquina ou autômato. A Escritura uniformemente se refere a ele como quem colhe de acordo com o que semeia, e como alguém que ainda terá de prestar contas pelas coisas feitas no corpo. Mas em nenhum lugar a Bíblia prega o livre-arbítrio do homem natural. O homem por natureza é sujeito a Satanás e escravo do pecado, e não se torna livre até que o Filho de Deus o liberte (João 8:36). “Ninguém pode vir a mim, [mas ele poderia, se ele fosse livre], se o Pai que me enviou não o trouxer” (João 6:44), mas não haveria necessidade de “trazer” se ele fosse livre. Isto é inequívoco.

“Quando a misericórdia vem para abençoar, ele encontra-nos inclinados à maldição. Nós não receberíamos o benefício proferido; rejeitamos a Misericórdia e a Graça. São elas que devem levar-nos cativos em laços de seda, ou de outro modo Deus não pode nos abençoar. O homem, enquanto sua vontade é livre, é desgraçado; é somente quando a sua vontade é presa pelos grilhões da Graça Soberana que ele é gracioso em tudo. Se há uma coisa como livre-arbítrio: Lutero realmente o definiu quando chamou o livre-arbítrio de escravo. É apenas a nossa vontade presa que é verdadeiramente livre. Nossa vontade constrangida, então alcança a liberdade; quando a graça liga-a, em seguida, verdadeiramente, é livre, e só então, quando o Filho a tornou livre”. (C. H. Spurgeon, A Glória da Graça - Efésios 1:6 [Sermão de Nº 2763]).

3 – Mas a Escritura não diz: Todo aquele que quiser, pode vir?

Ele diz, e Cristo ainda não rejeitou nenhuma alma disposta. Se, na undécima hora, o ladrão moribundo que se converteu ao Senhor foi assegurado um lugar no paraíso, e se Saulo, o perseguidor da Igreja – “o principal dos pecadores’ (1 Timóteo 1:15) – encontrou misericórdia, em verdade, todo aquele que quiser, pode vir (Atos 2:21; Apocalipse 22:17). Mas nem todo estão dispostos. A grande maioria das pessoas não tem o desejo de vir a Cristo. Se Deus deixasse isso inteiramente à vontade do homem, ninguém jamais O teria aceitado. Consequentemente, Deus tem de operar em nós “tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade” (Filipenses 2:13). Mas Deus não opera assim em todos, e isto é feito na eleição.

4 – Mas por que pregar o Evangelho a toda a criatura, se apenas uns “poucos” são escolhidos?

Porque o sacrifício expiatório de Cristo é suficiente para todos, se todos o aceitassem. Porque Deus quis publicar a mui grande e incomparável Graça e Amor insondável do seu Filho amado. Porque o sacrifício de Cristo é eminentemente adaptado a todos, o que serve para um pecador deve atender às necessidades de outro. Porque é pela pregação do Evangelho que os eleitos são chamados para fora do mundo. Finalmente, porque somos ordenados a pregar o Evangelho a todas as nações? “não é para que nós entendamos o porquê; não é para que repliquemos; isto é para nós fazermos – e morrermos.”

5 – Mas esta doutrina não cortará o nervo do esforço evangelístico?

Mais uma vez vamos deixar que o Sr. Spurgeon dê a resposta.

“‘Bem, então’, diz um, “isso vai fazer as pessoas sentarem e cruzarem os braços”. Senhor, não vai! Mas se os homens o fizeram, eu não poderei ajudá-los – meu negócio – como eu já disse muitas vezes neste lugar, não é provar a você a razoabilidade de qualquer verdade, nem defender qualquer verdade das suas consequências. Tudo o que faço aqui – e eu quero dizer para mantê-lo – é apenas para afirmar a verdade porque está na Bíblia! Então, se você não gosta, você deve resolver a disputa com meu Mestre – e se você acha que não é razoável, você deve discutir com a Bíblia. Permita que os outros defendam a Escritura e provem que é verdade. Eles podem fazer o seu trabalho melhor do que eu – o meu é apenas a simples obra de proclamar. Eu sou o mensageiro. Falo a mensagem do meu Mestre. Se você não gosta da mensagem, discuta com a Bíblia, não comigo! Enquanto eu tenho a Escritura do meu lado, eu vou ousar e desafiar você a fazer qualquer coisa contra mim! “Ao SENHOR pertence a salvação!”. O Senhor tem que aplicá-la, para fazer o relutante, disposto; fazer o ímpio, piedoso; e trazer o desprezível rebelde aos pés de Jesus; caso contrário a Salvação nunca será cumprida! Deixe esta coisa desfeita e você terá quebrado o elo da cadeia, a própria ligação que era necessária para a sua integridade. Tire o fato de que Deus começa o bom trabalho e que Ele nos envia o que os antigos teólogos chamam de Graça Preservadora – tire isso e você terá estragado toda a Salvação – você tomou a pedra angular para fora do arco e abaixo ele cai!”. (C. H. Spurgeon, A Salvação Pertence ao Senhor – Jonas 2:9.

CONTINUA...

OUTRAS PARTES DESSA MENSAGEM PODERÃO SER VISTAS POR MEIO DOS LINKS ABAIXO

ARTHUR PINK – A DOUTRINA DA ELEIÇÃO – PARTE 001

ARTHUR PINK – A DOUTRINA DA ELEIÇÃO – PARTE 002

ARTHUR PINK – A DOUTRINA DA ELEIÇÃO – PARTE 003

ARTHUR PINK – A DOUTRINA DA ELEIÇÃO – PARTE 004


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Alexandros Meimaridis

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sábado, 28 de junho de 2014

CHARLES H. SPURGEON FALA DAS IMPLICAÇÕES DO LIVRE-ARBÍTRIO

Por Charles H. Spurgeon

De acordo com o esquema do livre-arbítrio, o Senhor tem boas intenções, mas precisa aguardar como um servo, a iniciativa de sua criatura, para saber qual é a intenção dela. Deus quer o bem e o faria, mas não pode, por causa de um homem indisposto, o qual não deseja que sejam realizadas as boas coisas de Deus. O que os senhores fazem, senão destronar o ETERNO e colocar em seu lugar a criatura caída, o homem? Pois, de acordo com essa teoria, o homem aprova, e o que ele aprova torna-se o seu destino. Tem de existir um destino em algum lugar; ou é Deus ou é o homem quem decide. Se for Deus Quem decide, então o ETERNO se assenta soberano em seu trono de glória, e todas as hostes Lhe obedecem, e o mundo está seguro. Em caso contrário, os senhores colocam o homem em posição de dizer: “Eu quero” ou “Eu não quero.

Se eu quiser, entro no céu; se quiser, desprezarei a graça de Deus. Se quiser, conquistarei o Espírito Santo, pois sou mais forte do que Deus e mais forte que a onipotência. Se eu decidir, tornarei ineficaz o sangue de Cristo, pois sou mais poderoso que o sangue, o sangue do próprio Filho de Deus. Embora Deus estipule seu propósito, me rirei desse propósito; será o meu propósito que fará o d’Ele realizar-se ou não”.
Senhores, se isto não é ateísmo, é idolatria; é colocar o homem onde Deus deveria estar. Eu me retraio, com solene temor e horror, dessa doutrina que faz a maior das obras de Deus — a salvação do homem— depender da vontade da criatura, para que se realize ou não. Posso e hei de me gloriar neste texto da Palavra, em seu mais amplo sentido:

Romano 9.16

Assim, pois, não depende de quem quer ou de quem corre, mas de usar Deus a sua misericórdia.

Que Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis

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