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segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

95 TESES PARA A IGREJA DE HOJE — PARTE 003




61 - Nenhuma igreja ou instituição se julgue detentora da salvação. Cristo está acima de toda religião e de toda instituição religiosa. O Espírito é livre e sopra onde quer. Até mesmo fora dos arraiais "cristãos". (At 4.12; Jo 3.8)

62 - Que as livrarias ditas "cristãs" sejam realmente cristãs e não ajudem a proliferar literaturas que deturpam a palavra de Deus e que valorizam mais a experiência de algumas pessoas do que o verdadeiro ensino da Palavra. (Mq 3.11; Gl 1.8-9)

63 - Cremos que "declarações mágicas" como "O Brasil é do Senhor Jesus" e outras equivalentes não surtem efeito algum nas regiões celestiais e servem como fator alienante e fuga das responsabilidades sociais e evangelísticas realmente eficazes na propagação do Evangelho. (Tg 2.15-16)

64 - Consideramos uma afronta ao Evangelho as novas unções como "unção dos 4 seres viventes", "unção do riso", etc., pois além de não possuírem NENHUM respaldo bíblico ainda expõem as pessoas a situações degradantes e constrangedoras. (2 Tm 4.1-4)

65 - Cremos, firmemente, que todo cristão genuíno, nascido de novo, já possui a unção que vem de Deus, não necessitando de "novas unções". (1 Jo 2.20,27)
66 - Lamentamos a transformação do culto público a Deus em momentos de puro entretenimento "gospel", com a presença de animadores de auditório e pastores que, vazios da Palavra, enchem o povo de bobagens e frases de efeito que nada tem a ver com a simplicidade e profundidade do Evangelho de Cristo. (Rm 12.1-2)

67 - É necessário uma leitura equilibrada do livro de Cantares de Salomão. A poesia, muitas vezes erótica e sensual do livro tem sido de forma abusiva e descontextualizada atribuída a Cristo e à igreja. (Ct 1.1)

68 - Não consideramos qualquer instrumento, seja de que origem for, mais santo que outros. Instrumentos judaicos, como o shofar, não têm poderes sobrenaturais e nem são os instrumentos "preferidos" de Deus. Muitas igrejas têm feito do shofar "O" instrumento, dizendo que é ordem de Deus que se toque o shofar para convocar o povo à guerra. Repugnamos essa idéia e reafirmamos a soberania de Deus sobre todos os instrumentos musicais. (Sl 150)

69 - Rejeitamos a idéia de que Deus tem levantado o Brasil como o novo "Israel" para abençoar todos os povos. Essa idéia surge de mentes centralizadoras e corações desejosos de serem o centro da voz de Deus na Terra. O SENHOR reina sobre toda a Terra e ama a todos os povos com Seu grande amor incondicional. (Jo 3.16)

70 - Lamentamos o estímulo e o uso de "amuletos" cristãos como "água do rio Jordão", "areia de Israel" e outros que transformam a fé cristã numa fé animista e necessitada de "catalisadores" do poder de Deus. (Hb 11.1)

71 - Que o profeta que "profetizar" algo e isso não se cumprir, seja reconhecido como falso profeta, segundo as Escrituras. (Ez 13.9; Dt 18.22)

72 - Rejeitamos as músicas que consistem de repetições infindáveis, a fim de levar o povo ao êxtase induzido, fragilizando a mente de receber a Palavra e prestar a Deus culto racional, conforme as Escrituras. (Rm 12.1-2; 1 Co 14.15)

73 - Deixemos de lado a busca desenfreada de títulos e funções do Antigo Testamento, como levitas, gaditas, etc... Tudo se fez novo em Cristo Jesus, onde TODOS nós fomos feitos geração eleita, sacerdócio real, nação santa e povo adquirido. Da mesma forma, rejeitamos a sacralização da cultura judaica, como se esta fosse mais santa que a brasileira ou do que qualquer outra. Que então os ministros e dirigentes de música sejam simplesmente ministros e dirigentes de música, exercendo talentos e dons que Deus livremente distribuiu em Sua igreja, não criando uma "classe superior" de "levitas", até porque os mesmos já não existem entre nós. (Rm 12.3-5; 1 Pe 2.9)

74 - Que se entenda que tijolos são apenas tijolos, paredes são apenas paredes e prédios são apenas prédios. Que os termos "Casa do Senhor" e "Templo" sejam utilizados somente para fazer menção a pessoas, e nunca a lugares. Que nossos palcos não sejam erroneamente chamados de "altares", uma vez que deles não emana nenhum "poder" ou "unção" especial. (At 17:24, I Cor 6-19)

75 - Que haja consciência sobre aquilo que se canta. Que sejamos fiéis à Palavra quando diz "cantarei com o meu espírito, mas também cantarei com meu entendimento". (1 Co 14.15)

76 - Não consideramos que "há poder em nossas palavras" como querem os adeptos dessa teologia da "confissão positiva". Deus não está sujeito ao que falamos e não serão nossas palavras capazes de trazer maldição ou benção sobre quem quer que seja, se essa não for, antes de tudo, a vontade expressa de Deus através de nossas bocas. (Gl 1.6-7)

77 - Rejeitamos a onda de "atos proféticos" que, sem base e autoridade nas Escrituras, confundem e desvirtuam o sentido da Palavra, ainda comprometendo seriamente a sanidade e a coerência das pessoas envolvidas. (Mt 7.22-23)

78 - Apresentar uma noiva pura e gloriosa, adequadamente vestida para o seu noivo, não consiste em "restaurar a adoração" ou apresentar a Deus uma falsa santidade, mas em fazer as obras que Jesus fez — cuidar dos enfermos e quebrantados de coração, pregar o evangelho aos humildes, e viver a cada respirar a vontade de Deus revelada na Sua palavra - deixando para trás o pecado, deixando para trás o velho homem, e nos revestindo no novo (Tg 1.27)

79 - Discordamos dos "restauradores das coisas perdidas" por não perceberem a mão de Deus na história, sempre mantendo um remanescente fiel à Palavra e ao Testemunho. Dizer que Deus está "restaurando a adoração", "restaurando o ministério profético", etc... é desprezar o sangue dos mártires, o testemunho dos fiéis e a adoração prestada a Deus durante todos esses séculos. (Hb 12.1-2)

80 - Lamentamos a transformação da fé cristã em shows e mega-eventos que somos obrigados a assistir nas TVs, onde a figura humana e as ênfases nos "milagres" e produtos da fé sobrepujam as Escrituras e a pregação sadia da Palavra de Deus. (Jo 3.30)

81 - Deus não nos chamou para sermos "leões que rugem", mas fomos considerados como ovelhas levadas ao matadouro, por amor a Deus. Mas ainda assim, somos mais que vencedores por Aquele que nos amou. (Lc 10.3; Rm 8.36)

82 - Entendemos como abusivas as cobranças de "cachês" para "testemunhos". Que fique bem claro que aquilo que é recebido de graça, deve ser dado de graça, pois nos cabe a obrigação de pregar o evangelho. (Mt 10.8)

83 - Que movimentos como "dança profética", "louvor profético" e outros "moveres proféticos" sejam analisados sinceramente segundo as Escrituras e, por consequência, deixados de lado pelo povo que se chama pelo nome do Senhor. (2 Tm 4.3-4)

84 - Que a cruz de Cristo, e não o seu trono, seja o centro de nossa pregação! (1 Co 2.2)

85 - Reafirmamos que, quaisquer que sejam as ofertas e dízimos, que sejam entregues por pura gratidão, e com alegria. Que nunca sejam dados por obrigação e nem entregues como troca de bênçãos para com Deus. Muito menos sejam dados como fruto do medo do castigo de Deus ou de seus líderes. Deus ama ao que dá com alegria! (2 Co 9.7)

86 - Que a igreja volte-se para os problemas sociais à sua volta, reconheça sua passividade e volte à prática das boas obras, não como fator para a salvação, mas como reflexo da graça que se manifesta de forma visível e encarnada. "Pois tive fome... e me destes de comer..." (Mt 25.31-46; Tg 2.14-18; Tg 1.27)

87 - Cremos, conforme a Palavra que há UM SÓ MEDIADOR entre Deus e os homens - Jesus Cristo. Nenhuma igreja local, ou seu líder, podem arrogar para si o direito de mediar a comunhão dos homens e Deus. (1 Tm 2.5)

88 - Lamentamos o comércio que em que se transformou a música evangélica brasileira. Infelizmente impera, por exemplo, a "máfia" das rádios evangélicas, que só tocam os artistas de suas respectivas gravadoras, alienam o nosso povo através da massificação dos "louvores" comerciais, e não dão espaço para tanta gente boa que há em nosso meio, com compromisso de qualidade musical e conteúdo poético, linguístico e, principalmente, bíblico. (Mc 11.15-17)

89 - Que os pastores ajudem a diminuir a indústria de testemunhos e a "máfia" das gravadoras evangélicas. Que valorizem a simples pregação da Palavra ao invés do espetáculo "gospel" a fim de terem igrejas "lotadas" para ouvirem as "atrações" da fé. Da mesma forma, rejeitamos o triunfalismo e o ufanismo no qual se transformou a música evangélica atual, que só fala em 'vitória', 'poder' e 'unção' mas se esqueceu de coisas muito mais fundamentais como 'graça', 'misericórdia' e 'perdão'. (1 Pe 5.2)

90 - Que sejamos livres para "examinarmos tudo e retermos o que é bom" , sem que líderes manipuladores tentem impor seus preconceitos, principalmente na forma de intimidações. Que nenhum líder use o jargão "Deus me falou" como forma de amedrontar qualquer um que ousar questionar suas idéias. (1 Ts 5.21)

91 - Somente as Escrituras. (Jo 14.21;17.17)

92 - Somente a Graça. (Ef 2.8-9)

93 - Somente a Fé. (Rm 1.17)

94 - Somente Cristo. (At 17.28)

95 - Glória somente a Deus (Jd 24-25)

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos. 

quarta-feira, 24 de abril de 2013

APOCALIPSE 12:2-3 — A MULHER GRÁVIDA E O DRAGÃO — PARTE 1 - ESTUDO 005



ESTE ESTUDO É PARTE DE UMA SÉRIE DE ESTUDOS APRESENTADOS EM NOSSA IGREJA ATENDENDO À SOLICITAÇÃO DE UM DOS NOSSOS MEMBROS ACERCA DE “QUEM” PODERIA SER A MULHER MENCIONADA EM APOCALIPSE 12:1? NO FINAL DESSE ESTUDO VOCÊ ENCONTRARÁ OS LINKS PARA OS OUTROS ESTUDOS DESSA SÉRIE.

VI. Uma Interpretação Histórica, Filológica e Teológica de Apocalipse 12.

Que, achando-se grávida, grita com as dores de parto, sofrendo tormentos para dar à luz — Apocalipse 12:2.

Achando-se grávida — essa expressão é um termo técnico no Novo Testamento para descrever uma mulher grávida — ver Mateus 1:18, 23 (citando Isaías 7:14); Marcos 13:17; 1 Tessalonicenses 5:3.  
  
Existem várias passagens no Antigo Testamento que descrevem a comunidade teocrática — os filhos de Deus — como uma mulher com dores de parto — ver Isaías 26:17 e outras referências já listadas acima.

Apocalipse 12:2 faz uma comparação da comunidade teocrática — os filhos de Deus — com uma mulher que enfrenta as dores de parto conforme podemos ler, como meras comparações, em Isaías 13:8; 21:3; Jeremias 4:31; 13:21; 22:23; Oséias 13:13. A comunidade teocrática dá a luz ao “Novo Israel” na pessoa do menino homem que a representa — ver Isaías 66:7—9. Esses versículos de Isaías apontam para um mesmo e grandioso evento: o nascimento do Messias divino esperado pelos judeus, que é o mesmo eterno Verbo de Deus, que se fez carne e que nós os cristãos chamamos de Jesus. Assim um único menino nasce para promover a união definitiva entre judeus e gentios conforme podemos ler em Efésios 2:14—22.

Viu-se, também, outro sinal no céu, e eis um dragão, grande, vermelho, com sete cabeças, dez chifres e, nas cabeças, sete diademas — Apocalipse 12:3.

O segundo sinal visto por João é um ameaçador dragão. Ao que parece essa imagem é emprestada de Daniel 7:7. No caso de Daniel como ele está tratando da quarta e última besta a mesma é identificada com o império romano. Ao contrário do cordeiro descrito em Apocalipse 5:6 que tem sete chifres, o dragão tem dez chifres. O mesmo acontece com aqueles que representam o dragão: A Besta que surge do mar — Apocalipse 13:1 — e a besta que transporta a grande meretriz — descrita em Apocalipse 17:3, 7 — também têm cada uma 10 chifres que representam a totalidade do poder satânico. No Livro do Apocalipse o numeral 10 — dez — é usado exclusivamente com relação aos inimigos de Deus em todas suas atividades.


Esse dragão, bem caracterizado no verso 9, é mencionado diversas vezes no Antigo Testamento e chamado através de diversos nomes:

·       רָהַב  — rahab — Monstro marinho mitológico usado muitas vezes para se referir ao Egito, enquanto nação que escravizou o povo de Israel – ver Salmos 89:10. 

·       תַּנִּין  — tanniyn — dragão, serpente ou monstro marinho — ver Jó 7:12; 26:12—13, Isaías 51:9; Jeremias 51:34. 

·       לִוְיָתָן — liveyatan — traduzida por “crocodilo” em Salmos 74:14; Ezequiel 29:3; 32:2; e por “dragão” e outros nomes em Isaías 27:1. 

·       בְהֵמוֹת  — b^ehemowt — traduzida por “hipopótamo” em Jó 40:15. 

·       נָּחָשׁ — nachash — traduzida por “serpente” em Amós 9:3. Essa é a mesma expressão usada em Gênesis na tentação do primeiro casal.

A variedade de nomes atribuídos a essa verdadeira besta aponta para tradições e tempos distintos, mas o personagem retratado é sempre o mesmo. Aqui no apocalipse ele é chamado ainda por outro nome: δράκωνdrákon — dragão. Esse dragão está relacionado com o mar primitivo e também com Egito — ver Isaías 51:9—16. Esses versos nos ensinam que aquilo que aconteceu no início da criação e no início da nação de Israel irá se repetir, numa escala muito maior, no final dos tempos. A situação descrita em Gênesis 1:1—2 que contrapõe Deus de um lado e o caos do outro, se repetirá nos últimos dias nessa batalha entre o Diabo e seus anjos de um lado e Gabriel e os anjos de Deus do outro.

A batalha cósmica é transformada em batalha escatológica — referente ao final dos tempos — e isso pode ser visto em passagens tais como: Isaías 51:6—8; 65:25; Oséias 2:18—22. Tais passagens nos falam de uma bem-aventurada paz como a que reinava no Éden antes da queda. A promessa de Deus é substituir a Terra e os céus atuais por Novos Céus e uma Nova Terra — ver Isaías 65:17 e 66:22.

Eis um dragão, grande, vermelhoa expressão grega traduzida por vermelho é — πυρρὸς — pirròs — cujo significado é: ter cor de fogo ou vermelho. Essa é a cor do pecado – ver Isaías 1:18 — do sangue, do fogo e da violência. Nosso adversário — Satanás ou o Diabo — possui essa características em graus supremos. Note, por exemplo, Apocalipse 6:4 onde um cavalo vermelho representa a guerra e a mortandade dos seres humanos. Jesus diz que Satanás foi homicida desde o começo e que os judeus estavam querendo satisfazer os desejos do Diabo quando queriam assassiná-lo o bom Mestre — ver João 8:44. Tal descrição do Diabo pode ter sido influenciada pela dura perseguição que os cristãos sofreram durante o reinado de Domiciano[1], que coincidiu com o período em que João estava banido em Patmos por esse mesmo imperador, e recebeu de Jesus a revelação que está em nossas Bíblias com o nome de Apocalipse de João. Os atos de perseguição eram considerados pelos cristãos com inspirados pelo próprio Satanás. Todavia, nós devemos sempre entender que a narrativa do Apocalipse não descreve nenhum personagem de forma individual e específica.

OUTROS ESTUDOS EM APOCALIPSE 12

001 — INTRODUÇÃO – Literatura Apocalíptica e o Conceito de Quiasmo

002 — INTRODUÇÃO – Tema Central e Significado Perene

003 — APOCALIPSE 12:1A — VIU-SE UM GRANDE SINAL NO CÉU — UMA MULHER — PARTE 1 

004 — APOCALIPSE 12:1B — VIU-SE UM GRANDE SINAL NO CÉU  — UMA MULHER  — PARTE 2

005 — APOCALIPSE 12:2—3 — A MULHER E O DRAGÃO — PARTE 1

006 — APOCALIPSE 12:3 — A MULHER E O DRAGÃO — PARTE 2

007 — APOCALIPSE 12:4 — A MULHER E O DRAGÃO — PARTE 3

008 — APOCALIPSE 12:5 — A MULHER E O FILHO QUE ELA DEU À LUZ

009 — APOCALIPSE 12:6 — A FUGA DA MULHER E A PROVISÃO DIVINA

010 — APOCALIPSE 12:7 — A PELEJA NO CÉU — PARTE 1

011 — APOCALIPSE 12:8 — A PELEJA NO CÉU — PARTE 2

012 — APOCALIPSE 12:9 — O DRAGÃO, A ANTIGA SERPENTE, SATANÁS E O DIABO

013 — APOCALIPSE 12:10 — O DRAGÃO FOI EXPULSO DO CÉU

014 — APOCALIPSE 12:11 — VENCEDORES POR CAUSA DO SANGUE DO CORDEIRO E PORQUE NÃO AMARAM MAIS APRÓPRIA VIDA

015 — APOCALIPSE 12:12 — FESTA NOS CÉUS E DORES NA TERRA

016 — APOCALIPSE 12:13 — O DRAÇÃO FOI ATIRADO PARA A TERRA

017 — APOCALIPSES 12:14 — A MULHER FOGE PARA O DESERTO

018 — APOCALIPSES 12:15—18 — O DRAGÃO DESISTE DA MULHER E VAI PERSEGUIR O RESTANTE DO POVO DE DEUS — FINAL
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/05/apocalipse-121517-o-dragao-persegue-o.html

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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[1]  Tito Flávio Domiciano — em latim: Titus Flavius Domitianus — nasceu em 24 de outubro de 51 e veio a falecer em 18 de setembro de 96. É geralmente chamado e conhecido como Domiciano. Foi imperador romano de 14 de setembro de 81 d.C. até a sua morte a 18 de setembro de 96. Perseguiu duramente os cristãos.