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sexta-feira, 15 de agosto de 2014

UM ESTUDO ACERCA DO PECADO – ESTUDO 7 — A BÍBLIA X O PELAGIANISMO EM TODAS AS SUAS FORMAS




Essa é uma série cujo propósito é estudar, com profundidade, os ensinamentos da Bíblia acerca do pecado, com uma ênfase especial na questão do chamado “pecado para a morte”. 

7. A BÍBLIA X PELAGIANISMO E TODOS SEUS DERIVADOS

A Bíblia é bem clara quando o assunto é liberdade. De acordo com a Palavra de Deus existe somente uma coisa que pode produzir e manter a verdadeira liberdade: OBEDIÊNCIA A DEUS. Versículos como os que seguem nos mostram esta realidade:

João 8:36

Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres.

2 Coríntios 3:17

Ora, o Senhor é o Espírito; e, onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade.

O pecado, por sua vez, sempre escraviza —

João 8:34

Replicou-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: todo o que comete pecado é escravo do pecado.

Não existe verdadeira liberdade em autonomia e independência de Deus. Pessoas não regeneradas não são livres, no sentido Bíblico, e sim escravas do pecado como podemos ver em:

Romanos 6:16

Não sabeis que daquele a quem vos ofereceis como servos para obediência, desse mesmo a quem obedeceis sois servos, seja do pecado para a morte ou da obediência para a justiça?

2 Pedro 2:17—19

Esses tais são como fonte sem água, como névoas impelidas por temporal. Para eles está reservada a negridão das trevas; porquanto, proferindo palavras jactanciosas de vaidade, engodam com paixões carnais, por suas libertinagens, aqueles que estavam prestes a fugir dos que andam no erro, prometendo-lhes liberdade, quando eles mesmos são escravos da corrupção, pois aquele que é vencido fica escravo do vencedor.

A situação da humanidade sem Deus é muito bem caracterizada em Romanos 8:7 e 1 Coríntios 2:14 onde lemos que somos inimigos de Deus e incapazes de entendermos as coisas espirituais.

Aqueles que acreditam no livre-arbítrio colocam o poder e a responsabilidade da salvação humana nos ombros da própria humanidade. Para esses, em última instância, a questão de quem será salvo repousa na decisão do próprio homem e não em Deus —

Lamentações 3:22

As misericórdias do SENHOR são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim.

Jonas 2:9

Mas, com a voz do agradecimento, eu te oferecerei sacrifício; o que votei pagarei. Ao SENHOR pertence a salvação!

Atos 4:8—12).

8 Então, Pedro, cheio do Espírito Santo, lhes disse: Autoridades do povo e anciãos,

9 visto que hoje somos interrogados a propósito do benefício feito a um homem enfermo e do modo por que foi curado,

10 tomai conhecimento, vós todos e todo o povo de Israel, de que, em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, a quem vós crucificastes, e a quem Deus ressuscitou dentre os mortos, sim, em seu nome é que este está curado perante vós.

11 Este Jesus é pedra rejeitada por vós, os construtores, a qual se tornou a pedra angular.

12 E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos.

Se a salvação depender, em qualquer sentido ou capacidade, de uma decisão humana então a graça de Deus será aniquilada —

Romanos 11:6

E, se é pela graça, já não é pelas obras; do contrário, a graça já não é graça.

Os fatos são claros, ou o homem salva a si mesmo ou Deus salva o homem —

Romanos 9:16

Assim, pois, não depende de quem quer ou de quem corre, mas de usar Deus a sua misericórdia.

Nós somos salvos pela graça de Deus, mediante a fé, mas mesmo a fé é “um dom ou presente da graça de Deus —

Efésios 2:8

Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus.

João 6:65
E prosseguiu: Por causa disto, é que vos tenho dito: ninguém poderá vir a mim, se, pelo Pai, não lhe for concedido.

Atos 11:18
E, ouvindo eles estas coisas, apaziguaram-se e glorificaram a Deus, dizendo: Logo, também aos gentios foi por Deus concedido o arrependimento para vida.

Infelizmente o que caracteriza o grosso de muitas denominações, especialmente as pseudo-cristãs é exatamente o oposto do ensinamento bíblico. Como elas não podem deixar Jesus de fora, sempre subvertem a verdade acrescentando outros ensinos. Quando analisamos com precisão qual é o ensino de muitos que se dizem cristãos acerca da condição do homem sem Deus, então fica bem evidente que a salvação depende de atos praticados pelo homem e não de Deus. Para estes, o homem é capaz de salvar-se a si mesmo. Ele é capaz de alcançar a Deus por seus próprios méritos e vontade. E isso é verdade no que diz respeito ao Catolicismo, ao Adventismo do Sétimo Dia, ao Mormonismo, às Testemunhas de Jeová, ao Espiritismo etc. Todas elas têm como característica marcante as ideias do Pelagianismo e suas manifestações posteriores de Semi-Pelagianismo e Arminianismo. Através da Igreja Católica Romana, encontramos influências destas idéias no Anglicanismo e, a partir daí, no Metodismo Weslewyano, passando pelo movimento Holliness e da Igreja do Nazareno, até atingir o movimento pentecostal da virada do século XIX para o XX, os carismáticos Católicos e Evangélicos — de 1960 em diante — e todas as igrejas chamadas da “terceira, quarta e quinta ondas pentecostais” — a partir da década de 1970.

Em contrapartida ao Pelagianismo, o semi-Pelagianismo e o  Arminianismo tão penetrantes, as doutrinas que vieram a ser chamadas de “Calvinistas” procuraram fazer justiça ao texto Bíblico e tentaram apresentar uma visão mais equilibrada do ensino do texto da Bíblia. Vamos ver alguns aspectos deste ensino através de uma apresentação — parcial — da confissão de fé de Westminster.

A Confissão de Fé de Westminster escrita entre os anos de 1643 a 1646 — 100 anos depois de João Calvino — e que se tornou a confissão adotada oficialmente pelo Presbiterianismo e algumas outras denominações ao redor do mundo, no seu capítulo 9 sob o título “Do Livre Arbítrio” diz o seguinte:

1. Deus dotou a vontade do homem de tal liberdade natural, que ela nem é forçada para o bem nem para o mal, nem a isso é determinada por qualquer necessidade absoluta de sua natureza.

Deuteronômio 30:19

Os céus e a terra tomo, hoje, por testemunhas contra ti, que te propus a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência.

João 7:17

Se alguém quiser fazer a vontade dele, conhecerá a respeito da doutrina, se ela é de Deus ou se eu falo por mim mesmo.

Apocalipse 22:17

O Espírito e a noiva dizem: Vem! Aquele que ouve, diga: Vem! Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a água da vida.

Tiago1:14

Ao contrário, cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz.

João 5:40

Contudo, não quereis vir a mim para terdes vida.

2. O homem, em seu estado de inocência, tinha a liberdade e o poder de querer e fazer aquilo que é bom e agradável a Deus, mas mudavelmente, de sorte que pudesse cair dessa liberdade e poder. 

Gênesis 1:26

Também disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; tenha ele domínio sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todos os répteis que rastejam pela terra.

Gênesis 2:16

E o SENHOR Deus lhe deu esta ordem: De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás.

Gênesis 3:6

Vendo a mulher que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos e árvore desejável para dar entendimento, tomou-lhe do fruto e comeu e deu também ao marido, e ele comeu.

Eclesiastes 7:29

Eis o que tão-somente achei: que Deus fez o homem reto, mas ele se meteu em muitas astúcias.

3. O homem, ao cair no estado de pecado, perdeu inteiramente todo o poder de vontade quanto a qualquer bem espiritual que acompanhe a salvação; de sorte que um homem natural, inteiramente avesso a esse bem e morto no pecado, é incapaz de, pelo seu próprio poder, converter-se ou mesmo preparar-se para isso.

Romanos 5:6 e 7:7—8

Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos morreu a seu tempo pelos ímpios. Por isso, o pendor da carne é inimizade contra Deus, pois não está sujeito à lei de Deus, nem mesmo pode estar. Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus.

João 15:5

Eu sou a videira, vós os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.

Romanos 3:9,12,23

Que se conclui? Temos nós qualquer vantagem? Não, de forma nenhuma; pois já temos demonstrado que todos, tanto judeus como gregos, estão debaixo do pecado;...todos se extraviaram, à uma se fizeram inúteis; não há quem faça o bem, não há nem um sequer..., pois todos pecaram e carecem da glória de Deus.

Efésios 2:1, 5

Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados... e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, —pela graça sois salvos.

Colossenses 2:13

E a vós outros, que estáveis mortos pelas vossas transgressões e pela incircuncisão da vossa carne, vos deu vida juntamente com ele, perdoando todos os nossos delitos.

João 6:44, 65

Ninguém pode vir a mim se o Pai, que me enviou, não o trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia... E prosseguiu: Por causa disto, é que vos tenho dito: ninguém poderá vir a mim, se, pelo Pai, não lhe for concedido.

1 Coríntios 2:14

Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente.

Tito 3:3—5

Pois nós também, outrora, éramos néscios, desobedientes, desgarrados, escravos de toda sorte de paixões e prazeres, vivendo em malícia e inveja, odiosos e odiando-nos uns aos outros. Quando, porém, se manifestou a benignidade de Deus, nosso Salvador, e o seu amor para com todos, não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo.

Romanos 8:8

Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus.

4. Quando Deus converte um pecador e o transfere para o estado de graça, ele o liberta de sua natural escravidão ao pecado e, somente por sua graça, o habilita a querer e a fazer com toda liberdade o que é espiritualmente bom, mas isso de tal modo que, por causa da corrupção ainda existente nele, o pecador não faz o bem perfeitamente, nem deseja somente o que é bom, mas também o que é mau.

Colossenses 1:13

Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor.

João 8:34, 36

Replicou-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: todo o que comete pecado é escravo do pecado. Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres.

Filipenses 2:13

Porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade.

Romanos 6:18, 22

E, uma vez libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça... Agora, porém, libertados do pecado, transformados em servos de Deus, tendes o vosso fruto para a santificação e, por fim, a vida eterna.

Gálatas.5:17

Porque a carne milita contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne, porque são opostos entre si; para que não façais o que, porventura, seja do vosso querer.

Romanos 7:15, 21—23

Porque nem mesmo compreendo o meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro, e sim o que detesto. Então, ao querer fazer o bem, encontro a lei de que o mal reside em mim. Porque, no tocante ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus; mas vejo, nos meus membros, outra lei que, guerreando contra a lei da minha mente, me faz prisioneiro da lei do pecado que está nos meus membros.

I João 1:8, 10

Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós. Se dissermos que não temos cometido pecado, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós.

5. É no estado de glória que a vontade do homem se torna perfeita e imutavelmente livre para o bem só.

1 João 3:2

Amados, agora, somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que haveremos de ser. Sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque haveremos de vê-lo como ele é.

Apocalipse 22:3—4

Nunca mais haverá qualquer maldição. Nela, estará o trono de Deus e do Cordeiro. Os seus servos o servirão, contemplarão a sua face, e na sua fronte está o nome dele.

2 Crônicas 6:36

Quando pecarem contra ti (pois não há homem que não peque), e tu te indignares contra eles e os entregares às mãos do inimigo, a fim de que os leve cativos a uma terra, longe ou perto esteja.

1 João 1:8—10

Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça. Se dissermos que não temos cometido pecado, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós.

1 João 2:1—6

Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo; e ele é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos próprios, mas ainda pelos do mundo inteiro. Ora, sabemos que o temos conhecido por isto: se guardamos os seus mandamentos. Aquele que diz: Eu o conheço e não guarda os seus mandamentos é mentiroso, e nele não está a verdade. Aquele, entretanto, que guarda a sua palavra, nele, verdadeiramente, tem sido aperfeiçoado o amor de Deus. Nisto sabemos que estamos nele: aquele que diz que permanece nele, esse deve também andar assim como ele andou.

Salmos 17:15

Eu, porém, na justiça contemplarei a tua face; quando acordar, eu me satisfarei com a tua semelhança.

Baseados nos versículos apresentados acima, o autor espera que tenha ficado claro o bastante, que o homem como criatura de Deus não possuía liberdade para pecar e uma vez tendo pecado não possui nenhuma condição de retornar ao Deus autor e conservador de toda vida —אֵל אֱלֹהֵי הָרוּחֹת לְכָל־בָּשָׂר — EL ELOHE HARUHOT LEKOL BASAR - ver Números 16:22 e 27:16. Isto se deve ao fato de os homens caídos e sem Deus serem descrito pelas Escrituras com adjetivos contundentes tais como: desviados, perdidos, fracos, ímpios, extraviados, inúteis, pecadores, incapazes de fazer o bem, mortos, transgressores, homens naturais incapazes de aceitar e de entender a revelação de Deus, néscios, desobedientes, desgarrados, escravos de toda sorte de paixões e prazeres, vivendo em malícia e inveja, odiosos e odiando-se uns aos outros.

Diante destas colocações das Escrituras fica evidente a tolice desposada pelo Pelagianismo, Semipelagianismo e Arminianismo que, de alguma forma defendem a ideia de que em liberdade, o homem poderia pecar contra seu Criador. Se isto fosse possível, essa mesma definição de liberdade conteria a possibilidade de o homem se auto-impulsionar em direção de volta para o Criador. Se o pecado for, de fato, um verdadeiro exercício de liberdade, esta mesma liberdade, mesmo depois da queda, continuaria livre para agir de maneira como defendida pelo Pelagianismo, Semipelagianismo e Arminianismo, o que implica que o homem, mesmo caído é livre para escolher tanto retornar como não retornar para seu Criador. Espero que tais ensinamentos tolos fiquem bem evidentes diante da descrição que as Escrituras fazem das criaturas caídas. Apenas para relembrar, por uma questão de segurança, os seres humanos — homens e mulheres — são descritos na Bíblia como: desviados, perdidos, fracos, ímpios, extraviados, inúteis, pecadores, incapazes de fazer o bem, mortos, transgressores, homens naturais incapazes de aceitar e de entender a revelação de Deus, néscios, desobedientes, desgarrados, escravos de toda sorte de paixões e prazeres, vivendo em malícia e inveja, odiosos e odiando-se uns aos outros. Agora responda caro leitor: você acha que os adjetivos citados acima, poderiam de alguma maneira, estarem descrevendo alguém que é LIVRE?

De acordo com o relato bíblico da queda, o homem perdeu o seu direito de viver no Jardim do Éden. Perdeu seu direito a vida e o direito de ser ele mesmo: nu e não envergonhado. A partir da queda, no relato bíblico, o homem como pecador é mostrado como não sendo livre. Ele é um escravo do pecado e está sob o poder da morte. O homem caído é devotado aos ídolos, e nesta devoção aos ídolos se transforma em um ser subumano e igual aos ídolos —

Salmos 115:1—8

1 Não a nós, SENHOR, não a nós, mas ao teu nome dá glória, por amor da tua misericórdia e da tua fidelidade.

2 Por que diriam as nações: Onde está o Deus deles?

3 No céu está o nosso Deus e tudo faz como lhe agrada.

4 Prata e ouro são os ídolos deles, obra das mãos de homens.

5 Têm boca e não falam; têm olhos e não vêem;

6 têm ouvidos e não ouvem; têm nariz e não cheiram.

7 Suas mãos não apalpam; seus pés não andam; som nenhum lhes sai da garganta.

8 Tornem-se semelhantes a eles os que os fazem e quantos neles confiam.

Por outro lado, o homem pode se tornar cativo da graça e através dessa mesma graça receber de volta sua verdadeira liberdade como um dom de Deus. Essa nova liberdade, concedida pela graça divina, permite ao homem experimentar tanto a libertação do poder do pecado como o perdão do seu passado pecaminoso através do dom da graça de Deus, que justifica o direito humano de viver de uma maneira aberta um futuro eterno.



OUTROS ESTUDOS SOBRE O PECADO

O PECADO — ESTUDO —001 — TERMOS GREGOS E HEBRAICOS E PALAVRAS INTRODUTÓRIAS

O PECADO — ESTUDO —002 — A QUEDA — UMA INTERPRETAÇÃO DE GÊNESIS 3 — PARTE 1

O PECADO — ESTUDO —003 — A QUEDA — UMA INTERPRETAÇÃO DE GÊNESIS 3 — PARTE 2

O PECADO — ESTUDO —004 — A QUEDA PROPRIAMENTE DITA — UMA INTERPRETAÇÃO DE GÊNESIS 3 — PARTE 3 — FINAL

O PECADO — ESTUDO 005 — A VERDADEIRA LIBERDADE

O PECADO — ESTUDO 006 — PECADO E LIVRE ARBÍTRIO

O PECADO — ESTUDO 007 — A BÍBLIA E O PELAGIANISMO

O PECADO — ESTUDO 008 — O PECADO E A SOBERANIA DE DEUS

O PECADO — ESTUDO 009 — HISTÓRIA E QUEDA

O PECADO — ESTUDOS 010 E 011 — O PECADO ORGINAL E A DEPRAVAÇÃO TOTAL

O PECADO — ESTUDOS 012 — PECADO E A GRAÇA DE DEUS

O PECADO — ESTUDOS 013A — PECADO E  O CASTIGO PARTE A

O PECADO — ESTUDOS 013B — PECADO E O CASTIGO PARTE B — JESUS NO GETSÊMANI — PARTE 001

O PECADO — ESTUDOS 013C — PECADO E O CASTIGO PARTE C — JESUS NO GETSÊMANI — PARTE 002

O PECADO — ESTUDOS 013D — PECADO E O CASTIGO PARTE D — JESUS NO GETSÊMANI — PARTE 003

O PECADO — ESTUDOS 013E — PECADO E O CASTIGO PARTE E — JESUS NO GETSÊMANI — PARTE 004

O PECADO — ESTUDOS 013F — PECADO E O CASTIGO PARTE F — JESUS NO GETSÊMANI — PARTE 005

O PECADO — ESTUDOS 014A — O PECADO PARA A MORTE — PARTE A — INTRODUÇÃO — QUESTÕES HERMENÊUTICAS

O PECADO — ESTUDOS 014B — O PECADO PARA A MORTE — PARTE B —DIFERENTES TIPOS DE PENAS E CASTIGOS PARA O PECADO IMPERDOÁVEL

O PECADO — ESTUDOS 014C — O PECADO PARA A MORTE — PARTE C —DIFERENTES TIPOS DE PESSOAS QUE PODEM COMETER O  PECADO IMPERDOÁVEL
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/08/um-estudo-sobre-o-pecado-parte-014_13.html

Grande Abraço e que Deus possa abençoar a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.

sábado, 31 de maio de 2014

Gênesis Estudo 020 — Gênesis 3:6 — O LIVRE ARBÍTRIO




Este estudo é parte de uma Análise do Livro do Gênesis. Nosso interesse é ajudar todos os leitores a apreciarem a rica herança que temos nas páginas da História Primeva da Humanidade. No final de cada estudo o leitor encontrará direções para outras partes desse estudo 

O Livro do Gênesis
O Princípio de Todas as Coisas

בְּרֵאשִׁית בָּרָא אֱלֹהִים אֵת הַשָּׁמַיִם וְאֵת הָאָרֶץ 
            Eretz   ha  ve-et  Hashamaim  et      Elohim        Bará     Bereshit
            Terra   a      e        céus       os        Deus         criou   princípio No
Gênesis 1:1
VII. Gênesis 3—11 —

B.Pecado e Livre-Arbítrio.

O assim chamado “Livre Arbítrio” — liberum arbitrium — é uma das mais antigas discussões no seio da igreja cristã, apesar de que seu início pode ser traçado diretamente aos dias de Pelágio Brito ou Britannicus[1], que foi um monge — não ordenado — e que viveu entre 354 e 445 a.D.

A.O Pelagianismo é considerado por muitos como a primeira tentativa de reformar a igreja Católica. Pelágio acreditava que os seres humanos podiam satisfazer os mandamentos de Deus sem a ajuda da graça de Deus. Pelágio escreveu inúmeras obras. A grande maioria não existe mais. Entre suas obras nós podemos citar as seguintes:

1. De Fide Trinitatis — perdido.

2. Eclogarum ex Divinis Scripturis líber unus — coletânia de passagens bíblicas comentadas.

3. Commentarii Epistolas S. Paulii — este livro continha muitos dos seus desvios doutrinários e estes foram usados pela igreja para condená-lo tanto no Ocidente — Concílio de Cartago em 418 a.D. — como no Oriente — Concílio de Éfeso em 431 a.D.

B. Em seus escritos, Pelágio negava o estado de inocência de nossos primeiros pais bem como a idéia do primeiro pecado cometido por eles. Pelágio defendia a idéia de que:

1. A concupiscência é algo natural e inerente aos seres humanos.

2. Nossos primeiros pais morreriam como qualquer outro humano mesmo que não tivessem pecado.

3. A atual existência e universalidade do pecado eram fruto do mau exemplo dado por Adão ao pecar pela primeira vez.

C. As idéias de Pelágio estavam profundamente enraizadas, não nas Escrituras, mas em antigas filosofias pagãs, especialmente no popular sistema defendido pelos Estóicos[2]. Pelágio acreditava no livre arbítrio incondicional dos seres humanos.

D. Considerava ainda que a força moral da vontade humana, por ele referida como “liberum arbitrium”— poderia ser fortalecida pelo asceticismo, que é a moral que desvaloriza os aspectos corpóreos e sensíveis do homem, e isto a ponto de fazê-la desejar e obter os mais elevados ideais de virtude. Para Pelágio o valor do sacrifício de Jesus estava limitado às instruções, referidas como “doctrina”, e ao exemplo, que ele chamava de “exemplum”, e que o Salvador nos deixou como uma contrapartida ao mau exemplo deixado por Adão. Pelágio foi realmente o primeiro indivíduo a idealizar Jesus como um “perfeito rotariano”. Desta maneira, para Pelágio, a natureza, incluindo a raça humana, retém a habilidade de conquistar o pecado e de alcançar a vida eterna sem o auxílio da graça divina. A favor de Pelágio precisamos destacar que ele aceitava o fato de sermos purificados de nossos pecados no processo de justificação mediante a fé. Mas o perdão justificador de Deus não implicava em uma renovação interna ou santificação de nossas almas e/ou espíritos.

E. Os ensinos de Pelágio foram, em grande parte, confrontados por Aurelius Augustinos — 354 — 430 a.D — conhecido como santo Agostinho e que se tornou bispo da cidade portuária de Hipona no norte da África. As obras de Agostinho que trataram destas questões são:

1. De Peccatorum Meritis et Remissione.

2. De Spiritu et Letera.


F. Pelágio provavelmente morreu na Itália entre os anos 441 a 445 a.D., durante o reinado de Valentiniano III.

G. Apesar das idéias acima terem sido condenadas por dois concílios — especialmente ecumênico foi o de Éfeso em 431 a.D. — elas não desapareceram e são sempre recicladas.

H. Somente a ignorância da história e a persistente insensatez humana, manifesta na defesa de interesses outros e não da verdade, continuam mantendo viva esta possibilidade filosófica. Para entendermos melhor esta questão, falemos um pouco sobre o binômio “pecado e liberdade”.

1. Em primeiro lugar precisamos dizer que o conceito de liberdade não explica o pecado. Ou seja, o pecado não existe porque alguém possui liberdade para pecar. Mesmo admitindo que o pecado está relacionado com o conceito de liberdade, esse conceito, ainda assim, não explica como o pecado surgiu. Deus mesmo é o único que possui genuína liberdade e Ele também não pode pecar. Isto deve deixar mais do que evidente que o conceito de liberdade não serve para explicar a existência do pecado.

2. Deus criou o homem — como homem e mulher — com uma liberdade que era moralmente qualificada. Isto quer dizer que ele era livre para obedecer e se submeter voluntariamente a Deus. Quer dizer também que a continuidade daquela liberdade dependia da decisão de evitar o pecado. Esse é o ensino das Escrituras tanto do Antigo quanto do Novo Testamento. O homem, como originalmente criado por Deus, tinha a habilidade de não pecar, e o homem recriado em Jesus não vive em pecado — ver 1 João 5:18 — e está destinado, a viver por toda eternidade, livre da própria presença do pecado. O que estamos querendo dizer é que a habilidade de pecar não faz parte da essência daquilo que a liberdade representa. A verdadeira liberdade no homem criado por Deus e depois re-criado em Cristo, constitui-se na habilidade, moralmente qualificada, de fazer o bem. E não na capacidade, moralmente não qualificada, de fazer ou o bem ou o mal. Este tipo de dualismo não está presente onde a liberdade existe. A verdadeira liberdade pertence à essência daquilo que o homem é como criado por Deus e como re-criado em Jesus. Em nenhuma destas duas situações anteriores — criação original e re-criação em Jesus — a liberdade é uma instância moralmente neutra e não qualificada da humanidade. De fato, o efeito que o pecado humano produz sobre a liberdade é definido pela Bíblia, não como qualquer outra forma de liberdade, maior, ou melhor, ou mais sofisticada, e sim, como pura e simples ESCRAVIDÃO.

3. É importante entendermos que o homem, como criado por Deus, não tinha mais liberdade para pecar, da mesma maneira que, uma vez tendo pecado e caído em escravidão moral, ele não é livre para voltar e tornar a ser o que ele era antes. Para tal, o mesmo está sujeito à graça de Deus, para restaurá-lo, mediante a recriação em Cristo, à liberdade que foi perdida por causa da transgressão do pecado. O pecado, como vimos na análise de Gênesis 3:1—6 acima,  constitui uma perda mesmo quando aparenta ser uma ganho. Por este motivo o pecado não pode nunca ser considerado como consequência do exercício da liberdade. Infelizmente, para aqueles que querem ver no pecado o resultado do exercício da liberdade humana, temos a dizer apenas que: o pecado é realmente um mistério; como tal, o mesmo é tanto imoral como irracional. Todas as vezes que se tentou usar o conceito de liberdade para se explicar o pecado, o resultado foi sempre um desvio da sã doutrina como manifestado no “Pelagianismo”, e nas suas formas posteriores do “Semi-Pelagianismo” e “Arminianismo”. Os maiores representantes dessas escolas de pensamento nestes primeiros anos do século XXI são a Igreja Católica Apostólica Romana e a grande maioria das igrejas Pentecostais, Neo Pentecostais, da Terceira, Quarta e Quinta onda Pentecostais. Estas igrejas, apesar de se chamarem de cristãs, possuem em comum a crença de que a salvação pode ser perdida, pois depende da própria pessoa e não de Deus exclusivamente.

Agora, de acordo com o relato bíblico da queda, o homem, ao transgredir, além de perder o seu direito de viver no Jardim do Éden, pois foi expulso de lá; perdeu também seu direito a vida e o direito de ser ele mesmo: nu e não envergonhado. Com isto, a partir da queda, no relato bíblico, o homem, como pecador, é mostrado como não sendo livre. Pelo contrário, ele é um escravo do pecado e está sob o poder da morte. Uma das mais dramáticas consequências desta falta de liberdade é que o homem caído é devotado aos ídolos. E nesta devoção aos ídolos, ele acaba por se transformar em um ser subumano e igual aos ídolos aos quais ele se devota — ver Salmos 115:1— 8.

Ídolos, neste conceito, não são apenas as imagens de escultura e sim tudo aquilo que seduz e engana o homem, a fim de transformá-lo e reduzi-lo a ser menos do que Deus intencionava. É de fato curioso que o resultado direto da transgressão, que visava levar o homem a ser mais do que Deus intencionava, acabou por levá-lo a ser exatamente o oposto. Mas nem tudo está perdido, porque o Deus Criador continua firme no controle de todas as coisas. Desta maneira, o homem como escravo do pecado, pode se tornar cativo da graça de Deus e, através dessa mesma graça, receber de volta sua verdadeira liberdade como um dom de Deus. Essa nova liberdade, concedida pela graça divina, permite ao homem experimentar tanto a libertação do poder do pecado como o perdão do seu passado pecaminoso através do dom da graça de Deus, que justifica o direito humano de viver de uma maneira aberta um futuro eterno — ver Efésios 1:3—14.

OUTROS ARTIGOS ACERCA DO LIVRO DE GÊNESIS

001 — Introdução e Esboço

002 — Introdução ao Gênesis — Parte 2 — Teorias Acerca da Criação

003 — Introdução ao Gênesis — Parte 3 — A História Primeva e Sua Natureza

004 — Introdução ao Gênesis — Parte 4 — A Preparação para a Vida Na Terra

005 — Introdução ao Gênesis — Parte 5 — A Criação da Vida

006 — Introdução ao Gênesis — Parte 6 — O DEUS CRIADOR

007 — Introdução ao Gênesis — Parte 7 — OS NOMES DO DEUS CRIADOR, OS CÉUS E A TERRA

008 – Gênesis — A Criação de Deus - Parte 1 – A Criação de Deus Dia a Dia – O Primeiro Dia — Parte 1

009 – Gênesis — A Criação de Deus - Parte 8A – A Criação de Deus Dia a Dia – O Primeiro Dia — Parte 2

010 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus - Parte 9 – A Criação de Deus Dia a Dia – O Segundo e o Terceiro Dia

011 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 10 — A Criação de Deus Dia a Dia — O Quarto Dia

012 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 11 — A Criação de Deus Dia a Dia — O Quinto Dia

013 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 12 — A Criação de Deus Dia a Dia — O Sexto Dia — Parte 1

013A — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 12A — A Criação de Deus Dia a Dia — O Sexto Dia — Parte 2

014 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 13 — Teorias Evolutivas

015 — Estudo de Gênesis — Gênesis 2 — Parte 14 — GÊNESIS 2A

016 — Estudo de Gênesis — Gênesis 2 — Parte 15 — GÊNESIS 2B

017 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — Parte 16 — GÊNESIS 3A

018 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — Parte 17 — GÊNESIS 3B

019 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — Parte 18 — GÊNESIS 3C

020 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — O Livre Arbítrio — Parte 19

021 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — O Dois Adãos — Parte 20

022 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — A Era Pré-Patriarcal e a Mulher de Caim — Parte 21

023 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — Caim, O Primeiro Construtor de Uma Cidade — Parte 22

024 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — Caim, Como Assassino e Fugitivo da Presença de Deus — Parte 23

025 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — Caim, Como Primeiro Construtor de uma Cidade e Pseudo-Salvador da Humanidade — Parte 24

026 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — A Conclusão Acerca de Caim — Parte 25

027 — Estudo de Gênesis — Gênesis 5 — Sete e outros Patriarcas Antediluvianos — Parte 26

028 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — A Perversidade Humana, Os Filhos de Deus e as Filhas dos Homens— Parte 27A

029 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — OS Nefilim e os Guiborim — Os Gigantes e os Valentes — Parte 27B

030 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — A Maldade do Coração Humano— Parte 27C.

031 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — A Corrupção Humana Sobre a Face da Terra e Deus Pode se Arrepender? — Parte 27D.

032 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — Noé e a arca que ele construiu orientado por Deus — Parte 28A.

033 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — Noé e a arca que ele construiu orientado por Deus — Parte 28B.

034 — Estudo de Gênesis — Gênesis 7 — Noé e a arca que ele construiu orientado por Deus — Parte 29 — O Dilúvio Foi Global Ou Local?

035 — Estudo de Gênesis — Gênesis 8 — A promessa que Deus Fez a Noé e seus descendentes — Parte 30 — Nunca Mais Destruirei a Terra Pela Água

036 — Estudo de Gênesis —  O Valor Perene do Dilúvio para todas as Gerações — PARTE 001

037 — Estudo de Gênesis — O Valor Perene do Dilúvio para todas as Gerações — PARTE 002

038 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 001

039 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 002

040 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 003

041 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 004 — A NATUREZA DA ALIANÇA ENTRE DEUS E NOÉ

042 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 005 — OS FILHOS DE NOÉ — PARTE 001

043 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 006 — OS FILHOS DE NOÉ — PARTE 002 — OS NEGROS SÃO AMALDIÇOADOS?

044 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 007 — OS FILHOS DE NOÉ — PARTE 003 — A CONTRIBUIÇÃO DOS FILHOS DE NOÉ PARA A HUMANIDADE

045 — Estudo de Gênesis — A TÁBUA DAS NAÇÕES — PARTE 001 — OS DESCENDENTES DE JAFÉ
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/02/genesis-estudo-045-tabua-das-nacoes.html

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.


[1] Pelágio Brito ou Britannicus - sabemos muito pouco acerca do início da sua vida e o mesmo ocorre com o final da mesma. Acredita-se que fosse nascido na Inglaterra, apesar de alguns escritores da época tentarem denegrir sua imagem dizendo que ele era escocês. Para complicar ainda mais esta questão, hoje sabemos que entre os séculos IV e V a.D. as pessoas, no mundo romano, costumavam chamar de escoceses aqueles nascidos na Irlanda. Ou seja, a única coisa que o vincula às ilhas britânicas era seu epíteto de Brito ou Britannicus. Talvez tenha mesmo emigrado para Roma partindo do sul da Grã Bretanha.
[2] Os Estóicos ensinavam que o homem torna-se virtuoso através do conhecimento, que o capacita a viver em harmonia com a natureza e, assim, conseguir um senso profundo de felicidade – chamada eudamonia em grego - e a libertação da emoção – apatheia - que o isola das vicissitudes da vida.