TODA PESSOA deve amar a Bíblia.
Toda gente deve lê-la assiduamente. Todos devem esforçar-se por viver seus
ensinos. A Bíblia precisa ocupar o centro da vida e da atuação de cada igreja,
e de cada púlpito.
O ÚNICO MISTER DO PÚLPITO É O
ENSINO SIMPLES E EXPOSITIVO DA PALAVRA DE DEUS
Recentemente comecei a ler o
livro de Daniel P. Fuller intitulado, a Unidade da Bíblia. É muito difícil eu
falar de algum livro de modo tão direto assim, porque não queremos dar a
impressão nem que estamos promovendo tal livro, nem que estamos sugerindo que
nossos leitores comprem o mesmo.
Mas Fuller trata, a seu próprio
modo, de muitas das acusações que são costumeiramente lançadas em nossa direção,
atacando a Bíblia e a Fé Cristã. A maioria das acusações modernas — do século
XVIII em diante — dizem respeito aos seguintes pontos:
1. A Bíblia foi escrita por
homens. OK! Talvez alguns dos nossos críticos gostariam que a mesma tivesse
sido escrita por lesmas ou lagartas! Talvez, desse modo, seria mais fácil
aceitar que a mesma é a verdadeira Palavra de Deus. Vamos falar sério, vai. É
claro que foi por homens. Os seres humanos são os únicos criados à imagem e
semelhança de Deus e os únicos seres com capacidade de se expressar de forma
escrita. Portanto, Deus usou sim seres humanos.

Atanásio de Alexandria - concepção artística
2. A Igreja manipulou os textos
originais — normalmente se referem à Igreja Católica Romana — apesar do Cânon
do Antigo Testamento ter sido finalizado pelos estudiosos Judeus na cidade de Jâmnia
por volta do ano 90 d. C. e o Cânon do Novo Testamento ter sido finalizado em
uma compilação feita por Atanásio de Alexandria, que viveu entre os anos
296—373 d.C, em sua tradicional carta pascal do 367. Portanto peço desculpas
aos que acham que foi a Igreja Católica quem decidiu que livros deveriam fazer
ou não parte do Cânon do Novo Testamento. É óbvio que a lista de Atanásio, que
difere da forma tradicional como temos os livros organizados em nossas Bíblias
modernas, não foi uma decisão particular de sua parte e sim um reflexo do que
já era considerado consenso pela verdadeira igreja espalhada por toda a Bacia
do Mediterrâneo. É importante destacarmos que Atanásio lista exatamente os
mesmos 27 livros que temos em nossos Novos Testamentos. Outro fator importante
aqui, é que a tal da “Igreja Romana”, que ainda não existia, não tinha como
manipular os textos, já que por esses dias — século IV — já existiam muitas
cópias dos livros do Novo Testamento, inclusive em outros idiomas, além do
grego”. Ver o item 5 adiante.
3. É muito importante que os
leitores em geral, mas os cristãos em particular, tenham conhecimento dos
seguintes fatos históricos, antes dos primeiro espalharem mentiras acerca de
coisas que não entendem e os segundos sintam-se acuados, porque pensam que as
acusações mentirosas possuem algum valor.
4. O material escrito e que
poderia, eventualmente, fazer parte do cânon tem sido catalogado da seguinte
forma por vários séculos agora:
a. Livros autênticos que se
autovalidaram pelo conteúdo ou por conhecer-se seu verdadeiro autor.
b. . Livros Apócrifos ou
escondidos que foram e continuam sendo descobertos aqui e ali, e que,
normalmente, trata-se de literatura romanceada e muito distante dos fatos que
pretendem narrar.

Cópia fragmentada do pseudoepigráfico Evangelho de Tomé
c. Livros pseudoepigráficos que
são uma volumosa coleção de materiais produzidos em diversos idiomas, mas cujo
o verdadeiro autor não é quem o livro apresenta como autor. Normalmente esses
livros poderiam ser classificados numa espécie de “Biblioteca de Literatura
Fantástica”, que é, por sinal, de onde Hollywood retira a vasta maioria dos
roteiros de seus filmes que falam de demônios, anjos, anjos caídos e coisas do
gênero. Quando a igreja resolveu dispensar esses livros o fez porque os mesmos
não tinham nada que pudesse justificar sua inclusão no Cânon das Sagradas
Escrituras.
Talvez o exemplo mais marcante que podemos oferecer e um dos meus
favoritos é uma passagem do chamado “Evangelho de Tomé”, um livro sem a mínima
condição, mas que muitos “estudiosos” fazer questão de afirmar que o tal
evangelho deveria, com certeza, pertencer ao corpo de Evangelhos do Novo
Testamento. De que jeito se o pseudo autor escreveu pérolas como essas: por
favor note que: Simão = Simão Pedro, Jesus = o Próprio e Maria = Maria
Madalena. Segue o texto de falso Tomé:
114 Simão Pedro disse a
eles: "Maria deveria deixar-nos, pois as mulheres não são dignas da
vida". Jesus disse: "Eu a guiarei para fazer dela homem, de modo que
também ela possa tornar-se um espírito vivo semelhante a vocês homens. Pois
toda mulher que se torna homem entrará no reino do céu".
Ora isso não passa da mais grossa
misoginia. Como poderiam nossos irmãos permitir que tal idiotice fosse colocada
ao lado da sobriedade de Marcos ou da sublimidade de João? Vamos falar sério.
5. Outra acusação muito comum é
que os textos originais foram manipulados por pessoas sem escrúpulos que
inventaram o Novo Testamento. Mas quanta bobagem reunida numa única frase. Leia
para aprender: cada cópia, seja total ou parcial do Novo Testamento, ou de um
grupo de livros, como os Evangelhos ou as Epístolas de Paulo, ou até mesmo um único
livro ou fragmentos de toda natureza, são chamados de “testemunhas”, porque
elas dão testemunho que existiu outro documento que as antecedeu e do qual tais
testemunhas foram copiadas. Agora, aqui vai o que a maioria das pessoas não
sabe e os críticos se aproveitam para infiltrar suas mentiras:

a. Existem catalogados hoje em
dia perto de 11000 testemunhas referentes ao Texto do Novo Testamento. Tais
testemunhos vão desde Novos Testamentos completos do século IV — anos 300 — até
pequenos fragmentos de papiros, alguns datados do primeiro século da era
cristã. Se você não prestou atenção o número original foi de 11000. Isso quer
dizer apenas uma coisa: NÃO EXISTE NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE NENHUM OUTRO DOCUMENTO
DA ANTIGUIDADE QUE SEJA TÃO BEM ATESTADO QUANTO O NOVO TESTAMENTO. Mesmo assim
ainda tem muitos idiotas que preferem duvidar. Bem, fazer o quê?
b. Como contrapartida eu gostaria
de lhes oferecer o seguinte acerca do meu compatriota Heródoto, que teria
vivido entre 484—425 a.C., e é considerado o Pai da História. Heródoto produziu
uma grande narrativa história da antiguidade. Sabe quantas cópias existem da
obra de Heródoto: 49 fragmentos de papiro e algo perto de 60 manuscritos não
feitos de papiro. Agora vem a parte mais interessante da comparação. O
documento mais antigo que temos acerca do material atribuído a Heródoto é do
século X d.C. Ou seja, está distante cerca de 1400 anos dos fatos que pretende
narrar.

Codex Sinaiticus

Códex Vaticanus
c. Enquanto isso nós temos dois
códices , material em forma de livro,
contendo o Novo Testamento inteiro — datados do século IV — anos 300: o Código
Vaticano e o Código Sinaítico — portanto, muito próximos dos eventos que narram
se levarmos em conta que o apóstolo João viveu até perto do ano 100 d.C. É
claro que maioria das pessoas não sabem esses fatos e eu tenho dúvidas que até
mesmo muitos historiadores conheçam tais detalhes, já que manuscritos bíblicos
não é mesmo a praia deles.
6. Outra questão levantada pelos
críticos são as alegadas contradições encontradas na Bíblia. São tantas que
para respondê-las foram necessários inúmeros volumes, mas nada ficou sem
resposta. Mas tais alegadas contradições não passam de uma grande bobagem
porque tais pessoas nunca leram a Bíblia com seriedade, nem se preocupara em
entender, realmente, o que está escrito. Uma idiotice típica repetida inclusive
por um notório pastor é de que nem todos morreram no dilúvio como a Bíblia
afirma, mas que certos gigantes conseguiram escapar ao dilúvio ou que o mesmo
não teria sido global. Um leitor defensor do espiritismo me escreveu sob o
título “A Farsa da Bíblia”, trazendo as acusações de praxe: de como a Igreja
Romana manipulou os manuscritos – risos – e também de como a Bíblia está errada
ao afirmar que todos os seres humanos pereceram no dilúvio, com as exceções
conhecidas. de praxe: de como a Igreja
Romana manipulou os manuscritos - risos. Gostaríamos de responder a esses
tipos de tolices, algo que é muito fácil de fazer quando se conhece as
Escrituras Sagradas e se confia que elas são a Verdadeira Palavra do único Deus
Vivo! Bem vamos por parte:
Para os que têm duvidas quanto ao
fato se o dilúvio foi global ou não, recomendamos:
a. Primeiro a leitura os versos
bíblicos abaixo:
Gênesis 6:12—13
12 Viu Deus a terra, e
eis que estava corrompida; porque todo ser vivente havia corrompido o seu
caminho na terra.
13 Então, disse Deus a
Noé: Resolvi dar cabo de toda carne, porque a terra está cheia da violência dos
homens; eis que os farei perecer juntamente com a terra.
Gênesis 7:1
1 Disse o SENHOR a Noé: Entra na arca, tu e
toda a tua casa, porque reconheço que tens sido justo diante de mim no meio
desta geração.
Gênesis 7:17—23
17 Durou o dilúvio
quarenta dias sobre a terra; cresceram as águas e levantaram
a arca de sobre a
terra.
18 Predominaram as
águas e cresceram sobremodo na terra; a arca, porém, vogava sobre as águas.
19 Prevaleceram as
águas excessivamente sobre a terra e cobriram todos os altos montes que havia debaixo
do céu.
20 Quinze côvados acima
deles prevaleceram as águas; e os montes foram cobertos.
21 Pereceu toda carne
que se movia sobre a terra, tanto de ave como de animais domésticos e animais
selváticos, e de todos os enxames de criaturas que povoam a terra, e todo
homem.
22 Tudo o que tinha
fôlego de vida em suas narinas, tudo o que havia em terra seca, morreu.
23 Assim, foram
exterminados todos os seres que havia sobre a face da terra; o homem e o
animal, os répteis e as aves dos céus foram extintos da terra; ficou somente
Noé e os que com ele estavam na arca.
Gênesis 8:15—16
15 Então, disse Deus a
Noé:
16 Sai da arca, e,
contigo, tua mulher, e teus filhos, e as mulheres de teus filhos.
b. Diante disso,
independentemente de quem quer que seja ou do que se afirme, o fato é que os
únicos sobreviventes humanos depois do dilúvio foram Noé, sua esposa, seus três
filhos e as esposas deles.

A Tábua das Nações conforme Gênesis 10
c. Gênesis capítulo 10 —
geralmente chamado de “A TÁBUA DAS NAÇÕES“ descreve como as gerações dos filhos
de Noé se espalmaram pela terra. Temos que nos lembrar que antes do dilúvio,
bem como imediatamente após o mesmo, havia muito casamento entre membros de uma
mesmo família, inclusive de primeiro grau. Os que sobreviveram ao dilúvio,
certamente traziam em seu DNA informações acerca dos gigantes, portanto, os
mesmo voltaram a aparecer aqui e ali por meio das relações sexuais naturais
entre homens e mulheres. Nenhum gigante sobreviveu ao dilúvio, mas pessoas
levando informações sanguíneas para reproduzi-los, sobreviveram ao dilúvio,
dentro da arca é claro! Portanto é conveniente parar de falar bobagem e ver
chifre na cabeça de cavalo. Os gigantes que são mencionados após o dilúvio —
que não são tantos assim — são descendentes dos descendentes dos filhos de Noé.
d. Em segundo lugar, quanto ao
dilúvio recomendamos a leitura do nosso artigo acerca desse tema que poderá ser
visto por meio desse link aqui:
Isso é apenas uma pequena forma
de como podemos provar que Bíblia é a Palavra de Deus e deixar bem evidente a
desonestidade intelectual daqueles que se levantam para atacá-la sem conhecer o
suficiente das ciências bíblicas, das ciências em geral e da história, em
particular.
Cada página da Bíblia e cada
Palavra nela registrada trás a marca inconfundível do seu inspirador: o
Espírito Santo. Por isso, ela é A PALAVRA DE DEUS.
7. Outra coisa que percebemos ser
muito comum é a tentativa de comparar as Escrituras Sagradas do Deus da Bíblia
com outras escrituras de outras religiões. O abismo é tão grande quando
colocadas lado a lado que nos perguntamos como é que as pessoas têm coragem de
propor tais ideias? Em outros artigos pretendemos comparar a Bíblia com os
escritos do islã e do hinduísmo.
8. Todas as acusações que dizem
que a Bíblia copiou suas histórias, especialmente do início do livro de Gênesis,
de outras religiões foram provadas falsas e o texto bíblico é geralmente
reconhecido como sendo mais antigo que aqueles textos que supostamente teriam
sido copiados pelos seus escritores. Ah, sim, muitos irão alegar que apesar das
cópias existentes serem mais recentes que o material bíblico, os originais que
estão perdidos certamente eram mais antigos que a Bíblia. Mas como esses
originais não estão aí, então nada pode ser provado. Mas todos são livres para
acreditarem no que quiserem. Para os que tiverem interesse em aprofundar essas
questões gostaríamos de sugerir uma leitura continuada de nossos artigos onde
expomos o Livro do Gênesis. O primeiro artigo dessa série poderá ser acessado
por meio desse link e dentro de cada estudo existem links para outros estudos
na sequência:
001 – Introdução e
Esboço do Livro do Gênesis
Nesse material nos discutimos
acerca das histórias bíblicas copiadas por outras culturas e deixamos provada a
maravilhosa revelação de Deus. Um único exemplo deve bastar: enquanto as
culturas ao redor de onde o povo de Deus se originou no Antigo Testamento —
incluindo grandes civilizações — adoravam o sol e a lua como verdadeiras
divindades, o Deus da Bíblia inspirou Moisés a não usar os nomes tradicionais
pelos quais o sol e a lua eram conhecidos, inclusive como divindades, mas
chamá-los apenas de “luzeiros”. É isso mesmo: “luzeiros”. Objetos criados pelo
Deus todo poderoso e não divindades de nenhuma forma ou espécie. Ou seja,
quando Moisés grafou essas palavras ele desmoralizou com todos os sacerdotes e
o com todos os adoradores do sol e da lua. Veja com seus próprios olhos o que a
Bíblia diz, enquanto os povos ao redor se curvavam diante do Sol e da lua:
Gênesis 1:14—18
14 Disse também Deus:
Haja luzeiros no firmamento dos céus, para fazerem separação entre o dia e a
noite; e sejam eles para sinais, para estações, para dias e anos.
15 E sejam para luzeiros
no firmamento dos céus, para alumiar a terra. E assim se fez.
16 Fez Deus os dois
grandes luzeiros: o maior para governar o dia, e o menor para governar a noite;
e fez também as estrelas.
17 E os colocou no
firmamento dos céus para alumiarem a terra,
18 para governarem o
dia e a noite e fazerem separação entre a luz e as trevas. E viu Deus que isso
era bom.
Note que em nenhum momento no
texto acima Moisés faz qualquer menção ao sol ou à lua, para não dar a ideia de
que ele também achava que esses seres criados eram alguma espécie de
divindades. Isso é proposital da parte de Moisés, porque sua intenção era
humilhar os tolos e exaltar a glória do Deus Todo-Poderoso na Criação.
A Bíblia é o único livro que
conhecemos que chama para si mesma a prerrogativa de ter sido escrita pelo
próprio Deus. Por isso não se engane, nem duvide: A BÍBLIA É MESMO A PALAVRA DE
DEUS.
Que Deus abençoe a todos.
Alexandros Meimaridis
PS. Pedimos a todos os nossos
leitores que puderem que “curtam” nossa página no Facebook através do seguinte
link:
Desde já agradecemos a todos.
O material acima, como já havíamos definido nos comentários do artigo A Farsa do Espiritismo - ver aqui:
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2013/01/a-farsa-do-espiritismo.html
é nossa resposta a um ridículo copiador que se esconde por trás do nome Ben Hur que retirou seu material de um, das centenas de sites anticristãos que copiam e copiam, ad infinitum, os materiais publicados uns pelos outros. O material copiado pelo tal Ben Hur segue abaixo, indicando inclusive a fonte de onde ele copiou suas tolas mentiras, devidamente respondidas em nosso artigo acima:
A Farsa da Bíblia
O cristianismo(*), assim como a Bíblia, é um embuste. O imperador Constantino (272 a 337) e um grupo de pessoas extremamente ambiciosas apossaram-se e distorceram a mensagem crística, passada a nós através de uma filosofia de vida ensinada por Yeshua, e criaram o cristianismo, atualmente difundido no mundo inteiro, e a “Palavra de Deus” dentro dos moldes da fé romana, adulterando textos, documentos históricos, removendo, acrescentando ou mantendo o que lhes era conveniente, e etc.
Toda farsa tem contradições e a Bíblia é cheia delas.
Além das múltiplas interpretações de alguns trechos, a Bíblia tem muitas contradições. Isto é um fato. Basta ler com atenção e raciocinar, para ver as contradições claramente. Por exemplo:
1) Gn 7:21-23 afirma que todos os seres viventes pereceram no Dilúvio, exceto os que estavam na arca de Noé. Nm 13:33 narra o relatório feito pelos espiões de Moisés na “terra prometida”, Canaã. Segundo este trecho, eles viram gigantes. A história de Moisés ocorrera muito tempo depois do Dilúvio, depois da Terra ter sido renovada e repovoada, segundo o Velho Testamento. Segundo o livro de gênesis, existiam gigantes antes do Dilúvio, mas eles não foram escolhidos para sobreviverem na arca e Deus matou todos os seres viventes que existiam sobre a face da Terra. Porém, quem estava na arca escapou. Isto quer dizer que apenas os familiares de Noé e os animais da arca sobreviveram e repovoaram a Terra. Mas Noé não era gigante ou descendente de um, nem nenhum de seus familiares. A lógica seria a não existência de gigantes após o Dilúvio, mas na época de Moisés existiam gigantes, segundo o livro de números. Isto é uma contradição;
(*) Trata-se do “cristianismo” propalado pelas inúmeras facções que se fundamentam e seguem exclusivamente a Bíblia: Catolicismo e protestantismo (pentecostais e neopentecostais, vulgos evangélicos). A Bíblia é um embuste como Palavra de Deus, ou seja, a Bíblia é um livro rico em histórias, fábulas e trechos que a invalidam como Palavra de Deus. As demais religiões abraâmicas e suas escrituras também se enquadram neste contexto
Fonte: http://www.clubedeautores.com.br/book/41787--QUIMERA