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terça-feira, 7 de abril de 2015

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 001 – INTRODUÇÃO GERAL AOS EVANGELHOS



Essa série pretende disponibilizar as informações mais importantes acerca de cada um dos 27 livros que compõem o Novo Testamento. Desde que lançamos nossa série de Introdução ao Antigo Testamento, muitos leitores têm nos questionando acerca de algum material semelhante com respeito ao Novo Testamento. Então, aproveitando que iniciamos uma série de estudos acerca dos manuscritos do Novo Testamento — tecnicamente chamada de “baixa crítica” — estamos aproveitando a oportunidade para lançar uma série que trate também do texto do Novo Testamento em si, e da interpretação geral do mesmo — “alta crítica”.

I. OS EVANGELHOS

A. INTRODUÇÃO GERAL

Desde o princípio da fé cristã os evangelhos canônicos — os evangelhos que foram aceitos pelos Pais da Igreja como sendo legítimos — ocupam um lugar de interesse bastante especial no coração de todos crente verdadeiro.

Os inimigos da fé cristã têm acusado a Igreja cristã — eles realmente se referem à Igreja Católica Romana — de ter impedido a aceitação de centenas de outros evangelhos no cânon oficial do Novo Testamento. Mas tais agressores nunca leram esses evangelhos alternativos, e por incrível que pareça, nunca lerem sequer os quatro evangelhos que encontramos no Novo Testamento.

Não é difícil explicar e é mais fácil ainda entender e aceitar os motivos porque a Igreja Cristã se recusou a levar á sério essa multidão de documentos. Um único exemplo basta. Esse exemplo é ótimo, porque existe um consenso entre muitos estudiosos da Bíblia e especialmente do Novo Testamento, que acreditam que o chamado Evangelho de Tomé deveria estar dentro do conjunto de livros que compõem o Novo Testamento.

O Evangelho de Tomé é um material pseudoepigráfico, ou seja, o autor do livro não é quem alega ser. Isso já um grande problema. Livros pseudoepigráficos são uma volumosa coleção de materiais produzidos em diversos idiomas durante vários séculos, mas cujo verdadeiro autor, não é quem o livro apresenta como autor. Normalmente, esses livros poderiam ser classificados numa espécie de “Biblioteca de Literatura Fantástica”, que é, por sinal, de onde Hollywood retira a vasta maioria dos roteiros de seus filmes que falam de demônios, anjos, anjos caídos e coisas do gênero. Quando a igreja resolveu dispensar esses livros o fez porque os mesmos não tinham nada que pudesse justificar sua inclusão no Cânon das Sagradas Escrituras. 

Como mencionamos acima, talvez o exemplo mais marcante que podemos oferecer e um dos meus favoritos é uma passagem do chamado “Evangelho de Tomé”, um livro sem a mínima condição, mas que muitos fazem questão de afirmar que o tal evangelho deveria, com certeza, pertencer ao corpo de Evangelhos do Novo Testamento. De que jeito se o pseudo autor escreveu pérolas como essa: por favor, note que: Simão = Simão Pedro, Jesus = o Próprio e Maria = Maria Madalena.


Segue o texto de falso Tomé:

114 Simão Pedro disse a eles: "Maria deveria deixar-nos, pois as mulheres não são dignas da vida". Jesus disse: "Eu a guiarei para fazer dela homem, de modo que também ela possa tornar-se um espírito vivo semelhante a vocês homens. Pois toda mulher que se torna homem entrará no reino do céu".

Ora isso não passa da mais grossa misoginia. Como poderiam nossos irmãos permitir que tal idiotice fosse colocada ao lado da sobriedade de Marcos ou da sublimidade de João? Vamos falar sério.

Creio que esse único exemplo, por sua relevância, é suficiente para deixarmos de lado todas as malvadas acusações de que a Igreja proibiu a colocação de dezenas de outros evangelhos por motivos escusos. Quem tiver tempo que vá ler esses evangelhos para enxergar com toda clareza por que os mesmos foram deixados de fora.

Mas os quatro evangelhos canônicos, esse tem um lugar especial na vida e no coração de todo crente verdadeiro, porque são eles que nos apresentam em seu sentido mais objetivo, a vida e a obra de Nosso Senhor Jesus Cristo. Sem esses evangelhos tudo o que teríamos seria um conjunto de informações periféricas e praticamente sem nenhuma relevância.

Os quatro Evangelhos canônicos estão, sem sombra de dúvida, entre as peças literárias mais desconcertantes com as quais alguém pode entrar em contato. Essa condição é a grande responsável pela gigantesca discussão em torno de Jesus que faz a alegria dos “estudiosos” que vira e mexe escrevem e reescrevem velhas mentiras como se fossem grandes novidades acerca de Jesus. Eles costumam faturar alto com essas alegações, já muitas vezes recicladas desde os séculos XVII e XVIII em diante.

Todavia, nós podemos afirmar que as críticas mais contundentes e violentas já foram completamente ultrapassadas e abandonadas. O próprio blog O Grande Diálogo tem diversos artigos discutindo essas questões e o leitor pode ficar a vontade para conhecer os argumentos dos dois lados.



Mesmo assim, ainda queremos discutir alguns aspectos envolvendo os Evangelhos nesse material, especialmente no que diz respeito à FORMA dos mesmos. Isso se faz necessário porque é inegável que os Evangelhos canônicos causaram e continuam causando uma profunda impressão em todos que entram em contato com os mesmos. Como Reformados, cremos na veracidade das Escrituras Sagradas em geral e dos Evangelhos canônicos em particular, ao contrário dos críticos modernos que preferem abordar o texto dos Evangelhos a partir de certos pressupostos. As ideias críticas serão todas avaliadas e, na medida do possível, procuraremos dar uma resposta apropriada a todas as críticas que tenham um mínimo de honestidade intelectual e se baseiem, tanto quanto possível em fatos, e não em especulações vazias inventadas por seus proponentes.

Para nós basta dizer que temos a mais sólida convicção que foram os próprios evangelhos e não qualquer “fonte” ou “origem” alegada por muitos estudiosos, que moldou a história cristã.

OUTROS ESTUDOS ACERCA DA INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — PARTE 001 — INTRODUÇÃO GERAL AOS EVANGELHOS — ESTUDO 001

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — PARTE 002 — A FORMA LITARÁRIA DOS EVANGELHOS

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — PARTE 003 — MOTIVOS PORQUE OS EVANGELHOS FORAM ESCRITOS

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — PARTE 004 — O LUGAR OCUPADO PELOS QUATRO EVANGELHOS NO NOVO TESTAMENTO

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — PARTE 005 —  A MELHOR FORMA DE ABORDAR OS QUATRO EVANGELHOS

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 006 – INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 001

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 007 – INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 002

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 008 – INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 003

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 009 – INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 004

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 010 – INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 005

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 011 – INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 006

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 012 – INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 007

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 013 — INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 008

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 014 — INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 009

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 015 — INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — MATEUS — PARTE 010 — AUTOR — PARTE 002



INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 016 — INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — MATEUS — PARTE 011 — DATA DA COMPOSIÇÃO

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no Facebook através do seguinte link:


Desde já agradecemos a todos.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

A BÍBLIA SAGRADA É A PLAVRA DO DEUS VIVO E VERDADEIRO




TODA PESSOA deve amar a Bíblia. Toda gente deve lê-la assiduamente. Todos devem esforçar-se por viver seus ensinos. A Bíblia precisa ocupar o centro da vida e da atuação de cada igreja, e de cada púlpito.

O ÚNICO MISTER DO PÚLPITO É O ENSINO SIMPLES E EXPOSITIVO DA PALAVRA DE DEUS[1]

Recentemente comecei a ler o livro de Daniel P. Fuller intitulado, a Unidade da Bíblia. É muito difícil eu falar de algum livro de modo tão direto assim, porque não queremos dar a impressão nem que estamos promovendo tal livro, nem que estamos sugerindo que nossos leitores comprem o mesmo.

Mas Fuller trata, a seu próprio modo, de muitas das acusações que são costumeiramente lançadas em nossa direção, atacando a Bíblia e a Fé Cristã. A maioria das acusações modernas — do século XVIII em diante — dizem respeito aos seguintes pontos:

1. A Bíblia foi escrita por homens. OK! Talvez alguns dos nossos críticos gostariam que a mesma tivesse sido escrita por lesmas ou lagartas! Talvez, desse modo, seria mais fácil aceitar que a mesma é a verdadeira Palavra de Deus. Vamos falar sério, vai. É claro que foi por homens. Os seres humanos são os únicos criados à imagem e semelhança de Deus e os únicos seres com capacidade de se expressar de forma escrita. Portanto, Deus usou sim seres humanos.


Atanásio de Alexandria - concepção artística

2. A Igreja manipulou os textos originais — normalmente se referem à Igreja Católica Romana — apesar do Cânon do Antigo Testamento ter sido finalizado pelos estudiosos Judeus na cidade de Jâmnia por volta do ano 90 d. C. e o Cânon do Novo Testamento ter sido finalizado em uma compilação feita por Atanásio de Alexandria, que viveu entre os anos 296—373 d.C, em sua tradicional carta pascal do 367. Portanto peço desculpas aos que acham que foi a Igreja Católica quem decidiu que livros deveriam fazer ou não parte do Cânon do Novo Testamento. É óbvio que a lista de Atanásio, que difere da forma tradicional como temos os livros organizados em nossas Bíblias modernas, não foi uma decisão particular de sua parte e sim um reflexo do que já era considerado consenso pela verdadeira igreja espalhada por toda a Bacia do Mediterrâneo. É importante destacarmos que Atanásio lista exatamente os mesmos 27 livros que temos em nossos Novos Testamentos. Outro fator importante aqui, é que a tal da “Igreja Romana”, que ainda não existia, não tinha como manipular os textos, já que por esses dias — século IV — já existiam muitas cópias dos livros do Novo Testamento, inclusive em outros idiomas, além do grego”. Ver o item 5 adiante.

3. É muito importante que os leitores em geral, mas os cristãos em particular, tenham conhecimento dos seguintes fatos históricos, antes dos primeiro espalharem mentiras acerca de coisas que não entendem e os segundos sintam-se acuados, porque pensam que as acusações mentirosas possuem algum valor.

4. O material escrito e que poderia, eventualmente, fazer parte do cânon tem sido catalogado da seguinte forma por vários séculos agora:

a. Livros autênticos que se autovalidaram pelo conteúdo ou por conhecer-se seu verdadeiro autor.

b. . Livros Apócrifos ou escondidos que foram e continuam sendo descobertos aqui e ali, e que, normalmente, trata-se de literatura romanceada e muito distante dos fatos que pretendem narrar.


Cópia fragmentada do pseudoepigráfico Evangelho de Tomé

c. Livros pseudoepigráficos que são uma volumosa coleção de materiais produzidos em diversos idiomas, mas cujo o verdadeiro autor não é quem o livro apresenta como autor. Normalmente esses livros poderiam ser classificados numa espécie de “Biblioteca de Literatura Fantástica”, que é, por sinal, de onde Hollywood retira a vasta maioria dos roteiros de seus filmes que falam de demônios, anjos, anjos caídos e coisas do gênero. Quando a igreja resolveu dispensar esses livros o fez porque os mesmos não tinham nada que pudesse justificar sua inclusão no Cânon das Sagradas Escrituras. 

Talvez o exemplo mais marcante que podemos oferecer e um dos meus favoritos é uma passagem do chamado “Evangelho de Tomé”, um livro sem a mínima condição, mas que muitos “estudiosos” fazer questão de afirmar que o tal evangelho deveria, com certeza, pertencer ao corpo de Evangelhos do Novo Testamento. De que jeito se o pseudo autor escreveu pérolas como essas: por favor note que: Simão = Simão Pedro, Jesus = o Próprio e Maria = Maria Madalena. Segue o texto de falso Tomé:

114 Simão Pedro disse a eles: "Maria deveria deixar-nos, pois as mulheres não são dignas da vida". Jesus disse: "Eu a guiarei para fazer dela homem, de modo que também ela possa tornar-se um espírito vivo semelhante a vocês homens. Pois toda mulher que se torna homem entrará no reino do céu".

Ora isso não passa da mais grossa misoginia. Como poderiam nossos irmãos permitir que tal idiotice fosse colocada ao lado da sobriedade de Marcos ou da sublimidade de João? Vamos falar sério.

5. Outra acusação muito comum é que os textos originais foram manipulados por pessoas sem escrúpulos que inventaram o Novo Testamento. Mas quanta bobagem reunida numa única frase. Leia para aprender: cada cópia, seja total ou parcial do Novo Testamento, ou de um grupo de livros, como os Evangelhos ou as Epístolas de Paulo, ou até mesmo um único livro ou fragmentos de toda natureza, são chamados de “testemunhas”, porque elas dão testemunho que existiu outro documento que as antecedeu e do qual tais testemunhas foram copiadas. Agora, aqui vai o que a maioria das pessoas não sabe e os críticos se aproveitam para infiltrar suas mentiras:


a. Existem catalogados hoje em dia perto de 11000 testemunhas referentes ao Texto do Novo Testamento. Tais testemunhos vão desde Novos Testamentos completos do século IV — anos 300 — até pequenos fragmentos de papiros, alguns datados do primeiro século da era cristã. Se você não prestou atenção o número original foi de 11000. Isso quer dizer apenas uma coisa: NÃO EXISTE NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE NENHUM OUTRO DOCUMENTO DA ANTIGUIDADE QUE SEJA TÃO BEM ATESTADO QUANTO O NOVO TESTAMENTO. Mesmo assim ainda tem muitos idiotas que preferem duvidar. Bem, fazer o quê?

b. Como contrapartida eu gostaria de lhes oferecer o seguinte acerca do meu compatriota Heródoto, que teria vivido entre 484—425 a.C., e é considerado o Pai da História. Heródoto produziu uma grande narrativa história da antiguidade. Sabe quantas cópias existem da obra de Heródoto: 49 fragmentos de papiro e algo perto de 60 manuscritos não feitos de papiro. Agora vem a parte mais interessante da comparação. O documento mais antigo que temos acerca do material atribuído a Heródoto é do século X d.C. Ou seja, está distante cerca de 1400 anos dos fatos que pretende narrar.

Codex Sinaiticus


Códex Vaticanus

c. Enquanto isso nós temos dois códices ,  material em forma de livro, contendo o Novo Testamento inteiro — datados do século IV — anos 300: o Código Vaticano e o Código Sinaítico — portanto, muito próximos dos eventos que narram se levarmos em conta que o apóstolo João viveu até perto do ano 100 d.C. É claro que maioria das pessoas não sabem esses fatos e eu tenho dúvidas que até mesmo muitos historiadores conheçam tais detalhes, já que manuscritos bíblicos não é mesmo a praia deles.

6. Outra questão levantada pelos críticos são as alegadas contradições encontradas na Bíblia. São tantas que para respondê-las foram necessários inúmeros volumes, mas nada ficou sem resposta. Mas tais alegadas contradições não passam de uma grande bobagem porque tais pessoas nunca leram a Bíblia com seriedade, nem se preocupara em entender, realmente, o que está escrito. Uma idiotice típica repetida inclusive por um notório pastor é de que nem todos morreram no dilúvio como a Bíblia afirma, mas que certos gigantes conseguiram escapar ao dilúvio ou que o mesmo não teria sido global. Um leitor defensor do espiritismo me escreveu sob o título “A Farsa da Bíblia”, trazendo as acusações de praxe: de como a Igreja Romana manipulou os manuscritos – risos – e também de como a Bíblia está errada ao afirmar que todos os seres humanos pereceram no dilúvio, com as exceções conhecidas. de praxe: de como a Igreja Romana manipulou os manuscritos - risos. Gostaríamos de responder a esses tipos de tolices, algo que é muito fácil de fazer quando se conhece as Escrituras Sagradas e se confia que elas são a Verdadeira Palavra do único Deus Vivo! Bem vamos por parte:

Para os que têm duvidas quanto ao fato se o dilúvio foi global ou não, recomendamos:
a. Primeiro a leitura os versos bíblicos abaixo:

Gênesis 6:12—13

12 Viu Deus a terra, e eis que estava corrompida; porque todo ser vivente havia corrompido o seu caminho na terra.

13 Então, disse Deus a Noé: Resolvi dar cabo de toda carne, porque a terra está cheia da violência dos homens; eis que os farei perecer juntamente com a terra.

Gênesis 7:1

1  Disse o SENHOR a Noé: Entra na arca, tu e toda a tua casa, porque reconheço que tens sido justo diante de mim no meio desta geração.

Gênesis 7:17—23

17 Durou o dilúvio quarenta dias sobre a terra; cresceram as águas e levantaram 
a arca de sobre a terra.

18 Predominaram as águas e cresceram sobremodo na terra; a arca, porém, vogava sobre as águas.

19 Prevaleceram as águas excessivamente sobre a terra e cobriram todos os altos montes que havia debaixo do céu.

20 Quinze côvados acima deles prevaleceram as águas; e os montes foram cobertos.

21 Pereceu toda carne que se movia sobre a terra, tanto de ave como de animais domésticos e animais selváticos, e de todos os enxames de criaturas que povoam a terra, e todo homem.

22 Tudo o que tinha fôlego de vida em suas narinas, tudo o que havia em terra seca, morreu.

23 Assim, foram exterminados todos os seres que havia sobre a face da terra; o homem e o animal, os répteis e as aves dos céus foram extintos da terra; ficou somente Noé e os que com ele estavam na arca.

Gênesis 8:15—16

15 Então, disse Deus a Noé:

16 Sai da arca, e, contigo, tua mulher, e teus filhos, e as mulheres de teus filhos.

b. Diante disso, independentemente de quem quer que seja ou do que se afirme, o fato é que os únicos sobreviventes humanos depois do dilúvio foram Noé, sua esposa, seus três filhos e as esposas deles.

 A Tábua das Nações conforme Gênesis 10

c. Gênesis capítulo 10 — geralmente chamado de “A TÁBUA DAS NAÇÕES“ descreve como as gerações dos filhos de Noé se espalmaram pela terra. Temos que nos lembrar que antes do dilúvio, bem como imediatamente após o mesmo, havia muito casamento entre membros de uma mesmo família, inclusive de primeiro grau. Os que sobreviveram ao dilúvio, certamente traziam em seu DNA informações acerca dos gigantes, portanto, os mesmo voltaram a aparecer aqui e ali por meio das relações sexuais naturais entre homens e mulheres. Nenhum gigante sobreviveu ao dilúvio, mas pessoas levando informações sanguíneas para reproduzi-los, sobreviveram ao dilúvio, dentro da arca é claro! Portanto é conveniente parar de falar bobagem e ver chifre na cabeça de cavalo. Os gigantes que são mencionados após o dilúvio — que não são tantos assim — são descendentes dos descendentes dos filhos de Noé.

d. Em segundo lugar, quanto ao dilúvio recomendamos a leitura do nosso artigo acerca desse tema que poderá ser visto por meio desse link aqui:


Isso é apenas uma pequena forma de como podemos provar que Bíblia é a Palavra de Deus e deixar bem evidente a desonestidade intelectual daqueles que se levantam para atacá-la sem conhecer o suficiente das ciências bíblicas, das ciências em geral e da história, em particular.

Cada página da Bíblia e cada Palavra nela registrada trás a marca inconfundível do seu inspirador: o Espírito Santo. Por isso, ela é A PALAVRA DE DEUS.

7. Outra coisa que percebemos ser muito comum é a tentativa de comparar as Escrituras Sagradas do Deus da Bíblia com outras escrituras de outras religiões. O abismo é tão grande quando colocadas lado a lado que nos perguntamos como é que as pessoas têm coragem de propor tais ideias? Em outros artigos pretendemos comparar a Bíblia com os escritos do islã e do hinduísmo.

8. Todas as acusações que dizem que a Bíblia copiou suas histórias, especialmente do início do livro de Gênesis, de outras religiões foram provadas falsas e o texto bíblico é geralmente reconhecido como sendo mais antigo que aqueles textos que supostamente teriam sido copiados pelos seus escritores. Ah, sim, muitos irão alegar que apesar das cópias existentes serem mais recentes que o material bíblico, os originais que estão perdidos certamente eram mais antigos que a Bíblia. Mas como esses originais não estão aí, então nada pode ser provado. Mas todos são livres para acreditarem no que quiserem. Para os que tiverem interesse em aprofundar essas questões gostaríamos de sugerir uma leitura continuada de nossos artigos onde expomos o Livro do Gênesis. O primeiro artigo dessa série poderá ser acessado por meio desse link e dentro de cada estudo existem links para outros estudos na sequência:

001 – Introdução e Esboço do Livro do Gênesis


Nesse material nos discutimos acerca das histórias bíblicas copiadas por outras culturas e deixamos provada a maravilhosa revelação de Deus. Um único exemplo deve bastar: enquanto as culturas ao redor de onde o povo de Deus se originou no Antigo Testamento — incluindo grandes civilizações — adoravam o sol e a lua como verdadeiras divindades, o Deus da Bíblia inspirou Moisés a não usar os nomes tradicionais pelos quais o sol e a lua eram conhecidos, inclusive como divindades, mas chamá-los apenas de “luzeiros”. É isso mesmo: “luzeiros”. Objetos criados pelo Deus todo poderoso e não divindades de nenhuma forma ou espécie. Ou seja, quando Moisés grafou essas palavras ele desmoralizou com todos os sacerdotes e o com todos os adoradores do sol e da lua. Veja com seus próprios olhos o que a Bíblia diz, enquanto os povos ao redor se curvavam diante do Sol e da lua:

Gênesis 1:14—18

14 Disse também Deus: Haja luzeiros no firmamento dos céus, para fazerem separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais, para estações, para dias e anos.

15 E sejam para luzeiros no firmamento dos céus, para alumiar a terra. E assim se fez.

16 Fez Deus os dois grandes luzeiros: o maior para governar o dia, e o menor para governar a noite; e fez também as estrelas.

17 E os colocou no firmamento dos céus para alumiarem a terra,

18 para governarem o dia e a noite e fazerem separação entre a luz e as trevas. E viu Deus que isso era bom.

Note que em nenhum momento no texto acima Moisés faz qualquer menção ao sol ou à lua, para não dar a ideia de que ele também achava que esses seres criados eram alguma espécie de divindades. Isso é proposital da parte de Moisés, porque sua intenção era humilhar os tolos e exaltar a glória do Deus Todo-Poderoso na Criação.

A Bíblia é o único livro que conhecemos que chama para si mesma a prerrogativa de ter sido escrita pelo próprio Deus. Por isso não se engane, nem duvide: A BÍBLIA É MESMO A PALAVRA DE DEUS.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no Facebook através do seguinte link:


Desde já agradecemos a todos.

O material acima, como já havíamos definido nos comentários do artigo A Farsa do Espiritismo - ver aqui:

http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2013/01/a-farsa-do-espiritismo.html

é nossa resposta a um ridículo copiador que se esconde por trás do nome Ben Hur que retirou seu material de um, das centenas de sites anticristãos que copiam e copiam, ad infinitum, os materiais publicados uns pelos outros. O material copiado pelo tal Ben Hur segue abaixo, indicando inclusive a fonte de onde ele copiou suas tolas mentiras, devidamente respondidas em nosso artigo acima:

A Farsa da Bíblia

O cristianismo(*), assim como a Bíblia, é um embuste. O imperador Constantino (272 a 337) e um grupo de pessoas extremamente ambiciosas apossaram-se e distorceram a mensagem crística, passada a nós através de uma filosofia de vida ensinada por Yeshua, e criaram o cristianismo, atualmente difundido no mundo inteiro, e a “Palavra de Deus” dentro dos moldes da fé romana, adulterando textos, documentos históricos, removendo, acrescentando ou mantendo o que lhes era conveniente, e etc.
Toda farsa tem contradições e a Bíblia é cheia delas.

Além das múltiplas interpretações de alguns trechos, a Bíblia tem muitas contradições. Isto é um fato. Basta ler com atenção e raciocinar, para ver as contradições claramente. Por exemplo:

1) Gn 7:21-23 afirma que todos os seres viventes pereceram no Dilúvio, exceto os que estavam na arca de Noé. Nm 13:33 narra o relatório feito pelos espiões de Moisés na “terra prometida”, Canaã. Segundo este trecho, eles viram gigantes. A história de Moisés ocorrera muito tempo depois do Dilúvio, depois da Terra ter sido renovada e repovoada, segundo o Velho Testamento. Segundo o livro de gênesis, existiam gigantes antes do Dilúvio, mas eles não foram escolhidos para sobreviverem na arca e Deus matou todos os seres viventes que existiam sobre a face da Terra. Porém, quem estava na arca escapou. Isto quer dizer que apenas os familiares de Noé e os animais da arca sobreviveram e repovoaram a Terra. Mas Noé não era gigante ou descendente de um, nem nenhum de seus familiares. A lógica seria a não existência de gigantes após o Dilúvio, mas na época de Moisés existiam gigantes, segundo o livro de números. Isto é uma contradição;

(*) Trata-se do “cristianismo” propalado pelas inúmeras facções que se fundamentam e seguem exclusivamente a Bíblia: Catolicismo e protestantismo (pentecostais e neopentecostais, vulgos evangélicos). A Bíblia é um embuste como Palavra de Deus, ou seja, a Bíblia é um livro rico em histórias, fábulas e trechos que a invalidam como Palavra de Deus. As demais religiões abraâmicas e suas escrituras também se enquadram neste contexto

Fonte: http://www.clubedeautores.com.br/book/41787--QUIMERA


[1] Halley, Henry H. Manual Bíblico. Edições Vida Nova, São Paulo, 1998,