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quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 014 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 009


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O chamado de Mateus por Hendrick Terbrugghen .

Essa série pretende disponibilizar as informações mais importantes acerca de cada um dos 27 livros que compõem o Novo Testamento. Desde que lançamos nossa série de Introdução ao Antigo Testamento, muitos leitores têm nos questionando acerca de algum material semelhante com respeito ao Novo Testamento. Então, aproveitando que iniciamos uma série de estudos acerca dos manuscritos do Novo Testamento — tecnicamente chamada de “baixa crítica” — estamos usando essa oportunidade para lançar uma série que trate também do texto do Novo Testamento em si, e da interpretação geral do mesmo — “alta crítica”.

I. O EVANGELHO DE MATEUS

H. O Autor do Evangelho de Mateus

Creio que já afirmamos antes que todos os quatro Evangelhos que temos no Novo Testamento são anônimos, ou seja, não existe uma indicação precisa acerca do seu autor, e o Evangelho de Mateus não é exceção.

Todavia, temos registros de que por volta do ano 125 da Era Cristã esse evangelho já era atribuído a certo Mateus sob o título: DE ACORDO COM MATEUS.

Pelo título acima podemos concluir que algum tipo de autoria foi atribuída ao material, no caso específico, a autoria foi atribuída a certo Mateus. Mas devemos reafirmar que tal título não é, nem nuca foi parte do material original que foi produzido, rigorosamente, por alguém anônimo, mas que desde a mais remota antiguidade foi atribuído a Mateus, o apóstolo de Jesus.

Apesar de tudo o que acabamos de afirmar, é importante destacarmos alguns fatos:

1. Como o nome do autor não aparece no corpo do texto em si, então devemos aceitar, a princípio, que o mesmo foi produzido por um anônimo.

2. A ausência de paralelos em sua forma literária — ver estudos anteriores na lista publicada abaixo — também não nos ajuda a identificar o autor. Nem mesmo o Evangelho de Lucas, que fala em primeira pessoa nos versos iniciais nos permite identificar o médico amado como o autor do Evangelho que leva seu nome.

3. O testemunho mais antigo disponível é uma citação de Papias, um dos chamados Pais da Igreja — viveu entre 70 a 163 — que encontramos na História Eclesiástica de Eusébio[1]. A citação de Papias diz o seguinte: Mateus reuniu, de forma ordenada, na língua hebraica, as sentenças [de Jesus] e cada um as interpretava conforme sua capacidade.

Que Papias estivesse se referindo ao Mateus canônico na citação acima é algo que só foi contestado nos dias do liberal Schleiermacher em pleno século XIX. O argumento usado no século XIX para contestar a autoria de Mateus do Evangelho que lhe é atribuído se baseava no fato de que as cópias mais antigas disponíveis do mesmo estavam escritas em grego e não em língua hebraica como afirma Papias. Além disso, os liberais do século XIX também alegavam estranhar uma dependência gritante do Evangelho de Mateus do chamado Evangelho de Marcos.

Todavia, apesar da citação de Papias mencionar que Mateus reuniu o material de Jesus na língua hebraica não representa, necessariamente, que Papias alguma vez tenha visto qualquer escrito atribuído a Mateus que não fosse escrito na língua grega.

Os liberais do século XIX e continuando até nosso próprio século[2], inventaram e defendem, entre várias teorias, a seguinte, como forma de explicar a afirmação de Papias e a dependência de Mateus do Evangelho de Marcos: pare eles Mateus teria sido o autor duma fonte principal do Evangelho de Mateus, chamada de A Fonte dos Logia ou de Mateus Aramaico. Para esses críticos, sem apontarem evidências sólidas, o título Segundo Mateus não passa duma hipótese sem fundamento.

Diante disso, é importante estabelecermos o que sabemos com exatidão, antes de saltarmos para as conclusões como fazem os liberais. Da mesma tradição de onde Papias recolheu sua tradição podemos derivar apenas a correção do uso do nome Mateus. Disso podemos presumir que trata-se do mesmo Mateus citado em todas as listas dos 12 apóstolos — Mateus 10:3; Marcos 3:18; Lucas 6:15; Atos 1:13 —, mas que é designado como sendo cobrador de impostos ou publicano apenas no Evangelho de Mateus:

Mateus 10:3
Filipe e Bartolomeu; Tomé e Mateus, o publicano; Tiago, filho de Alfeu, e Tadeu.  

De acordo com o estudioso Martin Hengel[3], utilizando a análise feita por R. T. France em sua obra Matthew — evanegslist and teacher[4], bem cedo, provavelmente antes do ano 100 d.C., as igrejas só aceitavam que fossem lidos em suas reuniões, materiais cuja autoria não estivesse clara, logo no início do texto. Isso era, particularmente importante, no que diz respeito aos evangelhos já que existiam dois, três e, possivelmente quatro, disponíveis e era importante caracterizá-los pelo nome do seu respectivo autor. Tais nomes, começaram a ser percebidos pelas comunidade cristãs com sendo os “títulos” dessas obras. De acordo com Hengel, chega a ser absurda a ideia de que os evangelhos poderiam ter circulado durante cerca de 60 anos, de forma anônima, e depois, subitamente, já no século II, terem recebido atribuições unânimes a certos autores. De acordo com Hengel, os quatro evangelhos canônicos — Mateus, Marcos, Lucas e João — jamais foram aceitos como sendo anônimos.

Outra distinção importante que precisamos reconhecer é que anonimato não é equivalente a pseudoautoria. Obras com falsas atribuições de autores — chamadas tecnicamente de pseudoepigráficas — tornarem-se um problema para a igreja ainda durante o século I. Isso motivou a mesma a rejeitar, unanimemente, a autoridade de qualquer obra sobre a qual pesasse a suspeita de ser pseudônima.

CONTINUA...

OUTROS ESTUDOS ACERCA DA INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — PARTE 001 — INTRODUÇÃO GERAL AOS EVANGELHOS — ESTUDO 001

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — PARTE 002 — A FORMA LITARÁRIA DOS EVANGELHOS

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — PARTE 003 — MOTIVOS PORQUE OS EVANGELHOS FORAM ESCRITOS

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — PARTE 004 — O LUGAR OCUPADO PELOS QUATRO EVANGELHOS NO NOVO TESTAMENTO

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — PARTE 005 —  A MELHOR FORMA DE ABORDAR OS QUATRO EVANGELHOS

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 006 – INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 001

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 007 – INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 002

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 008 – INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 003

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 009 – INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 004

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 010 – INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 005

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 011 – INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 006

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 012 – INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 007

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 013 — INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 008

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 014 — INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 009

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 015 — INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — MATEUS — PARTE 010 — AUTOR — PARTE 002

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 016 — INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — MATEUS — PARTE 011 — DATA DA COMPOSIÇÃO
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/03/introducao-ao-novo-testamento-estudo_3.htm

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 017 — INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — MATEUS — PARTE 012 — IDIOMA ORIGINAL
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/06/introducao-ao-novo-testamento-estudo.htmll

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 018 — INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — MARCOS — PARTE 001 — CARACTERÍSTICAS — PARTE 001.
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/07/introducao-ao-novo-testamento-estudo_14.html

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.


[1] Eusébio.  A História da Igreja de Cristo até Constantino. Penguin Books, London, 1989.
[
2] Gundry, Robert, H. Matthew: A Commentary on His Literary and Theological Art. William B. Eerdmans, Grand Rapids, 1982.

[3] Hengel, Martin. Studies in the gospel of Mark. Wipf & Stock Pub., Eugene, March, 2003.

[4] France. R. T. Matthew — evanegslist and teacher. Wipf & Stock Pub., Eugene, October, 2004.

Os comentários não representam a opinião do Blog O Grande Diálogo; a responsabilidade é do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.

terça-feira, 15 de novembro de 2016

PARÁBOLAS DE JESUS - MATEUS 18:12—14 E LUCAS 15:4—7 — A PARÁBOLA DA OVELHA PERDIDA — PARTE 006 — SERMÃO 037F


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Esse artigo é parte da série "Parábolas de Jesus" e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos das verdades contidas nessa série, com aplicações para os nossos dias. No final do artigo você encontrará links para os outros artigos dessa série.

A Parábola da Ovelha perdida

A EXPLICAÇÃO DA PARÁBOLA

4. O que a parábola nos ensina acerca do arrependimento? Algumas pessoas não precisam de arrependimento?

A primeira coisa que devemos registrar quando tentamos responder as perguntas acima é que a posição de Jesus no que diz respeito ao arrependimento é frontalmente contrária à posição sustentada pelo judaísmo e pelo nacionalismo judaico da época, que viam o arrependimento como mérito da parte dos judeus[1].

Mas a parábola trata do tema do arrependimento? Temos que admitir que, a parábola em si mesma, não trata da questão do arrependimento. A parábola não nos apresenta uma definição de arrependimento e nem culpa a ovelha por ter se extraviado. O que a parábola faz é nos apresentar uma analogia do modo como Deus age, ou reage, com respeito às atitudes dos que estão perdidos. A ideia do arrependimento é mencionada apenas no texto de Lucas e a mesma está ausente do texto de Mateus. Nesse último a ênfase está colocada na alegria experimentada no céu pela restauração dos perdidos. Já para Lucas, a restauração do perdido está relacionada ao arrependimento. De qualquer forma que seja, a ideia do arrependimento não pode ser minimizada, independentemente do que falamos na abertura desse parágrafo.

Ainda nessa questão envolvendo o arrependimento, a pergunta mais intrigante diz respeito aos noventa e nove justos que não necessitam do mesmo, conforme Lucas 15:7. Uma vez que, da perspectiva teológica, assume-se que tais pessoas justas não existem e que os evangelhos entendem que os próprios fariseus precisavam de arrependimento, então a afirmação de Jesus é vista como sendo: irônica, exagerada ou, até mesmo, sarcástica. Mas analisando bem o texto não creio que essa seja a solução mais viável para a dificuldade apresentada pelo mesmo. É fato que o judaísmo atribuía uma ausência absoluta de pecado a certos personagens. Por outro lado, a expressão justo não indicava a ausência absoluta de pecado na vida duma pessoa descrita dessa maneira. Ela se refere a todas as pessoas que, de alguma maneira, acertaram sua condição diante de Deus. O arrependimento era algo tão central no pensamento judaico que é difícil de imaginar que os judeus pensassem que eles ou até mesmo a maioria das pessoas não necessitavam de arrependimento. A ideia que poderiam existir, entre eles, 99 pessoas que não necessitavam de arrependimento era incabível no pensamento judaico. Todavia, uma ideia semelhante é apresentada em —

Lucas 5:31—31

31 Respondeu-lhes Jesus: Os sãos não precisam de médico, e sim os doentes.

32 Não vim chamar justos, e sim pecadores, ao arrependimento.

E em Lucas 15, na parábola dos dois filhos perdidos, o mais velho alega nunca ter transgredido nem mesmo um mínimo mandamento de seu pai. Era, portanto, junto nesse sentido — Lucas 15:29.

Por outro lado, temos as palavras de Jesus que ensinam, com clareza, que todos precisam se arrepender ou perecerão.

Lucas 13:3

Não eram, eu vo-lo afirmo; se, porém, não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis.

Os pais da Igreja procuraram evitar a dificuldade alegando que o número noventa e nove fazia referência aos anjos.

Já o renomado autor I. Howard Marshall[2] sugere que falta no texto uma palavra que precisa ser suprida. Para ele, então, a leitura em vez de ser:

“do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento”

Deveria ser:

“Mais do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento”

Com isso, os noventa e nove justos são relativizados e é como se os mesmos fossem citados apenas como uma ilustração e não algo real. Todavia, nesse caso devemos ponderar dois importantes aspectos:

1. Modificações no texto original não devem ser bem-vindas, independentemente de onde tenham se originado.

2. Nossa necessidade é centrarmos o foco na função exercida pelas palavras utilizadas pelo Senhor Jesus. A intenção primordial de Jesus é valorizar os perdidos e os desprezados pela sociedade daqueles dias, especialmente pelos fariseus, e não devemos centrar nosso foco nos noventa e nove chamados justos. A importância de entendermos as palavras de Jesus de modo adequado em Lucas 15:7 é perceptível pelo fato das últimas palavras serem a consequência natural duma escalada que se inicia com a expressão digo-vos utilizada por Jesus, para enfatizar a verdade de sua afirmação.

Lucas 15:7

Digo-vos que, assim, haverá maior júbilo no céu por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento.

Leituras parafraseadas do verso acima, tentando entender a intenção de Jesus — algo muito subjetivo — apresentam as seguintes possibilidades:

1. Um pecador arrependido traz mais alegria para Deus, que noventa e nove pessoas que já estão reconciliadas com Deus.

Ou,

2. Um pecador arrependido traz mais alegria para Deus do que noventa e nove pessoas que estão reconciliadas com Deus.
Que a ênfase de Jesus está no valor colocado sobre os perdidos fica mais evidente na passagem paralela de Mateus onde lemos o seguinte, já no início da passagem:

Mateus 18:10

Vede, não desprezeis a qualquer destes pequeninos; porque eu vos afirmo que os seus anjos nos céus veem incessantemente a face de meu Pai celeste.

As palavras de Jesus acima são uma forma metafórica de indicar a grande importância dos chamados pequeninos. Desse modo, a ênfase de Jesus está na importância dos perdidos que precisam de salvação e não tanto na ideia de arrependimento. Esse último é crucial para a salvação, mas não é o elemento principal da parábola da ovelha perdida.  

CONTINUA...



OUTRAS PARÁBOLAS DE JESUS PODEM SER ENCONTRADAS NOS LINKS ABAIXO:

001 – O Sal

002 – Os Dois Fundamentos

003 – O Semeador

004 – O Joio e o Trigo =

005 – O Credor Incompassivo

006 — O Grão de Mostarda e o Fermento

007 — Os Meninos Brincando na Praça

008 — A Semente Germinando Secretamente

009 e 010 — O Tesouro Escondido e a Pérola de Grande Valor

011 — A Eterna Fornalha de Fogo

012 — A Parábola dos Trabalhadores na Vinha

013 — A Parábola dos Dois Irmãos

014 — A Parábola dos Lavradores Maus — Parte 1

014A — A Parábola dos Lavradores Maus — Parte 2

015 — A Parábola das Bodas —

016 — A Parábola da Figueira

017 — A Parábola do Servo Vigilante

018 — A Parábola do Ladrão

019 — A Parábola do Servo Fiel e Prudente

020 — A Parábola das Dez Virgens

021 — A Parábola dos Talentos

022 — A Parábola das Ovelhas e dos Cabritos

023 — A Parábola dos Dois Devedores

024 — A Parábola dos Pássaros e da Raposa

025 — A Parábola do Discípulo que Desejava Sepultar Seu Pai

026 — A Parábola da Mão no Arado

027 — A Parábola do Bom Samaritano — Completo

027A — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 1

027B — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 2 — Os Ladrões e o Sacerdote

027C — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 3 — O Levita

027D — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 4 — O Samaritano

027E — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 5 — O Socorro

027F — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 6 — O transporte até a hospedaria

027G — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 7 — O pagamento final

027H — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 8 — O diálogo final entre Jesus e o doutor da Lei

028 — A Parábola do Rico Tolo —

029 — A Parábola do Amigo Importuno —

030 — A Parábola Acerca de Pilatos e da Torre de Siloé

031 — A Parábola da Figueira Estéril

032 — A Parábola Acerca dos Primeiros Lugares

033 — A Parábola do Grande Banquete

034 — A Parábola do Construtor da Torre e do Grande Guerreiro

035 — Introdução a Lucas 15 — Parábolas Acerca da Condição Perdida da Raça Humana — Parte 001

036 — Introdução a Lucas 15 — Parábolas Acerca da Condição Perdida da Raça Humana — Parte 002

037A — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 001

037B — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 002

037C — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 003

037D — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 004 — A Influência do Antigo Testamento

037E — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 005 — Características Cristológicas da Parábola da Ovelha Perdida

037F — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 006 — A importância das pessoas perdidas.
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/11/parabolas-de-jesus-mateus-181214-e.html

037H — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 008 — Conclusão.
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/05/parabolas-de-jesus-sermao-037h-parabola.html

037 — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Completa
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/06/parabolas-de-jesus-sermao-037-parabola.html



038A — PARÁBOLAS DE JESUS — A PARÁBOLA DA DRACMA PERDIDA — LUCAS 15:8—10 —— PARTE 001
Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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[1] Para maiores detalhes a esse respeito ver as seguintes obras de Kenneth Bailey: Finding the Lost: Cultural Keys to Luke 15. Concordia Publishing, St. Loius, 1992; Jacob & the Prodigal: How Jesus Retold Israel´s Story. IVP Academics, Downers Grove, 2003.

[2] Marshall, I. Howard. The Gospel of Luke: A Commentary on the Greek Text. William B. Eerdmans, Grand Rapids, 1978.


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terça-feira, 7 de abril de 2015

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 001 – INTRODUÇÃO GERAL AOS EVANGELHOS



Essa série pretende disponibilizar as informações mais importantes acerca de cada um dos 27 livros que compõem o Novo Testamento. Desde que lançamos nossa série de Introdução ao Antigo Testamento, muitos leitores têm nos questionando acerca de algum material semelhante com respeito ao Novo Testamento. Então, aproveitando que iniciamos uma série de estudos acerca dos manuscritos do Novo Testamento — tecnicamente chamada de “baixa crítica” — estamos aproveitando a oportunidade para lançar uma série que trate também do texto do Novo Testamento em si, e da interpretação geral do mesmo — “alta crítica”.

I. OS EVANGELHOS

A. INTRODUÇÃO GERAL

Desde o princípio da fé cristã os evangelhos canônicos — os evangelhos que foram aceitos pelos Pais da Igreja como sendo legítimos — ocupam um lugar de interesse bastante especial no coração de todos crente verdadeiro.

Os inimigos da fé cristã têm acusado a Igreja cristã — eles realmente se referem à Igreja Católica Romana — de ter impedido a aceitação de centenas de outros evangelhos no cânon oficial do Novo Testamento. Mas tais agressores nunca leram esses evangelhos alternativos, e por incrível que pareça, nunca lerem sequer os quatro evangelhos que encontramos no Novo Testamento.

Não é difícil explicar e é mais fácil ainda entender e aceitar os motivos porque a Igreja Cristã se recusou a levar á sério essa multidão de documentos. Um único exemplo basta. Esse exemplo é ótimo, porque existe um consenso entre muitos estudiosos da Bíblia e especialmente do Novo Testamento, que acreditam que o chamado Evangelho de Tomé deveria estar dentro do conjunto de livros que compõem o Novo Testamento.

O Evangelho de Tomé é um material pseudoepigráfico, ou seja, o autor do livro não é quem alega ser. Isso já um grande problema. Livros pseudoepigráficos são uma volumosa coleção de materiais produzidos em diversos idiomas durante vários séculos, mas cujo verdadeiro autor, não é quem o livro apresenta como autor. Normalmente, esses livros poderiam ser classificados numa espécie de “Biblioteca de Literatura Fantástica”, que é, por sinal, de onde Hollywood retira a vasta maioria dos roteiros de seus filmes que falam de demônios, anjos, anjos caídos e coisas do gênero. Quando a igreja resolveu dispensar esses livros o fez porque os mesmos não tinham nada que pudesse justificar sua inclusão no Cânon das Sagradas Escrituras. 

Como mencionamos acima, talvez o exemplo mais marcante que podemos oferecer e um dos meus favoritos é uma passagem do chamado “Evangelho de Tomé”, um livro sem a mínima condição, mas que muitos fazem questão de afirmar que o tal evangelho deveria, com certeza, pertencer ao corpo de Evangelhos do Novo Testamento. De que jeito se o pseudo autor escreveu pérolas como essa: por favor, note que: Simão = Simão Pedro, Jesus = o Próprio e Maria = Maria Madalena.


Segue o texto de falso Tomé:

114 Simão Pedro disse a eles: "Maria deveria deixar-nos, pois as mulheres não são dignas da vida". Jesus disse: "Eu a guiarei para fazer dela homem, de modo que também ela possa tornar-se um espírito vivo semelhante a vocês homens. Pois toda mulher que se torna homem entrará no reino do céu".

Ora isso não passa da mais grossa misoginia. Como poderiam nossos irmãos permitir que tal idiotice fosse colocada ao lado da sobriedade de Marcos ou da sublimidade de João? Vamos falar sério.

Creio que esse único exemplo, por sua relevância, é suficiente para deixarmos de lado todas as malvadas acusações de que a Igreja proibiu a colocação de dezenas de outros evangelhos por motivos escusos. Quem tiver tempo que vá ler esses evangelhos para enxergar com toda clareza por que os mesmos foram deixados de fora.

Mas os quatro evangelhos canônicos, esse tem um lugar especial na vida e no coração de todo crente verdadeiro, porque são eles que nos apresentam em seu sentido mais objetivo, a vida e a obra de Nosso Senhor Jesus Cristo. Sem esses evangelhos tudo o que teríamos seria um conjunto de informações periféricas e praticamente sem nenhuma relevância.

Os quatro Evangelhos canônicos estão, sem sombra de dúvida, entre as peças literárias mais desconcertantes com as quais alguém pode entrar em contato. Essa condição é a grande responsável pela gigantesca discussão em torno de Jesus que faz a alegria dos “estudiosos” que vira e mexe escrevem e reescrevem velhas mentiras como se fossem grandes novidades acerca de Jesus. Eles costumam faturar alto com essas alegações, já muitas vezes recicladas desde os séculos XVII e XVIII em diante.

Todavia, nós podemos afirmar que as críticas mais contundentes e violentas já foram completamente ultrapassadas e abandonadas. O próprio blog O Grande Diálogo tem diversos artigos discutindo essas questões e o leitor pode ficar a vontade para conhecer os argumentos dos dois lados.



Mesmo assim, ainda queremos discutir alguns aspectos envolvendo os Evangelhos nesse material, especialmente no que diz respeito à FORMA dos mesmos. Isso se faz necessário porque é inegável que os Evangelhos canônicos causaram e continuam causando uma profunda impressão em todos que entram em contato com os mesmos. Como Reformados, cremos na veracidade das Escrituras Sagradas em geral e dos Evangelhos canônicos em particular, ao contrário dos críticos modernos que preferem abordar o texto dos Evangelhos a partir de certos pressupostos. As ideias críticas serão todas avaliadas e, na medida do possível, procuraremos dar uma resposta apropriada a todas as críticas que tenham um mínimo de honestidade intelectual e se baseiem, tanto quanto possível em fatos, e não em especulações vazias inventadas por seus proponentes.

Para nós basta dizer que temos a mais sólida convicção que foram os próprios evangelhos e não qualquer “fonte” ou “origem” alegada por muitos estudiosos, que moldou a história cristã.

OUTROS ESTUDOS ACERCA DA INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — PARTE 001 — INTRODUÇÃO GERAL AOS EVANGELHOS — ESTUDO 001

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — PARTE 002 — A FORMA LITARÁRIA DOS EVANGELHOS

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — PARTE 003 — MOTIVOS PORQUE OS EVANGELHOS FORAM ESCRITOS

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — PARTE 004 — O LUGAR OCUPADO PELOS QUATRO EVANGELHOS NO NOVO TESTAMENTO

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — PARTE 005 —  A MELHOR FORMA DE ABORDAR OS QUATRO EVANGELHOS

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 006 – INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 001

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 007 – INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 002

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 008 – INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 003

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 009 – INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 004

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 010 – INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 005

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 011 – INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 006

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 012 – INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 007

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 013 — INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 008

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 014 — INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 009

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 015 — INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — MATEUS — PARTE 010 — AUTOR — PARTE 002



INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 016 — INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — MATEUS — PARTE 011 — DATA DA COMPOSIÇÃO

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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sexta-feira, 26 de setembro de 2014

ESTUDO DA VIDA DE JESUS – PARTE 2 – ESTUDO 031 - O VERBO DE DEUS - PARTE 002


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Essa é uma série cujo propósito é estudar, com profundidade, a vida do Senhor Jesus como apresentada nos quatro Evangelhos. No final de cada estudo você irá encontrar links para outros estudos. A Série tem o título Geral de: Jesus Confronta a Religião, a Sociedade e a Cultura.

Jesus Confronta a Religião, a Sociedade e a Cultura.

Lição 031 – OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 005.


II. O Prólogo do Evangelho de João — João 1:1—18 — Continuação

C. Exposição de João 1:1—18 — Continuação.

1. João 1:1— No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus — Continuação.

O Verbo — No grego é λόγος lógos. Essa é uma palavra que deveria ser apenas transliterada, como fazemos com as palavras Ἰησοῦς Jesus e Χριστός — Cristo — Ungido, e não traduzida como a encontramos na maioria das nossas Bíblias em Português. O motivo porque deveríamos agir desta maneira deve-se ao fato de que o termo λόγος lógos é na realidade outro apelativo do Salvador do mundo e, por este motivo, se encontra na mesma categoria que os outros dois que acabamos de mencionar. Como qualquer outro apelativo do Salvador, a expressão λόγος lógos é descritiva da excelência da Sua Pessoa, da Sua natureza e do Seu Trabalho.

Na filosofia grega, foi o filósofo Heráclito quem fez uso deste termo pela primeira vez, por volta do ano 600 a.C., como uma designação do “plano divino” que é o responsável pela coordenação de um universo que se encontra em permanente mudança. Quando João faz uso desse mesmo termo, todavia, sua intenção é denotar: “A essencial Palavra de Deus, Jesus Cristo, a sabedoria e poder pessoais em união com Deus. Denota Seu ministro na criação e governo do universo, a causa de toda a vida do mundo, tanto física quanto ética, que para a obtenção da salvação do ser humano, revestiu-Se da natureza humana na pessoa de Jesus, o Messias, a segunda pessoa da Trindade, anunciado visivelmente através de Suas palavras e obras”[1]. Este termo era familiar para os judeus e seu uso era comum entre os tradutores das escrituras hebraicas para outros idiomas — chamadas de Targuns ou Targumim no plural — já antes que Heráclito fizesse uso do termo. Para João esta era a palavra apropriada para ser utilizada de acordo com seus objetivos ao escrever o evangelho que leva seu nome.

Alguns historiadores bem como vários comentaristas do texto bíblico e muitos dos chamados “Pais da Igreja” acham que João teria derivado o uso da expressão λόγος lógos do uso que era feito pelos gregos, especialmente por Platão, que viveu de 427 a 347 a. C. Mas esta é na realidade uma reversão dos fatos, baseada na opinião de um filósofo neo-platônico, chamado Amelius, que viveu depois dos dias do apóstolo João e que disse: “... e este era verdadeiramente o “logos”, ou o verbo, por meio do qual, sempre existindo, as coisas que estão feitas foram feitas, como também pensava Heráclito, bem como aquele bárbaro — referência feita ao Evangelista João — que reconhece a ordem e a dignidade do verbo no princípio, constituído com Deus, e que era Deus mesmo, por meio do qual todas as coisas foram completamente feitas; e em quem, tudo o que existe, vive e possui vida; e que penetrou nos corpos, e foi revestido de carne e apareceu aos homens de tal maneira que a natureza de sua majestade foi demonstrada; o qual também, após a dissolução, foi novamente deificado e era Deus como era antes de descer e assumir a forma de um corpo de carne como um ser humano”

Mas, teria João, o evangelista, derivado suas idéias acerca do λόγος lógos de Platão? É o que veremos no próximo estudo.

CONTINUA...

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002 — Estudos na Vida de Jesus — O Registro Escrito Acerca de Jesus — Parte 001

003 — Estudos na Vida de Jesus — O Registro Escrito Acerca de Jesus — Parte 002.

004 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões —

005 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 2.

006 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 3.

007 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 4.

008 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 5.

009 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 6.

010 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 7.

011 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 8.

012 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 9.

013 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 10.

014 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 11.

015 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 12

016 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 13

017 A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14A

017 B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14B

017 C — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14C

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018 A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 15A

018 B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 15B

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022 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 19

023 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 20

024 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 21

025 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 22

026 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 23
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26 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 019 — O TESTEMUNHO DE JOÃO ACERCA DE JESUS
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/02/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
27 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 020 — O TESTEMUNHO DE JOÃO ACERCA DE JESUS — PARTE 002

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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[1] Strong, J. Léxico Hebraico, Aramaico e Grego. Sociedade Bíblica do Brasil, Barueri, 2002 – 2005.