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sexta-feira, 21 de outubro de 2016

SERMÃO EM ÁUDIO — ORANDO AS ESCRITURAS SAGRADAS — PARTE 002



Você poderá ouvir o sermão de domingo pregado na Igreja Presbiteriana Boas Novas que tratou do tema: ORANDO AS ESCRITURAS DE DEUS — PARTE 002. Foi uma mensagem voltada para incentivar os membros da Igreja a utilizarem porções das Escrituras Sagradas em suas orações. Para ter acesso à mesma basta clicar no link abaixo para ser direcionado diretamente para a página do sermão em áudio. Se desejar você também poderá fazer o download do mesmo.


Você poderá acompanhar a mensagem em áudio com o esboço da mesma em mãos acessando o link abaixo:


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Alexandros Meimaridis

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Os comentários não representam a opinião do Blog O Grande Diálogo; a responsabilidade é do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.

domingo, 10 de maio de 2015

A IMPORTÂNCIA DE ORAR AS ESCRITURAS SAGRADAS — PARTE 002



Texto Base: Efésios 3:14—21

Introdução.

A. Na mensagem anterior começamos a falar da importância de orar a Palavra de Deus. 
B. Naquela ocasião nós vimos os cinco primeiro motivos porque devemos conhecer bem a Bíblia a ponto de podermos integrar textos bíblicos com nossas próprias orações.  
C. Esses motivos foram: 
1. Verdades Bíblicas São Capazes de Nos Conduzir à Salvação em Cristo. 
2. A Obediência às Verdades Bíblicas nos Livra das Garras de Satanás. 
3. Verdades Bíblicas Transmitem Graça e Paz. 
4. Verdades Bíblicas Santificam. 
5. Verdades Bíblicas Servem o Amor. 
D. Hoje queremos alistar outros cinco motivos porque devemos conhecer e orar as Escrituras Sagradas.

ORANDO AS SAGRADAS ESCRITURAS – PARTE 002

Introdução 
A Bíblia Sagrada chama o nosso Deus da seguinte maneira em 
Salmos 31:5 
Nas tuas mãos, entrego o meu espírito; tu me remiste, SENHOR, Deus da verdade. 
B. Já Satanás ou o diabo é chamado pela Bíblia do “pai da mentira”, conforme podemos ler em: 
João 8:44 
Vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhe os desejos. Ele foi homicida desde o princípio e jamais se firmou na verdade, porque nele não há verdade. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira.
C. Diante dessas duas realidades nós podemos, então, prosseguir com os motivos porque devemos oras as Escrituras Sagradas:

VI. Verdades Bíblicas nos protegem do erro. 
Muito se iludem achando que o erro e a mentira são coisas ensinadas por pessoas com aparência de demônio ou com a aparência do próprio Satanás. Se o diabo agir assim ele vai assustar as pessoas e espantá-las. Pelo contrário a Bíblia dos diz o seguinte acerca dos falsos mestres: 
2 Coríntios 11:13—15 
13 Porque os tais são falsos apóstolos, obreiros fraudulentos, transformando-se em apóstolos de Cristo. 
14 E não é de admirar, porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz. 
15 Não é muito, pois, que os seus próprios ministros se transformem em ministros de justiça; e o fim deles será conforme as suas obras.
Efésios 4:13—14 
13 Até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo, 
14 para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro.

VII. Verdade Bíblicas São a Esperança do Céu

1 Coríntios 13:12 NA NTLH 
O que agora vemos é como uma imagem imperfeita num espelho embaçado, mas depois veremos face a face. Agora o meu conhecimento é imperfeito, mas depois conhecerei perfeitamente, assim como sou conhecido por Deus. 
A. Nosso conhecimento agora acerca das coisas da eternidade é limitado, mas não de todo ausente, porque a Bíblia nos fala muito acerca da vida na eternidade. Existem muitas promessas nas Escrituras que, dependendo do caso, podem aquecer nossos corações com conforto ou até mesmo incendiá-los com fervor e zelo. 
B. Quem pode citar uma promessa bíblica relativa à vida futura? Pode ser o próprio versículo ou apenas a ideia contida no mesmo.

VIII. Verdades Bíblicas São Resistidas por Muitas Pessoas

2 Timóteo 4:3 
Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos.
A. O que leva uma pessoa a acreditar que é possível fazer contato com os mortos? 
B. O que leva rapazinho adolescentes indo de dois em dois e batendo na porta das nossas casas para nos falarem do que eles acreditam ser a única igreja verdadeira. Eles nos dizem que “Essa igreja é tão igual à de Jesus Cristo que tem doze apóstolos, como a igreja de Cristo”. E para provar eles nos mostram uma bela foto dos seus 12 apóstolos. Só que quando você conta a quantidade de pessoas na foto, você descobre que elas são 15 e não 12. Dá prá confiar em pessoas assim? 
C. O que faz gente acreditar que imagens de escultura como a bonequinha de louça de Fátima em Portugal ou o preto velho de terno branco, gravata vermelha e charuto — chamado de demônio Zé Pilintra — podem fazer alguma coisa para ajudá-las em suas necessidades diárias? Vamos falar sério! 
D. Bem, não precisamos ir muito longe. Mas quando você fala para essas mesmas pessoas acerca da Bíblia e da salvação gratuita em Cristo elas dizem que nós estamos loucos. Que isso não é verdade e etc.  

IX. Verdades Bíblicas Usadas Corretamente São do Agrado de Deus

2 Timóteo 2:15 – NA NTLH 
Faça todo o possível para conseguir a completa aprovação de Deus, como um trabalhador que não se envergonha do seu trabalho, mas ensina corretamente a verdade do evangelho. 
A. Tem gente que acha que igreja chamada cristã é tudo igual. Não são não. Tem pessoas que são inteligentes, elas conseguem ler o texto bíblico e achar que sabe o que ele diz e ensinam um monte de bobagens. Como exemplo podemos citar o Bispo Macedo explicando o Milagre feito por Jesus em Caná da Galileia. Para Edir Macedo aquilo tudo — transformar a água em vinho — foi uma verdadeira perda de tempo, desperdício de poder e muitas outras bobagens assacadas contra a o Senhor Jesus. Mas o que Edir Macedo nunca aprendeu é que a intenção de João ao registrar aquele milagre era nos ensinar o poder que Jesus Cristo tem de transformar vidas. De transformar a minha e a tua vida da água para o vinho. 
B. Ou então, sua excelência p deputado federal Marco Feliciano que afirmou em uma de suas mensagens, que Deus não pode fazer nada sobre a terra sem a autorização do ser humano. É mesmo? Para qual deles Deus deve dirigir suas perguntas sr. Feliciano? 
C. Quanta bobagem!
X. Verdades Bíblicas: Devemos Sempre Crescer no Conhecimento das Mesmas 
2 Pedro 3:18 
Antes, crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, tanto agora como no dia eterno.
Conclusão:

A. Quanto mais conhecemos as Escrituras Sagradas mais capazes nos tornamos para usar as mesmas em nossas orações.

B. Mais forte e maior torna-se nossa esperança do céu e somos fortalecidos para passar pelo desenlace final dessa vida para a eternidade onde Jesus nos espera:

Filipenses 1:23

Ora, de um e outro lado, estou constrangido, tendo o desejo de partir e estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor.

C. Não existe isso que algumas religiões como as testemunhas de Jeová e os Adventistas do Sétimo propagam que as almas ficam dormindo nos caixões até a ressurreição do corpo. O corpo está lá apodrecendo, mas nossos queridos já estão na presença do Senhor Jesus! Essa é a verdadeira glória!

D. Somos mais fortes contra os falsos ensinamentos, e podemos reconhecê-los de longe.

E. Também somos mais capazes de dar respostas apropriadas a todos os falsos ensinamentos, falando a verdade e ensinando as pessoas o verdadeiro caminho de Deus

F. Por fim, somos capazes de crescer nesse conhecimento todos os dias da nossa vida até aquele grande dia quando estaremos na presença do Senhor.

As duas mensagens dessa série, poderão ser encontradas por meio dos links abaixo:
Parte 001


Parte 002

http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/05/a-importancia-de-orar-as-escrituras.html


Que Deus possa abençoar a todos.

O outro estudo sobre esse tema poderá ser encontrado por meio do link abaixo quando estiver publicado:


Alexandros Meimaridis

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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

FALSOS MESTRES DE ONTEM E DE HOJE



O material abaixo foi publicado pelo site de Editora Fiel e é de autoria do irmão Augustus Nicodemus

Falsos Apóstolos já Atacavam Igrejas no Novo Testamento

Augustus Nicodemus

Examinemos agora o caso daqueles a quem o apóstolo Paulo chama de “superapóstolos” e “falsos apóstolos”, na sua segunda carta aos coríntios (2Co 11.5; 11.13 e 12.11). Trata-se de obreiros que apareceram na igreja de Corinto, ostentando o título de apóstolos, apresentando credenciais que supostamente provavam esta reivindicação, querendo diminuir Paulo como apóstolo e assumir a liderança da igreja.

Paulo os chama de “super apóstolos,” (2Co 11.5; 12.11), provavelmente como uma ironia. [1] Os tais se apresentavam com reivindicações extravagantes e se colocando acima de Paulo e talvez dos doze. Paulo os considera “falsos apóstolos” (2Co 11.13), não somente porque a mensagem deles representava um desvio do ensino apostólico original, mas também porque eram imitadores, tentando se passar por apóstolos de Cristo. [2]

Robertson e Plummer afirmam que “não poderia ter havido falsos apóstolos (2Co 11.13), a menos que o número de Apóstolos [sic] fosse indefinido”. [3] O que eles querem dizer é que se reconhecia a existência de apóstolos além de Paulo e dos doze, e que não havia limite para o número de apóstolos naquela época. De acordo com esta interpretação, os “falsos apóstolos” eram falsos não porque estavam usurpando um título que era somente dos doze ou de Paulo, pois havia muitos outros apóstolos além deles. Eles eram falsos somente porque pregavam um falso evangelho. Assim, de acordo com esta linha de interpretação, a existência de falsos apóstolos no período apostólico é uma prova de que havia muitos apóstolos em atividade naquela época e que consequentemente não existe nenhuma razão pela qual se deva negar a existência deles em nossos dias.

Todavia, uma análise mais atenta aos textos de 2 Coríntios que se referem aos falsos apóstolos, parece sugerir que Paulo os considera “falsos” não somente por serem falsos mestres, mas também por serem usurpadores do título. Eles se apresentavam como apóstolos similares aos doze e a Paulo, e não como enviados de alguma igreja para cumprir uma missão. Eles queriam poder, autoridade, reconhecimento e, especialmente, ganhar dinheiro. Suas credenciais envolviam sonhos, visões, revelações, milagres, ascendência judaica e outras coisas destinadas a impressionar os crédulos coríntios. É verdade que haviam outros apóstolos além de Paulo e dos doze, conforme já mostramos anteriormente, mas estes que apareceram em Corinto não eram do nível de Silas, Timóteo, Barnabé ou Epafrodito – não, eles eram “superapóstolos”, como os doze e acima de Paulo. Eles eram falsos porque o grupo de “apóstolos de Jesus Cristo” ao qual eles queriam pertencer – os doze e Paulo – era limitado. [4]

Examinemos mais de perto as evidências. Quase que certamente esses obreiros eram judeus, supostamente convertidos ao Cristianismo, pregadores itinerantes, que se vangloriavam de sua ascendência judaica e de serem ministros de Jesus Cristo. [5] Eles haviam entrado na igreja de Corinto e estavam fazendo graves acusações contra Paulo, o que levou o apóstolo a ter de escrever esta carta depois de haver visitado a cidade para tratar do assunto.

Paulo diz que eles “mercadejavam a Palavra de Deus”, uma alusão às exigências financeiras que estavam fazendo (2Co 2.17). Eles se apresentavam com “cartas de recomendação,” provavelmente da igreja de Jerusalém, com o intuito de imporem a sua autoridade sobre a igreja (2Co 3.1-3). [6] Ao apresentar-se como “ministro de uma nova aliança, não da letra, mas do espírito” (2Co 3.6) e ao fazer o contraste entre o Evangelho e o Judaísmo (2Co 3.6-18), Paulo deixa transparecer que eles pregavam as glórias da antiga aliança baseada na lei de Moisés como superior ao Evangelho de Paulo. [7] Ao fazer isto, eles astutamente “adulteravam” a Palavra de Deus (2Co 4.2) e pregavam a si mesmos e não a Cristo (2Co 4.5). Paulo os critica por se “gloriarem na aparência”, o que pode ser uma referência ao fato de que se gloriavam de ser judeus legítimos, talvez de Jerusalém, ao contrário de Paulo que era da Dispersão (2Co 5.12). Eles haviam sugerido que Paulo havia enlouquecido (2Co 5.13). Criticavam-no por proceder como o mundo (2Co 10.2) e de ser covarde, pois escrevia cartas fortes e graves quando estava distante, mas quando estava presente, sua apresentação pessoal era “fraca” e sua palavra “desprezível” (2Co 10.9-10; cf. 11.6). Eles insinuavam que Paulo queria aproveitar-se financeiramente deles, ao inventar uma coleta para os pobres de Jerusalém (2Co 8.14-18). [8] Eles apresentavam-se como verdadeiros israelitas (2Co 11.22) e “ministros de Cristo” (2Co 11.23), talvez operadores de milagres (2Co 12.12), que tinham visões e revelações do Senhor (2Co 12.1). Apresentavam-se como no mesmo nível de Paulo, ou mesmo como superiores a ele, por terem maiores e melhores credenciais (2Co 11.12). A igreja de Corinto, ou um grupo dentro dela, estava aceitando a presença e o discurso deles, com suas críticas a Paulo, que certamente tinham o objetivo de minar a sua liderança e autoridade e, finalmente, assenhorear-se da comunidade (2Co 11.1-4).

A resposta de Paulo a tudo isto vem de várias maneiras. Primeira, ele responde às reivindicações destes “apóstolos” apresentando, constrangido, as suas próprias credenciais apostólicas, aceitando, num primeiro momento, que estas credenciais definem um apóstolo de Cristo: ele também é judeu (2Co 11.22), faz sinais e prodígios (2Co 12.12), tem visões e revelações do Senhor (2Co 12.1-4).

Mas, paralelamente, Paulo apresenta as credenciais de um verdadeiro apóstolo que estes “apóstolos” não tinham, e que o faziam um verdadeiro “ministro de Cristo,” em contraste com eles, que eram ministros de Satanás: eles traziam cartas de recomendação, mas a recomendação de Paulo eram os próprios coríntios, convertidos pela sua pregação (2Co 3.1-4). Eles se vangloriavam de seus predicados e credenciais, mas Paulo se gloriava de seus sofrimentos (2Co 6.4-10), de um espinho na carne (2Co 12.7-10) e de ter tido de fugir uma vez de uma cidade descido num cesto, pelo muro, para não ser morto pelos judeus (2Co 11.32-33).

Terceiro, Paulo os denuncia como “falsos apóstolos,” “obreiros fraudulentos,” que na verdade eram ministro de Satanás travestidos de ministros de Cristo, seguindo a estratégia do diabo de se passar por Deus (2Co 11.13-15). Ele apela aos coríntios para não se porem em “jugo desigual com os incrédulos,” no que parece ser uma referência a estes falsos apóstolos (2Co 6.14-18).

Fica evidente, então, de nossa análise, que estes obreiros fraudulentos haviam arrogado a si mesmos o título de apóstolos de Jesus Cristo, numa tentativa de se imporem autoritativamente sobre as igrejas, numa espécie de imitação dos doze, com o fim de dominarem sobre elas. Eles eram apóstolos falsos, não somente porque o grupo de apóstolos ao qual eles reivindicavam pertencer estava já fechado, mas também porque não possuíam as credenciais essenciais de um verdadeiro apóstolo. Além disso, estavam adulterando a Palavra de Deus no intento de auferir ganhos financeiros das igrejas.

Nossa conclusão está de acordo com o fato de que apareceram muitos, quando os doze e Paulo ainda viviam, reivindicando um status similar. Encontramos um exemplo disto no livro de Apocalipse, na carta à igreja de Éfeso: “Conheço as tuas obras, tanto o teu labor como a tua perseverança, e que não podes suportar homens maus, e que puseste à prova os que a si mesmos se declaram apóstolos e não são, e os achaste mentirosos” (Ap 2.2). À semelhança do que havia acontecido em Corinto, homens maus apareceram na igreja de Éfeso dizendo-se apóstolos. Ao contrário do que havia acontecido na igreja de Corinto, os crentes de Éfeso puseram estes apóstolos à prova – certamente examinando as suas reivindicações, suas credenciais e sua mensagem – e concluíram que eles eram impostores, no que foram aprovados pelo Senhor. Aqui cabem as palavras de Spence-Jones: “Chamar um homem de sucessor dos apóstolos, o qual não tem o caráter apostólico – nobreza, lealdade a Cristo e total autoabnegação – é uma farsa malévola”. [9]

O status de apóstolo era cobiçado desde cedo na história da igreja cristã, não como um indicativo de alguém que estava envolvido na obra missionária, mas pelo poder, autoridade e respeito que este status comandava. E é exatamente neste sentido que ele vem sendo apropriado e usado por muitos hoje que se apresentam como apóstolos de Jesus Cristo.

Notas:

1. Cf. “tais apóstolos”, ARA; “superapóstolos”, NVI; “superapóstolos” NTLH. A ARC, todavia, traduziu como sendo uma referência não irônica,“aos mais excelentes apóstolos”, o que altera substancialmente a interpretação da passagem, sugerindo que estes apóstolos “mais excelentes” eram os doze com quem Paulo estava se comparando.

2. Alguns estudiosos sugerem que Paulo estava se referindo ironicamente aos doze apóstolos de Jesus Cristo, sediados em Jerusalém. Contudo, diante dos relatos do livro de Atos e de Gálatas capítulo dois, da concordância e harmonia entre Paulo e os doze, esta sugestão não se sustenta. Veja os argumentos contra a ideia de que os “superapóstolos” eram os doze em Kirk, “Apostleship since Rengstorf,” 253.

3.  Robertson, Corinthians, 279.

4.  “Apóstolos de Jesus Cristo” é uma designação quase que exclusiva dos doze e Paulo no Novo Testamento, cf. a argumentação na seção “Apóstolos de Jesus Cristo”.

5.  Cf. Carson, New Bible Commentary, na Introdução.

6.  Isto não quer dizer que os apóstolos de Jerusalém estariam de acordo com a atividade sectária e mercenária deles, em Corinto.

7. Para uma posição contrária, veja Clark, “Apostleship,” 359-360 e Carson, New Bible Commentary, Introdução. Mesmo admitindo que os oponentes de Paulo eram judeus cristãos, Carson não acredita que eram judaizantes, como aqueles que infestaram as igrejas da Galácia. Contudo, o contraste entre as duas alianças no capítulo 3 só faria sentido no contexto de uma mensagem judaizante dos oponentes de Paulo.

8. Esta é, provavelmente, a razão pela qual Paulo toma várias precauções para evitar acusações de apropriação indébita das ofertas que ele haveria de levar a Jerusalém, cf. 2Co 8—9.

9. Spence-Jones, Galatians, 140.

O material original poderá ser encontrado nesse link aqui:


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Alexandros Meimaridis

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terça-feira, 15 de abril de 2014

A VERDADEIRA FACE DOS FALSOS MESTRES



Satanás manifestado como anjo de luz

A Bíblia é muito CLARA nessa questão que envolve os falsos mestres. O apóstolo Paulo, e não esse blogueiro, afirma o seguinte:

2 Coríntios 11:13—15

13 Porque os tais são falsos apóstolos, obreiros fraudulentos, transformando-se em apóstolos de Cristo.

14 E não é de admirar, porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz.

15 Não é muito, pois, que os seus próprios ministros se transformem em ministros de justiça; e o fim deles será conforme as suas obras.

Foi certamente pensando nessas palavras do apóstolo Paulo, que o designer brasileiro cujo nome artístico é Billy The Butcher — um nome no mínimo hilário — criou uma série de cartazes que foram publicados no jornal eletrônico “O GRITO”, baseados no artigo publicado pela revista FORBES, que apresentou os 5 pastores mais ricos do Brasil.

Billy The Butcher usou como base a fortuna pessoal indicada pela FORBES e fez cartazes alusivos a: Edir Macedo, Valdemiro Santiago, R. R. Soares, o casal Estevam e Sonia Hernandes e o indefectível Silas Malafaia, aquele mesmo que disse em público que iria processar a FORBES lá nos Estados Unidos.

Seguem os cartazes produzidos por Billy The Butcher

78
Marco Feliciano

219
Edir Macedo

310
Valdemiro Santiago

65
Estevam e Sonia Hernandes

562
R. R. Soares

malafaia
Silas Malafaia

Queremos parabenizar o autor dos cartazes por sua criatividade e por demonstrar com grande maestria artística a verdadeira face dos falsos mestres e mestras que dominam a mídia evangélica no Brasil.

O artigo original publicado pelo site “O GRITO” pode ser visto por meio desse link aqui:


Já o artigo da Forbes comentado pelo nosso blog, pode ser acessado por meio desse link aqui:


Que Deus ajude esses indivíduos a se arrependerem e retornarem aos caminhos do Senhor é nossa oração.

Uma última palavra de advertências para aqueles que idolatram e sustentam esses falsos mestres. Saibam que existem sérias consequências, por toda a eternidade, para aqueles que ignoram a Palavra de Deus. Portanto, pensem muito bem antes de enviar qualquer comentário carregado de palavras mentirosas e odiosas:

1 Coríntios 14:37—38

37 Se alguém se considera profeta ou espiritual, reconheça ser mandamento do Senhor o que vos escrevo.

38 E, se alguém o ignorar, será ignorado.

Que Deus abençoe a todos os que são verdadeiramente Seus.

Alexandros Meimaridis

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sexta-feira, 16 de março de 2012

EU TENHO VERGONHA DOS MEUS EX ALUNOS QUE SE INTITULAM “APÓSTOLOS”


Como todos sabem, meu nome é Alex. Quem tiver maior interesse em meu perfil poderá checar o mesmo nessa página do meu blog.

Existe algo, todavia, que não consta no meu perfil. É o fato de eu ter sido durante 15 anos professor em vários Institutos Bíblicos e Seminários entre os quais posso citar: o Instituto Bíblico do Brasil – IBB - que funcionava nas dependências da Igreja Cristã Paulistana na Aclimação. No mesmo prédio também funcionava o Seminário Bíblico de São Paulo. Além disso, dei aulas no Seminário Palavra da Vida em Atibaia, como professor convidado.

Durante todos aqueles anos ministrei cursos nas áreas de Educação Cristã e Novo Testamento, que são minhas áreas de especialização. Hoje estou afastado do ensino formal, mas continuo no ministério pastoral – vou completar 31 anos em agosto próximo como pastor ordenado. Pastoreio uma Igreja Presbiteriana nascente na cidade de São João da Boa Vista no interior de São Paulo.

Durante os anos em que fui professor tive oportunidade de conhecer e ministrar para várias centenas de pessoas de ambos os sexos, jovens solteiros, pessoas casadas e vários adultos já na fase pós quarenta anos.

Quando comecei meu magistério eu me encontrava recém chegado do exterior, com muitas idéias na cabeça e um desejo ardente de servir o Senhor. Comecei a ensinar no ano de 1983. Aquele já era um período muito turbulento para a Igreja no Brasil:

·       Estevam e Sônia Hernandez atraiam uma multidão todas as segundas-feiras para o velho cinema da Lins de Vasconcelos com uma banda de nome horroroso – Katzbarnéia – comandada por um tal de “brother” Simion ou algo equivalente.

 ·       A Igreja Universal do Reino de Deus já estava colocando suas manguinhas de fora, e começava a misturar notícias boas com escândalos.
 
·       Caio Fábio ainda era uma unanimidade.
 
·       O “Evangelho Agnóstico” promovido por Kenneth Hagin, o velho, estava começando a se firmar e lançar sua profundas raízes em solo brasileiro.
·       Neusa Itioka foi minha contemporânea no IBB, mas já naquela época, ouvindo sua voz histriônica achava que tinha algo muito errado com as bobagens que ensinava e continua ensinando.

Como professor eu estava muito centrado em ensinar minhas próprias matérias e mal tinha tempo para acompanha mais de perto esses movimentos. Foi um erro, admito.
O desenvolvimento daquilo que chamamos de pentecostalismo – um movimento que desde seu início desprezou as Escrituras, para valorizar outras coisas, tais como: línguas estranhas, profecias, curas e etc., só podia dar, no que deu:
·       O movimento pentecostal teve seu início oficial no dia primeiro de Janeiro de 1901 quando uma moça de nome Agnes Ozman alegou ter sido batizada com o Espírito Santo e falou em línguas estranhas. Depois disso a mentira se disseminou rapidamente, com o surgimento de muitos movimentos independente cada um com seus próprios modismos.
·      
·       Entre as décadas de 1940—1950 um novo movimento se firmou nos Estados Unidos chamado de Latter Rain – Últimas Chuvas. Esse pessoal se distanciou do movimento pentecostal e passou a receber revelações cada vez mais absurdas, enquanto a Bíblia ia sendo deixada de lado cada vez mais. Foram eles os primeiros e enfatizar um movimento moderno de profetas e apóstolos que mais tarde foi apropriado por C. Peter Wagner. A figura mais proeminente desse movimento foi um cidadão chamado William Brahnam. Esse indivíduo negava a existência da trindade e inventou uma heresia que dizia respeito à “Semente da Serpente”. Ele também acreditava que uma elite de cristãos iria surgir no futuro. Brahnam teve um fim trágico. Ele veio a falecer como consequência de um acidente automobilístico causado por ele mesmo já que estava alcoolizado.

 ·  Durante a década de 1960 um movimento surgiu no seio da Igreja Católica Romana, chamado de Movimento Carismático. Logo foi adotado e copiado pelos chamados evangélicos pentecostais de todos os matizes.
 
·       Em seguida veio a chamada terceira onda pentecostal com o surgimento de Igrejas como a Igreja de Nova Vida, fundada por um canadense auto nominado Bispo Roberto McAlister. Esse indivíduo que gostava de se vestir como um padre católico romano, com camisa roxa e colarinho clerical, também de denominou “Bispo Primaz” da sua nova igreja. Edir Macedo, R. R. Soares e muitos outros saíram de suas fileiras, para achincalhar de vez com o Evangelho. Recentemente um dos filhos de Roberto McAlister escreveu um livro tentando defender o pai, alegando que ele não teve nada a ver com tudo isso que temos diante dos nossos estarrecidos olhos. Mas é tarde demais. Qualquer pessoa de bom senso, com um pouco de conhecimento sabe que foi a Igreja de Nova Vida e seu Bispo Primaz quem começaram todas essa baderna que está ai com os Silas Malafaia, Bispo Edir Macedo, Estevam e Sonia Hernandez, R. R. Soares e muitos outros do mesmo tipo.

 ·       Por fim chegamos na quarta onda pentecostal com Marco Feliciano e Waldemiro Santiago, e outros falsos profetas.
·    
·       Entre a terceira e quarta onda pentecostal um americano chamado Peter Wagner, ressuscitou o movimento de profetas e apóstolos que havia surgido durante os dias do “Latter Rain – Últimas Chuvas. Além disso, ele inventou a “Batalha Espiritual”, e seus desdobramentos: “Demônios Territoriais”, Cobertura Espiritual” e o “Movimento Moderno de Profetas e Apóstolos”.
 
·       As mentiras de Peter Wagner, como são todas as mentiras satânicas, seduziram uma multidão de indivíduos desejosos, especialmente em capitalizar em cima das novidades.
 
·       Uma das características centrais do movimento de profetas e apóstolos capitaneado por C. Peter Wagner e seu clones é o fato deles declararem que estão isentos de qualquer teste, por mais bíblico que seja. Assim sentem-se à vontade para inventar modas e explorarem livremente as pessoas. Alegam que suas profecias não precisam se cumprir com perfeição – compare com o que a Bíblia exige em Deuteronômio 18. Também alegam que não precisam ser ortodoxos em suas posições doutrinárias o que afronta diretamente o que é ensinado em Deuteronômio 13. Quando conseguem fazer algum sinal ou milagre, então a farsa fica completa. São mestres em desenvolver interpretações alegóricas, retiradas especialmente do Antigo Testamento, às quais aplicam aos crentes do século XXI sem o menor pudor. Como rejeitam os padrões bíblicos estabelecidos para profetas e apóstolos tornam-se eles próprios a referência que os justifica. Assim, dois hereges, como Silas Malafaia e Morris Cerullo podem se declarar mutuamente profetas de Deus e enganar milhões.

·    O Mais absurdo em tudo isso é que esses verdadeiros falsos apóstolos exigem que todos nós nos submetamos a seus desmandos e sustentemos suas vidas nababescas.   

Entre os muitos apóstolos que encontramos hoje no Brasil, alguns foram meus alunos durante meus anos de magistérios. É com grande tristeza de alma e coração que vejo que, infelizmente, esses indivíduos nunca aprenderam absolutamente nada do que lhe foi ensinado nas aulas de Educação Cristã e Novo Testamento. Especialmente nessas últimas. Movidos por ganâncias inconfessáveis, alguns foram logo comprando o pomposo título de “Apóstolo”. Isso mesmo: compraram. Peter Wagner e seu movimento vendem o título em um curso de fim de semana pela bagatela de US$ 1,500.00. Uma vez paga a taxa, de receberem uma oração de consagração com imposição de mãos e depois de receber um certificado, o homem e mulher são então declarados apóstolos e apóstolas.

Outros compraram o título por aqui mesmo. Na última ordenação coletiva que o ridículo Renê Terra Nova promoveu em Manaus, ele ordenou mais de Mill apóstolos e apóstolas de uma só vez. Não sei o preço que foi cobrado, mas alguém disse que o título apenas ficava em R$ 2.000,00 por pessoas. Fora o deslocamento até Manaus e a hospedagem.

Outros ainda, como tinham sido ordenados por grupos de apóstolos de menor importância foram até Manaus, e pagaram a taxa para terem seus títulos confirmados ou revalidados. Alguns são tão ridículos ou duvidam da própria ordenação que não perdem uma oportunidade para confirmar a mesma, frequentando todos os congressos promovidos por Renê Terra Nova, especificamente, para cumprir esse propósito.

Outro indivíduo, como tem os pais apóstolos, foi ordenado por esses e assim economizou na viagem e nas taxas de ordenação.

Por todos esses motivos eu tenho imensa vergonha dessas pessoas e rogo que Deus se compadeça deles e possa trazê-los de volta ao bom senso de, como Cristo, assumir uma posição de verdadeiros servos dos irmãos. Não foi esse o exemplo de arrogância que Jesus nos deixou – Bispo Primaz, Apóstolos, Apóstolas – mas de servos. Leia os textos abaixo com bastante vagar para entender melhor tudo o que foi escrito acima.

Mateus 20:20—28

20 Então, se chegou a ele a mulher de Zebedeu, com seus filhos, e, adorando-o, pediu-lhe um favor.

21 Perguntou-lhe ele: Que queres? Ela respondeu: Manda que, no teu reino, estes meus dois filhos se assentem, um à tua direita, e o outro à tua esquerda.

22 Mas Jesus respondeu: Não sabeis o que pedis. Podeis vós beber o cálice que eu estou para beber? Responderam-lhe: Podemos.

23 Então, lhes disse: Bebereis o meu cálice; mas o assentar-se à minha direita e à minha esquerda não me compete concedê-lo; é, porém, para aqueles a quem está preparado por meu Pai.

24 Ora, ouvindo isto os dez, indignaram-se contra os dois irmãos.

25 Então, Jesus, chamando-os, disse: Sabeis que os governadores dos povos os dominam e que os maiorais exercem autoridade sobre eles.

26 Não é assim entre vós; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva;

27 e quem quiser ser o primeiro entre vós será vosso servo;

28 tal como o Filho do Homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.

 Marcos 10:35—45

35 Então, se aproximaram dele Tiago e João, filhos de Zebedeu, dizendo-lhe: Mestre, queremos que nos concedas o que te vamos pedir.

36 E ele lhes perguntou: Que quereis que vos faça?

37 Responderam-lhe: Permite-nos que, na tua glória, nos assentemos um à tua direita e o outro à tua esquerda.

38 Mas Jesus lhes disse: Não sabeis o que pedis. Podeis vós beber o cálice que eu bebo ou receber o batismo com que eu sou batizado?

39 Disseram-lhe: Podemos. Tornou-lhes Jesus: Bebereis o cálice que eu bebo e recebereis o batismo com que eu sou batizado;

40 quanto, porém, ao assentar-se à minha direita ou à minha esquerda, não me compete concedê-lo; porque é para aqueles a quem está preparado.

41 Ouvindo isto, indignaram-se os dez contra Tiago e João.

42 Mas Jesus, chamando-os para junto de si, disse-lhes: Sabeis que os que são considerados governadores dos povos têm-nos sob seu domínio, e sobre eles os seus maiorais exercem autoridade.

43 Mas entre vós não é assim; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva;

44 e quem quiser ser o primeiro entre vós será servo de todos.

45 Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.

A leitura dos dois textos é importante por causa das pequenas, mas importantes variações que podemos notar.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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