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domingo, 6 de março de 2016

A GLÓRIA DE DEUS - ESTUDO 009 - A RELAÇÃO ENTRE AÇÕES DE GRAÇAS E A GLÓRIA DE DEUS PARTE 002


Essa é uma série de estudos baseada no tema geral da: “GLÓRIA DE DEUS”. É um estudo bastante aprofundado do tema em si e de todas as suas implicações. É bastante conveniente que o leitor prossiga nesses estudos até o final para poder usufruir melhor do conteúdo dos mesmos. No final de cada estudo o leitor encontrará links para os outros estudos.

CONTINUAÇÃO


III. Ações de Graças e companhia.



A. Ações de Graças acompanham o “ser cheio do Espírito Santo”


Efésios 5:18—20

E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito, falando entre vós com salmos, entoando e louvando de coração ao Senhor com hinos e cânticos espirituais, dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo.

Comentário:

1. Ações de Graças são a manifestação por excelência de que estamos cheios de Espírito Santo. Todas as nossas falhas em agradecer a Deus certamente entristecem e apagam o Espírito Santo.


Efésios 4:30

E não entristeçais o Espírito de Deus, no qual fostes selados para o dia da redenção.

1 Tessalonicenses 5:19
Não apagueis o Espírito.


2. Esses versículos deveriam nos ajudar a colocar Ações de Graças nas nossas rotinas diárias em um lugar bem alto na nossa escala de prioridades. Como avaliamos alguém que lê esses versículos e é negligente com a virtude de Ações de Graças?


B. Ações de Graças acompanham orações e a paz de Deus.

Filipenses 4:6—7

Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus.


Comentário:

1. O que pode ser mais proveitoso do que ter a possibilidade de falar com Deus diariamente e de gozar Sua paz em nossos corações? Dentro deste contexto, encontramos a necessidade de manifestarmos Ações de Graças.


2. E possível que nós não estejamos, muitas vezes, vendo Deus responder nossas orações nem experimentado a paz de Deus em nossos corações pelo simples fato de não sermos agradecidos?


C. Ações de Graças acompanham a vida cristã.

Colossenses 2:6—7

Ora, como recebestes Cristo Jesus, o Senhor, assim andai nele, nele radicados, e edificados, e confirmados na fé, tal como fostes instruídos, crescendo em ações de graças.

Comentário:

1. Nós recebemos a Jesus pela fé e é pela fé que nós devemos viver toda a vida cristã.


2. Ações de Graças são descritas nesses versículos relacionadas a cada aspecto da vida cristã. A prática de Ações de Graças deve crescer em nosso meio.

D. Ações de Graças acompanham a Adoração.


Apocalipse 7:11—12

Todos os anjos estavam de pé rodeando o trono, os anciãos e os quatro seres viventes, e ante o trono se prostraram sobre o seu rosto, e adoraram a Deus, dizendo: Amém! O louvor, e a glória, e a sabedoria, e as ações de graças, e a honra, e o poder, e a força sejam ao nosso Deus, pelos séculos dos séculos. Amém!


Comentário:

1. Adoração é o maior ato que um ser humano pode praticar. Não existe nada que possa ser mais valioso ou mais importante. Uma parte essencial da adoração são as ações de graças.


2. Quando vivemos uma vida caracterizada por atitudes de ingratidão, nós manifestamos nossa falta de capacidade para adorar a Deus verdadeiramente.

João 4:24

Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade.

IV. A Exortação relacionada às Ações de Graças.


Salmos 100:4—5

Entrai por suas portas com ações de graças e nos seus átrios, com hinos de louvor; rendei-lhe graças e bendizei-lhe o nome. Porque o SENHOR é bom, a sua misericórdia dura para sempre, e, de geração em geração, a sua fidelidade.

Comentário:

A. Esses versos mostram de maneira bastante clara, que se queremos nos apresentar diante de Deus devemos vir trazendo ações de graças. A Bíblia ensina que comparecer na presença de Deus sem ações de graças é comparecer sem estar devidamente preparado! É comparecer com a atitude errada! Em outras palavras: comparecer na presença de Deus sem ações de graças é pecado e está sujeito ao juízo de Deus.

B. Esses versículos explicam como devemos ser agradecidos a Deus e porque devemos ser agradecidos.

1. Nós devemos ser agradecidos a Deus por aquilo que Ele é e pela Sua grandeza e bondade. Nós precisamos começar a entender a infinidade da pessoa de Deus, Seus atributos e Sua bondade como manifestados em Sua obra graciosa.


2. Nós devemos ser agradecidos a Deus por Sua misericórdia e a qualidade eterna desta mesma misericórdia. Sem a misericórdia de Deus nós estaríamos todos no inferno.


3. Nós devemos ser agradecidos a Deus por Sua verdade e como essa verdade permanece de geração em geração. Deus tem Se revelado a nós nas Escrituras bem como na natureza criada. Nós somos abençoados com a verdade. Imagine em que condição terrível nós nos encontraríamos se não tivéssemos a verdade.

Conclusão.

Nós precisamos reservar um tempo diariamente para expressar nossa gratidão a Deus. Mas é também fundamental que estejamos sempre dispostos a oferecer um “muito obrigado Senhor”, espontâneo, no decorrer do dia. Lembre-se, Deus é digno de receber todas as ações de graças que nós podemos oferecer a Ele.

OUTROS ESTUDOS ACERCA DA GLÓRIA DE DEUS

Estudo 001 — A Glória de Deus — O Significado da Glória de Deus — Parte 1 

Estudo 001 — A Glória de Deus — O Significado da Glória de Deus — Parte 2 

Estudo 002 — A Glória de Deus — A Importância de Se Viver Para a Glória de Deus — Parte 1

Estudo 002 — A Glória de Deus — A Importância de Se Viver Para a Glória de Deus — Parte 2

Estudo 003 — A Glória de Deus — O Senhor Jesus e  a Glória de Deus — Parte 1 

Estudo 003 — A Glória de Deus — O Senhor Jesus e a Glória de Deus — Parte 2 

Estudo 004 — A Glória de Deus — A Provisão Divina Relacionada com a Glória de Deus — Parte 1

Estudo 004 — A Glória de Deus — A Provisão Divina Relacionada com a Glória de Deus — Parte 2

Estudo 005 — A Glória de Deus — As Prioridades dos Crentes a Glória de Deus — Parte 1 

Estudo 005 — A Glória de Deus — As Prioridades dos Crentes a Glória de Deus — Parte 2 

Estudo 006 — A Glória de Deus — A Vida Diária dos Crentes a Glória de Deus — Parte 1 

Estudo 006 — A Glória de Deus — A Vida Diária dos Crentes a Glória de Deus — Parte 2 

Estudo 007 — A Glória de Deus — Os Empecilhos Para Se Viver Para a Glória de Deus — Parte 1

Estudo 007 — A Glória de Deus — Os Empecilhos Para Se Viver Para a Glória de Deus — Parte 2

Estudo 008 — A Glória de Deus — A Relação entre a Glória de Deus e o Louvor — Parte 1 

Estudo 008 — A Glória de Deus — A Relação entre a Glória de Deus e o Louvor — Parte 2 

Estudo 009 — A Glória de Deus — A Relação entre Ações de Graças e a Glória de Deus — Parte 1

Estudo 009 — A Glória de Deus — A Relação entre Ações de Graças e a Glória de Deus — Parte 2

Estudo 010 — A Glória de Deus — As Advertências Bíblicas Acerca da Glória de Deus — Parte 1
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/04/a-gloria-de-deus-estudo-10-as.html

Estudo 010 — A Glória de Deus — As Advertências Bíblicas Acerca da Glória de Deus — Parte 2
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/07/a-gloria-de-deus-estudo-010-as.html

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

PARÁBOLAS DE JESUS - MATEUS 24:32—35 — A PARÁBOLA DA FIGUEIRA — SERMÃO 016


Esse artigo é parte da série "Parábolas de Jesus" e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos das verdades contidas nessa série, com aplicações para os nossos dias. No final do artigo você encontrará links para os outros artigos dessa série.


A Parábola da Figueira – Mateus 24:32—35

32 Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão.

33 Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas.

34 Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça.

35 Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão.

Introdução

  • Existem 39 parábolas contadas por Jesus registradas nos Evangelhos. 

  • Jesus era um arguto observador da natureza. A maioria das suas parábolas faz referência à vida dos fazendeiros, pastores e pescadores. 

  • Esta parábola está registrada nos três evangelhos sinóticos e as palavras que Jesus usa acerca da figueira eram claramente compreendidas pelos seus ouvintes. 

  • Próxima da cidade de Jerusalém ficava um pequeno vilarejo conhecido por Betfagé – Casa dos Figos. 

  • Essa parábola está inserida no contexto do discurso escatológico proferido por Jesus em Mateus 24 – 25.

I. A Parábola.

A. A Figueira.

1. Uso da Figueira e de Figos na História Religiosa de Israel.

Oséias 9:10

Achei a Israel como uvas no deserto, vi a vossos pais como as primícias da figueira nova; mas eles foram para Baal-Peor, e se consagraram à vergonhosa idolatria, e se tornaram abomináveis como aquilo que amaram.

Jeremias 24:1—2

Fez-me ver o SENHOR, e vi dois cestos de figos postos diante do templo do SENHOR, depois que Nabucodonosor, rei da Babilônia, levou em cativeiro a Jeconias, filho de Jeoaquim, rei de Judá, e os príncipes de Judá, e os artífices, e os ferreiros de Jerusalém e os trouxe à Babilônia. Tinha um cesto figos muito bons, como os figos temporãos; mas o outro, ruins, que, de ruins que eram, não se podiam comer.

Joel 1:6—7

Porque veio um povo contra a minha terra, poderoso e inumerável; os seus dentes são dentes de leão, e ele tem os queixais de uma leoa. Fez de minha vide uma assolação, destroçou a minha figueira, tirou-lhe a casca, que lançou por terra; os seus sarmentos se fizeram brancos.

Cristo ao fazer uso da figueira estava usando um símbolo sobejamente conhecido.

2. A Figueira como planta.

  • A figueira é uma árvore que tem folhas. Como tal, as figueiras plantadas no hemisfério norte costumam perder todas as suas folhas no outono. 


  • A figueira também como o pé de ceriguela possui flores invisíveis e produz os frutos antes da folhas. 

  • Os frutos da figueira nascem no início da primavera, enquanto que as folhas aparecem somente no final da primavera.


  • Jesus faz referência a este fato:

Marcos 13:28 

Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam, e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão.


3 . A Analogia.

Da mesma maneira que olhando a figueira brotar folhas tenras era um indicativo do fato de que o verão estava próximo ou que o verão seria o evento a seguir, assim Jesus ensina seus discípulos que quando eles vissem certos sinais eles deveriam saber que a vinda do Senhor estava próxima. Que sinais?

1. Os próprios discípulos haviam pedido que Jesus lhe explicasse que sinais haveria da vinda de Jesus e da consumação do século — do fim do mundo —

Mateus 24:1—3.

1 Tendo Jesus saído do templo, ia-se retirando, quando se aproximaram dele os seus discípulos para lhe mostrar as construções do templo.

2 Ele, porém, lhes disse: Não vedes tudo isto? Em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derribada.

3 No monte das Oliveiras, achava-se Jesus assentado, quando se aproximaram dele os discípulos, em particular, e lhe pediram: Dize-nos quando sucederão estas coisas e que sinal haverá da tua vinda e da consumação do século.

2. Jesus deu a eles inúmeros sinais: ver Mateus 24:4—28. A ordem a seguir não é cronológica:


  • Falsos Cristos ou falsos Messias. 

  • Guerras e rumores de guerras. 

  • Fomes e terremotos. 

  • Perseguição dos cristãos até à morte em alguns casos. 

  • Esfriamento da devoção de quase todos os cristãos. 

  • Pregação do Evangelho por todo o mundo. Então virá o fim.

  • A profanação do Templo em Jerusalém. 

3. Como as pessoas sabem que o verão está próximo ao verem a figueira brotar, assim os discípulos devem saber que o fim está próximo, é o evento a seguir, quando todas estas coisas estiverem cumpridas.

4. A vinda de Jesus será triunfal e todos O verão e saberão quem Ele é:

Mateus 24:29—31.

29 Logo em seguida à tribulação daqueles dias, o sol escurecerá, a lua não dará a sua claridade, as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados.

30 Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória.

31 E ele enviará os seus anjos, com grande clangor de trombeta, os quais reunirão os seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus.

5. Da mesma maneira que a figueira anuncia o verão e o verão anuncia a colheita, assim também estes sinais nos conduzirão ao juízo final de Deus.

B. A promessa:

Marcos 13:30 

Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça.

Charles Spurgeon, o chamado “Príncipe dos Pregadores”, considerava essas palavras como: “As mais desconcertantes palavras que encontramos em toda a Bíblia”.

Quando Jesus diz “esta geração” a quem este Ele se referindo? A palavra grega usada por Marcos é γενεὰ - geneà – raça ou geração. Pode também indicar tipos de pessoas não relacionadas a tempo, como quando usamos a expressão “raça de gente ruim”, “raça valente”.

1. Algumas da muitas especulações acerca da expressão “esta geração”.

  • A expressão esta geração se refere exclusivamente aos discípulos de Jesus que ouviram estas palavras. 

Ø  Teoria 1: Jesus estava errado acerca das coisas que ele falou.


Ø  Teoria 2: Tudo se cumpriu no ano 70 a.D. Inclusive a volta de Jesus!


  • A expressão esta geração se refere aos judeus como um povo distinto. Em outras palavras, Jesus estava dizendo que os judeus vão continuar a existir como povo distinto até a segunda vinda de Jesus. 

Ø  Mas se Jesus queria dizer isso, porque não usou a expressão “povo de Israel” no lugar de “esta geração”?


  • A expressão esta geração se refere àqueles que rejeitaram a Jesus. 

Ø  Argumento muito forçado.


  • A expressão esta geração se refere à nação de Israel moderno fundado em 1948. 

Ø  A intenção de Jesus era esclarecer. Este significado seria muito obscuro para os primeiros discípulos.


  • A expressão esta geração se refere à geração do fim dos tempos. 

Ø  Mas se assim fosse Jesus não estaria respondendo à pergunta feita pelos discípulos. 

Ø  O que Jesus falou valia para os discípulos e não somente para as pessoas que estarão vivas no fim dos tempos.


2. Nova luz foi lançada sobre esta questão com a descoberta dos Manuscritos do Mar Morto.

  • Os Manuscritos do Mar Morto são uma extensa coleção de manuscritos produzidos por uma comunidade de Essênios — grupo religioso judeu não mencionado no Novo Testamento — que habitava, de forma isolada a região desértica nas proximidades do Mar Morto. 

  • Esta comunidade floresceu de maneira mais significativa em Qumran e acredita-se que foram as pessoas desta comunidade quem produziram os manuscritos e que os esconderam nas cavernas das montanhas rochosas e, praticamente, inacessíveis ao redor do Mar Morto.  
  • Estes Manuscritos continham cópias de Livros do Antigo Testamento, Hinários, e livros produzidos pela própria comunidade. Foram escritos em Hebraico e Aramaico.



  • Este material foi escondido dentro de jarros de barro lacrados em cavernas íngremes mais fáceis de serem alcançadas por bodes, do que por seres humanos.


 

  • Um jovem pastor beduíno que buscava alguns bodes extraviados lançou pedras para dentro de uma destas cavernas visando assustar um eventual animal que por ventura estivesse escondido ali. Nenhum animal acusou o golpe, mas ele percebeu que uma das pedras lançadas fez um barulho semelhante ao de um vaso de barro sendo quebrado por uma pedrada. 

À Esquerda o verdadeiro descobridor dos manuscritos do Mar Morto que o Estado Nazista de Israel, pretende que nunca existiu.

  • Nosso pequeno beduíno então, conseguiu descer até a caverna e realizou a maior descoberta arqueológica da qual se tem notícia tanto pela quantidade dos documentos encontrados quanto pela qualidade da preservação do Material. 
  • Muito da nossa compreensão das palavras que foram, provavelmente, usadas por Jesus está sendo alargada por essa descoberta e pela publicação destes manuscritos, que foi completada, de forma revisada, ano de 2005.  
  • Entre os benefícios que essas descobertas nos propiciaram está o conceito de que a palavra Aramaica usada por Jesus e que foi traduzida para o grego como γενεὰ - geneà – raça ou geração significava nos dias de Jesus uma duração que não se limita a um período de vida e não deve ser entendida literalmente! Ela se refere a certo tipo de pessoas que persistem e permanecem fiéis até ao fim.  
  • Este sentido combina perfeitamente com as palavras de exortação de Jesus, espalhadas por todo o sermão profético, acerca da necessidade de os seguidores de Jesus não se deixarem enganar, nem deixar de perseverar.  
  • Portanto, a expressão “esta geração” inclui tanto os discípulos que ouviram as palavras de Jesus, como aqueles que presenciaram a destruição de Jerusalém no ano 70 a.D, bem como todos os crentes que, através dos séculos, com perseverança têm esperado o cumprimento das profecias que dizem respeito ao final dos tempos. 

II. A certeza da Palavra profética.

Jesus prometeu:

Marcos 13:31 

Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão.

III. Conclusão

1. Somos nós a última geração? Sim e Não.

2. De qualquer maneira devemos estar atentos e preparados. 

3. Na próxima mensagem que vem falaremos acerca da Parábola do Servo Vigilante que diz respeito a todos nós.

OUTRAS PARÁBOLAS DE JESUS PODEM SER ENCONTRADAS NOS LINKS ABAIXO:

001 – O Sal

002 – Os Dois Fundamentos

003 – O Semeador

004 – O Joio e o Trigo =

005 – O Credor Incompassivo

006 — O Grão de Mostarda e o Fermento

007 — Os Meninos Brincando na Praça

008 — A Semente Germinando Secretamente

009 e 010 — O Tesouro Escondido e a Pérola de Grande Valor

011 — A Eterna Fornalha de Fogo

012 — A Parábola dos Trabalhadores na Vinha

013 — A Parábola dos Dois Irmãos

014 — A Parábola dos Lavradores Maus — Parte 1

014A — A Parábola dos Lavradores Maus — Parte 2

015 — A Parábola das Bodas —

016 — A Parábola da Figueira

017 — A Parábola do Servo Vigilante

018 — A Parábola do Ladrão

019 — A Parábola do Servo Fiel e Prudente

020 — A Parábola das Dez Virgens

021 — A Parábola dos Talentos

022 — A Parábola das Ovelhas e dos Cabritos

023 — A Parábola dos Dois Devedores

024 — A Parábola dos Pássaros e da Raposa

025 — A Parábola do Discípulo que Desejava Sepultar Seu Pai

026 — A Parábola da Mão no Arado

027 — A Parábola do Bom Samaritano — Completo

027A — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 1

027B — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 2 — Os Ladrões e o Sacerdote

027C — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 3 — O Levita

027D — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 4 — O Samaritano

027E — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 5 — O Socorro

027F — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 6 — O transporte até a hospedaria

027G — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 7 — O pagamento final

027H — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 8 — O diálogo final entre Jesus e o doutor da Lei

028 — A Parábola do Rico Tolo —

029 — A Parábola do Amigo Importuno —

030 — A Parábola Acerca de Pilatos e da Torre de Siloé

031 — A Parábola da Figueira Estéril

032 — A Parábola Acerca dos Primeiros Lugares

033 — A Parábola do Grande Banquete

034 — A Parábola do Construtor da Torre e do Grande Guerreiro

035 — Introdução a Lucas 15 — Parábolas Acerca da Condição Perdida da Raça Humana — Parte 001

036 — Introdução a Lucas 15 — Parábolas Acerca da Condição Perdida da Raça Humana — Parte 002

037A — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 001

037B — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 002

037C — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 003

037D — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 004 — A Influência do Antigo Testamento

037E — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 005 — Características Cristológicas da Parábola da Ovelha Perdida

037F — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 006 — A importância das pessoas perdidas.


Grande Abraço e que Deus possa abençoar a todos.

Alexandros Meimaridis

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