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quarta-feira, 21 de junho de 2017

AS FESTAS JUNINAS: OS CRENTES PODEM PARTICIPAR?


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Hoje temos a oportunidade de publicar um artigo escrito pelo irmão Augustus Nicodemos Lopes tratando desse controverso tema que é a participação dos crentes nas chamadas “festas juninas”. O material original foi publicado no site do autor original do artigo, que pode ser acessado pelo link abaixo:

Sobre Festas Juninas

por Augustus Nicodemus Lopes


‹‹Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios; Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência; Proibindo o casamento, e ordenando a abstinência dos alimentos que Deus criou para os fiéis, e para os que conhecem a verdade, a fim de usarem deles com ações de graças; Porque toda a criatura de Deus é boa, e não há nada que rejeitar, sendo recebido com ações de graças. Porque pela palavra de Deus e pela oração é santificada›› (1Tm 4.1-5 – ACF)

A festa celebra o nascimento de João Batista, que virou um dos santos católicos. É realizada no dia 24 de junho com base no fato que João Batista havia nascido seis meses antes de Jesus (Lc 1.26,36). Se o nascimento de Jesus (Natal) é celebrado em 25 de dezembro, então o de João Batista é celebrado seis meses antes, em 24 de junho. É claro que estas datas são convenções, apenas, pois não sabemos ao certo a data do nascimento do Senhor.

A origem das fogueiras nas celebrações deste dia é obscura. Parece que vem do costume pagão de adorar seus deuses com fogueiras. Os druidas britânicos, segundo consta, adoravam Baal com fogos de artifício. Depois a Igreja Católica inventou a história que Isabel acendeu uma fogueira para avisar Maria que João tinha nascido. Outra lenda é que na comemoração deste dia, fogueiras espontâneas surgiram no alto dos montes. Já a quadrilha tem origem francesa, sendo uma dança da elite daquele país, que só prosperou no Brasil rural. Daí a ligação com as roupas caipiras. Por motivos obscuros acabou fazendo parte das festividades de São João. Fazem parte ainda das celebrações no Brasil (é bom lembrar que estas festas também são celebradas em alguns países da Europa) as comidas de milho – provavelmente associadas com a quadrilha que vem do interior – as famosas balas de “Cosme e Damião.” São realizadas missas e procissões, muitas rezas e pedidos feitos a São João. As comidas são oferecidas a ele. Se estas festividades tivessem somente um caráter religioso e fossem celebradas dentro das igrejas como se fossem parte das atividades dos católicos, não haveria qualquer dúvida quanto à pergunta, “pode um evangélico participar?” Acontece que as festas juninas foram absorvidas em grande parte pela cultura brasileira de maneira que em muitos lugares já perdeu o caráter de festa religiosa. Para muitos, é apenas uma festa onde acendem-se fogueiras, come-se milho preparado de diferentes maneiras e soltam-se fogos de artifício, sem menção do santo, e sem orações ou rezas feitas a ele.

Paulo enfrentou um caso semelhante na igreja de Corinto. Havia festivais pagãos oferecidos aos deuses nos templos da cidade. Eram os crentes livres para participar e comer carne que havia sido oferecida aos ídolos? A resposta de Paulo foi tríplice:

1. O crente não deveria ir ao templo pagão para estas festas e ali comer carne, pois isto configuraria culto e, portanto, idolatria (1Co 10.19-23). Na mesma linha, eu creio que os crentes não devem ir às igrejas católicas ou a qualquer outro lugar onde haverá oração, rezas, missas e invocação do São João, pois isto implicaria em culto idólatra e falso.

2. O crente poderia aceitar o convite de um amigo pagão e comer carne na casa dele, mesmo com o risco de que esta carne tivesse sido oferecida aos ídolos. Se, todavia, houvesse alguém presente ali que se escandalizasse, o crente não deveria comer (1Co 10.27-31). Fazendo uma aplicação para nosso caso, se convidado para ir a casa de um amigo católico neste dia para comer milho, etc., ele poderia ir, desde que não houvesse atos religiosos e desde que ninguém ali ficasse escandalizado.

3. E por fim, Paulo diz que o crente pode comer de tudo que se vende no mercado sem perguntar nada. A exceção é causar escândalo (1Co 10.25-26). Aplicando para nosso caso, não vejo problema em o crente comer milho, pamonha, mungunzá, etc. neste dia e estar presente em festas juninas onde não há qualquer vínculo religioso, desde que não vá provocar escândalos e controvérsias. Se Paulo permitiu que os crentes comessem carne que possivelmente vieram dos templos pagãos para os açougues, desde que não fosse em ambiente de culto, creio que podemos fazer o mesmo, ressalvado o amor que nos levaria à abstinência em favor dos que se escandalizariam.

Segue abaixo parte de um livro meu onde abordo com mais detalhes o que Paulo ensinou aos coríntios em casos envolvendo a liberdade cristã.

O Culto Espiritual, Augustus Nicodemus Lopes. Cultura Cristã, 2012.

‹‹A situação de Corinto era diferente. O problema lá não era o mesmo tratado no concílio de Jerusalém. O problema não era os escrúpulos de judeus cristãos ofendidos pela atitude liberal de crentes gentios quanto à comida oferecida aos ídolos. Portanto, a solução de Jerusalém não servia para Corinto. É provavelmente por esse motivo que o apóstolo não invoca o decreto de Jerusalém. Antes, procura responder às questões que preocupavam os coríntios de acordo com o princípio fundamental de que só há um Deus vivo e verdadeiro, o qual fez todas as coisas; que o ídolo nada é nesse mundo; e que fora do ambiente do culto pagão, somos livres para comer até mesmo coisas que ali foram sacrificadas››.

1°. A primeira pergunta dos coríntios havia sido: era lícito participar de um festival religioso num templo pagão e ali comer a carne dos animais sacrificados aos deuses? Não, responde Paulo. Isso significaria participar diretamente no culto aos demônios onde o animal foi sacrificado (1Co 10.16-24). Paulo havia dito que os deuses dos pagãos eram imaginários (1 Co 10.19). Por outro lado, ele afirma que aquilo que é sacrificado nos altares pagãos é oferecido, na verdade, aos demônios e não a Deus (10.20). Paulo não está dizendo que os gentios conscientemente ofereciam seus sacrifícios aos demônios. Obviamente, eles pensavam que estavam servindo aos deuses, e nunca a espíritos malignos e impuros. Entretanto, ao fim das contas, seu culto era culto aos demônios.

Paulo está aqui refletindo o ensino bíblico do Antigo Testamento quanto ao culto dos gentios:

Sacrifícios ofereceram aos demônios, não a Deus... (Dt 32.17)

...pois imolaram seus filhos e suas filhas aos demônios (Sl 106.37).

O princípio fundamental é que o homem não regenerado, ao quebrar as leis de Deus, mesmo não tendo a intenção de servir a Satanás, acaba obedecendo ao adversário de Deus e fazendo sua vontade. Satanás é o príncipe desse mundo. Portanto, cada pecado é um tributo em sua honra. Ao recusar-se a adorar ao único Deus verdadeiro cf. (Rm 1.18-25), o homem acaba por curvar-se diante de Satanás e de seus anjos. Para Paulo, participar nos festivais pagãos acabava por ser um culto aos demônios. Por esse motivo, responde que um cristão não deveria comer carne no templo do ídolo. Isso equivaleria a participar da mesa dos demônios, o que provocaria ciúmes e zelo da parte de Deus (1Co 10.21-22). Paulo deseja deixar claro para os coríntios “fortes”, que não tinham qualquer intenção de manter comunhão com os demônios, que era a atitude deles em participar nos festivais do templo que contava ao final. Era a força do ato em si que acabaria por estabelecer comunhão com os demônios.

2°. Era lícito comer carne comprada no mercado público? Sim, responde Paulo. Compre e coma, sem nada perguntar(1Co 10.25). A carne já não está no ambiente de culto pagão. Não mantém nenhuma relação especial com os demônios, depois que saiu de lá. Está “limpa” e pode ser consumida.

3°. Era lícito comer carne na casa de um amigo idólatra? Sim e não, responde Paulo. Sim, caso não haja, entre os convidados, algum crente “fraco” que alerte sobre a procedência da carne (1Co 10.27). Não, quando isso ocorrer (1Co 10.28-30).

‹‹O ponto que desejo destacar é que para o apóstolo Paulo a carne que havia sido sacrificada aos demônios no templo pagão perdia a “contaminação espiritual” depois que saia do ambiente de culto. Era carne, como qualquer outra. É verdade que ele condenou a atitude dos “fortes” que estavam comendo, no próprio templo, a carne sacrificada aos demônios. Mas isso foi porque comer a carne ali era parte do culto prestado aos demônios, assim como comer o pão e beber o vinho na Ceia é parte de nosso culto a Deus. Uma vez encerrado o culto, o pão é pão e o vinho é vinho. Aliás, continuaram a ser pão e vinho, antes, durante e depois. A mesma coisa ocorre com as carnes de animais oferecidas aos ídolos. E o que é verdade acerca da carne, é também verdade acerca de fetiches, roupas, amuletos, estátuas e objetos consagrados aos deuses pagãos. Como disse Calvino: “Alguma dúvida pode surgir se as criaturas de Deus se tornam impuras ao serem usadas pelos incrédulos em sacrifícios. Paulo nega tal conceito, porque o senhorio e possessão de toda terra permanecem nas mãos de Deus. Mas, pelo seu poder, o Senhor sustenta as coisas que tem em suas mãos, e, por causa disto, ele as santifica. Por isso, tudo que os filhos de Deus usam é limpo, visto que o tomam das mãos de Deus, e de nenhuma outra fonte”.

Que Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no Facebook através do seguinte link:

Desde já agradecemos a todos.

Notas:

[1] Note que Paulo não teve qualquer problema em anunciar o decreto em Antioquia, o que produziu muito conforto entre os irmãos (At 15.30-31).

[2] Não somente Paulo, mas os cristãos em geral tinham esse conceito. João escreveu: “Os outros homens, aqueles que não foram mortos por esses flagelos, não se arrependeram das obras das suas mãos, deixando de adorar os demônios e os ídolos de ouro, de prata, de cobre, de pedra e de pau, que nem podem ver, nem ouvir, nem andar” (Ap 9.20).

[3] Cf. Charles Hodge, A Commentary on 1 & 2 Corinthians (Carlisle, PA: Banner of Truth, 1857; reimpressão 1978) 193.

[4] Hodge (1 & 2 Corinthians, 194) chama a nossa atenção para o fato de que o mesmo princípio se aplica hoje aos missionários que, por força da “contextualização”, acabam por participar nos festivais pagãos dos povos. Semelhantemente, os protestantes que participam da Missa católica, mesmo não tendo intenção de adorar a hóstia, acabam cometendo esse pecado, ao se curvar diante dela.


[5] João Calvino, Exposição de 1 Coríntios, em Comentário à Sagrada Escritura, trad. Valter G. Martins (São Paulo: Paracletos, 1996) 320.

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domingo, 6 de março de 2016

A GLÓRIA DE DEUS - ESTUDO 009 - A RELAÇÃO ENTRE AÇÕES DE GRAÇAS E A GLÓRIA DE DEUS PARTE 002


Essa é uma série de estudos baseada no tema geral da: “GLÓRIA DE DEUS”. É um estudo bastante aprofundado do tema em si e de todas as suas implicações. É bastante conveniente que o leitor prossiga nesses estudos até o final para poder usufruir melhor do conteúdo dos mesmos. No final de cada estudo o leitor encontrará links para os outros estudos.

CONTINUAÇÃO


III. Ações de Graças e companhia.



A. Ações de Graças acompanham o “ser cheio do Espírito Santo”


Efésios 5:18—20

E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito, falando entre vós com salmos, entoando e louvando de coração ao Senhor com hinos e cânticos espirituais, dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo.

Comentário:

1. Ações de Graças são a manifestação por excelência de que estamos cheios de Espírito Santo. Todas as nossas falhas em agradecer a Deus certamente entristecem e apagam o Espírito Santo.


Efésios 4:30

E não entristeçais o Espírito de Deus, no qual fostes selados para o dia da redenção.

1 Tessalonicenses 5:19
Não apagueis o Espírito.


2. Esses versículos deveriam nos ajudar a colocar Ações de Graças nas nossas rotinas diárias em um lugar bem alto na nossa escala de prioridades. Como avaliamos alguém que lê esses versículos e é negligente com a virtude de Ações de Graças?


B. Ações de Graças acompanham orações e a paz de Deus.

Filipenses 4:6—7

Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus.


Comentário:

1. O que pode ser mais proveitoso do que ter a possibilidade de falar com Deus diariamente e de gozar Sua paz em nossos corações? Dentro deste contexto, encontramos a necessidade de manifestarmos Ações de Graças.


2. E possível que nós não estejamos, muitas vezes, vendo Deus responder nossas orações nem experimentado a paz de Deus em nossos corações pelo simples fato de não sermos agradecidos?


C. Ações de Graças acompanham a vida cristã.

Colossenses 2:6—7

Ora, como recebestes Cristo Jesus, o Senhor, assim andai nele, nele radicados, e edificados, e confirmados na fé, tal como fostes instruídos, crescendo em ações de graças.

Comentário:

1. Nós recebemos a Jesus pela fé e é pela fé que nós devemos viver toda a vida cristã.


2. Ações de Graças são descritas nesses versículos relacionadas a cada aspecto da vida cristã. A prática de Ações de Graças deve crescer em nosso meio.

D. Ações de Graças acompanham a Adoração.


Apocalipse 7:11—12

Todos os anjos estavam de pé rodeando o trono, os anciãos e os quatro seres viventes, e ante o trono se prostraram sobre o seu rosto, e adoraram a Deus, dizendo: Amém! O louvor, e a glória, e a sabedoria, e as ações de graças, e a honra, e o poder, e a força sejam ao nosso Deus, pelos séculos dos séculos. Amém!


Comentário:

1. Adoração é o maior ato que um ser humano pode praticar. Não existe nada que possa ser mais valioso ou mais importante. Uma parte essencial da adoração são as ações de graças.


2. Quando vivemos uma vida caracterizada por atitudes de ingratidão, nós manifestamos nossa falta de capacidade para adorar a Deus verdadeiramente.

João 4:24

Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade.

IV. A Exortação relacionada às Ações de Graças.


Salmos 100:4—5

Entrai por suas portas com ações de graças e nos seus átrios, com hinos de louvor; rendei-lhe graças e bendizei-lhe o nome. Porque o SENHOR é bom, a sua misericórdia dura para sempre, e, de geração em geração, a sua fidelidade.

Comentário:

A. Esses versos mostram de maneira bastante clara, que se queremos nos apresentar diante de Deus devemos vir trazendo ações de graças. A Bíblia ensina que comparecer na presença de Deus sem ações de graças é comparecer sem estar devidamente preparado! É comparecer com a atitude errada! Em outras palavras: comparecer na presença de Deus sem ações de graças é pecado e está sujeito ao juízo de Deus.

B. Esses versículos explicam como devemos ser agradecidos a Deus e porque devemos ser agradecidos.

1. Nós devemos ser agradecidos a Deus por aquilo que Ele é e pela Sua grandeza e bondade. Nós precisamos começar a entender a infinidade da pessoa de Deus, Seus atributos e Sua bondade como manifestados em Sua obra graciosa.


2. Nós devemos ser agradecidos a Deus por Sua misericórdia e a qualidade eterna desta mesma misericórdia. Sem a misericórdia de Deus nós estaríamos todos no inferno.


3. Nós devemos ser agradecidos a Deus por Sua verdade e como essa verdade permanece de geração em geração. Deus tem Se revelado a nós nas Escrituras bem como na natureza criada. Nós somos abençoados com a verdade. Imagine em que condição terrível nós nos encontraríamos se não tivéssemos a verdade.

Conclusão.

Nós precisamos reservar um tempo diariamente para expressar nossa gratidão a Deus. Mas é também fundamental que estejamos sempre dispostos a oferecer um “muito obrigado Senhor”, espontâneo, no decorrer do dia. Lembre-se, Deus é digno de receber todas as ações de graças que nós podemos oferecer a Ele.

OUTROS ESTUDOS ACERCA DA GLÓRIA DE DEUS

Estudo 001 — A Glória de Deus — O Significado da Glória de Deus — Parte 1 

Estudo 001 — A Glória de Deus — O Significado da Glória de Deus — Parte 2 

Estudo 002 — A Glória de Deus — A Importância de Se Viver Para a Glória de Deus — Parte 1

Estudo 002 — A Glória de Deus — A Importância de Se Viver Para a Glória de Deus — Parte 2

Estudo 003 — A Glória de Deus — O Senhor Jesus e  a Glória de Deus — Parte 1 

Estudo 003 — A Glória de Deus — O Senhor Jesus e a Glória de Deus — Parte 2 

Estudo 004 — A Glória de Deus — A Provisão Divina Relacionada com a Glória de Deus — Parte 1

Estudo 004 — A Glória de Deus — A Provisão Divina Relacionada com a Glória de Deus — Parte 2

Estudo 005 — A Glória de Deus — As Prioridades dos Crentes a Glória de Deus — Parte 1 

Estudo 005 — A Glória de Deus — As Prioridades dos Crentes a Glória de Deus — Parte 2 

Estudo 006 — A Glória de Deus — A Vida Diária dos Crentes a Glória de Deus — Parte 1 

Estudo 006 — A Glória de Deus — A Vida Diária dos Crentes a Glória de Deus — Parte 2 

Estudo 007 — A Glória de Deus — Os Empecilhos Para Se Viver Para a Glória de Deus — Parte 1

Estudo 007 — A Glória de Deus — Os Empecilhos Para Se Viver Para a Glória de Deus — Parte 2

Estudo 008 — A Glória de Deus — A Relação entre a Glória de Deus e o Louvor — Parte 1 

Estudo 008 — A Glória de Deus — A Relação entre a Glória de Deus e o Louvor — Parte 2 

Estudo 009 — A Glória de Deus — A Relação entre Ações de Graças e a Glória de Deus — Parte 1

Estudo 009 — A Glória de Deus — A Relação entre Ações de Graças e a Glória de Deus — Parte 2

Estudo 010 — A Glória de Deus — As Advertências Bíblicas Acerca da Glória de Deus — Parte 1
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/04/a-gloria-de-deus-estudo-10-as.html

Estudo 010 — A Glória de Deus — As Advertências Bíblicas Acerca da Glória de Deus — Parte 2
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/07/a-gloria-de-deus-estudo-010-as.html

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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sábado, 9 de janeiro de 2016

A GLÓRIA DE DEUS - Estudo 9 - A RELAÇÃO ENTRE AÇÕES DE GRAÇAS E A GLÓRIA DE DEUS PARTE 001


Essa é uma série de estudos baseada no tema geral da: “GLÓRIA DE DEUS”. É um estudo bastante aprofundado do tema em si e de todas as suas implicações. É bastante conveniente que o leitor prossiga nesses estudos até o final para poder usufruir melhor do conteúdo dos mesmos. No final de cada estudo o leitor encontrará links para os outros estudos.

Introdução

A. Nós temos sido lembrados, nesses estudos que existem três aspectos importantes relacionados com a vida cristã. Nós precisamos:

1. Praticar a verdade fazendo o que é certo.

2. Nós devemos fazer o que é certo através de decisões de fé, esperança e amor.

3. E termos como objetivo maior de nossas vidas fazer tudo para a glória de Deus.

B. Existem inúmeras verdades que se encaixam de maneira harmoniosa com os aspectos mencionados na letra A. Entre essas verdades, duas se destacam: Louvor e Ações de Graças. O objetivo dos estudos oito e nove é o de enfatizar o valor e a importância destas práticas em nossas vidas diárias.

C. Ações de Graça foi uma virtude quase completamente perdida com a queda dos nossos primeiros pais. Como pecadores nós somos, por natureza, ingratos. Como crentes precisamos nos arrepender desse pecado, decidirmos por fé a obedecer a Deus e buscarmos alcançar, novamente, a graça de sermos agradecidos.

I. O Princípio e a Ilustração Bíblicas Acerca de Ações de Graças.

A. A Cura dos Dez Leprosos –

Lucas 17:12—19

Ao entrar numa aldeia, saíram-lhe ao encontro dez leprosos, que ficaram de longe e lhe gritaram, dizendo: Jesus, Mestre, compadece-te de nós! Ao vê-los, disse-lhes Jesus: Ide e mostrai-vos aos sacerdotes. Aconteceu que, indo eles, foram purificados. Um dos dez, vendo que fora curado, voltou, dando glória a Deus em alta voz, e prostrou-se com o rosto em terra aos pés de Jesus, agradecendo-lhe; e este era samaritano. Então, Jesus lhe perguntou: Não eram dez os que foram curados? Onde estão os nove? Não houve, porventura, quem voltasse para dar glória a Deus, senão este estrangeiro? E disse-lhe: Levanta-te e vai; a tua fé te salvou.

Comentário:

1. Podemos imaginar a terrível condição desses homens — leprosos. Tente imaginar o dia em que descobriram que tinham a doença, o afastamento da família, o abandono forçado do trabalho, a necessidade de depender de outras pessoas, a maneira brutal como eram tratados pela sociedade, a situação desesperadora da sua condição, e talvez, acima de tudo, as perguntas acerca da condição deles diante de Deus — seria a enfermidade um juízo da parte de Deus, um indicativo de que a situação deles diante de Deus estava gravemente comprometida?.

2. É interessante notarmos que eles foram limpos no processo de obediência a Deus. A fé deles se manifestou em forma de obediência.

3. De importância crucial nessa passagem é a relação que existe entre ações de graças e a glória de Deus. Os três aspectos mencionados na introdução podem ser vistos neste trecho dos evangelhos.

4. É evidente que o Senhor Jesus ficou desapontado quando os dez homens não retornaram para lhe agradecer. Nós precisamos perguntar se não desapontamos o Senhor, diariamente, com atitudes semelhantes de ingratidão. Nós temos sido libertados de uma enfermidade muito pior que a lepra: o pecado.

5. A advertência que nós poderíamos dar aos nove homens que não retornaram para agradecer ao Senhor Jesus e glorificar a Deus pode muito bem se administrada a nós mesmos.

B. A Promessa de Deus Através do Salmista.

Salmos 50:14—15

Oferece a Deus sacrifício de ações de graças e cumpre os teus votos para com o Altíssimo; invoca-me no dia da angústia; eu te livrarei, e tu me glorificarás.

Comentário:

1. Esses versículos nos lembram que Deus deve estar em nossa lembrança e Seu louvor em nossos lábios — mas não somente quando estamos com problemas.

2. Note a relação íntima que existe entre ações de graças, obediência, oração, a promessa de livramento e a glória de Deus!

3. Estes versos descrevem a vida cristã normal. É muito importante que nós reconheçamos o lugar das ações de graças.


C. Um Lembrete de que Ações de Graças são agradáveis a Deus.

Salmos 69:30— 31

Louvarei com cânticos o nome de Deus, exaltá-lo-ei com ações de graças. Será isso muito mais agradável ao SENHOR do que um boi ou um novilho com chifres e unhas.

Comentário:

1. Muitos de nós se alegrariam em poder fazer uma grande doação para a obra de Deus como a que os Israelitas fizeram quando da construção do tabernáculo.

2. Mas a maioria dos crentes falha em reconhecer a importância das ações de graças e como estas são agradáveis a Deus. Esta falha é mais crítica nos nossos dias. A fé é sempre melhor que a vista.

D. O Exemplo de Daniel.

Daniel 6:10

Daniel, pois, quando soube que a escritura estava assinada, entrou em sua casa e, em cima, no seu quarto, onde havia janelas abertas do lado de Jerusalém, três vezes por dia, se punha de joelhos, e orava, e dava graças, diante do seu Deus, como costumava fazer.

Comentário:

1. Daniel estava em uma encruzilhada. Seus inimigos haviam passado uma lei tornando as orações ao SENHOR um crime. Apesar disso, o profeta orou e deu graças a Deus.

2. Esse versículo descreve o caráter de Daniel e sua forma de viver. Ele orava pelo menos três vezes ao dia. É importante notarmos que o Espírito Santo inspirou o autor a incluir a expressão “dava graças, diante do seu Deus”, neste texto. Existe uma grande lição nisto tudo. A vida de oração de Daniel não se resumia a pedidos. Ele investia tempo em ações de graças. Certamente esse é um dos motivos por ele ter alcançado o destaque que alcançou.

E. O Ministério do Apóstolo Paulo aos Coríntios

2 Coríntios 4:15

Porque todas as coisas existem por amor de vós, para que a graça, multiplicando-se, torne abundantes as ações de graças por meio de muitos, para glória de Deus.

Comentário:

1. Paulo está falando do ministério dele entre os Coríntios. Deus havia feito de Paulo um auxílio espiritual para muitos deles. Eles estavam agradecidos e ofereciam ações de graças a Deus pelo apostolo Paulo. Paulo interpreta tal atitude como produzindo a glória de Deus.

2. Este verso serve tanto como um exemplo como uma exortação para nós. Todos nós temos recebidos bênçãos de Deus através de pastores, professores da escola dominical, parentes e amigos. Por cada um desses nós temos que ser gratos a Deus. Quando somos gratos a Deus, Ele é glorificado.

II. A Importância das Ações de Graças.

A. Ações de Graças são importantes porque um dos sacrifícios ensinados no livro de Levítico era o de Ações de Graças.

Levítico 7:12—15

Se fizer por ação de graças, com a oferta de ação de graças trará bolos asmos amassados com azeite, obreias asmas untadas com azeite e bolos de flor de farinha bem amassados com azeite. Com os bolos trará, por sua oferta, pão levedado, com o sacrifício de sua oferta pacífica por ação de graças. E, de toda oferta, trará um bolo por oferta ao SENHOR, que será do sacerdote que aspergir o sangue da oferta pacífica. Mas a carne do sacrifício de ação de graças da sua oferta pacífica se comerá no dia do seu oferecimento; nada se deixará dela até à manhã.

Comentário:

1. As ofertas pacíficas, entre as quais encontramos as ofertas de Ações de Graças, eram devidas pelas benções comuns do dia a dia — a família, o alimento, o estar bem etc., — ou por algo especial recebido das mãos de Deus — recuperação da saúde, a proteção de Deus em uma viagem, a consecução de um negócio e etc. Ver Salmo 107. Podiam também ser fruto do pagamento de algum voto feito em tempos de angústia ou como forma de suplicar uma misericórdia especial, chamada de oferta voluntária.

2. Ao transformar as Ações de Graças em uma parte importante das ofertas pacíficas, Deus colocou está prática, de forma permanente, diante dos olhos dos Israelitas.

3. As Ações de Graças não foram deixadas ao bel prazer dos santos da Antiga Aliança, como se fossem algo opcional. Deus fez desta prática uma parte importante da vida espiritual deles. Eles foram ordenados a oferecer Ações de Graças.

B. David estabeleceu um grupo de Levitas cuja função era louvar e agradecer ao SENHOR Deus e ele mesmo escreveu inúmeros salmos expressando gratidão a Deus.

1 Crônicas 16:4—8

Designou dentre os levitas os que haviam de ministrar diante da arca do SENHOR, e celebrar, e louvar, e exaltar o SENHOR, Deus de Israel, a saber, Asafe, o chefe, Zacarias, o segundo, e depois Jeiel, Semiramote, Jeiel, Matitias, Eliabe, Benaia, Obede-Edom e Jeiel, com alaúdes e harpas; e Asafe fazia ressoar os címbalos. Os sacerdotes Benaia e Jaaziel estavam continuamente com trombetas, perante a arca da Aliança de Deus. Naquele dia, foi que Davi encarregou, pela primeira vez, a Asafe e a seus irmãos de celebrarem com hinos o SENHOR.   Rendei graças ao SENHOR, invocai o seu nome, fazei conhecidos, entre os povos, os seus feitos.

Comentário:

1. Esses versículos nos mostram a compreensão que Davi tinha acerca da importância das Ações de Graças entre o povo de Deus. Ele ordenou que um grupo de Levitas fosse destacado para este mister e compôs salmos para serem usados no ato de louvar e agradecer ao SENHOR.

2. Ações de Graças juntamente com o regozijo, o louvor e a exaltação — celebração — são a vontade de Deus para todo o Seu povo. Todavia muitos de nós desobedecemos a Deus quando não somos agradecidos.

OUTROS ESTUDOS ACERCA DA GLÓRIA DE DEUS

OUTROS ESTUDOS ACERCA DA GLÓRIA DE DEUS

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Estudo 001 — A Glória de Deus — O Significado da Glória de Deus — Parte 2 

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Estudo 007 — A Glória de Deus — Os Empecilhos Para Se Viver Para a Glória de Deus — Parte 2

Estudo 008 — A Glória de Deus — A Relação entre a Glória de Deus e o Louvor — Parte 1 

Estudo 008 — A Glória de Deus — A Relação entre a Glória de Deus e o Louvor — Parte 2 

Estudo 009 — A Glória de Deus — A Relação entre Ações de Graças e a Glória de Deus — Parte 1

Estudo 009 — A Glória de Deus — A Relação entre Ações de Graças e a Glória de Deus — Parte 2

Estudo 010 — A Glória de Deus — As Advertências Bíblicas Acerca da Glória de Deus — Parte 1
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/04/a-gloria-de-deus-estudo-10-as.html

Estudo 010 — A Glória de Deus — As Advertências Bíblicas Acerca da Glória de Deus — Parte 2
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/07/a-gloria-de-deus-estudo-010-as.html

Que Deus abençoe a todos. 

Alexandros Meimaridis 

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quarta-feira, 18 de novembro de 2015

A GLÓRIA DE DEUS - ESTUDO 008 - A RELAÇÃO ENTRE LOUVOR E A GLÓRIA DE DEUS — PARTE 002


Essa é uma série de estudos baseada no tema geral da: “GLÓRIA DE DEUS”. É um estudo bastante aprofundado do tema em si e de todas as suas implicações. É bastante conveniente que o leitor prossiga nesses estudos até o final para poder usufruir melhor do conteúdo dos mesmos. No final de cada estudo o leitor encontrará links para os outros estudos.


CONTINUAÇÃO

III. A Explicação Bíblica.

A. Deus ordenou que o louvássemos para Sua honra e glória.

1. Deus deve ser louvado, pois Seu Nome é glorioso.

Deuteronômio 28:58

Se não tiveres cuidado de guardar todas as palavras desta lei, escritas neste livro, para temeres este nome glorioso e terrível, o SENHOR, teu Deus.

1 Crônicas 29:13

Agora, pois, ó nosso Deus, graças te damos e louvamos o teu glorioso nome.

Salmos 99:1—3

Reina o SENHOR; tremam os povos. Ele está entronizado acima dos querubins; abale-se a terra. O SENHOR é grande em Sião e sobremodo elevado acima de todos os povos.  Celebrem eles o teu nome grande e tremendo, porque é santo.


Comentário: O “nome” de Deus representa tudo aquilo que ele é — toda Sua bondade e grandeza bem como a excelência moral de todas as Suas perfeições. Deus tem se revelado a si mesmo para nós para que o louvemos. Deus é digno de receber toda a glória, honra e adoração —

Apocalipse 4:9—11

9 Quando esses seres viventes derem glória, honra e ações de graças ao que se encontra sentado no trono, ao que vive pelos séculos dos séculos,

10 os vinte e quatro anciãos prostrar-se-ão diante daquele que se encontra sentado no trono, adorarão o que vive pelos séculos dos séculos e depositarão as suas coroas diante do trono, proclamando:

11 Tu és digno, Senhor e Deus nosso, de receber a glória, a honra e o poder, porque todas as coisas tu criaste, sim, por causa da tua vontade vieram a existir e foram criadas.


Apocalipse 5:12—13

12 Proclamando em grande voz: Digno é o Cordeiro que foi morto de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor.

13 Então, ouvi que toda criatura que há no céu e sobre a terra, debaixo da terra e sobre o mar, e tudo o que neles há, estava dizendo: Àquele que está sentado no trono e ao Cordeiro, seja o louvor, e a honra, e a glória, e o domínio pelos séculos dos séculos.

Apocalipse 7:12

Dizendo: Amém! O louvor, e a glória, e a sabedoria, e as ações de graças, e a honra, e o poder, e a força sejam ao nosso Deus, pelos séculos dos séculos. Amém!

2. Deus deve ser louvado por causa do Seu Poder glorioso.

Êxodo 15:6

A tua destra, ó SENHOR, é gloriosa em poder; a tua destra, ó SENHOR, despedaça o inimigo.

Colossenses 1:9—11

Por esta razão, também nós, desde o dia em que o ouvimos, não cessamos de orar por vós e de pedir que transbordeis de pleno conhecimento da sua vontade, em toda a sabedoria e entendimento espiritual; a fim de viverdes de modo digno do Senhor, para o seu inteiro agrado, frutificando em toda boa obra e crescendo no pleno conhecimento de Deus; sendo fortalecidos com todo o poder, segundo a força da sua glória, em toda a perseverança e longanimidade; com alegria.

Comentário: O “poder de Deus” fala da ação de Deus a favor e dentro daqueles que Lhe pertencem. É uma demonstração da Sua onipotência. Os vários atributos de Deus são vistos através de Suas poderosas intervenções, bem como das manifestações da Sua vontade, Sua aprovação, Suas instruções e Seus julgamentos.

3. Deus deve ser louvado pelo Seu Glorioso Evangelho.

2 Coríntios 4:4

Mas, se o nosso evangelho ainda está encoberto, é para os que se perdem que está encoberto, nos quais o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus.


1 Timóteo 1:11

Segundo o evangelho da glória do Deus bendito, do qual fui encarregado.

Comentário: O Evangelho é chamado de “glorioso” porque em todos os seus aspectos proclama a grandeza e a bondade de Deus. Para a maioria de nós esta verdade é bastante clara quando consideramos as mudanças que o Evangelho causou em nossas vidas desde que nos arrependemos e acreditamos nas boas novas.

4. Deus deve ser louvado por sua Manifestação Gloriosa.

Isaías 24:23

A lua se envergonhará, e o sol se confundirá quando o SENHOR dos Exércitos reinar no monte Sião e em Jerusalém; perante os seus anciãos haverá glória.

Tito 2:11—13

Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens, educando-nos para que, renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos, no presente século, sensata, justa e piedosamente, aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus.

Comentário: Que pensamento avassalador! Jesus prometeu retornar! Seu retorno irá demonstrar Sua fidelidade, Sua vontade para a raça humana, Sua bondade e Seu poder. Pensando na volta de Jesus, devemos pensar no tipo de vida que estamos vivendo hoje.

5. Existem muitas outras áreas onde somos ordenados louvar a Deus. A seguir temos uma lista não exaustiva, além das quatro citadas acima:

a. Sua Santidade Gloriosa — Êxodo 15:11; Isaías 6:3.

b. Seu Trono Glorioso — Isaías 22:23.

c. Sua Voz Gloriosa — Isaías 30:30.

d. Sua Liberdade Gloriosa — Romanos 8:21.

e. Sua Igreja Gloriosa — Efésios 5:27.

f. Seu Corpo Glorioso — Filipenses 3:21.

g. Seu Glorioso Trabalho por Meio do Espírito Santo — 2 Coríntios 3:7—8.

B. Porque nós devemos louvar e glorificar a Deus.


1. Nós devemos louvar a Deus pela Sua proteção e direção

Gênesis 24:27

E disse: Bendito seja o SENHOR, Deus de meu senhor Abraão, que não retirou a sua benignidade e a sua verdade de meu senhor; quanto a mim, estando no caminho, o SENHOR me guiou à casa dos parentes de meu senhor.


2. Nós devemos louvar a Deus para nossa própria libertação

Salmos 28:6—7

Bendito seja o SENHOR, porque me ouviu as vozes súplices! O SENHOR é a minha força e o meu escudo; nele o meu coração confia, nele fui socorrido; por isso, o meu coração exulta, e com o meu cântico o louvarei.


3. Nós devemos louvar a Deus pelas orações respondidas

Daniel 2:19—23

Então, foi revelado o mistério a Daniel numa visão de noite; Daniel bendisse o Deus do céu. Disse Daniel: Seja bendito o nome de Deus, de eternidade a eternidade, porque dele é a sabedoria e o poder; é ele quem muda o tempo e as estações, remove reis e estabelece reis; ele dá sabedoria aos sábios e entendimento aos inteligentes. Ele revela o profundo e o escondido; conhece o que está em trevas, e com ele mora a luz. A ti, ó Deus de meus pais, eu te rendo graças e te louvo, porque me deste sabedoria e poder; e, agora, me fizeste saber o que te pedimos, porque nos fizeste saber este caso do rei.


4. Nós devemos louvar a Deus por Seu amor e cuidados

2 Coríntios 1:3—4

Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai de misericórdias e Deus de toda consolação! É ele que nos conforta em toda a nossa tribulação, para podermos consolar os que estiverem em qualquer angústia, com a consolação com que nós mesmos somos contemplados por Deus.

5. Nós devemos louvar a Deus por Sua provisão misericordiosa

Efésios 1:3

Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo.

6. Nós devemos louvar a Deus pela Sua misericórdia ao nos permitir nascer de novo

1 Pedro 1:3

Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua muita misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos.

IV. A Exortação Bíblica

Salmos 107:8, 15, 21, 31

Rendam graças ao SENHOR por sua bondade e por suas maravilhas para com os filhos dos homens!

Comentário: A exortação acima é repetida quatro vezes no salmo 107. É a resposta recomendada a inúmeras situações difíceis no meio das quais Deus se revela e traz o socorro e o livramento. Tudo isto nos é ensinado para nós fazer lembrar do valor e da importância de louvarmos a Deus. Nós precisamos aceitar esta exortação bíblica e praticá-la todos os dias.

Conclusão

A. Louve a Deus por aquilo que Ele é — Deus grandioso, perfeito e bondoso.

B. Louve a Deus por Seus atributos — Deus é todo poderoso, onisciente, onipresente; Ele é verdade, amor e santidade; Ele é eterno e em todas estas coisas e muitas outras Ele é infinito e absoluto.

C. Louve a Deus por causa do Seu nome — Ele é o Senhor dos Exércitos, o Deus de toda a terra, o Governante de todas as nações. O Primeiro e o Último. A Testemunha Fiel, o Pai da Eternidade, o Autor e Consumador da Fé.

D. Louve a Deus por Sua criação

E. Louve a Deus por Sua provisão  

F. Louve a Deus por Suas promessas

G. Louve a Deus por Sua proteção  

H. Louve a Deus por Sua presença  

I. Louve a Deus por Sua salvação

J. Louve a Deus por Sua igreja

L. Louve a Deus por Seus servos

Louve a Deus por Suas bênçãos

OUTROS ESTUDOS ACERCA DA GLÓRIA DE DEUS

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Estudo 010 — A Glória de Deus — As Advertências Bíblicas Acerca da Glória de Deus — Parte 2
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