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sexta-feira, 9 de setembro de 2016

JOÃO 3:16: O AMOR DE DEUS E O MUNDO PECAMINOSO

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O artigo abaixo foi escrito por John Tweeddale e publicado no site da Editora FIEL.

o significado BÍBLICO de mundo em JOÃO 3:16

Uma das guinadas mais surpreendentes de João 3.16 é que somos informados que Deus ama o mundo. Podemos ser tentados a pensar que há muitas coisas no mundo para Deus amar. Afinal de contas, como não admirar as paisagens urbanas e rurais, alta gastronomia e churrascos de quintal, sinfonias clássicas e música popular, pinturas renascentistas e rabiscos de jardim de infância? O mundo que conhecemos está repleto de texturas, desafios, oportunidades e alegrias. O problema é que tudo o que é bom, interessante e bonito no mundo está saturado de pecadores. Desde que Adão e Eva se rebelaram contra Deus no jardim, o mundo se tornou uma terra desolada. Não obstante quão maravilhoso o mundo pareça, ele não é digno do amor redentor de Deus.

Entender como o mundo é indigno do amor de Deus é a chave para João 3.16. Só assim apreciaremos o presente inesperado que Deus dá. Este ponto foi bem estabelecido há muitos anos pelo estimado teólogo Benjamin Breckinridge Warfield. Em seu sermão “O incomensurável amor de Deus”, Warfield investiga o significado do termo “mundo” (em grego kosmos) em João 3.16, a fim de sondar as profundezas do amor de Deus.

Qual é o significado de “mundo” nesta passagem? A partir das ideias de Warfield, encontramos quatro respostas possíveis.

Em primeiro lugar, muitas pessoas acreditam que “mundo” significa todas as pessoas, sem exceção. Em outras palavras, quando João 3.16 diz que Deus ama o mundo, isso significa que ele ama todas as pessoas, uma por uma, de forma igual. A lógica é algo deste tipo: Deus ama todas as pessoas; Cristo morreu por todas as pessoas; portanto, a salvação é possível para todas as pessoas. No entanto, essa visão parece sugerir que o amor de Deus é impotente, e que a morte de Cristo é ineficaz. Caso contrário, a conclusão natural desta posição seria a de que todas as pessoas são efetivamente salvas, em vez de apenas potencialmente salvas. Se Deus ama todas as pessoas, e Cristo morreu por todas as pessoas; se o amor de Deus não é impotente, e morte de Cristo não é ineficaz, então a única conclusão a que se pode chegar é que a salvação é assegurada para todas as pessoas. No entanto, este ponto de vista contradiz o ensino da Bíblia sobre o julgamento de Deus, tal como é evidenciado pelo contexto imediato em -

João 3.17—21

17 Porquanto Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.

18 Quem nele crê não é julgado; o que não crê já está julgado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus.

19 O julgamento é este: que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más.

20 Pois todo aquele que pratica o mal aborrece a luz e não se chega para a luz, a fim de não serem arguidas as suas obras.

21 Quem pratica a verdade aproxima-se da luz, a fim de que as suas obras sejam manifestas, porque feitas em Deus.

Em segundo lugar, outros argumentam que “mundo” significa todas as pessoas, sem distinção. Esta opção enfatiza que Deus ama mais de um tipo de pessoa ou grupo étnico. A morte de Cristo na cruz não foi apenas por judeus, mas também por gentios. O amor de Deus não se restringe a fronteiras nacionais, mas se estende a todos os tipos de nações, tribos, culturas, línguas e povos. A isso, todo o povo de Deus (tanto arminianos quanto calvinistas) diz um caloroso “Amém”. Apesar de este ponto de vista ter a vantagem de estar, sem dúvida, certo e de se encaixar dentro do contexto maior do evangelho de João sobre a identidade global dos “filhos de Deus” (por exemplo, João 1.9—13; 4.42), ele não chega a capturar o forte contraste entre “Deus amou” e “o mundo” que João 3.16 deliberadamente evoca.

Em terceiro lugar, uma nuance popular da opção anterior entre os teólogos reformados é argumentar que “mundo” em João 3.16 se refere aos eleitos. Ao longo de todo o Evangelho de João, Jesus enfatiza a particularidade de sua graça —
João 6.37

Todo aquele que o Pai me dá, esse virá a mim.

João 10.14—15

Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem a mim […] e dou a minha vida pelas ovelhas.

João 15.19

Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu; como, todavia, não sois do mundo, pelo contrário, dele vos escolhi, por isso, o mundo vos odeia.

João 17.9

É por eles que eu rogo; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus.

E assim por diante. O ponto é que o povo de Deus é escolhido de um mundo descrente. Novamente, este ponto de vista possui um tom importante ao destacar a doutrina bíblica da eleição, mas o foco do termo “mundo” em João 3.16 não é tanto sobre a identidade do povo de Deus, mas sobre a natureza do amor de Deus.

Isso nos leva à opção final. Uma defesa consistente pode ser feita para crermos que “mundo” se refere à qualidade do amor de Deus. Warfield declara de forma convincente:

[Mundo] não é aqui tanto um termo de extensão; antes, é um termo de intensidade. Sua conotação primária é ética, e o objetivo de seu emprego não é sugerir que o mundo é tão grande que é preciso uma grande dose de amor para abarcá-lo completamente, mas que o mundo é tão ruim que é preciso um grande tipo de amor para poder amá-lo, e sobretudo para amá-lo como Deus o amou quando deu o seu Filho por ele.
O mundo representa a humanidade pecadora, e não é digno do amor salvífico de Deus. Fora do amor de Deus, o mundo está sob a sua condenação. Mas em Cristo, os crentes experimentam o amor surpreendente, redentivo e infinito de Deus. João 3.16 não diz respeito à grandeza do mundo, mas à grandeza de Deus.

Por: John Tweeddale. © 2016 Ligonier. Original: The World

Este artigo faz parte da edição de Maio de 2016 da revista Tabletalk.

Tradução: João Paulo Aragão da Guia Oliveira. Revisão: Yago Martins. © 2016 Ministério Fiel. Todos os direitos reservados. Website: MinisterioFiel.com.br. Original: O significado bíblico de “mundo” em João 3.16

O artigo original poderá ser visto por meio do seguinte link:


John Tweeddale

Rev. John W. Tweeddale é reitor acadêmico e professor de teologia na Reformation Bible College em Sanford, Fl.

Que Deus abençoe a todos. 

Alexandros Meimaridis

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sexta-feira, 29 de março de 2013

SERMÃO DA RESSURREIÇÃO 2013



OS VAZIOS CAUSADOS POR DEUS ESTÃO CHEIOS DE PROMESSAS

Texto: DIVERSOS
Introdução

  • Outro dia eu li a seguinte história: 
Ø  Um jovem estadunidense de uma família abastada estava para completar seus estudos do colegial.
Ø  Era costume daquelas famílias ricas darem de presente um carro novo para o filho que terminava seus estudos secundários.

Ø  O jovem e seu pai gastaram várias semanas procurando um carro até encontrarem um que foi do agrado do filho. 

Ø  Na véspera da formatura o pai deu de presente ao filho uma Bíblia embrulhada para presente. O jovem ficou tão irado com aquele “presente” que jogou a Bíblia no chão e foi embora da casa. 

Ø  Nunca mais ele tornou a ver seu pai. Foram as más notícias que o pai havia morrido que o fizeram retornar ao seu antigo lar. 

Ø  Enquanto estava sentado analisando papeis das coisas que agora seriam todas suas, ele se deparou com o pacote rasgado da Bíblia que o pai lhe dera na véspera da formatura.

Ø  Ele removeu a poeira, desembrulhou e Bíblia e abrindo a capa encontrou um cheque administrativo nominal à concessionária no valor exato do carro que tinha combinado comprar com o pai.

  • Enquanto meditava nessa história eu fiquei pensando quantas pessoas nesse mundo não têm tratado Deus, exatamente da mesma maneira como aquele filho tratou seu pai. 
  • Com isso estou querendo dizer que jogamos no chão uma linda promessa, apenas porque não entendemos o significado da mesma, ou muitas vezes, não acreditamos que seja possível a mesma se cumprir. 

  • Muitos de nós, com razão, estamos cansados de promessa vazias. Por isso achamos estranho quando alguém vem nos dizer que podemos obter a maior bênção de todas, ABSOLUTAMENTE DE GRAÇA.
  • Quando assistimos televisão tudo o que as propagandas nos mostram são promessas vazias. Mas com Deus as coisas são exatamente o oposto. Em vez de promessas vazias, Deus nos oferece... 
TRÊS VAZIOS QUE ESTÃO CHEIOS DE PROMESSAS

  • Hoje quero levar vocês a pensar um pouco sobre os VAZIOS DE DEUS que estão cheios de promessas todas atreladas à RESSURREIÇÃO DE JESUS.
  • COMO DISSE ANTES SÃO TRÊS EM NÚMERO, E ESTÃO LOTADAS DE BÊNÇÃOS. 
  • Cada uma dessas situações está marcada por algo VAZIO. Esses vazios são: 
Ø  Uma cruz vazia. 

Ø  Um túmulo vazio. 

Ø  Um conjunto de panos de sepultamento vazios.

  • Note a sutileza: é exatamente o fato dessas três coisas estarem vazias que nos dão a garantia que as promessas de Deus são reais e verdadeiras. 
  • Bem vamos analisar cada uma dessas coisas: 

I. A Cruz Vazia.

  • Qual é o significado da cruz de cristo estar vazia? O verdadeiro e mais profundo significado da cruz de Cristo estar vazia é que: NÓS TEMOS A PROMESSA QUE NOSSOS PECADOS PODEM SER ABSOLUTA E COMPLETAMENTE PERDOADOS. 
  • Colossenses 2:13—14 — E a vós outros, que estáveis mortos pelas vossas transgressões e pela incircuncisão da vossa carne, vos deu vida juntamente com ele, perdoando todos os nossos delitos; tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu- o inteiramente, encravando-o na cruz. 
  • Isso quer dizer que estamos completamente livres da condenação causada pelo pecado. Jesus pagou o preço por nossos pecados e nós podemos ser perdoados de todos eles ABSOLUTAMENTE DE GRAÇA. Não é mesmo uma verdade e promessa maravilhosa? 
  • Mas a cruz de Cristo vazia tem um significado adicional. Foi na cruz também que Jesus triunfou sobre o Diabo e suas hostes e nos libertou completamente deles: 
  • Colossenses 2:15 — E, despojando os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz. 
  • Hebreus 2:14—15 — Visto, pois, que os filhos têm participação comum de carne e sangue, destes também ele, igualmente, participou, para que, por sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte, a saber, o diabo, e livrasse todos que, pelo pavor da morte, estavam sujeitos à escravidão por toda a vida. 
  • Dos soldados romanos que estavam ali presentes, todos sabiam que Jesus tinha morrido sobre a cruz e, por isso, Pilatos deu ordens para que seu corpo pudesse ser retirado. 
  • Pilatos ficou surpreso ao ouvir que Jesus já estava morto — Marcos 15:43—45 — Vindo José de Arimatéia, ilustre membro do Sinédrio, que também esperava o reino de Deus, dirigiu-se resolutamente a Pilatos e pediu o corpo de Jesus. Mas Pilatos admirou-se de que ele já tivesse morrido. E, tendo chamado o centurião, perguntou-lhe se havia muito que morrera. Após certificar-se, pela informação do comandante, cedeu o corpo a José. 
  • Mas antes que o corpo fosse entregue a José de Arimatéia uma prova final: João 19:34 — Mas um dos soldados lhe abriu o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água. 
  • Sim Jesus morreu na cruz em meu e em teu lugar, mas ele não ficou ali pendurado como nos crucifixos. Ele foi retirado morto da cruz e a CRUZ FICOU VAZIA, MAS CHEIA DE PROMESSAS. CHEIA DE ESPERANÇAS PARA VOCÊS E PARA MIM. 
  • Cristo precisava morrer por nós porque somos todos pecadores diante de Deus e Jesus era o único que podia pagar o preço exigido por Deus para conceder perdão aos pecadores. Nós chamamos isso de morte vicária de Jesus, ou seja: morte em substituição. Eu e você merecíamos morrer por causa dos nossos pecados, mas Deus enviou seu Filho para morrer em nosso lugar. A isso a Bíblia chama de AMOR. E esse amor é descrito assim: João 3:16 — Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna


II. O Túmulo Vazio.

  • Jesus estava morto e sepultado, mas a preparação definitiva de seu corpo para o sepultamento ainda não havia sido terminada, porque Jesus morreu na sexta e logo o sábado, quando nenhum tipo de trabalho podia ser feito chegou, porque os judeus contavam o começo do dia às 18 horas e não às zero horas como nós fazemos. 
  • Portanto às 18 horas da sexta-feira as mulheres tiveram que suspender suas atividades de embalsamar o corpo de Jesus por o sábado estava começando. Elas teriam que retornar, para terminar o serviço no domingo pela manhã. 
  • Mas quando elas retornaram no domingo pela manhã várias coisas estranhas tinham acontecido e estavam acontecendo no túmulo e ao redor do mesmo. 
  • Os soldados romanos estavam inconscientes. 
Ø  A pedra que fechava a entrada do túmulo e que pesava entre 1,5 a 2,0 toneladas havia sido removida. Com a pedra fora do caminho elas resolveram entrar no túmulo. Então... 
Ø  Marcos 16:5—6 — Entrando no túmulo, viram um jovem assentado ao lado direito, vestido de branco, e ficaram surpreendidas e atemorizadas. Ele, porém, lhes disse: Não vos atemorizeis; buscais a Jesus, o Nazareno, que foi crucificado; ele ressuscitou, não está mais aqui; vede o lugar onde o tinham posto. 

  • A ressurreição de Jesus traz consigo diversas promessas. Em primeiro lugar a ressurreição de Jesus deu fim ao mistério da imortalidade da alma: 2 Timóteo 1:10 — E manifestada, agora, pelo aparecimento de nosso Salvador Cristo Jesus, o qual não só destruiu a morte, como trouxe à luz a vida e a imortalidade, mediante o evangelho. 
  • Além do mais Jesus fez a seguinte promessa a seus discípulos: João 14:19  Ainda por um pouco, e o mundo não me verá mais; vós, porém, me vereis; porque eu vivo, vós também vivereis. Não precisamos mais temer a morte. A mesma é apenas uma passagem, pois a vida continua. 
  • Sim, o túmulo estava vazio porque Jesus havia ressuscitado. Esse é o segundo vazio de Deus que também está cheio de promessas.


III. Os Panos de Sepultamento estavam Vazios

  • Jesus foi enfaixado com um longo pano — lençol — como era o costume da época: Marcos 14:46 — Este, baixando o corpo da cruz, envolveu-o em um lençol que comprara e o depositou em um túmulo que tinha sido aberto numa rocha; e rolou uma pedra para a entrada do túmulo. 
  • As mulheres compraram os materiais necessários para embalsamar o corpo de Jesus. Esses materiais eram aplicados ao corpo e também colocados entre as faixas do lençol que revestiria o corpo de Jesus – Marcos 16:1 — Passado o sábado, Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago, e Salomé, compraram aromas para irem embalsamá-lo. 
  • Mas conforme vimos acima o anjo chamou a atenção delas para o local onde ele jazia e nada mais havia ali senão o lençol que envolvera o corpo de Jesus. 
  • Quando os discípulos souberam desses acontecimentos, Pedro e João correram para o túmulo a fim de confirmar as novas. A Bíblia nos diz: João 20:4—8 — Saiu, pois, Pedro e o outro discípulo e foram ao sepulcro. Ambos corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais depressa do que Pedro e chegou primeiro ao sepulcro; e, abaixando-se, viu os lençóis de linho; todavia, não entrou. Então, Simão Pedro, seguindo-o, chegou e entrou no sepulcro. Ele também viu os lençóis, e o lenço que estivera sobre a cabeça de Jesus, e que não estava com os lençóis, mas deixado num lugar à parte. Então, entrou também o outro discípulo, que chegara primeiro ao sepulcro, e viu, e creu. 
  • Sim os panos não apenas estavam vazios, mas um detalhe deve chamar nossa atenção: o pequeno lenço usado para cobrir o rosto do defunto não estava junto com o lençol. Ele havia sido removido de sobre a lápide e colocado num lugar a parte. Esse detalhe, trouxe fé ao coração de Pedro que Jesus estava, realmente, VIVO. 
  • Depois de ressuscitar Jesus se apresentou aos seus discípulos com os quais conviveu ainda por um período de 40 dias. Jesus: 
Ø  Conversou com eles. 

Ø  Mostrou suas feridas a eles. 

Ø  Andou com eles. 

Ø  Comeu com eles. 

Ø  Ensinou muitas coisas a eles com respeito ao reino de Deus: Atos 1:3 A estes também, depois de ter padecido, se apresentou vivo, com muitas provas incontestáveis, aparecendo-lhes durante quarenta dias e falando das coisas concernentes ao reino de Deus. 

  • A promessa contida nos lençóis vazios é que Jesus deseja iniciar e manter uma comunhão conosco agora — hoje — e que dure por toda a eternidade. 
CONCLUSÃO.

1. Se, pela fé acreditarmos nos vazios de Deus, então:

2. A promessa da cruz vazia é que você e eu podemos comparecer diante de Deus completamente perdoados de todos os nossos pecados. PERDOADOS, PERDOADOS, PERDOADOS!

3. Ela também nos garante completa liberdade do Diabo e seus demônios que não podem mais nos tocar.

4. A ressurreição de Cristo traz em si a promessa da imortalidade e da vida eterna que podemos desfrutar ao lado de Deus ou separados de Deus. A decisão precisa ser feita enquanto estamos vivendo aqui. Jesus disse: Mateus 7:13—14 — Entrai pela porta estreita (larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela), porque estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela.

5. O lençol e o lenço de sepultamento de Jesus, deixados dentro do túmulo são a prova incontestável que o Senhor Jesus realmente ressuscitou. Se Jesus ressuscitou então nós também podemos ter esperança de que um dia, conforme ele prometeu, nós também ressuscitaremos: Romanos 6:5 — Porque, se fomos unidos com ele na semelhança da sua morte, certamente, o seremos também na semelhança da sua ressurreição.

6. Agora é com você. Os vazios de Deus estão cheios de gloriosas promessas:

  • Promessas de perdão dos pecados. 
  • Promessas de libertação do poder do pecado. 
  • Promessas de libertação do Diabo e seus demônios. 
  • Promessa de ressurreição dos mortos.
  • Promessa de Vida Eterna na companhia de Deus. 
  • E muitas outras promessas mais que nos são oferecidas ABSOLUTAMENTE DE GRAÇA! 
7. A escolha compete a você. Qual caminho você quer trilhar. O que conduz para a vida eterna? Ou o que conduz para a perdição eterna?

8. A ressurreição de Cristo coloca essa decisão diante de nós. Como você irá responder? Hoje Jesus afirma o seguinte para todos nós: Apocalipse 3:20 — Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo.

9. Você não gostaria de abrir a porta do seu coração e convidar Jesus para entrar e conviver com Ele no tempo e na eternidade?


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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