quinta-feira, 30 de julho de 2015

JOÃO 17 - ESTUDO 007 - PARTE 002 - O SENHOR JESUS E SUA ORAÇÃO POR AQUELES QUE SÃO SEUS — PARTE 4



Essa é série de estudos baseada em João capítulo 17 que é conhecido como: “A ORAÇÃO SACERDOTAL DE CRISTO” a favor de todos os seus discípulos de todas as épocas. É um estudo bastante aprofundado de João 17 e de todas as suas implicações. É bastante conveniente que o leitor prossiga nesses estudos até o final para poder usufruir melhor do conteúdo dos mesmos. No final de cada estudo o leitor encontrará links para os outros estudos. 

CONTINUAÇÃO

II. O Senhor Jesus orou para que os crentes fossem um.

João 17:21—23

A fim de que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste. Eu lhes tenho transmitido a glória que me tens dado, para que sejam um, como nós o somos; eu neles, e tu em mim, a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade, para que o mundo conheça que tu me enviaste e os amaste, como também amaste a mim.

A. A fim de que todos sejam um...

1. A unidade pela qual o Senhor Jesus está orando aqui tem a ver com o testemunho do crente. Note que nesses três versículos acima, por duas vezes ele faz referência ao testemunho dos crentes:

Para que o mundo creia

Para que o mundo conheça

 2. Isto nos dá uma dica acerca do porque Jesus fez essa oração. Ele está orando para que nós possamos praticar uma “unidade” espiritual, de tal maneira, que possamos ser as testemunhas que Ele planejou que fossemos. Jesus, no verso 11 orou para que mantivéssemos a união uns com os outros. Aqui a ênfase está no nosso testemunho ao mundo.
Este assunto é mencionado constantemente nas escrituras. Ver as passagens a seguir:

Atos 4:32
Da multidão dos que creram era um o coração e a alma. Ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía; tudo, porém, lhes era comum.
Atos 5:12
Muitos sinais e prodígios eram feitos entre o povo pelas mãos dos apóstolos. E costumavam todos reunir-se, de comum acordo, no Pórtico de Salomão.
Romanos 12:16
Tende o mesmo sentimento uns para com os outros; em lugar de serdes orgulhosos, condescendei com o que é humilde; não sejais sábios aos vossos próprios olhos.
Romanos 15: 5—6
Ora, o Deus da paciência e da consolação vos conceda o mesmo sentir de uns para com os outros, segundo Cristo Jesus, para que concordemente e a uma voz glorifiqueis ao Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo.
1 Coríntios 1:10
Rogo-vos, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que faleis todos a mesma coisa e que não haja entre vós divisões; antes, sejais inteiramente unidos, na mesma disposição mental e no mesmo parecer.
2 Coríntios 13:11
Quanto ao mais, irmãos, adeus! Aperfeiçoai-vos, consolai-vos, sede do mesmo parecer, vivei em paz; e o Deus de amor e de paz estará convosco.
Filipenses 2:1—5
Se há, pois, alguma exortação em Cristo, alguma consolação de amor, alguma comunhão do Espírito, se há entranhados afetos e misericórdias, completai a minha alegria, de modo que penseis a mesma coisa, tenhais o mesmo amor, sejais unidos de alma, tendo o mesmo sentimento. Nada façais por partidarismo ou vanglória, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo. Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros. Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus.
Essa oração do nosso Salvador, associada aos versos acima, indicam a importância da nossa comunhão uns com os outros. Nós temos que impedir que arengas, sentimentos feridos, ciúmes e invejas, conflitos de personalidades e divisões eclipsem nosso testemunho e nos coloquem em uma posição em que estejamos desagradando nosso Senhor e Salvador.

B. A ilustração que encontramos na oração que diz: “e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós”.

Os três membros da trindade possuem a mais estreita união possível em questões espirituais e de cooperação.

A harmonia entre o Pai, o Filho e o Espírito Santo nos é apresentada como um modelo para ser seguido. Já que todos nós somos habitados por Deus, nossa comunhão uns com os outros pode e deve ser de absoluta união espiritual.

O alvo indicado na oração é:

Para que o mundo creia que tu me enviaste.

Para que o mundo conheça que tu me enviaste.

Este assunto da maior importância é mencionado somente duas vezes na Bíblia inteira. Além desta passagem diante de nós este assunto é mencionado em João 13:34 – 35, onde nos é ensinado que a demonstração inequívoca de amor uns pelos outros vai fazer com que os incrédulos saibam que somos verdadeiramente servos de Jesus Cristo. Nunca é demais destacar que o amor entre os cristãos não pode sacrificar a verdade de Deus. É impossível manter comunhão com quem abertamente escolheu desobedecer ao ensino das Escrituras Sagradas.

Tudo isto serve para nos lembrar que a melhor maneira de testemunharmos ao mundo é mediante a transparência de nossas próprias vidas. Quando nós, os crentes, vivemos em harmonia e cuidamos uns dos outros, um testemunho é transmitido pelo Espírito Santo aos incrédulos.

Nós precisamos reconhecer que aquilo que o Senhor Jesus quer representar em Sua oração é o verdadeiro fundamento do conceito de que somos Suas testemunhas. Nenhuma quantidade de palavras pode satisfazer a falta de amor e consideração por Deus e pelo próximo.

C. A provisão encontrada na oração.

Nós temos recebido Sua glória de tal maneira que possamos ser um.

João 17:22

Eu lhes tenho transmitido a glória que me tens dado, para que sejam um, como nós o somos.

Nesse versículo o Senhor Jesus está se referindo à gloria que foi revelada em Sua vida mediante a presença do Pai como manifestada através de Sua vida e ministério.

João 1:14

E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai.

Da mesma maneira que o Senhor Jesus revelou o amor de Deus em Sua compaixão, Sua sabedoria em Suas decisões e palavras, e Sua pureza em Sua separação do mundo, Ele tornou possível para cada um de nós expressarmos essas virtudes espirituais em nossas vidas diárias.

A compreensão da nossa união espiritual de uns com os outros, está baseada, nesse versículo, no desenvolvimento, em nossas vidas diárias daquilo que significa ser genuinamente crente. Através do novo nascimento nós temos a habilidade de honrarmos a Deus, a glorificar Seu nome na forma como nós vivemos, como nós tomamos decisões, e na forma como nos relacionamos uns aos outros. O Senhor Jesus, por meio da Sua oração, nos desafia a nos apropriarmos de Sua graça para vivermos estas verdades.

Tanto o Pai como o Filho habitam em nós de tal maneira que nós podemos ser um com eles e um uns com os outros.

João 17:23

Eu neles, e tu em mim, a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade, para que o mundo conheça que tu me enviaste e os amaste, como também amaste a mim.
Essa habitação Divina, mediante o novo nascimento é outra lembrança da espiritualidade potencial que existe dentro de cada crente. É quase inconcebível que tal comunhão com Deus possa existir, mas esse é Seu dom gracioso para nós.

Porque Deus habita em nós, e nós temos sido trazidos à uma comunhão viva com Ele, nós temos o privilégio de sermos pessoas espirituais em todas as áreas das nossas vidas. A fonte desta capacitação não é nossa, mas provém de Deus mesmo.

2 Coríntios 9:8

Deus pode fazer-vos abundar em toda graça, a fim de que, tendo sempre, em tudo, ampla suficiência, superabundeis em toda boa obra.

Filipenses 4:13

Tudo posso naquele que me fortalece.

Colossenses 1:17—19

Aos quais Deus quis dar a conhecer qual seja a riqueza da glória deste mistério entre os gentios, isto é, Cristo em vós, a esperança da glória; o qual nós anunciamos, advertindo a todo homem e ensinando a todo homem em toda a sabedoria, a fim de que apresentemos todo homem perfeito em Cristo; para isso é que eu também me afadigo, esforçando-me o mais possível, segundo a sua eficácia que opera eficientemente em mim.

Somente quando entendemos que morremos com Cristo para nossa velha vida, e ressuscitamos com Cristo para nossa nova vida, é que a mudança na nossa vida pode ocorrer. Esse é o princípio mais básico da vida cristã. Quando decidimos obedecer a Deus de maneira prática, mediante o amor, a fé e a esperança, Deus nos dá a habilidade de fazermos Sua vontade perfeitamente. Esta é a chave. Nessa oração nós encontramos o caminho a seguir para sermos compatíveis uns com os outros.

III. O Senhor Jesus orou para que todos os crentes possam estar com Ele nos céus.

João 17:24

Pai, a minha vontade é que onde eu estou, estejam também comigo os que me deste, para que vejam a minha glória que me conferiste, porque me amaste antes da fundação do mundo.

A. O Conteúdo da oração: “... onde eu estou, estejam também comigo os que me deste”.

O pedido final de Jesus é um resumo de toda a oração. Isso é o que o Senhor deseja: que todos aqueles que são Seus estejam para sempre com Ele. Ele prometeu nos preparar um lugar —

João 14:2

Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar.

É difícil entendermos o amor, a fidelidade, a alegria, a comunhão e a devoção que estas palavras transmitem. Seria amor infinito não nos enviar, seus inimigos declarados, para o inferno. Mas desejar estar conosco por toda a eternidade vai muito além da nossa compreensão.

Além disto, essa oração declara mais alguma coisa do que irá significar para o crente estar com Jesus por toda a eternidade: “... para que vejam a minha glória que me conferiste”. A “glória” referida aqui é a revelação contínua da graça infinita de Deus. O gozo maior do crente, por toda a eternidade, será esta associação íntima com o Senhor Jesus, onde poderemos observar, aprender, adorar, servir e ter comunhão com Ele.

Apocalipse 22:1—4

Então, me mostrou o rio da água da vida, brilhante como cristal, que sai do trono de Deus e do Cordeiro. No meio da sua praça, de uma e outra margem do rio, está a árvore da vida, que produz doze frutos, dando o seu fruto de mês em mês, e as folhas da árvore são para a cura dos povos. Nunca mais haverá qualquer maldição. Nela, estará o trono de Deus e do Cordeiro. Os seus servos o servirão, contemplarão a sua face, e na sua fronte está o nome dele.

IV. A Base para a Oração de Jesus.

1. O Senhor Jesus orou para que todos os crentes estivessem com Ele, porque eles são um presente do Pai para Ele.

João 17:9

É por eles que eu rogo; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus. 

João 17:24

Pai, a minha vontade é que onde eu estou, estejam também comigo os que me deste, para que vejam a minha glória que me conferiste, porque me amaste antes da fundação do mundo.

Nessa petição nós temos o significado maior do que significa ser um presente do Pai para o Filho.

Nosso futuro, próximo e eterno é ser cada vez mais cheio de um senso de profunda comunhão com o Senhor Jesus. Sua promessa de que ele jamais irá nos abandonar —

Mateus 28:20b

E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século.

Seu testemunho de que nada poderá separar-nos do amor de Deus encontram seu clímax nesta Oração que nos traz uma nova experiência de segurança que é: nós estaremos com o Senhor Jesus para sempre.

Romanos 8:35—39

35 Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada?

36 Como está escrito: Por amor de ti, somos entregues à morte o dia todo, fomos considerados como ovelhas para o matadouro.

37 Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou.

38 Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes,

39 nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.


A aplicação prática dessa oração é muito confortadora. Pense um pouco em todos que partiram antes de nós. Nós podemos apreciar melhor o que isso — estar com Jesus — significa quando pensamos no que significa para nossos queridos que já partiram. Assim nós precisamos aplicar essa verdade para nós. Estas breves palavras “estejam também comigo” devem encher de luz nosso presente e nosso futuro. Realmente todas as outras coisas são insignificantes quando consideramos o grande privilégio que temos de estar com o Senhor Jesus. Quando pensamos que na eternidade vamos poder louvá-Lo, como nunca pudemos nesta vida, deve nos encher de alegria verdadeira.

2. O Filho pediu que os crentes estivessem com Ele, porque Ele foi amado pelo Pai. “me amaste antes da fundação do mundo” - João 17:24.

Cada crente é um presente do amor do Pai para com o Filho. Nesta oração o Senhor Jesus decide aceitar o amor do Pai — com os presentes que somos nós — por toda a eternidade.
A idéia do amor do Pai, manifesto na forma do presente que somos nós, é tão profunda que a antecipação desta comunhão de Jesus com cada um e com todos nós levou o Senhor Jesus a dizer, durante a última ceia as seguintes palavras:

Mateus 26:29

Desta hora em diante, não beberei deste fruto da videira, até aquele dia em que o hei de beber, novo, convosco no reino de meu Pai.

Conclusão:

Nós precisamos pegar cada em destes pedidos do Salvador e aplicá-los de forma prática em nossas vidas. Nós precisamos orar acerca destes pedidos e encontrar formas de aplicá-los em nossas vidas diárias.

1. Santifica-os na verdade.


2. Que os crentes sejam um — tenham cuidado uns com os outros.


3. Que os crentes possam estar com o Senhor Jesus nos céus.


OUTROS ESTUDOS EM JOÃO 17

JOÃO 17 — ESTUDO 001 — O SENHOR JESUS — O GRANDE SUMO SACERDOTE — PARTE 001

JOÃO 17 — ESTUDO 001 — O SENHOR JESUS — O GRANDE SUMO SACERDOTE — PARTE 002

JOÃO 17 — ESTUDO 002 — O SENHOR JESUS E A GLÓRIA DE DEUS — PARTE 001

JOÃO 17 — ESTUDO 002 — O SENHOR JESUS E A GLÓRIA DE DEUS — PARTE 002

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JOÃO 17 — ESTUDO 006 — O SENHOR JESUS E SUA ORAÇÃO PELOS QUE SÃO SEUS — PARTE 001

JOÃO 17 — ESTUDO 006 — O SENHOR JESUS E SUA ORAÇÃO PELOS QUE SÃO SEUS — PARTE 002


JOÃO 17 — ESTUDO 007 — O SENHOR JESUS E SUA ORAÇÃO PELOS QUE SÃO SEUS — PARTE 003

JOÃO 17 — ESTUDO 007 — O SENHOR JESUS E SUA ORAÇÃO PELOS QUE SÃO SEUS — PARTE 004

JOÃO 17 — ESTUDO 008 — O SENHOR JESUS E O MUNDO — PARTE 001

JOÃO 17 — ESTUDO 008 — O CRENTE E O MUNDO — PARTE 002

JOÃO 17 — ESTUDO 009 — O SENHOR JESUS E SEU SERVIÇO A DEUS — PARTE 001

JOÃO 17 — ESTUDO 009 — O SENHOR JESUS E SEU SERVIÇO A DEUS — PARTE 002 — SOMOS EMBAIXADORES JUNTO COM CRISTO

JOÃO 17 — ESTUDO 010 — O SENHOR JESUS E A REVELAÇÃO DE DEUS — PARTE 001— 

Que Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.

APÓSTOLA SOL ALEGA SER O SINAL QUE O REINO DE DEUS CHEGOU À TERRA


Daniela de Carvalho a autodenominada "Apóstola Sol".

De repente, como essas coisas sempre acontecem, eis que surge do nada, mais uma pessoa alegando revelações extraordinárias, mas que não guardam qualquer relação com a verdade revelada na Palavra de Deus, a Bíblia.

Dessa vez estamos falando de Daniela Carvalho que se apresenta como apóstola Sol e está unida ao patético missionário Adelino de Carvalho.

Seguindo as mesmas práticas de Adelino, e tendo sido ordenada na igreja de Adelino Carvalho — Igreja Reino de Deus — ela ministra usando inclusive os mesmos apetrechos de seu mentor espiritual.

A apostola sol alega ser a mulher descrita em Apocalipse 12. Sugerimos aos nossos leitores que leiam nossa exposição de Apocalipse 12, cujo primeiro artigo da séria poderá ser acessado por meio desse link aqui:


No mais, queremos oferecer aos nossos leitores algum material de divulgação desses falsos mestres, publicados para divulgarem seus próprios trabalhos, por meio das fotos abaixo:

FOTO 001


FOTO 002

Missionário Adelino de Carvalho - dono da Igreja Reino de Deus

Foto 003

Apóstola Sol e seus apetrechos "mágicos"

FOTO 004

A Apóstola Sol é poderosa a ponto de amaldiçoar o próprio Diabo.

FOTO 005

Missionário Adelino Carvalho e seus apetrechos de enganação.

FOTO 006

Perfil da Apóstola Sol. O besteirol não tem fim mesmo.

FOTO 007

Apóstola Sol Daniela Carvalho que alega ser a mulher descrita em Apocalipse 12

OUTROS ARTIGOS ACERCA DE ADELINO DE CARVALHO

http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/02/adelino-de-carvalho-chama-atencao-pelo.html

Que Deus tenha misericórdia deles e de todos que seguem esses mentirosos e manipuladores da fé.

Alexandros Meimaridis

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quarta-feira, 29 de julho de 2015

GÊNESIS - ESTUDO 033 — A HISTÓRIA DA ARCA DE NOÉ -- PARTE 28B


Concepção Artística da Arca de Noé

Gênesis 7 

Este estudo é parte de uma Análise do Livro do Gênesis. Nosso interesse é ajudar todos os leitores a apreciarem a rica herança que temos nas páginas da História Primeva da Humanidade. No final de cada estudo o leitor encontrará direções para outras partes desse estudo. 

O Livro do Gênesis

O Princípio de Todas as Coisas

No princípio, Deus criou os céus ea terra        
        Eretz ha ve-et Hashamaim et Elohim Bará Bereshit
        Terra   a  e       céus       os   Deus     criou   princípio No
                                                                Gênesis 1:1
IX. A História de Noé — Continuação.

2. Poderiam Todos os Animais Caber na Arca?

A primeira coisa que precisamos deixar bem claro é que Noé não levou “todos os animais que existiam na terra para dentro da Arca”!

Essa questão tem a ver com dois aspectos importantes: 1) O tamanho da Arca de Noé — questão discutida no estudo anterior; 2) O número de animais que foi colocado dentro da arca.

Como já dissemos acima, nem toda espécie de criatura viva foi levada para dentro da arca. De acordo com

Gênesis 7:15

De toda carne, em que havia fôlego de vida, entraram de dois em dois para Noé na arca.

O texto hebraico é claro o suficiente ao dizer בָּשָׂר אֲשֶׁר־בּוֹ רוּחַ חַיִּים — basar asher bo ruwach chayiym — carne em que havia fôlego de vida. Outro verso importante aqui é

Gênesis 7:21

Pereceu toda carne que se movia sobre a terra, tanto de ave como de animais domésticos e animais selváticos, e de todos os enxames de criaturas que povoam a terra, e tudo Homem .

Daqui queremos apenas destacar que se tratava de בָּשָׂר הָרֹמֵשׂ עַל־הָאָרֶץ — basar haromes `al haa`ertz — carne que se movia sobre a terra.

Com essas informações, podemos com bastante certeza afirmar que nenhum peixe foi levado para dentro da arca, pois eles não respiram o ar por narizes. Baleias e golfinhos apesar de respirarem num processo semelhante aos outros seres, também não entraram na arca, porque não se moviam sobre a terra. Peixes, baleias e golfinhos sobreviveram ao dilúvio, em quantidades suficientes, mas temos que reconhecer que o registro fóssil indica que uma grande quantidade desses animais pereceu quando sedimentos e outros detritos, provavelmente, contaminaram a água. Há registro de muitos fósseis marinhos que pereceram durante o dilúvio.

É bem possível que os insetos não foram levados para dentro da arca, eles não possuem narinas para respirar, mas respiram por meio de tubos atrelados às suas carcaças —

Gênesis 7:22

Tudo o que tinha fôlego de vida em suas narinas, tudo o que havia em terra seca, morreu.

Note bem a expressão בֶּחָרָבָה — becharabah — terra seca! Desse modo os insetos podem sobreviver se abrigando sobre detritos flutuantes, inclusive aglomerados de galhos e folhas que funcionavam com verdadeiros “tapetes” flutuantes. Mas como insetos são animais, praticamente incontroláveis, é provável que alguns deles tenham também embarcado na arca, como “clandestinos” é claro – risos.

O caso dos cachorros pode ser bem ilustrativo. Noé não precisou levar um par de cada cachorro existente naqueles dias, até porque a grande maioria dos cachorros que temos hoje nem existiam nos dias da Antiguidade. Eu creio, e tenho liberdade para pensar assim, que Noé precisou levar apenas um par de cachorros, de alguma espécie da família aparentada com os lobos, que tivesse um material genético bastante variado dentro de si. Outros podem não acreditar nessa possibilidade, mas ela não é absurda. Cães mestiços levam dentro de si uma enorme variedade de material genético. Consulte seu veterinário! Nós sabemos que diferentes tipos de cães foram gerados a partir de casais de espécies de lobos aparentados com cachorros durante alguns milênios. É lógico que não estamos falando de evolução e sim de variações dentro de um mesmo tipo ou espécie conforme podemos ler com certa frequência — 10 vezes — no primeiro capítulo de Gênesis. O mesmo aconteceu, por exemplo, com os cavalos.

Dessa forma, nos sabemos que temos, nos dias de hoje, muitos animais diferentes dos que os que existiam nos dias de Noé. Desde o dilúvio, alguns milhares de anos se passaram o que permitiu o desenvolvimento de uma quantidade bastante diversificada de animais. O número exato — que ninguém sabe, nem pode assumir — depende, por completo do significado da palavra hebraica מִין — miyn — traduzida, geralmente por espécie e que tem a seguinte e longa definição no dicionário de Hebraico: Dicionário Internacional de Teologia do Antigo Testamento, publicado em português por Edições Vida Nova.
sexo miyn
procedente de uma raiz não utilizada significando repartir

 1) gênero, algumas vezes uma espécie (geralmente de animais). 2) Grupos de organismos vivos pertencentes à mesma “espécie” criada se descendem do mesmo grupo de genes. Isso não impede a formação de novas espécies porque representa uma divisão do grupo de genes original. A informação é perdida ou conservada mas não adicionada. Uma nova espécie pode surgir quando uma população se acha isolada, ocorrendo, então, a procriação por consanguinidade. Segundo esta definição, uma nova espécie não é uma nova “espécie” mas uma divisão posterior de uma “espécie” já existente.


Cópia da Capa do Livro citado abaixo

John Woodmorappe em seu livro Noah´s Ark: A Feasibility Study — ou A Arca de Noé: Um estudo da Viabilidade da Mesma — estimou que o número total de animais levados por Deus para dentro da arca foi de 16.000, assumindo que a expressão bíblica מִין — miyn — é relativamente equivalente ao grupo de animais que nós identificamos pela expressão moderna “gênero”. Todavia, se optarmos por definir a expressão hebraica acima pelo termo moderno “família”, então a quantidade desaba para 2.000 animais apenas. Talvez, podemos contemporizar e aceitar que algo entre 2.000 e 16.000 animais entraram na arca conduzidos por Deus.

3. De que maneira os animais foram “guardados” dentro da arca?


Os animais poderiam ser facilmente alojados em pequenas celas, já que o tamanho médio dos animais que respiram está mais próximo de um coelho do que de um elefante — prestem bem atenção. Mesmo grandes animais, como até mesmo os dinossauros, nascem pequenos e é bem provável que Deus tenha conduzido pequenos filhotes, mais saudáveis e em melhores condições de sobreviverem depois do dilúvio, do que animais adultos e já com enfermidades — todo mundo sabe que os animais sofrem de enfermidades como nós. Eles têm problemas cardíacos, circulatórios, sofrem com diabetes, com insuficiência renal, com inflamações e infecções e etc.

Agora vamos voltar ao tamanho da Arca. A arca, como vimos no estudo anterior, era realmente gigantesca. Sua capacidade de carga era equivalente a 522 vagões de trem como esses que passam próximo de onde moro, várias vezes ao dia, contornando o rio Jaguari indo em direção à mina de bauxita e depois voltando em direção às fábricas de alumínio. O maior trem do mundo tem 330 vagões e se estende por três mil e quinhentos metros e é capaz de deslocar 40.000 mil toneladas de carga[1].

Cada vagão pode acomodar até 240 ovelhas. A arca tinha espaço para transportar 125.000 ovelhas, não coelhos, OVELHAS. Portanto, havia espaço de sobra na arca para os animais, para o alimento, a água (?) e para Noé e sua família — 8 pessoas.

Se Noé acomodou os animais em pequenas celas com um tamanho médio de 50X50X30 cm, então até mesmo o número de 16.000 animais ocuparia apenas o equivalente 14,4 vagões de trem ou 1200 m3. Se quisermos colocar os insetos dentro da arca, algo que como já vimos poderia ser resolvido de outra maneira, todas as espécies conhecidas hoje ocuparia cerca de 1000 m3 ou mais 12 vagões!

Isso deixaria um amplo espaço disponível dentro da arca.  Depois de acomodar todos os animais pelo maior número possível, sobraria ainda espaço equivalente 495 vagões que poderia ser usado tanto como espaço adicional de acomodação, bem como para estocar alimentos e água, se necessário.

4. Teria Noé necessidade de levar qualquer espécie de planta com ele.

Pela narrativa do Gênesis que temos acima, Noé não teve que levar nenhuma espécie de planta com ele. Muitas espécies, certamente, sobreviveram em forma de sementes e também agrupadas em verdadeiros “tapetes” de material vegetal.

5. Quanto animais “Limpos” e Aves Noé levou para dentro da Arca.

Existe muita divisão entre os estudiosos da Bíblia acerca de quantos animais “limpos” e aves, realmente, Noé levou para dentro da arca. Alguns acham que foram sete animais limpos de cada. Mas nossa convicção é que Noé levou 7 pares de cada animal limpo, conforme lemos em:

Gênesis 7:2

De todo animal limpo levarás contigo sete pares: o macho e sua fêmea; mas dos animais imundos, um par: o macho e sua fêmea.

Além disso, o verso seguinte nos informa que Deus também trouxe para Noé sete pares de todos os pássaros. Aqui precisamos ser lembrados que a capacidade de estocagem da arca equivalia a quinhentos vagões de carga modernos e também que esses pássaros estão incluídos na contagem que já apresentamos acima:

Gênesis 7:3

Também das aves dos céus, sete pares: macho e fêmea; para se conservar a semente sobre a face da terra.

Todavia quanto às aves, também existiam aves impuras — ver lista em Levítico 11 e Deuteronômio 14 — e temos motivos de sobra para aceitar que dessas aves impuras, Deus trouxe apenas um par de cada espécie.

6. E Quanto aos Alimentos?

É bastante provável que Noé e seus filhos tenham estocado tanto alimentos prensados, quanto alimentos secos e também concentrados. Os animais podem ter sido alimentos com grãos e com feno para suprir as fibras necessárias. De acordo com o livro de John Woodmorappe todo o alimento teria ocupado apenas 15% do espaço da arca, e a água, se foi estocada, algo próximo de 9%.

7. Dinossauros na Arca?

Tema controvertido porque grupos de paleontoligistas defendem que tenham existido 87 tipos diferentes de saurópodas, mas até hoje, apenas 12 estão firmemente estabelecidos e outros cinco, razoavelmente estabelecidos.[2] 

Uma questão sempre levantada pelos críticos é: Como colocar todos os “gigantescos” dinossauros dentro da arca. Bem, vamos trabalhar com os números especulados pela paleontologia que supõe — não existem provas concretas — que existiam 668 gêneros de dinossauros. Desses todos, apenas 106 pesavam mais do que 10 toneladas quando adultos. Mas como já dissemos essa quantidade de gêneros de dinossauros é muito exagerada. Como aconteceu com os outros animais, a maioria dos dinossauros também devem ter sido filhotes, pelas mesmas razões apresentadas acima.

8. E os Germes Que Causam Doenças, Como Sobreviveram?

Esse é outro problema levantado muitas vezes por ateus e também por evolucionistas teístas (??): de que maneira os germes que causam doenças sobreviveram ao dilúvio? A primeira coisa que temos que entender é se os germes de então são os mesmos dos nossos dias. E a resposta mais clara é: NÃO! Outra questão é: os germes de então eram tão frágeis como os germes modernos que precisam sempre de diferentes hospedeiros, não conseguindo sobreviver, na maioria dos casos, independente de algum hospedeiro? Independentemente desse fato, nós sabemos que em nossos dias muitos germes podem sobreviver como vetores em insetos, alojados em alguma carcaça de animal morto e até mesmo em estado congelado ou seco. Germes também podem ser carregados por hospedeiros sem, necessariamente, causar nenhum dano ao mesmo. A fraqueza humana diante da contaminação por germes é algo que a ciência comprova como uma situação que tem sido progressiva com a passagem do tempo. Cada nova geração de seres humanos é mais suscetível a doenças do que a geração anterior. Certamente nossos hábitos alimentares e o consumo de centenas de produtos químicos e hormônios, através dos alimentos, são os maiores responsável pelo aumento da nossa própria fragilidade. Mas nos dias de Noé tanto seres humanos quanto animais deveriam ser bem mais resistentes aos germes causadores de enfermidades.

Conclusão Da Parte B.

1. Para os crentes: não é necessário temer nenhuma das acusações levantadas contra algo afirmado pela Bíblia. A Palavra de Deus, apesar de sido escrita para nos ensinar acerca da História da Redenção, e não para fazer ciência, já passou por milhares de acusações e em todas, sem exceção, não se conseguiu provar que a mesma estivesse errada. Nosso problema é que muitas vezes “acreditamos” mais na mentira de pessoas incrédulas e em suas afirmações, muitas vezes sem provas, do que naquilo que a Bíblia afirma, apenas porque desconhecemos os fatos e, temos que admitir, somos preguiçosos demais para nos envolver numa discussão que demande tempo de estudo e pesquisa. Como diz o apóstolo Pedro:

1 Pedro 3:15

14 Mas, ainda que venhais a sofrer por causa da justiça, bem-aventurados sois. Não vos amedronteis, portanto, com as suas ameaças, nem fiqueis alarmados;

15 antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós.

2. Para os incrédulos: Saibam que muitas das afirmações que são feitas não passam de verdadeiras tolices, porque vocês querem ler as Escrituras Sagradas como se as mesmas tivessem sido escritas ontem, ou antes de ontem e querem entender as palavras no português pelo valor que as mesmas possuem nos dias de hoje. Mas não é assim que as coisas funcionam. É necessário conhecer as ciências, CIÊNCIAS SIM, da interpretação — exegese, hermenêutica e matérias associadas — além das línguas originais em que esse material foi escrito, para poder ter um entendimento rudimentar de algo que foi escrito há cerca de 3500 anos. Peço, portanto, que antes de saírem atirando, tenham um pouco de modéstia e reconheçam que, na grande maioria das vezes, lhes falta o mínimo de conhecimento necessário para interpretar os Textos Sagrados.

OUTROS ARTIGOS ACERCA DO LIVRO DE GÊNESIS

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006 — Introdução ao Gênesis — Parte 6 — O DEUS CRIADOR

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015 — Estudo de Gênesis — Gênesis 2 — Parte 14 — GÊNESIS 2A

016 — Estudo de Gênesis — Gênesis 2 — Parte 15 — GÊNESIS 2B

017 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — Parte 16 — GÊNESIS 3A

018 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — Parte 17 — GÊNESIS 3B

019 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — Parte 18 — GÊNESIS 3C

020 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — O Livre Arbítrio — Parte 19

021 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — O Dois Adãos — Parte 20

022 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — A Era Pré-Patriarcal e a Mulher de Caim — Parte 21

023 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — Caim, O Primeiro Construtor de Uma Cidade — Parte 22

024 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — Caim, Como Assassino e Fugitivo da Presença de Deus — Parte 23

025 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — Caim, Como Primeiro Construtor de uma Cidade e Pseudo-Salvador da Humanidade — Parte 24

026 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — A Conclusão Acerca de Caim — Parte 25

027 — Estudo de Gênesis — Gênesis 5 — Sete e outros Patriarcas Antediluvianos — Parte 26

028 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — A Perversidade Humana, Os Filhos de Deus e as Filhas dos Homens— Parte 27A

029 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — OS Nefilim e os Guiborim — Os Gigantes e os Valentes — Parte 27B

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031 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — A Corrupção Humana Sobre a Face da Terra e Deus Pode se Arrepender? — Parte 27D.

032 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — Noé e a arca que ele construiu orientado por Deus — Parte 28A.

033 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — Noé e a arca que ele construiu orientado por Deus — Parte 28B.

034 — Estudo de Gênesis — Gênesis 7 — Noé e a arca que ele construiu orientado por Deus — Parte 29 — O Dilúvio Foi Global Ou Local?

035 — Estudo de Gênesis — Gênesis 8 — A promessa que Deus Fez a Noé e seus descendentes — Parte 30 — Nunca Mais Destruirei a Terra Pela Água

036 — Estudo de Gênesis —  O Valor Perene do Dilúvio para todas as Gerações — PARTE 001

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038 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 001

039 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 002

040 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 003

041 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 004 — A NATUREZA DA ALIANÇA ENTRE DEUS E NOÉ

042 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 005 — OS FILHOS DE NOÉ — PARTE 001

043 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 006 — OS FILHOS DE NOÉ — PARTE 002 — OS NEGROS SÃO AMALDIÇOADOS?

044 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 007 — OS FILHOS DE NOÉ — PARTE 003 — A CONTRIBUIÇÃO DOS FILHOS DE NOÉ PARA A HUMANIDADE

045 — Estudo de Gênesis — A TÁBUA DAS NAÇÕES — PARTE 001 — OS DESCENDENTES DE JAFÉ
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/02/genesis-estudo-045-tabua-das-nacoes.html
Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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[1] Ver detalhes em http://www.autoracing.com.br/forum/index.php?showtopic=48444 em 10/04/2014 às 13:47 horas.
[2] McIntosh. JS, Sauropoda , em Wieshampel, DB etc., The Dinosauria.  University of California Press, Berkeley, 1992.