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sábado, 24 de dezembro de 2016

SERMÃO PARA O NATAL 2016: JESUS SE FEZ POBRE PARA NOS FAZER RICOS


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INTRODUÇÃO

A. Na mensagem anterior nos falamos que o verdadeiro Natal:

1. Não tem nada a ver com uma data específica. Celebramos o evento do nascimento do Salvador e não guardamos uma data específica.

2. Não tem nada a ver com aspectos culturais como árvores, enfeites, toalhas de mesa, luzes e etc. Uma leitura da narrativa do Natal, especialmente a que encontramos em Lucas 2, deixa isso bem claro e evidente.

3. E, definitivamente, o Natal de Jesus não tem nada a ver com esta imagem mítica que chamamos de “Papai Noel”. Imagens de “Papai Noel” são verdadeiras afrontas a Deus e devem ser removidas pelo que simbolizam: um ser todo-poderoso. Isto Deus realmente não tolera.

B. Mas o Natal, tem a ver sim com a atitude do nosso coração. De nos aproximarmos com reverente adoração deste menino chamado Jesus de quem conhecemos a graça, que, sendo rico, se fez pobre por amor de nós, para que, pela sua pobreza, nos tornássemos ricos —

2 Coríntios 8:9

Pois conheceis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, se fez pobre por amor de vós, para que, pela sua pobreza, vos tornásseis ricos.

C. Hoje queremos apresentar a versão do nascimento de Jesus segundo o evangelista Lucas, que está 100% alinhada com as palavras do apóstolo Paulo acima.

JESUS SE FEZ POBRE PARA NOS FAZER RICOS

I. O Nascimento de Jesus — Lucas 2:1—8

A. O nascimento de Jesus nos revela uma grande verdade: nosso Deus é soberano e é, de fato, o Deus da história.

B. José e Maria estavam noivos e, naqueles dias, o noivado era considerado equivalente ao casamento, pois só poderia ser desfeito por meio de um divórcio, mesmo sem a consumação duma relação sexual. O evangelista Mateus deixa bem claro que esse era o caso de Maria e José, quando diz:

Mateus 1:18

Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: estando Maria, sua mãe, desposada com José, sem que tivessem antes coabitado, achou-se grávida pelo Espírito Santo.

C. Maria e José moravam num pequeno vilarejo da Galileia chamado Nazaré. Essa vila estava a 135 quilômetros de Jerusalém. E a distância entre Jerusalém era de 10 quilômetros, sempre na direção sul — 

Resultado de imagem para distância entre Nazaré e Jerusalém

D. José e Maria, não tinham nenhum motivo para saírem de Nazaré em direção a nenhuma outra cidade, todavia:

E. Uma profecia do Antigo Testamento, feita pelo profeta Miqueias, por volta do ano 700 a.C. dizia o seguinte acerca do nascimento do Messias —

Miqueias 5:2

E tu, Belém-Efrata, pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti me sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade.

F. O menino que Maria levava em seu ventre era o Messias esperado — ver Lucas 1:32—33.
G. Entretanto, era necessário que o menino nascesse em Belém e não em Nazaré. Era necessário que Maria e José se deslocassem de Nazaré até Belém para que a profecia de Miqueias fosse cumprida.
H. Era possível que Deus enviasse Gabriel ou outro anjo para orientar o casal quanto a essa necessidade, mas Deus não usa meios extraordinários quando outros meios estão disponíveis.

I. De repente, do meio do nada, surge um decreto imperial de César Augusto ordenando um censo do império. Naqueles dias, como nos dias de hoje, o governo central baixa seus decretos e o povo que se lasque para cumprir o que o decreto determina. E o decreto do censo, exigia que as pessoas fossem registradas nas cidades onde a família tinha se originado.

J. José era da família do rei Davi e, por isso, ele precisava se deslocar de Nazaré para Belém, a cidade de seus antepassados originais — ver Lucas 2:1—5.

K. O texto de Lucas é bastante sucinto ao descrever o nascimento de Jesus — Lucas 2:6—8. Como podemos ver pelo texto bíblico, a imaginação humana produziu muitas coisas que foram incorporadas ao nascimento do Senhor Jesus.

II. O Nascimento de Jesus Anunciado aos Pastores — Lucas 2:8—14

A. Como acabamos de ver, o nascimento de Jesus aconteceu da maneira mais humilde possível. Em linha com esse nascimento simples, o mesmo não foi anunciado para os ricos e os poderosos da terra, mas para meros pastores.

B. Lucas nos diz que os pastores eram tão pobres que viviam nos campos, cuidando dos seus rebanhos. Eram homens humildes que dependiam completamente de Deus para seu sustento diário — Lucas 2:8.
C. Existia um enorme preconceito contra pastores de ovelhas naqueles dias. Por motivos que desconhecemos eles eram vistos como pessoas desonestas e até mesmo ladrões. Por viverem nos campos, os pastores eram também considerados impuros pelas elites de Jerusalém e estavam proibidos de frequentar as áreas do templo.
D. Todavia, foi para esses homens humilhados, pobres e desprezados que Deus decidiu revelar os grandes acontecimentos que haviam ocorrido na cidade de Belém. A revelação se deu em duas etapas —

1. Primeiro aconteceu a manifestação e um anúncio do nascimento do Salvador, do Messias que é também o Senhor, feito por um único anjo — Lucas 2:9—12.

Apesar dum único anjo ter se manifestado isso foi suficiente para infundir profundo temor nos pastores. Isso é algo muito diferente desses pretensiosos que alegam ver anjos e, até mesmo, o próprio Senhor Jesus que os conduzem por tours celestiais e até mesmo infernais!!

2. Em seguida surge uma milícia celestial que se estende da terra até as maiores alturas louvando a Deus e anunciando paz aos seres humanos — Lucas 2:13—14.

III. A Reação dos Pastores e das Outras Pessoas — Lucas 2:15—17.

A. Para todos os feitos e sob qualquer ângulo que olhemos para a reação dos pastores, a mesma é um perfeito exemplo a ser seguido por todos nós.

B. Ao ouvirem as novas reveladas pelos anjos, os pastores não perderam tempo e, prontamente se animaram uns aos outros com a intenção de irem até Belém para confirmar o que lhes tinha sido anunciado — Lucas 2:15.
C. De fato, o texto nos diz que os pastores foram apressadamente até Belém e conseguiram encontrar Maria e a criança, conforme o anjo lhes tinha anunciado instantes antes — Lucas 2:16.
D. Depois de terem confirmado o que lhes foi anunciado, os pastores passaram então a divulgar os fatos dos quais tinham sido testemunhas — Lucas 2:17.

E. A história do verdadeiro Natal de Jesus é simples e maravilhosa.

Conclusão

Para concluir quero apresentar apenas algumas das muitas lições que essa narrativa simples e maravilhosa tem para nos ensinar

A. O imperador romano, César Augusto, não tinha a menor ideia que não era o verdadeiro governador dos seus dias. O verdadeiro soberano sobre a terra era e continua sendo o Senhor Deus —

Efésios 1:11

Nele (isto é, Cristo), digo, no qual fomos também feitos herança, predestinados segundo o propósito daquele que faz todas as coisas conforme o conselho da sua vontade.

B. Apesar do governo central fazer exigências, muitas vezes exorbitantes, José e Maria não consideraram, nem por um instante sequer, a possibilidade de não obedecerem um decreto que não era contrário à vontade revelada de Deus. Nesse aspecto eles devem ser um exemplo para nós nos dias de hoje.

No Brasil do ano 2016 estamos vivendo uma experiência onde nossos governantes querem pensar como a expressão latina que diz Rex Lex — ou seja, o Rei é a Lei. Mas nós como cristãos temos o dever de defender a verdade que é o exato oposto disso: Lex Rex — ou seja, A Lei é o Rei, ou devemos ser governados pelas leis e não pela vontade dos governantes. Como crentes devemos nos apegar ao cumprimento estrito da Constituição Federal e não aceitar que a mesma seja pisoteada por quem que seja.

C. Do mesmo modo que não havia lugar para José e Maria na hospedaria, também não há lugar para o Senhor Jesus em muitos corações. Esses corações estão como que lotados com ideias acerca de riquezas, honra, prestígio, prazeres de toda ordem, negócios e etc. Não há espaço, nem tempo para o Salvador.

D. As novas acerca do nascimento de Jesus são definidas pelo anjo como novas de grande alegria. Existem muitas alegrias, mas nenhuma pode ser comparada à alegria que apenas Deus pode produzir em nossas vidas.

E. As novas são acerca do nascimento de Jesus, que é Cristo, o Senhor. Por mais que nosso mundo se esforce para substituir Jesus por outras coisas ou pessoas, sem Jesus não existem boas novas e nem comemoração verdadeira do chamado Natal.

F. Os anjos proclamaram dizendo: Glória a Deus e paz aos homens. Essa é, sempre a ordem certa das coisas. Primeiro Deus, depois os seres humanos. Tal ordem não deve nunca ser invertida.

G. Os pastores são um excelente exemplo para nós:

1. Primeiro porque receberam com fé o anúncio feito pelos anjos e agiram em cima da palavra recebida. Assim devemos proceder também, sempre que lemos ou ouvimos a Palavra de Deus.

2. Em segundo lugar, porque eles não perderam tempo em anunciar as boas novas para todas as pessoas que encontraram pelo caminho. Assim devemos proceder nós também.

H. Como dissemos, a história do verdadeiro Natal de Jesus é simples e maravilhosa. Que ela possa continuar nos encantando por anos sem fim, pois, como diz o apóstolo Paulo:

2 Coríntios 8:9

Pois conheceis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, se fez pobre por amor de vós, para que, pela sua pobreza, vos tornásseis ricos.

Um verdadeiro Feliz Natal para todos os que creem e recebem a revelação de Deus como os pastores fizeram.

Que Deus abençoe e todos.

Alexandros Meimaridis  

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Desde já agradecemos a todos.

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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

ATOS DOS APÓSTOLOS - SERMÃO 023 – Atos 5:17—42 - PRISÃO, JULGAMENTO, AÇOITES = ALEGRIA E O HIPÓCRITA CONSELHO DE GAMALIEL


Concepção Artística do Conselho de Gamaliel

Esse material é parte de uma série de mensagens pregadas no Livro dos Atos dos Apóstolos. As mensagens cobrem todos os 28 capítulos do Livro de Atos e no final de cada mensagem, você poderá encontrar links para outras mensagens.

Introdução

A. Os líderes religiosos em Jerusalém não estavam nada satisfeitos com a contínua pregação acerca de Jesus e com as manifestações de poder da parte dos apóstolos — ver Atos 4:31—33. Comparar com Hebreus 2:1—4.

B. Eles estavam frustrados, porque seu primeiro ataque havia falhado – ver Atos 4:17—18 e 21.

C. Por fim o texto de Atos nos diz que eles estavam com inveja —

Atos 5.17

Levantando-se, porém, o sumo sacerdote e todos os que estavam com ele, isto é, a seita dos saduceus, tomaram-se de inveja.

D. O fato é que todas essas coisas culminaram com nova ordem de prisão contra os apóstolos, os quais foram a novo julgamento e foram flagelados.

Deuteronômio 25:1—3

1 Em havendo contenda entre alguns, e vierem a juízo, os juízes os julgarão, justificando ao justo e condenando ao culpado.

2 Se o culpado merecer açoites, o juiz o fará deitar-se e o fará açoitar, na sua presença, com o número de açoites segundo a sua culpa.

3 Quarenta açoites lhe fará dar, não mais; para que, porventura, se lhe fizer dar mais do que estes, teu irmão não fique aviltado aos teus olhos.

E. Curiosamente, o resultado de tamanha perseguição e castigos, em vez de desanimá-los, lhes encheu o coração de alegria. Com isso temos a seguinte fórmula entre o povo de Deus:

PRISÃO + JULGAMENTO + AÇOITES = ALEGRIA

I. A Oposição é Intensificada – versos 18—25.

A. Os apóstolos – todos ou a maioria deles – foram colocados na prisão — verso 18.

B. Mas foram postos em liberdade por um anjo que lhes ordenou retornassem para a área do templo e ensinassem a Palavra acerca de Jesus – versos 19—20.

C. Os apóstolos não demoraram em obedecer às ordens recebidas — verso 21a.

D.Quando as autoridades se reuniram na manhã seguinte, mandaram buscar seus prisioneiros — verso 21b.

E. Advinha o quê? Os homens presos não estavam lá! — Versos 22—24.

F. Tamanho sinal não significava nada para eles, apesar de ficarem perplexos — comparar com a reação deles em Atos 4.16 – seus olhos não estavam abertos para enxergar a realidade espiritual que estava em andamento.

G. Além de não estarem na prisão, os apóstolos estavam de volta na área do templo ensinando o povo — verso 25.

II. Nova Prisão e Julgamento – versos 26—32.

A. Novamente presos, novamente diante do sumo sacerdote — versos 26—27 e comparar com

Marcos 8:38

Porque qualquer que, nesta geração adúltera e pecadora, se envergonhar de mim e das minhas palavras, também o Filho do Homem se envergonhará dele, quando vier na glória de seu Pai com os santos anjos.

B. Verso 28 — Qual é a de vocês?

1. Vocês encheram Jerusalém com esses ensinamentos acerca de Jesus — desculpe, mas essas foram as ordens que recebemos — ver Atos 1:8 e 5:20.

2. Vocês querem lançar o sangue desse homem — Jesus — sobre nós — desculpe, mas foram vocês mesmos que pediram isso —

Mateus 27.20—26

20 Mas os principais sacerdotes e os anciãos persuadiram o povo a que pedisse Barrabás e fizesse morrer Jesus.

21 De novo, perguntou-lhes o governador: Qual dos dois quereis que eu vos solte? Responderam eles: Barrabás!

22 Replicou-lhes Pilatos: Que farei, então, de Jesus, chamado Cristo? Seja crucificado! Responderam todos.

23 Que mal fez ele? Perguntou Pilatos. Porém cada vez clamavam mais: Seja crucificado!

24 Vendo Pilatos que nada conseguia, antes, pelo contrário, aumentava o tumulto, mandando vir água, lavou as mãos perante o povo, dizendo: Estou inocente do sangue deste justo ; fique o caso convosco!

25 E o povo todo respondeu: Caia sobre nós o seu sangue e sobre nossos filhos!

26 Então, Pilatos lhes soltou Barrabás; e, após haver açoitado a Jesus, entregou-o para ser crucificado.

C. A resposta dos apóstolos confronta as autoridades judaicas com:

1. Verso 29 — Temos que obedecer a Deus – ver Atos 4.18—20. Não podemos deixar de falar das coisas que vimos e ouvimos.

2. Verso 30 — Nada de tirar o time de campo. Vocês também são responsáveis pelo que aconteceu a Jesus.

3. Verso 31 — Mas Deus é misericordioso e exaltou a Jesus como Príncipe - ἀρχηγὸν archegòv — “autor” em Atos 3:15 —  e Salvador — σωτῆρα sotêra — ver Atos 4:12 — para poder conceder tanto arrependimento quando perdão de pecados!

4. Verso 32 — Mais do que isso, Deus está pronto a conceder o Espírito Santo a todos que lhe obedecem.

5. Diante de tal “afronta”, eles queriam matar os apóstolos — verso 33.

III. O Conselho de Gamaliel – versos 34—39.

A. Gamaliel era fariseu e não saduceu — verso 34 — como eram os sacerdotes que controlavam a área do templo.

B. Ele foi o tutor do apóstolo Paulo —

Atos 22:3

Eu sou judeu, nasci em Tarso da Cilícia, mas criei-me nesta cidade e aqui fui instruído aos pés de Gamaliel, segundo a exatidão da lei de nossos antepassados, sendo zeloso para com Deus, assim como todos vós o sois no dia de hoje.

C. Como fariseu, era inimigo visceral de Jesus e de sua mensagem. Seu conselho parece bom, e muitos cristãos o elogiam abertamente, mas devemos entendê-lo bem:

1. Os exemplos de Gamaliel provam que esses movimentos nunca dão em nada mesmo — versos 36—37. Com isso ele coloca Jesus, o Filho de Deus, no mesmo pacote onde encontramos Teudas e Judas, o Galileu.

2. Gamaliel entendia as implicações de matar pessoas admiradas pelo povo. Esse ato atrairia apenas mais atenção para a mensagem cristã. Por esse motivo não era conveniente agir assim.

3. O conselho de Gamaliel é caracterizado pelas seguintes condições do seu coração incrédulo:

a. Ele era realmente um cético como é tão comum acontecer com os grandes estudiosos —

Eclesiastes 1:18

Porque na muita sabedoria há muito enfado; e quem aumenta ciência aumenta tristeza.

Eclesiastes 12:12

Demais, filho meu, atenta: não há limite para fazer livros, e o muito estudar é enfado da carne.

b. Ele era um cínico ao ousar comparar Jesus com os revolucionários de “meia-pataca” citados por ele.

c. Ele era um homem pragmático e usa um argumento tão ao gosto das pessoas ingênuas: se uma coisa é de Deus então, prosperará. Mas nós sabemos que isso não é verdade. Como disse Mark Twain: “Enquanto a mentira dá uma volta ao mundo, a verdade ainda está amarrando os seus cadarços”. Falsos ensinamentos se multiplicam bem mais rapidamente do que a verdade.

d. O conselho de Gamaliel parece lógico, soa bem, mas é puro veneno destilado.

e. Ele se revela um verdadeiro canalha ao sugerir que o Sinédrio adote uma posição de “vamos esperar para ver”, diante de uma verdadeira condição de vida ou morte.

f. Gamaliel se recusa a encarar as evidências — o testemunho acerca da ressurreição de Jesus, os milagres, a expulsão de demônios e a libertação dos apóstolos da cadeia — ver Atos 4:33; 5:12—16. Gamaliel recusa a salvação oferecida através de Jesus, pois transforma a reunião do Sinédrio não numa investigação plena das evidências à mão, e sim em uma ridícula discussão acerca de insurretos judeus.

IV. Sentença e Regozijo – versos 40—42.

A. Açoites – versos 40 – comparar

Deuteronômio 25:1
Em havendo contenda entre alguns, e vierem a juízo, os juízes os julgarão, justificando ao justo e condenando ao culpado.

B. Alegria por sofrer? – verso 41. Quem diria?

C. Não cessavam de ensinar e pregar Jesus, o Cristo – verso 42.

Conclusão

A. Verso 20 — A mensagem acerca de Jesus é uma mensagem de Vida. Quem ouvir e responder com fé terá a vida eterna. Os que se negarem a seguir já estão condenados à morte eterna ou separação eterna de Deus —

João 3.36

Por isso, quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, todavia, se mantém rebelde contra o Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de 
Deus.

Quanto a Gamaliel, Jesus deixou bem claro que é impossível ficar em cima do muro diante daquilo que o Senhor representa —

Mateus 6:24

Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro, ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas.

Mateus 12:30

Quem não é por mim é contra mim; e quem comigo não ajunta espalha.

B. Verso 32 — O Espírito Santo é concedido a todos que obedecem a Deus, crendo em Jesus. Não existem cidadãos de primeira e segunda classe no Reino de Deus, como muitos pretendem.

C. Verso 42 — Não nos cansemos meus irmãos e irmãs de anunciar e pregar as boas novas acerca de Jesus, o Autor da Vida e único Salvador. A pior coisa que podemos fazer na vida é aceitar o conselho de Gamaliel e, diante do erro, “esperar para ver o que acontece”.

OUTRAS MENSAGENS DO LIVRO DOS ATOS DOS APÓSTOLOS

SERMÃO 001 — INTRODUÇÃO AO LIVRO DOS ATOS DOS APÓSTOLOS — Lucas 1:1—4 e Atos 1:1—2

SERMÃO 002 — INTRODUÇÃO AO LIVRO DOS ATOS DOS APÓSTOLOS — PARTE 2 — Lucas 1:1—4 e Atos 1:1—2

SERMÃO 003 — A TRANSIÇÃO DO VOLUME ANTERIOR — Atos 1:1—5

SERMÃO 004 — A NOVA DIREÇÃO EXPLICADA — Atos 1:6—8

SERMÃO 005 — A ASCENSÃO DE JESUS — Atos 1:9—11

SERMÃO 006 — PERSEVERANDO UNÂNIMES — Atos 1:12—26

SERMÃO 007 — O DIA DO PENTECOSTES – PARTE 001 — Atos 2:1—4

SERMÃO 008 — O DIA DO PENTECOSTES – PARTE 002 — Atos 2:5—15

SERMÃO 009 — A PROFECIA DE JOEL — Atos 2:14—21

SERMÃO 010 — O PRIMEIRO SERMÃO — PARTE 001 — Atos 2:22—36

SERMÃO 011 — O PRIMEIRO SERMÃO — PARTE 002 — Atos 2:37—41

SERMÃO 012 — A VIDA DOS PRIMEIROS CRISTÃOS — Atos 2:42—47

SERMÃO 013 — A VIDA DOS PRIMEIROS CRISTÃOS — Atos 2:42—47 — PARTE 002

SERMÃO 014 — A CURA DE UM PARALÍTICO DE NASCENÇA — Atos 3:1—10

SERMÃO 015 — A EXALTAÇÃO DE JESUS E A CONDENAÇÃO DOS HOMENS — Atos 3:11—21

SERMÃO 016 — SALVAÇÃO E REFRIGÉRIO: BÊNÇÃOS DAS DUAS VINDAS DE JESUS— Atos 3:17—21

SERMÃO 017 — JESUS CUMPRE AS PROFECIAS DO ANTIGO TESTAMENTO — Atos 3:22—26

SERMÃO 018 — INÍCIO DAS PERSEGUIÇÕES — Atos 4:1—22

SERMÃO 019 — A IGREJA ORA EM COMUNHÃO — Atos 4:23—31

SERMÃO 020 — A IGREJA VIVE EM COMUNHÃO — Atos 4:32—37

SERMÃO 021 — ANANIAS E SAFIRA — Atos 5:1—11

SERMÃO 022 — A COMUNIDADE DOS CRENTES — Atos 5:12—16

SERMÃO 023 — PRISÃO, JULGAMENTO, AÇOITES = ALEGRIA E O PARECER DE GAMALIEL — Atos 5:17—42

SERMÃO 024 — DIVERSIDADE DE DONS = CRESCIMENTO DA IGREJA — Atos 6:1—7

SERMÃO 025 — UM HOMEM CHAMADO ESTÊVÃO — Atos 6:8—12
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/05/atos-dos-apostolos-sermao-025-um-homem.html


SERMÃO 026 — ACUSAÇÕES CONTRA UM HOMEM HONESTO — Atos 6:13—15

SERMÃO 027 — A DEFESA DE ESTÊVÃO E O DEUS DA GLÓRIA — Atos 7:1—8

Que Deus abençoe a todos.

Amém.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos