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sábado, 15 de agosto de 2015

CIENTISTA FALA, FALA, MAS REALMENTE NÃO DIZ NADA


O astrofísico nova-iorquino Neil deGrasse Tyson 
O astrofísico nova-iorquino Neil deGrasse Tyson
(Mike Coppola/Getty Images)

É sempre algo muito curioso o interesse sem fim que a mídia em geral tem por abrir espaço para chamados cientista. Esses indivíduos gostam de posar como se fossem os verdadeiros e absolutos senhores de toda a verdade. Mas a VERDADE é que, na grande maioria dos casos, o que eles pensam hoje e falam hoje virá a ser provado como absolutamente falso amanhã.

Esse é o caso da entrevista que reproduzimos abaixo que está publicada no site da revista VEJA com o astrofísico estadunidense Neil Degrasse Tyson.

Antes de ler o que Neil Degrasse  Tyson tem a dizer é bom deixarmos bem claro que em termos de astrofísica existem apenas duas coisas óbvias:

1. Quando falam de astrofísica, em geral eles não têm a menor ideia do que estão dizendo e são incapazes de provar a maioria de suas afirmações.

2. Quando se metem a falar de Deus, especialmente o Deus da Bíblia, eles demonstram que a ignorância deles não se limita apenas à área da astrofísica, mas a mesma fica ainda mais evidente quando se metem a falar acerca de Deus.

Bem, vejamos o que o famoso doutor diz em sua entrevista:

Não vejo evidências que corroborem a existência de Deus.
O astrofísico americano Neil Degrasse Tyson é o mais ativo divulgador da ciência depois de Carl Sagan. Em entrevista a VEJA, ele diz que aceitar afirmações sem exigir provas é burrice e alerta contra as polícias do pensamento
Por: Filipe Vilicic

O astrofísico nova-iorquino Neil deGrasse Tyson é um dos rostos mais conhecidos da ciência por saber traduzir, com graça e elegância, o intrincado linguajar de estudiosos. Em suas palavras, "mostra as reais maravilhas do conhecimento". Ele faz isso por meio de livros best-sel­lers, a exemplo do mais famoso deles, Origens, lançado em 2004 nos Estados Unidos, mas que só na semana passada chegou ao Brasil. Dr. Tyson - como é chamado - se assume como herdeiro de Carl Sagan, astrofísico que popularizou a exploração espacial com o programa televisivo Cosmos, dos anos 80. Não por acaso, é dele a reedição da série, que apresenta na Fox. Tyson é defensor ferrenho do método científico como a melhor forma de explicar a origem de tudo o que existe.

Seu livro busca compreender a origem de tudo, seja a vida, seja o universo. Por que esse tema é tão recorrente na ciência?
Se queremos analisar uma laranja, por exemplo, podemos verificar que ela é redonda, tem gosto cítrico. Se na experiência de laboratório destruímos a fruta, basta buscar outro exemplar e o trabalho prossegue. Essa lógica, de estudar a existência, vale para tudo, de organismos a estrelas. Mas e se decidirmos compreender a origem da laranja? Aí a situação se complica. Primeiro, é simples notar que ela vem de uma árvore. E de onde veio a árvore? De uma semente. E a semente? Mais complicação. Quando se pergunta sobre a origem de qualquer coisa, os questionamentos não param. Em dado momento, é inevitável chegarmos a essa indagação filosófica clássica: "Qual é a origem da vida?". Para responder a essa questão, é preciso elaborar argumentos cuidadosos, factíveis, mas extraordinariamente imaginativos. Por isso, tantas das mentes brilhantes da humanidade se dedicaram ao desafio.

Diante da dificuldade de chegarmos à origem de tudo o que está aí, uma busca infindável, aparentemente eterna, não seria o caso de aceitar com mais naturalidade e compreensão as interpretações religiosas?
A religião de cada um tira conclusões precipitadas sobre o funcionamento do universo. A ciência, no entanto, realiza medições capazes de mostrar que essas impressões são falsas. Até hoje as pessoas dizem "God bless you" (Deus te abençoe, em inglês) quando alguém espirra. Por quê? No passado, acreditava-se, para valer, que, quando isso ocorria, a alma saía do corpo e deixava a pessoa vulnerável a demônios. Um religioso pode ver o mundo dessa maneira. A ciência verifica que há bactérias que causaram o espirro, e ponto. Um religioso pode aceitar as descobertas e passar a usar passagens de suas escrituras, a exemplo da Bíblia, como metáfora, fonte de inspiração. Ou entrar em conflito conosco. Há muitos, contudo, que souberam separar os tópicos, ver a religião como motivação moral, e a ciência como a forma de realmente explicar a natureza. Exemplo contemporâneo é o geneticista Francis Collins, cristão e um dos intelectuais mais respeitados da atualidade. Ele tira sua base moral da Bíblia, mas jamais responderá a uma pergunta sobre a origem do universo dizendo: "Bem, vamos verificar no Gênesis".

Os religiosos veem a aparente ordem do universo, regida pelas leis da física, como prova de que há uma lógica superior organizando tudo...
Sim, a natureza se repete, e por isso definimos regras, como a lei da gravidade. Mas é preciso tomar cuidado com essa abordagem. O.k., Deus então fez as leis da física, como já definia o filósofo Baruch Espinosa no século XVII. Só que isso quer dizer que Ele ouve suas preces? Ou que ajuda religiosos a vencer guerras contra outros religiosos? Ou que Ele tem barba? Foi esse Deus que falou com Moisés? Se tudo isso for tomado como verdade, então podemos dizer que Deus deixa pessoas inocentes ser atropeladas na rua. Ele permite, portanto, que uma criança morra de leucemia. Ou ainda faz vista grossa diante de furacões e vulcões que matam milhões, incluindo jovens e humanitários. Para acreditar em Deus, é preciso levar tudo em conta. Se Ele está por trás de tudo, é muito bom em matanças. Afinal, mais de 99,9% das espécies de seres vivos que passaram pela Terra foram extintas. Isso é o acaso da natureza? Ou é Deus? Seja qual for a resposta escolhida, é preciso assumi-la tanto para o lado belo como para o terrível.

O senhor acredita em Deus?

Dediquei tempo para pesquisar listas de deuses na internet. Demora muitos minutos só para passar com o mouse, sem ler, por um compilado de divindades nas quais a humanidade acredita. São milhares! Quer dizer que a escolha de um desses deuses pressupõe, sem escapatória, a ilegitimidade de todos os outros? Esse conflito de ideias não é tranquilo, levou a muitas guerras. Indo além, debrucei-­me sobre o Deus mais popular do Ocidente, o judaico-cristão. Quais são suas propriedades celebradas? A bondade, o poder absoluto e a onisciência. Visto quanto a natureza mata, quer dizer que Ele é assassino? Se sim, não é bondoso. Se não, Ele não é onisciente, ou todo-­poderoso. Para mim, essas escolhas parecem randômicas. Não vejo evidências que corroborem a existência de Deus. Se há um terremoto, não é fúria divina. Geólogos avisaram que a área era vulnerável. Não adiantava rezar pelo Haiti. O terremoto que abalou o país recentemente ocorreria de qualquer jeito. Não me importo se acreditam em deuses. Só acho que quem segue essa linha cega não pode distribuir culpas por aí.

O senhor utiliza frequentemente o termo "polícia do pensamento". É uma forma de definir a postura religiosa que ignora solenemente o pensamento científico?

Quando emprego essa definição, é para falar das pessoas que tentam ter e exercer poder pela força de seus pensamentos. Ou seja, impondo o que todos podem, ou devem, acreditar. Essa é a "polícia". Na ciência, não fazemos isso. A ciência é inimiga da "polícia do pensamento".

O artigo original poderá ser visto por meio desse link aqui:


ARTIGOS ACERCA DE RICHARD DAWKINS, CHARLES DARWIN E OUTROS EVOLUCIONISTAS E ATEUS























NOSSOS COMENTÁRIOS:

1. O Dr. Tyson fala de “argumentos factíveis” para explicara a origem da vida, mas não consegue oferecer nenhum argumento sequer.

2. Ele fala de religiões, mas não entende que a fé cristã não é uma religião e sim uma questão de relacionamentos, como Jesus ensinou:

João 17:3

E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.

3. Em sua tentativa de denegrir as religiões o Dr. Tyson usa ilustrações, no mínimo estúpidas, como a do espirro. Quem acredita numa tolice dessa? Isso é fato histórico ou é apenas uma pequena bobagem mentirosa que o bom Dr. inventou?

4. O Dr. Tyson deseja criar um conflito entre a pseudociência e as pseudorreligiões. Mas o fato, é que não existe nenhum conflito final ou definitivo entre a verdadeira ciência e a Bíblia.

5. As implicações que o Dr. Tyson deriva das religiões, dificilmente se aplicam ao conteúdo da Escrituras Sagradas que temos na Bíblia.

6. O Dr. Tyson não entende nada acerca de quem é, realmente o ser humano caído, inclusive ele próprio. Não entende que o ser humano é um ser caído no pecado e, por isso, procura colocar a culpa de tudo em Deus. Nesse caso nosso doutor não passa de um perfeito idiota.

7. Quando o Dr. Tyson pretende falar do Deus da Bíblia demonstra toda a ignorância que lhe é própria acerca desse tema.

8. Quanto à chamada “polícia do pensamento” o Dr. Tyson não faz, exatamente, a favor de sua pseudociência,  aquilo que ele acusa as pseudorreligiões de estarem fazendo?

9. Por fim, o Dr. Tyson e livre para crer no que quiser, mas isso não muda nenhum fato verdadeiro.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no Facebook através do seguinte link:


Desde já agradecemos a todos.

domingo, 19 de abril de 2015

A ORIGEM DOS SERES HUMANOS


Desde que eu me entendo por gente e isso muito antes de me converter ao Senhor Jesus, eu tive a oportunidade de ouvir um sem número de vezes a velha história acerca da chamada teoria da evolução. Em todos esses discursos era muito raro ouvir falar sobre o “elo perdido” — assim mesmo no singular. 

Homem de Pequim considerado um elo perdido. Foi reconstruído a partir da descoberta de uns poucos ossos.

Mais tarde eu tive a oportunidade de morar durante onze anos nos EUA. Uma boa parte desse tempo eu morei na ilha de Manhattan, parte do complexo de cinco distritos que compõem a cidade de Nova Iorque. 

Um dos museus que o pessoal que passava pela minha casa nos EUA mais gostava de visitar era o Museu de Ciências Naturais. O museu é gigantesco e se estende da rua 77 até a rua 81 do outro lado de uma das laterais do Central Park. 

Foto do interior do Museu Nacional de História Natural em Noba Iorque

Nessas visitas não era incomum encontrar grupos de estudantes sendo ensinados as mesmas e velhas histórias acerca da “teoria da evolução” como se fosse a mais absoluta das verdades. 

O discurso de sempre é o mesmo com pequenas variações e diz mais ou menos o seguinte: 

“Cerca de 4 milhões de anos atrás — será que eles têm a mínima noção do que estão falando? — alguns animais semelhantes aos macacos, começaram a andar de forma ereta, dando os primeiro passos para se tornarem seres humanos. O tempo[1], o acaso[2] e a luta pela sobrevivência continuaram nos moldando”. 

De acordo com o autor de muitos livros de ficção Carl Sagan: “Somente com a morte de um imenso número de organismos levemente mal adaptados, nós somos cérebros e tudo o mais nos dias de hoje”[3]  

O doutrinamento prossegue: Com o passar do tempo grupos sociais se transformaram na principal razão da nossa sobrevivência, à medida que a família humana evoluía enquanto o prazer sexual era oferecido em troca de comida e proteção. Essa parte da explicação casa com a teoria de Boyce Rensberger, que escreveu um artigo acerca do modo como o sexo “animal” tornou-se a afável expressão “fazer amor” entre os seres humanos.[4] E prosseguem: Hoje em dia nós somos capazes de direcionar nossa evolução futura, mas para evitar nossa extinção nós precisamos estar cientes de nossa origem animal e dos nossos instintos. Assim, podemos dizer que a “evolução” é “ciência” da sobrevivência humana. 

Olha, eu não arriscaria a minha vida para defender que o ensinamento acima é 100% exato. Mas tendo ouvido e lido essa mesma história por centenas de vezes é impossível não notar que as mesmas mantêm certos elementos inalterados. Por exemplo: todas essas apresentações estão repletas de especulações compostas, geralmente envolvendo detalhes sexuais explícitos e sempre incluem uma palavra que dá a impressão de que a verdadeira salvação encontra-se na “ciência”. Essas mentiras são apresentadas como “fatos” e “ciência”, mas não se oferece nenhum material que justifique as mesmas. Também, como seria possível, trata-se de mentiras. Independentemente de tudo isso, essa é a apresentação que nos é servida todos os dias, seja nas escolas — no meu primeiro ano de Comunicação Social em 1974 o professor da Matéria de Comunicação Visual e Oral já usava tais argumentos ridículos — seja nos programas infantis, ou nos canais profissionais como o History, o Discovery o NatGeo e etc. A verdade é uma só: TODO MUNDO MENTE, quando o assunto é a origem humana amparada na falsa e moribunda teoria da evolução. Todavia, os proponentes dessa teoria são sempre apresentados como doutores em seus respectivos campos de atuação. Mas as coisas não são como parecem. Existem cientistas que duvidam que outros cientistas tenham qualquer ideia verdadeira acerca das afirmações mentirosas que fazem em tais programas apenas para aparecer. No final do artigo ofereço alguns links para artigos em que desmantelamos por completo as bobagens do biólogo nigeriano, Dr. Richard Dawkins, e sua crença na teoria da evolução, além de outro tratando da evolução e de Charles Darwin, especificamente. 

Mas, diante de tudo isso, nós precisamos nos perguntar quais são mesmo os fatos acerca da origem da Raça Humana? É com profundo pesar que temos que admitir a constatação que tais fatos não estão disponíveis para a maioria das pessoas porque o negócio envolvendo a fantasia evolucionista rende muito dinheiro para todos esses chamados “especialistas”. Tudo o que eles nos apresentam, seja em revistas chamadas científicas, programas de TV e etc. são obras de arte de reconstruções baseadas na farta imaginação dos criadores das ideias de como tudo se passou, desde os macacos até chegarmos aos seres humanos. 

Uma das questões mais graves é que em nenhuma dessas apresentações, incluindo-se aí livros-textos, enciclopédias e artigos publicados em jornais e revistas apresentam as seguintes verdades de modo claro e explícito: 

1. Evolucionistas de renome admitem que os chamados “elos perdidos” entre os macacos e os seres humanos continuam PERDIDOS, e eles não têm a menor ideia de onde os mesmos poderiam ser encontrados. 

2. Os supostos “elos perdidos” entre os grupos de plantas e animais, também continuam PERDIDOS e eles também não sabem nem por onde começar suas pesquisas. 

A prova desse estado de coisas pode ser encontrada no artigo escrito por Stephen Gould intitulado “Man a Subtle Accident” — O Ser Humano, um Acidente Sutil”, que foi publicado 1980. De fato, é somente na Bíblia que encontramos uma explicação satisfatória de como os seres humanos surgiram no planeta Terra. Com esse intuito em mente queremos oferecer, para a apreciação dos nossos leitores, os seguintes fatos: 

Concepção artística do homem de neandertal - ser humano

1. Os homens de Neandertal sempre foram apresentados pelos evolucionistas como seres brutos, de peito largo e pernas tortas e um verdadeiro elo entre os macacos e os seres humanos. Mas pesquisas recentes nos informam que várias doenças ósseas comuns entre os neandertais provam que os criacionistas estiveram sempre certos e que os neandertais eram apenas pessoas, completamente humanas[5]. 

Mas tem mais ainda. Não foram apenas o neandertais que foram considerados como seres sub-humanos pelos “doutores” evolucionistas. 

John Langdon Down

O afamado Dr. Down - John Langdon Down - chamou a síndrome por ele diagnosticada de “Idiotia Mongolóide”, por que, devido a preconceitos inconfessáveis, imaginava que as crianças nascidas com essa condição — uma adição no cromossomo 21 chamada de trissomia do cromossomo 21 — representavam um “retrocesso” ao estágio mongoloide da evolução humana. Mais triste ainda são as palavras de Henry Fairfield Osborn, notório defensor da evolução por meio da adoção do chamado homem de Nebraska - ler mais adiante - que certa vez escreveu o seguinte: “cientistas ‘imparciais’ classificariam os seres humanos não apenas em diferentes espécies, mas também em diferentes gêneros, inclusive”. Prosseguindo ele disse: “O padrão de inteligência médio de um adulto negro — a quem o evolucionista Dr. Osborn classifica como uma espécie sub-humana distinta — é semelhante ao de uma criança de onze anos da espécie Homo Sapiens”. 

Todas essas ideias, é bem verdade, são rejeitadas pela maioria dos evolucionistas da atualidade, mas eram considerados como “fatos científicos a favor da evolução” nos dias de Osborn e no entendimento de como a ciência entendia essas coisas nas décadas de 1930 e 1940. Enquanto isso a Bíblia se mantinha estável ensinando que todos os seres humanos são criaturas de Deus. 

O Homem de Pitdown  

Doutores evolucionistas contemplam restos do famoso homem de Pitdown

É muito provável que não exista uma mentira maior na área do evolucionismo do que essa, que foi chamado de “homem de Pitdown”. Mas de 1912 — quando a mandíbula foi encontrada — até 1950, a mensagem das chamadas “otoridades” científicas era bem clara: “Você pode acreditar na criação se você assim desejar, mas os fatos estão todos do lado da evolução”. Os fatos nesse caso específico revelaram que a mandíbula atribuída ao inventado “homem de Pitdown” não passava de uma mandíbula de macaco, com dentes humanos obturados, “encontrada” ao lado de um crânio humano. Tanto a mandíbula quando o crânio haviam sido tratados quimicamente para parecerem mais velhos[6]. Durante 38 anos os evolucionista sustentaram uma grossa mentira que eles sabiam que era mesmo uma mentira! 

O famigerado homem de Pitdown, todavia, provou-se valiosos, pelo menos numa coisa: trata-se da velha pergunta que diz: “É possível que todos os cientistas estejam virtualmente errados numa questão tão importante quanto a origem dos seres humanos’? A resposta mais enfática que nos é oferecida pelo homem de Pitdown é um sonoro: SIM! Mas essa não teria sido nem a primeira nem a última vez que isso aconteceu e continua acontecendo. Durante os anos em que se acreditou na “veracidade” do homem de Pitdown, cerca de 500 teses de doutorado foram escritas e defendidas tratando a descoberta como científica. Nenhum de todos os “doutores” que escreveram sobre o homem de Pitdown foi capaz de enxergar a mentira, a invencionice e a canalhice por trás de toda aquela patifaria. E esse senhores esperam serem levados a sério mesmo em nossos dias. 

É lícito nos perguntarmos o que vai acontecer com os “fatos científicos da evolução” dos dias de hoje, daqui a, digamos, 50 anos? Quanto ao que a Bíblia diz acerca disso, continua verdadeira a frase do teólogo reformado Francis A. Schaeffer que disse: “Não há, nem nunca haverá nenhuma contradição definitiva entre a ciência e as Escrituras Sagradas”.[7] 

Seres Humanos Inventados a Partir de Um Único Dente  


o Dr. Henry Fairfield Osborn e sua concepção do homem de Nebraska, reconstruído a partir de um único dente, de um porco extinto!

Uma das mais dramáticas invencionices dos defensores da “teoria da evolução” trata do chamado “Homem de Nebraska”, chamado cientificamente de: Hesperopithecus haroldcookii. As curiosas peças de exibição, geralmente mostravam o tal “homem” reconstruído com pele, pêlos, cabelos, e toda sua família! Agora é da maior importância que digamos aquilo que foi sonegado durante muito tempo pelos promotores do “Homem de Nebraska”, como mais um elo perdido entre os macacos e os seres humanos. Toda a fantasiosa reconstrução do tal homem estava baseada na descoberta de um único dente! Haja imaginação e criatividade. E o pior, é que muitos criacionista aceitaram esse embuste para defender suas ideias. Bando de amadores. No final das contas descobriu-se que o tal dente que foi encontrado em 1917, não passava do dente de um porco extinto. Mas muitas carreiras avançaram, muitos prêmios foram concedidos e muitas aleivosias contra as Escrituras Sagradas foram levantadas, até que o embuste foi revelado e a casa de cartas rui, silenciosamente. Ninguém noticiou nada. Foi como se não tivesse existindo. Falou-se muito da “descoberta”, mas não se falou nada da verdadeira descoberta!

Ramapithecus

Tudo isso ensinou os evolucionistas modernos a serem um pouco mais cuidadosos com suas “descobertas” e “afirmações científicas”. Mesmo assim, foi apenas em 1979 que uma descoberta que recebeu o nome de Ramapithecus — que foi reconstruído na forma de um bípede com base apenas numa mandíbula com dentes — foi definitivamente descartada como sendo uma representação FALSA pelos evolucionistas e como não tendo qualquer coisa a ver com o surgimento da raça humana sobre a Terra.
Mas mesmo nos dias de hoje, um objeto de pesquisa chamado de Aegyptopithecus — não confundir com o mosquito da dengue, risos — é apresentado como sendo o “ancestral psicológico” — risos — dos seres humanos, com base exclusivamente na criativa análise comportamental dos caninos encontrados nos machos.

Uma das muitas concepções de Lucy
Todo mundo com mais de 50 anos vai se lembrar de “Lucy” e dos Australopithecines ilustrando a capa da revista TIME, e saudada com a descoberta definitiva do elo perdido entre macacos e seres humanos. Essa história permanece até hoje, apesar de não termos registro de nenhum desenvolvimento posterior que vá além do estardalhaço feito na TIME, na década de 1970. Por outro lado, criacionistas não perderam tempo e copiaram o crânio apresentado pelo Dr. Donald Johnson, descobridor de Lucy, e exibem cópias do mesmo ao lado de crânios de chimpanzés, provando que os dois são praticamente idênticos. Ou seja, Lucy não é ancestral humano é apenas mais um macaco querendo aparecer. As semelhanças são tão grandes entre os dois crânios que a verdadeira ciência resolveu chamar os chimpanzés modernos de Australopithecines Africanus. O próprio Dr, Johnson admite hoje, que Lucy é ainda mais “primitiva” que os chipanzés modernos. Assim podemos afirma com tranquilidade, que Lucy e seus parentes são apenas parte da grande variedade de macacos, e nada, além disso.     
Mas nesse ponto algum defensor da chamada “teoria da evolução” poderia objetar nossos argumentos sobre Lucy, dizendo o seguinte: “Existe uma diferença crucial na comparação feita entre Lucy e os chimpanzés: Lucy andava ereta e isso é suficiente para transformá-la numa legítima ancestral dos seres humanos”. Mas que grande tolice. Qualquer antropologista evolucionário é capaz de nos dizer que os chimpanzés que habitam as florestas tropicais passam boa parte dos seus dias na posição ereta. Que conclusão podemos tirar: podemos admitir que o fato de Lucy andar ereta faz ela parecida com os seres humanos, como também a faz parecida com os chimpanzés modernos. E no restante? Ah!, no restante ela é apenas uma macaca velha mesmo.

Pegadas de Leteoli

Outro fato acerca do quão pouco se fala, ainda em conexão com Lucy é que temos evidências que pessoas já andavam eretas antes de Lucy ser fossilizada. Exemplos desse caso são: o hominídio Kanopi, o homem Castenedolo e é possível que as marcas de pés descobertas por Mary Leakey — marcas de pés de Laetoli — bem como as marcas semelhantes a pés humanos preservadas juntamente com pisadas de dinossauros no fundo rochoso do rio Poluxy, no estado do Texas nos EUA, sejam mesmo de seres humanos[8]. Nesse caso, SE pessoas já andavam eretas antes de Lucy, ela fica definitivamente descartada como sendo nossa ancestral.
Mas uma pergunta intriga a todos nós criacionistas: Lucy andava ereta mesmo? Estudos das características anatômicas feitos em alguns desses fósseis nos servem como advertência contra a pronta aceitação dessa história, de acordo com o anatomista Charlews Oxnard, numa publicação dirigida para professores de biologia. Com base numa análise multivariada, uma técnica computacional objetiva usada para fazer análises de esqueletos, o professor Oxnard chegou às seguintes conclusões:
A evidência é bem clara que os australopithecines não andavam eretos, pelo menos não na forma que os seres humanos fazem. O professor Oxnard recomenda que todos sejam críticos. Que ensinem, escrevam artigos e etc., que conduzam as pessoas a examinarem que “fatos” realmente sustentam essas teorias tão populares baseadas nas opiniões de medalhões — geralmente com intenções inconfessáveis — e que aprendam a explorar teorias alternativas e que testem todas as ideias e suposições usando as evidências disponíveis.
Diante disso só temos a lamentar que a vasta maioria das pessoas não podem pensar de forma crítica, se tudo o que conhecem e que lhes é apresentado é que a evolução é a única opção verdadeiramente aceitável pela “ciência”. Todavia, muitos professores em nossos dias já reconhecem que a apresentação da “teoria da evolução” com única opção viável, não é boa ciência e leva todos a se perguntarem: como a ciência pode ser tão tacanha ao desconsiderar qualquer outra possibilidade, que não seja a única que lhe parece certa? Mas aos poucos, mesmo as pessoas comuns começam a entender que a liberdade acadêmica precisa, necessariamente, incluir a liberdade de discutir o como, mas também se a evolução de fato aconteceu. E, mais importante ainda, precisamos ter a liberdade de discutir a proposta dos evolucionistas de que a teoria deles é a única alternativa lógica e cientificamente aceitável.  
Uma das questões que mais me chocam é perceber o enorme descaso dos chamados cientistas com alguns dos temas, usados inclusive por eles mesmos, nos quais são incapazes de reagir às suas próprias tolices. Um caso típico é não distinguirem objetos moldados pelo tempo e acaso daqueles que, evidentemente foram desenhados por alguém inteligente.
De acordo com este modelo chamado de “científico” o Universo e todas as leis físicas que encontramos em funcionamento foram criadas, meramente pelo acaso durante o chamado “Big Bang”, que teria ocorrido de 15 a 20 bilhões de anos. Para que não sejamos enganados é necessário entendermos como o Dicionário Aurélio Século XXI define o termo “acaso”. Acaso: “é o conjunto de causas imprevisíveis e independentes entre si, que não se prendem a um encadeamento lógico ou racional, e que determinam um acontecimento qualquer”. De acordo com os proponentes desta escola, “nós, os seres humanos, existimos através de um complicado processo aleatório — esse processo é dependente de fatores incertos, sujeitos ao acaso; casual, fortuito, acidental – e que é pomposamente chamado de “evolução”. Para acomodar as possibilidades de as coisas darem “certo”, nesse esquema, o que é praticamente impossível diante da quantidade de possibilidades que precisaram “dar certo”, para chegar onde estamos, é necessário tempo, muito tempo. Daí a figura astronômica apontada acima. Dentro deste modelo devemos nossa presença aqui ao total acaso. A religião é apenas um desenvolvimento natural dentro do processo “progressivo” da evolução. De acordo com esse modelo nós cessamos de existir quando morremos. Entre os defensores dessas idéias podemos encontrar o romancista Isaac Assimov, o astrônomo Carl Sagan, o físico Stephen Hawking, o paleontólogo Stephen Jay Gould e o biólogo e dublê de filósofo nigeriano, Richard Dawkins.
Mas, como uma alternativa, existem muitos cientistas criacionistas que afirmam que a evidência da psicologia anatômica e da genética nos capacita a reconhecer que seres humanos e macacos são tipos que foram criados de modo separado. Os fósseis encontrados até hoje indicam que os macacos e os seres humanos existiam como tipos separados, mas com uma variedade limitada, tanto no passado quanto no presente. Diante dessas evidências, muitos cientistas estão agora desenvolvendo e começando a defender a Criação como um modelo científico, capaz de competir com a “teoria da evolução” no mercado das ideias.
A questão crucial nesse processo todo é que: Aquilo em que você acredita influencia o todo da sua vida. No caso envolvendo o Criacionismo e a teoria da evolução, cada um de nós precisa avaliar os fatos e tomar a decisão conforme sua própria consciência.
É uma pena que os ainticriacionistas não pensem assim e desejem impor sua posição de todas as maneira e formas, especialmente nas escolas onde as crianças e jovens estão mais vulneráveis. Por outro lado também não concordamos com nenhuma escola, dita cristã, que produz seu próprio material escolar e apresenta apenas a posição criacionista. A comparação é a única base para uma tomada de decisão de acordo com a consciência de cada um. E é também, a única verdadeiramente científica. Os elementos a serem utilizados são: a lógica, a observação e os procedimentos testados e provados verdadeiros.
Os fósseis seriam um bom lugar para se começar. Qual é a inferência mais lógica da nossa perspectiva de observação: Criação ou Evolução? Certamente todos os leitores têm a capacidade para tomar uma decisão inteligente.
ARTIGOS ACERCA DE RICHARD DAWKINS, CHARLES DARWIN E OUTROS EVOLUCIONISTAS E ATEUS





















Que Deus abençoe a todos. 
Alexandros Meimaridis. 
PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no Facebook através do seguinte link:
Desde já agradecemos a todos.


[1] Tempo — Período sem interrupções no qual os acontecimentos ocorrem; continuidade que corresponde à duração das coisas (presente, passado e futuro); o que se consegue medir através dos dias, dos meses ou dos anos; duração.
[2]  Acaso — Causa fictícia de acontecimentos que aparentemente só estão subordinados à lei das probabilidades.
[3] Frase adaptada de uma citação feita por Carl Sagan numa entrevista concedida para a revista Time intitulada “The Cosmic Explainer". Revista TIME com data de capa de 20 de Outubro de 1980. Naquele ano eu estava fazendo meu mestrado em Michigan.
[4] Rensberger, Boyce. Our Sexual Origins em Science Digest, Winter, 1979, Edição Especial. 
[5] Duane T. Gish. Evolution, The Fossils Say No! Creation Life Publishers, San Diego. 1979.
[6] Quem quiser conhecer melhor a tramóia inventada pelos evolucionistas poderá fazê-lo, por exemplo, por desse link aqui: http://hoaxes.org/archive/permalink/the_piltdown_man/
[7] Schaeffer, Francis A. No Final Conflict. Inter-Varsity Pres, Doeners Grove, 5th Edition, 1979
[8] Parker, Gary, Creation: 'The Facts of Life. Creation-Life Publishers, San Diego, 1980.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

O DEUS CRIADOR E A DESILUÇÂO DE RICHARD DAWKINS - Parte 1


Resultado de imagem para richard dawkins

Esse é um estudo acerca da Criação e do Deus responsável pela mesma. Devido sua extensão, o mesmo está desmembrado em três partes. No final dessa parte — parte 1 — você irá encontrar um link para prosseguir para a parte 2 e parte 3 dessa série.


No princípio, criou Deus os céus e a terra - Gênesis 1:1.

Tendo o SENHOR descido na nuvem, ali esteve junto dele e proclamou o nome do SENHOR. E, passando o SENHOR por diante dele, clamou: SENHOR, SENHOR Deus compassivo, clemente e longânimo e grande em misericórdia e fidelidade; que guarda a misericórdia em mil gerações, que perdoa a iniqüidade, a transgressão e o pecado, ainda que não inocenta o culpado, e visita a iniqüidade dos pais nos filhos e nos filhos dos filhos, até à terceira e quarta geração! E, imediatamente, curvando-se Moisés para a terra, o adorou – Êxodo 34:5 – 8.

Quem guiou o Espírito do SENHOR? Ou, como seu conselheiro, o ensinou? Com quem tomou ele conselho, para que lhe desse compreensão? Quem o instruiu na vereda do juízo, e lhe ensinou sabedoria, e lhe mostrou o caminho de entendimento? Eis que as nações são consideradas por ele como um pingo que cai de um balde e como um grão de pó na balança; as ilhas são como pó fino que se levanta. Nem todo o Líbano basta para queimar, nem os seus animais, para um holocausto. Todas as nações são perante ele como coisa que não é nada; ele as considera menos do que nada, como um vácuo. Com quem comparareis a Deus? Ou que coisa semelhante confrontareis com ele? – Isaías 40:13 – 18.

A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça; porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis; porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato. Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos – Romanos 1:18 – 22.

Introdução

O ano de 2007 viu o advento de inúmeras obras, pretensamente científicas, cuja única motivação visava, como se isto fosse possível, destronar Deus. Autores como Richard Dawkins, Sam Harris, Matt Ridley e outros surgiram no horizonte como verdadeiros doidivanas pretendendo que Deus não existe ou, se existe, não passa de uma força impessoal. Dentre estes autores o mais festejado foi certamente o inglês Richard Dawkins, autor entre outros títulos, dos campeões de venda: The God Delusion, The Selfish Gene – estes dois disponíveis também em português – e The Blind Watchmaker.

I. Richard Dawkins.

Richard Dawkins ocupa a cadeira de Professor Charles Simonyi que versa sobre a “Compreensão Publica da Ciência” na Universidade de Oxford, na Inglaterra. Apesar de ser biólogo por formação, Richard Dawkins ocupa seu tempo não com as ciências biológicas e sim com questões políticas – como o curso que leciona em Oxford - e especulações filosóficas acerca da existência ou não de Deus – através de seus livros.

Apesar de gostar de posar de cientista – afinal de contas ele é biólogo – e de ser aclamado como “cientista” pela imprensa ignara em geral, seus escritos não expressam a opinião de um cientista e nem estão baseados em fatos científicos. Seus escritos não passam de teorias, na sua maioria patéticas, que estão muito longe de refletir o atual estágio das ciências biológicas, físicas e astronômicas.

Richard Dawkins acredita que, por ser “quase ateu”, que pertence a uma elite da raça humana. Uma elite composta de pensadores, daqueles que não se deixam iludir pelas falsas afirmações religiosas, especialmente aquelas que dizem respeito a um Deus pessoal e Criador Todo Poderoso, como ensinado nas páginas da Bíblia Sagrada. Eu disse que Dawkins é “quase ateu” porque percebo que ele ainda tem profundas dúvidas acerca deste assunto como podemos claramente perceber em seus livros.

Em seu último livro intitulado “The God Delusion”, Richard Dawkins procura atacar a existência de Deus como ensinada nas religiões em geral. Mesmo que seu objetivo explícito não seja o Deus da Bíblia é desta maneira que este autor interpreta a intenção de Dawkins. Quando encarados desta maneira e comparados com o verdadeiro ensinamento contido na Bíblia, percebemos que os argumentos de Dawkins são risíveis. Entre estes argumentos alegando que Deus não existe ou, se existe, ele não pode ser um Deus pessoal, ele cita uma passagem de um livro de Carl Sagan – Pale Blue Dot – que diz:

Como é possível que dificilmente qualquer uma entre as maiores religiões existentes tenha olhado para a ciência e concluído: “Isto é realmente bem melhor do que imaginávamos. O Universo é muito maior do que do que nossos profetas nos ensinaram, mais grandioso, mais sutil, mais elegante?” Em vez disso eles dizem: “Não, não, não! Meu deus é um deus pequenino e eu quero que ele permaneça assim”. Qualquer religião, antiga ou moderna, que tenha ensinado a magnificência do universo como revelada pela ciência moderna poderá avançar para expressões de reverência e assombro que são raramente experimentadas pele fé convencional.

Fico admirado que o tão grande pensador, Richard Dawkins, engula este tipo de lixo sem sequer piscar. Uma análise desapaixonada da frase acima ira revelar o seguinte:

• O fato de que nós, cristãos, não olhamos para a ciência e concluímos que: “Isto é realmente bem melhor do que imaginávamos” deve-se a um único e simples motivo: é porque não é realmente melhor do que imaginávamos.

• Infelizmente, para Carl Sagan, o universo não é nem maior, nem mais grandioso, nem mais sutil, nem mais elegante do que nos ensinaram nossos profetas. Para citar apenas um deles e deixar claro que os profetas bíblicos recebiam verdadeiras revelações de Deus, basta o que segue:

Levantai ao alto os olhos e vede. Quem criou estas coisas? Aquele que faz sair o seu exército de estrelas, todas bem contadas, as quais ele chama pelo nome; por ser ele grande em força e forte em poder, nem uma só vem a faltar. Por que, pois, dizes, ó Jacó, e falas, ó Israel: O meu caminho está encoberto ao SENHOR, e o meu direito passa despercebido ao meu Deus? Não sabes, não ouviste que o eterno Deus, o SENHOR, o Criador dos fins da terra, nem se cansa, nem se fatiga? Não se pode esquadrinhar o seu entendimento. Faz forte ao cansado e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor. Os jovens se cansam e se fatigam, e os moços de exaustos caem, mas os que esperam no SENHOR renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam – Isaías 40:26 - 31.

• Não temos espaço para um Deus pequeno porque como o homem mais sábio que já existiu disse:

Mas, de fato, habitaria Deus na terra? Eis que os céus e até o céu dos céus não te podem conter, quanto menos esta casa que eu edifiquei – 2 Reis 8:27.

• Note como Carl Sagan deseja conceder à ciência um caráter “divino” ao usar a expressão “revelada”. Sua tentativa absurda visa substituir o Deus Criador pela ciência humana. Richard Dawkins gosta desta mesma idéia e se empenha com todo afinco para fazê-la triunfar.

• Como iremos ver mais adiante, Carl Sagan defendia sob o título pretenso de “ciência” algo que não passava da mais grossa manifestação e do mais puro e básico panteísmo.

Richard Dawkins, ao citar Carl Sagan, sem manifestar nenhum tipo de espírito crítico comete um erro antigo e já há muitos séculos anotado pelo próprio Senhor Jesus quando disse: Vocês estão errados porque não conhecem nem as Escrituras nem o poder de Deus – ver Marcos 12:24.

Outro argumento utilizado pelo professor Dawkins é a crença afirmada por Albert Einstein de que ele, Einstein, acreditava na “existência de uma força criadora superior, mas que não podia, em hipótese nenhuma, ser confundida com um Deus pessoal”.

Ora, meu caro leitor, Albert Einstein tem todo o direito de expressar suas opiniões e convicções. Opinião é como nariz, todo mundo tem direito de ter o seu próprio. Isto já seria suficiente para deixarmos de lado esta conversa. Mas, Richard Dawkins, sendo um homem astuto decide manipular a figura mítica de Albert Einstein para seu próprio benefício. As idéias acerca de Albert Einstein, que beiram às raias da idolatria, chegam ao absurdo de considerá-lo, entre outras coisas, como o maior indivíduo da história da humanidade.

É em cima desta idolatria cega e ignorante que Richard Dawkins tenta capitalizar. Ora, como cristãos, sabemos que ídolos existem apenas para serem destruídos. Todas as biografias de Einstein procurar elevá-lo a uma posição de quase-divino. A imprensa segue, em geral, esta postura. Mas felizmente registros não tão nobres acerca de Albert Einstein também foram registrados. Em primeiro lugar precisamos registrar que o homem que não acreditava na existência de um Deus pessoal, fugiu, de maneira covarde, de seu país de origem indo procurar abrigo entre as pernas do poderoso Tio Sam, do outro lado do Oceano Atlântico. É curioso, mas Einstein conseguiu realizar o sonho dourado de praticamente todos os habitantes da periferia do Planeta Terra: mudar-se para os Estados Unidos da América e adquirir a cidadania estadunidense. Sim, Einstein não deixou por menos, já que estava por lá mesmo, o melhor era tornar-se cidadão. Mas isto não o mais grave. Em segundo lugar, nosso malfadado cientista ajudou a desenvolver e explodir as duas bombas atômicas sobre as cidades japonesas de Nagasaki e Hiroshima, tornando-se diretamente responsável pela morte de cerca de 120 mil japoneses – homens, mulheres e crianças civis - no impacto. O número de mortos não representa uma estimativa confiável já que foi produzida pelos que venceram a guerra. Independente de quantos morreram com o impacto existe outro número maior ainda do que este, que pereceram nas décadas que se seguiram devido à contaminação radioativa. Albert Einstein não merece ser citado entre os personagens relevantes da história da humanidade. Merecia sim, ser levado ao Tribunal Internacional em Haia onde deveria responder por crimes contra a humanidade, juntamente com todos os outros assassinos que participaram daqueles deploráveis eventos. Fora isto, o Sr. Albert Einstein tem todo o direito de expressar suas opiniões. Mas que fique bem claro, suas opiniões, apesar de endeusadas pela mídia e pelo professor de Oxford valem tanto quanto as opiniões de qualquer freqüentador de postos de gasolina de beira de estrada. Em tempos recentes a atenção deste autor foi chamada para o fato de que a famosa teoria de Einstein – Teoria da Relatividade – começa a ser contestada como não aplicável ao todo do universo como conhecido atualmente.

Em substituição à vaga aberta pela deposição de Albert Einstein este autor propõe, humildemente, o nome do Dr. George Nicolas Papanicolaou que, com a descoberta de um simples exame anual salva a vida de centenas de milhares de mulheres ao redor do mundo que, de outra maneira, acabariam por perecer vítimas do câncer do colo do útero. É triste, mas é verdade: a raça humana caída prefere endeusar assassinos em vez de honrar aqueles que se empenham em salvar vidas.

Como ficou bem evidenciado acima, os argumentos do professor Dawkins são pífios e facilmente rebatidos. Mas rebater Dawkins é apenas parte do nosso propósito. O autor gostaria de contrapor os ensinamentos da Bíblia como amparados pela verdadeira ciência, aos argumentos quase-ateus e panteístas como defendidos por estes pretensos cientistas como Richard Dawkins e Carl Sagan. O autor espera demonstrar que estes indivíduos, que se consideram os campeões da “ciência” não passam realmente de pessoas cheias dos piores tipos de superstições e preconceitos.

Antes de prosseguir, com a discussão em si mesma, vejamos os modelos existentes atualmente e que englobam tanto Dawkins e Sagan bem como o autor destas linhas.

II. Modelos e Teorias de Como Chegamos Até Aqui.

De todas as divisões do Livro do Gênesis aquela acerca da qual temos menos informações e que menos compreendemos é certamente a que trata da Criação como efetuada por Deus e como descrita em Gênesis 1:1 até 2:25. A Criação ex-nihilo, ou seja, absolutamente do nada, é realmente um mistério que têm desafiado os seres humanos desde o princípio. Durante milênios os homens têm especulado acerca da Criação. Querem entender e o que é pior, querem explicar, como foi o processo que culminou neste Universo, neste planeta, nesta vida humana sobre a terra. A seguir vamos alistar os modelos acerca da origem de todas as coisas mais comuns que existem nos dias de hoje. Estes modelos procuram explicar como Deus criou ou não criou todas as coisas. Meus agradecimentos ao professor Gary Chiang da Redeemer University College de Ancaster, na província de Ontário no Canadá, por gentilmente prover, em parte, o formato organizacional do material a seguir.

Quando se trata de classificar os diversos modelos acerca da criação, os mesmos podem ser ajuntados em 5 grupos fundamentais. Estes modelos podem então ser descritos da seguinte maneira:

A. Evolucionismo Ateísta – também chamado de Evolucionismo Natural.

De acordo com este modelo o Universo e todas as leis físicas que encontramos em funcionamento foram criadas, meramente pelo acaso durante o chamado “Big Bang” que teria ocorrido de 15 a 20 bilhões de anos. Para que não sejamos enganados é necessário entendermos como o Dicionário Aurélio Século XXI define o termo “acaso”. Acaso: é o conjunto de causas imprevisíveis e independentes entre si, que não se prendem a um encadeamento lógico ou racional, e que determinam um acontecimento qualquer. Nós, os seres humanos, existimos através de um complicado processo aleatório – este processo é dependente de fatores incertos, sujeitos ao acaso; casual, fortuito, acidental – e que é pomposamente chamado de “evolução”. Para acomodar as possibilidades de as coisas darem “certo” é necessário tempo, muito tempo. Daí a figura astronômica apontada acima. Dentro deste modelo devemos nossa presença aqui ao total acaso. A religião é apenas um desenvolvimento natural dentro do processo “progressivo” da evolução. De acordo com este modelo nós cessamos de existir quando morremos.

Entre os defensores destas idéias podemos encontrar o romancista Isaac Assimov, o astrônomo Carl Sagan, o físico Stephen Hawking, o paleontólogo Stephen Jay Gould e Richard Dawkins.

B. Evolucionismo Deísta.

De acordo com este modelo uma força sobrenatural causou o “Big Bang” e estabeleceu todas as leis físicas em funcionamento. Esta mesma força sobrenatural, todavia, não está mais envolvida de nenhuma maneira com o que acontece no dia-a-dia do Universo. Neste modelo os seres humanos também chegaram a existir através do mesmo complicado processo aleatório chamado de “evolução”. Apesar de aceitar a existência de uma força sobrenatural no início de tudo, os Evolucionistas Deístas acreditam que o ser humano está aqui como fruto meramente do acaso.

Pessoas que acreditam no modelo acima incluem o naturalista inglês Charles Darwin e o físico alemão Albert Einstein.

C. Evolucionismo Teísta.

De acordo com este modelo Deus é a força sobrenatural que criou o “Big Bang” e quem estabeleceu todas as leis da física que permitem que a evolução aconteça de forma lógica e coordenada. Dentro deste modelo, Deus usou o processo evolutivo para criar tanto o ambiente ideal quanto o meio ideal para implantar a alma humana. Quando o tempo certo chegou para – adam - adão – homem - aparecer, Deus então tomou um ser que havia evoluído até o estágio de pré-homem e deu a este ser um espírito e/ou uma alma visando criar o homem à imagem e semelhança de Deus. Este modelo dá ao evolucionista um propósito e por este motivo difere do Evolucionismo Deísta.

Entre os que acreditam neste modelo vamos encontrar inúmeros luminares do presbiterianismo tais como Benjamim B. Warfield, James Orr, Charles Ingersol Scofield que foi o fundador do Seminário Teológico de Dallas no Texas e o primeiro editor da assim chamada “Bíblia de Scofield” e Howard Van Till. A Igreja Católica Romana também esposa este modelo.

D. Terra Antiga e Criacionismo.

Esta categoria descreve os modelos que procuram acomodar a crença em um planeta terra bastante antigo com a crença de que Deus criou todas as coisas mais ou menos como estão descritas em Gênesis 1. Em todos os modelos desta categoria, o Gênesis é interpretado de maneira a prover os milhões de anos necessários para acomodar as formulações pertinentes aos registros fósseis. Existem duas sub-categorias dentro deste item de Terra Antiga e Criacionismo.

D1. O Modelo do Intervalo.

Este modelo defende a idéia de que existe um intervalo de tempo bastante considerável entre o que está descrito em Gênesis 1:1 e Gênesis 1:2. De acordo com este modelo o Universo criado muito antes dos seis dias da criação descritos no capítulo 1 do Gênesis, tornou-se por algum motivo – muita especulação neste detalhe – “sem forma e vazio”. Na semana da criação descrita em Gênesis 1, Deus teria então re-criado a terra visando que a mesma fosse habitada por seres humanos. Alguns proponentes do Modelo do Intervalo acreditam que o surgimento dos registros fósseis aconteceu antes da re-criação da terra e com isto não acreditam que o dilúvio teve dimensões mundiais i.e. que as águas do dilúvio tenha coberto toda a terra. Este modelo foi primeiramente proposto pelo geologistas Thomas Chalmers e Henry Miller e é também citado como o Modelo da Ruína e da Reconstrução.

Além dos dois renomados geologistas mencionados acima podemos citar entre os postulantes deste modelo o escritores cristãos G. W. Pember autor do livro “As Eras Mais Remotas da Terra” cuja primeira parte se encontra disponível em português e o Dr. Arthur Custance que escreveu uma extensa obra tratando dos onze primeiros capítulos do Gênesis. Pember que escreveu seu livro em 1884 é mais especulativo ao passo que Custance, que produziu sua obra na segunda metade do século XX, é mais objetivo nas suas assertivas. Ao ler as obras de Arthur Custance é muito difícil não concordar com ele. Mas como de resto na história da humanidade ele não chega a ser unanimidade.

D2. O Modelo do Dia/Era.

De acordo com os proponentes deste modelo os dias da criação mencionados no livro do Gênesis não descrevem dias literais de 24 horas e sim longos períodos ou eras. Para eles a cada novo período ou era da criação Deus foi aumentando a complexidade dos seres vivos ao mesmo passo que acomodava a terra para receber estas novas formas de vida mais sofisticadas. As maiores variações na interpretação deste modelo acontecem em função de se determinar quanto das mudanças apresentadas pelos registros fósseis são atribuídas à ação direta de Deus nestes registros e quanto é atribuído a uma Evolução Criacionista. Alguns proponentes deste modelo acreditam que estamos agora mesmo vivendo o sétimo dia ou era.

Inúmeros teólogos contemporâneos aceitam este modelo. Entre estes podemos citar alguns que possuem obras publicadas em português: Bernard Ramm, Kenneth Taylor autor da paráfrase bíblica conhecida como “A Bíblia Viva”, James Montgomery Boice que foi por muitos anos pastor da 10ª Igreja Presbiteriana na cidade da Philadelphia na Pensilvânia e que possui muitos de seus livros traduzidos para o português por várias editoras e Gleason Archer autor da importante obra intitulada “Merece Confiança o Antigo Testamento”?.

E. O Modelo da Terra Jovem ou Criacionismo Recente ou ainda Criacionismo Científico.

Neste modelo Deus criou todo o universo e tudo o que nele existe em seis dias literais de 24 horas cada um. Dentro deste modelo a criação teria acontecido entre 10.000 e 15.000 anos atrás. Deus criou todas as coisas com a aparência que elas têm. Desta maneira algumas coisas possuem uma aparência de “mais recente” enquanto outras têm aparência de “mais antiga”. Este modelo está em total desacordo com os métodos modernos de datação para qualquer coisa que vá além de 12.000 anos. Mas está em pleno acordo com uma leitura literal do livro do Gênesis.

Entre os defensores deste modelo podemos encontrar o Dr. Henry M. Moris e todos aqueles associados ao Instituto de Pesquisas da Criação bem como da Sociedade para Pesquisas da Criação.


F. Os Seis dias da Criação.

De acordo com o livro do Gênesis, Deus criou em seis dias o mundo e tudo o que neles existe. Após ter criado todas as coisas o veredicto de Deus foi que: “Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom – Gênesis 1:31”. Assim o Criador descansou no sétimo-dia – ver Gênesis 2:1 – 3.

Embora existam outras histórias da criação entre as nações pagãs do mundo antigo, a narrativa bíblica é única no sentido de que Deus existia antes da criação e que Ele criou todo o mundo físico a partir do nada – ver Gênesis 1:1 – 2 e João 1:2 – 3. Entre as nações pagãs, especialmente entre os babilônios havia a crença de que o Universo era eterno e que o Universo havia criado os deuses!

O Gênesis fala de um Deus que é superior ao Universo e a qualquer outra coisa que exista no mundo físico. A Bíblia é bem clara: No Princípio Deus – Gênesis 1:1.

Deus começou organizando uma terra sem forma e vazia – Gênesis 1:2 –, provendo luz – Gênesis 1:3 – 5 – e separando a terra da água – Gênesis 1:6 – 10. Segui-se a criação das plantas e dos animais, incluindo as criaturas do mar, ar e terra – Gênesis 1:11 – 25. O Homem e a mulher foram criados no sexto dia – Gênesis 1:26 – 28 -, antes do descanso sabático do criador. Conforme já mencionamos, os estudiosos discordam quanto à duração e o caráter dos seis dias da criação. Existem bons argumentos nos dois campos representados pelos criacionistas – aqueles que acreditam que a criação é obra de Deus. De um lado nós vamos encontrar aqueles que crêem que os dias mencionados em Gênesis 1 são literalmente dias de 24 horas iguais aos que nós conhecemos. Outros crêem que os dias mencionados em Gênesis 1 representam períodos ou eras de duração indeterminada. Outros ainda, preferem não entrar no mérito do tempo e interpretar a descrição encontrada no primeiro capítulo do Gênesis apenas como uma “estrutura literária” como a tabela apresentada na página 7 intitulada “A Criação”. O importante nesta questão não é a duração dos dias mencionados em Gênesis 1 e sim o fato de que Deus é o criador, do Universo em geral e da terra em particular, como parte de um plano magistral. O mundo não evoluiu simplesmente a partir de si próprio ou por acidente.

O ser humano criado como homem e mulher é a suprema realização da obra criadora de Deus – ver Salmos 8:5. Como seres morais livres e que trazem em si mesmos a imagem de Deus, receberam o domínio sobre o mundo criado – ver Gênesis 1:26 – 28. Entre todas as criaturas do mundo, somente os seres humanos estão perfeitamente equipados para manter plena comunhão com o criador.

A parte 2 desse Estudo poderá ser  encontrada nesse link:

http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2012/07/o-deus-criador-e-desilucao-de-richard_30.html


A parte 3 desse Estudo poderá ser  encontrada nesse link:

http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2012/07/o-deus-criador-e-desilucao-de-richard_5849.html


Que Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis

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