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quarta-feira, 16 de novembro de 2016

SNOWDEN: O FILME



O artigo abaixo é de autoria de Roberto Jorge Regensteiner e foi publicado no site do GGN — O Jornal de Todos os Brasis

Snowden. Imperdível: o filme e os fatos
por Roberto Jorge Regensteiner

O filme é uma dramatização da história, pois os fatos são narrados por atores. A montagem é digna de um thriller. As interpretações vão de boas a ótimas. Excelentes atores a reencarnar a história. O roteiro escrito e dirigido por Oliver Stone com base em diversos livros, no documentário Citizenfour e, presumo, com a consultoria e assentimento dos personagens reais, inclusive de Snowden que é mostrado ao final.

Quem acompanha este épico contemporâneo de uma certa distância, poderá conhecer muitas novas informações graças ao recheio de fatos, detalhes e footage de mídia da época editados com arte, bom-humor e suspense.

A cena inicial abre naquele famoso junho de 2013 quando as denúncias vieram a público. A cineasta estadounidense Laura Poitras e o jornalista Glenn Greenwald aguardam a chegada de Snowden no hall de um hotel em Hong-Kong. Após uma espera carregada, ansiosa e cuidadosamente planejada os três se encontram e vão ao quarto dele. Lá se inicia a etapa seguinte da operação: dar a conhecer ao mundo inteiro que o governo dos Estados Unidos invade maciça e sistematicamente a privacidade de governos, empresas e cidadãos. Em nome da luta antiterror e de objetivos nacionais, a máquina estatal estadounidense se constituiu num ente autônomo em busca do controle e do poder total. Para eles a guerra cibernética já começou.

Toda a narrativa vai e volta a partir desta cena inicial. Os envolvidos discutem a melhor maneira de organizar e distribuir as informações que provam e comprovam graves acusações que, quem sabe um dia, ajudarão a colocar altos funcionários no banco dos réus. A gravação com que Laura Poitras inicia o relato dos fatos feito por Snowden, se desenvolve numa sequência mostrando o início de sua trajetória. Como tanta gente boa em TI (tecnologia de Informação) ele é um autodidata que não concluiu o ensino formal. O filme apenas arranha a superfície das questões técnicas. Mesmo assim há situações deliciosas e bem sacadas que não conto aqui para não spoilar.

Apreciadores da História de TI gostarão de um maravilhoso diálogo, em que Nicolas Cage personifica um expert que tentou se rebelar contra os abusos do sistema e foi encostado na "geladeira" de uma escola em que recrutas da CIA, como Snowden, então com menos de 20 anos de idade, eram treinados nos conceitos, nas artes e nas técnicas da guerra cibernética. No desenvolvimento deste dialogo há um vislumbre dos mitológicos Enigma, do SIGABA, do ENIAC e do supercomputador Cray, marcos históricos de uma caminhada em que os supercomputadores de outrora tornaram-se insignificantes quando comparados com os atuais smartfones.  

As cenas que expõem a etapa inicial do treinamento do futuro agente da CIA mostram, através das aulas e dos relacionamentos com os colegas, como vão se expressando as contradições que opõem o técnico talentoso, cuja carreira profissional a meritocracia corporativa premia e promove, ao cidadão desejoso de fazer o bem e de respeitar a lei.

O drama interior se acentua à medida que Snowden se dá conta do até então insuspeitado grau de intromissão e manipulação que o Estado e o Governo dos EUA promovem na vida das pessoas, abusando da confiança que a população neles deposita, ultrapassando todos os limites imagináveis, destruindo a vida de inocentes e invadindo a sua própria privacidade e a de sua relação amorosa, levando a ambos ao limite da desconfiança e do rompimento. Este é o pano de fundo do qual ele, inicialmente, tentará se afastar trabalhando para empresas privadas e sendo enviado ao Japão em tarefas aparentemente menos invasivas. Posteriormente, constatará que mesmo assim permanece no radar e na teia da CIA e sucumbirá a uma oferta na qual desafios técnicos lhe serão oferecidos sob a nobre roupagem da defesa nacional num posto de trabalho localizado no Havaí.

O desfecho da epopeia se dá quando planejam como realizar a denúncia que - rompendo com o cerco imposto pelo governo -  irá desaguar nas publicações no The Guardian, no Washington Post e, depois, na grande imprensa do resto do mundo. O filme pouco revela da linha de pensamento e ação que o fez vencer uma batalha na qual muitos sucumbiram antes dele. Quando as denúncias começaram a chegar ao grande público, o governo dos EUA moveu mundos e fundos para repatriá-lo e julgá-lo exemplarmente como traidor. Não pouparam a si próprios do vexame de forçar o pouso do avião do presidente da Bolívia na Austria, na suposição de que ele estaria clandestinamente a bordo rumo ao Equador. Mostraram assim até que ponto são capazes de desrespeitar as leis quando consideram seu interesse ameaçado.

A capacidade de se preparar para a reação que buscou localizá-lo, prendê-lo e extraditá-lo em Hong-Kong ou onde quer que ele estivesse foi para mim o toque de gênio, o pulo do gato, ainda pouco desvelado deste rapaz que conseguiu expor as entranhas da fera e sair ileso. Nestes tempos de vitórias de Temer e Trump é um estimulante gole de esperança!

O artigo original poderá ser acessado por meio do link abaixo:


Os que desejarem assistir ao documentário Citizenfour poderão fazê-lo por meio desse link aqui:


Os que quiserem assistir ao trailer de Snowden poderão fazê-lo por meio do link abaixo:


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Alexandros Meimaridis

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segunda-feira, 5 de outubro de 2015

PAPA DECLARA QUE A MORTE DE CRISTO NA CRUZ FOI UM “FRACASSO”


O artigo abaixo foi publicado pelo site Gospel Prime e é de autoria de Jarbas Aragão.

Papa afirma que morte de Jesus na cruz foi “fracasso”
Declarações do pontífice foram consideradas polêmicas
por Jarbas Aragão

A viagem do papa Francisco a Cuba e Estados Unidos teve um peso histórico, pois foi a primeira vez que um pontífice falou diante da Assembleia das Nações Unidas e do Congresso Americano.

A programação foi intensa e a maior parte de seus discursos foi feito em espanhol, língua nativa do argentino Jorge Mario Bergoglio, seu nome de batismo.

Como já tem se tornado tradição, Francisco fez declarações que geraram polêmicas e muitas críticas. Ao passar por Cuba, não condenou o regime ditatorial dos irmãos Castro nem a conhecida perseguição religiosa na ilha.

Limitou-se apenas a dizer que “Pessoas são mais importantes que ideologias”. Uma crítica considerada inócua diante do regime comunista e ateu sob o qual vivem os cubanos há décadas.

De acordo com o Christian Post, ao chegar ao solo americano, passou por Nova York, onde liderou uma cerimônia ecumênica, com representante de diferentes religiões. O tom de suas palavras foi de união de todos os credos no memorial erguido em memória dos mortos no atentado de 11 de setembro de 2001.

Em sua oração, invocou o “deus de amor”, e não mencionou o nome de Jesus, segundo informações do Washington Post.
Também fez um discurso polêmico, onde afirmou que os muçulmanos são “irmãos” dos cristãos e definiu a morte de Jesus na cruz como “fracasso”.  O texto completo da homilia poderá ser lido em outro artigo publicado no blog.

Diante do congresso americano, não tocou no assunto do momento nos EUA, que é a legalização do casamento gay. Em um país que debate intensamente se o governo deve continuar pagando por abortos, disse apenas que a humanidade deve “proteger e defender a vida humana em todos os estágios de seu desenvolvimento”.

Os conservadores esperavam que o papa falasse sobre essas questões claramente, mas isso não aconteceu. Seu assunto principal tem sido o clima no mundo, tópico abordado em sua encíclica mais recente, Ladato Si.

Os contrastes entre Francisco e seu antecessor, Bento 16, têm ficado cada vez mais evidentes. Na sua encíclica “Caritas in veritate”, Bento 16 defendeu a formação de uma Autoridade mundial para lidar com as crises financeiras.  Já Francisco, falou sobre a necessidade dessa autoridade global única, mas para cuidar das questões ambientais.

Enquanto Bento 16 disse em 2006, que o profeta Maomé só trouxe o mal, “como sua ordem para disseminar pela espada a fé que ele pregava”, Francisco disse repetidas vezes que “muçulmanos e cristãos são irmãos”.

Sobre o casamento gay, os dois papas também discordam amplamente. Francisco tem dito que não pode “julgar” e os chamou de “irmãos”. No jantar oficial do papa com Obama na Casa Branca estavam presentes vários ativistas gays católicos, além de transgêneros.

Já Bento 16, em 2013, afirmou que a união de homossexuais ameaçava “o futuro e a dignidade da humanidade”.

O artigo original poderá ser visto por meio desse link aqui:


OUTROS ARTIGOS ACERCA DA IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA































































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sábado, 1 de agosto de 2015

CAROL CELICO ANUNCIA DIVÓRCIO DEFINITIVO COM KAKÁ


 
Kaká e Carol Celico se separaram novamente

O casal Carol Celico e Kaká já foram os queridinhos da igreja Renascer em Cristo. Depois desandaram e falaram o bicho dos donos da sua ex-denominação, na qual Kaká era presbítero e Carol pastora.

Depois de deixarem a Igreja Apostólica Renascer em Cristo, Carol fez um ensaio sensual e algum tempo depois anunciou a separação do afamado jogador. Mas, felizmente, naquela ocasião, os dois decidiram reatar e tentar um novo começo com a mudança para os EUA.

Agora, num artigo publicado pelo site MSN e assinado por Carmen Moreira, Carol Celico diz que está se separando de Kaká e que dessa vez o negócio é pra valer. Pelo período em que andaram na Renascer em Cristo eles devem saber as graves implicações envolvidas em tal separação, especialmente no péssimo exemplo que estão estabelecendo para seus dois pequeninos filhos.

Segue a reportagem:

CAROL CELICO ANUNCIA NOVA SEPARAÇÃO DE KAKÁ: 'UMA DAS DECISÕES MAIS DIFÍCEIS'

Carmen Moreira14 horas atrás

Juntos há 13 anos entre namoro e casamento, Kaká e Carol Celico já enfrentaram algumas crises no relacionamento e chegaram a se separar oficialmente no final de 2014, reatando o casamento pouco mais de um mês depois. E nesta sexta-feira a blogueira revelou em seu Instagram que mais uma vez a relação chegou ao fim.

"Uma das decisões mais difíceis da nossa vida é escolher se queremos andar juntos, ou separados. Decisões que influenciam outros, que interferem em mais vidas, que impactam na nossa vida e na nossa memória para sempre. Foram 13 anos juntos, muitas emoções, muitas histórias, muitos momentos bons e ruins que superamos sempre juntos. E o mais importante, as duas vidas únicas e tão especiais que ganhamos com esses 10 anos de casados. Dessa vez estamos há algum tempo superando o processo mais dolorido que é a separação. Não foi uma decisão fácil, e ela vem com desdobramentos delicados e um processo de luto.

Peço a colaboração da imprensa nas notas que virão. Peço a compreensão dos seguidores, fãs, admiradores para que não julguem, não lancem comentários com a pequena percepção da minúscula parte das nossas vidas que se tornou pública. Se nem mesmo a família ou amigos mais próximos conseguiriam decifrar, como os que observam de longe irão? Somente eu e o Kaká sabemos da verdade da nossa distância e diferenças, talvez normais ou comuns, mas não possíveis de solucionar depois de inúmeras tentativas, durante um longo período de tempo.

A história que formamos lado a lado foi única, bem sucedida, e ficará para sempre conosco. Sempre o respeitarei e admirarei em todas suas virtudes. Manteremos um bom relacionamento, de carinho e estima. Desejo felicidade para nós, como família que sempre seremos, e sabedoria para caminharmos sempre em frente", escreveu.

Segundo o colunista Bruno Astuto, os pais de Luca, de 7 anos, e Isabella, de 4, pretendiam celebrar o amor novamente em dezembro deste ano, com uma cerimônia em Fernando de Noronha. Ainda de acordo com o profissional, Carol já teria até visitado o local para planejar a festa.
(Por Carmen Moreira)

O artigo original poderá ser visto por meio desse link aqui:


Que Deus possa ajudar o casal a retornar ao bom senso e seguir junto, é o que desejamos aos dois.

Alexandros Meimaridis

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terça-feira, 14 de julho de 2015

LEGALIZADA A PRIMEIRA IGREJA DA MACONHA NOS EUA


Jovem segura muda de cannabis produzida em sua casa, em Montevidéu, no Uruguai. Texto aprovado pela Câmara dos Deputados prevê o cultivo, distribuição e comércio da droga sob regulação do Estado (Foto: AP Photo/Matilde Campodonico)
Na Primeira Igreja do Cannabis, a maconha é sagrada (Foto: AP Photo/Matilde Campodonico)

O artigo abaixo foi publicado pelo site da Revista Época.

Maconha virou fé: Estados Unidos legalizam 'Primeira Igreja do Cannabis'

Religião foi reconhecida por Indiana e tem até isenção fiscal, resultado de polêmica lei assinada pelo governador Mike Pence

REDAÇÃO ÉPOCA

Foi inaugurada no estado de Indiana, nos Estados Unidos, a Primeira Igreja do Cannabis – sim, maconha virou fé. A religião foi fundada por Bill Levin, é baseada em “amor e compreensão com compaixão por todos” e tem na erva seu “sacramento”. Parece piada? Não para a Secretaria do Estado de Indiana, que aprovou o registro e lhe deu até isenção fiscal, bem como uma religião convencional.

A legitimidade da igreja da maconha foi justificada por uma lei assinada na terça-feira passada (26) pelo governador de Indiana, Mike Pence. O Ato de Restauração da Liberdade Religiosa assegura aos cidadãos o direito de exercer crenças religiosas sem que sejam vítimas de processos na Justiça. A princípio, a briga se deu entre gays e conservadores, pois esta lei dá direito de discriminar homossexuais com base na fé sem que se arque com consequências jurídicas. Enquanto o governador levava adiante a polêmica com Tim Cook, CEO da Apple assumidamente gay, e Arnold Schwarzenegger, ex-governador da Califórnia, entre tantos outras figuras contrárias ao ato, Levin agilizou a criação de sua nova religião.

Na primeira semana, Levin, autointitulado "ministro do Amor", divulgou por meio de página no Facebook – que já tem 33 mil fãs – a lista de 12 mandamentos da Primeira Igreja do Cannabis. “Ria mais, compartilhe humor”, “Não seja um troll na internet” e “Gaste pelo menos dez minutos por dia contemplando a vida em um espaço silencioso” são algumas das regras desta fé alternativa.

Apesar do registro da religião, compra e venda de maconha continuam proibidas no estado de Indiana. Por isso a igreja prega que a erva seja plantada e compartilhada. Ela também tem seu “dízimo”, e até esta segunda (1º) já tinham sido levantados US$ 10,8 mil por meio de 634 doações. O dinheiro será usado para alugar um espaço físico para os rituais, de acordo com Levin, e duas opções de prédios já estão sendo estudadas: uma menor, com 200 lugares, outra maior, porém sem parte do telhado. “Estamos fazendo o melhor para oferecer à nossa congregação o melhor lugar possível”, escreveu o "ministro do Amor" no Facebook. “Eu amo todos vocês”.

O caso, como era de se esperar, repercutiu em vários dos principais veículos do mundo: Forbes, Time, Washington Post, USA Today. Todos veem na Primeira Igreja do Cannabis o desafio real para os planos do governador de Indiana. Até segunda ordem, nada muda: a religião terá seu primeiro dia oficial de atividade em 1º de julho, exatamente no mesmo dia em que o Ato de Restauração da Liberdade Religiosa começa a valer.

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Canábis, Maconha, Psicotrópico, Indiana, EUA, Sacramento, Religião, Mike Pence, Homossexuais, Ministro do Amor, Fé Alternativa, 12 Mandamentos, 

sexta-feira, 26 de junho de 2015

CORTE SUPREMA DOS EUA, DE MAIORIA REPUBLICANA, RECONHECE CASAMENTO GAY

Casamento Gay
Ativista comemora a legalidade do casamento gay em frente ao prédio da Suprema Corte americana

O artigo abaixo foi publicado pelo site da revista Carta Capital

Suprema Corte dos EUA reconhece legalidade do casamento gay

por Redação —

Em decisão histórica, a Corte máxima dos Estados Unidos legalizou o casamento gay em todo o país e obriga estados com legislações contrárias à união de casais do mesmo sexo a aderir à nova lei

A Suprema Corte norte-americana legalizou nesta sexta-feira 26 o casamento gay em todos os estados do país, após duas décadas de discussão sobre o tema. A decisão foi celebrada por ativistas no lado de fora do tribunal.

Segundo a instância máxima da Justiça dos Estados Unidos, é inconstitucional uma lei federal que define o casamento como "a união entre um homem e uma mulher". Com isso, a legalidade do casamento gay é assegurada no país. Além disso, os juízes argumentaram que a proibição do casamento entre duas pessoas de mesmo sexo afronta a Quinta Emenda da Constituição, que estabelece que as pessoas são igualmente livres.

A decisão histórica obriga todos os estados que possuem leis proibindo o casamento gay a reconhecê-lo. Antes, o casamento entre pessoas do mesmo sexo era proibido em 14 estados norte-americanos. Na Suprema Corte, a lei foi aprovada por 5 votos a 4.

O presidente Barack Obama disse, em sua conta no Twitter, que a decisão da Corte "é um histórico passo à frente para o casamento entre iguais", com a hashtag "o amor vence". Em 2012, Obama mudou sua posição a respeito do tema. Antes favorável apenas à "união civil", Obama passou a defender o casamento gay.

Today is a big step in our march toward equality. Gay and lesbian couples now have the right to marry, just like anyone else.

Com a aprovação da lei, casais homossexuais poderão receber benefícios federais, como Previdência e fazer declaração conjunta do imposto de renda, entre outros benefícios.

Atualmente, estima-se que existam 390 mil casais do mesmo sexo nos Estados Unidos, de acordo com a Universidade da Califórnia, que acompanha os dados demográficos de gays e lésbicas americanos. Outros 70 mil casais, que vivem em estados onde o casamento gay não é permitido, devem se casar nos próximos três anos.

Jornalismo

Jornalismo
Diversos veículos de imprensa norte-americanos manifestaram apoio à decisão da Suprema Corte

No Brasil

Em 2011, o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu no Brasil a união homoafetiva. Com isso, a união entre casais do mesmo sexo foi reconhecida como uma entidade familiar e os direitos previstos no Código Civil à união estável de casais heterossexuais também passaram a valer para casais gays.

Entre os direitos obtidos por casais do mesmo sexo com a decisão da Corte brasileira estão: o direito à adoção, à comunhão parcial de bens e a pensões do INSS, entre outros.

Atualmente, o casamento gay ainda não é previsto no Brasil, uma vez que é necessária a criação de uma lei específica sobre a questão pelo Congresso Nacional.

*Com informações da AFP

O artigo original poderá ser visto por meio do link abaixo:


NOSSO COMENTÁRIO:

Gálatas 6:7

Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará.

1 Coríntios 6:9—10

9 Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas,

10 nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus.

OUTROS ARTIGOS ACERCA DE PRÁTICAS DE IMORALIDADES SEXUAIS









































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domingo, 31 de maio de 2015

A HIPOCRISIA DOS QUE SE CONSIDERAM DONOS DO MUNDO


Cyril-Smith
Margaret Thatcher condecorou Cyril Smith, embora suspeito de pedofilia

Há poucos dias estourou um escândalo de grandes proporções envolvendo a alta cúpula da FIFA, com vários dirigentes de federações e confederações, de diversos, países, inclusive do Brasil, sendo detidos pela justiça suíça, a pedido do FBI estadunidense, quando se encontravam em Zurique para a eleição do presidente da entidade, que reconduziu Joseph Blatter para um novo mandato de quatro anos à frente da organização que controla o futebol ao redor do mundo.

David Cameron: PM do Reino Unido.

Nesse meio tempo o primeiro ministro da Inglaterra, David Cameron, em uma visita à Alemanha pediu, de forma reiterada, a renúncia de Joseph Blatter, contra quem não pesa nenhuma acusação. As histórias escabrosas envolvendo os esportes em geral, tanto os subordinados à FIFA como ao COI não são surpresa para ninguém. Desde o início dos anos 1990 gravíssimas denúncias feitas contra o Comitê Olímpico Internacional — o COI — surgiram por meio do livro “O Senhores dos Aneis – Poder, dinheiro e drogas nas olimpíadas modernas” dos jornalistas Vyv Simson e Andrew Jennings que foi publicado no Brasil pela editora Best Seller em 1992. Nada aconteceu. Agora, esses que pretendem ser os donos do mundo — Estados Unidos da América e Inglaterra — pretendem “moralizar” o futebol internacional, ao mesmo tempo em que não tomam nenhuma providência contra as mazelas gritantes que existem em seus próprios países.

 

Recentemente um candidato a candidato à presidência da república — Rand Paul — nas próximas eleições nos EUA disparou contra seu próprio partido — o Partido Republicano — acusando muitos de seus companheiros de serem os responsáveis pelo surgimento do movimento revolucionário conhecido com Estado Islâmico. Apenas esse fato é mais importante dos que toda a corrupção da FIFA e deveria ocupar as autoridades estadunidenses, em fez de ficarem se exibindo como polícia do mundo.

O mesmo é verdadeiro acerca do primeiro ministro David Cameron, que em vez de ficar pedindo a renúncia de Blatter, deveria cuidar de um problema bem mais sério em seu próprio país, conforme a reportagem publicada no site da Revista Carta Capital e que reproduzimos abaixo. O texto é de autoria de Giani Carta.

Nos subterrâneos da pedofilia

Por Gianni Carta

Uma investigação ainda em andamento revela 1.432 praticantes

 Os resultados iniciais de uma investigação sobre a pedofilia no Reino Unido revelam a atividade de uma nebulosa rede, da qual, segundo dados ainda sujeitos a confirmação definitiva, participariam 1.432 cidadãos, entre eles, 76 políticos, 43 empresários ou executivos da indústria musical, e 175 oriundos da televisão, cinema e rádio. Iniciada no ano passado, a Operação Hydrant, dirigida por Simon Bailey, já colocou atrás das grades algumas personalidades como, por exemplo, o famoso publicista Max Clifford. Segundo Bailey, há centenas de milhares de vítimas. Somente neste ano, o número de denúncias de agressões sexuais aumentou em 71%, em relação a 2012.

Entre as 116 mil denúncias previstas para 2015, 52.446 remontam aos anos 1970, 1980 e 1990. Como disse ao The Guardian o deputado trabalhista Tom Watson: “Por gerações fechamos os olhos para o escândalo de abuso infantil na Grã-Bretanha”. Em 2012, Watson foi o primeiro a delatar a rede pedófila “ligada ao Parlamento de Westminster, e ao número 10 de Downing Street, o endereço de premier”.

De fato, em março deste ano, veio à tona outra bomba para macular a imagem da nação. Em entrevista ao Mail on Sunday, um deputado trabalhista contou que Margaret Thatcher condecorou o deputado liberal Cyril Smith, isso embora corressem rumores de que ele abusava de menores. Por coincidência, as investigações sobre o condecorado cessaram. Ele morreu tranquilo, em 2010. Como, aliás, a estrela midiática da BBC, Jimmy Savile, durante décadas um “predador sexual” de crianças, inclusive daquelas incapacitadas nos hospitais por ele bondosamente financiados. Savile morreu enquanto dormia, em outubro de 2011.

Sentada a uma mesa do elegante bar do Hipódromo de Longchamp, em Paris, a britânica Victoria Haigh avalia: “Nada vai mudar em relação aos pedófilos no Reino Unido”. Jóquei campeã e treinadora de cavalos, Victoria, de 43 anos, é vítima da rede de pedofilia britânica. Perdeu a custódia da primeira filha, agora com 11 anos, para o então marido, David Tune. Motivo: acusou-o de abusar da menina, então com 4 anos. Ao tentar se aproximar da filha em um estacionamento, foi condenada a três anos de prisão, em dezembro de 2011. Ficou presa por nove meses. Voltou à cadeia quando convidou a filha para o batismo da irmã, filha de outro casamento, Sapphire.

Victoria mudou-se para Paris. Antes de tudo, diz entre goles de San Pellegrino: “Queria protegê-la, embora eu tenha feito questão que Sapphire viesse ao mundo na República da Irlanda”. A filha de 4 anos, ruiva de olhos azuis, desenha ao nosso lado. Victoria diz sentir-se uma “refugiada”. Contratou uma advogada francesa para defendê-la na Corte Europeia. Objetivo: exigir o direito de se manifestar no Reino Unido. “A Justiça Britânica tratou o meu caso como se fosse aquele de um divórcio no qual se disputava a custódia de nossa filha.” No entanto, a filha mais velha, conta Victoria, “me falava que estava sendo abusada pelo pai”. Á época, Victoria contestou o sistema jurídico britânico. Grave ofensa à Justiça do UK, que cuidou de se precaver. Resultado: foi considerada “mentalmente instável” e, assim, a filha mais velha voltou ao pai. As acusações de Victoria nem sequer foram investigadas.

Como apurou uma reportagem de Carta Capital em novembro de 2014, além de políticos e celebridades, estão envolvidos também juízes, advogados, psiquiatras e assistentes sociais. Os subterrâneos da rede pedófila britânica são sinuosos. E, como diz Victoria, “as pessoas dispostas a jogar luz sobre eles são silenciadas”.  No caso de Victoria, fonte também da matéria de 2014, a única opção era fugir do Reino Unido. Foi Ian Josephs, empresário de 83 anos formado em direito, quem a ajudou a ir para a República da Irlanda. Baseado no Sul da França, Josephs criou uma campanha por ele alcunhada Adoção Forçada. Objetivo: oferecer ajuda financeira a mães grávidas para sair do UK.

Josephs disse a CartaCapital: “Mais de 25 mil crianças anualmente são retiradas do poder de pais britânicos, a maioria dos quais não cometeu crimes”.  Acrescentou Josephs: “O sistema vale mais de 2 bilhões de libras por ano”. Essa soma, arrecadada graças às audiências em cortes secretas no Reino Unido, é repartida entre juízes, psiquiatras “domesticados” e assistentes sociais.

Eis a questão: como definir o pedófilo? Normalmente, o adulto a abusar sexualmente de alguém com menos de 16 anos. Essa definição seria validada pelo fato de em vários estados dos EUA adolescentes poderem casar aos 16. Segundo o professor Michael Seto, psicólogo forense citado por Andrew Gilligan, do Daily Telegraph, pedófilo seria aquele com interesses sexuais por crianças pré-púberes, isto é, com menos de 12 anos. Atua em escolas, estabelecimentos de ajuda a crianças, centros religiosos etc. Essa escala etária parece um pouco rígida, visto que o amadurecimento das crianças varia. Em 1960, Josephs trabalhou no caso de uma mãe que perdeu o filho para a assistência social. O menino, de 12 anos, com QI de 150, elevadíssimo, estava recluso em uma escola quatro vezes mais cara que Eton, a escola privada de maior prestígio. Josephs indagou ao menino se o ensino era bom. “Péssimo.” Há algo de bom? “Sim, ganho dinheiro, e bastante, dormindo com os professores.”

Apologistas da pedofilia não escasseavam no mundo acadêmico em 2014. Seminários em Cambridge questionavam se a pedofilia não seria algo “normal”. Gilligan cita o professor da Universidade de Essex, Ken Plummer, o qual escreveu, em 1981: “Dizem aos pedófilos que não passam de sedutores e estupradores de crianças... Dizem a eles que crianças são puras e inocentes, desprovidas de sexualidade...” Em 2012, Plummer escreveu: devido ao fato de a homossexualidade provocar menos “pânico”, “agora o novo pária é o pedófilo, o mais recente diabo popular...” Plummer ainda é apresentado no site da universidade como professor emérito.

O artigo original publicado pelo site da Carta Capital, poderá ser lido por meio desse link aqui:


Que Deus tenha muita misericórdia dessa raça humana totalmente perdida.

Alexandros Meimaridis

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