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quarta-feira, 15 de março de 2017

UMA TENTATIVA VERÍDICA DE ASSASSINAR HITLER EM 13 MINUTOS

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O artigo abaixo é da autoria de Ana Costa e foi originalmente publicado no site PSICANALISTAS PELA DEMOCRACIA. O mesmo apresenta uma análise do filme 13 Minutos que narra uma história verídica de um atentando para matar Hitler durante no início da II Guerra Mundial.

“Sobre atos que interpretam” Por Ana Costa

O filme 13 minutos, dirigido por Oliver Hirschbiegel, não tem a mesma força que seu ótimo A queda! As últimas horas de Hitler. No entanto, traz um elemento que me interessou particularmente e que tratarei aqui brevemente. O filme propõe-se a resgatar um episódio da vida de Georg Elser (Christian Friedel), que o guindou a personagem histórico, em que efetivou um atentado fracassado contra Adolf Hitler, em 1939. Um subtexto implícito do filme é: se Hitler não tivesse saído treze minutos antes do previsto – tempo que a bomba explodiu – Elser teria sozinho impedido os horrores que aconteceram depois, na segunda grande guerra.

Podemos reconhecer algo que se aproxima ao tema do herói, consistente com a história pessoal de Elser em que o filme se detém. Ele foi o filho chamado a intervir para limitar os excessos de seu pai alcoolista, que levou à perda da casa em que moravam, levando a família à ruína. Reproduziu, em sua paixão por Elsa (Katharina Schüttler), que era casada com outro alcoolista, os mesmos moldes de sua família de origem. Em flashbacks o filme transita pela vida de Elser, anterior à sua prisão. Não se adequava a nenhuma ordem, preferindo sempre as margens dos compromissos, como músico e namorador, passando por muitas mulheres sem ficar com nenhuma, até que encontra Elsa. Mesmo seu flerte com os comunistas, da Frente Vermelha de Lutadores, não era sustentado por convicções, mas por relações de amizade. A ressaltar-se a foto do anúncio do filme, em que o personagem aparece no meio do exército nazista: todos estão de uniforme, com seus topetes lisos penteados para o lado – como Hitler – e ele no meio, com o topete do cabelo rebelde e ondulado, penteado para o lado oposto. Lembra fotos que referem um homem a se destacar na multidão. Sem forçar demais, a ótica pela qual Elser é retratado no filme parece corresponder a análises freudianas sobre o tema do herói: aquele que não se submete a ordens instituídas, porque reconhece nelas o selo do gozo excessivo, traço do pai perverso. É aquele que subverte uma noção tão cara a nossa cultura, o tema do indivíduo.
A última afirmação precisa desdobramentos maiores dos que me proponho aqui, neste espaço de uma crônica. Farei uma breve aproximação, deixando para outro trabalho as fundamentações necessárias. Seria possível “enquadrar” Elser como indivíduo? Respondo negativamente, como já devo ter deixado implícito. Proponho uma outra categoria, a do envelope da carta roubada – tal como Lacan desenvolveu a partir do conto de Edgar Alan Poe. Afinal de contas, tratou-se de um embate entre as forças policiais/militares nazistas, buscando o que estaria escondido num texto que tudo mostrava – a narrativa de Elser foi de que teria feito tudo sozinho (o que se mostra do envelope da carta) – e um homem na sua singularidade. Que Elser não fosse um “dente” de uma grande maquinaria, a arquitetar um plano contra o onipotente Hitler, que ele tivesse feito tudo sozinho, revelava que um homem do povo, sem pretensões, poderia ser oponente suficiente para derrotar o condutor do Terceiro Reich. A polícia deveria descobrir o texto que supostamente o envelope esconderia. Hitler exigiu que fosse revelada uma trama arquitetada por oponentes de peso. Como tudo levava somente a Elser, seis anos depois, no apagar das luzes e semanas antes do final da guerra, o próprio militar que aprisionou Elser foi condenado e morto como sendo o cabeça responsável pelo atentado, numa trama forjada a fim de não deixar cair a máscara. A ironia de tal destino situa o sistema paranoico erguendo suas bases no ponto em que se revela sua impotência. Tal como um herói trágico, que despreza valores instituintes de um pai perverso, Elser não buscava algo para si e, nesse sentido, não temia perder, mesmo que de sua vida se tratasse. Achar que, sozinho, seria capaz de matar um líder “blindado” pela parafernália militar nazista, interpreta o que as encenações e propagandas buscavam velar: toda onipotência se ergue no lugar da impotência. Hitler era um fraco, assim como o pai de Elser, não despertando seu temor.

Tal perspectiva narrativa poderia ser criticada como simplista, ou mesmo subjetivista. No entanto, parece-me trazer um elemento de grande interesse, situado numa subversão possível ao que entendemos como indivíduo. Este último sustenta-se das tramas que instituem os valores fálicos, como imagens acabadas e uniformes, na busca de reconhecimento das bases de um poder. Nesse sentido, destaco a relevância de uma interpretação de Marilena Chauí, a respeito da realização máxima do nosso individualismo atual: o indivíduo que se crê empresa de si mesmo. Ele se crê livre por ter dispensado o Estado, erigindo-se em empresa de si (de sua formação, de seus “poderes” de negociação, de seu investimento privado em aposentadoria, etc.) para negociar com outras empresas, frente as quais será reconhecido e valorizado para um posto. O que as encenações e propagandas encobrem é a submissão a um sistema que produz uma crença de liberdade, sem que o sujeito reconheça que está submetido, pensando ter poderes ali onde é escravo.

Utilizei-me da expressão de Chauí – mesmo que abordando um contexto diferente da análise do filme – para situar o outro extremo a que o paroxismo da noção de indivíduo pode levar. Temos de um lado um Estado total (Alemanha nazista), que se confunde com a imagem do líder, e de outro um indivíduo total (o neoliberalismo), que acredita ter substituído o Estado. Verso e reverso, encontram-se num mesmo ponto, a busca impossível de uma totalidade sem perda. Por essa razão somente um outsider, que não se pautava pela crença na totalidade, que reconhecia impotência na submissão que o gozo carrega, poderia levantar a cortina e revelar a farsa.

Termino com um pequeno comentário de uma imagem recente, que me fez ligar situações aparentemente díspares. A imagem a que me refiro é de Raduan Nassar, sentado em silêncio olhando para algum ponto da plateia, depois de seu discurso crítico ao governo, na ocasião em que foi homenageado com o prêmio Camões de literatura. Nassar assim permaneceu enquanto o ministro da cultura, Roberto Freire, se perde numa fala vazia. Uma fala que se pauta em ofensas e desconhecimentos, representante de um governo ilegítimo, que tenta fazer cair a força da posição da fala que o precedeu. O silêncio de Nassar faz revelar a impotência do discurso de Freire, na medida em que não reconhece este como interlocutor. Nassar reiteradas vezes recusou ser representante de discursos instituintes de um valor de mercado, mesmo que das escolas literárias. Lavoura arcaica é uma obra que continua ímpar na literatura. Podemos reconhecer nela alguns elementos em causa no que antes destaquei sobre a história de Elser, da relação entre um filho e a lei/gozo do pai. O romance traz a força de uma narrativa, que não dispensa o sentido, mas que sabe fazer ato de linguagem poética, por meio da fala de um filho, que se faz equivaler à meia verdade do pai.

O artigo original poderá ser acessado por meio do link abaixo:


O trailer do filme poderá ser visto por meio do link abaixo:
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Alexandros Meimaridis

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terça-feira, 26 de abril de 2016

OS PROTESTANTES E A ALEMANHA SOB O NAZISMO



Um seminário teológico REFORMADO na Alemanha nazista

Stephen Nichols

Quando a igreja luterana alemã apoiou os nazistas em 1933, um seleto grupo de líderes dentro da igreja formou um movimento de resistência eclesiástica, o qual veio a se chamar de Igreja Confessante. Eles logo fundaram cinco novos seminários para treinar a próxima geração de ministros. Aproveitaram um jovem professor de teologia da Universidade de Berlim para dirigir o seminário recém criado em Zingst e posteriormente em Finkenwalde.

O modelo predominante para a educação teológica na Alemanha era amplamente acadêmico e as universidades dominaram a educação ministerial. Desde o Iluminismo (Aufklarung em alemão) os pastores alemães tinham digladiado pela respeitabilidade ao lado de médicos e advogados – profissionais das disciplinas mais “respeitáveis”. Eruditos no estudo bíblico e teólogos tinham de fazer o mesmo em contraposição aos seus colegas na academia. Após um punhado de palestras para futuros ministros e teólogos na Friedrich Wilhelm University, em Berlin, Dietrich Bonhoeffer sentiu que este tipo de ethos educacional estava errado – e era, por fim, danoso – para a igreja em geral.

Então, o novo seminário em Finkenwalde deu a Bonhoeffer uma oportunidade para traçar um curso diferente para a educação ministerial. Ele focaria sua escola na Escritura, oração e confissão teológica, e como Herr Direktor, Bonhoeffer poderia sustentar estes três pilares como achasse por bem. Mas nem todos concordaram. O altaneiro Karl Barth, por exemplo, protestou, dentre outros líderes na Igreja Confessante. Muitos estudantes seguiram o exemplo, contrariando as inovações de Bonhoeffer. Formidável demais para ser demitido, ele se manteve firme, e acabou ganhando tanto seus alunos como seus críticos.

Infelizmente, a história de Finkenwalde não acaba com sucesso – pelo menos não como a palavra “sucesso” é frequentemente definida, com os requisitos métricos de números e proezas. A maioria dos alunos de Bonhoeffer nunca chegou ao ministério pastoral. Vinte e sete foram presos. O seminário, como um todo, teve uma vida curta, fechado pela Gestapo após dois anos apenas.

Dito isto, o que foi realizado ali durante aqueles dois anos merece nota. Então, vamos considerar os três pilares de Bonhoeffer para a educação no seminário: Escritura, oração e confissão teológica.

Construa sobre a Palavra

Depois de alguns meses em operação, Bonhoeffer escreveu uma carta para as igrejas mantenedoras explicando a missão do seminário:
O caráter especial de um seminário da Igreja Confessante deriva da difícil situação na qual temos sido colocados devido ao conflito na igreja. A Bíblia constitui o ponto focal de nosso trabalho. Ela tem se tornado para nós uma vez mais o ponto de partida e o centro de nosso labor teológico e de toda a nossa ação cristã.1

Que esse foco bíblico era “especial” mostra porque a igreja luterana alemã murchou sob o governo nazista. A igreja como um todo há muito havia se afastado de suas amarras bíblicas. Sem um sólido fundamento bíblico, a igreja simplesmente não possuía os recursos necessários para se envolver nas questões éticas da década de 1930, a qual, em seguida, levou tragicamente às atrocidades na década de 1940 e da Segunda Guerra Mundial.

As palavras de Bonhoeffer também revelam sua convicção de que a Bíblia deve permanecer como o ponto central na educação ministerial e na igreja. A Escritura como o ponto focal em Finkenwalde implicava que os estudantes seriam treinados em hebraico e grego. Eles receberiam instrução no conteúdo bíblico. “A congregação”, Bonhoeffer disse uma vez, “é construída unicamente sobre a Palavra de Deus”2. Bonhoeffer exigia que os alunos praticassem a lectio divina, lendo um Salmo e capítulos do Antigo e do Novo Testamento a cada dia. Os alunos também tinham de meditar numa passagem selecionada a cada semana. Ele tinha a intenção de ajudá-los a formar os hábitos corretos.

Os alunos de Finkenwalde e o futuro biógrafo de Bonhoeffer, Eberhard Bethge, entenderam a mensagem. Anos depois, Bethge testificou: “Porque eu sou um pregador da Palavra, não posso expor as Escrituras a menos que as deixe falar para mim todos os dias. Usarei indevidamente a Palavra no meu serviço se não me mantiver meditando sobre ela em oração”.3

A oração faz um pastor

Os cursos de Bonhoeffer sobre oração usavam a Oração do Senhor [o Pai Nosso] e o Catecismo de Lutero para instrução. Ele também exigia que os estudantes orassem, como um tipo de dever de casa. Os críticos o acusaram de que estava sendo legalista; alguém até mesmo chegou a dizer a ele que o tempo era muito urgente para oração e meditação. Bonhoeffer respondeu a estas críticas vigorosamente: “Isso ou mostra uma total falta de compreensão por parte dos jovens teólogos de hoje, ou uma ignorância blasfema de como a pregação e o ensino vêm à existência”.4  Como Bonhoeffer disse uma vez à sua congregação em Londres: “Uma congregação que não ora pelo ministério do seu pastor, não é mais uma congregação. Um pastor que não ora diariamente por sua congregação, não é mais um pastor”.5

Confissão como currículo

Por fim, há o terceiro pilar: a confissão teológica. Como um luterano alemão, o padrão confessional de Bonhoeffer era a Confissão de Augsburg (1530), contida no Livro de Concórdia (1580). Da mesma maneira que a Escritura e a oração foram eclipsadas na igreja luterana, assim também acontecia com a confissão. Como tantas outras denominações no século 20, a igreja luterana alemã professava sua confissão teológica da boca para fora, e não mais do que isso.

Não era assim no seminário de Bonhoeffer. Bethge comenta sobre como a cópia do Livro de Concórdia de Bonhoeffer estava sublinhada, marcada com notas nas laterais, pontos de exclamação e interrogações. É evidente que Bonhoeffer lutou com sua confissão e a levou a sério6. De fato, para Bonhoeffer, a confissão era o currículo da teologia.

Mas ele não estava apenas interessado em que seus alunos conhecessem e lutassem com a teologia, pois também queria que eles a vivessem. A confissão moldaria suas vidas, sua ética, sua pregação e suas igrejas. “Teologia é a submissão ao conhecimento coerente e bem ordenado da palavra de Deus”, ele escreveu. “Ela serve à pura proclamação da palavra na congregação e à edificação da congregação de acordo com a palavra de Deus”.7

Seminários são para a igreja

Então, os seminários existem pra quê? Assim como a teologia que ensinam, eles existem para a igreja. E acerca do que eles deveriam tratar? Assim como a igreja para quem eles existem, eles deveriam tratar sobre a Escritura, a oração e a confissão teológica. Além do mais, estas são as marcas de todos os cristãos em todos os tempos, pois são os hábitos da vida cristã.

Se você deseja conhecer mais sobre a vida de Dietrich Bonhoeffer recomendamos os dois links abaixo:

http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/04/voce-sabe-quem-foi-dietrich-bonhoeffer.html

http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/04/voce-sabe-quem-foi-dietrich-bonhoeffer_10.html

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Alexandros Meimaridis

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* Texto original disponível em: http://thegospelcoalition.org/blogs/tgc/2013/08/08/seminary-in-nazi-germany/. Tradução de Nelson Ávila, bacharelando em teologia pela Escola Teológica Charles Spurgeon, em Fortaleza-CE.

1  Dietrich Bonhoeffer, "A Greeting from the Finkenwalde Seminary," Oct. 1935, The Way to Freedom (New York: Harper & Row, 1966), 35.

2  Dietrich Bonhoeffer, "Theology and the Congregation," Dietrich Bonhoeffer Works, Vol 16: 1940-1945 (Minneapolis: Fortress Press, 2006), 494.

3  Ibid., 57.

4  Cited in Eberhard Bethge, Dietrich Bonhoeffer: A Biography (Minneapolis: Fortress Press, 2000), 465.

5  Dietrich Bonhoeffer, Oct. 22, 1933, in Dietrich Bonhoeffer Works, Vol 13: London, 1933-1935 (Minneapolis: Fortress Press, 2007), 325.

6  Bethge, Dietrich Bonhoeffer, 449.

7  Bonhoffer, DBW, Vol. 16, 494.         

segunda-feira, 21 de abril de 2014

POLÍCIA DO ESTADO NAZISTA DE ISRAEL PERSEGUE CRISTÃOS PALESTINOS



cristãos-perseguidos-Nianmar

A notícia abaixo foi distribuída pela agência REUTERS e publicada pelo site da RTP de Portugal:

Cristãos palestinos discriminados por Israel na celebração da Páscoa

Reuters

Um grupo de cristãos palestinos apresentou uma queixa ao Supremo Tribunal israelita, alegando que a polícia tem vindo a tornar-lhes mais difícil, de ano para ano, o acesso aos lugares santos em que se celebra a Páscoa. Segundo a queixa, a polícia levanta-lhes entraves que não existem para os visitantes cristãos estrangeiros.

Uma reportagem de Al Jazeera recolheu o depoimento de uma das promotoras da queixa, Muna Mushahwar, cristã palestina de Jerusalém. Mushahwar salienta que as dificuldades se têm agravado especialmente desde 2005. Um vídeo usado como prova pelos autores da queixa mostra responsáveis palestinos numa Páscoa anterior a serem violentamente impedidos pela polícia de se aproximarem de um lugar de culto, embora tivessem pedido e obtido anteriormente autorização para o efeito.

O tribunal já deu ordens no sentido de os peregrinos cristãos e muçulmanos terem possibilidade de acesso aos seus lugares de culto igual à dos peregrinos judeus, mas essas ordens só têm tido efeitos no caso de peregrinos cristãos estrangeiros.

Segundo a porta voz da polícia israelita, Luba Samri, a polícia não exerce discriminações contra os cristãos palestinos - mas tem de tomar medidas para garantir a segurança do conjunto dos peregrinos.
Miral Malk, uma cristã palestina entrevistada por Al Jazeera à porta da igreja, explica que veio à igreja com a mãe e a avó e tem muitas dificuldades para conseguir entrar.

O artigo original poderá ser visto por meio desse link aqui:


NOSSO COMENTÁRIO

Sob a falsa desculpa de sempre “segurança” a polícia do Estado nazista de Israel se aproveita para mais uma vez descriminar o povo palestino e dessa vez contra cristãos palestinos. Como cristãos queremos deixai bem claro nosso repúdio a tais atos discriminatórios, sob qualquer alegação, a advertir tais autoridades que o Deus da Bíblia condena, com veemência, como poder ser visto abaixo, maus tratos a estrangeiros que habitam na terra que pertence ao próprio Deus e não a qualquer judeu! Mas quem se importa com o que a Bíblia diz no governo sionista nazista do Estado de Israel. É inacreditável que cristãos sionistas cheguem a defender tamanha imoralidade.

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Alexandros Meimaridis

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