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sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus – ESTUDO 021 — A RECUSA EM ACEITAR O SENHOR JESUS — PARTE 003


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NESSA SÉRIE NÓS ESTAMOS TRATANDO DE DOIS ASPECTOS IMPORTANTES ACERCA DA VERDADEIRA IGREJA: 1) A IGREJA COMO CORPO DE CRISTO; E 2) A IGREJA NO PLANO ETERNO DE DEUS. CONVIDAMOS TODOS OS NOSSOS LEITORES A ACOMPANHAREM ESSA SÉRIE E COMPARTILHAREM A MESMA COM TODOS OS SEUS CONHECIDOS, AMIGOS E IRMÃOS. OUTROS ESTUDOS DESSA SÉRIE PODERÃO SER ENCONTRADOS POR MEIO DE LINKS NO FIM DE CADA ESTUDO.

C. DESCULPAS E MAIS DESCULPAS NA REJEIÇÃO DE JESUS E DO EVANGELHO DA SALVAÇÃO — CONTINUAÇÃO.

3. De fato não existe nenhum motivo pelo qual o Senhor deve ser odiado. Tudo o que o Senhor Jesus fez merece a estima e consideração das pessoas e nada do que Jesus fez merece o desprezo ou a desconsideração das pessoas —

João 15:25

Isto, porém, é para que se cumpra a palavra escrita na sua lei: Odiaram-me sem motivo.

Davi, como um tipo[1] de Cristo manifestou esse sentimento, de ser odiado sem causa em dois momentos —

Salmos 35:19

Não se alegrem de mim os meus inimigos gratuitos; não pisquem os olhos os que sem causa me odeiam.

Salmos 69:4.

São mais que os cabelos de minha cabeça os que, sem razão, me odeiam; são poderosos os meus destruidores, os que com falsos motivos são meus inimigos; por isso, tenho de restituir o que não furtei.

Assim temos que:

a. Em primeiro lugar aqueles que odeiam a Cristo o fazem sem uma causa justificável. Toda inimizade contra o Senhor Jesus é completamente não razoável. Entre os seres humanos nós temos a tendência de odiarmos aquelas pessoas que são arrogantes e cheias de si mesmas, mas Cristo é manso e humilde, compassivo e cheio de tenras misericórdias. Também odiamos aqueles que são cheios de malícia, invejosos ou vingativos, mas Jesus devotou sua vida a servir mesmo àqueles que se aproveitaram desse fato para abusar do Senhor.

O apóstolo Paulo disse:

2 Coríntios 8:9

Pois conheceis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, se fez pobre por amor de vós, para que, pela sua pobreza, vos tornásseis ricos.

Como é possível odiar a alguém que nos trata dessa maneira? Jesus foi a maior bênção que poderia ter acontecido ao povo judeu naqueles dias. No entanto eles o odiaram. É fato que Jesus testificou que as obras dos indivíduos que eram Seus contemporâneos eram más. Mas odiá-lo por causa deste fato era realmente odiá-lo sem causa.

João 1:11

Veio para o que era seu, e os seus não o receberam.

João 3:19

O julgamento é este: que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más.

b. Em segundo lugar temos o fato de que as Escrituras encontram nessa situação o seu cumprimento, ou seja: o “tipo” do Antigo Testamento encontra o “antítipo” na pessoa de Jesus. Saul e seus seguidores odiavam a Davi sem uma causa justificada. Por que odiavam a Davi? Seria porque ele havia matado o arrogante gigante filisteu chamado Golias? Ou seria porque Davi acalmava a Saul tocando sua harpa? Absalão e seu grupo odiavam a Davi. Estes também o faziam sem motivo. Da mesma maneira Jesus foi perseguido e odiado das formas mais injustas. Todos aqueles que odiaram o Senhor Jesus não agiam visando fazer cumprir as Escrituras. Foi Deus quem permitiu que o tal ódio servisse ao propósito de fazer cumprir as Escrituras. Este fato serve para nós como mais uma confirmação acerca da verdade de que Jesus é de fato o Messias esperado, pois o ódio sem causa profetizado foi cumprido em Sua vida. Assim não devemos nos surpreender se o mundo também nos odeia sem causa ou motivo verdadeiro.

Breve comentário acerca de João 14:21 que diz:

Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me manifestarei a ele.

Em João 14:21 nos encontramos o verbo grego ἐμφανίσω — emfanízo — que pode ser traduzido por revelar, manifestar, tornar visível diante dos olhos. O uso desse verbo deixa claro que a manifestação à qual Jesus está se referindo é algo que será visível. No grego existe outro verbo δηλόῳ  — delóo — que denota um tipo de manifestação que é evidente somente à mente e não à vista. A manifestação a que Jesus está se referindo vai muito além de revelar uma presença encoberta — ‘αποκάλυτω — ‘apokálupto — ou a manifestação de alguém que está escondido — φανερόῳ — faneróo.

A manifestação a que o Senhor Jesus se referiu chamou a atenção não somente de membros da nossa comunidade, mas chamou também a atenção de um dos discípulos de Jesus que lhe pergunta:

João 14:22

Disse-lhe Judas, não o Iscariotes: Donde procede, Senhor, que estás para manifestar-te a nós e não ao mundo?

E a resposta que Senhor dá em João 14:23 explica exatamente a que tipo de manifestação Jesus estava se referindo:

Respondeu Jesus: Se alguém me ama, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada.

Benditas palavras!

Com esse tipo de manifestação não pode haver nenhum tipo de dúvida de que Jesus é o nosso Salvador!

4. Ao odiar o Senhor Jesus o mundo está odiando também Deus, o Pai —

João 15:23

Quem me odeia, odeia também a meu Pai.

Esta conclusão é óbvia porque:

João 10:30

Eu e o Pai somos um.

João 5:36

Mas eu tenho maior testemunho do que o de João; porque as obras que o Pai me confiou para que eu as realizasse, essas que eu faço testemunham a meu respeito de que o Pai me enviou.

João 14:24

Quem não me ama não guarda as minhas palavras; e a palavra que estais ouvindo não é minha, mas do Pai, que me enviou.

Assim sendo as palavras de Cristo fazem pleno sentido:

João 15:24

Se eu não tivesse feito entre eles tais obras, quais nenhum outro fez, pecado não teriam; mas, agora, não somente têm eles visto, mas também odiado, tanto a mim como a meu Pai.

Os Reformadores e seus seguidores, especialmente entre os da linha calvinista, definiram a condição humana após a queda como sendo de “depravação total”. Esta definição apesar de não ser encontrada nas páginas das escrituras não se trata de uma concepção teológica, i.e., inventada pelos teólogos. Na Bíblia nos encontramos uma ênfase crescente de que o ato pecaminoso não é um fato isolado em si mesmo, mas que o mesmo revela uma disposição perversa da parte daquele que o comete —

Gênesis 6:5

Viu o SENHOR que a maldade do homem se havia multiplicado na terra e que era continuamente mau todo desígnio do seu coração;

A Bíblia também ensina que os atos de pecado que afetam tão profundamente a vida de um indivíduo acabam por transmitir tendências perversas aos descendentes desse mesmo indivíduo pecaminoso —

Salmos 51:5

Eu nasci na iniquidade, e em pecado me concebeu minha mãe. 

Efésios 2:3

Entre os quais também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais.

De acordo com o relato que encontramos no Gênesis o pecado é um ato destrutivo de autoafirmação baseado em orgulho, falta de amor, rebeldia e falta de gratidão, primeiro contra Deus que deu ao homem sua realidade, mas simultaneamente, contra si mesmo e contra todas as outras formas de realidade criadas. Por meio desse ato inicial de pecado, Adão quebrou seu relacionamento com Deus e consigo mesmo, pois perdeu a segurança da intimidade com Deus e, consequentemente, a paz que gozava com Deus. Quebrou também seu relacionamento com Eva e com a natureza dos quais, em diferentes graus, dependiam tanto sua vida, como seu bem-estar. O pecado de Adão é uma declaração de autossuficiência. Era desejo de Adão seguir seu caminho sozinho. Por meio daquele primeiro pecado de Adão, chamado pelos teólogos de “pecado original”, tudo foi alienado. Adão e Eva se escondem um do outro por meio da tentativa de costurar roupas para si; Adão se esconde de Deus; Adão põe a culpa em Deus e em Eva, Eva culpa a serpente e o próprio ser se torna alienado de si mesmo — Gênesis 3:7—13.

Essa alienação de si mesmo produz uma depravação[2] correspondente que priva o homem de todas aquelas qualidades morais e espirituais que constituem seu autêntico “ser”. O homem perdeu a capacidade de autorrealização e tornou-se seu pior inimigo. O “ser” está completamente depravado, pois não existe nada pior, nem mais destrutivo que ele possa fazer contra Deus, contra seus semelhantes, seu mundo e contra si mesmo, do que pecar. Dessa maneira, a morte e o inferno não são nada mais do que consequências das exageradas qualidades de culpa do próprio pecado. O pecado original, e todos os outros pecados subsequentes, meramente enfatizam essa realidade, de que o homem está completamente alienado de si mesmo, de Deus, de seus semelhantes e da natureza. E mais, nesse estado de alienação o homem é incapaz de instaurar relações autênticas como existiam originalmente. O momento histórico que mostra de maneira mais contundente esta alienação é quando os seres humanos, na cruz do Calvário, matam Aquele em Quem toda a realidade divina e criada subsiste —

Atos 3:15

Dessarte, matastes o Autor da vida, a quem Deus ressuscitou dentre os mortos, do que nós somos testemunhas.

Colossenses 1:15—16

15 Este é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação;

16 pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele.


Dessa forma, o pecado original como aquele ato que quebra todos os relacionamentos criados por Deus não é meramente moral, intelectual ou afetivo, mas algo muito mais profundo do que tudo isto. O pecado é essencialmente religioso. Como Davi disse —

Salmos 51:4

Pequei contra ti, contra ti somente, e fiz o que é mal perante os teus olhos.

É esta referência divina que constitui a essência do pecado original e através desta mesma referência o pecado se torna pecado contra o próprio homem, contra seus semelhantes e contra a natureza. A natureza do pecado é completamente destruidora. O pecado introduz aquelas realidades que a Bíblia descreve como sendo “morte” e “ira de Deus” — ver Efésios 2:1; 5:1—12.

Que o pecado torna o homem completamente depravado não pode ser observado exclusivamente pela história da humanidade. Apesar do fato de que a história da humanidade está repleta de atos pecaminosos, um reconhecimento verdadeiro do pecado, como algo distinto de erros humanos, ignorância, tolices ou fragilidade, não ocorre dentro do campo da observação, nem da experiência humana. Não existe uma estrada que nos conduza da experiência do pecado ao conhecimento daquilo que o pecado é. A dimensão religiosa do pecado como um ato primariamente contra Deus, só pode ser percebido pela revelação divina. O comportamento moral do homem é normalmente melhor do que a depravação total nos faz esperar. Esta ambiguidade, entre o esperado e o real, é fruto da ação permanente e graciosa de Deus sobre a humanidade caída, e isto constitui outra verdade que só pode ser reconhecida mediante revelação. Que cada e todo pecado cometido contra si mesmo, contra o próximo, contra o meio ambiente, é também um pecado contra Deus só pode ser entendido desta maneira se for revelado por Deus. Como consequência desta depravação total nós temos que:

i. Existem seres humanos que odeiam a Deus, independente da beleza da Sua natureza e da magnificência da Sua provisão. Estas pessoas odeiam a Deus por causa da Sua justiça, da mesma maneira que os demônios que creem e tremem por causa do conhecimento que possuem de Deus sentem-se envergonhados pela extensão do Seu domínio — de Deus. Muitos há que querem pretender que Deus não existe, mas sabem que Deus existe e o odeiam.

ii. O ódio a Jesus constitui ódio ao Pai, pois Jesus veio como representante e embaixador do Pai. Todos os inimigos da verdade representada em Jesus são, de fato, inimigos do Deus verdadeiro. Ao negar a Jesus os homens querem realmente se livrar de todas as obrigações da consciência e do temor de Deus. Mas que fique bem claro a todo incrédulo e maligno mundo que toda a inimizade para com Jesus e por extensão contra Seus discípulos, será vista no dia do Grande Juízo como inimizade contra o próprio Deus. Ao mesmo tempo todos os que sofrem por causa de Jesus e da justiça de Deus devem se sentir reconfortados —

Mateus 5:10—12

10 Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus.

11 Bem-aventurados sois quando, por minha causa, vos injuriarem, e vos perseguirem, e, mentindo, disserem todo mal contra vós.

12 Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; pois assim perseguiram aos profetas que viveram antes de vós.


OUTROS ESTUDOS ACERCA DA IGREJA COMO CORPO DE CRISTO E NO PLANO ETERNO DE DEUS

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 001 — A Igreja

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 002 — A Unidade de Igreja

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 003 — Como a Unidade Funciona na Prática

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 004 — Como o Amor Funciona na Prática

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 005 — Unidade em Meio à Diversidade

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 006 — Unidade Com Variedade Mas com Harmonia

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 007 — A Igreja Como o “Mistério” de Deus e Uma Introdução a Efésios 1:3—14

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 008 — Uma Introdução a Efésios 1:3—14

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 009 — A Bênção Espiritual — Efésios 1:3

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 010 — As Regiões Celestiais — Efésios 1:3

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 011 — Nossa Escolha ou Eleição Divina — Efésios 1:4 — Parte 001

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 012  A —Escolha ou Eleição Divina — Efésios 1:4 — PARTE 002

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 013 — A Escolha ou Eleição Divina — Efésios 1:4 — PARTE 003

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 014 — A Escolha ou Eleição Divina — Efésios 1:4 — PARTE 004

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 015 — A Escolha ou Eleição Divina — Efésios 1:4 — PARTE 005

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 016 — A Escolha ou Eleição Divina — Efésios 1:4 — PARTE 006

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 017 — A Escolha ou Eleição Divina — Efésios 1:4 — PARTE 007 — O Mundo Nos Odeia

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 018 — A Escolha ou Eleição Divina — Efésios 1:4 — PARTE 008 — Por que O Mundo Nos Odeia

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 019 — As Desculpas para Rejeitar a Jesus e o Evangelho da Graça — PARTE 001

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 020 — As Desculpas para Rejeitar a Jesus e o Evangelho da Graça — PARTE 002

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 021 — As Desculpas para Rejeitar a Jesus e o Evangelho da Graça — PARTE 003
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/01/a-igreja-como-corpo-de-cristo-e-no_6.html

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 022 — O Propósito de Deus em Nossa Eleição: Nos Fazer Santos e Irrepreensíveis
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/03/a-igreja-como-corpo-de-cristo-e-no.html



A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 023 — Nossa Eleição e seu Relacionamento com nossa Predestinação

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 024 — Nossa Predestinação Divina

Que Deus abençoe a todos. 

Alexandros Meimaridis 

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no Facebook através do seguinte link:

http://www.facebook.com/pages/O-Grande-Diálogo/193483684110775

Desde já agradecemos a todos. 



[1] Uma das muitas e interessantes facetas da nossa Bíblia é a existência de personagens do Antigo Testamento que passaram por situações que foram depois repetidas na experiência humana do Senhor Jesus. Todas as vezes que uma destas situações acontece nos dizemos que o personagem do Antigo Testamento funcionou como um “tipo” de Cristo.

[2] Ato ou efeito de depravar(-se); perversão, corrupção.  Degeneração mórbida.  

Os comentários não representam a opinião do Blog O Grande Diálogo; a responsabilidade é do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.

terça-feira, 26 de julho de 2016

NOSSA RIQUEZA EM CRISTO - EFÉSIOS 3:8—12 — ESTUDO 038A — AS INSONDÁVEIS RIQUEZAS DE CRISTO — PARTE 001


Esse artigo é parte da série "Em Cristo" e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos das verdades contidas nessa série, com aplicações para os nossos dias. No final do artigo você encontrará um link para o estudo posterior

 38 – Efésios 3:8—12 - A mim, o menor de todos os santos, me foi dada esta graça de pregar aos gentios o evangelho das insondáveis riquezas de Cristo e manifestar qual seja a dispensação do mistério, desde os séculos, oculto em Deus, que criou todas as coisas, para que, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus se torne conhecida, agora, dos principados e potestades nos lugares celestiais, segundo o eterno propósito que estabeleceu em Cristo Jesus, nosso Senhor, pelo qual temos ousadia e acesso com confiança, mediante a fé nele.

Esses 5 versículos de Efésios 3 resumem aquilo que o apóstolo Paulo chama de o “eterno propósito que (Deus) estabeleceu em Cristo Jesus, nosso Senhor”. Eles nos falam do plano de salvação como proposto por Deus desde a eternidade passada na pessoa do Seu filho o Senhor Jesus. Vemos analisar atentamente o que esses versículos declaram que Deus fez a nosso favor “em Cristo”.

A mim, o menor de todos os santos – Essa expressão que demonstra a verdadeira atitude do coração do apóstolo é bem característica de Paulo. A palavra aqui utilizada pelo apóstolo Paulo, ἐλαχιστοτέρῳ — elachistotéro — o menor, não ocorre em nenhuma outra passagem do Novo Testamento. De fato essa palavra é tão exclusiva dentro do Novo Testamento que muitos estudiosos acreditam que o apóstolo Paulo inventou essa expressão para transmitir exatamente o que ele estava querendo dizer. Essa palavra é definida pelo Dicionário Teológico de Strong como: menos que o mínimo, menor que o mais baixo. Nesse contexto a palavra serve para caracterizar o apóstolo Paulo como o menor de todos os santos ou aquele que não é sequer digno de ser contado entre os santos! Tal postura do apóstolo Paulo é realmente de tirar o fôlego diante da arrogância tão preponderante entre as lideranças religiosas dos nossos dias. Paulo usa a expressão ἐλαχιστοτέρῳ - elachistotéro – o menor, para descrever a pecaminosidade de sua vida pregressa, antes do seu encontro com o Senhor no caminho para Damasco. Descreve seu sentimento de culpa por ter perseguido a Igreja do Senhor Jesus —

1 Coríntios 15:9

Porque eu sou o menor dos apóstolos, que mesmo não sou digno de ser chamado apóstolo, pois persegui a igreja de Deus.

Esse sentimento de culpa, por ter perseguido a Igreja, foi algo que acompanhou o apóstolo Paulo toda sua vida. Mesmo no final da vida, quando escreveu as duas cartas a Timóteo, ainda fez menção deste sentimento —

1 Timóteo 1:15—16

15 Fiel é a palavra e digna de toda aceitação: que Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal.

16 Mas, por esta mesma razão, me foi concedida misericórdia, para que, em mim, o principal, evidenciasse Jesus Cristo a sua completa longanimidade, e servisse eu de modelo a quantos hão de crer nele para a vida eterna.

Me foi dada esta graça de pregar aos gentios o evangelho das insondáveis riquezas de Cristo – Falar das insondáveis riquezas de Cristo foge ao escopo dessa obra. Outras 100 páginas seriam necessárias para falar delas! Neste momento queremos apenas destacar os seguintes fatos:

O apóstolo Paulo, quando se refere à graça de Deus e aos dons atrelados a essa mesma graça, costuma usar a expressão grega πλοῦτος –— ploûtos — riqueza para tentar expressar a abundância e a plenitude da bênção de Deus sobre nós. Dessa maneira temos que: à benignidade, à tolerância e à longanimidade de Deus, se adiciona a expressão riqueza no sentido de abundância ou plenitude —

Romanos 2:4

Ou desprezas a riqueza da sua bondade, e tolerância, e longanimidade, ignorando que a bondade de Deus é que te conduz ao arrependimento?

É dessa mesma maneira que esta expressão é utilizada em Efésios 1:7, 18; 2:7; 3:8 e 16; bem como em outras passagens, nas epístolas paulinas, tais como: Romanos 2:4; 9:23; 11:12 e 33; Filipenses 4:19; Colossenses 1:27; 2:2

Por sua vez, a expressão grega ἀνεξιχνίαστον — anexichníaston — insondáveis ocorre somente duas vezes em todo o Novo Testamento. Aqui em Efésios 3:8 e em Romanos 11:33. Ela é usada para transmitir a ideia de algo que não pode ser rastreado ou explorado de maneira apropriada, pois se trata de algo inescrutável ou incompreensível. O desejo do apóstolo Paulo é deixar bem claro que a suficiência existente na pessoa de Cristo, com respeito à nossa salvação, não pode nem ser rastreada nem explorada. Isto é assim porque a mesma é incompreensível para nossas mentes finitas. A plenitude da riqueza que é nossa em Cristo não pode ser apreciada de forma plena por nossas mentes finitas. Essa expressão é tão enfática que não encontramos em todo o Novo Testamento nenhuma outra expressão semelhante para descrever quão realmente incompreensível é a riqueza que temos “em Cristo”.

O uso que o apóstolo Paulo faz desta palavra ἀνεξιχνίαστον — anexichníaston — insondáveis, demonstra a admiração que ele tinha pela suficiência da obra salvadora de Deus através do Senhor Jesus. Ela também nos indica que lhe faltavam palavras para descrevê-la e que considerava uma honra por demais elevada lhe ser permitido contar às pessoas acerca das riquezas do Redentor Jesus.

E manifestar qual seja a dispensação do mistério — Manifestar indica que o evangelho deveria ser pregado a todo o gênero humano, a todas as pessoas indistintamente. Manifestar quer dizer que é a intenção de Deus de revelar Seu caráter e Seus planos eternos a todas as pessoas e não somente aos judeus. Toda a raça humana, portanto, precisa tomar conhecimento do Salvador.

Alguns manuscritos, menos antigos do Novo Testamento, apresentam uma leitura variante nesse versículo onde se lê κοινωνίᾳ — koinonía — comunhão, em vez de οἰκονομία — oikonomía — dispensação. Existem boas razões para se aceitar que a segunda forma οἰκονομία — oikonomía — dispensação é a verdadeira e por esse motivo ela aparece em nossas Bíblias na versão de Almeida Revista e Atualizada no Brasil. É importante destacar que qualquer edição crítica do Novo Testamento, digna desse nome, apresenta a leitura variante nesse versículo como uma possibilidade. Além do argumento da antiguidade, que declara que quanto mais antigo for um manuscrito do Novo Testamento grego menos sujeito ele estará às corrupções comuns ao processo sucessivo de cópias, existe também um motivo teológico, porque o uso de “dispensação” deve ser preferido ao uso de “comunhão”. O contexto do qual temos nos ocupado nestas últimas referências analisadas fala do fato de que Deus intencionava, desde a mais remota eternidade passada, fazer revelar sua vontade não somente aos judeus, mas a todos os seres humanos sem exceção. Assim é apenas lógico que o uso da expressão οἰκονομία — oikonomía — dispensação seja mais apropriado neste contexto do que a expressão κοινωνίᾳ — koinonía — comunhão. A palavra grega οἰκονομία — oikonomía — dispensação é utilizada para expressar, de forma específica, a administração, direção, gerência, da propriedade de outro. E de forma geral é usada para expressar a administração de um lar ou afazeres do lar. A dispensação acerca da qual Paulo faz aqui referência tem a ver com o mistério de unir judeus e gentios em um mesmo corpo, por uma e mesma fé em um e mesmo Salvador — ver Efésios 2:14—16; ver também Efésios 4:3—6, com suas implicações acerca da unidade cristã ou entre os cristãos. E o apóstolo Paulo deixa bem claro que ele havia recebido uma revelação especial da parte de Deus que tratava especificamente dessa dispensação ou administração — ver Efésios 3:1—7.

A dispensação ou administração acerca da qual Paulo recebeu uma revelação especial está diretamente relacionada àquilo que Paulo chama de mistério — a palavra grega μυστήριον — mistérion — mistério já foi discutida quando estudamos a referência de número 31. Nesse momento basta dizer que Paulo usa a expressão mistério para descrever verdades que outrora eram desconhecidas, e que não podem ser descobertas de forma natural, via pesquisa, pelos seres humanos. Verdades que pertencem à categoria de “mistério” precisam ser reveladas por Deus para se tornarem conhecidas. Através da revelação, todavia, estas verdades ficam disponibilizadas para todos os crentes e não é necessário nenhum intérprete especial para explicá-las. São verdades que pertencem a todo povo de Deus. Não é necessário ir muito longe para perceber as implicações dessas palavras. A revelação de Deus não é escrava de nenhuma igreja nem de nenhum corpo de homens que pretensamente possui autoridade para determinar Seu significado. Pelo contrário a Palavra de Deus é soberana sobre o povo de Deus e está aberta e disponível para todos. Qualquer tentativa de subjugar a palavra de Deus por parte de denominações cristãs ou grupos humanos representados em concílios precisa ser firmemente rejeitada por todos os cristãos. Está mais do que provado que denominações erram e que concílios fracassam miseravelmente quando querem se impor sobre a Palavra de Deus. Este foi o sábio motivo e a santa motivação da Reforma Protestante: Sola Scrptura revelada por Deus.

Quando o apóstolo Paulo menciona μυστήριον — mistérion — mistério, também o faz para estabelecer um contraste com os “mistérios” representados pelas assim chamadas “religiões de mistérios”. que existiam naqueles dias no mundo dominado pela cultura grega. Entre estes contrastes nós podemos alistar os seguintes:

1. Nas religiões de mistérios antigas existia uma clara distinção entre os iniciados e os não iniciados. Como na Maçonaria dos dias de hoje.

2. Alguns dos adoradores recebiam certas porções da “revelação” que tratavam de certos aspectos dos “santos segredos”, acerca dos quais outros adoradores eram excluídos.

3. Era comum a existência de “mistérios maiores” e “mistérios menores”, como por exemplo, na religião chamada de Mistérios de Elêusis — Festas em honra da deusa da agricultura Deméter — Ceres para os romanos — que se realizavam em Elêusis na Grécia antiga – nos quais diferentes pessoas eram iniciadas, umas nos mistérios  maiores e outras nos mistérios menores.

4. Em um vigoroso contraste com essas Religiões de Mistérios, o “grande mistério” do Cristianismo estava disponível a todas as pessoas. Não estava escondido de nenhuma pessoa e nem existia nenhum tipo de distinção entre as pessoas que podiam ser “iniciadas” nele.

5. Nenhuma parte da verdade revelada por Deus era mantida em secreto de nenhuma pessoa. Todos participavam de toda verdade revelada. A Palavra de Deus em forma impressa que seguramos em nossas mãos nos dias de hoje, representa uma adesão moderna a este princípio: toda a Palavra de Deus, a todas as pessoas, indistintamente.

6. O Cristianismo não possui verdades escondidas ou ocultas que estão disponíveis somente para um seleto grupo de pessoas. Quando estas coisas são mencionadas elas se referem a especulações holywoodianas ou a romances de ficção, como o livro “O Código da Vinci”, do romancista estadunidense Dan Brown. Entre os filmes recentes que pretendem trazer à luz verdades escondidas do Cristianismo podemos citar: 1) A Filha da Luz; 2) Estigmata; 3) Fim dos Dias; 4) A Paixão de Cristo; 5) Constantino; 6) A Profecia — 666 – curiosamente lançado mundialmente no dia 6 do mês 6 do ano 2006; e 7) Possuídos. Seguindo esta mesma linha, a filmografia francesa contribuiu com o filme “Rios Vermelhos 2”.

7. O Cristianismo não possui “doutrinas secretas ou reservadas”.

8. O Cristianismo não possui nenhuma verdade que esteja consagrada ao uso exclusivo de uma casta sacerdotal.

9. As doutrinas cristãs devem ser publicadas e tornadas disponíveis para todas as pessoas. Todo seguidor do Senhor Jesus deve ser feito participantes de todas as verdades que nos foram trazidas pelo Senhor Jesus que era a personificação da própria verdade —

João 14:6

Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.

Por todos esses motivos o apóstolo Paulo faz questão de destacar que a oferta de salvação completa e gratuita deixou de ser um segredo ou mistério e tornou-se em algo notoriamente sabido por todas as pessoas. Dessa maneira, Paulo tinha plena consciência de que ele possuía uma mensagem de valor incalculável para toda a humanidade e, por esse, motivo ele desejava ardentemente proclamá-la a todo o mundo.

Desde os séculos, oculto em Deus, que criou todas as coisas — Isto quer dizer que este μυστήριον — mistérion — mistério estava oculto com Deus. O plano formado na eternidade passada, de salvar os pecadores, foi plenamente revelado através do Senhor Jesus e de seus apóstolos. Mas não é só o plano de salvação que é obra de Deus. Paulo é categórico em afirmar que Deus é o criador de todas as coisas — ver também

Salmos 33:6

Os céus por sua palavra se fizeram, e, pelo sopro de sua boca, o exército deles.

Isaías 44:24

Assim diz o SENHOR, que te redime, o mesmo que te formou desde o ventre materno: Eu sou o SENHOR, que faço todas as coisas, que sozinho estendi os céus e sozinho espraiei a terra.

E o plano de salvação é apenas uma parte desta criação que não para de nos assombrar, seja em coisas grandes, como o universo, ou em coisas pequenas como as células humanas. Mas Paulo, nesse texto que estamos estudando, diz que é pela igreja que a multiforme sabedoria de Deus se torna conhecida! Portanto, é da igreja que iremos nos ocupar em seguida.

CONTINUA...

LISTA DE OUTROS ESTUDOS DA SÉRIE “EM CRISTO”:

O estudo introdutório dessa série, número 000, pode ser encontrado aqui:

O estudo número 001 dessa série — Justificação Gratuita — pode ser encontrado aqui:

O estudo 002 dessa série — Nossa Identidade com Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 003 dessa séria — Mortos para o Pecado, Mas Vivos para Deus — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 004 dessa série — O Salário do Pecado X o Dom Gratuito de Deus — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 005 dessa série — Nenhuma Condenação em Cristo Jesus — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 006 dessa série — Nada Pode nos Separar do Amor de Deus — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 007 — Somos Membros uns dos Outros em Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 008 — Santificados em Cristo Jesus — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 009 — A Graça de Deus em Cristo Jesus — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 010 — Somos de Deus em Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 011 — Somos Espirituais em Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 012 — Somos Loucos, Fracos e Desprezíveis Porque Estamos em Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 013 — Somos Gerados em Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 014 — Nossa Esperança em Cristo Não se Limita a Essa Vida Apenas — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 015 — Todos Serão Vivificados em Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 016 — Todos São Amados em Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 17 — Somos Todos Ungidos em Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 18 — Não Mercadejamos a Palavra de Deus — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 19 — O Véu é Removido em Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 20 — Somos Novas Criaturas em Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 21 — Deus Estava em Cristo Reconciliando Consigo o Mundo — poderá ser encontrado aqui:

Os estudos 22 e 23 — Sendo Conhecido em Cristo — poderão ser encontrados aqui:

O estudo 24 — Nossa Liberdade em Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 25 — Justificação Pela fé em Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 26 — Filhos de Deus em Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 27 — Revestidos em Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 28A — Nossa Unidade em Cristo — PARTE 001 poderá ser encontrado aqui:

O estudo 28B — Nossa Unidade em Cristo — PARTE 002 poderá ser encontrado aqui:

O estudo 029 — Somente a Fé Que Atua Pelo Amor Tem Valor em Cristo

O estudo 030A — A Bênção com Que Somos Abençoados em Cristo – Parte 001

O estudo 030B — A Bênção com Que Somos Abençoados em Cristo – Parte 002

O estudo 030C — A Bênção com Que Somos Abençoados em Cristo – Parte 003 — E a Chamada Visão de Hermes

O estudo 030D — A Bênção com Que Somos Abençoados em Cristo – Parte 004 — O Ensinamento Bíblico Acerca do Céu

O estudo 031 — Desvendando-nos o Mistério da Sua Vontade Em Cristo

O estudo 032 — Para o Louvor da Glória de Deus em Cristo

O estudo 033 — Ressuscitados em Cristo e Assentados nos Lugares Celestiais

O estudo 034 — Mostra a Suprema Riqueza da Sua Graça em Bondade para conosco em Cristo.

O estudo 035 — Mostra como somos salvos em Cristo para a prática de boas obras manifestadas por meio de uma vida de santidade.

O Estudo 036 — Nos Fala de Como Somos Aproximados de Deus Porque Estamos em Cristo.

O Estudo 037 — Nos Fala de Como Somos Co-herdeiros, Co-participantes e Membros dum mesmo Corpo

O Estudo 038A — Nos Fala das Insondáveis Riquezas de Cristo — Parte 001 — Cristo o Mistério Revelado de Deus

O Estudo 038B — Nos Fala das Insondáveis Riquezas de Cristo — Parte 002 — A Igreja Edificada Sobre Cristo

O Estudo 038C — Nos Fala das Insondáveis Riquezas de Cristo — Parte 003 — O Que é a Verdadeira Igreja de Cristo

O Estudo 038D — Nos Fala das Insondáveis Riquezas de Cristo — Parte 004 — O Que é a Verdadeira Igreja de Cristo — O Corpo de Cristo

O Estudo 038E — Nos Fala das Insondáveis Riquezas de Cristo — Parte 005 — O Que é a Verdadeira Igreja de Cristo — A Plenitude de Cristo

O Estudo 038F — Nos Fala das Insondáveis Riquezas de Cristo — Parte 006 — O Que é a Verdadeira Igreja de Cristo — Os Eleitos Por Deus em Cristo
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/08/nossa-riqueza-em-cristo-estudo-038f.html

O Estudo 039 — Nos Fala De Como Devemos Glorificar a Deus Porque Estamos em Cristo — Jesus e a Glória de Deus
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/10/nossa-riqueza-em-cristo-estudo-039.html

O Estudo 040 — Nos Fala De Como Deus Nos Perdoou em Cristo
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/01/nossa-riqueza-em-cristo-040-deus-nos.html

O Estudo 041 — Nos Fala de Sermos Ousados em Cristo Para Falar
O Estudo 042/043 — Nos fala de nos gloriarmos ou alegrarmos em Cristo
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/03/nossa-riqueza-em-cristo-042043.html



O Estudo 044 — Nos fala de: exortação, Consolação de Amor, Comunhão, Afetos e Misericórdias em Cristo
Que Deus abençoe a todos.
Alexandros Meimaridis
PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no Facebook através do seguinte link:
Desde já agradecemos a todos.