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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

SALMOS 130 - SERMÃO 002 – AS SÚPLICAS DO SALMISTA AO DEUS TODO-PODEROSO


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O Salmo 130 é bem conhecido pelas suas primeiras palavras em latim: De Profundis ou Das profundezas. O salmo é um clamor profundo que brota do coração de um ser humano tomado pela mais intensa perturbação por causa da inquietude causada pelo pecado pessoal. Em meio à sua dor, o Salmista manifesta sua plena confiança em ser perdoado pelo Deus ETERNO.


“DE PROFUNDIS”
Uma Exposição Bíblica e Teológica do Salmo 130


Introdução

A. O Salmo 130 é um dos 15 Salmos — do Salmo 120 até 134 — que são conhecidos como “Cânticos de Romagem”.

B. Esses salmos eram cantados pelo povo de Israel durante a viagem que tinham que fazer, três vezes por ano, até o local apontado por Deus para celebrar as festas nacionais:

1. Páscoa.

2. Primeiros Frutos ou Pentecostes

3.Tabernáculos

B. Conforme vimos na mensagem anterior o Salmista encontra-se “nas profundezas”. Tais profundezas são bem descritas nas seguintes passagens do Salmo 69

Salmos 69:1—2

1 Salva-me, ó Deus, porque as águas me sobem até à alma.

2 Estou atolado em profundo lamaçal, que não dá pé; estou nas profundezas das águas, e a corrente me submerge.

Salmos 69:14—15

14 Livra-me do tremedal, para que não me afunde; seja eu salvo dos que me odeiam e das profundezas das águas.

15 Não me arraste a corrente das águas, nem me trague a voragem, nem se feche sobre mim a boca do poço.

C. As “profundezas” a que o Salmista se refere e onde se encontra dizem respeito, como irá ficar cada vez claro à medida que avançamos em nossa exposição, à sua condição desesperadora como pecador diante de Deus. Ele sabia o que era: PECADOR. Ele também sabia o que Deus era: UM DEUS ABSOLUTAMENTE SANTO. Esse dois fatores incomodavam o Salmista profundamente

D. Quando as pessoas se encontram em condições como estas, a pior coisa que podemos fazer por elas é oferecer um evangelho de “Auto Ajuda” ou promessas vazias de uma vida vitoriosa que irá alcançá-las de forma mágica.

E. Quando alguém se encontra nessa situação ela precisa ouvir a verdade do Evangelho, que além de libertação, inclui também humilhação, arrependimento diante de Deus, sofrimento e sacrifício pessoal.

F. Autopiedade funciona apenas em lugares rasos. Nas profundezas precisamos da ajuda do Deus Todo-Poderoso.

G. Esse é motivo porque o Salmista em Salmos 130:2 dirige suas תַּחֲנוּנָי tachanunay — súplicas a Deus. Súplicas são orações intensas por uma necessidade específica. Nesse caso o Salmista precisava do perdão e de reconciliação com o Deus Todo-Poderoso.   Ele procede assim por que:

OS OUVIDOS DE DEUS ESTÃO ATENTOS Á NOSSAS SÚPLICAS

I. O Clamor Vindo das Profundezas.

A. A frase do Salmista: “Escuta Senhor a minha voz” é tudo o que mais ansiamos na vida. Que Deus se digne a ouvir nossas orações.

B. Se Deus ouvir nossa voz, nós já estaremos contentes em deixar que o próprio Senhor, em sua amorosa sabedoria, decida como irá responder.

C. Para nós é mais importante termos nossas orações ouvidas do que respondidas. É nisso que o Salmista está centrado: “Escuta Senhor a minha voz”. Note que ele não diz: RESPONDE, e sim ESCUTA!

D. Se Deus nos desse a absoluta certeza de que responderia a todas as nossas orações conforme pedimos, isso seria uma verdadeira maldição sobre nossas vidas, pois Deus estaria jogando a responsabilidade final das nossas vidas sobre nós mesmos e isso provocaria uma ansiedade insuportável.

E. Estamos dizendo isso porque devemos considerar o que a Bíblia nos diz a esse respeito:

Romanos 8:26

Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis.

Tiago 4:3

Pedis e não recebeis, porque pedis mal, para esbanjardes em vossos prazeres.

F. Devemos estar contentes em saber que Deus ouve nossas orações e que Suas respostas são sempre de acordo com duas verdades:

1. Deus responde nossas orações de acordo com aquilo que ele sabe ser o melhor para nós.

2. Deus responde nossas orações de acordo com aquilo que irá produzir a maior glorificação do seu nome.

II. Os Ouvidos de Deus Estão Atentos à Nossas Súplicas.

A. Quando nos aproximamos de Deus devemos estar conscientes de nossa condição. Somos pecadores, não merecemos nada senão a condenação eterna, mas Deus é compassivo e misericordioso e está sempre pronto a ouvir:

Salmos 30:10

Ouve, SENHOR, e tem compaixão de mim; sê tu, SENHOR, o meu auxílio.

B. Não devemos temer importunar a Deus, quando nossa atitude for apropriada. Nós oramos, porque Deus é um Deus gracioso e ouve os humildes e quebrantados de coração:

Isaías 57:15

Porque assim diz o Alto, o Sublime, que habita a eternidade, o qual tem o nome de Santo: Habito no alto e santo lugar, mas habito também com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o espírito dos abatidos e vivificar o coração dos contritos.

C. Essa era a condição do Salmista: ele estava profundamente enredado em seus próprios pecados. Estava confuso, humilhado. Precisava do socorro que só o SENHOR podia lhe dar. Nós só entendemos a grandeza do que Deus pode fazer a nosso favor quando entendemos a verdadeira dimensão da nossa condição desesperadora.

D. Depois de orarmos uma vez acerca da nossa condição nós devemos continuar orando sobre nossas orações anteriores. Quando não temos mais palavras, podemos insistir com o Senhor com aquelas que usamos antes.

E. Mesmo sabendo que se encontrava em um grande abismo, acima de tudo o Salmista insistia com Deus porque, no fundo — desculpem o trocadilho — ele sabia que as promessas de Deus dependem exclusivamente do próprio Deus para serem cumpridas, e não dependem nada de nós suas criaturas pecaminosas. Oh! DEUS SEJA LOUVADO!

Conclusão

A. Hoje em dia as pessoas não valorizam a obra de Jesus. Sabem por que isso acontece? É porque elas não entendem a verdadeira condição desesperada em que se encontram. Mas quando entendemos que sem Cristo, nós estamos completamente perdidos e condenados ao fogo eterno do inferno, então rapidinho, as palavras do Salmista fazem sentido para nós: “Escuta, Senhor, a minha voz; estejam alertas os teus ouvidos às minhas súplicas.”

B. Falando acerca dessa condição desesperada em que nos encontramos o profeta Ezequiel, inspirado pelo Espírito Santo disse:

Ezequiel 36:31

Então, vos lembrareis dos vossos maus caminhos e dos vossos feitos que não foram bons; tereis nojo de vós mesmos por causa das vossas iniquidades e das vossas abominações.

C. Jó quando entendeu sua real condição diante de Deus fez a seguinte afirmação:

Jó 42:5—6

Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te vêem. Por isso, me abomino e me arrependo no pó e na cinza.

D. Na mensagem anterior — ver link abaixo — nós mencionamos a parábola que Jesus contou — a parábola do Juiz Iníquo — acerca do dever de orar sempre e nunca esmorecer. Então, quando obedecemos a esse preceito, o de orar sempre sem esmorecer, nós podemos ter certeza que o Senhor vira ao nosso socorro para fazer cumprir Suas próprias promessa:

Jeremias 29:13

Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração.
Jesus nos fez uma promessa semelhante:

Mateus 7:7—8

Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e, a quem bate, abrir-se-lhe-á.

E. Como o Salmista devemos ter nossos corações sempre quebrantados diante de Deus e dizer como ele faz em:

Salmos 28:2

Ouve-me as vozes súplices, quando a ti clamar por socorro, quando erguer as mãos para o teu santuário.

F. Os que entendem essas verdades e as praticam estão a caminho de tornarem-se as pessoas mais felizes que podem existir sobre a face da Terra.

G. Na próxima mensagem vamos começar a falar das Misericórdias de Deus.

OUTRAS MENSAGENS DA SÉRIE DO SALMO 130

SERMÃO 001 — O CLAMOR DO SALMISTA

SERMÃO 002 — OS OUVIDOS DE DEUS ESTÃO ATENTOS AO NOSSO CLAMOR

SERMÃO 003 — NOSSA DESESPERADA CONDIÇÃO



Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no Facebook através do seguinte link:


Desde já agradecemos a todos.


Os comentários não representam a opinião do Blog O Grande Diálogo; a responsabilidade é do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

SALMOS 130 - SERMÃO 001 – O CLAMOR DO SALMISTA


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O Salmo 130 é bem conhecido pelas suas primeiras palavras em latim: De profundis ou Das profundezas. O salmo é um clamor profundo que brota do coração de um ser humano tomado pela mais intensa perturbação por causa da inquietude causada pelo pecado pessoal. Em meio à sua dor, o Salmista manifesta sua plena confiança em ser perdoado pelo Deus ETERNO.

“DE PROFUNDIS”

Uma Exposição Bíblica e Teológica do Salmo 130

Introdução

A. O Salmo 130 é um dos 15 Salmos — do Salmo 120 até 134 — que são conhecidos como “Cânticos de Romagem”.

B. Eram Salmos cantados pelo povo de Israel durante a viagem que tinham que fazer três vezes por ano, até o local apontado por Deus para adoração.

C. A autoria desses Salmos é como segue:

1. Davi escreveu os Salmos 122, 124, 131 e 133.

2. O Salmo 127 é de autoria de Salomão.

3. Os 10 Salmos restantes são anônimos.

D. De acordo com as instruções que o povo de Deus havia recebido de Moisés em Deuteronômio 16:1—17, todo israelita devia comparecer diante do SENHOR — primeiro no Tabernáculo e depois no Templo — três vezes por ano para celebrar as seguintes festas:

1. פֶּסַח PesachFesta da Páscoa — Libertação do Cativeiro Egípcio.

2. שָׁבֻעֹת Shabu`otFesta das Semanas ou Pentecostes, no início da colheita dos primeiros frutos.

3. סֻּכּוֹת SucotFesta dos Tabernáculos no final da colheita.

E. Como todos os judeus estavam obrigados a frequentar essas três festas, ninguém podia ficar para trás. Por esse motivo, Deus fez uma das mais poderosas e generosas promessas que podemos encontrar em toda Bíblia. A promessa garantia aos judeus, que eles poderiam ir tranquilos para as três festas, porque o próprio Deus guardaria todas as propriedades através do país:

Êxodo 34:24

Porque lançarei fora as nações de diante de ti e alargarei o teu território; ninguém cobiçará a tua terra quando subires para comparecer na presença do SENHOR, teu Deus, três vezes no ano.

F. Com essa garantia os judeus, então, se juntavam em grupos e seguiam para celebrar as três grandes festas do Senhor. Enquanto viajavam, eles tinham por costume seguirem cantando os louvores do Senhor. Com o tempo, uma série de cânticos específicos foi criada, especialmente, com esse propósito. Esses são os 15 Salmos que mencionamos acima os quais recebem um sub título de “Cântico de Romagem” na ARA ou de “Canção de Peregrinos” na NTLH.

G. Depois que o templo já estava construído em Jerusalém, havia uma escadaria com 15 degraus do lado sul do mesmo, por onde os peregrinos entravam na área do templo através das chamadas “portas da profetisa Hulda”. Para alcançarem essas portas os peregrinos precisavam galgar os 15 degraus e costumavam cantar um dos salmos de romagem para cada degrau, à medida que ascendiam. Por esse motivo, esses salmos também são chamados de “Salmos dos degraus” ou “cânticos dos degraus”.

H. Nesse último sentido — o de subir — o Salmo 130 se eleva, rapidamente, do mais profundo abismo até as maiores alturas da certeza do cuidado permanente de Deus.

I. Durante a celebração das festas em Jerusalém era comum o povo entoar os Salmos 113 a 118 que são chamados de Salmos de Hilel.

J. O Salmo 130 forma um par perfeito com o Salmo 129.

1. O Salmo 129 fala das dificuldades que enfrentamos com outros seres humanos, que muitas vezes são ríspidos, ingratos e até mesmo cruéis.

2. Mas depois que vencemos nossos embates com outros seres humanos nós estamos melhor preparados para enfrentarmos as dificuldades que existem em nosso relacionamento com Deus, que é o tema central do Salmo 130.

K. Todos os que enfrentaram as dores causadas por outros seres humanos, estão treinados na paciência necessária para lidar com o Deus Santo e Todo Poderoso.

L. Por causa do início do Salmo 130 na tradução latina — Vulgata — o mesmo é conhecido mundialmente como “De Profundis”. E é dessas profundezas que nós, muitas vezes:

1. Clamamos a Deus.

2. Aguardamos em Deus.

3. Vigiamos esperando a ação de Deus

4. Esperamos, totalmente, em Deus.

M. É nesse Salmo que encontramos a pérola de grande valor que chamamos de REDENÇÃO — ver Salmos 130:7—8. Mas para que isso aconteça é necessário, muitas vezes, que o Senhor permita sermos arrastados para regiões abissais.

N. Segundo os especialistas, as melhores pérolas naturais se encontram nas maiores profundidades.

O. Com certeza podemos afirmar que o Salmista jamais teria descoberto tal pérola, não tivesse sido lançado em águas tão profundas.

P. O Salmo 130 pode então, ser dividido assim:

1. Versos 1—2 nos apresentam o intenso clamor e desejo do salmista.

2. Versos 3—4 nos falam de humildade, que acompanha um “profundo” arrependimento, e fé verdadeira no Senhor.

3. Versos 5—6 o Salmista decide firmemente aguardar e vigiar até ver o Senhor agir.

4. Versos 7—8 o Salmista manifesta uma alegre expectativa que é capaz de alegrar não apenas seu próprio coração, mas de todo o povo de Deus.  

Q. Feita essa introdução, estamos prontos para estudar com “profundidade” esse Salmo, começando pelo verso 1:

DAS PROFUNDEZAS OU DE PROFUNDIS

I. O Clamor Vindo das Profundezas.

A. A primeira afirmação do Salmista é realmente surpreendente. Mesmo se encontrando no estado de maior humilhação, ele jamais deixou de buscar o Senhor.

B. As profundezas têm essa característica: silenciar todas as vozes. Mas elas não foram capazes de fazer calar a voz do servo do Senhor. Pelo contrário, é das maiores profundezas que o Salmista levanta sua voz pedindo socorro a Deus!

C. Por baixo dos vagalhões dos tsunamis da vida, a oração de fé continuava viva e perseverante. Quantas lições podemos aprender aqui? Muitas!

1. Em primeiro lugar somos ensinados que pouca importa a situação que estamos enfrentando se podemos orar!

2. Não é verdade que nossa vida de oração se transforma por completo quando enfrentamos problemas, grandes problemas?

3. Note como quanto maior a profundidade em que nos encontramos maior é nossa devoção ao Senhor. A Intensidade da nossa devoção é motivada pela profundidade em que nos encontramos.

D. Quando oramos das profundezas nós produzimos a mais elevada — excelsa — glória de Deus.

II. O Clamor Vindo das Profundezas é Dirigido para Deus.

A. Mas toda nossa devoção e intensidade de oração só fazem sentido se forem dirigidas, exclusivamente, para o Deus Todo Poderoso.

B. Em nosso mais profundo desespero devemos buscar Deus, e Deus somente.

C. Nessas horas Deus deve ser o objeto central de toda nossa atenção como faz o Salmista aqui no verso 1. O Deus Único e Verdadeiro!

D. Como deve ser terrível olhar para trás, para os momentos terríveis de angústia e percebemos que fizemos de tudo, menos clamarmos a Deus de todo nosso coração, com todas as nossas forças, com todo nosso entendimento e com toda a força de nossas mentes!

E. Por outro lado, como deve ser animador se, ao olharmos para aquelas situações, nos lembrarmos de como buscamos o Senhor e de como Ele veio ao nosso socorro. Deus seja louvado. ALELUIA.

Conclusão

A. Muitas vezes em nossas vidas nós somos como o profeta Jonas, que precisou ser arrastado para as profundezas do mar, dentro do ventre de um grande peixe. Foi ali no ventre do peixe que Jonas reconheceu uma grande verdade que ele registrou com as seguintes palavras:

Jonas 2:9

Ao SENHOR pertence a salvação!

Você sabia que esse é o único versículo em toda a Bíblia que afirma essa verdade usando essas palavras?

B. Jesus mesmo nos disse que temos o “dever de orar sempre e nunca esmorecer”. Para ilustrar o que ele queria dizer, ele contou uma parábola para os seus discípulos —

Lucas 18:1

Disse-lhes Jesus uma parábola sobre o dever de orar sempre e nunca esmorecer.

A parábola poderá ser encontrada em Lucas 18:2—8 e nela temos essa promessa poderosa de Deus acompanhada de uma grave advertência do Senhor Jesus:

Lucas 18:7—8

Não fará Deus justiça aos seus escolhidos, que a ele clamam dia e noite, embora pareça demorado em defendê-los? Digo-vos que, depressa, lhes fará justiça. Contudo, quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na terra?

C. Sabe por que muitas vezes sua vida te dá a impressão de que você está direto nas profundezas? É porque, na maioria das vezes, essa é a única linguagem que entendemos para nos fazer depender, o tempo todo de Deus. Quando Deus facilita nossas vidas, nós rapidamente nos esquecemos do Senhor, da importância da leitura da Bíblia, da oração perseverante e da comunhão com os irmãos. Então o Senhor, em sua bondade nos humilha nos mantendo nas profundezas. Ele faz isso por que Ele nos ama de verdade.

D. Aquele que clama a Deus das profundezas, logo estará cantando nas maiores alturas.

OUTRAS MENSAGENS DA SÉRIE DO SALMO 130

SERMÃO 001 — O CLAMOR DO SALMISTA

SERMÃO 002 — OS OUVIDOS DE DEUS ESTÃO ATENTOS AO NOSSO CLAMOR

SERMÃO 003 — NOSSA DESESPERADA CONDIÇÃO




Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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