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domingo, 18 de dezembro de 2016

NATAL: CELEBRAR OU NÃO CELEBRAR


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INTRODUÇÃO

A. Já faz muito tempo que a celebração do Natal de Cristo tornou-se motivo de não pequena desavença entre os cristãos.

B. Por motivos não bíblicos, muitos que se chamam cristãos têm não apenas desistido de celebrar o Natal, mas têm também se envolvido numa campanha contra a celebração do Natal de Jesus. Muitos desses, todavia, não se sentem constrangidos de celebrarem festas judaicas como a Páscoa e a festa dos Tabernáculos, apesar do Novo Testamento ensinar claramente contra tais práticas, conforme —

Romanos 10:4

Porque o fim da lei é Cristo, para justiça de todo aquele que crê.

C. As pessoas que são contra a celebração do Natal, geralmente, assumem um ar de pessoas superiores quando se comparam com aqueles que eles julgam como pessoas infelizes que celebram o mesmo. Então, muitas vezes, os que celebram o Natal reagem pensando que também são superiores a esses seres infelizes que não celebram o Natal. As duas atitudes estão erradas e devem ser reprovadas. A Bíblia não incentiva a arrogância, pelo contrário —

Filipenses 2:3—4

3  Nada façais por partidarismo ou vanglória, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo.

4  Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros.

D. Essa condição de disputa entre cristão pede que a celebração do Natal seja esclarecida para o benefício de todos. É isso que vamos tentar fazer em nossa mensagem de hoje.

DEVEMOS OU NÃO CELEBRAR O NATAL DE CRISTO?

I. O Problema das Tradições

A. A Celebração do Natal — Nascimento de Jesus — é uma tradição da Igreja Cristã.

B. Tradições não são nem boas nem más em si mesmas, mas é fato que tradições podem degenerar. E certamente foi isso que aconteceu com a celebração do Natal.

C. Em 1647 o Parlamento Inglês controlado pelos puritanos, aboliu as celebrações natalinas em toda Inglaterra e tal proibição durou durante todo o período — 14 anos — que o puritano Oliver Cromwell governou o país.

D. Como celebrado nos dias de hoje a festa chamada “NATAL” — mesmo nome, mas motivações bem diferentes — está muito degenerada. Entre os elementos da degeneração, podemos citar dois, entre os mais importantes:

1. Materialismo: eis algumas máximas materialistas —

a. Você é o que você tem ou possui. Todavia, a Bíblia nos diz que:
Lucas 12:15
Então, lhes recomendou: Tende cuidado e guardai-vos de toda e qualquer avareza; porque a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui.
b. Mas, infelizmente, os bens materiais se tornam a fonte mais importante de satisfação nesta vida. Os bens materiais tendem a assumir personalidade de pessoas e as pessoas vão sendo cada vez mais coisificadas. É o que podemos chamar de personificação das coisas e a coisificação das pessoas.
2. Além disso, podemos notar excessivos sinais de: avareza, glutonaria, bebedeira, cobiça e inveja. Esses todos são pecados condenado há milênios —

Gálatas 5:19—21

19 Ora, as obras da carne são conhecidas e são: prostituição, impureza, lascívia,

20 idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções,

21 invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam.

II. A Celebração do Natal no Brasil no Século XXI.

A. Vivemos em Mundo Globalizado e Sofremos Muitas Influências.

1. Como os Estados Unidos da América são o país mais rico do mundo é apenas natural que o mundo todo seja influenciado por eles. Nos Estados Unidos a celebração do natal não guarda nenhuma relação com o nascimento de Jesus. É uma festa pagã luxuosa marcada por glutonaria, bebedeiras, libidinagens, e gastanças despropositadas. Essa influência pode ser percebida no Brasil.
2. Por exemplo, tal influência pode ser vista, na multiplicação das lojas de enfeites natalinos em nossa cidade, a iluminação natalina de casas e a decoração natalina espalhada pela cidade sob os auspícios da Prefeitura Municipal, a chamada Parada de Natal e etc. Cerca de R$ 250.000,00 do dinheiro público foi investido pela nossa Prefeitura para bancar essas festividades. É bom sempre enfatizar que nada disso guarda qualquer relação com o verdadeiro Natal do Senhor Jesus.
B. Outra grande influência, essa bem mais antiga, é a mercantilização do natal — Primeiros sinais surgiram nos Estados Unidos da América no século XIX. A moda se espalhou rapidamente pelo Hemisfério Norte até tornar-se uma tradição na maioria dos países.

III. Entra em Cena o Papai Noel.

A. Existem tradições cristãs muito antigas que fazem referência a este personagem moderno que chamamos de “Papai Noel”.

1. A mais antiga tradição cristã está atrelada a Nicolau que foi Bispo da cidade de Mira na região onde fica a Turquia Moderna.
2. Tendo herdado considerável fortuna de seus pais, esse bispo costumava no final de cada ano presentear as crianças mais desfavorecidas de sua diocese com presentes.
B. Surge o Papai Noel do século XX.

1. Na década de 1930 a “The Coca-Cola Company” encomendou ao pintor estadunidense Haddon Sundblom a criação de uma série de pinturas que pudessem ser utilizadas pela empresa para promover seus produtos durante os festejos de final de ano. Esse trabalho foi desenvolvido durante as décadas de 30, 40 e 50.

2. O artista produziu 26 pinturas à óleo. A vasta maioria mostrava uma versão piegas ou sentimental de “Papai Noel” saboreando uma Coca-Cola. Seguem exemplos —

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3. Esta é a imagem do “Papai Noel” que temos hoje em dia. Sua origem é bem conhecida. Não surge da tradição cristã e sim de uma campanha promocional da “Coca-Cola”.

IV. A Transmutação do “Papai Noel”.

A. A Imagem de Papai Noel cresce, ano a ano, na mesma proporção que o Senhor Jesus é diminuído ano a ano.

B. Tudo contribui para que este movimento seja bem sucedido: Filmes de Hollywood, seriados enlatados, novelas brasileiras e etc.

C. Jesus é visto cada vez menos e menos como aquele que reina sobre o mundo espiritual enquanto que Papai Noel é visto cada vez mais e mais como aquele que reina sobre o mundo material — que é o mundo que realmente importa para a maioria das pessoas.

D. De acordo com as condições que temos hoje, o Papai Noel:

1. Está presente em todos os lugares todo o tempo – é, portanto, onipresente.
2. Consegue ouvir todas as orações que lhe são dirigidas bem como ler todas as cartas que lhe são encaminhadas. É, portanto, onisciente.
3. Tem um saco de presentes que não tem fundo e consegue satisfazer a todos os desejos que as pessoas têm. É, portanto, onipotente.
4. Nas palavras de uma professora da Escola Pingo de Gente aqui em São João: Papai Noel é Deus!
E. Quanta blasfêmia, que vergonha, que horror.

V. Devemos ou Não Celebrar o Natal?

A. Muitos crentes não celebram o Natal, porque não conseguem fazê-lo de forma independente do que rola mundo afora. É mesmo uma pena.

B. Alguns adotam posturas realmente ridículas celebrando a Páscoa Judaica e a Festa dos Tabernáculos, mas não celebram o Natal de Jesus!

C. Somos livres em Cristo para adotar ou não adotar a celebração de qualquer tradição cristã.

D. Pecamos gravemente quando nos consideramos melhores que outros crentes quando não celebramos algo que eles estão celebrando.

E. Pecamos gravemente quando nos consideramos melhores que outros crentes quando celebramos algo que eles não estão celebrando. Ou vice versa.

VI. A Verdadeira Celebração do Natal.

A. Não tem nada a ver com uma data específica. Celebramos o evento do nascimento do Salvador e não guardamos uma data específica.

B. Não tem nada a ver com aspectos culturais como árvores, enfeites, toalhas de mesa e etc. Uma leitura da narrativa do Natal, especialmente a que encontramos em Lucas 2, deixa isso bem claro e evidente.

C. Definitivamente não tem nada a ver com esta imagem mítica que chamamos de “Papai Noel”. Imagens de “Papai Noel” são verdadeiras afrontas a Deus e devem ser removidas pelo que simbolizam: um ser todo-poderoso. Isto Deus realmente não tolera.

D. Mas o Natal, tem a ver sim com a atitude do nosso coração. De nos aproximarmos com reverente adoração deste menino chamado Jesus de quem conhecemos a graça, que, sendo rico, se fez pobre por amor de nós, para que, pela sua pobreza, nos tornássemos ricos —

2 Coríntios 8:9

Pois conheceis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, se fez pobre por amor de vós, para que, pela sua pobreza, vos tornásseis ricos.

Que Deus abençoe e todos. 

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.

Os comentários não representam a opinião do Blog O Grande Diálogo; a responsabilidade é do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Gênesis — Estudo 040 — A ALIANÇA DE DEUS COM NOÉ — PARTE 003 - NOSSA RELAÇÃO COM AS LEIS DE DEUS




Este estudo é parte de uma Análise do Livro do Gênesis. Nosso interesse é ajudar todos os leitores a apreciarem a rica herança que temos nas páginas da História Primeva da Humanidade. No final de cada estudo o leitor encontrará direções para outras partes desse estudo. 
O Livro do Gênesis 
O Princípio de Todas as Coisas
Gênesis 1:1
בְּרֵאשִׁית בָּרָא אֱלֹהִים אֵת הַשָּׁמַיִם וְאֵת הָאָרֶץ        
     Eretz ha  ve-et  Hashamaim  et  Elohim    Bará     Bereshit
     Terra  a   e      céus      os  Deus      criou   princípio No
                                                                                        
IX. A História de Noé — Continuação. 


5. A Aliança de Deus com Noé – Gênesis 9 — Continuação. 

A Relação de Noé com a Lei de Deus

No Antigo Testamento existem três formas ou manifestações da Lei de Deus:

A Lei Cerimonial — Era a lei referente a todas as práticas ligadas ao culto a Deus da maneira como este era oferecido tanto no Tabernáculo no deserto, quanto no Templo em Jerusalém. Esta Lei foi completamente abolida pela morte de Jesus na cruz.

A Lei Civil — Era o conjunto de leis que deveriam regular a vida na terra de Israel e que também se encontram completamente abolidas, pois o estado moderno de Israel não é mais uma teocracia e sim um estado democrático, apesar de excessivamente militarizado. Todavia, mesmo tendo sido ordenadas por Deus para funcionar de forma específica naquele contexto, muito da lei civil dada ao povo de Israel possui princípios que são relevantes mesmo nas sociedades modernas.

A Lei Moral de Deus — Essa Lei tem sido objeto de enormes controvérsias. Tais controvérsias surgem porque essa Lei representava a vontade de Deus para todos os seres humanos indistintamente, mesmo que tenha sido dado para o povo de Israel, em particular. Esta Lei possuía valor temporário, pois seu fim era apontar para pessoa do Senhor Jesus. Essa Lei pode ser vista, por exemplo, nos Dez Mandamentos. Mas Jesus veio para cumprir não só a Lei Cerimonial e a Lei Civil, mas para cumprir de forma cabal a Lei Moral de Deus.

Mateus 5:17

Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir.

Depois de Jesus tem cumprido a totalidade da Lei de Deus, a mesma foi devidamente abolida conforme —

Romanos 10:4

Porque o fim da lei é Cristo, para justiça de todo aquele que crê.



O problema de todos os que insistem em continuar guardando as leis do Antigo Testamento é que eles não creem e não entendem que a verdadeira justificação só é possível por meio de Jesus e não pela obediência a qualquer conjunto de leis. Quem crê em Jesus, sabe que tudo está devidamente satisfeito e abolido. A alegação dessas pessoas de que se abolirmos a Lei do Antigo Testamento, então, ficaremos como que “sem lei” é absurda. O Novo Testamento supre, com folga, os princípios necessários para vivermos nesse, como diz Paulo —

Tito 2:11—14

11 Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens,

12 educando-nos para que, renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos, no presente século, sensata, justa e piedosamente,

13 aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus,

14 o qual a si mesmo se deu por nós, a fim de remir-nos de toda iniquidade e purificar, para si mesmo, um povo exclusivamente seu, zeloso de boas obras.

Note que nos versos acima não existe a menor ideia relacionada com a Lei de Deus como ensinada no Antigo Testamento, mas apenas à Graça de Deus, que chegou até nós em toda sua plenitude por meio do nosso bendito salvador Jesus Cristo.

Nos dias de Jesus a Lei Moral de Deus havia sido eclipsada tanto pelo casuísmo — o fim justifica os meios — quanto pela hipocrisia — faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço. Jesus arregaçou tanto o casuísmo quanto a hipocrisia. Jesus, como Deus, reformulou a Lei Moral voltando a colocar a responsabilidade para com a mesma de volta sobre os ombros de todos os seres humanos. Ele também expurgou certas inutilidades, como a guarda do Sábado, por exemplo.  

Como a antiga Lei Moral de Deus revelada no Antigo Testamento e que foi abolida pelo Senhor Jesus, assim também a nova Lei Moral de Deus, como revelada por Jesus em Mateus 5—7, por exemplo, é uma Lei que também se aplica a todos os seres humanos. Essa nova lei valerá até chegarmos à eternidade. Quando isso acontecer, essa lei também será abolida. Mesmo que a vasta maioria das pessoas considere o padrão do assim chamado “Sermão da Montanha” elevado demais, todas as pessoas possuem um senso daquilo que é certo e errado, daquilo que é verdadeiro e do que é falso. Assim a Lei Moral de Deus acaba recebendo vasto suporte em todos os lugares do mundo. E, como iremos ver em seguida, existem bons motivos para que seja assim.

Em primeiro lugar a Lei Moral de Deus é uma lei feita para proteger os mais fracos. A história humana nos ensina que uma imensa quantidade de pessoas, entre toda a população da terra, está sujeita a todos os tipos de exploração que possam ser implementados. A Lei Moral de Deus é uma verdadeira fortaleza contra essa situação, desde que a mesma seja ensinada às pessoas e estas mesmas pessoas se dediquem a praticar o que aprenderam. A Lei Moral de Deus protege os fracos dos poderosos, e os pobres dos ricos; protege também as mulheres e as crianças bem como as viúvas e os órfãos daqueles que, de outra forma, tenderiam tanto a negligenciar quanto a explorar estas pessoas.

A Lei que encontramos no Antigo Testamento contra a usura é única no mundo antigo —

Êxodo 22:25

Se emprestares dinheiro ao meu povo, ao pobre que está contigo, não te haverás com ele como credor que impõe juros.

Levítico 25:37

35 Se teu irmão empobrecer, e as suas forças decaírem, então, sustentá-lo-ás. Como estrangeiro e peregrino ele viverá contigo.

36 Não receberás dele juros nem ganho; teme, porém, ao teu Deus, para que teu irmão viva contigo.

37 Não lhe darás teu dinheiro com juros, nem lhe darás o teu mantimento por causa de lucro. 

O propósito dessa lei era ensinar aos israelitas que eles deveriam ter um coração inclinado a ajudar um semelhante que, por um motivo ou outro, estivesse passando por uma necessidade que poderia ser aliviada com algum tipo de empréstimo, fosse tal empréstimo monetário ou de alimentos. Sem essa lei, aqueles que se vissem complicados, por qualquer motivo possível, acabariam por perder tudo o que tinham, como vemos acontecer nos dias de hoje. O governo brasileiro, independentemente do partido que está no poder, faz sempre o jogo dos poderosos donos de bancos e dos rentistas que têm arrancado do povo brasileiro tanto aquilo que tem quanto o que não tem. O governo mente quando diz que o déficit de 2016 será de R$ 170 Bilhões. A esse valor precisa ser acrescentado o valor dos juros, da ordem de R$ 360 Bilhões. Esse dinheiro todo, resultado direto dos juros altos praticados no Brasil é destinado para aquele 1% mais rico entre os brasileiros. Neste fluxo de imoralidades em que se constituiu a legislação brasileira bancária, a última e mais terrível prática tem sido o desconto consignado dos benefícios dos aposentados, além é claro dos juros estratosféricos cobrados por cartões de crédito e cheques especiais.

Durante a história da humanidade, foram sempre os cristãos que levantaram suas vozes contra essa e outras imoralidades. Um caso típico é aquele representado pelo tráfico de ópio que era imposto pelos ingleses sobre a população chinesa. Os chineses fizeram duas guerras contra os ingleses para se livrarem deste flagelo — Guerras do Ópio. Perderam as duas. Somente com os protestos levantados pelas comunidades cristãs da Inglaterra é que este crime foi estancado. Mas o domínio inglês sobre Hong Kong permaneceu até o final do século XX.

Ainda na Inglaterra do século XVII e até parte do século XVIII as pessoas eram obrigadas a trabalhar jornadas de 16 a 18 horas por dia, sete dias da semana! Movimentos sindicais, inspirados pelos princípios da Lei Moral de Deus, conseguiram humanizar esta situação perversa.

A escravidão é outro caso. Foram os cristãos que lutaram para ver a mesma abolida como prática institucional entre os ingleses.


A Lei Moral de Deus como revelada na chamada lei do jubileu ainda constitui um imenso desafio para a vasta maioria de todos nós — ver Levítico 25:8—55. De acordo com o livro de Levítico o ano do jubileu deveria ser caracterizado por 4 principais aspectos a saber:

1. Não cultivar absolutamente nada deixando a terra descansar — ver Levítico 25:18—22.

2. O perdão de todas as dívidas e todos os débitos existentes. Existe um movimento moderno clamando para que os países ricos perdoem as dívidas dos países mais pobres. O Brasil perdoou algumas dividas pequenas, mas impagáveis, dando bom exemplo para o resto do mundo. Mas, infelizmente, alguns idiotas chiaram dizendo que isso estava ajudando a afundar o Brasil. Ora se as dívidas eram impagáveis, não podemos entender como perdoar as mesmas faria qualquer diferença para o nosso país.

3. A libertação de todos os escravos. Apenas para se ter uma ideia da importância dessa lei, ainda hoje no Brasil existe trabalho escravo.

4. A devolução de todas as propriedades aos seus proprietários originais.

O escritor menonita John Howard Yoder, em seu livro “The Politics of Jesus[1]” defende a ideia de que, o último ano da vida do Senhor Jesus teria sido um ano de jubileu. É uma teoria interessante porque intensifica, de maneira dramática, muitas das passagens dos evangelhos entre as quais podemos citar a oração do Pai Nosso com sua incômoda frase: e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores —

Mateus 6:12

E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores. 

Lucas 12:30—34

30 Porque os gentios de todo o mundo é que procuram estas coisas; mas vosso Pai sabe que necessitais delas.

31 Buscai, antes de tudo, o seu reino, e estas coisas vos serão acrescentadas.

32 Não temais, ó pequenino rebanho; porque vosso Pai se agradou em dar-vos o seu reino.

33 Vendei os vossos bens e dai esmola; fazei para vós outros bolsas que não desgastem, tesouro inextinguível nos céus, onde não chega o ladrão, nem a traça consome,

34 porque, onde está o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração.

CONTINUA...

OUTROS ARTIGOS ACERCA DO LIVRO DE GÊNESIS

001 — Introdução e Esboço

002 — Introdução ao Gênesis — Parte 2 — Teorias Acerca da Criação

003 — Introdução ao Gênesis — Parte 3 — A História Primeva e Sua Natureza

004 — Introdução ao Gênesis — Parte 4 — A Preparação para a Vida Na Terra

005 — Introdução ao Gênesis — Parte 5 — A Criação da Vida

006 — Introdução ao Gênesis — Parte 6 — O DEUS CRIADOR

007 — Introdução ao Gênesis — Parte 7 — OS NOMES DO DEUS CRIADOR, OS CÉUS E A TERRA

008 – Gênesis — A Criação de Deus - Parte 1 – A Criação de Deus Dia a Dia – O Primeiro Dia — Parte 1

009 – Gênesis — A Criação de Deus - Parte 8A – A Criação de Deus Dia a Dia – O Primeiro Dia — Parte 2

010 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus - Parte 9 – A Criação de Deus Dia a Dia – O Segundo e o Terceiro Dia

011 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 10 — A Criação de Deus Dia a Dia — O Quarto Dia

012 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 11 — A Criação de Deus Dia a Dia — O Quinto Dia

013 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 12 — A Criação de Deus Dia a Dia — O Sexto Dia — Parte 1

013A — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 12A — A Criação de Deus Dia a Dia — O Sexto Dia — Parte 2

014 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 13 — Teorias Evolutivas

015 — Estudo de Gênesis — Gênesis 2 — Parte 14 — GÊNESIS 2A

016 — Estudo de Gênesis — Gênesis 2 — Parte 15 — GÊNESIS 2B

017 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — Parte 16 — GÊNESIS 3A

018 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — Parte 17 — GÊNESIS 3B

019 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — Parte 18 — GÊNESIS 3C

020 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — O Livre Arbítrio — Parte 19

021 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — O Dois Adãos — Parte 20

022 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — A Era Pré-Patriarcal e a Mulher de Caim — Parte 21

023 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — Caim, O Primeiro Construtor de Uma Cidade — Parte 22

024 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — Caim, Como Assassino e Fugitivo da Presença de Deus — Parte 23

025 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — Caim, Como Primeiro Construtor de uma Cidade e Pseudo-Salvador da Humanidade — Parte 24

026 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — A Conclusão Acerca de Caim — Parte 25

027 — Estudo de Gênesis — Gênesis 5 — Sete e outros Patriarcas Antediluvianos — Parte 26

028 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — A Perversidade Humana, Os Filhos de Deus e as Filhas dos Homens— Parte 27A

029 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — OS Nefilim e os Guiborim — Os Gigantes e os Valentes — Parte 27B

030 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — A Maldade do Coração Humano— Parte 27C.

031 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — A Corrupção Humana Sobre a Face da Terra e Deus Pode se Arrepender? — Parte 27D.

032 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — Noé e a arca que ele construiu orientado por Deus — Parte 28A.

033 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — Noé e a arca que ele construiu orientado por Deus — Parte 28B.

034 — Estudo de Gênesis — Gênesis 7 — Noé e a arca que ele construiu orientado por Deus — Parte 29 — O Dilúvio Foi Global Ou Local?

035 — Estudo de Gênesis — Gênesis 8 — A promessa que Deus Fez a Noé e seus descendentes — Parte 30 — Nunca Mais Destruirei a Terra Pela Água

036 — Estudo de Gênesis —  O Valor Perene do Dilúvio para todas as Gerações — PARTE 001

037 — Estudo de Gênesis — O Valor Perene do Dilúvio para todas as Gerações — PARTE 002

038 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 001

039 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 002

040 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 003

041 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 004 — A NATUREZA DA ALIANÇA ENTRE DEUS E NOÉ

042 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 005 — OS FILHOS DE NOÉ — PARTE 001

043 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 006 — OS FILHOS DE NOÉ — PARTE 002 — OS NEGROS SÃO AMALDIÇOADOS?

044 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 007 — OS FILHOS DE NOÉ — PARTE 003 — A CONTRIBUIÇÃO DOS FILHOS DE NOÉ PARA A HUMANIDADE

045 — Estudo de Gênesis — A TÁBUA DAS NAÇÕES — PARTE 001 — OS DESCENDENTES DE JAFÉ

046 — Estudo de Gênesis — A TÁBUA DAS NAÇÕES — PARTE 002 — OS DESCENDENTES DE CAM: NEGROS, AMARELOS E VERMELHOS

047 — Estudo de Gênesis — A TÁBUA DAS NAÇÕES — PARTE 003 — OS DESCENDENTES DE SEM E A ORIGEM DOS HEBREUS
Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.



[1] Yoder, John Howard. The Politics of Jesus. William B. Eerdmans Publishing Company, Grand Rapids, 1994.

sábado, 15 de dezembro de 2012

MAIS MENTIRAS DOS ADVENTISTAS DO SÉTIMO DIA

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Quadro de Pieter Bruegel, o Ancião:Um Cego Guiando Outros Cegos 

Existe um cidadão chamado Waldecy Antonio Simões, o qual sem ser solicitado, periodicamente me envia um e-mail com o bombástico título de: O mundo cristão foi levado a gigantesco erro bíblico.

Esse indivíduo, totalmente sem pudor e da forma mais desavergonhada possível, pretende ter descoberto o caminho para as Índias, com 500 anos de atraso!

Em seu patético, porém longo artigo, ele prova que não entende nada acerca das Escrituras Sagradas e pretende provar, manipulando a Palavra de Deus sua própria alucinação.

Segundo esse autor a Lei da Antiga Aliança e a GRAÇA da Nova Aliança de Deus precisam ser mantidas, lado a lado, mesmo nos dias de hoje. Defende ainda a prioridade da Lei sobre a graça. Para provar seu ponto ele cita a narrativa bíblica do homem rico que diz:

Marcos 10:17—23

17 E, pondo-se Jesus a caminho, correu um homem ao seu encontro e, ajoelhando-se, perguntou-lhe: Bom Mestre, que farei para herdar a vida eterna?

18 Respondeu-lhe Jesus: Por que me chamas bom? Ninguém é bom senão um, que é Deus.

19 Sabes os mandamentos: Não matarás, não adulterarás, não furtarás, não dirás falso testemunho, não defraudarás ninguém, honra a teu pai e tua mãe.

20 Então, ele respondeu: Mestre, tudo isso tenho observado desde a minha juventude.

21 E Jesus, fitando-o, o amou e disse: Só uma coisa te falta: Vai, vende tudo o que tens, dá-o aos pobres e terás um tesouro no céu; então, vem e segue-me.

22 Ele, porém, contrariado com esta palavra, retirou-se triste, porque era dono de muitas propriedades.

23 Então, Jesus, olhando ao redor, disse aos seus discípulos: Quão dificilmente entrarão no reino de Deus os que têm riquezas!

Nosso autor insiste em dizer que as palavras de Jesus tornam obrigatória nossa obediência aos dez mandamentos, apesar de ele estar interessado apenas em um, que é a guarda do sábado.

O que nosso autor perdido não entende ou não quer entender é que tudo foi modificado pela vida e morte de Cristo. Enquanto Cristo estava vivo Ele ainda se encontrava sob as normas da Antiga Aliança e devia cumprir a mesma e insistir em que fosse cumprida. Mas depois da morte do Senhor, acompanhada de sua gloriosa ressurreição a posição muda, por completo, pois Paulo nos diz:

Romanos 10:4

Porque o fim da lei é Cristo, para justiça de todo aquele que crê.


Aqui quero destacar duas coisas:

1. Em primeiro lugar quero deixar bem claro que a expressão grega τέλοςtélos — traduzida por “fim” significa: fim, término, o limite no qual algo deixa de ser. Note bem: O LIMITE NO QUAL ALGO DEIXA DE SER.

2. O texto de Romanos nos diz que isso é válido para todo aquele que crê. É bem evidente que o sr. Waldecy Antonio Simões não crê.

Prosseguindo em sua arenga o nosso escriba, tão pouco inteligente, nos acusa de nos deixarmos “levar pelas doutrinas e pelas esfarrapadas interpretações bíblicas” daqueles que nos ensinam a verdade. Quanta desfaçatez e arrogância é possível um ser humano manifestar é difícil da gente avaliar.

Bem vamos prosseguir, assim mesmo. Nosso malfadado escritor pergunta: Qual é esse descomunal erro? Vamos a ele.

E continua: Hoje, é notório e comum ouvir-se de pregadores diversos, até famosos, que Jesus pregou os Dez Mandamentos de Deus na cruz, ou seja: que Jesus excluiu as Dez Leis do Pai para dar lugar à religião da graça e da liberdade, como se não se necessitasse mais de leis para se reconhecer o pecado e o Criador ficasse sem os parâmetros e as medidas que ele mesmo nos impôs para julgar os ímpios ao final dos tempos. Pergunto: como poderá haver julgamento se Deus não tivesse promulgado leis específicas para a Humanidade?

A resposta parece óbvia pelo ensino claro do Novo Testamento. Como vimos no texto de Romanos em 10:4 acima, o que estamos dizendo vale somente para aqueles que creem EM JESUS:

João 3:36

Por isso, quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, todavia, se mantém rebelde contra o Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus.

João 6:47

Em verdade, em verdade vos digo: quem crê em mim tem a vida eterna.

João 11:25

Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá;

João 12:44

E Jesus clamou, dizendo: Quem crê em mim crê, não em mim, mas naquele que me enviou.

Nosso autor pergunta: como Deus irá julgar os seres humanos se abolirmos a Lei do Antigo Testamento. Que tal essa resposta:

João 3:19

O julgamento é este: que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más.

Por favor, caro leitor, note o tempo presente do verbo julgar no verso acima: O julgamento é este. Nosso tolo escriba parece não entender que a grande questão no Juízo Final será o que cada pessoas fez com Jesus Cristo? E antes de Cristo, o que cada um fez com a revelação que tinha na sua própria época.
A seguir ele cita Apocalipse 14:12 e, de forma muito particular, interpreta a expressão “mandamentos de Deus” como se estivessem se referindo, exclusivamente, aos mandamentos do Antigo Testamento, e mais especificamente, aos Dez mandamentos. Mas ele se esquece das palavras de Jesus quando disse:

João 14:15 

Se me amais, guardareis os meus mandamentos.

João 14:21 

Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me manifestarei a ele.

João 15:10 

Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; assim como também eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e no seu amor permaneço.

Mas o mais importante não é o que ele menciona e sim o que deixa de fora, uma vez que não cita, textualmente o verso de Apocalipse 14:12 que diz:

Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.

Note, caro leitor que além de guardar os mandamentos é necessário FÉ EM JESUS, algo que, ao que parece, o sr. Waldecy Antonio Simões desconhece por completo, já que não faz menção da mesma.

Um pouco mais adiante o sr. Waldecy, completamente descontrolado diz: Com referência à absurda conclusão da falência do Decálogo no Evangelho, ensinada por quase todos os pregadores tal conclusão é oca, insípida, insossa, inverossímil, disforme, enganosa, mentirosa, absurdamente despropositada e se trata de um tremendo disparate bíblico bem ao gosto de Satanás.   Vamos ver o porquê disso, sob a Palavra Escrita de Deus?

Por favor, nos ilumine sr. Waldecy!

“as DEZ LEIS ELE AS ESCREVEU PESSOALMENTE”

Existe alguma diferença entre essas leis, apenas pelo interesse na discussão, e todos os preciosos mandamentos que nos foram deixados pelo próprio Senhor Jesus e depois pelo outro Consolador, através dos apóstolos como Jesus mesmo havia prometido?

João 14:16 

E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco.

João 14:26 

Mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito.

João 15:26 
Quando, porém, vier o Consolador, que eu vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da verdade, que dele procede, esse dará testemunho de mim.

João 16:7—15

7 Mas eu vos digo a verdade: convém-vos que eu vá, porque, se eu não for, o Consolador não virá para vós outros; se, porém, eu for, eu vo-lo enviarei.

8 Quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo:

9 do pecado, porque não crêem em mim;

10 da justiça, porque vou para o Pai, e não me vereis mais;

11 do juízo, porque o príncipe deste mundo já está julgado.

12 Tenho ainda muito que vos dizer, mas vós não o podeis suportar agora;

13  quando vier, porém, o Espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará as coisas que hão de vir.

14 Ele me glorificará, porque há de receber do que é meu e vo-lo há de anunciar.

15 Tudo quanto o Pai tem é meu; por isso é que vos disse que há de receber do que é meu e vo-lo há de anunciar.

Como a Lei teve seu FIM em Cristo Jesus, então temos todos os ensinamentos do Novo Testamento que são mais do que suficientes para manter nossas mãos e mentes ocupadas durante toda nossa vida.

O argumento do Sr. Waldecy baseado em Mateus, 5.19 e 20, que aquele que ensinar as Dez Leis de modo errado, como a maioria dos pastores e padres ensinam,  serão considerados fariseus e não entrarão no Reino de Deus. Não leva em consideração duas coisas:

1. Primeiro o que Jesus realmente disse. Note como ele tem a suspeita mania de querer sempre dizer o que a Palavra de Deus diz, citando apenas a referência sem copiá-la conforme disse que iria fazer mais acima.

2. Compare o que Jesus diz em Mateus 5:19—20 com a forma como o sr. Waldecy distorce propositadamente a Palavra de Deus:

19 Aquele, pois, que violar um destes mandamentos, posto que dos menores, e assim ensinar aos homens, será considerado mínimo no reino dos céus; aquele, porém, que os observar e ensinar, esse será considerado grande no reino dos céus.

20 Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos céus.

3. Waldecy não leva em conta o que já falamos antes que esses ensinamentos todos são anteriores à morte e ressurreição de Jesus que conduziu a Lei da Antiga Aliança ao seu completo FIM.

Waldecy prova ser analfabeto em termos das Escrituras ao afirmar: sabemos que as primeiras cinco Leis do Decálogo dizem do amor incondicional ao Senhor.

Ora qualquer criança da classe de primários numa igreja séria sabe que os dez mandamentos estão divididos em duas partes:

OS QUATRO PRIMEIROS, falam do relacionamento com Deus.

OS SEIS ÚLTIMOS, falam do relacionamento que deve existir entre as pessoas, umas com as outras.
Por aí já podemos ter a ideia precisa com o tipo de falso mestre que estamos lidando. Um falso mestre que é tão incompetente que não sabe sequer contar até QUATRO.

Mai adiante, agora sem sequer citar a referência nosso pseudo-mestre afirma: Para ressaltar, mais ainda, o valor perpétuo das Dez Leis, o Senhor Deus vai fazer surgir, no fim dos tempos, no Grande Dia de Jesus, a Arca da Aliança no Céu, retirada do SANTUÁRIO DE DEUS para que todo mundo a veja e todos os eleitos de Deus cantarão o Hino de Moisés, o profeta que tem tudo a ver com a entrega das Dez Leis à Humanidade.

A referência é Apocalipse 11:19. Mas como se trata do livro do Apocalipse – tão maltratado pelos adventistas do sétimo dia — temos que nos perguntar o seguinte: o santuário é real ou é apenas uma metáfora? Sim, porque a Bíblia é bem clara nessas coisas:

1. Nós os crentes somos o templo do Espírito Santo e Deus não habita em templos feitos por mãos humanas:

1 Coríntios 6:19 

Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos?

2. O próprio Deus não habita em santuário nenhum no céu porque seu santuário, que somos nós, está em construção e nossa união com o Senhor será tal, na eternidade, que comporemos uma perfeita unidade com o nosso Deus:

Efésios 2:19— 22

19 Assim, já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus,

20 edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular;

21 no qual todo o edifício, bem ajustado, cresce para santuário dedicado ao Senhor,

22 no qual também vós juntamente estais sendo edificados para habitação de Deus no Espírito.

Mas, mais importante que isso é o que está afirmado em:

Apocalipse 21:22 

Nela, não vi santuário, porque o seu santuário é o Senhor, o Deus Todo-Poderoso, e o Cordeiro.

Portanto, vamos deixar o besteirol e as mentiras de lado e estudar a Bíblia com a seriedade que merece.
Waldecy, como todo cego guiando outros cegos é também muito teimoso. Ele diz: No mais, se as Dez Leis fossem “coisas de judeus”, como alegam os fariseus, todos os livros do Antigo Testamento, escritos na época apenas aos israelitas nós não poderíamos nos beneficiar dos ensinamentos dos grandes profetas, tais como Daniel, Elias, Moisés, Isaías, Jeremias; também dos Salmos.

Ora, qualquer leitor da Bíblia sabe porque o Antigo Testamento foi escrito. Basta ler:

Romanos 15:4 

Pois tudo quanto, outrora, foi escrito para o nosso ensino foi escrito, a fim de que, pela paciência e pela consolação das Escrituras, tenhamos esperança.

1 Coríntios 10:1—11 — especialmente o verso 11.

1 Ora, irmãos, não quero que ignoreis que nossos pais estiveram todos sob a nuvem, e todos passaram pelo mar,

2 tendo sido todos batizados, assim na nuvem como no mar, com respeito a Moisés.

3  Todos eles comeram de um só manjar espiritual

4 e beberam da mesma fonte espiritual; porque bebiam de uma pedra espiritual que os seguia. E a pedra era Cristo.

5 Entretanto, Deus não se agradou da maioria deles, razão por que ficaram prostrados no deserto.

6 Ora, estas coisas se tornaram exemplos para nós, a fim de que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram.

7 Não vos façais, pois, idólatras, como alguns deles; porquanto está escrito: O povo assentou-se para comer e beber e levantou-se para divertir-se.

8 E não pratiquemos imoralidade, como alguns deles o fizeram, e caíram, num só dia, vinte e três mil.

9 Não ponhamos o Senhor à prova, como alguns deles já fizeram e pereceram pelas mordeduras das serpentes.

10 Nem murmureis, como alguns deles murmuraram e foram destruídos pelo exterminador.

11 Estas coisas lhes sobrevieram como exemplos e foram escritas para advertência nossa, de nós outros sobre quem os fins dos séculos têm chegado.

A seguir, imagina em sua cabeça tosca que o fim da Lei representa que não podemos usar Malaquias 3:10 para extorquir dízimos como eles estão acostumados a fazer em todas as igrejas Adventistas do Sétimo Dia. Mas isso não passa de uma grande tolice. Quem precisa usar Malaquias 3:10, quando o apóstolo Paulo nos legou um verdadeiro manual acerca de como devemos contribuir para o reino de Deus em 2 Coríntios capítulos 8 e 9? Agora gostaríamos de sugerir que os leitores tomassem um pouco do seu tempo para ler nossos artigos alistados abaixo:




É tão fácil rebater as idiotices desse indivíduo que às vezes chego a pensar que ele não existe de verdade.

Em seu delírio ele prossegue: Tais fariseus usam de dois pesos e duas medidas ao escolherem os preceitos que lhes interessam no Velho Testamento mas (SIC) abominam outros que, por certo, trazem desconforto, como o Quarto dos Mandamentos, que traz sérias obrigações quanto ao Sétimo Dia, o mesmo dia que Jesus e sua Igreja santificavam, como veremos abaixo, pois Está Escrito, e se Está Escrito veio de Deus, e não pode ser contestado.

Ora, se o argumento de guardar o sábado está atrelado a Malaquias 3:10, como Waldecy deseja, então temos toda razão para usar 2 Coríntios 8—9 como nosso guia para contribuir e deixar o sábado juntamente com Malaquias 3:10 de lado, uma vez que em Cristo a Lei do Antigo Testamento foi plenamente cumprida e encontrou seu fim. A questão é, na verdade, bem simples: se você tem alguém — nesse caso Jesus — que cumpriu toda a Lei do Antigo Testamento à risca e com absoluta perfeição e depois essa pessoa não vive mais aqui, então ela não está mais obrigada a guardar nenhum desses mandamentos. E, como Jesus nos estende tudo o que alcançou para si, absolutamente pela graça, nós também não temos mais nenhuma obrigação de guardar nenhum dos mandamentos da Antiga Aliança. Afina de contas, todo o crê em Cristo — não é o caso do Waldecy — está em Cristo e os que estão em Cristo:

Gálatas 5:24 

E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências.

Ou seja, morremos para esse mundo e não temos mais responsabilidades com nada relacionado à Antiga Aliança.

Todavia, como participantes da Nova Aliança nós devemos:

Romanos 6:4, 14.

4 Fomos, pois, sepultados com ele na morte pelo batismo; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida.

14 Porque o pecado não terá domínio sobre vós; pois não estais debaixo da lei, e sim da graça.

Quem dera esse povo enganado pela FALSA “voz da profecia” acorda-se para as verdadeiras realidades que estão em Cristo.

Na parte final do seu argumento Waldecy quer nos impressionar com o que aconteceu no Sinai. Mas ele faz isso porque não conhece Jesus. Quem conhece Jesus sabe que não dá para comparar os acontecimentos do Sinai com os acontecimentos ligados ao fato que o VERBO se fez Carne. Senão vejamos:

João 1:14

E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai.

Hebreus 12:18—29 —

O SINAI

18 Ora, não tendes chegado ao fogo palpável e ardente, e à escuridão, e às trevas, e à tempestade,

19 e ao clangor da trombeta, e ao som de palavras tais, que quantos o ouviram suplicaram que não se lhes falasse mais,

20 pois já não suportavam o que lhes era ordenado: Até um animal, se tocar o monte, será apedrejado.

21 Na verdade, de tal modo era horrível o espetáculo, que Moisés disse: Sinto-me aterrado e trêmulo!

A VIDA EM CRISTO

22 Mas tendes chegado ao monte Sião e à cidade do Deus vivo, a Jerusalém celestial, e a incontáveis hostes de anjos, e à universal assembléia

23 e igreja dos primogênitos arrolados nos céus, e a Deus, o Juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados,

24 e a Jesus, o Mediador da nova aliança, e ao sangue da aspersão que fala coisas superiores ao que fala o próprio Abel.

25 Tende cuidado, não recuseis ao que fala. Pois, se não escaparam aqueles que recusaram ouvir quem, divinamente, os advertia sobre a terra, muito menos nós, os que nos desviamos daquele que dos céus nos adverte,

26 aquele, cuja voz abalou, então, a terra; agora, porém, ele promete, dizendo: Ainda uma vez por todas, farei abalar não só a terra, mas também o céu.

27 Ora, esta palavra: Ainda uma vez por todas significa a remoção dessas coisas abaladas, como tinham sido feitas, para que as coisas que não são abaladas permaneçam.

28 Por isso, recebendo nós um reino inabalável, retenhamos a graça, pela qual sirvamos a Deus de modo agradável, com reverência e santo temor;

29 porque o nosso Deus é fogo consumidor.

Por favor, sr. Waldecy não compare a pequenina sombra representada pelo monte Sinai com a gigantesca verdade representada por Jesus Cristo!

Waldecy, com toda pessoa que sofre de alguma debilidade mental, acaba andando em círculos em seus pseudoargumentos. Depois de tudo o que ele disse acima, ele volta ao Sermão da montanha e cita Jesus o qual disse:

Mateus 5:17 

Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir.

Se o leitor está atento aos nossos argumentos já sabe o que essas palavras de Jesus significam. Ele veio de fato para cumprir! Depois de cumprir, Ele morreu e a lei não tem mais prerrogativas sobre ele. Nós também morremos com Cristo como vimos acima, e os mesmos direitos de Cristo se aplicam a nós.

Waldecy insiste e cita

Mateus 5:18

Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra.

Perfeito, o céu e a terra permaneceram até que tudo foi rigorosamente cumprido, e tudo continua rigorosamente cumprido, pelo próprio Senhor Jesus, e assim será até o final dos céus e da terra como hoje conhecemos. Não precisa inventar a roda Waldecy, é só entender o que Jesus veio fazer e crer em Jesus — algo que parece está além da tua capacidade de entender. Larga a mão de ser fariseu e cego. Você vai cair no buraco e levar muita gente com você que acreditam em tuas mentiras multiplicadas pela internet.

O resto da argumentação de Waldecy, baseada em Mateus 5 deve ser confrontado com as respostas que já oferecemos até aqui.

Seu apelo não passa de pura heresia e apostasia ao afirmar que: o fortíssimo recado de Jesus que nada mais é que a promulgação no Evangelho, da legitimação de todos os Dez Mandamentos, os mesmos antes promulgados pelo Senhor ao mundo, no Monte Sinai. Ora basta ler os versos de Hebreus citados acima para desfazer esse sofisma tolo e absurdo.

Waldecy diz que os dez mandamentos são perpétuos. Como pode ser isso? Romanos 10:4 é nossa última palavra acerca dessa bobagem, afirmada em negrito e com ares de “palavra final”. A seguir Waldecy cita, textualmente, os dez mandamentos para criticar, com razão nesse caso, a mudança que a Igreja Católica Apostólica faz na parte do texto que fala sobre a idolatria. Mas essa informação está meio desatualizada, pois as versões católicas sérias mantém os dez mandamentos como existem no original, como por exemplo, a Bíblia de Jerusalém.

Mas prosseguindo com suas patetices, Waldecy diz: Toda vez que um pobre pastor, um pobre sacerdote, um bispo ou até um pobre teólogo vem com aquela história de que Jesus nos livrou das leis, da escravidão das leis, coloco todos os Dez Mandamentos para a análise deles e pergunto: “Analise, irmão: Qual ou quais desses Mandamentos nos trazem escravidão ou maldição?”. Responda-me, por favor!

Não sei com que tipo de padres, pastores, bispos ou até mesmo pobres teólogos Waldecy costuma se comunicar, mas aqui vai a resposta. Os dez mandamentos são parte do todo da revelação da Lei de Deus no Antigo Testamento. Acerca dessa Lei o Novo Testamento nos diz:

Gálatas 3:10—14

10 Todos quantos, pois, são das obras da lei estão debaixo de maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas escritas no Livro da lei, para praticá-las.

11 E é evidente que, pela lei, ninguém é justificado diante de Deus, porque o justo viverá pela fé.

12 Ora, a lei não procede de fé, mas: Aquele que observar os seus preceitos por eles viverá.

13 Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro),

14 para que a bênção de Abraão chegasse aos gentios, em Jesus Cristo, a fim de que recebêssemos, pela fé, o Espírito prometido.

Note, por favor o seguinte:

1. Está escrito: Maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas escritas no Livro da lei, para praticá-las. Todas as coisas e não apenas os dez mandamentos, nem o especialmente querido quarto mandamento.

2. Ora, a lei não procede de fé, mas: Aquele que observar os seus preceitos por eles viverá. Ora o Justo viverá pela fé – ver Romanos 1:16—17. Agora se o Waldecy deseja viver pela lei é simples: basta cumprir, sem nunca transgredir todos os 613 mandamentos. Não sei não, talvez seja melhor CRER em Cristo e deixar essa arrogância cega de lado.

3. Paulo não deixa por menos e vai logo dizendo o seguinte acerca da proposta do Waldecy: E é evidente que, pela lei, ninguém é justificado diante de Deus, porque o justo viverá pela fé.

4. De fato os mandamentos da lei de Deus são bons, mas existe uma pesada maldição se o indivíduo transgredir qualquer um deles, uma vez só. Por isso, Paulo diz: Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro).

5. Para corroborar a afirmação de Paulo, Tiago diz o seguinte:

Tiago 2:10

10 Pois qualquer que guarda toda a lei, mas tropeça em um só ponto, se torna culpado de todos.

Waldecy mente ao afirmar: Jesus nos ensinou que a primeira propriedade do cristão é obedecer a Deus Pai, depois vem o amor.

Ora Jesus nunca disse isso, pelo contrario, Jesus afirmou e reafirmou que o AMOR é o maior de todos os mandamentos:

Mateus 22:36—39

36 Mestre, qual é o grande mandamento na Lei?

37 Respondeu-lhe Jesus: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento.

38 Este é o grande e primeiro mandamento.

39 O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.

A discussão sobre o sábado é inútil e desnecessária já que o mesmo era parte da Lei que encontrou seu FIM em Cristo.

E bobagem insistir em dizer que os cristãos primitivos guardavam o sábado, quando temos tantas referências ao fato que eles se reuniam mesmo, no dia depois do sábado: o dia em que o Senhor Jesus ressuscitou de forma gloriosa:

Marcos 16:9 

Havendo ele ressuscitado de manhã cedo no primeiro dia da semana, apareceu primeiro a Maria Madalena, da qual expelira sete demônios.



Lucas 24:1 

Mas, no primeiro dia da semana, alta madrugada, foram elas ao túmulo, levando os aromas que haviam preparado.
João 20:1 
No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao sepulcro de madrugada, sendo ainda escuro, e viu que a pedra estava revolvida.

Atos 20:7 

No primeiro dia da semana, estando nós reunidos com o fim de partir o pão, Paulo, que devia seguir viagem no dia imediato, exortava-os e prolongou o discurso até à meia-noite.

1 Coríntios 16:2  

No primeiro dia da semana, cada um de vós ponha de parte, em casa, conforme a sua prosperidade, e vá juntando, para que se não façam coletas quando eu for.

Mais tarde João chamou esse dia — o primeiro dia da semana — de Dia do Senhor:

Marcos 16:9 Havendo ele ressuscitado de manhã cedo no primeiro dia da semana, apareceu primeiro a Maria Madalena, da qual expelira sete demônios.


As menções ao sábado estão todas relacionadas com a evangelização de incrédulos e não com o encontro dos cristãos:

Atos 13:14

Mas eles, atravessando de Perge para a Antioquia da Pisídia, indo num sábado à sinagoga, assentaram-se.

Atos 13:42

Ao saírem eles, rogaram-lhes que, no sábado seguinte, lhes falassem estas mesmas palavras.

Atos 13:44

No sábado seguinte, afluiu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus.

Atos 16:13

No sábado, saímos da cidade para junto do rio, onde nos pareceu haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido.


As citações de Waldecy são todas feitas em contextos ligados à Antiga Aliança — como, por exemplo, Lucas 23:55—56 — e não têm nada a ver com a liberdade que temos em Cristo na Nova Aliança.

A citação de Lucas 6:5 feita pelo Waldecy está errada. A Certa é:

Marcos 2:27 

E acrescentou: O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado.

Ora a qual sábado o Senhor Jesus estava se referindo aqui? Ao sétimo dia em que Deus descansou ou à guarda do sábado dada junto com os dez mandamentos. Julgue o leitor por si mesmo, pois tem inteligência suficiente para isso.

Além do mais no meio dessa longa discussão nem tivemos tempo para falar de:

Hebreus 7:12 

Pois, quando se muda o sacerdócio, necessariamente há também mudança de lei.

Ou seja, com a mudança do sacerdócio levítico para o de Melquisedeque, toda a Lei também foi, necessariamente, mudada!

2 Coríntios 3:1—18 — Note o contraste entre a Antiga e a Nova Aliança:

1 Começamos, porventura, outra vez a recomendar-nos a nós mesmos? Ou temos necessidade, como alguns, de cartas de recomendação para vós outros ou de vós?

2 Vós sois a nossa carta, escrita em nosso coração, conhecida e lida por todos os homens,

3 estando já manifestos como carta de Cristo, produzida pelo nosso ministério, escrita não com tinta, mas pelo Espírito do Deus viventenão em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne, isto é, nos corações.

4  E é por intermédio de Cristo que temos tal confiança em Deus;

5  não que, por nós mesmos, sejamos capazes de pensar alguma coisa, como se partisse de nós; pelo contrário, a nossa suficiência vem de Deus,

6  o qual nos habilitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata, mas o espírito vivifica.

7  E, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, se revestiu de glória, a ponto de os filhos de Israel não poderem fitar a face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, ainda que desvanecente,

8  como não será de maior glória o ministério do Espírito!

9  Porque, se o ministério da condenação foi glória, em muito maior proporção será glorioso o ministério da justiça.

10  Porquanto, na verdade, o que, outrora, foi glorificado, neste respeito, já não resplandece, diante da atual sobreexcelente glória.

11 Porque, se o que se desvanecia teve sua glória, muito mais glória tem o que é permanente.

12 Tendo, pois, tal esperança, servimo-nos de muita ousadia no falar.

13 E não somos como Moisés, que punha véu sobre a face, para que os filhos de Israel não atentassem na terminação do que se desvanecia.

14 Mas os sentidos deles se embotaram. Pois até ao dia de hoje, quando fazem a leitura da antiga aliança, o mesmo véu permanece, não lhes sendo revelado que, em Cristo, é removido.

15 Mas até hoje, quando é lido Moisés, o véu está posto sobre o coração deles.

16 Quando, porém, algum deles se converte ao Senhor, o véu lhe é retirado.

17 Ora, o Senhor é o Espírito; e, onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade.

18 E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito.

Note o resumo:

Antiga Aliança
Nova Aliança
Escrita com tinta
Escrita pelo Espírito Santo
Escrita sobre pedras
Escrita nos corações
Antiga Aliança da letra que mata
Nova Aliança do Espírito que vivifica
Ministério da morte
Ministério do Espírito
Glória desvanecente
Glória Maior
Ministério da condenação
Ministério da justiça
Algo que já não resplandece
Glória atual sobreexcelente
Algo que se desvanecia
Algo que é permanente
Moisés com o rosto coberto
Todos nós com o rosto descoberto

Nossa oração é que Deus possa usar nosso material como um Manual para libertar muitos que estão escravizados aos ensinamentos de uma falsa profetisa que é considerada TÃO INSPIRADA QUANTO A PRÓPRIA PALAVRA DE DEUS. Pode existir cegueira maior?

ARTIGOS SOBRE ADVENTISMO DO SÉTIMO DIA


Que Deus Abençoe a Todos.

Alexandros Meimaridis.

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