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quarta-feira, 5 de abril de 2017

REDE GLOBO LEVA HIPOCRISIA AO EXTREMO



O artigo abaixo foi publicado pelo site Brasil Dois Pontos e é da autoria de Marco Damiani.

Globo promove violência contra a mulher, sexismo, traição, prostituição e machismo em novelas, mas emissora diz combater assédio vil de galã; você crê?

MARCO DAMIANI/BR:

A hipocrisia da Rede Globo atingiu um limite maior, um recorde! Pelas novelas, há décadas, todas as noites, em horários nobres, incentiva o sexo precoce, rebaixa as mulheres a objetos sexuais, faz elegia do machismo, glamouriza a prostituição, afiança traições, arranca roupas, tira camisas, exibe bundas, paga peitinhos e… agora diz que a política interna da emissora não se coaduna com o vil assédio sexual do ator José Mayer – ele próprio personagem cafajeste, poligâmico e violento.

Na verdade, um simples afastamento do assediador e a liberação de campanhota de atrizes contra o assédio – exatamente elas que, pela grana, claro, topam todos os papeis de mulheres inferiorizadas que a Globo lhes dá – não são bem uma punição nem uma autocrítica. Panos quentes, isso sim.

A questão do assédio do galã de olho de vidro sobre a trabalhadora dos camarins é maior e de fundo.

Umberto Eco previu que a televisão de má qualidade destruiria a sociedade italiana. A Globo destruiu a brasileira, e não há no horizonte de longo prazo qualquer chance de reverter essa situação, levando a democracia a, ao menos, domar a Globo. O PT, que teve correlação de forças favorável para fazer isso, tremeu. E traiu.

Agora, um dos resumos da nossa ópera bufa se chama José Mayer. O cara vem e diz que errou, as globelezinhas botam camisetinhas dizendo que todas foram mexidas e colunistas do pensamento único já vão dizendo que a Globo dá exemplo de administração de crise. Triste e patético.

Quero ver pedir para mudar o foco das novelas, reivindicar um jornalismo que não misture tragédias e alegrias para banalizar a vida, exigir mínima isenção política e combater a propriedade cruzada.

O resto, como diria FHC, são ‘pinuts’.

A respeito das colunas do pensamento único, segue a de Daniel Castro, do Folhão, que narra tudo direitinho e, no final, dá ponto para a… Globo!

DANIEL CASTRO – Publicado em 04/04/2017, às 16h04 – A Globo foi muito esperta (e feliz) na reação à acusação de assédio sexual contra o ator José Mayer, um dos seus grandes galãs, eterno símbolo do macho viril de suas novelas. A emissora transformou um crime ocorrido em seus camarins, potencialmente prejudicial à sua imagem, em uma peça de marketing social.

Ao suspender Mayer de suas produções, estimular um movimento feminista em seus corredores e forçar o ator a admitir o erro, a Globo passou uma imagem de empresa moderna, sintonizada com seu tempo, e decretou o fim da era do teste de sofá (aquele em que o ator ou atriz tinha de fazer um favor sexual ao diretor para conseguir um trabalho).

A emissora, inicialmente, foi discreta diante da acusação, feita em fevereiro pela figurinista Susllem Meneguzzi Tonani, de que José Mayer teria passado a mão em sua genitália. Instaurou uma apuração interna e esperou o caso morrer. Mas a figurinista, encerrado seu contrato por obra com a novela A Lei do Amor, resolveu colocar a boca no trombone. Seu relato corajoso chocou milhares de mulheres, começando pelas que trabalham na própria Globo.

No último final de semana, a direção da emissora foi pressionada por funcionárias, muitas delas atrizes de renome. Esperta, a cúpula da Globo soube usar a energia do inconformismo a seu favor. Convictos de que Mayer abusara da figurinista, ergueram o código de conduta ética da emissora, peça que já condena todo tipo de assédio entre seus colaboradores.

Mais do que isso, os executivos estimularam uma manifestação (eles rejeitam o termo protesto) em curso nesta terça-feira. Funcionárias da emissora passaram a vestir (e a exibir nas redes sociais) uma camiseta com a frase “Mexeu com uma, mexeu com todas”. No Vídeo Show, as atrizes Nathalia Dill, Débora Nascimento e Júlia Rabello exibiram suas roupas-cartazes e condenaram o assédio sexual.

Assim, a Globo transformou em notícia uma ação que ela própria apoiou, levando a manifestação muito além dos muros de seus estúdios no Rio de Janeiro. Deu visibilidade a um tema muito valioso nos dias de hoje e demonstrou que acredita em valores como o respeito, que faz questão de grafar, em seus documentos internos, com letra maiúscula. Ponto para a Globo.

Original: http://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/televisao/analise-transforma-caso-de-assedio-em-marketing-e-decreta-fim-do-teste-do-sofab-14659#ixzz4dK2p7jCa

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O artigo original poderá ser visto por meio do link abaixo:


NOSSO COMENTÁRIO

Diante da exposição de tamanha hipocrisia ficamos pensando quantos milhões de horas são gastas pelos chamados evangélicos assistindo ao conteúdo da novelas da Rede Globo, que foi tão bem descrito no início do artigo. E mais: pensamos também em como Deus vê os que se dizem crentes e fazem esse tipo de uso do precioso tempo que cada um de nós recebe da parte do Senhor.

Que Deus tenha misericórdia de todos.

Alexandros Meimaridis

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quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

SERMÃO EM ÁUDIO — UM SERMÃO PARA O ANO NOVO



Você poderá ouvir o sermão pregado na Igreja Presbiteriana Boas Novas que tratou do tema: NOVOS COMPROMISSOS PARA UM ANO NOVO. Essa mensagem foi pregada no final do ano 2015, mas como está baseada na eterna Palavra de Deus, seus ensinamentos são permanentes. Para ter acesso à mesma basta clicar no link abaixo para ser direcionado diretamente para a página do sermão em áudio. Se desejar você também poderá fazer o download do mesmo.


Você poderá acompanhar a mensagem em áudio com o esboço da mesma em mãos acessando o link abaixo:


Outras mensagens para o Ano Novo poderão ser acessadas por meio dos links abaixo:

Para o ANO NOVO 2012


Para o ANO NOVO 2013


Para o ANO NOVO 2014


Para o ANO NOVO 2015


Para o ANO NOVO 2016


Outra mensagem EM ÁUDIO para o Ano Novo poderá ser acessadas por meio do link abaixo:

Para o ANO 2013


Que Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis

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sábado, 3 de setembro de 2016

SERMÃO EM ÁUDIO — INTRODUÇÃO AO APOCALIPSE E AS CARTAS PARA AS SETE IGREJAS DA ÁSIA — SERMÃO 016 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 004 — A OPÇÃO ENTRE O ARREPENDIMENTO E O JUÍZO


Resultado de imagem para arrependimento dos pecados

Você poderá ouvir um sermão de domingo pregado na Igreja Presbiteriana Boas Novas que deu continuidade à nossa exposição de Apocalipse 1—3. Para isso, basta escolher e clicar no link abaixo para ser direcionado até a página do sermão em áudio. Se desejar você também poderá fazer o download do mesmo.

Clique no link abaixo para ter acesso ao site do sermão em áudio:

Para ouvir no YouTube


Você poderá acompanhar essa mensagem com seu esboço em mãos por meio desse link aqui:



Você poderá ouvir outras mensagens dessa série seguindo os links abaixo —

SÉRIE: INTRODUÇÃO AO APOCALIPSE E AS CARTAS PARA AS SETE IGREJAS DA ÁSIA — APOCALIPSE 1 A 3

SERMÃO 001 — INTRODUÇÃO AO APOCALIPSE E AS CARTAS PARA AS SETE IGREJAS DA ÁSIA — INTRODUÇÃO — UMA VISÃO DO SENHOR JESUS — PARTE 001

SERMÃO 002 — INTRODUÇÃO AO APOCALIPSE E AS CARTAS PARA AS SETE IGREJAS DA ÁSIA — INTRODUÇÃO — PARTE 002 — UMA VISÃO DO SENHOR JESUS — PARTE 002

SERMÃO 003 — INTRODUÇÃO AO APOCALIPSE E AS CARTAS PARA AS SETE IGREJAS DA ÁSIA — SERMÃO 003 — UMA REVELAÇÃO DE JESUS CRISTO — PARTE 003

SERMÃO 004 — CARTA PARA A IGREJA EM ÉFESO — PARTE 001

SERMÃO 005 — CARTA PARA A IGREJA EM ÉFESO — PARTE 002

SERMÃO 006 — CARTA PARA A IGREJA EM ESMIRNA — PARTE 001

SERMÃO 007 — CARTA PARA A IGREJA EM ESMIRNA — PARTE 002

SERMÃO 008 — CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 001

SERMÃO 009 — CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 002

SERMÃO 011 — CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 004

SERMÃO 012 — CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 005

SERMÃO 013 — CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 001

SERMÃO 014 — CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 002

SERMÃO 015 — CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 003

SERMÃO 016 — CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 004

SERMÃO 017 — CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 005

SERMÃO 018A — CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 006A

SERMÃO 018B — CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 006B

SERMÃO 019 — CARTA PARA A IGREJA EM SARDES — PARTE 001

SERMÃO 020 — CARTA PARA A IGREJA EM SARDES — PARTE 002

SERMÃO 021 — CARTA PARA A IGREJA EM SARDES — PARTE 003

SERMÃO 023 — CARTA PARA A IGREJA EM SARDES — PARTE 005

SERMÃO 024 — CARTA PARA A IGREJA EM FILADÉLFIA — PARTE 001

SERMÃO 025 — CARTA PARA A IGREJA EM FILADÉLFIA — PARTE 002

ESBOÇOS DAS MENSAGENS NO LIVRO DO APOCALIPSE

APOCALIPSE 1:1—20 — SERMÃO 001 — INTRODUÇÃO AO LIVRO DO APOCALIPSE

APOCALIPSE 1:1—20 — SERMÃO 002 — UMA VISÃO DE JESUS CRISTO — PARTE 001

APOCALIPSE 1:1—20 — SERMÃO 003 — UMA VISÃO DE JESUS CRISTO — PARTE 002

APOCALIPSE 2:1—7 — SERMÃO 004 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM ÉFESO — PARTE 001

APOCALIPSE 2:1—7 — SERMÃO 005 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM ÉFESO — PARTE 002

APOCALIPSE 2:8—11 — SERMÃO 006 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM ESMIRNA — PARTE 001

APOCALIPSE 2:8—11 — SERMÃO 007 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM ESMIRNA — PARTE 002

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 008 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 001

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 009 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 002

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 010 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 003

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 011 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 004

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 012 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 005 FINAL

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 013 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 001

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 014 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 002

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 015 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 003

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 016 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 004

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 017 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 005

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 018A/B — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA  — PARTE 006A/B

APOCALIPSE 3:1—6 — SERMÃO 019 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM SARDES — PARTE 001

APOCALIPSE 3:1—6 — SERMÃO 020 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM SARDES — PARTE 002

APOCALIPSE 3:1—6 — SERMÃO 021 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM SARDES — PARTE 003

APOCALIPSE 3:1—6 — SERMÃO 022 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM SARDES — PARTE 004

APOCALIPSE 3:1—6 — SERMÃO 023 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM SARDES — PARTE 005

APOCALIPSE 3:7—13 — SERMÃO 024 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM FILADÉLFIA — PARTE 001

APOCALIPSE 3:7—13 — SERMÃO 025 – UMA CARTA PARA A IGREJA EM FILADÉLFIA — PARTE 002



OUTRAS SÉRIES DE SERMÕES EM ÁUDIO:

SERMÕES NA SÉRIE: “O PAI NOSSO” — MATEUS 6:9—13

SERMÃO 001 — INTRODUÇÃO AO PAI NOSSO

SERMÃO 002 — O TERMO “PAI” — PARTE 1

SERMÃO 003 — O TERMO “PAI” — PARTE 2

SERMÃO 004 — DEUS COMO PAI E MÃE

SERMÃO 005 — PAI NOSSO QUE ESTÁ NOS CÉUS

SERMÃO 006 — INTRODUÇÃO À ESTRUTURA  DO PAI NOSSO

SERMÃO 007 — SANTIFICADO SEJA O TEU NOME

SERMÃO 008 — SANTIFICADO SEJA O TEU NOME — Parte 2

SERMÃO 009 — VENHA O TEU REINO — Parte 1

SERMÃO 010 — VENHA O TEU REINO — Parte 2

SERMÃO 011 — FAÇA-SE A TUA VONTADE ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU

SERMÃO 012 — O PÃO NOSSO DE CADA DIA DÁ-NOS HOJE

SERMÃO 013 — PERDOA-NOS AS NOSSAS DÍVIDAS ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS AOS NOSSOS DEVEDORES.

SERMÃO 014 — e não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal, pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém!

Que Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis

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sábado, 27 de agosto de 2016

A VIDA PASTORAL EXIGE APRENDIZADO CONSTANTE: COMEÇA COM SABER PERDOAR



O artigo abaixo foi publicado pelo site da Editora FIEL e é de autoria de Dave Harvey

A importância do perdão para o ministério pastoral
Dave Harvey

Quando um cara é selecionado na Liga Nacional de Futebol Americano dos EUA, ele está agudamente ciente que o futuro dele inclui algumas dores sérias. Ele sabe que os treinamentos de verão serão quentes e que os técnicos irão triturá-lo. Ele sabe que os jogadores oponentes estão pedindo por uma oportunidade de atingi-lo com força violenta. Ele sabe que os seus ligamentos serão distendidos e suas juntas sentirão dor. E como se isso não fosse suficiente, ele está ciente que seus maiores erros serão reprisados pela televisão, enquanto milhões de espectadores riem de seu desempenho inadequado em campo.

Sem qualquer dúvida: se um cara quer ser bem-sucedido no futebol americano, precisa estar pronto para os riscos do ofício.

Um homem que busca o ministério pastoral precisa também estar agudamente ciente dos riscos do ofício que o esperam. Pense nisso dessa forma: a igreja é um ajuntamento de pecadores sendo liderados por pecadores. E em qualquer lugar onde os pecadores se reúnam, o pecado acontece. Algumas vezes, em negrito e com letras garrafais! O Novo Testamento certamente confirma isso. Quando os coríntios não estavam justificando a imoralidade sexual (1Coríntios 5.1), estavam levando uns aos outros aos tribunais (1Coríntios 6.1). Os gálatas estavam se desviando do evangelho com Pedro, o mesmo discípulo que testemunhou tanto a transfiguração quanto a ressurreição, liderando a hipocrisia (Gálatas 2.12-14).

Eu acho que foi Charles Colson que disse que a igreja local é como a arca de Noé: o cheiro seria insuportável, se não fosse a tempestade do lado de fora.
Eis o meu ponto: se você está esperando entrar no ministério pastoral, você precisa estar pronto para lidar com o pecado – o seu, o meu, o nosso, o de todo mundo! Como um líder, haverá tempos nos quais você vai se achar num papel familiar, de alguém pecar contra você. Haverá julgamentos, raiva, fofoca, deslealdade, e-mails cruéis, comentários sem carinho, piadas cínicas e comentários sobre a sua família que são como facadas. Algumas vezes, pode ser bem feio.

Como um pastor responde ao fato de pecarem contra ele determina a direção do seu ministério. Eu acho que é porque a maneira pela qual o pastor age quando pecam contra ele revela a compreensão que ele tem do evangelho. É por isso que um homem chamado para pregar é um homem chamado para entender algumas coisas sobre perdão.

Vamos começar com a coisa mais importante.

UM HOMEM CHAMADO É UM HOMEM MUITO PERDOADO

Em Mateus 18.21, vemos Pedro colocando a seguinte pergunta diante de Jesus: “Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes?”.

É difícil saber exatamente o que incitou a pergunta de Pedro. Um amigo o provocara, e agora ele estaria se perguntando quantas vezes ele teria que perdoar antes que pudesse atingi-lo na cabeça? Talvez esteja sendo oferecido a nós um pequeno insight da visão própria de Pedro sobre perdão (“sete vezes, tudo bem. Mas ai do tolo que falhar comigo oito vezes!”). Qualquer que seja a razão para a pergunta, Jesus acaba com todo o paradigma de Pedro quando responde dizendo: “Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete” (Mateus 18.22).

Então, o tsunami mental vem. Jesus sistematicamente destrói todo o conceito de perdão de Pedro com uma parábola incrível sobre o cancelamento de uma dívida. Deixe-me resumir. Na cena um da parábola, um rei perdoa uma dívida absurda de 10 mil talentos. Para entender o escopo verdadeiro desse cancelamento, você precisa entender que apenas um talento era aproximadamente 20 anos de salário. Um talento era a medida de mais alto valor. E Jesus não pegou o número 10 mil aleatoriamente. Esse número era o numeral grego mais alto. Em outras palavras, a dívida que foi perdoada era ininteligível, astronomicamente alta. Jesus está tentando ilustrar o perdão num nível quase incompreensível.

Jesus então se dirige à cena dois, na qual o devedor recentemente perdoado encontra um homem que deve a ele uma quantia pequena de dinheiro. O primeiro devedor ficou incontroladamente zangado para com o segundo devedor, dando a ele um aperto de pescoço bem forte e exigindo que fosse paga a dívida. O segundo devedor não podia pagar de volta essa dívida pequena, e o primeiro devedor o atirou na prisão.

Quando o rei fica sabendo das ações mesquinhas do homem que ele recentemente perdoou, ele o chama para que as explicasse, e aí o atira na prisão.

Caso o leitor tenha interesse em conhecer melhor essa parábola, sugerimos a leitura do nosso material, por meio desse link aqui:

Para assegurar que Pedro, que sempre era meio lento para entender as coisas, não se perdesse na argumentação, Jesus resume o ponto da parábola dizendo: “Assim também meu Pai celeste vos fará, se do íntimo não perdoardes cada um a seu irmão” (Mateus 18.35).

O que essa passagem longa tem a ver com o ministério pastoral? Apenas isso: os pastores são os primeiros (e mais importantes) pecadores perdoados, e pecadores perdoados perdoam muito.

Se você entrar no ministério pastoral, as pessoas inevitavelmente pecarão contra você. Na verdade, como um líder, as pessoas vão pecar contra você de forma única, porque você traçará a direção e falará a verdade, e as pessoas reagirão e responderão numa variedade de maneiras. Algumas vezes, você vai ser o para-raios do pecado e do criticismo. Você deve viver ciente de tudo que foi perdoado em você para que haja rapidez para perdoar quando pecarem contra você. Pecadores perdoados perdoam o pecado.

Para o perdão ser real, não pode se limitar a você. Para que o perdão frutifique no seu ministério, você precisa passá-lo às outras pessoas. A coisa engraçada sobre o perdão é que ele vem com uma redundância divina anexa. Você é chamado para reproduzir a outros o perdão que você recebeu.

Isso levanta uma pergunta importante. Enquanto considera o chamado para o ministério, você está preparado para abraçar o chamado para pecarem contra você e perdoar? E quanto a exatamente agora – há algum pacote cheio de falta de perdão em sua vida? Há pessoas em seu passado contra as quais você guarda algum rancor sério? Se sim, agora é a hora de lidar com isso. A falta de perdão, como gangrena, tem uma maneira de apodrecer em nossas almas. Como calúnia para a alma, fala-nos e murmura para nós, lembrando-nos de injustiças cometidas e rancores não resolvidos. Se você não lidar com a falta de perdão, isso irá dificultar seriamente sua eficácia no ministério.

Mas eu não vou simplesmente dizer a você para “superar isso”, como se o perdão fosse como uma ferida menor que você pode ignorar. Entretanto, há coisas para serem feitas. Por exemplo, eu quero encorajar você a meditar em Efésios 4.32, que diz: “Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou”. O caminho em direção ao perdão está em considerar a grande dívida da qual Deus perdoou você. Deus nos perdoou, cada um de nós, de uma dívida incrível, impressionante e incompreensível. Nós fomos muito perdoados, mas estamos dispostos a amar muito (Lucas 7.47)? Você está disposto a passar esse perdão a outros?

Se você está prosseguindo no ministério pastoral, você precisa encarar essa realidade fundamental: pecadores perdoados perdoam o pecado. Sua eficácia como um pastor irá requerer de você acreditar nisso e aplicar isso para que outros possam experimentar e desfrutar disso.

Tradução: João Pedro Cavani

Revisão: Yago Martins

Dave Harvey

Dave Harvey é pastor na Convenant Fellowship Church, Pennsylvania (EUA), que faz parte da família de igrejas do ministério Sovereign Grace.

O artigo original poderá ser visto por meio desse link aqui:


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Alexandros Meimaridis

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segunda-feira, 11 de julho de 2016

Gênesis — Estudo 040 — A ALIANÇA DE DEUS COM NOÉ — PARTE 003 - NOSSA RELAÇÃO COM AS LEIS DE DEUS




Este estudo é parte de uma Análise do Livro do Gênesis. Nosso interesse é ajudar todos os leitores a apreciarem a rica herança que temos nas páginas da História Primeva da Humanidade. No final de cada estudo o leitor encontrará direções para outras partes desse estudo. 
O Livro do Gênesis 
O Princípio de Todas as Coisas
Gênesis 1:1
בְּרֵאשִׁית בָּרָא אֱלֹהִים אֵת הַשָּׁמַיִם וְאֵת הָאָרֶץ        
     Eretz ha  ve-et  Hashamaim  et  Elohim    Bará     Bereshit
     Terra  a   e      céus      os  Deus      criou   princípio No
                                                                                        
IX. A História de Noé — Continuação. 


5. A Aliança de Deus com Noé – Gênesis 9 — Continuação. 

A Relação de Noé com a Lei de Deus

No Antigo Testamento existem três formas ou manifestações da Lei de Deus:

A Lei Cerimonial — Era a lei referente a todas as práticas ligadas ao culto a Deus da maneira como este era oferecido tanto no Tabernáculo no deserto, quanto no Templo em Jerusalém. Esta Lei foi completamente abolida pela morte de Jesus na cruz.

A Lei Civil — Era o conjunto de leis que deveriam regular a vida na terra de Israel e que também se encontram completamente abolidas, pois o estado moderno de Israel não é mais uma teocracia e sim um estado democrático, apesar de excessivamente militarizado. Todavia, mesmo tendo sido ordenadas por Deus para funcionar de forma específica naquele contexto, muito da lei civil dada ao povo de Israel possui princípios que são relevantes mesmo nas sociedades modernas.

A Lei Moral de Deus — Essa Lei tem sido objeto de enormes controvérsias. Tais controvérsias surgem porque essa Lei representava a vontade de Deus para todos os seres humanos indistintamente, mesmo que tenha sido dado para o povo de Israel, em particular. Esta Lei possuía valor temporário, pois seu fim era apontar para pessoa do Senhor Jesus. Essa Lei pode ser vista, por exemplo, nos Dez Mandamentos. Mas Jesus veio para cumprir não só a Lei Cerimonial e a Lei Civil, mas para cumprir de forma cabal a Lei Moral de Deus.

Mateus 5:17

Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir.

Depois de Jesus tem cumprido a totalidade da Lei de Deus, a mesma foi devidamente abolida conforme —

Romanos 10:4

Porque o fim da lei é Cristo, para justiça de todo aquele que crê.



O problema de todos os que insistem em continuar guardando as leis do Antigo Testamento é que eles não creem e não entendem que a verdadeira justificação só é possível por meio de Jesus e não pela obediência a qualquer conjunto de leis. Quem crê em Jesus, sabe que tudo está devidamente satisfeito e abolido. A alegação dessas pessoas de que se abolirmos a Lei do Antigo Testamento, então, ficaremos como que “sem lei” é absurda. O Novo Testamento supre, com folga, os princípios necessários para vivermos nesse, como diz Paulo —

Tito 2:11—14

11 Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens,

12 educando-nos para que, renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos, no presente século, sensata, justa e piedosamente,

13 aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus,

14 o qual a si mesmo se deu por nós, a fim de remir-nos de toda iniquidade e purificar, para si mesmo, um povo exclusivamente seu, zeloso de boas obras.

Note que nos versos acima não existe a menor ideia relacionada com a Lei de Deus como ensinada no Antigo Testamento, mas apenas à Graça de Deus, que chegou até nós em toda sua plenitude por meio do nosso bendito salvador Jesus Cristo.

Nos dias de Jesus a Lei Moral de Deus havia sido eclipsada tanto pelo casuísmo — o fim justifica os meios — quanto pela hipocrisia — faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço. Jesus arregaçou tanto o casuísmo quanto a hipocrisia. Jesus, como Deus, reformulou a Lei Moral voltando a colocar a responsabilidade para com a mesma de volta sobre os ombros de todos os seres humanos. Ele também expurgou certas inutilidades, como a guarda do Sábado, por exemplo.  

Como a antiga Lei Moral de Deus revelada no Antigo Testamento e que foi abolida pelo Senhor Jesus, assim também a nova Lei Moral de Deus, como revelada por Jesus em Mateus 5—7, por exemplo, é uma Lei que também se aplica a todos os seres humanos. Essa nova lei valerá até chegarmos à eternidade. Quando isso acontecer, essa lei também será abolida. Mesmo que a vasta maioria das pessoas considere o padrão do assim chamado “Sermão da Montanha” elevado demais, todas as pessoas possuem um senso daquilo que é certo e errado, daquilo que é verdadeiro e do que é falso. Assim a Lei Moral de Deus acaba recebendo vasto suporte em todos os lugares do mundo. E, como iremos ver em seguida, existem bons motivos para que seja assim.

Em primeiro lugar a Lei Moral de Deus é uma lei feita para proteger os mais fracos. A história humana nos ensina que uma imensa quantidade de pessoas, entre toda a população da terra, está sujeita a todos os tipos de exploração que possam ser implementados. A Lei Moral de Deus é uma verdadeira fortaleza contra essa situação, desde que a mesma seja ensinada às pessoas e estas mesmas pessoas se dediquem a praticar o que aprenderam. A Lei Moral de Deus protege os fracos dos poderosos, e os pobres dos ricos; protege também as mulheres e as crianças bem como as viúvas e os órfãos daqueles que, de outra forma, tenderiam tanto a negligenciar quanto a explorar estas pessoas.

A Lei que encontramos no Antigo Testamento contra a usura é única no mundo antigo —

Êxodo 22:25

Se emprestares dinheiro ao meu povo, ao pobre que está contigo, não te haverás com ele como credor que impõe juros.

Levítico 25:37

35 Se teu irmão empobrecer, e as suas forças decaírem, então, sustentá-lo-ás. Como estrangeiro e peregrino ele viverá contigo.

36 Não receberás dele juros nem ganho; teme, porém, ao teu Deus, para que teu irmão viva contigo.

37 Não lhe darás teu dinheiro com juros, nem lhe darás o teu mantimento por causa de lucro. 

O propósito dessa lei era ensinar aos israelitas que eles deveriam ter um coração inclinado a ajudar um semelhante que, por um motivo ou outro, estivesse passando por uma necessidade que poderia ser aliviada com algum tipo de empréstimo, fosse tal empréstimo monetário ou de alimentos. Sem essa lei, aqueles que se vissem complicados, por qualquer motivo possível, acabariam por perder tudo o que tinham, como vemos acontecer nos dias de hoje. O governo brasileiro, independentemente do partido que está no poder, faz sempre o jogo dos poderosos donos de bancos e dos rentistas que têm arrancado do povo brasileiro tanto aquilo que tem quanto o que não tem. O governo mente quando diz que o déficit de 2016 será de R$ 170 Bilhões. A esse valor precisa ser acrescentado o valor dos juros, da ordem de R$ 360 Bilhões. Esse dinheiro todo, resultado direto dos juros altos praticados no Brasil é destinado para aquele 1% mais rico entre os brasileiros. Neste fluxo de imoralidades em que se constituiu a legislação brasileira bancária, a última e mais terrível prática tem sido o desconto consignado dos benefícios dos aposentados, além é claro dos juros estratosféricos cobrados por cartões de crédito e cheques especiais.

Durante a história da humanidade, foram sempre os cristãos que levantaram suas vozes contra essa e outras imoralidades. Um caso típico é aquele representado pelo tráfico de ópio que era imposto pelos ingleses sobre a população chinesa. Os chineses fizeram duas guerras contra os ingleses para se livrarem deste flagelo — Guerras do Ópio. Perderam as duas. Somente com os protestos levantados pelas comunidades cristãs da Inglaterra é que este crime foi estancado. Mas o domínio inglês sobre Hong Kong permaneceu até o final do século XX.

Ainda na Inglaterra do século XVII e até parte do século XVIII as pessoas eram obrigadas a trabalhar jornadas de 16 a 18 horas por dia, sete dias da semana! Movimentos sindicais, inspirados pelos princípios da Lei Moral de Deus, conseguiram humanizar esta situação perversa.

A escravidão é outro caso. Foram os cristãos que lutaram para ver a mesma abolida como prática institucional entre os ingleses.


A Lei Moral de Deus como revelada na chamada lei do jubileu ainda constitui um imenso desafio para a vasta maioria de todos nós — ver Levítico 25:8—55. De acordo com o livro de Levítico o ano do jubileu deveria ser caracterizado por 4 principais aspectos a saber:

1. Não cultivar absolutamente nada deixando a terra descansar — ver Levítico 25:18—22.

2. O perdão de todas as dívidas e todos os débitos existentes. Existe um movimento moderno clamando para que os países ricos perdoem as dívidas dos países mais pobres. O Brasil perdoou algumas dividas pequenas, mas impagáveis, dando bom exemplo para o resto do mundo. Mas, infelizmente, alguns idiotas chiaram dizendo que isso estava ajudando a afundar o Brasil. Ora se as dívidas eram impagáveis, não podemos entender como perdoar as mesmas faria qualquer diferença para o nosso país.

3. A libertação de todos os escravos. Apenas para se ter uma ideia da importância dessa lei, ainda hoje no Brasil existe trabalho escravo.

4. A devolução de todas as propriedades aos seus proprietários originais.

O escritor menonita John Howard Yoder, em seu livro “The Politics of Jesus[1]” defende a ideia de que, o último ano da vida do Senhor Jesus teria sido um ano de jubileu. É uma teoria interessante porque intensifica, de maneira dramática, muitas das passagens dos evangelhos entre as quais podemos citar a oração do Pai Nosso com sua incômoda frase: e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores —

Mateus 6:12

E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores. 

Lucas 12:30—34

30 Porque os gentios de todo o mundo é que procuram estas coisas; mas vosso Pai sabe que necessitais delas.

31 Buscai, antes de tudo, o seu reino, e estas coisas vos serão acrescentadas.

32 Não temais, ó pequenino rebanho; porque vosso Pai se agradou em dar-vos o seu reino.

33 Vendei os vossos bens e dai esmola; fazei para vós outros bolsas que não desgastem, tesouro inextinguível nos céus, onde não chega o ladrão, nem a traça consome,

34 porque, onde está o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração.

CONTINUA...

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020 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — O Livre Arbítrio — Parte 19

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024 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — Caim, Como Assassino e Fugitivo da Presença de Deus — Parte 23

025 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — Caim, Como Primeiro Construtor de uma Cidade e Pseudo-Salvador da Humanidade — Parte 24

026 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — A Conclusão Acerca de Caim — Parte 25

027 — Estudo de Gênesis — Gênesis 5 — Sete e outros Patriarcas Antediluvianos — Parte 26

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045 — Estudo de Gênesis — A TÁBUA DAS NAÇÕES — PARTE 001 — OS DESCENDENTES DE JAFÉ

046 — Estudo de Gênesis — A TÁBUA DAS NAÇÕES — PARTE 002 — OS DESCENDENTES DE CAM: NEGROS, AMARELOS E VERMELHOS

047 — Estudo de Gênesis — A TÁBUA DAS NAÇÕES — PARTE 003 — OS DESCENDENTES DE SEM E A ORIGEM DOS HEBREUS
Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.



[1] Yoder, John Howard. The Politics of Jesus. William B. Eerdmans Publishing Company, Grand Rapids, 1994.