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domingo, 8 de novembro de 2015

SUICIDAS POTENCIAIS SÃO ENSINADOS ACERCA DAS CONSEQUÊNCIAS DE SEUS ATOS

 (Foto: Francoise Huguier / Agence VU)

(Foto: Francoise Huguier / Agence VU)

O artigo abaixo foi publicado pelo site do Yahoo – Brasil.

Potenciais suicidas, estudantes são colocados em caixões para ter 'experiência de morte'
Por Redação Yahoo! Brasil | Super Incrível

Diante de uma crise sem precedentes no número de jovens que cometem suicídio no país, o governo da Coreia do Sul encontrou uma medida no mínimo esquisita para tentar conter o problema. Escolas estão colocando alunos e alunas em caixões e mostrando o impacto de suas mortes nas vidas de suas famílias e amigos.

Segundo estimativas, 40 pessoas se matam todos os dias por não suportar o modo de vida do país, dono de uma sociedade extremamente competitiva e que coloca seus jovens em constante pressão. Enquanto isso, a população de meia-idade e os idosos reclamam por arcarem com grande parte dos encargos financeiros do cotidiano.

Para tentar amenizar a taxa de mortalidade, as escolas decidiram apresentar aos alunos as consequências do suicídio. Nas aulas, professores mostram como seria se eles morressem, tentando convencê-los a apreciar a vida novamente.

(Foto: Francoise Huguier / Agence VU)
 (Foto: Francoise Huguier / Agence VU)

Nas aulas, os alunos escrevem testamentos de mentira e são trancados dentro de caixões enquanto funerais falsos são encenados por professores. No Centro Médico Hyowon, em Seul, a presença dos jovens enviados pelos pais é maior a cada dia.

Sentados entre caixões, os estudantes são orientados a escrever seus testamentos enquanto um professor explica que os problemas que enfrentamos diariamente fazem parte da vida. Segundo o chefe do centro, Jeon Yong-mun, ex-funcionário de uma funerária, os jovens sul-coreanos aprendem a encontrar alegria dentro das dificuldades e aceitá-las.

O funeral falso começa com a criação de uma carta de despedida para colegas e familiares. Depois, uma foto dos estudantes vestidos com trajes tradicionais fúnebres é tirada e colocada em porta-retratos que serão “enterrados” junto com eles.

(Foto: Francoise Huguier / Agence VU)
 (Foto: Francoise Huguier / Agence VU)

A ideia da “escola da morte” é reproduzir os efeitos colaterais da morte, mostrando a dor que envolve parentes deixados para trás e convencer os estudantes a abandonarem a prática do suicídio.

Em um determinado momento, o responsável pela sala diz que “é hora de ir para o outro lado”. Velas são acesas e uma pessoa vestida como um anjo da morte entra na sala para fechar o caixão de todos os alunos. Depois disso eles são deixados dentro do esquife por 10 minutos enquanto contemplam a vida a partir de outro ponto de vista.

(Foto: Francoise Huguier / Agence VU)
 (Foto: Francoise Huguier / Agence VU)

A Coreia do Sul deixou de ser um dos países mais pobres do mundo e tornou-se a 12º maior economia global em apenas algumas décadas. Entretanto, a súbita ascensão sul-coreana trouxe um preço caro para as famílias do país.

A rápida mudança ideológica de coletivismo para individualismo desintegrou a noção tradicional de família, isolando os jovens que recebem por quase um terço da população, a obrigação de sustentar seus familiares mais velhos.

 (Foto: Francoise Huguier / Agence VU)

O artigo original poder á ser visto por meio do link abaixo:


Que Deus Abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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quarta-feira, 29 de julho de 2015

A REGULAÇÃO DO USO DA MACONHA: OUTRA QUESTÃO QUE TODOS DEVEM PARTICIPAR


Julio Calzada 
O coordenador da regulação da maconha no Uruguai explica as diferenças entre a legalização americana e a regulação uruguaia. Geraldo Magela/ Agência Senado. Julio Calzada foi o secretário-geral da Secretaria Nacional de Drogas do Uruguai à época da regulação da maconha



A regulação do uso da maconha é um dos assuntos na pauta da saúde no congresso federal. Mas essa discussão não se resume ao Brasil. É uma questão sendo discutida em vários países, com muitos deles já tendo liberado o uso regular da maconha, como é o caso do nosso vizinho, o Uruguai. Por esses e outros motivos, todo cristão verdadeiro deve ser envolver e participar nessa discussão.

O material abaixo é uma entrevista concedida à revista Carta Capital por Júlio Calzada que foi o coordenador da regulação da maconha no Uruguai. Na entrevista ele explica as diferenças entre a legalização americana e a regulação uruguaia.

A regulação da maconha é uma política social e de saúde

por Marcelo Pellegrini

Quem tem medo do canabidiol?

O Uruguai chamou atenção no início deste ano ao regular o consumo, o plantio e a distribuição de maconha, abandonando, assim, a lógica da guerra às drogas. A opção contraria a cartilha das Nações Unidas, que em 1961 ratificou como norma a repressão aos entorpecentes, e se deu por conta de uma constatação: o combate policial ao narcotráfico não reduziu o consumo de maconha no mundo, fortaleceu o crime organizado e aumentou a violência e o encarceramento nos países produtores ou que servem de rota do tráfico internacional de drogas.

Agora, em lugar da repressão, o Uruguai lida com o problema pensando em termos sociais e de saúde. Em entrevista a CartaCapital, Julio Calzada, coordenador do projeto de regulação da maconha quando esteve à frente da Secretaria Nacional de Drogas do Uruguai, nega que a decisão do governo de Pepe Mujica tenha sido irresponsável, compara o sistema uruguaio ao existente em estados norte-americanos e conta como a regulação foi pensada para não afetar os países vizinhos, principalmente Brasil e Argentina.

CartaCapital: Qual foi até aqui o impacto da regulação da maconha no Uruguai?

Julio Calzada: A regulação traz impactos econômicos e o sociais. Com o fim da proibição, os custos econômicos das forças policiais, do aparelho de justiça e prisional e do sistema de saúde são reduzidos. Se levarmos em conta que a maioria das pessoas presas por tráfico provém dos setores econômicos mais populares, também temos um impacto social forte. Com a proibição, as populações pobres são as que mais são presas, mas os maiores lucros do narcotráfico estão guardados no sistema financeiro e nas mãos de poucos.

CC: Existe algum setor que pode ser prejudicado com a regulação?

JC: Há uma ideia de que a classe média irá provar um aumento do consumo de drogas com a regulação. No entanto, isso é apenas uma hipótese. No Uruguai, por exemplo, não houve uma explosão do consumo após a regulação.

CC: Foi uma surpresa descobrir que não houve aumento do consumo?

JC: Seguimos o mesmo ritmo de evolução de consumo de maconha registrado há dez anos. Ou seja, houve uma continuidade da tendência registrada desde 2001. No entanto, ainda é cedo para dizer qualquer coisa. Só conheceremos os efeitos desta política depois de quatro ou cinco anos.

CC: Então, é esperado um aumento do consumo?

JC: Entendemos que acontecerá com a maconha o mesmo que ocorre com outras drogas lícitas. Existirá um aumento do consumo até chegar a um patamar estável, em seguida, haverá uma queda. É o que aconteceu com o tabaco nos últimos anos. Agora, temos que abrir o debate e elaborar políticas públicas para evitar o consumo de drogas lícitas e ilícitas por adolescentes, não por um problema moral, mas de saúde.

CC: Por que o Uruguai optou pela regulação em vez da legalização?

JC: Consideramos que cada realidade pede uma medida. Isso vale para os estados americanos também. Hoje, Washington, Colorado, Oregon e Alasca possuem modelos de regulação distintos. Nós optamos por esse modelo porque acreditamos que ele oferece mais garantias e segurança a todos, sobretudo, para nós, que somos um país pequeno em meio a dois gigantes como Brasil e Argentina. Entre as preocupações que tínhamos estava a de assegurar que a regulação não criaria uma nova rede de drogas com nossos vizinhos e conseguimos garantir isso. Hoje, o Uruguai pode consumir apenas seis variedades de cannabis. Com isso, temos um controle sobre o que produzimos e para onde vai essa produção.

CC: O modelo uruguaio priorizou os setores sociais e de saúde?

JC: A regulação uruguaia, pelo contrário, é uma política social e de saúde que pretende regular as consequências do uso de maconha como acontece com o tabaco e o álcool. Assim, priorizamos não apenas as liberdades individuais, mas também as liberdades coletivas. O mais importante é existir uma política para a cannabis integrada com a política de drogas e que ofereça saúde a quem faz um uso abusivo de drogas. Uma opção alternativa à uruguaia é o olhar norte-americano de regular por preço, visando impostos e sem necessariamente impor regulações sobre o tipo de publicidade que este setor produz e para quem ela se dirige. A visão norte-americana se baseia muito na mercantilização de tudo. Isso pode funcionar para os Estados Unidos, mas não é o objetivo do Uruguai.

CC: Haverá uma economia em relação aos custos do combate ao narcotráfico com a regulação da maconha?

JC: Sim, 80% do mercado do narcotráfico é a maconha. Isso afetará diretamente o mercado, embora os traficantes vão ficar com outras porções de mercado, como a cocaína e o crack. No entanto, o mais importante é que vamos retirar 150 mil usuários do mercado ilegal. Isso reduz significativamente o risco de violência. O fundamental é que essas pessoas terão um espaço legal para adquirir a maconha e isso vai facilitar que o mercado negro se retraia, por meio de uma ferramenta econômica e não de controle penal.

Cannabis
Cannabis
O plantio, a distribuição e o consumo da cannabis é regulado no Uruguai desde fevereiro de 2015

CC: No entanto, uma pesquisa da Junta Nacional de Drogas, do Uruguai, mostra que 66% dos uruguaios ainda compram maconha do narcotráfico. Por quê?

JC: Isso se deve a um atraso em nosso planejamento. Porém, esperamos que as farmácias estejam funcionando até o final do ano e, com isso, o percentual de participação do narcotráfico neste mercado certamente será reduzido.

CC: Quantas empresas estão no processo de licitação?

JC: O processo se iniciou em agosto de 2014, com 25 empresas, e vamos selecionar entre duas e três empresas que atenderão o mercado nacional uruguaio. No país, há 1200 farmácias e estimamos que 20% delas irão desejar distribuir cannabis. Com isso, teremos entre 240 e 300 farmácias distribuidoras.

CC: A expectativa de geração de empregos com a regulação não deve se confirmar, correto?

JC: Muito se falou sobre a criação de empregos, mas com certeza isso não vai ser significativo. Claro que haverá alguma fonte de trabalho, mas as duas ou três empresas que irão plantar e distribuir a maconha criarão entre 70 e 80 novos postos de trabalho. Podem existir outros empregos secundários, mas não será nada significativo.

CC: E sobre o potencial que a regulação pode trazer em termos de pesquisas científicas?

JC: Já existem algumas pesquisas em curso. O dinamismo disso vai depender do investimento da indústria farmacêutica, mas as condições legais existem. Sabemos que existem muitos grupos enviando pedidos para instalar laboratórios no Uruguai. Há uma entidade da África do Sul e dos Estados Unidos, por exemplo, que se habilitou para fazer pesquisa sobre o potencial antioxidante da maconha. A Faculdade de Medicina e Química do Uruguai também está investigando a ação analgésica da maconha. Existem outros pedidos semelhantes.

CC: Existe a possibilidade de o Uruguai se tornar um polo científico de estudos da maconha ou um exportador de remédios à base de cannabis?

JC: Existem as condições.

CC: Há propostas industriais?

JC: Há dez propostas que tramitam no Ministério da Agricultura para plantar cânhamo. Essas propostas são para obter azeite com a semente, uso têxtil, entre outros.

CC: O Uruguai discutiu o projeto de regulação com a sociedade por um ano e meio. O senhor acha que em países geograficamente maiores, como Brasil, Estados Unidos e Argentina, esse longo processo de discussão é viável?

JC: Eu acho que é imprescindível. Porque se não há um amplo debate e construção de acordos é muito difícil modificar a política de drogas. Os Estados Unidos levaram mais de 40 anos para encontrar uma alternativa à guerra às drogas. Hoje, 58% da população americana é favorável à legalização da maconha, mas isso levou quatro décadas. É preciso que diferentes setores convirjam para uma plataforma mínima, mesmo que eles tenham ideias divergentes.

CC: O senhor fala em buscar uma maioria em torno de uma plataforma, mas a política de drogas, inclusive a uruguaia, é uma política que visa garantir o direito de uma minoria a acessar determinada substância com segurança e com supervisão de órgãos de  saúde. Até mesmo no Uruguai, a maioria da população uruguaia ainda é contra o direito de uma minoria de consumir maconha...

JC: Sim, mas isso é a função do Estado de Democrático de Direito: garantir os direitos de todos, sobretudo, o das minorias. A função do Estado em política de drogas não é garantir a repressão, mas sim garantir que o uso de drogas por uma pessoa não afete a terceiros.

CC: Ou seja, o debate tem que acontecer, mas não deve buscar uma maioria?

JC: Eu acho que deve criar as condições políticas para que as mudanças se concretizem. Essa é a essência da política.

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sexta-feira, 10 de julho de 2015

TRABALHOS COM MULHERES: VALE MESMO À PENA?



O artigo abaixo foi publicado pelo site da editora fiel.

Reflexões Sobre Discipulado de Mulheres


Muitas de nós têm fome de relacionamentos cristãos significativos. Frequentamos a igreja em busca de amizade e comunidade, mas, com frequência, saímos desapontadas.

Ser parte do corpo de Cristo significa crescer numa comunhão mais profunda do que podemos obter numa manhã de domingo. E Jesus nos diz, por suas palavras e exemplo, como alcançar isso. Jesus disse:

Mateus 28:19—20

Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século.

Uma grande linhagem de discípulos

Jesus deseja que você seja parte de uma grande linhagem de discípulos seus. Ele ordena isso como um modo de vida, de maneira que a plenitude de sua vida em Cristo seja transmitida a outras, as quais, por sua vez, podem transmiti-la a outras até “a consumação do século”.

Pense em sua vida daqui a trinta anos. Quão velha você será? Eu terei 92 anos. As minhas duas avós viveram bem até os seus noventa e poucos, e minha mãe está celebrando seus noventa este ano. É bem possível que eu tenha mais trinta felizes anos de serviço a Cristo diante de mim! Ainda assim, eu não quero ser o final da linhagem. Eu quero deixar para trás uma trilha de mulheres que amem a Cristo de todo o seu coração.

O Salmo 78:1—7 desafia uma geração a anunciar “à vindoura geração os louvores do SENHOR, e o seu poder, e as maravilhas que fez”. Desse modo, nós trazemos Cristo também às gerações distantes, “a fim de que a nova geração [o conheça], filhos que ainda hão de nascer se [levantem] e por sua vez os [refiram] aos seus descendentes; para que [ponham] em Deus a sua confiança”.

Essa é uma mordomia geracional que nos foi dada por Deus. Ao discipularmos mulheres, os seus filhos e netos e bisnetos permanecem recebendo as bênçãos do nosso esforço. As nossas vidas importam e importarão por muito tempo. Uma geleira parece significar pouca coisa no momento, mas ela deixa para trás um Grand Canyon. Esteja pronta a ser parte de uma geleira. Nós desejamos deixar para trás gerações de mulheres que “põem em Deus a sua confiança”.

Como começar

O primeiro passo no discipulado é ser você mesma uma discípula. “Discipular” é um verbo que vem de um substantivo. Você é, antes de tudo, uma discípula de Jesus. Discipulado envolve mais “seja como eu sou” do que “faça o que eu digo”. Quem você é causará impacto.

Eu sou profundamente devedora a duas mulheres que fizeram um alto investimento em mim. Muito do que tenho transmitido às mulheres hoje é o que aprendi delas. Em que mulher você vê vitalidade espiritual e a beleza radiante de Jesus Cristo abundando nos mais diferentes aspectos de sua vida? Quem você deseja imitar (1 Coríntios 11.1; Filipenses 3.17)? Convide-a para um chá e conte-lhe o desejo do seu coração. Veja se ela está disposta. A primeira mulher a quem pedi disse-me que simplesmente não podia fazer aquilo. Tudo bem com isso – continue tentando. Discipulado envolve assumir riscos relacionais.

Quem você é em Cristo? Se você deseja crescer mais profundamente nele, isso é perfeito! Leve outras consigo. Se você se sente fraca e necessitada, é aí que o poder de Deus se aperfeiçoa. Mesmo nas suas fraquezas você pode ajudar outras mulheres a aprenderem o que significa confiar em Deus nas próprias fraquezas delas.

Você conhece Jesus? Você o ama? Ele é digno de que você lhe entregue toda a sua vida? Alguém precisa ouvir isso, estar próximo a isso, ver você abraçar isso. Alguém precisa ver de perto como você vive essas convicções na prática e, para isso, é preciso mais do que uma manhã de domingo.

Discipulado não é sobre cristãos profissionais transmitindo suas melhores práticas a cristãos amadores. Ser uma discípula e aprender a discipular outras significa olhar para Jesus com tal intensidade e deleite que você, de fato, começa a refletir a beleza de Cristo na vida diária. Enquanto você cresce na graça, Jesus se torna mais precioso, mais satisfatório, mais empolgante do que tudo o mais. E, enquanto você contempla a Cristo, outras desejarão juntar-se a você e vocês podem começar a olhar para ele juntas. A maneira mais importante de discipular outras é desfrutando você mesma de Cristo de um modo tão irresistível que o seu desfrute se torne contagiante.

Convidando outros para o caminho da vida

Todo indivíduo está seguindo um caminho para um de dois lugares – vida ou morte.

Provérbios 12:18
“Na vereda da justiça, está a vida, e no caminho da sua carreira não há morte.”

Provérbios 14.12; cf. 16.25
“Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte.”

No discipulado, nós convidamos outras a caminharem conosco pelo caminho da vida. Devemos desafiá-las e exortá-las ao longo do caminho? Sim, mas como companheiras de peregrinação, não como alguém que já cruzou a linha de chegada (Filipenses 3.14-15). Devemos ajudá-las a reconhecer, admirar, estimar, responder e desfrutar de Cristo, cujo jugo é suave e cujo fardo é leve (Mateus 11.30).

Ame aqueles que você está discipulando como Jesus ama você (Romanos 15.7). Lembre-se: não é a nossa missão mostrar às outras quão pecadoras elas são, mas quão belo é Jesus! Então, deem-se as mãos enquanto caminham juntas em sua comum necessidade de Jesus.

O discipulado nem sempre precisa ser estruturado. Algumas pessoas não funcionam dessa maneira. Mas você também descobrirá ser útil construir sistemas de intimidade e prestação de contas. Aqui estão algumas sugestões dos meus próprios grupos de discipulado.

  • Nós nos comprometemos em nos encontrar por um período específico e com uma frequência específica.
  • Nós temos momentos para compartilhar nossa “bolsa da biografia”, cheia de símbolos significativos da nossa vida até aqui.
  • Nós dedicamos tempo para adorar a Deus juntas.
  • Nós estudamos diferentes passagens bíblicas.
  • Nós compartilhamos pedidos de oração e oramos umas pelas outras, mantendo os pedidos confidenciais.
  • Nós aprendemos um cântico ou hino e o cantamos juntas.
  • Nós lemos e discutimos um livro.
  • Nós memorizamos passagens da Escritura.
  • Nós servimos juntas.
  • Nós tentamos conhecer as famílias umas das outras.
Obviamente, isso toma tempo. Essas dicas servirão para você? Use-as como se fossem suas.

Nossa sagrada confiança

Precisamos cultivar em nossa esfera de influência – nossos lares, igrejas, bairros, locais de trabalho – filhas espirituais que, por sua vez, possam levar adiante a Verdade. As mulheres mais jovens entre nós são o tesouro sagrado confiado a nós pelo nosso Pai celeste. Fazer discípulos não é apenas uma ideia interessante inventada por alguém – e um mandato bíblico.

Nesse belo relacionamento de discipulado, todo mundo ganha. Pense naquilo que ganhamos – uma nova amiga, uma guerreira de oração, uma nova perspectiva da vida, um entendimento mais profundo de uma geração diferente. Quando nos doamos, somos preenchidas, abençoadas, encorajadas, amadas. Deus não é bondoso ao recompensar a obediência com tamanhas alegrias?

O artigo original poderá ser visto por meio desse link aqui:


Autor: Jani Ortlund é ex-professora e possui mestrado em educação. É autora de dois livros

Tradução de Vinícius Silva Pimentel

Revisão: Vinícius Musselman Pimentel

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis.

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