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domingo, 14 de junho de 2015

TEOLOGIA DO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 003


Concepção artística do Jesus histórico como "Pantocrator" ou Todo-Poderoso 



Esse é um estudo especial que irá abordar temas de grande interesse, tais como: 1. Deus 2. Os seres humanos e o mundo criado 3. Jesus e Sua missão como o CRISTO. 4. O Espírito Santo. 5. A vida cristã. 6. A Igreja. 7. O futuro e etc. Esperamos que a mesma possa ajudar todos os nossos leitores a conhecerem melhor o que o Novo Testamento ensina acerca de tudo o que nos é importante.

INTRODUÇÃO GERAL

CONTINUAÇÃO:

Quando do surgimento do período crítico[1] moderno, que teve seu início por volta de meados do século XVIII, os estudos do Novo Testamento estavam então abertos a todo tipo de análise e sofreram duros e pesados ataques de muitos livres pensadores daqueles dias.

O verdadeiro divisor de águas desse período foi o surgimento do chamado iluminismo, o qual, como o próprio nome já define, tinha intenção de lançar luz sobre todas as coisas, especialmente as religiosas que, até então estiveram bem amparadas dentro de cada uma de suas denominações. A primeira crítica introduzida pelo iluminismo foi a de que a Bíblia deveria ser considerada apenas como literatura. Como outro livro qualquer, já que uma das teses mais fortes do movimento era negar até mesmo a possibilidade da existência de milagres, da inspiração e a existência do próprio Deus. Muitas dessas agressões eram gratuitas e o tempo se ocupou em provar que, na realidade, não passavam de verdadeiras tolices. Os iluministas acreditavam que podiam explicar a Bíblia sem conhecer as línguas originais, sem conhecer teologia e etc. Tudo o que era necessário era conhecer a história, mas com a dispensa da maior parte do que está registrado no Novo Testamento como sendo mitológico, havia pouca história para confirmar qualquer hipótese levantada.

A primeira diferenciação entre teologia bíblica e teologia dogmática foi feita por J. P. Gabler em 1787 alegando as duas coisas seguintes. Para ele:

1. A teologia dogmática era apenas fruto daquilo que homens eram capazes de racionalizar, de maneira filosófica.

2. Já a teologia bíblica era considerada por ele como merecedora de verdadeira atenção, pois se tratava de uma disciplina histórica.

Logo depois da obra de Grabel, outros estudos racionalistas surgiram, apesar que a intenção dos mesmos se resumia em tentar usar as Escrituras para apoiar o próprio racionalismo.

Essas obras iniciais tiveram uma forte influência em como o Novo Testamento foi tratado pela filosofia de Georg Wilhelm Friedrich Hegel, a qual, por sua vez influenciou a abordagem dos estudiosos com relação à própria história. Com o Novo Testamento descartado, como mencionamos acima, foi necessário “inventar” uma história completamente nova para substituir aquela contida nos Evangelhos e no restante do Novo Testamento. Tudo isso resultou numa brusca separação entre os dois testamentos contidos na Bíblia. Isso aconteceu por volta de 1800. A partir dessa data os dois testamentos passaram a receber atenção exclusiva, com diversas teorias sendo inventadas para “explicar historicamente” como os mesmos surgiram.

Essa separação trouxe à tona, especialmente no caso do Novo Testamento, a questão que envolvia o problema das diferenças e da unidade do mesmo. A abordagem crítica de F. C. Baur do Novo Testamento, teve seu ponto de partida na aceitação, gratuita, que existia uma tensão no Novo Testamento entre duas facções: uma defendia o apóstolo Pedro, enquanto a segunda defendia o apóstolo Paulo. Aqui precisamos enfatizar ainda outra vez, que muitas dessas hipóteses eram gratuitas e só se sustentavam porque seus inventores desprezavam o que de fato estava escrito no Novo Testamento. À medida que avançarmos nesses estudos não será difícil perceber que os críticos do nosso século, estão apenas reciclando as mesmas velhas ideias que já foram demolidas pelos cristãos dos séculos XVIII e XIX.

A característica fundamental desse movimento sempre foi uma ênfase excessiva nas suposições históricas aliadas a um profundo desprezo por aquilo que está registrado no Novo Testamento. A teoria de Baur, como afirmamos, já foi desmantelada com o tempo, mas sua influência perdura em críticos de araque que, periodicamente, escrevem livros tentado reinventar a história negando a historicidade do Novo Testamento. A maioria dos argumentos, desde Baur, não passam de bobagens. A influência de Baur pode ser melhor sentida na infindável “Busca pelo Jesus Histórico”, que já se encontra em sua terceira etapa, sempre terminando em grande frustração para os críticos, que a cada nova versão da busca, acabam se aproximando mais das historicidade do Novo Testamento.

CONTINUA...

OUTROS ARTIGOS ACERCA DA TEOLOGIA DO NOVO TESTAMENTO

TEOLOGIA DO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 001

TEOLOGIA DO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 002

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TEOLOGIA DO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 011

TEOLOGIA DO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 012


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Alexandros Meimaridis

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[1] Crítico — essa simples palavra tem causado mais confusões do que muitas teologias heréticas bem sofisticadas. Todavia a palavra crítico ou crítica significam apenas “análise”. O período crítico se refere ao período em que se começou a analisar todas as coisas e nada mais podia ser aceito de forma dogmática.  

quarta-feira, 10 de junho de 2015

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 003 – INTRODUÇÃO OS EVANGELHOS — OS MOTIVOS QUE LEVARAM ATÉ A PRODUÇÃO DOS EVANGELHOS



Essa série pretende disponibilizar as informações mais importantes acerca de cada um dos 27 livros que compõem o Novo Testamento. Desde que lançamos nossa série de Introdução ao Antigo Testamento, muitos leitores têm nos questionando acerca de algum material semelhante com respeito ao Novo Testamento. Então, aproveitando que iniciamos uma série de estudos acerca dos manuscritos do Novo Testamento — tecnicamente chamada de “baixa crítica” — estamos usando essa oportunidade para lançar uma série que trate também do texto do Novo Testamento em si, e da interpretação geral do mesmo — “alta crítica”.

I. OS EVANGELHOS

C. OS MOTIVOS PORQUE OS EVANGELHOS FORAM ESCRITOS

Como pretendemos discutir os propósitos que levaram à produção de cada um dos evangelhos de forma independente, quando estudarmos cada um deles especificamente, nosso interesse hoje é tratar dos motivos gerais que levaram à produção de cada um dos quatro evangelhos. Como já tivemos oportunidade de explicar, em outro estudo, o modelo do tipo de literatura representado pelos Evangelhos não existia antes dos mesmos. Eles representam um tipo de literatura exclusiva — chamada de Evangelho — e não devem ser confundidos, em nenhuma hipótese, com o que costumamos chara de biografias, sejam elas:

1. Autobiografias.

2. Biografias escritas por terceiros.

3. Biografias históricas.

4. Biografias romanceadas.

5. Biografias não autorizadas.

6. Etc.

O fator que determinou o surgimento específico desse tipo de literatura — os Evangelhos — foi o fato de que durante o tempo em que os apóstolos estavam vivos e eram capazes de autenticar, eles mesmos, os ensinamentos de Jesus ou acerca da vida e obra de Jesus, não havia necessidade de nenhum material escrito. Mas com o passar do tempo e com a expansão da Igreja, surgiu então a necessidade desses homens — apóstolos — colocarem, por escrito — eles mesmos ou outros guiados por eles — os elementos considerados imprescindíveis para que os seres humanos pudessem entender o esplendor que foi a visita do Deus ETERNO em pessoa a esse nosso mundo.

Uma coisa que precisamos ter sempre em mente é que no Oriente Médio a palavra de boca tinha maior peso e aceitação do que qualquer documento escrito. Por isso, era comum pensar em colocar algo por escrito apenas após o falecimento daqueles que podiam ser considerados testemunhas dos fatos, independentemente da natureza dos mesmos. Nesse sentido, é possível que um considerável número de anos tenham se passado entre os fatos acontecidos durante a vida e o ministério de Jesus e a decisão de colocar tais informações me forma escrita. A questão relativa quanto às datas prováveis em que cada um dos Evangelhos foi escrito será considerada mais adiante, quando analisarmos cada um dos Evangelhos individualmente. Nesse ponto, nós queremos nos dar ao direito de discordar da opinião de alguns estudiosos que gostam de alegar, mas sem provas,  que um período muito longo de tempo, onde a informação foi passada apenas por meio de tradições orais, até que os Evangelhos fossem escritos é necessário. Tal argumento serve para distanciar os Evangelhos de seus verdadeiros autores e atribuí-los a terceiros que não foram testemunhas oculares dos fatos narrados nos mesmos. Mas tal afirmação tola já foi, completamente, desmantelada pelo Dr. John A. T. Robinson da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, em sua ainda não superada obra Redating The New TestamentRedatando o Novo Testamento.[1]

Conforme mencionamos acima, a rápida e gigantesca expansão da Igreja Cristã por toda a Bacia do Mediterrâneo e além, talvez tenha sido o motivo central porque se tornou imperativo produzir narrativas da vida e obra de Jesus antes em vez de mais tarde. Considerando uma situação daquele tempo, nos lemos na introdução do Evangelho de Lucas — que não foi testemunha ocular dos fatos narrados — que antes dele escrever outros já tinham se dedicado a esse trabalho e já existiam registros escritos — provavelmente os Evangelhos de Marcos e Mateus. Todavia, é praticamente impossível determinarmos um ano preciso para a primeira produção dessa nova forma de literatura que chamamos de Evangelhos.

Por outro lado, existem muitos estudiosos que alegam que, uma demora propositada existiu na produção dos Evangelhos causada pelo que se acreditava seria a próxima vinda de Jesus, que nos evangelhos é chamada de:

1. παρουσίαparousía — Presença, Vinda, Chegada ou Advento.

2. ἐπιφάνεια  — epifáneia — Aparição, Manofestação.

3. Ἀποκάλυψις  — Apokálipsis — Revelação ou Ato de Tornar Descoberto ou Exposto.

Caso essa vinda tão imediata fosse mesmo aceita de modo geral, isso seria de fato, um grande desestímulo para qualquer produção literária, especialmente do tipo que encontramos nos Evangelhos. Por outro lado, quaisquer registros acerca da Igreja, só fariam sentido depois que a mesma estivesse estabelecida e tivesse sua perpetuidade garantida. Tudo isso é razoável, é provável, mas não existe nenhuma garantia que esteja certo.  Nós sabemos que algumas Epístolas do Novo Testamente foram produzidas antes dos Evangelhos serem escritos. Além disso, Jesus ensinou, de modo claro, que a sua παρουσίαparousía — Vinda, não aconteceria até que o Evangelho fosse pregado em todo mundo. Diante disso temos que nos perguntar com toda sinceridade: é pouco razoável pensarmos que alguns, muitos ou todos os pregadores não poderiam se beneficiar de registros históricos escritos acerca da vida e da obra do Senhor Jesus Cristo? Desse modo, podemos até inverter o que foi dito acima. A produção dos Evangelhos em vez de ser atrasada por causa da eminência da παρουσίαparousía — Vinda, pode mesmo ter sido incentivada e acelerada por causa dessa mesma vida.

Mas existem outros motivos que podem ser alegados a favor da opção “mais tarde” do que “mais cedo” para a produção dos Evangelhos. Um desses motivos teria sido a escassez e alto custo do material de escrita disponível — não deixe de ler nossa série acerca de “COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS”. Mas esse problema persistiu por muito tempo já que os papiros só foram completamente abandonados no século XI d.C. A decisão acerca disso segue pelo caminho que o estudioso adota acerca de como o material contido nos evangelhos foi compilado. Se o mesmo foi escrito por testemunhas oculares ou por pessoas sob a supervisão e a orientação de testemunhas oculares, então produção dos mesmos aconteceu antes. Mas se o autor — nesse caso desconhecido — teve que ficar juntando pedaços de histórias, de ensinamentos, de curas e etc., então é necessário que a data seja postergada para mais tarde ou, pior, bem mais tarde.

Falemos agora, brevemente, acerca dos motivos principais porque era necessário que os evangelhos fossem escritos, e quanto mais cedo melhor. A necessidade do uso dos mesmos em processos de discipulado deve ser evidente a todos. Sem querer diminuir a importância dada pelos judeus para a comunicação oral, cremos que é difícil aceitar que as pessoas de formação grega — a vasta maioria dos habitantes da bacia do Mar Mediterrâneo — tivessem a inclinação de aceitar algo falado como sendo superior a algo escrito. Não é difícil encontramos provas disso, dentro do próprio Novo Testamento onde Paulo escreve dizendo:

Colossenses 4:12—13

12 Saúda-vos Epafras, que é dentre vós, servo de Cristo Jesus, o qual se esforça sobremaneira, continuamente, por vós nas orações, para que vos conserveis perfeitos e plenamente convictos em toda a vontade de Deus.

13 E dele dou testemunho de que muito se preocupa por vós, pelos de Laodiceia e pelos de Hierápolis.

Colossenses 4:16

E, uma vez lida esta epístola perante vós, providenciai por que seja também lida na igreja dos laodicenses; e a dos de Laodiceia, lede-a igualmente perante vós.
    
Junto com as necessidades criadas pelo discipulado, podemos ajuntar as necessidades criadas pela apologética ou defesa da fé cristã, num mundo paganizado ao extremo. Deve ser óbvio que no meio do paganismo as pessoas teriam interesse em conhecer melhor quem havia sido Jesus. Disso surge a necessidade da existência de algum documento que tivesse autoridade suficiente, em si mesmo, para trazer convicção ao coração daquelas pessoas mergulhadas até o pescoço nas mais grossas idolatrias. Daí, a ideia de um registro permanente mais cedo, não parece algo tão distante.

Indo mais além, alguns argumentam que existia também uma necessidade litúrgica que clamava por algum tipo de material escrito acerca da vida, dos ensinamentos e das obras realizadas por Jesus. Independentemente de qual papel essa necessidade tenha realmente tido, o fato é que desde cedo, temos registros — o livro dos Atos dos Apóstolos está repleto deles — da importância de se usar passagens da vida de Jesus tanto na adoração quanto na evangelização. Na Palestina essa necessidade podia ser suprida diretamente pelos apóstolos, mas com a igreja se expandindo velozmente, tornava-se a cada dia mais urgente a necessidade de registros históricos verídicos e que pudessem ser recebidos pela autoridade que possuíam em si mesmos.

Por fim podemos dizer que apesar de reconhecer tanto a necessidade quanto a urgência para a produção de Evangelhos, temos que deixar bem claro que apenas quatro deles foram reconhecidos e aceitos como sendo legítimos e inspirados pelo Espírito Santo. Não tenho certeza de quantos “evangelhos” de mentirinha existem, mas várias dúzias deles foram produzidas. E porque não foram aceitos pela igreja? Porque são fantasiosos, falta-lhes sobriedade, pois narram coisas fantásticas — que tem feito a alegria dos produtores de Hollywood — além de estarem cheios de práticas supersticiosas, de exclusivismo machista — como o afamado Evangelho de Tomé — ou serem simplesmente documentos falsos — como é o caso do recente chamado “Evangelho de Judas” que foi escrito 400 anos depois dos fatos! Esses evangelhos estão classificados ou como apócrifos — que estavam escondidos até serem descobertos — ou como pseudoepigráficos — cuja autoria verdadeira não é a alegada no próprio livro, como acontece com o falso “Evangelho de Judas”, que não foi escrito por Judas, por razões óbvias e sim por um suposto filho dele. Mas não há evidências que Judas foi casado ou mesmo que teve filho ou filhos com alguma mulher. Além disso, está provado que o material é o do século V d. C., ou seja, está distante cerca de quase 400 ou mais não dos fatos que pretende narrar.  Por esses motivos e muito outros que o tempo e o espaço não nos permite discutir aqui e agora, a Igreja Cristã, sabiamente considerou todos eles com sendo espúrios. Mesmo assim, estudiosos como Joachim Jeremias acreditam que sepultados no meio do cipoal representado por esses falsos evangelhos, talvez nos seja possível descobrir alguma frase ou dito original de Jesus que não consta nos evangelhos canônicos. Sirvam-se e fiquem a vontade[2].   

CONTINUA...  

OUTROS ESTUDOS ACERCA DA INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — PARTE 001 — INTRODUÇÃO GERAL AOS EVANGELHOS — ESTUDO 001

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — PARTE 002 — A FORMA LITARÁRIA DOS EVANGELHOS

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — PARTE 003 — MOTIVOS PORQUE OS EVANGELHOS FORAM ESCRITOS

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — PARTE 004 — O LUGAR OCUPADO PELOS QUATRO EVANGELHOS NO NOVO TESTAMENTO

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — PARTE 005 —  A MELHOR FORMA DE ABORDAR OS QUATRO EVANGELHOS

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 006 – INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 001

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 007 – INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 002

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 008 – INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 003

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 009 – INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 004

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 010 – INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 005

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 011 – INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 006

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 012 – INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 007

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 013 — INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 008

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 014 — INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE MATEUS — PARTE 009

INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 015 — INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — MATEUS — PARTE 010 — AUTOR — PARTE 002



INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 016 — INTRODUÇÃO AOS EVANGELHOS — MATEUS — PARTE 011 — DATA DA COMPOSIÇÃO

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.


[1] Robinson, Jonh. A. T. Redating the New Testament. The Westminster Press, Philadelphia, 1988.
[2] Jeremias, J. Unknown Sayings of Jesus. Wipf & Stock Pub., Eugene, 2008.

sábado, 6 de junho de 2015

VIDA, MORTE, ESTADO INTERMEDIÁRIO E ESTADO ETERNO — Estudo 3 - Princípios de Interpretação da Bíblia



Essa é uma série cujo propósito é estudar os conceitos bíblicos de vida, morte, estado intermediário e eternidade. No final de cada estudo você irá encontrar links para outros estudos. A Série tem o título Geral de: Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade.


Introdução à Hermenêutica – Parte 3

Princípio 5 - O Contexto

Todo texto bíblico precisa ser entendido à luz do seu próprio contexto.

1 – O Contexto Imediato — Os versos imediatamente antes e depois devem nos auxiliar a entender o que o autor quis dizer.

Exemplo: Ezequiel 37:18—24

18 Acaso, não vos basta a boa pastagem? Haveis de pisar aos pés o resto do vosso pasto? E não vos basta o terdes bebido as águas claras? Haveis de turvar o resto com os pés?

19 Quanto às minhas ovelhas, elas pastam o que haveis pisado com os pés e bebem o que haveis turvado com os pés.

20 Por isso, assim lhes diz o SENHOR Deus: Eis que eu mesmo julgarei entre ovelhas gordas e ovelhas magras.

21 Visto que, com o lado e com o ombro, dais empurrões e, com os chifres, impelis as fracas até as espalhardes fora,

22 eu livrarei as minhas ovelhas, para que já não sirvam de rapina, e julgarei entre ovelhas e ovelhas.

23 Suscitarei para elas um só pastor, e ele as apascentará; o meu servo Davi é que as apascentará; ele lhes servirá de pastor.

24 Eu, o SENHOR, lhes serei por Deus, e o meu servo Davi será príncipe no meio delas; eu, o SENHOR, o disse.

2 – O Contexto literário do livro precisa ser respeitado. Qual é o assunto e o propósito do livro?

Exemplo: O livro de Eclesiastes. Qual é o seu propósito? O livro de Eclesiastes registra uma intensa busca por satisfação verdadeira e pelo sentido da vida sobre a terra, especialmente, quando paramos para considerar todas as injustiças e as muitas situações completamente absurdas que podemos enxergar ao nosso redor.

3 – O conceito da analogia da fé. Nenhuma passagem bíblica pode por si mesma produzir uma doutrina claramente condenada em outras partes da escrituras. É por este motivo que muitos dos erros são sustentados por revelações adicionais!!!

4 – Os conceitos histórico, geográfico, cultural, religioso e linguístico precisam ser entendidos e respeitados. Muitas interpretações erradas surgem como fruto da ignorância do significado histórico de uma determinada palavra, frase, regra gramatical ou circunstância.

Princípio 6 - Figuras de Linguagem

Os autores bíblicos usaram todos os recursos disponíveis, inclusive figuras de linguagem, para comunicar as verdades divinas.

O uso de imagens mentais. O que são imagens mentais? Tratam da capacidade que temos de projetar ou visualizar algo ou alguém em nossas mentes. As imagens mentais são como o teatro da mente. Que figura de linguagem acabamos de usar? A Símile!

O Propósito da linguagem figurada é o de criar imagens mentais ou quadros mentais visando ilustrar ideias. As figuras mentais não precisam necessariamente ser verdadeiras — no sentido de literais — nem reais — no sentido de existirem de fato.

As imagens mentais criadas por este tipo de linguagem como símbolos ou analogias são sempre inferiores à verdade que querem ilustrar. A ignorância acerca do uso de linguagem figurada é responsável pelas maiores atrocidades nesse estudo acerca da vida, morte, estado intermediário e estado eterno.

Exemplo 1:

Marcos 9:47—48

47 E, se um dos teus olhos te faz tropeçar, arranca-o; é melhor entrares no reino de Deus com um só dos teus olhos do que, tendo os dois seres lançado no inferno,

48 onde não lhes morre o verme, nem o fogo se apaga.

Será que Jesus ensinou que devemos arrancar, literalmente, um dos nossos olhos ou até mesmo os dois porque os mesmo nos levar a cobiçar determinada coisa? Durante a história da Igreja temos muitos registros de pessoas que entenderam esse e versos semelhantes e acabaram por vazar os próprios olhos, amputar braços e pernas e até mesmo, o órgão genital!

Mas o que Jesus queria dizer mesmo ao usar essa expressão é que o Reino de Deus vale todo o empenho da nossa parte. Temos que priorizar o Reino, mesmo à custa de grandes “perdas”, mas Jesus não está falando de cegueira ou amputações literais.

Já no verso seguinte, temos que nos perguntar se o fogo do inferno é literal assim como os vermes? Ou será que Jesus está se referindo as esses elementos porque podemos entendê-los, enquanto a verdadeira condição no inferno não pode ser totalmente compreendida por nós nesse estágio. Por outro lado, se a interpretação for literal, de que tipo de verme Jesus está falando aqui e a que tipo de fogo Jesus está se referindo? Porque o fogo, se for real, não consome os vermes? Seria, por acaso porque são super vermes com couraças antichamas? Pense bem nessas implicações antes de sair por aí ameaçando as pessoas ou sugerindo que devem ficar cegar ou se amputarem.

Exemplo 2:

Lucas 16:19—31

A Narrativa acerca da morte do Rico e de Lázaro é uma narrativa real ou parabólica? Lei o texto e responda, por que você cha que é real, ou porque acha que é apenas uma parábola:

19 Ora, havia certo homem rico que se vestia de púrpura e de linho finíssimo e que, todos os dias, se regalava esplendidamente.

20 Havia também certo mendigo, chamado Lázaro, coberto de chagas, que jazia à porta daquele;

21 e desejava alimentar-se das migalhas que caíam da mesa do rico; e até os cães vinham lamber-lhe as úlceras.

22 Aconteceu morrer o mendigo e ser levado pelos anjos para o seio de Abraão; morreu também o rico e foi sepultado.

23 No inferno, estando em tormentos, levantou os olhos e viu ao longe a Abraão e Lázaro no seu seio.

24 Então, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim! E manda a Lázaro que molhe em água a ponta do dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama.

25 Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro igualmente, os males; agora, porém, aqui, ele está consolado; tu, em tormentos.

26 E, além de tudo, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que querem passar daqui para vós outros não podem, nem os de lá passar para nós.

27 Então, replicou: Pai, eu te imploro que o mandes à minha casa paterna,

28 porque tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho, a fim de não virem também para este lugar de tormento.

29 Respondeu Abraão: Eles têm Moisés e os Profetas; ouçam-nos.

30 Mas ele insistiu: Não, pai Abraão; se alguém dentre os mortos for ter com eles, arrepender-se-ão.

31 Abraão, porém, lhe respondeu: Se não ouvem a Moisés e aos Profetas, tampouco se deixarão persuadir, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos.

Exemplo 3:

Judas 13

Ondas bravias do mar, que espumam as suas próprias sujidades; estrelas errantes, para as quais tem sido guardada a negridão das trevas, para sempre.

A pergunta aqui é simples: Judas está falando de ondas do mar, de estrelas errantes ou está se referindo a alguma outra coisa ou até mesmo a algum tipo de criatura humana ou não humana?

Apocalipse 20:10

O diabo, o sedutor deles, foi lançado para dentro do lago de fogo e enxofre, onde já se encontram não só a besta como também o falso profeta; e serão atormentados de dia e de noite, pelos séculos dos séculos.

Lago de fogo? Literal ou apenas um símbolo para nos ajudar a entender que o sofrimento ali é real e verdadeiro, mas que o fogo poder ser apenas simbólico, já que o fogo que conhecemos é capaz de reduzir ao pó e à cinza até mesmo o mais duro dos ossos humanos.

CONCLUSÃO

Como podemos observar a interpretação da Bíblia exige muito cuidado. Precisamos entender:

1. O contexto do texto que temos diante de nós.

2. O contexto literário do livro que estamos lendo ou estudando,

3. O conceito da analogia da fé.

4. Os conceitos históricos, geográficos, culturais, religiosos e linguísticos.

5. O uso de figuras de linguagem.

E tudo isso se torna ainda mais importante quanto o tema é “VIDA, MORTE, ESTADO INTERMEDIÁRIO E ESTADO ETERNO”.
OUTROS ARTIGOS ACERCA DE VIDA, MORTE, ESTADO INTERMEDIÁRIO E ETERNIDADE
Estudo 001 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Introdução à Hermenêutica ou Interpretação das Escrituras Sagradas
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Estudo 002 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Introdução à Hermenêutica ou Interpretação das Escrituras Sagradas — Parte 002
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Estudo 003 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Introdução à Hermenêutica ou Interpretação das Escrituras Sagradas — Parte 003
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Estudo 004 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — O Ser Humano Como Criatura de Deus — Parte 001
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Estudo 005 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — O Ser Humano Como Criatura de Deus — Parte 002
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Estudo 006 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — O Ser Humano Como Criatura de Deus — Parte 003
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Estudo 007 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Unidade e Diversidade nos Seres Humanos 
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Estudo 008 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Termos Usados no Antigo Testamento — Parte 001
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Estudo 009 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Termos Usados no Antigo Testamento — Parte 002
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/02/vida-morte-estado-intermediario-e.html
Estudo 010 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Termos Usados no Antigo Testamento — Parte 003
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/04/vida-morte-estado-intermediario-e.html
Estudo 011 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Termos Usados no Novo Testamento — Parte 001 — ψυχή  Psiché
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/06/essa-e-uma-serie-cujoproposito-e.html
Estudo 012 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Termos Usados no Novo Testamento — Parte 002 — πνεῦμα — pneûma — espírito, καρδίᾳ — Kardía — Coração, διανοίᾳ — dianoíaφρόνημα — frónemaνοήμα — noémaνοῦς  nous — Mente.
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/08/vida-morte-estado-intermediario-e.html
Estudo 013 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Termos Usados no Novo Testamento — Parte 003 — ἔσω ἄνθρωπον — éso ánthropon = homem interior; νεφρόι — Nefroi = rins
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/11/vida-morte-estado-intermediario-e.html
Estudo 014 A — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Conclusão: A Crença na Imortalidade como algo Universal.
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/02/vida-morte-estado-intermediario-e.html
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Alexandros Meimaridis 

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sábado, 2 de maio de 2015

DESCOBERTOS MOSAICOS GRECO-ROMANOS DO SÉCULO I d..C.


Mosaicos de Zeugma (Foto: Zeugma Archaeology Project/Divul)
Os arqueólogos turcos escavaram os surpreendentes mosaicos em casas da cidade antiga de Zeugma

O material abaixo foi publicado no site da Revista Casa Vogue e além de revelar uma série de belos mosaicos encontrados na moderna Turquia, também nos mostra com a idolatria naqueles dias era rampante, ao ponto das pessoas terem imagens de deuses da mitologia greco-romana enfeitando suas casas. Os mosaicos estão bem preservados e suas cores, apesar dos séculos continuam, vibrantes como poderá ser observado pela coleção de fotos abaixo. Isso vem comprovar a imensa luta que os primeiros cristãos tiveram que travar com a idolatria que não existia apenas nos muito e muitos templos, mas que também se encontrava dentro das próprias casas das pessoas mais abastadas.

Mosaicos romanos de 2 mil anos são encontrados

Obras de arte decoravam casas de luxo na antiga cidade de Zeugma, na Turquia

POR NILBBERTH SILVA; FOTOS ZEUGMA ARCHAEOLOGY PROJECT/DIVULGAÇÃO

Arqueólogos descobriram três novos mosaicos de vidro da época do Império Romano na cidade de Zeugma, no sul da atual Turquia. O anúncio foi feito no início do mês de novembro por Kutalmış Görkay, diretor do projeto de escavações e professor da Universidade de Ancara.

A descoberta é a oportunidade para ver arte de gregos e romanos escondida há cerca de 2 mil anos. Os mosaicos, que decoravam o piso das casas de luxo, conta com as imagens de deuses, musas e cenas da literatura. O plano dos arqueólogos é restaurar e conservar o trabalho de agora em diante.

O local da escavação quase foi destruído no ano 2000, quando o governo começou a construir uma represa nas proximidades. O resultado da busca é um apanhado de obras de arte extremamente bem preservadas. Veja fotos abaixo:

Mosaicos de Zeugma (Foto: Zeugma Archaeology Project/Divul)
Personagens da mitologia grega decoravam pisos das casas luxuosas

Mosaicos de Zeugma (Foto: Zeugma Archaeology Project/Divul)
"Eles eram produtos da imaginação do dono da casa", contou o chefe das escavações Kutalmış Görkay ao site Archaelogy.org. "Não era como escolher a partir de um catálogo"

Mosaicos de Zeugma (Foto: Zeugma Archaeology Project/Divul)
“Eles pensavam em cenas específicas para causarem impressões específicas", conta o arqueólogo. "Por exemplo, se você estivesse no nível intelectual de discutir literatura, poderia selecionar uma cena com as Três Musas"

Mosaicos de Zeugma (Foto: Zeugma Archaeology Project/Divul)  
Os arqueólogos passaram a pesquisar a cidade depois que ela foi ameaçada de destruição por uma enchente


 Mosaicos de Zeugma (Foto: Zeugma Archaeology Project/Divul)
A foto mostra uma das peças antes do salvamento


Mosaicos de Zeugma (Foto: Zeugma Archaeology Project/Divul)
Oceanus e Thetys, duas divindades greco-romanas


Mosaicos de Zeugma (Foto: Zeugma Archaeology Project/Divul)
Imagem do deus do mar Posseidom em sua carruagem marinha


Mosaicos de Zeugma (Foto: Zeugma Archaeology Project/Divul)
Os gregos conquistaram a cidade no século 3 a.C.


Mosaicos de Zeugma (Foto: Zeugma Archaeology Project/Divul)
Os romanos a conquistaram no ano 64 a.C. e mantiveram até 253 d.C., quando ela foi tomada pelo Império Sassânida

Mosaicos de Zeugma (Foto: Zeugma Archaeology Project/Divul)
O nome Zeugma significa "Ponte" ou "Cruzamento" em grego antigo


Mosaicos de Zeugma (Foto: Zeugma Archaeology Project/Divul)
Imagem representa Thalia, a musa da poesia e comédia


Mosaicos de Zeugma (Foto: Zeugma Archaeology Project/Divul)
Essa imagem mostra um mosaico que estava debaixo d'água após o salvamento e restauro

O artigo original do site da Casa Vogue poderá ser visto por meio do link abaixo:


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Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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