terça-feira, 30 de maio de 2017

APOCALIPSE — INTRODUÇÃO E AS CARTAS ÀS SETE IGREJAS DA ÁSIA - SERMÃO 028 – UMA CARTA PARA A IGREJA EM FILADÉLFIA — PARTE 005 — FINAL


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O objetivo dessa série é apresentar os três primeiros capítulos do Livro do Apocalipse. Neles vamos encontrar uma REVELAÇÃO muito especial da pessoa de Jesus Cristo. Cremos que é disso que a Igreja dos nossos Dias precisa: Um encontro pessoal e profundo com o Senhor que diz de si mesmo: Eu sou o Alfa e Ômega, diz o Senhor Deus, aquele que é, que era e que há de vir, o Todo-Poderoso. No Final de cada estudo o leitor encontrará os links para os estudos seguintes:

Texto: Apocalipse 3:7—13
Introdução.

A. Hoje queremos finalizar nossa apresentação da carta enviada pelo Senhor Jesus Cristo para a Igreja localizada na cidade da Filadélfia.    
B. Como já vimos antes, Jesus, além de fazer exortações no decorrer dessas cartas, sempre termina as mesmas com algumas promessas que nós devemos aprender a somar umas às outras.
C. No caso específico que temos diante de nós, Jesus diz:
Apocalipse 3:12—13
12 Ao vencedor, fá-lo-ei coluna no santuário do meu Deus, e daí jamais sairá; gravarei também sobre ele o nome do meu Deus, o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém que desce do céu, vinda da parte do meu Deus, e o meu novo nome.
13 Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.
D. As promessas logo acima, quando somadas com a que encontramos em Apocalipse 3:8 e com as outras quatro que já vimos em Apocalipse 3:9—11, perfazem um total de sete promessas, de longe a maior coleção de promessas que podemos encontrar em qualquer uma das sete cartas enviadas por Cristo de Patmos para as Igrejas da Ásia Menor.
E. No último caso, que estamos vendo hoje, deve ficar evidente que, as promessas feitas para a Igreja em Filadélfia envolvem duas verdades, que serão o objeto da nossa apresentação hoje:
UMA NOVA SEGURANÇA E UM NOVO NOME
I. Coluna no Templo de Deus
A. As ideias atreladas à palavra “coluna” são de “firmeza e estabilidade”.
B. A ênfase não está tanto naquilo que sustenta, que é a primeira ideia que nos vem à mente quando usamos a expressão “coluna”, e sim naquilo que permanece firme como o Senhor fez com o profeta Jeremias, quando levantou o mesmo para denunciar o pecado do povo de Judá:
Jeremias 1:18
Eis que hoje te ponho por cidade fortificada, por coluna de ferro e por muros de bronze, contra todo o país, contra os reis de Judá, contra os seus príncipes, contra os seus sacerdotes e contra o seu povo.
C. Deve ser óbvio que tal uso da expressão coluna é metafórico, ou como temos preferido nos referir a essas expressões como algo simbólico.
D. E nesse caso que estamos vendo temos uma ralação claramente estabelecida entre a “coluna” e o nome ou nomes que serão gravados na mesma.
E. Portanto, daqui para frente iremos abordar esse aspecto duplo.  
II. A Coluna e o Nome ou Nomes Gravados na Mesma.
A. A ideia de coluna talvez seja emprestada das duas colunas que Salomão mandou construir na entrada do templo em Jerusalém. Essas colunas chamam nossa atenção por dois motivos:
1. Em primeiro lugar elas não tinham nenhuma função de sustentação, já que não havia nada apoiado nelas. Daí podemos derivar, que as mesmas teriam sido colocadas ali com o intuito de enfatizar firmeza e estabilidade.
2. Em segundo lugar as mesmas receberam nomes conforme podemos ler em —
1 Reis 7:21
Depois, levantou as colunas no pórtico do templo; tendo levantado a coluna direita, chamou-lhe Jaquim; e, tendo levantado a coluna esquerda, chamou-lhe Boaz.
B. Agora note o significado dos nomes dados a essas colunas:
1. Jaquim quer dizer: ele estabelecerá.
2. Boaz quer dizer: rapidez.
C. O sentido prático dos nomes dessas colunas nos dias de Salomão pode ser que o Povo de Deus será estabelecido e isso será feito com rapidez pelo próprio Deus.
D. Quanto à expressão “coluna no templo do meu Deus”, é da maior importância entendermos que na eternidade não haverá nenhum templo, pois o Próprio Deus será o templo da cidade eterna, conforme —
Apocalipse 21:22
Nela, não vi santuário, porque o seu santuário é o Senhor, o Deus Todo-Poderoso, e o Cordeiro.
E. Não devemos nos esquecer que cada cristão é como uma pedra que está sendo colocada nesse magnificente templo espiritual conforme lemos em —
Efésios 2:19—22
19 Assim, já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus,
20 edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular;
21 no qual todo o edifício, bem ajustado, cresce para santuário dedicado ao Senhor,
22 no qual também vós juntamente estais sendo edificados para habitação de Deus no Espírito.
F. Não existe nisso tudo nenhuma contradição, porque, como dissemos estamos lidando com metáforas e símbolos e não com elementos concretos.
G. Os novos nomes escritos nos crentes têm um triplo objetivo:
1. Ter o nome de Deus escrito em nós significa que nós pertencemos a Ele, que temos sua essência, que somos seus filhos, mesmo que seja por meio da adoção.
2. O segundo nome é o nome da cidade do próprio Deus: a nova Jerusalém. Esse nome faz referência à nossa cidadania. Um dia deixarei de ser Alex de Tessalônica para ser Alex da Nova Jerusalém. E isso é verdadeiro para cada e todo crente genuíno.
3. O terceiro nome é o próprio novo nome de Cristo. Não sabemos que nome é esse. Nós lemos o seguinte em —
Apocalipse 19:12
Os seus olhos são chama de fogo; na sua cabeça, há muitos diademas; tem um nome escrito que ninguém conhece, senão ele mesmo.
H. Esse novo nome não pode ser, em nossa opinião, nenhum dos nomes já conhecidos e atribuídos a Deus ou ao Filho, tais como, O ETERNO, Jesus, o Cristo, Senhor, Verbo de Deus e etc.
I. Para nós, mais importante do que conhecer esse novo nome deve ser sabermos que iremos compartilhar do mesmo. Isso deve bastar para fazer nossos corações transbordarem de Alegria.
J. Por fim, como acontece com todas as outras cartas somos convidados a ouvir, ou dar a devida atenção às palavras do Espírito Santo — Apocalipse 3:12.
Conclusão:

A. Como crentes nós somos peregrinos nesse mundo, mas na eternidade, não iremos mais peregrinar. Nossa posição será firme e imutável: comparada com a condição de uma coluna. Firmes, inabaláveis para sempre e sempre.

Apocalipse 21:3—7

3 Então, ouvi grande voz vinda do trono, dizendo: Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles.

4 E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram.

5 E aquele que está assentado no trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E acrescentou: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras.

6 Disse-me ainda: Tudo está feito. Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim. Eu, a quem tem sede, darei de graça da fonte da água da vida.

7 O vencedor herdará estas coisas, e eu lhe serei Deus, e ele me será filho.

B. Pela expressão “colunas no templo de Deus”, Jesus quer enfatizar nossa “permanência”. Algo que não pode ser movido em nenhuma hipótese. Quanta segurança.

C. Também já tivemos a oportunidade de comentar como toda aquela região da Ásia Menor está sujeita a muitos terremotos, até nos nossos dias. Mas a promessa de Jesus é que na eternidade eles nunca mais serão abalados, nem perderão seus bens, nem sofrerão por que tinham pouca força diante dos seus perseguidores.

D. Na eternidade gozaremos de plena paz, plena alegria, plena segurança e qualquer outro substantivo que você quiser agregar ao adjetivo plena ou pleno.

E. Que possamos abrir nossos corações e recebermos tudo de bom que o Senhor Jesus promete e deseja de fato nos dar nesse mesmo instante.

OUTRAS MENSAGENS ACERCA DO APOCALIPSE: INTRODUÇÃO E CARTAS ÀS SETE IGREJAS

APOCALIPSE 1:1—20 — SERMÃO 001 — INTRODUÇÃO AO LIVRO DO APOCALIPSE

APOCALIPSE 1:1—20 — SERMÃO 002 — UMA VISÃO DE JESUS CRISTO — PARTE 001

APOCALIPSE 1:1—20 — SERMÃO 003 — UMA VISÃO DE JESUS CRISTO — PARTE 002

APOCALIPSE 2:1—7 — SERMÃO 004 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM ÉFESO — PARTE 001

APOCALIPSE 2:1—7 — SERMÃO 005 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM ÉFESO — PARTE 002

APOCALIPSE 2:8—11 — SERMÃO 006 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM ESMIRNA — PARTE 001

APOCALIPSE 2:8—11 — SERMÃO 007 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM ESMIRNA — PARTE 002

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 008 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 001

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 009 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 002

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 010 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 003

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 011 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 004

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 012 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 005 FINAL

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 013 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 001

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 014 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 002

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 015 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 003

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 016 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 004

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 017 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 005

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 018A/B — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 006A/B

APOCALIPSE 3:1—6 — SERMÃO 019 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM SARDES— PARTE 001

APOCALIPSE 3:1—6 — SERMÃO 020 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM SARDES— PARTE 002

APOCALIPSE 3:1—6 — SERMÃO 021 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM SARDES— PARTE 003

APOCALIPSE 3:1—6 — SERMÃO 022 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM SARDES— PARTE 004

APOCALIPSE 3:1—6 — SERMÃO 023 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM SARDES— PARTE 005 — FINAL

Apocalipse 3:7—13 — SERMÃO 024 – UMA CARTA PARA A IGREJA EM FILADÉLFIA — PARTE 001

Apocalipse 3:7—13 — SERMÃO 025 – UMA CARTA PARA A IGREJA EM FILADÉLFIA — PARTE 002

Apocalipse 3:7—13 — SERMÃO 026 – UMA CARTA PARA A IGREJA EM FILADÉLFIA — PARTE 003

Apocalipse 3:7—13 — SERMÃO 027 – UMA CARTA PARA A IGREJA EM FILADÉLFIA — PARTE 004

Apocalipse 3:7—13 — SERMÃO 028 – UMA CARTA PARA A IGREJA EM FILADÉLFIA — PARTE 005


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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