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quinta-feira, 12 de novembro de 2015

CONGRESSO BRASILEIRO A SERVIÇO DAS MULTINACIONAIS DE GRÃOS

sementes
As Terminator são sementes modificadas geneticamente para ficarem estéreis a partir da 2ª geração

Como se não bastasse estarem nos envenenando com trigo, soja e milho geneticamente modificados, além de terem revogado a lei que exigia que os produtos fabricados a partir de matérias primas transgênicas fossem devidamente identificados em seus rótulos, agora o Congresso Nacional faz avançar, à toque de caixa, a aprovação das sementes chamadas “terminator” conforme denuncia abaixo publicada pelo site da revista Carta Capital. O artigo é da jornalista inglesa Sue Branford que foi editora para a América Latina da BBC e correspondente do Guardian em São Paulo.   

Brasil pode ser o primeiro País a liberar semente Terminator

Projeto de lei avança no Congresso e pode disseminar sementes propositalmente estéreis produzidas por multinacionais
por Sue Branford

Grupos de lobby costumam se aproveitar de governos enfraquecidos, e o Brasil não é exceção. Em meio à atual crise política, a bancada ruralista no Congresso se movimenta para aprovar um projeto de lei que modificaria a Lei de Biossegurança. Se aprovado, o PL 1117 fará do Brasil o primeiro país no mundo a legislar em favor do cultivo comercial de plantas propositalmente estéreis, afrouxando a proibição às chamadas sementes Terminator.

Ambientalistas acreditam que o PL, hoje avançando no Congresso com pouca discussão, representa uma das maiores ameaças de todos os tempos à biodiversidade brasileira.

A intenção da bancada ruralista não é nova. Desde a aprovação da Lei de Biossegurança em 2005 esses parlamentares tentam liberar o cultivo de plantas Terminator. A diferença desta terceira tentativa é que nunca as chances de aprovação foram tão grandes.

O filho da ministra de Agricultura, Kátia Abreu, Irajá Abreu (PSD-TO) apresentou o primeiro projeto de lei em 2005 e hoje comanda a Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados. É nesta comissão que Alceu Moreira (PMDB-RS) apresentou o novo texto.

Gerson Teixeira, especialista em desenvolvimento agrícola e crítico da iniciativa, vê poucas chances de obstruir a aprovação: “a bancada ruralista tem um céu de brigadeiro à sua frente”.

Muito parecido com os dois anteriores, o novo PL reduz a proibição das Tecnologias Genéticas de Restrições de Uso, as GURTs, comumente chamadas de Terminator. Tratam-se de sementes transgênicas modificadas para se tornarem estéreis a partir da segunda geração.

O projeto libera essas sementes nos casos de “plantas biorreatoras” ou plantas que possam ser “multiplicadas vegetativamente”. Plantas biorreatoras incluem qualquer planta modificada geneticamente para uso industrial -- por exemplo, para a indústria farmacêutica ou para a produção de biocombustíveis.

Plantas “multiplicadas vegetativamente” são aquelas que se reproduzem assexualmente. Essas exceções irão permitir o uso de espécies estéreis no cultivo de algumas das lavouras principais no Brasil, como cana-de-açúcar e eucalipto.

As sementes seriam também liberadas para o cultivo de plantas consideradas “benéficas para a biossegurança”. Essa linguagem vaga introduz outra brecha interessante aos produtores das sementes transgênicas. Caberia a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), onde a bancada ruralista goza de boa influência, a decisão sobre o que é “benéfico para a biossegurança”.

grãos
A nova semente pode trazer custos ao agricultor, que teria de comprar grãos para o plantio a cada safra

Ambientalistas preocupados

Os defensores dizem que essas sementes são seguras, porque as suas próprias características, sobretudo a sua esterilidade, impediriam a sua disseminação. Os ambientalistas não concordam.

Segundo Silvia Ribeiro, diretora para América Latina do ECT (Grupo de Ação sobre Erosão, Tecnologia e Concentração), uma organização internacional de estudos ambientais e socioeconômicos, “existem relatórios científicos indicando que as GURTs não funcionarão como prometido e implicam em novos riscos”.

A EcoNexus, instituição britânica que investiga esse tipo de sementes desde 1998, não está convencida de que as Terminators não causarão contaminação.

O fato de estas sementes terem passado por modificações genéticas para serem estéreis traz preocupação quanto às consequências de uma introdução no ecossistema. Em um cenário ruim, o gene Terminator poderia se espalhar de forma imprevisível pelo Brasil, ameaçando inclusive biomas como o da Amazônia

Teixeira é pessimista quando ao possível efeito: “essas sementes podem levar a um armagedom da agricultura brasileira”.

Mais gastos para agricultores

Se a esterilidade das plantas se generalizar, haverá ainda consequências econômicas para os agricultores brasileiros, particularmente os pequenos. No momento, os produtores guardam sementes de quase dois terços dos seus cultivos para plantar no ano seguinte, reduzindo consideravelmente os seus custos.
Com o uso de sementes estéreis, há a obrigação de se comprar novas sementes todo ano.

Citando o exemplo do milho, Teixeira calcula que os agricultores brasileiros teriam que pagar R$ 1,17 bilhões por ano na compra de novas sementes, comparado ao desembolso atual de R$ 162 milhões.

Quem ganha com esse extra é o mercado de sementes, hoje dominado por multinacionais. Segundo Darci Frigo, advogado da organização socioambiental Terra de Direitos, “as multinacionais compraram praticamente todas as pequenas e médias empresas de sementes. Elas dominam a cadeia alimentar desde a produção de sementes, fertilizantes e pesticidas até a logística, transporte e exportação. Os agricultores são totalmente subordinados a esses grupos.”

Os chamados “big six” – Monsanto, Dupont e Dow (EUA), Syngenta (Suíça) e as alemãs Basf e Bayer – introduziram todos os transgênicos autorizados para cultivo comercial no Brasil. A única empresa brasileira no setor é a estatal Embrapa.

Gerson Teixeira acredita que as multinacionais estão por trás do movimento em prol da aprovação do PL, uma vez que elas ganhariam uma espécie de “patente biológica” impedindo os agricultores de guardar as suas sementes – forçando as novas compras a cada ano.

COP 21

Em 2000, os 192 países signatários da Convenção sobre Diversidade Biológica – um tratado internacional que reconhece que a conservação da diversidade biológica é uma “preocupação comum da humanidade” – impuseram uma moratória sobre as Terminator. As empresas de biotecnologia se comprometeram a não comercializá-las.

A aprovação na Comissão de Agricultura é só o primeiro passo. O que pode dificultar o lobby da bancada ruralista é a Conferência do Clima em Paris em dezembro. O Brasil deve apresentar seu sucesso em reduzir o desmatamento na Amazônia. O prestígio internacional vindo com este avanço, no entanto, poderia ser ofuscado pela eventual censura internacional caso o País se torne o primeiro do mundo a dar o sinal verdade para as Terminator.

NOSSO COMENTÁRIO

 Aos Poucos estamos todos sendo envenenados por todas essas modificações genéticas que são uma verdadeira afronta ao Deus Criador. Queremos que todos os leitores procurem se conscientizar do imenso risco que corre nossa saúde e que não se esqueçam de averiguar quem são os candidatos da bancada ruralista em seus estados e evitem votar neles, que, como fica evidente pela reportagem, não estão a serviço do povo brasileiro e sim de interesses, inconfessáveis, das multinacionais produtoras de grãos.

É muito curioso notar também o silêncio criminoso da chamada bancada evangélica e dos líderes evangélicos, tão vocais nas causas envolvendo  a homossexualidade, mas caladinhos nessas verdadeiras questões de vida ou morte para todos nós.

Que Deus Abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

PARÁBOLAS DE JESUS - LUCAS 13:6—9 — A PARÁBOLA DA FIGUEIRA ESTÉRIL — SERMÃO 031




Esse artigo é parte da série "Parábolas de Jesus" e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos das verdades contidas nessa série, com aplicações para os nossos dias. No final do artigo você encontrará links para os outros artigos dessa série.

A Parábola da Figueira Estéril — Lucas 13:6—9.

6 Então, Jesus proferiu a seguinte parábola: Certo homem tinha uma figueira plantada na sua vinha e, vindo procurar fruto nela, não achou.

7 Pelo que disse ao viticultor: Há três anos venho procurar fruto nesta figueira e não acho; podes cortá-la; para que está ela ainda ocupando inutilmente a terra?

8 Ele, porém, respondeu: Senhor, deixa-a ainda este ano, até que eu escave ao redor dela e lhe ponha estrume.

9 Se vier a dar fruto, bem está; se não, mandarás cortá-la.

Introdução

A. Estamos expondo as Parábolas proferidas por Jesus e as últimas parábolas que estudamos aparecem, exclusivamente, no Evangelho de Lucas. Além disso as mesmas estão concentradas em uma porção do Evangelho de Lucas que descreve a última viagem de Jesus para Jerusalém.

B. Na parábola anterior nós aprendemos que não existe uma relação na base de um por um entre o mal praticado e sofrimento incorrido.

C. Vimos também que o mal que está dentro de nós, se deixado sem confrontação, acabará nos destruindo. O discurso parabólico foi dirigido a todo o povo de Deus sem exceção.

D. O convite para arrependimento é feito por Jesus baseado no fato de que Deus, o nosso Deus é rico em perdoar.

E. A Parábola da Figueira Estéril trabalha nas mesmas linhas de julgamento e misericórdia.

I. A Figueira Estéril

A. A parábola que estamos vendo hoje começa com uma árvore que foi plantada e termina com a ameaça dessa mesma árvore ser arrancada do solo.

B. O motivo para tal ameaça é o fato dessa árvore não estar produzindo os frutos esperados.

C. Mas a favor da árvore ouvimos a voz da misericórdia solicitando graça adicional.

II. Verso 6

A. Um homem tinha uma figueira plantada em sua vinha. Isto era algo comum naqueles dias. Tanto a videira como a figueira foram usadas pelos profetas com símbolos da paz —

Miquéias 4:4

Mas assentar-se-á cada um debaixo da sua videira e debaixo da sua figueira, e não haverá quem os espante, porque a boca do SENHOR dos Exércitos o disse.

B. O fato do dono da vinha não encontrar fruto na figueira é marcante porque as figueiras na palestina produzem frutos durante 10 meses do ano!

C. Da mesma maneira que a primeira parte deste discurso — versos 1 a  —) se referia a todo o povo de Deus cremos que essa segunda parte se refere diretamente à liderança do povo de Deus.

D. Essa é uma das características mais tristes da história do povo de Deus: as lideranças canhestras que se arvoram a dirigir o povo de Deus.

III. Verso 7

A. O dono da vinha e o viticultor haviam cooperado no plantio da figueira e agora conversavam acerca de como resolver o problema.

B. Ao contrário do que podemos pensar muitos anos haviam se passado desde o plantio da figueira.

C. Em nossos dias nós esperamos que uma árvore comece a produzir no seu segundo ou terceiro ano depois de plantada, mas naqueles dias os ouvinte de Jesus sabiam que a situação era diferente.

D. Temos uma lei no livro de Levítico que diz o seguinte —

Levítico 19:23—25

23 Quando entrardes na terra e plantardes toda sorte de árvore de comer, ser-vos-á vedado o seu fruto; três anos vos será vedado; dele não se comerá.

24 Porém, no quarto ano, todo o seu fruto será santo, será oferta de louvores ao SENHOR.

25 No quinto ano, comereis fruto dela para que vos faça aumentar a sua produção. Eu sou o SENHOR, vosso Deus.

Qualquer fruto produzido pela árvore nos três primeiros anos não podia ser consumido. Toda a produção do quarto ano era consagrada a Deus e somente a partir do quinto ano é que os frutos da árvore podiam ser consumidos.

E. Aqui encontramos o dono da vinha procurando fruto na sua árvore no quinto, sexto e sétimo ano!

F. Ordena então que a mesma seja cortada. “Cortada” neste contexto se refere literalmente a ser cortada pela raiz já que não produz os frutos esperados.

G. Como estamos relacionando essa parábola à liderança do povo de Israel, precisamos perguntar: Que frutos eram esperados da liderança? Frutos dignos de corações arrependidos. Frutos que demonstrassem claramente a misericórdia de Deus. Frutos que pudessem servir de exemplo ao povo de Deus.

IV. Verso 8

A. O viticultor intercede a favor da figueira. Ele representa a voz da misericórdia contra a voz do juízo.

B. Ele propõe não somente um tempo adicional, mas propõe medidas adicionais visando resolver o problema.

C. Todo este cuidado demonstra o interesse de Deus para com Seu povo sujeito, muitas vezes, a lideranças canhestras.

D. O uso da palavra grega κόπριαkópria — estrume — único uso em todo o Novo Testamento — visa transmitir um pouco de humor aos ouvintes.

E. As vezes para ajudar a liderança a funcionar como deve Deus precisa colocar um pouco de estrume no caminho deles, ao redor deles. Lideranças cheias de si mesmas e vazias de obras dignas de arrependimento precisam receber de Deus algum estrume que os ajude a cair na real.

F. Ignorar a julgamento de Deus é algo extremamente sério, mas ignorar a misericórdia de Deus é algo mais sério ainda.

G. O profeta Oséias diz:

Oséias 11:8 – 9

Como te deixaria, ó Efraim? Como te entregaria, ó Israel? Como te faria como a Admá? Como fazer-te um Zeboim? Meu coração está comovido dentro de mim, as minhas compaixões, à uma, se acendem. Não executarei o furor da minha ira; não tornarei para destruir a Efraim, porque eu sou Deus e não homem, o Santo no meio de ti; não voltarei em ira.

V. Verso 9

A. Note que não se fala em tempo para a execução do juízo. Nosso Deus, apesar de justo não tem pressa em executar o juízo.

2 Pedro 3:9

Não retarda o Senhor a sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento.

B. É assim Deus nos trata. Sempre nos dá tempo suficiente para nos arrependermos. Se não nos voltamos para Deus aproveitando o tempo que ele nos concede para o arrependimento nada mais resta senão o juízo.

Conclusão:

A. O amor de Deus pela Sua comunidade o leva a advertir a liderança, a ajudar a liderança e a conceder tempo para que esta mesma liderança responda à ação de Deus.

B. A liderança plantada entre o povo de Deus deve produzir os frutos esperados por Deus e não usar o povo de Deus para proveito próprio.

C. Da mesma maneira que a árvore inútil sugava a terra sem nada produzir a liderança canhestra impede o povo de Deus de produzir os frutos que Deus espera.

D. Somente a graça de Deus oferecendo perdão e reforma de vida que pode reverter essa situação. A liderança não pode se renovar por si mesma.



OUTRAS PARÁBOLAS DE JESUS PODEM SER ENCONTRADAS NOS LINKS ABAIXO:

001 – O Sal

002 – Os Dois Fundamentos

003 – O Semeador

004 – O Joio e o Trigo =

005 – O Credor Incompassivo

006 — O Grão de Mostarda e o Fermento

007 — Os Meninos Brincando na Praça

008 — A Semente Germinando Secretamente

009 e 010 — O Tesouro Escondido e a Pérola de Grande Valor

011 — A Eterna Fornalha de Fogo

012 — A Parábola dos Trabalhadores na Vinha

013 — A Parábola dos Dois Irmãos

014 — A Parábola dos Lavradores Maus — Parte 1

014A — A Parábola dos Lavradores Maus — Parte 2

015 — A Parábola das Bodas —

016 — A Parábola da Figueira

017 — A Parábola do Servo Vigilante

018 — A Parábola do Ladrão

019 — A Parábola do Servo Fiel e Prudente

020 — A Parábola das Dez Virgens

021 — A Parábola dos Talentos

022 — A Parábola das Ovelhas e dos Cabritos

023 — A Parábola dos Dois Devedores

024 — A Parábola dos Pássaros e da Raposa

025 — A Parábola do Discípulo que Desejava Sepultar Seu Pai

026 — A Parábola da Mão no Arado

027 — A Parábola do Bom Samaritano — Completo

027A — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 1

027B — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 2 — Os Ladrões e o Sacerdote

027C — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 3 — O Levita

027D — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 4 — O Samaritano

027E — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 5 — O Socorro

027F — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 6 — O transporte até a hospedaria

027G — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 7 — O pagamento final

027H — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 8 — O diálogo final entre Jesus e o doutor da Lei

028 — A Parábola do Rico Tolo —

029 — A Parábola do Amigo Importuno —

030 — A Parábola Acerca de Pilatos e da Torre de Siloé

031 — A Parábola da Figueira Estéril

032 — A Parábola Acerca dos Primeiros Lugares

033 — A Parábola do Grande Banquete

034 — A Parábola do Construtor da Torre e do Grande Guerreiro

035 — Introdução a Lucas 15 — Parábolas Acerca da Condição Perdida da Raça Humana — Parte 001

036 — Introdução a Lucas 15 — Parábolas Acerca da Condição Perdida da Raça Humana — Parte 002

037A — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 001

037B — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 002

037C — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 003

037D — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 004 — A Influência do Antigo Testamento

037E — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 005 — Características Cristológicas da Parábola da Ovelha Perdida

037F — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 006 — A importância das pessoas perdidas.
Que Deus Abençoe a todos. 

Alexandros Meimaridis 

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