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domingo, 2 de agosto de 2015

UM ESTUDO SOBRE O PECADO — PARTE 014 — PECADO PARA A MORTE — PARTE B — INTERPRETAÇÕES CENTRADAS NOS DIFERENTES TIPOS DE PENAS E CASTIGOS PARA O PECADO IMPERDOÁVEL


Essa é uma série cujo propósito é estudar, com profundidade, os ensinamentos da Bíblia acerca do pecado, com uma ênfase especial na questão do chamado “pecado para a morte”. Os demais estudos dessa série poderão ser acessados por meio dos links alistados no final desse estudo.  

14B. Pecado Para a Morte — PARTE B

1 – Interpretações Centradas em Diferentes Tipos de Penas ou Castigos.

Este grupo concentra todas as interpretações que enfatizam a presença ou ausência da pena de morte ou da morte em si como uma consequência inevitável do pecado cometido. O “pecado para a morte” pode levar à morte natural do indivíduo seja ela imposta pela comunidade ou por visitação divina. Em

Números 18:22

E nunca mais os filhos de Israel se chegarão à tenda da congregação, para que não levem sobre si o pecado e morram. 

Deus proíbe que os Israelitas se aproximem da tenda da congregação para que não cometam um pecado “para a morte” ou pecado que conduziria à morte do transgressor.

Deuteronômio 22:25—26

25 Porém, se algum homem no campo achar moça desposada, e a forçar, e se deitar com ela, então, morrerá só o homem que se deitou com ela;

26 à moça não farás nada; ela não tem culpa de morte, porque, como o homem que se levanta contra o seu próximo e lhe tira a vida, assim também é este caso.

faz uma distinção entre o estuprador e sua vítima. Ele deveria ser morto, mas ela “não tem culpa de morte”. 

Dentre as pessoas que defendem as interpretações centradas em diferentes tipos de pecados, existe um grupo de estudiosos que entendem a idéia do pecado para morte referida por João, como sendo o pecado descrito em

Levítico 20:11

O homem que se deitar com a mulher de seu pai terá descoberto a nudez de seu pai; ambos serão mortos; o seu sangue cairá sobre eles.

Nesse versículo Deus condena o homem que se deitar com a mulher de seu pai à morte. Tanto o homem como a mulher deveriam pagar com a própria vida por essa transgressão. Se a mulher descrita neste versículo é a mãe do homem em questão, ou outra mulher, isto é, sua madrasta; ou se esse fato aconteceu estando seu pai ainda vivo ou depois que o pai já havia morrido; ou se após a morte do pai, estando a mulher noiva ou novamente casada, pouco importa. De acordo com a tradição judaica esse ato, fosse qual fosse a condição da mulher, constituía-se em uma evidente violação da lei de Deus conforme o que estava estabelecido em —

Levítico 18:18

Não descobrirás a nudez da mulher de teu pai; é nudez de teu pai.

Todavia devemos sempre enfatizar que tradições judaicas não são norma para nada que diga respeito aos cristãos. 

Essa interpretação como vista acima está amparada por duas situações que podemos caracterizar como interessantes, porém não normativas. A primeira é uma citação que encontramos no assim chamado “Livro dos Jubileus”. Esse livro foi escrito por um fariseu durante o pontificado de João Hircano como sumo sacerdote, entre os anos de 135 a.C. e 105 a.C. O livro pertence a uma coleção de escritos conhecidos como “pseudoeipigráficos” — escrito que contém título falso, ou nome falso de autor. O livro pertence a essa coleção porque o autor atribui a autoria a Deus mesmo como parte da revelação que Deus deu a Moisés no Sinai. Nesse livro existe uma passagem que elabora de forma significativa sobre aquilo que lemos em Levítico 20:11. O texto diz:

E novamente está escrito: Maldito seja aquele que se deitar com a mulher de seu pai porque ele terá descoberto a nudez de seu pai; e todos os santos do Senhor disseram ‘que assim seja, que assim seja’. E você Moisés, ordene aos filhos de Israel que obedeçam a estas palavras, pois as mesmas permitem a pena capital; este ato é impuro e não existe substituto — morte no lugar de — para substituir aquele que cometeu tal pecado, mas o mesmo deve ser morto por apedrejamento e desarraigado do meio do povo do nosso Deus.

É óbvio que nosso autor fariseu tirou de seu legalismo exagerado, conclusões precipitadas quando afirma que não existe substituto para esse pecado. Sabemos que esse pecado não é o pecado imperdoável mencionado por Jesus, mas ele ainda pode ser nosso pecado para a morte. O Novo Testamento tem um exemplo de uma situação exatamente como a mencionada em Levítico 18:8. Vamos ver como o apóstolo Paulo e a igreja em Corinto resolveram esta questão. Paulo escreve:

1 Coríntios 5:1 – 13

Geralmente, se ouve que há entre vós imoralidade e imoralidade tal, como nem mesmo entre os gentios, isto é, haver quem se atreva a possuir a mulher de seu próprio pai. E, contudo, andais vós ensoberbecidos e não chegastes a lamentar, para que fosse tirado do vosso meio quem tamanho ultraje praticou? Eu, na verdade, ainda que ausente em pessoa, mas presente em espírito, já sentenciei, como se estivesse presente, que o autor de tal infâmia seja, em nome do Senhor Jesus, reunidos vós e o meu espírito, com o poder de Jesus, nosso Senhor, entregue a Satanás para a destruição da carne, a fim de que o espírito seja salvo no Dia do Senhor Jesus. Não é boa a vossa jactância. Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda? Lançai fora o velho fermento, para que sejais nova massa, como sois, de fato, sem fermento. Pois também Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado. Por isso, celebremos a festa não com o velho fermento, nem com o fermento da maldade e da malícia, e sim com os asmos da sinceridade e da verdade. Já em carta vos escrevi que não vos associásseis com os impuros; refiro-me, com isto, não propriamente aos impuros deste mundo, ou aos avarentos, ou roubadores, ou idólatras; pois, neste caso, teríeis de sair do mundo. Mas, agora, vos escrevo que não vos associeis com alguém que, dizendo-se irmão, for impuro, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com esse tal, nem ainda comais. Pois com que direito haveria eu de julgar os de fora? Não julgais vós os de dentro? Os de fora, porém, Deus os julgará. Expulsai, pois, de entre vós o malfeitor.


A igreja em Corinto, incentivada e admoestada pelo apóstolo Paulo tomou certas providências, não sabemos exatamente quais, que levaram esse homem a se arrepender de seu pecado e, na sua segunda epístola aos Coríntios, Paulo os exorta a que recebam de volta o homem arrependido. Paulo escreve:

2 Coríntios 2:5—11

Ora, se alguém causou tristeza, não o fez apenas a mim, mas, para que eu não seja demasiadamente áspero, digo que em parte a todos vós; basta-lhe a punição pela maioria. De modo que deveis, pelo contrário, perdoar-lhe e confortá-lo, para que não seja o mesmo consumido por excessiva tristeza. Pelo que vos rogo que confirmeis para com ele o vosso amor. E foi por isso também que vos escrevi, para ter prova de que, em tudo, sois obedientes. A quem perdoais alguma coisa, também eu perdôo; porque, de fato, o que tenho perdoado (se alguma coisa tenho perdoado), por causa de vós o fiz na presença de Cristo; para que Satanás não alcance vantagem sobre nós, pois não lhe ignoramos os desígnios. 

Como podemos ver que, em um primeiro instante parecia não haver saída para o homem transgressor a não ser ter seu corpo físico destruído — morto — de tal maneira que sua alma pudesse ainda ser salva. É evidente que da perspectiva de Paulo esse era um pecado que conduziria o transgressor à morte. Por outro lado nós vemos que existe perdão para esse pecado, quando o pecador é confrontado e se arrepende. Nesse caso o mesmo deve ser acolhido, amparado e fortalecido pela igreja. 

Agora vamos assumir, por um momento, que o pecado para a morte fosse o ato de um homem deitar com a mulher de seu pai em quaisquer condições, estaria João pensando nas palavras de Paulo quando disse “mas, agora, vos escrevo que não vos associeis com alguém que, dizendo-se irmão, for impuro” ao recomendar que não se fizessem orações a favor de tal pessoa, pois ela havia cometido um pecado que, certamente, conduziria à morte do corpo físico. É possível, mas muito pouco provável! 

Ainda na sua primeira epístola à igreja em Corinto, Paulo menciona o fato de que a participação na assim chamada ceia do Senhor — ver 1 Coríntios 11:20 — de modo indigno, é a responsável pelo fato de muitos cristãos estarem já dormindo, que é um eufemismo para a morte —

1 Coríntios 11:27—30

27 Por isso, aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor, indignamente, será réu do corpo e do sangue do Senhor.

28 Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e, assim, coma do pão, e beba do cálice;

29 pois quem come e bebe sem discernir o corpo, come e bebe juízo para si.

30 Eis a razão por que há entre vós muitos fracos e doentes e não poucos que dormem. 

Assim temos que participar de modo indigno da ceia do Senhor era também um pecado que conduzia à morte física. Estaria esse ato no pensamento de João quando ele usou a expressão “há pecado para morte”? 

Temos ainda no Novo Testamento o caso de Ananias e Safira que perderam a vida por mentirem ao Espírito Santo ou em outras palavras, por haverem pretendido fazer o que não estavam fazendo de fato —

Atos 5:1—11

1 Entretanto, certo homem, chamado Ananias, com sua mulher Safira, vendeu uma propriedade,

2 mas, em acordo com sua mulher, reteve parte do preço e, levando o restante, depositou-o aos pés dos apóstolos.

3 Então, disse Pedro: Ananias, por que encheu Satanás teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo, reservando parte do valor do campo?

4 Conservando-o, porventura, não seria teu? E, vendido, não estaria em teu poder? Como, pois, assentaste no coração este desígnio? Não mentiste aos homens, mas a Deus.

5 Ouvindo estas palavras, Ananias caiu e expirou, sobrevindo grande temor a todos os ouvintes.

6 Levantando-se os moços, cobriram-lhe o corpo e, levando-o, o sepultaram.

7 Quase três horas depois, entrou a mulher de Ananias, não sabendo o que ocorrera.

8 Então, Pedro, dirigindo-se a ela, perguntou-lhe: Dize-me, vendestes por tanto aquela terra? Ela respondeu: Sim, por tanto.

9 Tornou-lhe Pedro: Por que entrastes em acordo para tentar o Espírito do Senhor? Eis aí à porta os pés dos que sepultaram o teu marido, e eles também te levarão. 

10 No mesmo instante, caiu ela aos pés de Pedro e expirou. Entrando os moços, acharam-na morta e, levando-a, sepultaram-na junto do
marido.

11 E sobreveio grande temor a toda a igreja e a todos quantos ouviram a notícia destes acontecimentos. 

Seria a pretensão ou o mentir ao Espírito Santo ao que João estava se referindo quando mencionou o “pecado para a morte”? 

Todas as passagens que vimos tratam de forma específica de morte física. Mas precisamos definir se João estaria se referindo à morte física ou morte espiritual? Deixemos que o apóstolo mesmo nos ajude. O próprio João usou a expressão “para morte” em João 11:4 para se referir de modo preciso à morte física:

Ao receber a notícia, disse Jesus: Esta enfermidade não é para morte, e sim para a glória de Deus, a fim de que o Filho de Deus seja por ela glorificado.

Se João estava se referindo à morte física na sua primeira epístola, então o que ele estaria querendo dizer seria uma palavra desencorajando a oração por qualquer pecado que conduza o pecador à morte física — seja ele o deitar com a mulher de seu pai, o participar indignamente da ceia do Senhor, ou mentir ao Espírito Santo ou pretender ser aquilo que não se é. Temos que nos lembrar que Jesus mesmo prometeu que:

João 8:51

Em verdade, em verdade vos digo: se alguém guardar a minha palavra, não verá a morte, eternamente.

João 11:26

Todo o que vive e crê em mim não morrerá, eternamente. 

E não podemos nos esquecer que João diz literalmente que:

Se alguém vir a seu irmão cometer pecado não para a morte.

Todos estamos sujeitos à morte física, mais cedo ou mais tarde. Isto é válido tanto para os santos — os crentes — bem como para os ímpios — os pecadores. Mas como vimos, os santos não morrerão eternamente, os ímpios sim, irão morrer eternamente.

Assim, temos que entender que a primeira parte de 1 João 5:16 está tratando de crentes genuínos que podem ser alcançados pela oração de outro crente, enquanto o mesmo não é verdade para aqueles que cometem o “pecado para a morte”.

CONTINUA

OUTROS ESTUDOS SOBRE O PECADO

O PECADO — ESTUDO —001 — TERMOS GREGOS E HEBRAICOS E PALAVRAS INTRODUTÓRIAS

O PECADO — ESTUDO —002 — A QUEDA — UMA INTERPRETAÇÃO DE GÊNESIS 3 — PARTE 1

O PECADO — ESTUDO —003 — A QUEDA — UMA INTERPRETAÇÃO DE GÊNESIS 3 — PARTE 2

O PECADO — ESTUDO —004 — A QUEDA PROPRIAMENTE DITA — UMA INTERPRETAÇÃO DE GÊNESIS 3 — PARTE 3 — FINAL

O PECADO — ESTUDO 005 — A VERDADEIRA LIBERDADE

O PECADO — ESTUDO 006 — PECADO E LIVRE ARBÍTRIO

O PECADO — ESTUDO 007 — A BÍBLIA E O PELAGIANISMO

O PECADO — ESTUDO 008 — O PECADO E A SOBERANIA DE DEUS

O PECADO — ESTUDO 009 — HISTÓRIA E QUEDA

O PECADO — ESTUDOS 010 E 011 — O PECADO ORGINAL E A DEPRAVAÇÃO TOTAL

O PECADO — ESTUDOS 012 — PECADO E A GRAÇA DE DEUS

O PECADO — ESTUDOS 013ª — PECADO E  O CASTIGO PARTE A

O PECADO — ESTUDOS 013B — PECADO E O CASTIGO PARTE B — JESUS NO GETSÊMANI — PARTE 001

O PECADO — ESTUDOS 013C — PECADO E O CASTIGO PARTE C — JESUS NO GETSÊMANI — PARTE 002

O PECADO — ESTUDOS 013D — PECADO E O CASTIGO PARTE D — JESUS NO GETSÊMANI — PARTE 003

O PECADO — ESTUDOS 013E — PECADO E O CASTIGO PARTE E — JESUS NO GETSÊMANI — PARTE 004

O PECADO — ESTUDOS 013F — PECADO E O CASTIGO PARTE F — JESUS NO GETSÊMANI — PARTE 005

O PECADO — ESTUDOS 014A — O PECADO PARA A MORTE — PARTE A — INTRODUÇÃO — QUESTÕES HERMENÊUTICAS

O PECADO — ESTUDOS 014B — O PECADO PARA A MORTE — PARTE B —DIFERENTES TIPOS DE PENAS E CASTIGOS PARA O PECADO IMPERDOÁVEL

O PECADO — ESTUDOS 014C — O PECADO PARA A MORTE — PARTE C —DIFERENTES TIPOS DE PESSOAS QUE PODEM COMETER O  PECADO IMPERDOÁVEL
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/08/um-estudo-sobre-o-pecado-parte-014_13.html

Grande Abraço e que Deus possa abençoar a todos.

Alexandros Meimaridis

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quinta-feira, 7 de maio de 2015

PARÁBOLAS DE JESUS - LUCAS 13:6—9 — A PARÁBOLA DA FIGUEIRA ESTÉRIL — SERMÃO 031




Esse artigo é parte da série "Parábolas de Jesus" e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos das verdades contidas nessa série, com aplicações para os nossos dias. No final do artigo você encontrará links para os outros artigos dessa série.

A Parábola da Figueira Estéril — Lucas 13:6—9.

6 Então, Jesus proferiu a seguinte parábola: Certo homem tinha uma figueira plantada na sua vinha e, vindo procurar fruto nela, não achou.

7 Pelo que disse ao viticultor: Há três anos venho procurar fruto nesta figueira e não acho; podes cortá-la; para que está ela ainda ocupando inutilmente a terra?

8 Ele, porém, respondeu: Senhor, deixa-a ainda este ano, até que eu escave ao redor dela e lhe ponha estrume.

9 Se vier a dar fruto, bem está; se não, mandarás cortá-la.

Introdução

A. Estamos expondo as Parábolas proferidas por Jesus e as últimas parábolas que estudamos aparecem, exclusivamente, no Evangelho de Lucas. Além disso as mesmas estão concentradas em uma porção do Evangelho de Lucas que descreve a última viagem de Jesus para Jerusalém.

B. Na parábola anterior nós aprendemos que não existe uma relação na base de um por um entre o mal praticado e sofrimento incorrido.

C. Vimos também que o mal que está dentro de nós, se deixado sem confrontação, acabará nos destruindo. O discurso parabólico foi dirigido a todo o povo de Deus sem exceção.

D. O convite para arrependimento é feito por Jesus baseado no fato de que Deus, o nosso Deus é rico em perdoar.

E. A Parábola da Figueira Estéril trabalha nas mesmas linhas de julgamento e misericórdia.

I. A Figueira Estéril

A. A parábola que estamos vendo hoje começa com uma árvore que foi plantada e termina com a ameaça dessa mesma árvore ser arrancada do solo.

B. O motivo para tal ameaça é o fato dessa árvore não estar produzindo os frutos esperados.

C. Mas a favor da árvore ouvimos a voz da misericórdia solicitando graça adicional.

II. Verso 6

A. Um homem tinha uma figueira plantada em sua vinha. Isto era algo comum naqueles dias. Tanto a videira como a figueira foram usadas pelos profetas com símbolos da paz —

Miquéias 4:4

Mas assentar-se-á cada um debaixo da sua videira e debaixo da sua figueira, e não haverá quem os espante, porque a boca do SENHOR dos Exércitos o disse.

B. O fato do dono da vinha não encontrar fruto na figueira é marcante porque as figueiras na palestina produzem frutos durante 10 meses do ano!

C. Da mesma maneira que a primeira parte deste discurso — versos 1 a  —) se referia a todo o povo de Deus cremos que essa segunda parte se refere diretamente à liderança do povo de Deus.

D. Essa é uma das características mais tristes da história do povo de Deus: as lideranças canhestras que se arvoram a dirigir o povo de Deus.

III. Verso 7

A. O dono da vinha e o viticultor haviam cooperado no plantio da figueira e agora conversavam acerca de como resolver o problema.

B. Ao contrário do que podemos pensar muitos anos haviam se passado desde o plantio da figueira.

C. Em nossos dias nós esperamos que uma árvore comece a produzir no seu segundo ou terceiro ano depois de plantada, mas naqueles dias os ouvinte de Jesus sabiam que a situação era diferente.

D. Temos uma lei no livro de Levítico que diz o seguinte —

Levítico 19:23—25

23 Quando entrardes na terra e plantardes toda sorte de árvore de comer, ser-vos-á vedado o seu fruto; três anos vos será vedado; dele não se comerá.

24 Porém, no quarto ano, todo o seu fruto será santo, será oferta de louvores ao SENHOR.

25 No quinto ano, comereis fruto dela para que vos faça aumentar a sua produção. Eu sou o SENHOR, vosso Deus.

Qualquer fruto produzido pela árvore nos três primeiros anos não podia ser consumido. Toda a produção do quarto ano era consagrada a Deus e somente a partir do quinto ano é que os frutos da árvore podiam ser consumidos.

E. Aqui encontramos o dono da vinha procurando fruto na sua árvore no quinto, sexto e sétimo ano!

F. Ordena então que a mesma seja cortada. “Cortada” neste contexto se refere literalmente a ser cortada pela raiz já que não produz os frutos esperados.

G. Como estamos relacionando essa parábola à liderança do povo de Israel, precisamos perguntar: Que frutos eram esperados da liderança? Frutos dignos de corações arrependidos. Frutos que demonstrassem claramente a misericórdia de Deus. Frutos que pudessem servir de exemplo ao povo de Deus.

IV. Verso 8

A. O viticultor intercede a favor da figueira. Ele representa a voz da misericórdia contra a voz do juízo.

B. Ele propõe não somente um tempo adicional, mas propõe medidas adicionais visando resolver o problema.

C. Todo este cuidado demonstra o interesse de Deus para com Seu povo sujeito, muitas vezes, a lideranças canhestras.

D. O uso da palavra grega κόπριαkópria — estrume — único uso em todo o Novo Testamento — visa transmitir um pouco de humor aos ouvintes.

E. As vezes para ajudar a liderança a funcionar como deve Deus precisa colocar um pouco de estrume no caminho deles, ao redor deles. Lideranças cheias de si mesmas e vazias de obras dignas de arrependimento precisam receber de Deus algum estrume que os ajude a cair na real.

F. Ignorar a julgamento de Deus é algo extremamente sério, mas ignorar a misericórdia de Deus é algo mais sério ainda.

G. O profeta Oséias diz:

Oséias 11:8 – 9

Como te deixaria, ó Efraim? Como te entregaria, ó Israel? Como te faria como a Admá? Como fazer-te um Zeboim? Meu coração está comovido dentro de mim, as minhas compaixões, à uma, se acendem. Não executarei o furor da minha ira; não tornarei para destruir a Efraim, porque eu sou Deus e não homem, o Santo no meio de ti; não voltarei em ira.

V. Verso 9

A. Note que não se fala em tempo para a execução do juízo. Nosso Deus, apesar de justo não tem pressa em executar o juízo.

2 Pedro 3:9

Não retarda o Senhor a sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento.

B. É assim Deus nos trata. Sempre nos dá tempo suficiente para nos arrependermos. Se não nos voltamos para Deus aproveitando o tempo que ele nos concede para o arrependimento nada mais resta senão o juízo.

Conclusão:

A. O amor de Deus pela Sua comunidade o leva a advertir a liderança, a ajudar a liderança e a conceder tempo para que esta mesma liderança responda à ação de Deus.

B. A liderança plantada entre o povo de Deus deve produzir os frutos esperados por Deus e não usar o povo de Deus para proveito próprio.

C. Da mesma maneira que a árvore inútil sugava a terra sem nada produzir a liderança canhestra impede o povo de Deus de produzir os frutos que Deus espera.

D. Somente a graça de Deus oferecendo perdão e reforma de vida que pode reverter essa situação. A liderança não pode se renovar por si mesma.



OUTRAS PARÁBOLAS DE JESUS PODEM SER ENCONTRADAS NOS LINKS ABAIXO:

001 – O Sal

002 – Os Dois Fundamentos

003 – O Semeador

004 – O Joio e o Trigo =

005 – O Credor Incompassivo

006 — O Grão de Mostarda e o Fermento

007 — Os Meninos Brincando na Praça

008 — A Semente Germinando Secretamente

009 e 010 — O Tesouro Escondido e a Pérola de Grande Valor

011 — A Eterna Fornalha de Fogo

012 — A Parábola dos Trabalhadores na Vinha

013 — A Parábola dos Dois Irmãos

014 — A Parábola dos Lavradores Maus — Parte 1

014A — A Parábola dos Lavradores Maus — Parte 2

015 — A Parábola das Bodas —

016 — A Parábola da Figueira

017 — A Parábola do Servo Vigilante

018 — A Parábola do Ladrão

019 — A Parábola do Servo Fiel e Prudente

020 — A Parábola das Dez Virgens

021 — A Parábola dos Talentos

022 — A Parábola das Ovelhas e dos Cabritos

023 — A Parábola dos Dois Devedores

024 — A Parábola dos Pássaros e da Raposa

025 — A Parábola do Discípulo que Desejava Sepultar Seu Pai

026 — A Parábola da Mão no Arado

027 — A Parábola do Bom Samaritano — Completo

027A — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 1

027B — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 2 — Os Ladrões e o Sacerdote

027C — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 3 — O Levita

027D — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 4 — O Samaritano

027E — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 5 — O Socorro

027F — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 6 — O transporte até a hospedaria

027G — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 7 — O pagamento final

027H — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 8 — O diálogo final entre Jesus e o doutor da Lei

028 — A Parábola do Rico Tolo —

029 — A Parábola do Amigo Importuno —

030 — A Parábola Acerca de Pilatos e da Torre de Siloé

031 — A Parábola da Figueira Estéril

032 — A Parábola Acerca dos Primeiros Lugares

033 — A Parábola do Grande Banquete

034 — A Parábola do Construtor da Torre e do Grande Guerreiro

035 — Introdução a Lucas 15 — Parábolas Acerca da Condição Perdida da Raça Humana — Parte 001

036 — Introdução a Lucas 15 — Parábolas Acerca da Condição Perdida da Raça Humana — Parte 002

037A — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 001

037B — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 002

037C — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 003

037D — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 004 — A Influência do Antigo Testamento

037E — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 005 — Características Cristológicas da Parábola da Ovelha Perdida

037F — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 006 — A importância das pessoas perdidas.
Que Deus Abençoe a todos. 

Alexandros Meimaridis 

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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

PORQUE OS CHAMADOS EVANGÉLICOS NÃO TÊM FUTURO


"Pastor" Daniel Vieira Desejou a Morte da Presidente Dilma Rousseff

Para falar a verdade é muito difícil discordar de vários amigos que deixaram suas igrejas sob a alegação, que os chamados evangélicos não passam de um grande bando de idiotas.

O motivo principal para a manifestação dessa caracterização é fruto direto das lideranças evangélicas, especialmente as midiáticas, entre outras.

O besteirol é gigantesco e já temos demonstrado isso em vários posts do nosso blog.

A trágica morte do candidato a presidente Eduardo Campos possibilitou inúmeras oportunidades para comentários infelizes, inclusive por parte de pastores do meio evangélico.

Esse é exatamente o caso desse cidadão que atende pelo nome de Pr. Daniel Viera. É isso mesmo: a expressão “Pr.” é parte do seu nome próprio. Esse cidadão se define como: Pregador dos Gideões e Apaixonado por ISRAEL. Ou seja, a perfeita combinação de duas metades, completamente sem nenhum significado.

Pois muito bem, esse senhor, que se diz “pastor” teve o desplante de publicar a seguinte frase em seu Twitter após tomar conhecimento da morte de Eduardo Campos:

“Morre Eduardo Campos, candidato a presidente. Hoje são 13, número do PT. A morte bateu na porta errada, deveria ter levado a DILMA!!”.

 Para aqueles sempre duvidosos que um “ungido” poderia chegar a fazer tal afirmação grotesca, deselegante e imoral, para dizer o mínimo, reproduzimos abaixo a publicação original de seu Twitter, que mesmo que venha a ser apagada, ficará registrada aqui e em vários outros sites como um testemunho perene da calosidade e da falta de compaixão de uma homem, cujo o coração continua sendo de pedra!

 
Fotos capturadas do Tweeter de Daniel Viera.

São atitudes odiosas como essas que colocam, cada vez mais, o chamado povo evangélico, numa rota de colisão com a vasta maioria do povo brasileiro. Esse blog não recomenda o voto na presidente Dilma, mas daí desejar que ela venha morrer num acidente vai muito além do mínimo de decência que esperamos, especialmente de homens e mulheres que adoram títulos como “pastor”, “bispo”, “apóstolo”, “reverendo” e outros semelhantes a esses. Recomendamos que o Ministério Público Federal abra o processo devido para alguém que desejou abertamente a morte da Sra. Presidenta da República Dilma Rousseff. Podemos não gostar de suas políticas, nem de suas ideias e etc., mas daí desejar a morte dela, ou de quem quer que seja, de forma pública, como fez esse sr. é algo que deveria ser tratado da única forma possível: como crime!

Ninguém merece morrer apenas porque não nos agrada ou porque discordamos de alguém no que quer que seja. A isso chamamos de “fundamentalismo” e lamentamos que o “fundamentalismo” do povo chamado evangélico esteja arraigado na mais profunda hipocrisia — disfarçado de amor cristão — como representada pelo cidadão mencionado acima.

Se não mudarmos rapidamente de atitude, o confronto entre os chamados evangélicos e a sociedade brasileira em geral será inevitável e as consequências são imprevisíveis.

Sim, é necessário continuar lutando contra o aborto, contra a homossexualidade, contra as injustiças em geral e etc. Mas tudo isso deve ser feito no campo das ideias e sem ofensas idióticas com a que lemos acima. Se tiver que existir violência que parta daqueles que nos odeiam ou que odeiam a verdade de Deus. Mas que nós nunca possamos servir de pedra de tropeço para ninguém.

Um desafio: escrevam para o sr Daniel Vieira e deixem o mesmo saber quão desagradável, nojento e abominável foi seu infeliz e imoral comentário. Ele poderá ser acessado pelo seguinte Twitter: @prdanielvieira

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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quinta-feira, 17 de abril de 2014

ESTUDO DA VIDA DE JESUS – PARTE 1 – ESTUDO 026 - JESUS E O FIM DAS RELIGIÕES




Essa é uma série cujo propósito é estudar, com profundidade, a vida do Senhor Jesus como apresentada nos quatro Evangelhos. No final de cada estudo você irá encontrar links para outros estudos. A Série tem o título Geral de: Jesus Confronta a Religião, a Sociedade e a Cultura.

Jesus Confronta a Religião, a Sociedade e a Cultura.



Lição 026 – A Revelação de Deus e o Fim das Religiões (23).




F. Como Interpretar os Evangelhos de Forma Independente das Religiões - continuação.

Uma das características mais marcantes do Senhor Jesus é sua atitude de não comprometer suas convicções em troca de apoio e aplauso popular. Nestes dias nós estamos cansados de ver muitos líderes religiosos dispostos a comprometer suas convicções em troca de aceitação. Jesus não, Ele se preocupava em fazer e agradar ao Pai que o havia enviado. Ele não estava interessado naquilo que as pessoas pensavam dele. E as pessoas, em geral, pensavam muito mal de Jesus como vimos anteriormente – elas o chamavam de glutão e beberrão e amigo de publicanos e pecadores. Mas não para por aí. Seus parentes próximos e seus inimigos mais ferozes também tinham opiniões nada elogiosas acerca do Senhor Jesus, como podemos ver a seguir:

1. Os parentes de Jesus achavam que ele estava — ἐξέστη exésti — fora de si ou que estava insano ou maluco da cabeça. Por este motivo saíram atrás dele para o — κρατῆσαι kratêsai — prenderem:

Marcos 3:21

E, quando os parentes de Jesus ouviram isto, saíram para o prender; porque diziam: Está fora de si.

2. Mesmo sua mãe e seus irmãos, nesta mesma ocasião, quiseram chamá-lo para fora da casa em que se encontrava, talvez com o mesmo propósito que os parentes mencionados acima, mas não foram atendidos. Pelo contrário, Jesus deixou claro que fazer a vontade de Deus é nossa tarefa mais importante. Sua mãe e Seus irmãos não foram atendidos!

Ver Marcos 3:31—35

31 Nisto, chegaram sua mãe e seus irmãos e, tendo ficado do lado de fora, mandaram chamá-lo.

32 Muita gente estava assentada ao redor dele e lhe disseram: Olha, tua mãe, teus irmãos e irmãs estão lá fora à tua procura.

33 Então, ele lhes respondeu, dizendo: Quem é minha mãe e meus irmãos?

34 E, correndo o olhar pelos que estavam assentados ao redor, disse: Eis minha mãe e meus irmãos.

35 Portanto, qualquer que fizer a vontade de Deus, esse é meu irmão, irmã e mãe.

3. Ainda neste mesmo contexto os maiores inimigos de Jesus — os fariseus e os escribas — acusaram Jesus de — Βεελζεβοὺλ ἔχε Beelzeboùl eche — possesso de Belzebu — ver Marcos 3:22 e Mateus 12:24.

Como dissemos antes, Jesus era destemido e não usava meias palavras. Através de parábolas, de afirmações e de instruções era sempre contundente. Ele falava assim porque nossas vidas na terra e na eternidade dependem das palavras que ele proferiu:

João 6:63

O espírito é o que vivifica; a carne para nada aproveita; as palavras que eu vos tenho dito são espírito e são vida.

Estes são os motivos porque estamos insistindo na necessidade que temos de fazer uma leitura dos Evangelhos e, por extensão, de toda a literatura da Nova Aliança, que seja independente das formas como são interpretadas pelas religiões. Quando lemos os Evangelhos com esta atitude nós precisamos estar preparados para nos perguntar, vez após vez, o seguinte: 1) Diante da cena que estamos lendo, quais são os conceitos religiosos que estão em evidência aqui?; 2) Como a mensagem de Jesus contrasta com as tendências religiosas tão comuns entre os seres humanos?

O teólogo alemão Ernst Kasëmann diz: “Jesus surgiu rompendo através da piedade e da teologia praticadas por seus contemporâneos, trazendo as promessas e o amor de Deus em vez da lei de Moisés; trouxe também Seu inefável dom, o Espírito Santo, para ocupar o lugar das tradições judaicas; além disso, trouxe uma revelação precisa da vontade de Deus para substituir de uma vez por todas os casuísmos do judaísmo, bem como uma revelação da graça de Deus em lugar das obras de justiça[1].

Outros estudos acerca da vida de Jesus podem ser encontrados nos links abaixo:

001 — Estudos Na Vida de Jesus — Porque Jesus Veio a Este Mundo

002 — Estudos na Vida de Jesus — O Registro Escrito Acerca de Jesus — Parte 001

003 — Estudos na Vida de Jesus — O Registro Escrito Acerca de Jesus — Parte 002.

004 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões —

005 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 2.

006 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 3.

007 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 4.

008 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 5.

009 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 6.

010 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 7.

011 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 8.

012 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 9.

013 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 10.

014 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 11.

015 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 12

016 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 13

017 A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14A

017 B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14B

017 C — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14C

017 D — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14D

018 A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 15A

018 B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 15B

019A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 16A

019B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 16B

020 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 17

021 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 18

022 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 19

023 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 20

024 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 21

025 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 22

026 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 23
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/04/estudo-da-vida-de-jesus-parte-1-estudo.html


OUTROS ESTUDOS ACERCA DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 PODEM SER ENCONTRADOS NOS LINKS ABAIXO:

001 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 027 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 001 — A PLENITUDE DO TEMPO

002 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 028 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 002 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE LUCAS — LUCAS 1:1—4

003 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 029 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 003 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18.

004 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 030 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 004 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 002

005 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 031 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 005 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 003

006 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 032 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 006 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 004

007A — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 033A — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 007A — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 005A — A DIVINDADE DE JESUS E A IGREJADE JESUS CRISTO DOS SANTOS DOS ÚLTIMOS DIAS OU IGREJA DOS MÓRMONS.

007B — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 033B — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 007B — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 005B — A DIVINDADE DE JESUS E AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ

007C — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 033C — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 007C — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 005C — A DIVINDADE DE JESUS E OS ADVENTISTAS DO SÉTIMO DIA

007D — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 033D — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 007D — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 005D — A DIVINDADE DE JESUS E  IGREJA CATÓLICA APÓSTÓLICA ROMANA — PARTE 001

007E — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 002 — ESTUDO 033E — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 007E — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 007E — A DIVINDADE DE JESUS E  IGREJA CATÓLICA APÓSTÓLICA ROMANA — PARTE 002

008 — Estudos na Vida de Jesus — PARTE 002 — ESTUDO 034 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 008 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 008 — A DIVINDADE DE JESUS COMO APRESENTADA PELO EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 001

009 — Estudos da Vida de Jesus – PARTE 2 – ESTUDO 035 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 009 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 009 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 002

010 — Estudos da Vida de Jesus – PARTE 2 – ESTUDO 036 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 010 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 010 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 003

011 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 037 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 011 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 011 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 004

012 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 038 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 012 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 012 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 005

013 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 039 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 013 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 013 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 006

014 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 040 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 014 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 014 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 007

015 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 041 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 015 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 015 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 008

016 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 042 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 016 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 016 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 009

017 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 043 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 017 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 017 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 010

018 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 044 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 018 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 018 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 011

019 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 045 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 019 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 019 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 012

020 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 046 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 020 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 020 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 013

021 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 047 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 021 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 021 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 014


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no facebook através do seguinte link:


Desde já agradecemos a todos.


[1] Kasëmann, Ernst. Jesus Means Freedom. Fortress Press, Philadelphia, 1969.