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terça-feira, 17 de junho de 2014

IGREJA NA INGLATERRA SOFRE PRESSÃO POLICIAL POR ALEGADO “CRIME DE ÓDIO”.


Rob Gladwin by the sign outside Attleborough Baptist Church.

A notícia foi publicada num jornal local “Wymondham and Attleborough Mercury” em 16 de junho de 2014.
As coisas estão assumindo uma direção cada vez mais bizarra na terra da rainha Elisabeth II. A celeuma dessa vez tem a ver com a colocação de um cartaz no quadro de avisos de uma igreja batista.

A igreja batista na localidade de Attleborough em Norfolk na Inglaterra colocou em seu quadro de avisos um cartaz com os seguintes dizeres: “Se você acha que Deus não existe é melhor estar absolutamente certo acerca disso”. O texto aparece acima de uma foto mostrando o que seria uma representação do fogo do inferno.

Rob Gladwin by the sign outside Attleborough Baptist Church.
Robert Gladwin que alegou sentir-se ofendido pelo cartaz

Um jovem cidadão chamado Rob Gladwin procurou a polícia local onde apresentou uma queixa contra a igreja, alegando que sentiu-se ofendido pelo cartaz. Ato contínuo a polícia resolveu iniciar uma investigação por “crime de ódio” contra a igreja batista e seu pastor o Sr. John Rose. Diante da controvérsia o pastor da igreja decidiu retirar o cartaz “ofensivo” do quadro de avisos da igreja.

Um representante da polícia local declarou que a queixa foi registrada como um incidente relacionado a um “crime de ódio”. De acordo com o queixoso Robert Gladwin: “Eu fiquei realmente chocado com o cartaz. Nós estamos vivendo em pleno século 21 e a igreja colocou um cartaz com uma mensagem — dizendo que os que não são cristãos irão queimar no inferno — com a evidente intenção de assustar as pessoas para fazê-las adotar seu modo de pensar. É meu entendimento pessoal que a cristandade é uma religião inclusiva e amorosa em sua natureza”.

Ora, o Sr. Gladwin é livre para pensar o que quiser, mas certamente isso não quer dizer que ele esteja certo em sua definição da cristandade e muito menos da verdadeira fé cristã. Fica evidente que o entendimento do mesmo acerca daquilo que ele chama cristandade, não tem nada a ver com o que é ensinado nas páginas das Sagradas Escrituras. Não é de hoje que temos publicado vários artigos denunciando o estado geral de apostasia — traição à Cristo e à fé cristã — da vasta maioria das igrejas na Inglaterra.

O inferno não é tratado na Bíblia como uma advertência, mas uma verdadeira revelação de Deus acerca da realidade da existência humana, como também são reais a lei da gravidade e o fato que todos os seres humanos estão sujeitos à morte.

O Deus revelado nas Escrituras Sagradas é apresentado com um Deus Santo — algo exclusivo do Deus cristão — e que não tolera o pecado o qual ele pune hoje e irá punir no futuro, inclusive por toda a eternidade.

A Bíblia é bem clara quanto a essa questão: o salário do pecado é a morte —

Romanos 6:23

Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.

A morte aqui referida inclui tanto a morte física — ser separado da vida sobrea terra enquanto se continua vivo — quanto a morte espiritual — ser separado de Deus por toda a eternidade e condenado a sofrimentos proporcionais pelo mau praticado pelos séculos do séculos.

O assunto envolvendo o inferno é uma questão delicada que foi o próprio Senhor Jesus, o único a falar diretamente sobre o assunto. Outros autores do Novo Testamento fizeram referências aos ensinamentos de Cristo ou apenas descreveram o que estavam vendo por meio de visões, como aconteceu com João no livro do Apocalipse.

O ensinamento bíblico acerca do inferno é claro e não tem nenhuma intenção de “assustar” ninguém. Afinal de contas a Bíblia foi escrita para pessoas que pensam e podem refletir sobre suas próprias vidas e o futuro eterno de suas almas. Jesus ensinou sobre o inferno por causa do amor que nutre por suas criaturas e não deseja que nenhuma delas se perca indo para em tão terrível lugar que foi, na realidade, preparado para o diabo e seus anjos.

Ao contrário das ideias fantasiosas do sr. Gladwin, se um paciente está com câncer, nenhum médico vai dispensá-lo dizendo que ele não tem nada! Quando existe uma interdição numa estrada — um grave acidente ou um deslizamento de terra — a polícia rodoviária não faz de conta que nada aconteceu. Muito pelo contrário, eles tomam providências imediatas para impedir que pessoas se machuquem ou percam a vida por causa da situação.

Assim também é com o verdadeiro crente que crê nos ensinamentos das Sagradas Escrituras: não podemos nos refrear de falar a verdade para as pessoas.

Como já temos advertido em outros artigos esses acontecimentos são sinais daquilo que está vindo por aí e que certamente irá afetar os crentes verdadeiros. Quanto a essa multidão de crentes falsos pertencentes ao chamado mundo evangélico, eles não têm nada a temer, porque já abandonaram a pregação acerca do inferno faz muito tempo com suas mensagens triunfalistas de vitórias constantes, mas que nunca se concretizam.

O artigo original publicado no site do jornal Wymondham and Attleborough Mercury poderá ser visto por meio do link abaixo:


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos. 

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

PARÁBOLAS DE JESUS - MATEUS 13:47—50 — A ETERNA FORNALHA DE FOGO — Sermão 011



Esse artigo é parte da série "Parábolas de Jesus" e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos das verdades contidas nessa série, com aplicações para os nossos dias. No final do artigo você encontrará links para os outros artigos dessa série.

AS PARÁBOLAS DE JESUS

A Parábola da Rede de Arrastão 

Mateus 13:47—50

47 O reino dos céus é ainda semelhante a uma rede que, lançada ao mar, recolhe peixes de toda espécie.

48 E, quando já está cheia, os pescadores arrastam-na para a praia e, assentados, escolhem os bons para os cestos e os ruins deitam fora.

49 Assim será na consumação do século: sairão os anjos, e separarão os maus dentre os justos,

50 e os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro e ranger de dentes.

Introdução

·       Existem 39 parábolas contadas por Jesus registradas nos Evangelhos. 

·       10 Parábolas aparecem exclusivamente no Evangelho segundo Mateus. Esta é uma delas. 

·       Jesus ensinava por meio de parábolas tanto para o público em geral como, de forma particular, para seus discípulos. Esta parábola juntamente com as duas anteriores foram proferidas dentro de casa e exclusivamente para seus discípulos – ver exposição através desse link aqui:


·       Esta parábola mantém estreita relação com a parábola da semente germinando secretamente de Marcos 4:26—29 que pode ser lida aqui:


·        Naquela parábola nós vimos que: 

Ø  O reino de Deus ou dos Céus uma vez iniciado através do ministério de Jesus não para mais de crescer. 

Ø  O crescimento do Reino de Deus segue o ritmo determinado por Deus mesmo e não pode ser nem atrasado nem interrompido.
  
Ø  O Reino de Deus irá crescer até o dia da ceifa ou colheita que é o dia do juízo final.
  
  • A Parábola da Rede de Arrastão nos apresenta estas mesmas verdades, mas acrescenta alguns outros aspectos. 
I. A Pescaria – Mateus 13:47—48.


A. A Colheita dos Peixes – verso 47.

1. Tipos diferentes de pesca.

  • A pesca com anzol — Não necessita de maiores explicações.  
  • A pesca com tarrafa — A tarrafa é uma pequena rede circular com chumbo nas pontas e uma corda que circunda o perímetro da mesma e que está firmemente atada no pulso do pescador. O pescador arremessa a tarrafa aberta na água. Os chumbos a fazem afundar, o pescador então começa a puxar a corda atada ao seu pulso que fecha o perímetro da tarrafa e a transforma em um saco aprisionando os peixes que são então puxados para a margem.  
  • A pesca com rede de arrastão — Nesta modalidade um barco leva uma rede que possui pesos de chumbo na sua parte inferior e elementos de flutuação na parte superior e que tem uma de suas pontas atadas firmemente a uma pedra ou estaca na praia. O barco vai até onde a corda permitir e os pescadores começam a despejar a rede na água enquanto o barco faz um movimento semi-circular e começa a retornar para a praia. Ao mesmo tempo em que o barco começa a retornar outros pescadores que ficaram na praia começam a puxar a ponta da corda que fora atada na praia e a rede começa a fechar o cerco e a arrastar todos os peixes que se encontravam naquele local onde a rede foi lançada e outros que estiverem no caminho da rede. 
  • A pesca com a rede de arrastão ilustra a ação inexorável, implacável e que não pode ser impedida, do Reino de Deus que arrasta todo tipo de pessoa para as praias da eternidade, as praias do juízo final, gostem as pessoas deste fato ou não. 
B. A Separação dos Peixes – verso 48.

  • Uma vez trazidos para a praia os peixes são então separados entre os peixes bons para comer, que são guardados em cestos e aqueles que são imprestáveis para consumo humano os quais são deitados fora. 
II. Os Princípios que Jesus Ensinar – verso49.

A. O Reino de Deus é como a rede de arrastão que acabamos de descrever. Vagarosamente mas incansavelmente a rede do Reino de Deus está se movendo através do tempo e se fechando sobre toda a humanidade levando-a para as margens da eternidade onde uma inevitável separação acontecerá.

B. Quando este tempo chegar, Deus enviará Seus anjos para fazer a separação entre aqueles que são chamados bons e ruins no verso 48 e maus e justos no verso 49. É importante que sejam anjos, pois não haverá nenhum tipo de favoritismo.

C. Os maus são chamados por Jesus de πονηροὺς poniroùs — maus. Esta palavra grega πονηροὺς poniroùs é traduzida como: maligno, perverso, injusto, mau, mal, pior, malvado, malfeitor etc. Este também o termo que é a Bíblia muita vezes usa para designar o próprio Diabo ou Satanás. De fato a Bíblia diz de aqueles que fazem as mesmas obras do Diabo são verdadeiramente seus filhos. Esta é a condição de todas as pessoas não regeneradas, são verdadeiros filhos do Diabo — conforme:

João 8:39—49

39 Então, lhe responderam: Nosso pai é Abraão. Disse-lhes Jesus: Se sois filhos de Abraão, praticai as obras de Abraão.

40 Mas agora procurais matar-me, a mim que vos tenho falado a verdade que ouvi de Deus; assim não procedeu Abraão.

41 Vós fazeis as obras de vosso pai. Disseram-lhe eles: Nós não somos bastardos; temos um pai, que é Deus.

42 Replicou-lhes Jesus: Se Deus fosse, de fato, vosso pai, certamente, me havíeis de amar; porque eu vim de Deus e aqui estou; pois não vim de mim mesmo, mas ele me enviou.

43 Qual a razão por que não compreendeis a minha linguagem? É porque sois incapazes de ouvir a minha palavra.

44 Vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhe os desejos. Ele foi homicida desde o princípio e jamais se firmou na verdade, porque nele não há verdade. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira.

45 Mas, porque eu digo a verdade, não me credes.

46 Quem dentre vós me convence de pecado? Se vos digo a verdade, por que razão não me credes?

47 Quem é de Deus ouve as palavras de Deus; por isso, não me dais ouvidos, porque não sois de Deus.

48 Responderam, pois, os judeus e lhe disseram: Porventura, não temos razão em dizer que és samaritano e tens demônio?

49 Replicou Jesus: Eu não tenho demônio; pelo contrário, honro a meu Pai, e vós me desonrais.

D. Por outro lado os bons ou justos são chamados de δικαίων dikaíon – justos. Quando a Bíblia chama alguém de justo não está dizendo que a pessoas tem méritos próprios e sim que foi declarada justa por Deus por causa da obra que Jesus fez conforme:

Filipenses 3:8—9

8 Sim, deveras considero tudo como perda, por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; por amor do qual perdi todas as coisas e as considero como refugo, para ganhar a Cristo

9 e ser achado nele, não tendo justiça própria, que procede de lei, senão a que é mediante a fé em Cristo, a justiça que procede de Deus, baseada na fé. 

E. Por fim Jesus nos diz que os πονηροὺς poniroùs — maus serão lançados em uma fornalha acesa.

  • Esse é um assunto desagradável. 
  • Falar do inferno é sempre difícil. 
  • É tão difícil que o próprio Senhor Jesus teve que nos ensinar acerca desta verdade. 
  • De fato Jesus foi quem mais falou da punição eterna dos ímpios em toda a Bíblia. 
  • Jesus foi o único em todo o Novo Testamento a fazer uso da palavra inferno ᾅδῃς ádes — inferno, como destino dos ímpios com exceção de uma citação do Salmo 61:10 feita por Pedro em Atos 2:27 e de João no livro do Apocalipse. 
  • Novamente, somente Jesus e o apóstolo João no livro do Apocalipse usaram a expressão κάμινον káminon — fornalha, como o destino dos ímpios. 
  • Jesus foi o único a usar a expressão γέενναν τοῦ πυρόςgéennan toû puròs — inferno de fogo como destino dos ímpios, com exceção de Tiago 3:6, que diz que a língua humana é incendiada pelo fogo do inferno para falar mal dos outros. 
  • A expressão λίμνην τοῦ πυρὸς límnen toû puròs — lago de fogo é usada exclusivamente por João no livro do Apocalipse como o destino final dos ímpios incluindo-se aí a própria morte e o inferno. 
  • Jesus foi o único a usar a expressão κόλασιν αἰώνιον kólasin aiónion — castigo eterno, para se referir ao destino dos ímpios. 
  • Se não fosse assim, talvez teríamos grandes dificuldades para aceitar estas verdades. 
  • O fato é que gostemos ou não da idéia, se não nos arrependermos e nos voltarmos para Deus estaremos todos condenados a esta fornalha acesa. 
Conclusão:

1. Jesus nos diz que a humanidade caminha lenta, mas incessantemente para o dia do juízo final.

2. Será possível alguém escapar desse dia? Não!

3. Por este motivo Jesus falou tão claramente acerca da necessidade de arrependimento e de acertar a vida com Deus enquanto há tempo.

4. Esse é um dos motivos porque nós ainda estamos aqui: para advertir a todos acerca do que os espera caso não se arrependam, conforme:

Atos 17:30—31

30 Ora, não levou Deus em conta os tempos da ignorância; agora, porém, notifica aos homens que todos, em toda parte, se arrependam;

31 porquanto estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça, por meio de um varão que destinou e acreditou diante de todos, ressuscitando-o dentre os mortos.

5. Paulo ainda fala da “riqueza da glória da sua herança nos santos” – ver Efésios 1:18.

OUTRAS PARÁBOLAS DE JESUS PODEM SER ENCONTRADAS NOS LINKS ABAIXO:

001 – O Sal

002 – Os Dois Fundamentos

003 – O Semeador

004 – O Joio e o Trigo =

005 – O Credor Incompassivo

006 — O Grão de Mostarda e o Fermento

007 — Os Meninos Brincando na Praça

008 — A Semente Germinando Secretamente

009 e 010 — O Tesouro Escondido e a Pérola de Grande Valor

011 — A Eterna Fornalha de Fogo

012 — A Parábola dos Trabalhadores na Vinha

013 — A Parábola dos Dois Irmãos

014 — A Parábola dos Lavradores Maus — Parte 1

014A — A Parábola dos Lavradores Maus — Parte 2

015 — A Parábola das Bodas —

016 — A Parábola da Figueira

017 — A Parábola do Servo Vigilante

018 — A Parábola do Ladrão

019 — A Parábola do Servo Fiel e Prudente

020 — A Parábola das Dez Virgens

021 — A Parábola dos Talentos

022 — A Parábola das Ovelhas e dos Cabritos

023 — A Parábola dos Dois Devedores

024 — A Parábola dos Pássaros e da Raposa

025 — A Parábola do Discípulo que Desejava Sepultar Seu Pai

026 — A Parábola da Mão no Arado

027 — A Parábola do Bom Samaritano — Completo

027A — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 1

027B — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 2 — Os Ladrões e o Sacerdote

027C — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 3 — O Levita

027D — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 4 — O Samaritano

027E — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 5 — O Socorro

027F — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 6 — O transporte até a hospedaria

027G — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 7 — O pagamento final

027H — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 8 — O diálogo final entre Jesus e o doutor da Lei

028 — A Parábola do Rico Tolo —

029 — A Parábola do Amigo Importuno —

030 — A Parábola Acerca de Pilatos e da Torre de Siloé

031 — A Parábola da Figueira Estéril

032 — A Parábola Acerca dos Primeiros Lugares

033 — A Parábola do Grande Banquete

034 — A Parábola do Construtor da Torre e do Grande Guerreiro

035 — Introdução a Lucas 15 — Parábolas Acerca da Condição Perdida da Raça Humana — Parte 001

036 — Introdução a Lucas 15 — Parábolas Acerca da Condição Perdida da Raça Humana — Parte 002

037A — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 001

037B — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 002

037C — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 003

037D — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 004 — A Influência do Antigo Testamento

037E — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 005 — Características Cristológicas da Parábola da Ovelha Perdida

037F — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 006 — A importância das pessoas perdidas.


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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