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terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

VIDA, MORTE, ESTADO INTERMEDIÁRIO E ETERNIDADE - ESTUDO 014 A - A Vida Depois da Morte - Parte 001


Resultado de imagem para vida depois da morte
Essa é uma série cujo propósito é estudar os conceitos bíblicos de vida, morte, estado intermediário e eternidade. No final de cada estudo você irá encontrar links para outros estudos. A Série tem o título Geral de: Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade.  
Conclusão ao Uso de Corpo, Alma e Espírito na Bíblia
Por terem sido criados à imagem de Deus os seres humanos são distintos dos animais. No caso desses últimos sua força vital se extingue quando os mesmos morrem. Já no caso dos seres humanos sua parte imaterial permanece viva, mesmo depois da morte do corpo físico. Visões antagônicas ao ensinamento das Escrituras já foram abordadas pelo autor do livro do Eclesiastes como sendo meras opiniões humana debaixo do sol

Eclesiastes 1:3

Que proveito tem o homem de todo o seu trabalho, com que se afadiga debaixo do sol?

Eclesiastes 3:19—21

19 Porque o que sucede aos filhos dos homens sucede aos animais; o mesmo lhes sucede: como morre um, assim morre o outro, todos têm o mesmo fôlego de vida, e nenhuma vantagem tem o homem sobre os animais; porque tudo é vaidade.

20 Todos vão para o mesmo lugar; todos procedem do pó e ao pó tornarão.

21 Quem sabe se o fôlego de vida dos filhos dos homens se dirige para cima e o dos animais para baixo, para a terra?

Eclesiastes 4:1

Vi ainda todas as opressões que se fazem debaixo do sol: vi as lágrimas dos que foram oprimidos, sem que ninguém os consolasse; vi a violência na mão dos opressores, sem que ninguém consolasse os oprimidos.

Eclesiastes 9:3

Este é o mal que há em tudo quanto se faz debaixo do sol: a todos sucede o mesmo; também o coração dos homens está cheio de maldade, nele há desvarios enquanto vivem; depois, rumo aos mortos.

O pensamento humanista que transforma o ser humano na medida de todas as coisas e pretende que Deus não existe, reduz o ser humano ao mesmo nível das bestas feras. Se o pensamento humanista fosse verdadeiro, então todos nós deveríamos nos ocupar com uma coisa apenas: hedonismo —

Eclesiastes 5:18

Eis o que eu vi: boa e bela coisa é comer e beber e gozar cada um do bem de todo o seu trabalho, com que se afadigou debaixo do sol, durante os poucos dias da vida que Deus lhe deu; porque esta é a sua porção.

Eclesiastes 10:19

O festim faz-se para rir, o vinho alegra a vida, e o dinheiro atende a tudo.

O hedonismo se torna a única opção porque, no final, nada faz sentido —

Eclesiastes 1:2

Vaidade de vaidades, diz o Pregador; vaidade de vaidades, tudo é vaidade.

Eclesiastes 2:10—11

10 Há alguma coisa de que se possa dizer: Vê, isto é novo? Não! Já foi nos séculos que foram antes de nós.

11 Já não há lembrança das coisas que precederam; e das coisas posteriores também não haverá memória entre os que hão de vir depois delas.

Mas o fato é que o ser humano não é um animal. Ele foi criado à imagem e semelhança do próprio Deus Criador e recebeu uma parte não material na sua composição que sobrevive, mesmo quando seu corpo falece. E assim, a parte não material dos seres humanos retorna sempre para Deus com o intuito de ser julgada —

Eclesiastes 12:6—7

6 Antes que se rompa o fio de prata, e se despedace o copo de ouro, e se quebre o cântaro junto à fonte, e se desfaça a roda junto ao poço,

7 e o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu.

UM CONCEITO UNIVERSAL: A CRENÇA NA VIDA DEPOIS DA MORTE

Apesar da afirmação bíblica que declara que Jesus trouxe à plena luz a imortalidade da parte não material dos seres humanos —

2 Timóteo 1:10

E manifestada, agora, pelo aparecimento de nosso Salvador Cristo Jesus, o qual não só destruiu a morte, como trouxe à luz a vida e a imortalidade, mediante o evangelho.

Foi apenas durante o século XIX — os seres humanos, como sempre, chegaram bem atrasados nessa discussão — que a possível crença na imortalidade da parte imaterial dos seres humanos foi levantada como uma questão universal. Ou seja, a crença na imortalidade tornou-se objeto de discussão no âmbito da história e da antropologia com a pesquisa se estendendo por todos os povos e culturas. Assim, o que até então era apenas objeto de interesse de teólogos e filósofos tornou-se também o interesse dos linguistas, dos historiadores e dos antropólogos.

Os grupos materialistas que haviam adotado com declarada paixão as tolices da teoria da evolução, partiram para implementar suas — da evolução — ideias básicas também sobre a questão da imortalidade. A ideia era demonstrar que quando do surgimento da raça humana não existia uma crença relacionada aos conceitos de vida depois da morte. Eles queriam provar que tais ideias — acerca da imortalidade — foram fruto do desenvolvimento evolutivo dos seres humanos. Essas ideias teriam surgido apenas quando os homens desenvolveram a capacidade de pensar de forma abstrata. Essa era então a ideia básica dos linguistas, historiadores e antropólogos acerca de como surgiu a crença humana na imortalidade. O problema que tinham que enfrentar dizia respeito à necessidade de conseguirem encontrar uma nação ou até mesmo uma civilização na história da humanidade, onde ideias relativas à imortalidade não existissem. Diante das dificuldades enfrentadas nossos amigos evolucionistas estavam dispostos a sentirem-se satisfeitos com a descoberta de uma única tribo primitiva que acreditava que a morte representava a extinção da vida.

O interesse daquele pessoal era motivado pelo fantasma de que a crença na vida depois da morte era algo universal. Que a crença na existência de vida após a morte fosse algo profundamente arraigado na natureza daquilo que os seres humanos eram. À medida que suas pesquisas avançavam ficavam cada vez mais perturbados ao descobrirem que os grandes pensadores de todas as civilizações estudadas acreditavam na vida depois da morte. Aos pouco fora se dando conta que o conceito de imortalidade era, na realidade, autoevidente.

Ora, se a imortalidade era uma crença universal, então certas questões devem surgir naturalmente:

1. A negação da imortalidade é uma negação daquilo que nós, como seres humanos somos em nossa essência?

2. Seria a negação da imortalidade por parte dos evolucionistas uma aberração psicológica?

3. Estariam esses estudiosos ao negarem a existência da imortalidade expressando um desejo de não continuarem a viver depois de mortos nesse mundo?

4. É possível que a negação da vida depois da morte esteja arraigada no medo e no pavor que a ideia de um inferno provoca?

5. Tal rejeição poderia ser fruto de consciências pecaminosas, extremamente culpadas, que viam na extinção da existência uma saída fácil para seus atos reprováveis?

Durante os acalorados debates que seguiram tratando da tentativa de negar a crença na imortalidade, aqueles que acreditavam na mesma apresentaram provas em cima de provas, arqueológicas e literárias, que comprovavam que a crença na imortalidade era algo universal desde os primórdios da existência humana. Por outro lado, os materialistas e evolucionistas continuavam tentando encontrar uma única tribo que fosse — era o elo perdido deles — que não acreditava na imortalidade. O debate estendeu-se por décadas com as provas se avolumando do lado daqueles que acreditavam na imortalidade, enquanto continuava-se esperando a descoberta da tal tribo que provasse a teoria evolutiva da crença na vida depois da morte. De modo surpreendente, a questões foi finalmente decidida com a conclusão de que a crença na imortalidade era algo universal.[1] Toda a pesquisa moderna e as descobertas arqueológicas desde o século XIX apenas vieram a confirmar que a crença na imortalidade consciente era e ainda é, uma crença universal.

CONTINUA...

OUTROS ARTIGOS ACERCA DE VIDA, MORTE, ESTADO INTERMEDIÁRIO E ETERNIDADE
Estudo 001 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Introdução à Hermenêutica ou Interpretação das Escrituras Sagradas
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/04/vida-morte-estado-intermediario-e.html
Estudo 002 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Introdução à Hermenêutica ou Interpretação das Escrituras Sagradas — Parte 002
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/05/vida-morte-estado-intermediario-e.html
Estudo 003 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Introdução à Hermenêutica ou Interpretação das Escrituras Sagradas — Parte 003
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/06/vida-morte-estado-intermediario-e.html
Estudo 004 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — O Ser Humano Como Criatura de Deus — Parte 001
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Estudo 005 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — O Ser Humano Como Criatura de Deus — Parte 002
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/08/vida-morte-estado-intermediario-e.html
Estudo 006 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — O Ser Humano Como Criatura de Deus — Parte 003
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Estudo 007 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Unidade e Diversidade nos Seres Humanos 
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Estudo 008 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Termos Usados no Antigo Testamento — Parte 001
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/12/vida-morte-estado-intermediario-e.html
Estudo 009 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Termos Usados no Antigo Testamento — Parte 002
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/02/vida-morte-estado-intermediario-e.html
Estudo 010 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Termos Usados no Antigo Testamento — Parte 003
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/04/vida-morte-estado-intermediario-e.html
Estudo 011 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Termos Usados no Novo Testamento — Parte 001 ψυχή Psiché
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/06/essa-e-uma-serie-cujoproposito-e.html
Estudo 012 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Termos Usados no Novo Testamento — Parte 002 πνεῦμα pneûma — espírito, καρδίᾳ Kardía — Coração, διανοίᾳ dianoía; φρόνημα frónema; νοήμα noéma; νοῦς nous — Mente.
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/08/vida-morte-estado-intermediario-e.html
Estudo 013 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Termos Usados no Novo Testamento — Parte 003 ἔσω ἄνθρωπον éso ánthropon = homem interior; νεφρόι Nefroi = rins
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/11/vida-morte-estado-intermediario-e.html
Estudo 014 A — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — A Crença na Imortalidade como algo Universal — Parte 001

Estudo 014 B — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — A Crença na Imortalidade como algo Universal — Parte 002
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/05/vida-morte-estado-intermediario-e.html



Estudo 014 C — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — A Crença na Imortalidade como algo Universal — Parte 003.
Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.


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[1] Ver a longa discussão no verbete “alma” no Theological Dictionary of The New Testament editado por Gerhard Kittel e Gerhard Friedrich em alemão, traduzido para o inglês por Geoffrey W. Bromiley e publicado por WM. B. Eerdmans Publishing Company de Grand Rapids. A discussão encontra-se no Volume IX e se estende da página 608 até 666.

terça-feira, 12 de julho de 2016

ENTENDENDO A NÓS MESMOS — ESTUDO 001 A PERSPECTIVA DA CRIAÇÃO — PARTE 001 - SOMOS CRIADOS POR DEUS



O propósito dessa série é nos ajudar a entender a nós mesmos. Partindo de múltiplas perspectivas. A bíblia nos ordena a nos guardar a nós mesmos, a nos santificar, a nós examinar de forma permanente. Devemos manter uma atitude constante de abertura com relação a Deus para permitir que Ele nos encha com o seu Espírito Santo. Nossa intenção é que esse estudo possa cooperar para: 1) mantermos constante nossa vigilância e: 2) abrirmos nossos corações e mentes para que sejamos inundados pela graça santificadora do Espírito Santo.

Recomendamos que o leitor dedique tempo para ler as referências bíblicas de forma meditativa e que aprenda a orar misturando aquilo que a Bíblia diz com suas próprias palavras.

A PERSPECTIVA DA CRIAÇÃO

Introdução

A. Se desejamos entender a nós mesmos, então precisamos iniciar entendendo nossa própria criação. Com isso não desejamos negar que aquilo que somos hoje não seja importante para nosso autoentedimento. Todavia, é necessária a existência duma perspectiva por meio da qual nossa experiência diária possa ser avaliada.

Um breve estudo acerca da nossa criação também é importante, porque por meio dele nós podemos conhecer e apreciar a grandeza do nosso Criador. É algo bastante interessante de ser notado que nosso Deus, geralmente, se refere a Seus atos criativos como uma forma de ilustrar tanto seu poder criador quanto sua própria majestade. Algumas passagens do profeta Isaías merecem destaque:

Isaías 40:12—31

Isaías 42:1—8

Isaías 43:1—28

Isaías 44:21—28

Isaías 45:5—25

A leitura pausada dessas breves passagens devem nos conduzir, necessariamente, a reconhecer a grandeza de Deus, a adora-lo e louvá-lo, a obedecê-lo e a responder do único modo apropriado ao que Ele é.

I. A Posição Bíblica

A. O ser humano foi criado por Deus e não por alguma força evolucionária:

Gênesis 1:26—27

26 Também disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; tenha ele domínio sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todos os répteis que rastejam pela terra.

27 Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.

Isaías 43:10
Vós sois as minhas testemunhas, diz o SENHOR, o meu servo a quem escolhi; para que o saibais, e me creiais, e entendais que sou eu mesmo, e que antes de mim deus nenhum se formou, e depois de mim nenhum haverá.

João 1:1—4

1 No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.

2 Ele estava no princípio com Deus.

3 Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do
que foi feito se fez.

4 A vida estava nele e a vida era a luz dos homens.

B. O ser humano foi criado à imagem e semelhança de Deus.

Gênesis 1:27

Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.

Efésios 4:24
E vos revistais do novo homem, criado segundo Deus, em justiça e retidão procedentes da verdade.

Colossenses 3:10

E vos revestistes do novo homem que se refaz para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou.

1. A imagem natura: Personalidade

a. Por Personalidade devemos entender a existência mínima de autoconsciência e autodeterminação.

b. Por meio da Criação o ser humano foi dotado com a habilidade intelectual, afeição natural e liberdade de tomar decisões

2. A imagem moral: justiça, santidade e conhecimento.

a. Por meio da Criação o ser humano recebeu a habilidade de conhecer a verdade, de amar, de se expressar de forma justa e santa e de tomar decisões acertadas.

b. Por meio da criação o ser humano foi, portanto, capacitado para expressar a si mesmo das maneiras indicadas acima em seu relacionamento com Deus, com outros membros da raça humana, consigo mesmo e com a natureza ao seu redor.

C. O ser humano foi criado para manter um relacionamento com Deus. Por esse motivo, ele recebeu o domínio sobre toda a terra e foi exortado a supervisionar o desenvolvimento adequado da mesma, auxiliando-a a cumprir todo seu potencial —
Gênesis 1:28

E Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todo animal que rasteja pela terra.

Gênesis 2:15

Tomou, pois, o SENHOR Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e o guardar.

Continua...

OUTROS ESTUDOS DA SÉRIE ENTENDENDO A NÓS MESMOS

ENTENDENDO A NÓS MESMOS — ESTUDO 001 — A PERSPECTIVA DA CRIAÇÃO — PARTE 001 — SOMOS CRIADOS POR DEUS

ENTENDENDO A NÓS MESMOS — ESTUDO 001 — A PERSPECTIVA DA CRIAÇÃO — PARTE 002 — SOMOS CRIADOS POR DEUS COMO PESSOAS

ENTENDENDO A NÓS MESMOS — ESTUDO 001 — A PERSPECTIVA DA CRIAÇÃO — PARTE 003 — SOMOS CRIADOS POR DEUS COM VONTADE E RESPONSABILIDADE MORAL



ENTENDENDO A NÓS MESMOS — ESTUDO 001 — A PERSPECTIVA DA CRIAÇÃO — PARTE 004 — SOMOS CRIADOS POR DEUS COMO SEUS REPRESENTANTES E PARA GLORIFICÁ-LO

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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terça-feira, 15 de setembro de 2015

ESTUDO DA VIDA DE JESUS – PARTE 2 – ESTUDO 041 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 008



Essa é uma série cujo propósito é estudar, com profundidade, a vida do Senhor Jesus como apresentada nos quatro Evangelhos. No final de cada estudo você irá encontrar links para outros estudos. A Série tem o título Geral de: Jesus Confronta a Religião, a Sociedade e a Cultura.


II. O Prólogo do Evangelho de João – João 1:1—18 — Continuação

C. Exposição de João 1:1—18 — Continuação.

4. João 1:4 - A vida estava nele e a vida era a luz dos homens.

Vida, vida, vida! Temos sede de viver porque fomos criados para a eternidade —

Salmos 42:2

A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; quando irei e me verei perante a face de Deus?

No verso anterior — João 1:3 — o evangelista declarou que o λόγος lógos participou da criação de todas as coisas nos seus mínimos detalhes. Mas, além disso, João faz questão de afirmar que o λόγος lógos é também, como Deus verdadeiro, o autor da vida. Quando nos referimos à vida, neste contexto, estamos falando de vida eterna. Daquele tipo de vida que é concedida somente aos seres humanos, dentre todas as criaturas que habitam o planeta Terra. Da vida que muda de dimensão, mas que, uma vez criada, não cessa nunca.

O testemunho das Sagradas Escrituras é unânime: o Deus verdadeiro Deus é um Deus vivo e doador da vida —

Jeremias 10:10

Mas o SENHOR é verdadeiramente Deus; ele é o Deus vivo e o Rei eterno; do seu furor treme a terra, e as nações não podem suportar a sua indignação.

Atos 17:24—31

24 O Deus que fez o mundo e tudo o que nele existe, sendo ele Senhor do céu e da terra, não habita em santuários feitos por mãos humanas.

25 Nem é servido por mãos humanas, como se de alguma coisa precisasse; pois ele mesmo é quem a todos dá vida, respiração e tudo mais;

26 de um só fez toda a raça humana para habitar sobre toda a face da terra, havendo fixado os tempos previamente estabelecidos e os limites da sua habitação;

27 para buscarem a Deus se, porventura, tateando, o possam achar, bem que não está longe de cada um de nós;

28 pois nele vivemos, e nos movemos, e existimos, como alguns dos vossos poetas têm dito: Porque dele também somos geração.

29 Sendo, pois, geração de Deus, não devemos pensar que a divindade é semelhante ao ouro, à prata ou à pedra, trabalhados pela arte e imaginação do homem.

30 Ora, não levou Deus em conta os tempos da ignorância; agora, porém, notifica aos homens que todos, em toda parte, se arrependam;

31 porquanto estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça, por meio de um varão que destinou e acreditou diante de todos, ressuscitando-o dentre os mortos. 

Com relação específica aos seres humanos em Gênesis 2:7 nós somos ensinados que:

Então, formou o SENHOR Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem passou a ser alma vivente.

Ao contrário do que aconteceu com todos os outros seres vertebrados criados — peixes, anfíbios, repteis, aves e mamíferos que foram produzidos dentro das águas e no ar ou pela própria terra, segundo a Palavra falada por Deus —

Gênesis 1:20—25

20 Disse também Deus: Povoem-se as águas de enxames de seres viventes; e voem as aves sobre a terra, sob o firmamento dos céus.

21 Criou, pois, Deus os grandes animais marinhos e todos os seres viventes que rastejam, os quais povoavam as águas, segundo as suas espécies; e todas as aves, segundo as suas espécies. E viu Deus que isso era bom.

22 E Deus os abençoou, dizendo: Sede fecundos, multiplicai-vos e enchei as águas dos mares; e, na terra, se multipliquem as aves.

23 Houve tarde e manhã, o quinto dia.

24 Disse também Deus: Produza a terra seres viventes, conforme a sua espécie: animais domésticos, répteis e animais selváticos, segundo a sua espécie. E assim se fez.

25 E fez Deus os animais selváticos, segundo a sua espécie, e os animais domésticos, conforme a sua espécie, e todos os répteis da terra, conforme a sua espécie. E viu Deus que isso era bom.

a criação dos seres humanos é descrita de um modo a destacar o cuidado e o zelo de Deus por estas criaturas especiais, porque criadas conforme à imagem e semelhança de Deus. É o próprio Deus quem molda e forma o ser humano. Além disso, Deus sopra diretamente nas narinas daquele ser moldado do barro, e este sopro leva consigo a essência da personalidade de Deus — o fôlego de Vida. O resultado não poderia ser outro senão esse que está ali declarado: o homem passou a ser alma vivente. Essa vida, diferente da vida que existe nos animais, é o fundamento ou base da dignidade humana. Quando os seres humanos são degradados ao nível de meros “animais evoluídos” perdem sua dignidade e podem ser tratados como tratamos qualquer outro animal. O sopro de Deus injeta no corpo inerte, feito de barro, do nosso primeiro ancestral sua parte não material e eterna, já que o sopro vem de um Deus que é eterno, que o transforma em um ser pessoal, i.e., com personalidade.

A vida distinta dos seres humanos é discernida de forma simples pela inteligência e tudo o que essa mesma inteligência é capaz de produzir. Mas para que o homem — macho e fêmea — não se exalte, Deus lhe atribui o nome de אָדָם Adam — procedente de “adamah”, que é descritivo do pó ou barro que forma a superfície da terra —

Gênesis 5:2

Homem e mulher os criou, e os abençoou, e lhes chamou pelo nome de Adão, no dia em que foram criados. 

No grego, esta mesma relação foi mantida, pois a palavra “homo” que caracteriza o gênero dos hominídeos procede da expressão “húmus” que constitui parte da superfície da Terra. Esta é estampa divina colocada sobre os seres humanos: eles possuem o — fôlego de vida — soprado pelo próprio Deus Criador, mas ainda assim, são meras criaturas moldadas do pó da terra, pó esse ao qual deverão retornar um dia —

Gênesis 3:19

No suor do rosto comerás o teu pão, até que tornes à terra, pois dela foste formado; porque tu és pó e ao pó tornarás.

Enquanto isso, a parte imaterial seguirá sua jornada por toda eternidade, já que a mesma é imortal porque procede do Deus Eterno e Imortal. Ao criar nosso primeiro pai — Adão — Deus outorgou-lhe a capacidade de gerar filhos à sua própria imagem e semelhança perpetuando, desta forma, o tipo de vida que lhe foi concedida no princípio pelo próprio Deus —

Gênesis 5:3

Viveu Adão cento e trinta anos, e gerou um filho à sua semelhança, conforme a sua imagem, e lhe chamou Sete.

Em João 1:4 o λόγος lógos é citado como sendo também o autor e doador da vida que anima todos os seres humanos. Ele possui o mesmo atributo que é referido ao Deus Criador, porque é o próprio Deus Criador.

Outros estudos acerca da vida de Jesus podem ser encontrados nos links abaixo:

001 — Estudos Na Vida de Jesus — Porque Jesus Veio a Este Mundo

002 — Estudos na Vida de Jesus — O Registro Escrito Acerca de Jesus — Parte 001

003 — Estudos na Vida de Jesus — O Registro Escrito Acerca de Jesus — Parte 002.

004 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões —

005 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 2.

006 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 3.

007 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 4.

008 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 5.

009 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 6.

010 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 7.

011 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 8.

012 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 9.

013 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 10.

014 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 11.

015 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 12

016 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 13

017 A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14A

017 B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14B

017 C — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14C

017 D — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14D

018 A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 15A

018 B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 15B

019A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 16A

019B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 16B

020 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 17

021 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 18

022 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 19

023 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 20

024 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 21

025 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 22

026 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 23
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/04/estudo-da-vida-de-jesus-parte-1-estudo.html

OUTROS ESTUDOS ACERCA DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 PODEM SER ENCONTRADOS NOS LINKS ABAIXO:
001 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 027 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 001 — A PLENITUDE DO TEMPO
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/05/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
002 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 028 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 002 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE LUCAS — LUCAS 1:1—4
003 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 029 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 003 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 001
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/07/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
004 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 030 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 004 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 002
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/08/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
005 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 031 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 005 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 003
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/09/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
006 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 032 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 006 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 004
007A — A DIVINDADE DE JESUS E A IGREJA DE JESUS CRISTO DOS SANTOS DOS ÚLTIMOS DIAS OU IGREJA DOS MÓRMONS.
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/11/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
007C —  A DIVINDADE DE JESUS E OS ADVENTISTAS DO SÉTIMO DIA
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/11/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo_30.html
007D — A DIVINDADE DE JESUS E  IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA — PARTE 001http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/12/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
007E — A DIVINDADE DE JESUS E  IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA — PARTE 002http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/12/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo_3.html
008 — A DIVINDADE DE JESUS COMO APRESENTADA PELO EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 001
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/12/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo_31.html
009 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 002
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/02/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
010 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 003
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/03/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
011 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 004http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/05/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
012 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 005http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/06/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
013 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 006
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/07/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
014 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 007
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/08/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
015 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 008
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/09/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
016 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 009
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/11/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
017 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 010
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/12/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
018 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 011
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/02/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
019 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 012
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/04/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
020 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 013
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/06/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
21 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 014
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/08/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
022 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 015 — A LUZ DOS HOMENS
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/10/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
023 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 016 — JESUS VEIO TRAZER O PERDÃO E A SALVAÇÃO DE DEUS
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/12/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo_8.html
024 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 017 — JESUS É O MESSIAS PROMETIDO NA PROFECIA DAS 70 SEMANAS
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/12/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo_11.html
025 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 018 — JESUS É O SOL DA JUSTIÇA PROMETIDO NA PROFECIA DE MALAQUIAS
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/01/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
26 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 019 — O TESTEMUNHO DE JOÃO ACERCA DE JESUS
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/02/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
27 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 020 — O TESTEMUNHO DE JOÃO ACERCA DE JESUS — PARTE 002

Que Deus abençoe a todos. 

Alexandros Meimaridis 

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Desde já agradecemos a todos.