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sábado, 25 de abril de 2015

A HISTÓRIA POR TRÁS DE "PECADORES NAS MÃOS DE UM DEUS IRADO"



O material abaixo foi publicado pelo site da editora Fiel e é de autoria de George Mardsen.

No outono 1740, a visita de George Whitefield a Jonathan Edwards trouxe consigo uma onda de entusiasmo com respeito à fé. Um novo avivamento irrompeu. Muitos clérigos da Nova Inglaterra começaram a ser itinerantes e a cruzar os interiores da região, pregando o avivamento. Pastores estabelecidos também achavam que provavelmente despertariam mais fervor espiritual se eles mesmos se aventurassem fora de suas paróquias. Ninguém tinha visto um avivamento desta dimensão antes. Até em Boston, ministros favoráveis ao avivamento registraram interesses espirituais sem precedentes e uma aparente transformação da cidade. Este grande avivamento também cresceu dramaticamente em intensidade. Em resposta à pregação de avivamento, pessoas choravam frequentemente pelo estado de sua alma, desfaleciam e eram até tomadas de êxtases.

Edwards aproveitou o momento de uma maneira que tem sido lembrada por muito tempo. Seguindo as novas tendências do avivamento, ele alterou seus sermões para criar uma intensidade dramática e começou a pregar mais fora de sua paróquia. Essa combinação levou ao mais famoso – ou infame – incidente de sua vida: a pregação de “Pecadores nas mãos de um Deus irado”, em Enfield (Connecticut).

O ambiente era uma vila próxima da fronteira de Massachusetts e Connecticut, em meados de julho de 1741. A cidade vizinha, Suffield, estivera experimentando um avivamento admirável por algum tempo. No domingo, três dias antes do seu sermão em Enfield, Edwards, como um ministro convidado, presidira um culto de Ceia do Senhor em que um número admirável de 97 pessoas foram recebidas como membros comungantes. O avivamento em Suffield havia produzido intensas erupções de êxtases. Na segunda-feira, depois do culto de comunhão, Edwards pregou numa “reunião privada” para uma multidão aglomerada em dois grandes cômodos de uma casa. Um visitante que chegara depois do sermão disse que a uma distância de 400 metros já podia se ouvir berros, gritos e lamentos, “como de mulheres em dores de parto”, quando as pessoas agonizavam pelo estado de sua alma. Alguns desmaiaram ou entraram em transe; outros foram tomados de extraordinário chacoalho no corpo. Edwards e outros oraram com muitos dos consternados e levaram alguns a “diferentes graus de paz e alegria, alguns a enlevo, tudo exaltando o Senhor Jesus Cristo”, e exortaram outros a se achegarem ao Redentor.

Dois dias depois, Edwards se uniu a um grupo de pastores visitantes que estava tentando propagar o avivamento até Enfield, e lhe pediram, tendo em mente, sem dúvida, o seu sucesso em Enfield, que pregasse um sermão. Edwards não era como Whitefield, que poderia cativar uma congregação por meio de eloquência dramática e espontânea. Sua voz era fraca, e pregava com base num manuscrito que ele havia quase memorizado. Usava poucos gestos e fazia pouco contato de olhos. Dizia-se que ele parecia estar fitando a corda do sino no fundo da igreja. Apesar disso, seus sermões eram uma combinação de lógica muito clara e intensidade espiritual que poderia, às vezes, encantar seus ouvintes. No caso de “Pecadores”, diferentemente de muitos dos seus sermões, ele acrescentou muitas ilustrações vívidas. A combinação se revelou poderosa.

“Pecadores” é citado habitualmente como um exemplo da severidade da pregação de fogo do inferno na América primitiva. Entretanto, vê-lo apenas como isso é perder de vista maior parte da verdade. Os pregadores desta época pregavam com regularidade sobre o inferno porque acreditavam que ele era uma realidade terrível sobre a qual as pessoas precisavam ser alertadas. Eles consideravam a doutrina da punição eterna como misteriosa e aterrorizante, mas o próprio Jesus se referira a ela, e a maioria dos cristãos, em todas as eras, o entendera no sentido real. Alertar os paroquianos quanto ao perigo real era uma coisa amável a ser feita, e, quanto mais um ministro pudesse ajudá-los a sentir verdadeiramente seu perigo, tanto mais eficaz era a advertência. Até pregadores de um tipo liberal usavam a doutrina das recompensas e punições eternas para ajudar a controlar as pessoas moralmente. Para os cristãos orientados por conversões, mais do que moralidade estava em jogo. Evangélicos como Edwards falavam de “avivamentos” porque as pessoas que eram cegadas pelos prazeres de seus pecados necessitavam ser vivificadas para ver seu imenso perigo e o remédio de Deus em Cristo.

No famoso sermão de avivamento de Edwards, ele admitiu o fogo do inferno como algo real e colocou a ênfase na solene tensão entre o julgamento de Deus e a misericórdia de Deus. Edwards apresentou Deus como o juiz perfeitamente justo que estava corretamente indignado em face da rebelião dos seres humanos contra seu amor. Ao mesmo tempo, Deus havia se restringido misericordiosamente, por um tempo, na execução de seus juízos, para dar aos pecadores uma oportunidade de receberem o amor redentor de Cristo e serem salvos da condenação horrível, justa e certa.

Edwards formulou as imagens impressionantes do sermão ao redor da ira de Deus iminente e retida por muito tempo. “As negras nuvens da ira de Deus [estão] pairando sobre a nossa cabeça, cheias de tempestade horrível e grandes trovões.” Ou “como grandes águas que são represadas no presente; elas aumentam cada vez mais e sobem cada vez mais”. Outra vez, “o arco da ira de Deus está armado, e a flecha está pronta na corda, e a justiça dispara a flecha em seu coração e desarma o arco”. Assim, Edwards acumulava imagem sobre imagem. Além disso, ele insistia em que não era a ira ou a justiça que estava errada, mas a pecaminosidade essencial de cada pessoa que tornava justo o julgamento. “A sua impiedade o torna tão pesado quanto o chumbo e o faz tender para baixo, com grande peso e pressão, rumo ao inferno”. “Homens não convertidos andam sobre o abismo do inferno, em uma cobertura podre”, e podem cair a qualquer momento. Ou na passagem mais famosa: “O Deus que o segura sobre o abismo do inferno, muito mais do que alguém segura uma aranha ou algum outro inseto abominável sobre um fogo... não é nada, senão a mão de Deus que o segura para não cair no fogo cada momento; e o fato de que você não foi para o inferno na noite passada tem de ser atribuído a nada mais”, ou “visto que você se levantou nesta manhã”, ou “visto que você está sentado aqui na casa de Deus”. “Ó pecador!”, ele apelou. “Considere o terrível perigo em que você está... você está pendurado em um fio muito tênue, e as chamas da ira divina ao redor dele, prontas a cada momento a queimá-lo, e queimá-lo totalmente; e nada você tem... em que segurar para salvar a si mesmo... nada que possa fazer para levar a Deus a poupá-lo por mais um momento.”

Edwards nunca terminou o sermão em Enfield. O tumulto se tornou muito grande quando a audiência foi tomada por gritos, lamentos e clamores: “O que farei para ser salvo? Oh! estou indo para o inferno! Oh! o que farei por Cristo?” Um dos ministros registrou que “os gritos agudos e clamores eram comoventes e admiráveis”. Várias “pessoas foram esperançosamente mudadas naquela noite. Oh! que prazer e alegria havia em seus semblantes!”

O sermão e seus efeitos foram ainda mais assustadores porque a cacofonia no recinto impediu Edwards de chegar à parte que abordava a misericórdia de Deus: “E agora vocês têm uma oportunidade extraordinária, um dia em que Cristo abriu amplamente a porta de misericórdia e está à porta chamando e clamando, com voz alta, a pobres pecadores”. Estes eram temas que Edwards pregava frequentemente em seus outros sermões. Neste dia específico, ele planejara lembrar os ouvintes de tão grande provisão, de como muitos outros tinham ouvido o chamado de Cristo com amor e alegria e de “quão terrível é ser deixado para trás num dia como esse!” Ironicamente, seus ouvintes o impediram de chegar às boas novas que lhes viera comunicar.

Edwards podia, literalmente, amedrontar uma audiência, mas também possuía um lado muito mais gentil. Temos um vislumbre dessa qualidade de cuidado pastoral em uma carta de conselho que Edwards escreveu naquele mesmo verão. Deborah Hathaway, uma jovem de 18 anos convertida no avivamento de Suffield, se voltara a Edwards em busca de conselho. Por isso, ele ofereceu uma lista de orientações para jovens cristãos. Em um tempo, esta carta ficou talvez mais amplamente conhecida do que “Pecadores”, visto que nos anos anteriores à Guerra Civil Americana ela foi impressa em grandes números como um folheto intitulado “Conselho a Jovens Convertidos”. Na carta, Edwards salientava a importância de humildade e de não ser desanimado. O tom de Edwards na carta oferece um impressionante contraste com “Pecadores nas Mãos de um Deus Irado”. O Deus trino é não apenas o espantosamente justo juiz, mas também o Cristo amável, cujas mãos são gentis. “Em todo o seu proceder”, Edwards instou, “ande com Deus e siga a Cristo como uma criança pequena, frágil e dependente, agarrando a mão de Cristo, mantendo os olhos nas marcas das feridas no lado e nas mãos dele, de onde vem o sangue que purifica você do seu pecado”.

Fonte: trecho do livro "A Breve Vida de Jonathan Edwards", por George Marsden.

O artigo original poderá ser visto por meio desse link aqui:


Que Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis

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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

ESTUDO DA VIDA DE JESUS – PARTE 2 – ESTUDO 035 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 002



Essa é uma série cujo propósito é estudar, com profundidade, a vida do Senhor Jesus como apresentada nos quatro Evangelhos. No final de cada estudo você irá encontrar links para outros estudos. A Série tem o título Geral de: Jesus Confronta a Religião, a Sociedade e a Cultura.

Jesus Confronta a Religião, a Sociedade e a Cultura.

Lição 035 – OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 009.

II. O Prólogo do Evangelho de João – João 1:1—18 — Continuação

C. Exposição de João 1:1—18 — Continuação.


2. João 1:2 - Ele estava no princípio com Deus.

A. Como uma espécie de reafirmação da divindade do Senhor Jesus, a apóstolo João nos oferece o verso 2. Neste verso temos numa frase apenas, a repetição de todo o conteúdo de João 1:1. Precisamos nos lembrar que a expressão “princípio” aqui, como no verso 1, não está fazendo referência ao momento quando as coisas e os seres começaram a ser criados. Mas, pelo contrário, ela faz referência à eternidade que existia antes da criação. E João, de forma mais simples possível, nos diz que o verbo já estava lá com Deus. Ele não veio a estar com Deus, como se houvesse sido criado, mas já estava com Deus na eternidade. Essa verdade é afirmada pelo Senhor Jesus em —

João 17:5

E, agora, glorifica-me, ó Pai, contigo mesmo, com a glória que eu tive junto de ti, antes que houvesse mundo.

Este autor não entende o exercício insano de todos aqueles que querem negar o fato de que o Senhor Jesus Cristo é Deus.

B. As implicações teológicas da afirmação Joanina no verso 2 são como seguem:

1. Com respeito à essência e substância: O Verbo era Deus, mas ao mesmo tempo uma pessoa distinta em substância porque o Verbo estava com Deus. Mas como o Verbo era também o próprio Deus, então possuía a mesma substância. Não pretendemos, realmente, entender estas coisas, porque achamos que seria muita pretensão tentar “entender” Deus —

Hebreus 1:3

Ele, que é o resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser, sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, depois de ter feito a purificação dos pecados, assentou-se à direita da Majestade, nas alturas.

2. Com respeito à felicidade ou gozo: Pai e Verbo são idênticos no gozo ou alegria que desfrutavam antes da criação – ver João 17:5 acima.

3. Com respeito ao “conselho” ou “desígnio”: o apóstolo Paulo nos diz que a salvação era um mistério que estava oculto em Deus antes da criação dos mundos —

Efésios 3:9

E manifestar qual seja a dispensação do mistério, desde os séculos, oculto em Deus, que criou todas as coisas.


No tempo determinado por Deus, o Verbo em forma de Jesus veio para nos conduzir a Deus —

1 Pedro 3:18

Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus; morto, sim, na carne, mas vivificado no espírito.

de tal forma que o Pai e Verbo mantêm plena afinidade nesta questão —

Zacarias 6:12—13

12 E dize-lhe: Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Eis aqui o homem cujo nome é Renovo; ele brotará do seu lugar e edificará o templo do SENHOR.

13 Ele mesmo edificará o templo do SENHOR e será revestido de glória; assentar-se-á no seu trono, e dominará, e será sacerdote no seu trono; e reinará perfeita união entre ambos os ofícios.

Mateus 11:27

Tudo me foi entregue por meu Pai. Ninguém conhece o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar.

O motivo principal porque a Bíblia nos ensina que o Messias — Jesus vinha da parte de Deus é exatamente porque “Ele estava no princípio com Deus”.

C. Mas João 1:2 cumpre outro propósito. Ele serve de transição na discussão entre o ser pessoal representado pelo Verbo e Sua manifestação na obra da criação. Para João, inspirado pelo Espírito Santo, as coisas são bem naturais e lógicas: Se esse mesmo Verbo e não outro, era Deus mesmo, e se esse Verbo estava em plena comunhão com Deus no princípio, então nada mais evidente do que a conclusão que segue de que “todas as coisas foram feitas por Ele” — ver João 1:3. De forma sutil o evangelista atribui ao Verbo a vontade, a sabedoria, o conhecimento e a força necessárias para implementar a criação. Como criador fica evidenciado seu estreito relacionamento com as coisas e os seres criados, especialmente os seres humanos. É a criação que faculta a encarnação e trabalho redentor do Verbo na forma de Jesus. A relação entre criação e redenção muitas vezes não é enfatizada o suficiente no nosso meio, mas está implícita em versos tais como —

Isaías 46:4

Até à vossa velhice, eu serei o mesmo e, ainda até às cãs, eu vos carregarei; já o tenho feito; levar-vos-ei, pois, carregar-vos-ei e vos salvarei.

A redenção só é possível por causa da criação. O homem foi criado à imagem e semelhança de Deus e está destinado a ter esta imagem plenamente restaurada mediante a obra redentora do Verbo em forma de Jesus.

CONTINUA...
Outros estudos acerca da vida de Jesus podem ser encontrados nos links abaixo:

001 — Estudos Na Vida de Jesus — Porque Jesus Veio a Este Mundo

002 — Estudos na Vida de Jesus — O Registro Escrito Acerca de Jesus — Parte 001

003 — Estudos na Vida de Jesus — O Registro Escrito Acerca de Jesus — Parte 002.

004 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões —

005 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 2.

006 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 3.

007 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 4.

008 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 5.

009 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 6.

010 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 7.

011 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 8.

012 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 9.

013 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 10.

014 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 11.

015 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 12

016 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 13

017 A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14A

017 B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14B

017 C — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14C

017 D — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14D

018 A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 15A

018 B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 15B

019A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 16A

019B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 16B

020 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 17

021 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 18

022 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 19

023 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 20

024 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 21

025 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 22

026 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 23
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/04/estudo-da-vida-de-jesus-parte-1-estudo.html

OUTROS ESTUDOS ACERCA DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 PODEM SER ENCONTRADOS NOS LINKS ABAIXO:
001 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 027 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 001 — A PLENITUDE DO TEMPO
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/05/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
002 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 028 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 002 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE LUCAS — LUCAS 1:1—4
003 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 029 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 003 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 001
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/07/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
004 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 030 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 004 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 002
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/08/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
005 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 031 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 005 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 003
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/09/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
006 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 032 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 006 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 004
007A — A DIVINDADE DE JESUS E A IGREJA DE JESUS CRISTO DOS SANTOS DOS ÚLTIMOS DIAS OU IGREJA DOS MÓRMONS.
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/11/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
007C —  A DIVINDADE DE JESUS E OS ADVENTISTAS DO SÉTIMO DIA
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/11/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo_30.html
007D — A DIVINDADE DE JESUS E  IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA — PARTE 001http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/12/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
007E — A DIVINDADE DE JESUS E  IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA — PARTE 002http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/12/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo_3.html
008 — A DIVINDADE DE JESUS COMO APRESENTADA PELO EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 001
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/12/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo_31.html
009 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 002
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/02/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
010 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 003
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/03/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
011 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 004http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/05/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
012 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 005http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/06/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
013 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 006
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/07/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
014 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 007
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/08/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
015 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 008
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/09/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
016 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 009
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/11/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
017 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 010
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/12/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
018 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 011
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/02/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
019 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 012
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/04/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
020 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 013
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/06/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
21 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 014
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/08/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
022 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 015 — A LUZ DOS HOMENS
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/10/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
023 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 016 — JESUS VEIO TRAZER O PERDÃO E A SALVAÇÃO DE DEUS
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/12/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo_8.html
024 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 017 — JESUS É O MESSIAS PROMETIDO NA PROFECIA DAS 70 SEMANAS
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/12/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo_11.html
025 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 018 — JESUS É O SOL DA JUSTIÇA PROMETIDO NA PROFECIA DE MALAQUIAS
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/01/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
26 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 019 — O TESTEMUNHO DE JOÃO ACERCA DE JESUS
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/02/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
27 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 020 — O TESTEMUNHO DE JOÃO ACERCA DE JESUS — PARTE 002

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Alexandros Meimaridis 

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terça-feira, 16 de dezembro de 2014

ANDREW MURRAY - ESTUDO 001 - A VONTADE DE DEUS — A GLÓRIA DO CÉU


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ESSA SÉRIE DE ARTIGOS ESTÁ BASEADA EM UM LIVRO ESCRITO POR ANDREW MURRAY CUJO TÍTULO ORIGINAL É: NOT MY WILL OU NÃO A MINHA VONTADE. ESPERAMOS E ORAMOS QUE TODOS POSSAM SER RICAMENTE ABENÇOADOS POR MEIO DESSAS MEDITAÇÕES

Mateus 6:10

Venha o teu reino; faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu.

Um dos motivos porque o Senhor Jesus tornou-se homem foi para fazer a vontade de Deus, e também para nos ensinar a vontade do Pai, de tal modo que possamos experimentar a vida celestial ainda quando nos encontramos aqui mesmo sobre a terra. Jesus nos fala do céu como o lugar onde a bem-aventurança consiste em se fazer a vontade de Deus sempre e com alegria. Ele nos ensinou a orar acerca disso e a desejar, sinceramente, tal realidade: de que a vontade de Deus seja feita sobre a terra assim como é feita no céu.

Não podemos duvidar que um dos motivos porque estamos vivendo dias tão confusos e com tanta desvirtuação da mensagem do Evangelho seja porque a vasta maioria do povo chamado evangélico vivem imersos nas mais densas trevas produzidas pelas falsas mensagens a que estão expostos e não conhecem nem desejam fazer a vontade de Deus, mas estão apenas a procura de bênçãos materiais.

Agora, todos aqueles que se entregam por completo ao Senhor e que fazem de sua verdadeira alegria o simples ato de conhecer e manter um relacionamento de dependência de Deus, esses então irão experimentar os privilégios que estão unidos ao ato de fazer a vontade de Deus. O resultado final disso será que as trevas em que se encontram serão dissipadas e a tristeza por não ter seus desejos nunca atendidos será substituída por uma verdadeira alegria. Eu convido a todos a se unirem comigo nessa série de breves meditações para ouvir o que Deus tem oara nos ensinar acerca desse assunto.

O convite é para todos. Caso você ainda esteja vivendo em pecado e uma vida marcada pelo mais vil mundanismo, pare um pouco e pense nessas palavras; Deus deseja que você faça a vontade DELE. Foi com esse propósito que Deus trouxe você para esse mundo. Deus tem todo o direito de exigir isso de você. E Deus e muito digno que você faça a vontade DELE. Esse é o único e verdadeiro caminho para a felicidade mais completa. Ninguém pode experimentar as bênçãos do céu aqui ou na eternidade a menos que esteja disposto a fazer a vontade de Deus HOJE. Acalme-se por um momento, e então, se pergunte: Alguma vez eu disse ao Criador? Deus, tu tens o direito de me pedir isso; eu desejo fazer Tua vontade em todas as coisas.

Talvez você seja um crente novo ou até mesmo um crente fraco. Talvez você não consiga entender, por que sua vida cristã avança tão devagar. Eu gostaria de te mostrar, pela Palavra de Deus, que isso ocorre porque você ainda não se entregou por completo para fazer a vontade de Deus. Quando o tentador quis plantar na mente de Eva a ideia de que não era justo que Deus os proibisse de comer de qualquer árvore do jardim, ela procurou levantar dúvidas na mente de Eva, perguntando: Foi assim que Deus disse? Esse mesmo tentador nos seduz a duvidar e a pecar sugerindo: Deus disse isso meso? Deus proibiu mesmo você de fazer aquilo que você gostaria? Deus disse que você nunca poderia fazer algo que deseja e fazer, exclusivamente, a vontade DELE? Isso me soa mais como uma tentação preparada no inferno. A vontade de Deus é apenas o amor divino e a bem-aventurança eterna. Vamos nos consagrar, por completo, à vontade de Deus, declarando que a mesma é nossa alegria e vida, sempre e em todas as coisas.

Na oração perfeita que o Senhor Jesus nos ensinou, Ele procura despertar em nós esse desejo. Os seres humanos são motivados pelos seus desejos e necessidades. Se vontade nunca venceremos qualquer dificuldade que seja. O Senhor Jesus nos diz para desejarmos a vontade do pai, a vontade que é feita no céu e o torna em um lugar de bem-aventurança. A vontade de Deus também pode ser feita na terra. Desse modo nós nos tornamos como aqueles que estão, agora mesmo, no céu. Coloque isso como um alvo do teu coração, deseje ardentemente isso e ore: Seja feita a Tua vontade assim na terra como no céu.

Essa oração, uma vez que você aprender a proferi-la do fundo do teu coração, irá começar a preencher toda sua vida. Pois nossas orações não têm poder apenas no céu, mas elas também afetam nossos corações sobre a terra. A oração fortalece os desejos. Ela nos impele a buscar uma resposta em nossas próprias atividade quanto a fazer a vontade de Deus. A vontade de Deus é o centro do universo, o pivô ao redor do qual tudo se move e que sustenta todo o universo. A oração fervente transforma a vontade de Deus no centro dos nossos corações. Ela nos sustenta e nos dirige. Ela nos renova e no transforma em seres capazes de fazer tudo para a glória de Deus. Ela nos capacita a sermos agradáveis a Deus.

Você, crente, já escolheu a vontade de Deus como tua porção, teu tesouro e teu prazer? Se não, una-se a mim nessas meditações e aprenda como orar essas oração, de uma forma tal que deus possa te dar uma resposta plenamente satisfatória:  a vontade DELE dentro de você, na terra e no céu. Comece hoje mesmo a deixar que a vontade de Deus tome conta do seu coração. Deus deseja tomar plena posse de tua vida. por meio da vontade do Senhor, Ele mesmo e o próprio céu entram na tua vida. Deixe Deus e sua vontade encherem teu coração. Fazer a vontade de Deus de coração irá encher tua vida com a própria vida celestial.
OUTROS ESTUDOS DA SÉRIE “NOT MY WILL” — NÃO A MINHA VONTADE

Estudo 001 – A VONTADE DE DEUS — A GLÓRIA DO CÉU

Estudo 002 – FAZENDO A VONTADE DE DEUS — O CAMINHO PARA CÉU

Estudo 003 – FAZENDO A VONTADE DE DEUS — NOSSA UNIDADE COM O SENHOR JESUS

Estudo 004 – FAZENDO A VONTADE DE DEUS — QUE OS PERDIDOS SEJAM SALVOS

Estudo 005 – FAZENDO A VONTADE DE DEUS — O ALIMENTO CELESTIAL

Estudo 006 – FAZENDO A VONTADE DE DEUS — SACRIFICANDO MINHA PRÓPRIA VONTADE

Estudo 007 – FAZENDO A VONTADE DE DEUS — O CAMINHO PARA ILUMINAÇÃO ESPIRITUAL

Estudo 008 — A VONTADE DE DEUS — SEJA FEITA A TUA VONTADE

Estudo 009 — A VONTADE DE DEUS — SENHOR QUE QUERES QUE EU FAÇA?

Estudo 010 — A VONTADE DE DEUS — CONHECENDO E FAZENDO A VONTADE DE DEUS

Estudo 011 — A VONTADE DE DEUS — SENDO UMA PESSOA DE ACORDO COM O CORAÇÃO DE DEUS

Estudo 012 — A VONTADE DE DEUS — SEJA FEITA A VONTADE DE DEUS

Estudo 013 — A VONTADE DE DEUS — PRATICANDO A VONTADE DE DEUS

Estudo 014 — A VONTADE DE DEUS — A RENOVAÇÃO DA MENTE E A VONTADE DE DEUS

Que Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis.

Traduzido do original e adaptado por Alexandros Meimaridis

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