terça-feira, 26 de julho de 2016

NOSSA RIQUEZA EM CRISTO - EFÉSIOS 3:8—12 — ESTUDO 038A — AS INSONDÁVEIS RIQUEZAS DE CRISTO — PARTE 001


Esse artigo é parte da série "Em Cristo" e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos das verdades contidas nessa série, com aplicações para os nossos dias. No final do artigo você encontrará um link para o estudo posterior

 38 – Efésios 3:8—12 - A mim, o menor de todos os santos, me foi dada esta graça de pregar aos gentios o evangelho das insondáveis riquezas de Cristo e manifestar qual seja a dispensação do mistério, desde os séculos, oculto em Deus, que criou todas as coisas, para que, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus se torne conhecida, agora, dos principados e potestades nos lugares celestiais, segundo o eterno propósito que estabeleceu em Cristo Jesus, nosso Senhor, pelo qual temos ousadia e acesso com confiança, mediante a fé nele.

Esses 5 versículos de Efésios 3 resumem aquilo que o apóstolo Paulo chama de o “eterno propósito que (Deus) estabeleceu em Cristo Jesus, nosso Senhor”. Eles nos falam do plano de salvação como proposto por Deus desde a eternidade passada na pessoa do Seu filho o Senhor Jesus. Vemos analisar atentamente o que esses versículos declaram que Deus fez a nosso favor “em Cristo”.

A mim, o menor de todos os santos – Essa expressão que demonstra a verdadeira atitude do coração do apóstolo é bem característica de Paulo. A palavra aqui utilizada pelo apóstolo Paulo, ἐλαχιστοτέρῳ elachistotéro — o menor, não ocorre em nenhuma outra passagem do Novo Testamento. De fato essa palavra é tão exclusiva dentro do Novo Testamento que muitos estudiosos acreditam que o apóstolo Paulo inventou essa expressão para transmitir exatamente o que ele estava querendo dizer. Essa palavra é definida pelo Dicionário Teológico de Strong como: menos que o mínimo, menor que o mais baixo. Nesse contexto a palavra serve para caracterizar o apóstolo Paulo como o menor de todos os santos ou aquele que não é sequer digno de ser contado entre os santos! Tal postura do apóstolo Paulo é realmente de tirar o fôlego diante da arrogância tão preponderante entre as lideranças religiosas dos nossos dias. Paulo usa a expressão ἐλαχιστοτέρῳ - elachistotéro – o menor, para descrever a pecaminosidade de sua vida pregressa, antes do seu encontro com o Senhor no caminho para Damasco. Descreve seu sentimento de culpa por ter perseguido a Igreja do Senhor Jesus —

1 Coríntios 15:9

Porque eu sou o menor dos apóstolos, que mesmo não sou digno de ser chamado apóstolo, pois persegui a igreja de Deus.

Esse sentimento de culpa, por ter perseguido a Igreja, foi algo que acompanhou o apóstolo Paulo toda sua vida. Mesmo no final da vida, quando escreveu as duas cartas a Timóteo, ainda fez menção deste sentimento —

1 Timóteo 1:15—16

15 Fiel é a palavra e digna de toda aceitação: que Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal.

16 Mas, por esta mesma razão, me foi concedida misericórdia, para que, em mim, o principal, evidenciasse Jesus Cristo a sua completa longanimidade, e servisse eu de modelo a quantos hão de crer nele para a vida eterna.

Me foi dada esta graça de pregar aos gentios o evangelho das insondáveis riquezas de Cristo – Falar das insondáveis riquezas de Cristo foge ao escopo dessa obra. Outras 100 páginas seriam necessárias para falar delas! Neste momento queremos apenas destacar os seguintes fatos:

O apóstolo Paulo, quando se refere à graça de Deus e aos dons atrelados a essa mesma graça, costuma usar a expressão grega πλοῦτος –— ploûtos — riqueza para tentar expressar a abundância e a plenitude da bênção de Deus sobre nós. Dessa maneira temos que: à benignidade, à tolerância e à longanimidade de Deus, se adiciona a expressão riqueza no sentido de abundância ou plenitude —

Romanos 2:4

Ou desprezas a riqueza da sua bondade, e tolerância, e longanimidade, ignorando que a bondade de Deus é que te conduz ao arrependimento?

É dessa mesma maneira que esta expressão é utilizada em Efésios 1:7, 18; 2:7; 3:8 e 16; bem como em outras passagens, nas epístolas paulinas, tais como: Romanos 2:4; 9:23; 11:12 e 33; Filipenses 4:19; Colossenses 1:27; 2:2

Por sua vez, a expressão grega ἀνεξιχνίαστον anexichníaston — insondáveis ocorre somente duas vezes em todo o Novo Testamento. Aqui em Efésios 3:8 e em Romanos 11:33. Ela é usada para transmitir a ideia de algo que não pode ser rastreado ou explorado de maneira apropriada, pois se trata de algo inescrutável ou incompreensível. O desejo do apóstolo Paulo é deixar bem claro que a suficiência existente na pessoa de Cristo, com respeito à nossa salvação, não pode nem ser rastreada nem explorada. Isto é assim porque a mesma é incompreensível para nossas mentes finitas. A plenitude da riqueza que é nossa em Cristo não pode ser apreciada de forma plena por nossas mentes finitas. Essa expressão é tão enfática que não encontramos em todo o Novo Testamento nenhuma outra expressão semelhante para descrever quão realmente incompreensível é a riqueza que temos “em Cristo”.

O uso que o apóstolo Paulo faz desta palavra ἀνεξιχνίαστον anexichníaston — insondáveis, demonstra a admiração que ele tinha pela suficiência da obra salvadora de Deus através do Senhor Jesus. Ela também nos indica que lhe faltavam palavras para descrevê-la e que considerava uma honra por demais elevada lhe ser permitido contar às pessoas acerca das riquezas do Redentor Jesus.

E manifestar qual seja a dispensação do mistério — Manifestar indica que o evangelho deveria ser pregado a todo o gênero humano, a todas as pessoas indistintamente. Manifestar quer dizer que é a intenção de Deus de revelar Seu caráter e Seus planos eternos a todas as pessoas e não somente aos judeus. Toda a raça humana, portanto, precisa tomar conhecimento do Salvador.

Alguns manuscritos, menos antigos do Novo Testamento, apresentam uma leitura variante nesse versículo onde se lê κοινωνίᾳ koinonía — comunhão, em vez de οἰκονομία oikonomía — dispensação. Existem boas razões para se aceitar que a segunda forma οἰκονομία oikonomía — dispensação é a verdadeira e por esse motivo ela aparece em nossas Bíblias na versão de Almeida Revista e Atualizada no Brasil. É importante destacar que qualquer edição crítica do Novo Testamento, digna desse nome, apresenta a leitura variante nesse versículo como uma possibilidade. Além do argumento da antiguidade, que declara que quanto mais antigo for um manuscrito do Novo Testamento grego menos sujeito ele estará às corrupções comuns ao processo sucessivo de cópias, existe também um motivo teológico, porque o uso de “dispensação” deve ser preferido ao uso de “comunhão”. O contexto do qual temos nos ocupado nestas últimas referências analisadas fala do fato de que Deus intencionava, desde a mais remota eternidade passada, fazer revelar sua vontade não somente aos judeus, mas a todos os seres humanos sem exceção. Assim é apenas lógico que o uso da expressão οἰκονομία oikonomía — dispensação seja mais apropriado neste contexto do que a expressão κοινωνίᾳ koinonía — comunhão. A palavra grega οἰκονομία oikonomía — dispensação é utilizada para expressar, de forma específica, a administração, direção, gerência, da propriedade de outro. E de forma geral é usada para expressar a administração de um lar ou afazeres do lar. A dispensação acerca da qual Paulo faz aqui referência tem a ver com o mistério de unir judeus e gentios em um mesmo corpo, por uma e mesma fé em um e mesmo Salvador — ver Efésios 2:14—16; ver também Efésios 4:3—6, com suas implicações acerca da unidade cristã ou entre os cristãos. E o apóstolo Paulo deixa bem claro que ele havia recebido uma revelação especial da parte de Deus que tratava especificamente dessa dispensação ou administração — ver Efésios 3:1—7.

A dispensação ou administração acerca da qual Paulo recebeu uma revelação especial está diretamente relacionada àquilo que Paulo chama de mistério — a palavra grega μυστήριον mistérion — mistério já foi discutida quando estudamos a referência de número 31. Nesse momento basta dizer que Paulo usa a expressão mistério para descrever verdades que outrora eram desconhecidas, e que não podem ser descobertas de forma natural, via pesquisa, pelos seres humanos. Verdades que pertencem à categoria de “mistério” precisam ser reveladas por Deus para se tornarem conhecidas. Através da revelação, todavia, estas verdades ficam disponibilizadas para todos os crentes e não é necessário nenhum intérprete especial para explicá-las. São verdades que pertencem a todo povo de Deus. Não é necessário ir muito longe para perceber as implicações dessas palavras. A revelação de Deus não é escrava de nenhuma igreja nem de nenhum corpo de homens que pretensamente possui autoridade para determinar Seu significado. Pelo contrário a Palavra de Deus é soberana sobre o povo de Deus e está aberta e disponível para todos. Qualquer tentativa de subjugar a palavra de Deus por parte de denominações cristãs ou grupos humanos representados em concílios precisa ser firmemente rejeitada por todos os cristãos. Está mais do que provado que denominações erram e que concílios fracassam miseravelmente quando querem se impor sobre a Palavra de Deus. Este foi o sábio motivo e a santa motivação da Reforma Protestante: Sola Scrptura revelada por Deus.

Quando o apóstolo Paulo menciona μυστήριον mistérion — mistério, também o faz para estabelecer um contraste com os “mistérios” representados pelas assim chamadas “religiões de mistérios”. que existiam naqueles dias no mundo dominado pela cultura grega. Entre estes contrastes nós podemos alistar os seguintes:

1. Nas religiões de mistérios antigas existia uma clara distinção entre os iniciados e os não iniciados. Como na Maçonaria dos dias de hoje.

2. Alguns dos adoradores recebiam certas porções da “revelação” que tratavam de certos aspectos dos “santos segredos”, acerca dos quais outros adoradores eram excluídos.

3. Era comum a existência de “mistérios maiores” e “mistérios menores”, como por exemplo, na religião chamada de Mistérios de Elêusis — Festas em honra da deusa da agricultura Deméter — Ceres para os romanos — que se realizavam em Elêusis na Grécia antiga – nos quais diferentes pessoas eram iniciadas, umas nos mistérios  maiores e outras nos mistérios menores.

4. Em um vigoroso contraste com essas Religiões de Mistérios, o “grande mistério” do Cristianismo estava disponível a todas as pessoas. Não estava escondido de nenhuma pessoa e nem existia nenhum tipo de distinção entre as pessoas que podiam ser “iniciadas” nele.

5. Nenhuma parte da verdade revelada por Deus era mantida em secreto de nenhuma pessoa. Todos participavam de toda verdade revelada. A Palavra de Deus em forma impressa que seguramos em nossas mãos nos dias de hoje, representa uma adesão moderna a este princípio: toda a Palavra de Deus, a todas as pessoas, indistintamente.

6. O Cristianismo não possui verdades escondidas ou ocultas que estão disponíveis somente para um seleto grupo de pessoas. Quando estas coisas são mencionadas elas se referem a especulações holywoodianas ou a romances de ficção, como o livro “O Código da Vinci”, do romancista estadunidense Dan Brown. Entre os filmes recentes que pretendem trazer à luz verdades escondidas do Cristianismo podemos citar: 1) A Filha da Luz; 2) Estigmata; 3) Fim dos Dias; 4) A Paixão de Cristo; 5) Constantino; 6) A Profecia — 666 – curiosamente lançado mundialmente no dia 6 do mês 6 do ano 2006; e 7) Possuídos. Seguindo esta mesma linha, a filmografia francesa contribuiu com o filme “Rios Vermelhos 2”.

7. O Cristianismo não possui “doutrinas secretas ou reservadas”.

8. O Cristianismo não possui nenhuma verdade que esteja consagrada ao uso exclusivo de uma casta sacerdotal.

9. As doutrinas cristãs devem ser publicadas e tornadas disponíveis para todas as pessoas. Todo seguidor do Senhor Jesus deve ser feito participantes de todas as verdades que nos foram trazidas pelo Senhor Jesus que era a personificação da própria verdade —

João 14:6

Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.

Por todos esses motivos o apóstolo Paulo faz questão de destacar que a oferta de salvação completa e gratuita deixou de ser um segredo ou mistério e tornou-se em algo notoriamente sabido por todas as pessoas. Dessa maneira, Paulo tinha plena consciência de que ele possuía uma mensagem de valor incalculável para toda a humanidade e, por esse, motivo ele desejava ardentemente proclamá-la a todo o mundo.

Desde os séculos, oculto em Deus, que criou todas as coisas — Isto quer dizer que este μυστήριον mistérion — mistério estava oculto com Deus. O plano formado na eternidade passada, de salvar os pecadores, foi plenamente revelado através do Senhor Jesus e de seus apóstolos. Mas não é só o plano de salvação que é obra de Deus. Paulo é categórico em afirmar que Deus é o criador de todas as coisas — ver também

Salmos 33:6

Os céus por sua palavra se fizeram, e, pelo sopro de sua boca, o exército deles.

Isaías 44:24

Assim diz o SENHOR, que te redime, o mesmo que te formou desde o ventre materno: Eu sou o SENHOR, que faço todas as coisas, que sozinho estendi os céus e sozinho espraiei a terra.

E o plano de salvação é apenas uma parte desta criação que não para de nos assombrar, seja em coisas grandes, como o universo, ou em coisas pequenas como as células humanas. Mas Paulo, nesse texto que estamos estudando, diz que é pela igreja que a multiforme sabedoria de Deus se torna conhecida! Portanto, é da igreja que iremos nos ocupar em seguida.

CONTINUA...

LISTA DE OUTROS ESTUDOS DA SÉRIE “EM CRISTO”:

O estudo introdutório dessa série, número 000, pode ser encontrado aqui:

O estudo número 001 dessa série — Justificação Gratuita — pode ser encontrado aqui:

O estudo 002 dessa série — Nossa Identidade com Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 003 dessa séria — Mortos para o Pecado, Mas Vivos para Deus — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 004 dessa série — O Salário do Pecado X o Dom Gratuito de Deus — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 005 dessa série — Nenhuma Condenação em Cristo Jesus — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 006 dessa série — Nada Pode nos Separar do Amor de Deus — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 007 — Somos Membros uns dos Outros em Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 008 — Santificados em Cristo Jesus — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 009 — A Graça de Deus em Cristo Jesus — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 010 — Somos de Deus em Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 011 — Somos Espirituais em Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 012 — Somos Loucos, Fracos e Desprezíveis Porque Estamos em Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 013 — Somos Gerados em Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 014 — Nossa Esperança em Cristo Não se Limita a Essa Vida Apenas — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 015 — Todos Serão Vivificados em Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 016 — Todos São Amados em Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 17 — Somos Todos Ungidos em Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 18 — Não Mercadejamos a Palavra de Deus — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 19 — O Véu é Removido em Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 20 — Somos Novas Criaturas em Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 21 — Deus Estava em Cristo Reconciliando Consigo o Mundo — poderá ser encontrado aqui:

Os estudos 22 e 23 — Sendo Conhecido em Cristo — poderão ser encontrados aqui:

O estudo 24 — Nossa Liberdade em Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 25 — Justificação Pela fé em Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 26 — Filhos de Deus em Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 27 — Revestidos em Cristo — poderá ser encontrado aqui:

O estudo 28A — Nossa Unidade em Cristo — PARTE 001 poderá ser encontrado aqui:

O estudo 28B — Nossa Unidade em Cristo — PARTE 002 poderá ser encontrado aqui:

O estudo 029 — Somente a Fé Que Atua Pelo Amor Tem Valor em Cristo

O estudo 030A — A Bênção com Que Somos Abençoados em Cristo – Parte 001

O estudo 030B — A Bênção com Que Somos Abençoados em Cristo – Parte 002

O estudo 030C — A Bênção com Que Somos Abençoados em Cristo – Parte 003 — E a Chamada Visão de Hermes

O estudo 030D — A Bênção com Que Somos Abençoados em Cristo – Parte 004 — O Ensinamento Bíblico Acerca do Céu

O estudo 031 — Desvendando-nos o Mistério da Sua Vontade Em Cristo

O estudo 032 — Para o Louvor da Glória de Deus em Cristo

O estudo 033 — Ressuscitados em Cristo e Assentados nos Lugares Celestiais

O estudo 034 — Mostra a Suprema Riqueza da Sua Graça em Bondade para conosco em Cristo.

O estudo 035 — Mostra como somos salvos em Cristo para a prática de boas obras manifestadas por meio de uma vida de santidade.

O Estudo 036 — Nos Fala de Como Somos Aproximados de Deus Porque Estamos em Cristo.

O Estudo 037 — Nos Fala de Como Somos Co-herdeiros, Co-participantes e Membros dum mesmo Corpo

O Estudo 038A — Nos Fala das Insondáveis Riquezas de Cristo — Parte 001 — Cristo o Mistério Revelado de Deus

O Estudo 038B — Nos Fala das Insondáveis Riquezas de Cristo — Parte 002 — A Igreja Edificada Sobre Cristo

O Estudo 038C — Nos Fala das Insondáveis Riquezas de Cristo — Parte 003 — O Que é a Verdadeira Igreja de Cristo

O Estudo 038D — Nos Fala das Insondáveis Riquezas de Cristo — Parte 004 — O Que é a Verdadeira Igreja de Cristo — O Corpo de Cristo

O Estudo 038E — Nos Fala das Insondáveis Riquezas de Cristo — Parte 005 — O Que é a Verdadeira Igreja de Cristo — A Plenitude de Cristo

O Estudo 038F — Nos Fala das Insondáveis Riquezas de Cristo — Parte 006 — O Que é a Verdadeira Igreja de Cristo — Os Eleitos Por Deus em Cristo
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/08/nossa-riqueza-em-cristo-estudo-038f.html

O Estudo 039 — Nos Fala De Como Devemos Glorificar a Deus Porque Estamos em Cristo — Jesus e a Glória de Deus
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/10/nossa-riqueza-em-cristo-estudo-039.html

O Estudo 040 — Nos Fala De Como Deus Nos Perdoou em Cristo
Alexandros Meimaridis
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