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quarta-feira, 29 de outubro de 2014

SILAS MALAFAIA AINDA É UM DOS POUCOS QUE ACREDITAM NA REVISTA VEJA



A revista VEJA que por aqui não serve sequer para forrar a casinha das minhas cadelas, antecipou para sexta-feira (24/10) o lançamento da sua edição semanal que ordinariamente aparece apenas aos domingos.

Na sua capa traz uma mentira deslavada de que o doleiro metido na operação Lava Jato teria revelado que o ex-presidente Lula e a atual presidente Dilma Rousseff tinham pleno conhecimento de todas as maracutaias investigadas pela polícia federal com relação à PETROBRÁS.

O Silas Malafaia, que compete com a revista para ver quem fala mais contra Dilma e Lula, logo acreditou na denuncia da VEJA e fez mais um videozinho tão execrável como os últimos que têm feito para implorar o voto em Aécio Neves. Seu apelo é dirigido ao povo evangélico a quem o Silas deixa transparecer que não passa mesmo de um bando de perfeitos idiotas se não votarem conforme a vontade dele.

Mas o Silas não entende uma realidade simples: Deus é soberano e o eleito ou eleita será aquele que o SENHOR quiser:

Romanos 13:1-2

1  Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas.

2  De modo que aquele que se opõe à autoridade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos condenação.

Agora, quanto aos candidatos que o Silas apoiou, vejamos o que aconteceu com eles:

1. Primeiro foi o Everaldo, o Breve.

2. Depois foi Marina, que arruinou sua carreira em busca de uma mal-sucedida aventura.

3. Por fim veio sua excelência o senador da republica Aécio Neves que provou, mais uma vez, que o povo simples desse país sabe reconhecer muito bem aqueles que desejam apenas seduzi-lo.

O último vídeo cheio de falsas acusações e ameaças de golpe e etc., poderá ser visto por meio do link abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=aPZ0C6eC45s#t=201

Ao final do vídeo o leitor poderá soltar uma sonora gargalhada, diante do resultado final das eleições de 2014.

Da nossa parte apesar de termos desaconselhado o voto na presidenta Dilma por escrito há meses, nossa atitude é aceitar a eleição da mesma e orar por todos em posição de autoridade para vivermos em paz, como a própria Bíblia nos orienta:

1 Timóteo 2:1-4

1  Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graças, em favor de todos os homens,

2  em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade, para que vivamos vida tranquila e mansa, com toda piedade e respeito.

3  Isto é bom e aceitável diante de Deus, nosso Salvador,

4  o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade.

A postura do Silas, como fica evidente por esse e outros vídeos é pregar o medo que apenas cabecinhas que, se existirem, existem apenas e exclusivamente entre o povo chamado evangélico.

Que Deus abençoe a todos e nos ajude a nos livrar de homens maus com esse senhor.

Alexandros Meimaridis

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Alexandros Meimaridis

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terça-feira, 30 de setembro de 2014

SILAS MALAFAIA INTERESSEIRO E VIRA CASACA

Malafaia, um péssimo político e como político, um péssimo pastor


O artigo abaixo foi escrito pela jornalista Raquel Elana para o site Gnotícias e nos apresenta um retrato verdadeiro de Silas Malafaia.

Malafaia, um péssimo político e como político, um péssimo pastor

Por Raquel Elana

Malafaia, um péssimo político e como político, um péssimo pastor

VIRA-CASACA

O oportunismo do Malafaia beira a promiscuidade. Diferentemente do Macedo, que é mais franco, astuto nas suas apostas e objetivamente mais poderoso, o Silas é mais situacionista, age no interesse próprio e, portanto, vira a casaca com uma desfaçatez assombrosa. Mas o Mala não tem pedigree.

Não tivesse ocorrida a reviravolta que catapultou Marina, ele ainda estaria, como sempre esteve, falando mal dessa “evangélica radical… mais fiel ao seu partido que à sua fé” e cujo “programa de governo é pior que do PT e do PSDB”, conforme ele mesmo dissera há menos de um mês. Em 2010, trocou Marina por Serra. Quem era Marina em 2010 senão um melanciazinha, verde por fora, vermelha por dentro?

Segundo diz de si mesmo, ele “não troca de opinião por ocasião política”. Ah, não!
Lançou o pastor Everaldo… cric cric cric (grilos) e o barco furado do Everaldo, coitado, adernou. Mas não adernou sozinho, levou junto a falsa reputação de ‘porta-voz dos evangélicos’ que ele ostentava.

Aí o Mala me sai com essa: “MARINAresistentevaiserPRESIDENTE”, tuitou. 

É, vão-se os anéis, ficam os dedos. Ou seria o contrário? Bem, o fato é que a operação pode ser batizada de “salve o Malafaia!”

Não é possível que depois dessa não tenha ficado claro que, como pastor, o Mala é um péssimo político e como político, um péssimo pastor.

O artigo original do site Gnotícias poderá ser visto por meio do seguinte link:


NOSSO COMENTÁRIO

Ficamos felizes em saber que a máxima de que o Brasil é um país sem memória é falsa. Aí esta essa fantástica jornalista, Raquel Elana, para desmentir a frase mistificadora que muitos tem utilizado.

Malafaia então, Marinou no segundo turno, mas é bom não nos esquecermos da opinião que tinha de Marina em 2010 e em dias mais recentes. Raquel Elana cita duas de suas memoráveis frases proferidas de modo leviano contra a “irmã” marina Silva:

1. Há pouco mais de um mês Silas afirmou o seguinte acerca de Marina Silva: evangélica radical… mais fiel ao seu partido que à sua fé” e cujo “programa de governo é pior que do PT e do PSDB”

2. Já em 2010 se referiu a Marina Silva com esses deselegantes termos: Quem era Marina em 2010 senão um melanciazinha, verde por fora, vermelha por dentro?

Agora, de forma hipócrita, algo que lhe é, muitas vezes, peculiar, vem falar bem de Marina como se ninguém se lembra-se de suas afirmações do passado. Ou seriam falsas as afirmações do presente? Em se tratando de Silas Malafaia é provável que ele não estivesse falando a verdade nem outrora, nem agora.

Como diz Raquel Elana, Silas Malafaia não tem pedigree, ou seja, é mesmo um vira lata.

Esperamos que aos poucos essa verdadeira face do falso Silas Malafaia vá ficando cada vez mais evidente para todo mundo.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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sexta-feira, 26 de setembro de 2014

OS EVANGÉLICOS E AS ELEIÇÕES DE OUTUBRO DE 2014

Bíblia  
Bíblia (Corbis/VEJA)

O material abaixo foi publicado no site da Revista VEJA e é da autoria de Mariana Zylberkan e Daniel Haidar.

O peso do voto evangélico nas eleições

Entrada de Marina Silva – e a escorregada de sua campanha – levaram temas como aborto e casamento gay para o centro da campanha

Há uma semana, a equipe da campanha da candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, comemorava na manhã de sábado o resultado da pesquisa Datafolha, que registrava a meteórica arrancada da ex-senadora, nova favorita para alcançar o cargo mais poderoso da República. Horas depois, os mesmos assessores se desdobravam para tentar estancar uma crise que se espalhava pelas redes sociais à mesma velocidade com que a candidata ascendeu nas pesquisas. O motivo: o capítulo do programa de governo do PSB que defendia o casamento gay havia sido alterado. E Marina passou a ser bombardeada dos dois lados: foi alvo da fúria de pastores evangélicos e de movimentos LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais).

Que temas como o casamento gay e a legalização do aborto sempre aparecem incendiando debates em eleições não é nenhuma novidade para os eleitores brasileiros – e os assuntos talvez não sejam tão discutidos no país quanto no período de campanha. Por trás da discussão está o peso da religião na hora do voto. E a entrada da evangélica Marina Silva, da Assembleia de Deus, na corrida eleitoral após a trágica morte do cabeça da chapa, Eduardo Campos, imediatamente levou temas como aborto e casamento gay para o centro da campanha. Não é possível dimensionar ainda o tamanho real do estrago, mas, dois dias depois do recuo de Marina com sua cartilha de governo, o instituto Datafolha estava na rua pesquisando as intenções de voto. O resultado: Marina caiu de 41% para 39% das intenções de voto entre os evangélicos.

Apesar do desgaste pela mudança de posição, coordenadores e aliados de Marina avaliam que a decisão fez mais bem do que mal à trajetória eleitoral dela: os evangélicos representam 22% dos brasileiros. E essa faixa do eleitorado tende a um alinhamento natural à candidatura de Marina. Prova disso foi que sua entrada na corrida presidencial desidratou justamente o candidato oficial das igrejas, que leva o "pastor" no nome: Pastor Everaldo, do Partido Social Cristão, o PSC. “Pastor Everaldo chegou com grande potencial de polarizar nossos votos, mas a propositura da Marina foi mais ampla, juntou a bandeira da família com o contexto social e político do momento”, diz o bispo Robson Rodovalho, fundador da igreja Sara Nossa Terra, no Distrito Federal, onde a candidata do PSB lidera as pesquisas de intenções de votos com 33%, ante 23% de Dilma Rousseff, segundo o Datafolha.

A influência nas eleições de bandeiras defendidas pelos evangélicos é reflexo da própria expansão da religião no país. Segundo o último Censo, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), em 2010, os seguidores representam 22,2% da população, percentual que aumentou 61% em relação às duas décadas anteriores – em 1991, eram 9%.

Os evangélicos também têm forte presença no Congresso Nacional, em comparação aos católicos, religião da maioria dos brasileiros. Nos meios de comunicação, a busca dos pastores começou nos anos 1980 como uma forma de conquistar concessões de rádio e televisão. Atualmente, o Congresso possui 73 deputados e senadores evangélicos – a meta para este ano é que o número chegue a cem cadeiras. Desde 1986, a cada pleito, o número de parlamentares cresce 20%. Neste ano, a bancada evangélica emplacou o primeiro representante no Executivo: o bispo Marcelo Crivella (PRB), sobrinho de Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd) – ele deixou o cargo de ministro da Pesca para concorrer ao governo do Rio de Janeiro.

Apesar da crescente representatividade política, é difícil esperar que os 22,2% da população brasileira que se declara evangélica irá votar em bloco em um determinado candidato. “Eles não são um grupo homogêneo, é uma diversidade grande”, diz Magali do Nascimento Cunha, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação Social da Universidade Metodista.

Mesmo com interesses difusos, os bispos e pastores representam o segmento da sociedade atual mais comprometido com o debate político. “Não há outro grupo tão articulado e com objetivos tão nítidos do que os evangélicos”, diz Magali.

Rio de Janeiro – Em poucos Estados brasileiros a disputa do voto evangélico é tão representativa quanto no Rio de Janeiro, que tem dois dos quatro principais candidatos ligados a igrejas: Marcelo Crivella e Anthony Garotinho (PR). Na última pesquisa do Ibope, Garotinho liderava a disputa com 27% das intenções de voto, enquanto Crivella marcava 17% das preferências. De acordo com a pesquisa, feita entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro, 29% do eleitorado fluminense é evangélico, 48% se declaram católicos e 23% dizem ter outra religião.

Os evangélicos estão divididos entre Crivella e Garotinho, que se apresenta como "Irmão Garotinho" em programas de rádio e já foi multado por distribuir brindes religiosos. Entre os evangélicos, 30% apoiam Garotinho e 28% apoiam Crivella.

Para tentar ganhar votos de eleitores católicos ou que declaram ter outras religiões, o marqueteiro Lula Vieira tenta fazer adaptações na imagem de Crivella. Em eleições passadas, ele começou bem, impulsionado pelos evangélicos, mas não chegou ao segundo turno. Pela primeira vez desde que concorreu e foi eleito em 2002, o bispo licenciado foi recomendado pelo marqueteiro a evitar o uso da palavra "universal" e a trajetória religiosa simplesmente deixou de ser mencionada na biografia do seu site.

"O limite do Crivella é exatamente o fato dele ser evangélico. Existe discriminação à maneira como ele construiu sua carreira de político", explica a socióloga Maria das Dores Campos Machado, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e autora de Política e religião: a participação dos evangélicos nas eleições.

Garotinho misturou o apelo religioso com práticas populistas no governo (1998-2001) e hoje possui a maior rejeição entre os candidatos (34%). É considerado o adversário preferido no segundo turno entre os candidatos, por esse índice negativo. "Crivella e Garotinho aproveitam o eleitorado evangélico, mas o problema é falar com o resto. A capital vai ser dura com eles", avalia o cientista político Ricardo Ismael, professor da PUC-Rio.

Se para Garotinho e Crivella o desafio é conquistar eleitores fora dos templos evangélicos, Lindberg (PT) e Pezão (PMDB) ainda tentam conquistar espaço nesses redutos. Desde o ano passado, o candidato petista, ex-comunista e católico não-praticante, percorre cultos e abraça fiéis. Pezão também tenta não ficar em desvantagem. Bateu o recorde de aparições na maior rádio gospel do Estado e por isso chegou a ser multado pelo Tribunal Regional Eleitoral por campanha antecipada.

O artigo original do site da VEJA poderá ser visto por meio desse link aqui:


OUTROS ARTIGOS ACERCA DE EVANGÉLICOS E POLÍTICA

















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sexta-feira, 12 de setembro de 2014

ROBSON RODOVALHO DA SARA NOSSA TERRA DECIDE APOIAR MARINA SILVA

Bispo Robson Rodovalho declara apoio a Marina Silva
Bispo Rodovalho afirmou que a decisão foi tomada após o recuo da candidata do PSB à Presidência em apoiar o casamento gay (Reprodução/Facebook)

O material abaixo foi publicado pelo site da Revista VEJA.

Líder da igreja Sara Nossa Terra anuncia apoio a Marina

Por Mariana Zylberkan

O bispo Robson Rodovalho, líder da igreja Sara Nossa Terra, anunciou nesta terça-feira apoio à candidatura de Marina Silva (PSB) à Presidência. Ex-deputado pelo DEM, Rodovalho é uma das poucas lideranças evangélicas que ainda não haviam se posicionado nestas eleições.

O apoio foi definido após a candidata do PSB recuar e modificar o trecho de seu programa de governo que defendia o casamento gay. "Esse movimento da candidata Marina sinalizou sua firme decisão de dialogar. Com isso, entendemos que a discussão sobre essas questões será travada o mais democraticamente possível, no âmbito do Congresso Nacional. Não será fruto de uma determinação, uma decisão unilateral do Executivo", diz o bispo.

Fundada em 1992, a Sara Nossa Terra tem sede e presença forte no Distrito Federal, onde a candidata do PSB lidera as pesquisas de intenções de voto.

O candidato do PSDB, Aécio Neves, chegou a participar de um evento da Sara Nossa Terra em 25 de julho, em São Paulo, em busca de apoio de Rodovalho. Na ocasião, o bispo e sua mulher, bispa Lúcia Rodovalho, fizeram uma oração para abençoar a campanha de Aécio.

O artigo original do site da VEJA poderá ser visto por meio desse link aqui:

http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/bispo-rodovalho-anuncia-apoio-a-marina-silva

NOSSO COMENTÁRIO

Após a trágica morte de Eduardo Campos e da indicação de Marina Silva como a candidata à presidência pelo PSB, houve um gigantesco esvaziamento da campanha do chamado Pastor Everaldo.

Rodovalho não é o único a decidir apoiar Marina. Silas Malafaia que gravou um vídeo pedindo votos para o Pastor Everaldo, já pulou fora do barco e agora apóia Marina, algo que se recusou a fazer em 2010, é bom lembrar. Malafaia decidiu apoiar Marina Silva por um simples fato: Marina Silva tem reais possibilidades de se eleger e Silas poderá assim se vingar do PT, partido que ele apóia no Rio de Janeiro, mas que deseja, a qualquer custo ver fora do palácio do planalto. Marina não servia em 2010, mas agora ela pode ser útil ao radicalismo evangélico tão desejado por essa liderança que diz representar os evangélicos. Haja hipocrisia.

Enquanto isso, o Pastor Everaldo vai aos poucos desmantelando sua estrutura de campanha provando que não tinha nem vocação política nem um chamado de Deus para se candidatar. Assim, nos livramos de alguém que se conseguisse um número mínimo de votos que fosse, poderia sentir-se fortalecido o suficiente para fazer exigências estapafúrdias, como as propostas pelo Silas Malafaia de que os candidatos eleitos terão que assinar documentos se comprometendo com a agenda dos chamados evangélicos. Mas é sempre bom que se diga que os evangélicos representam apenas ¼ de todos os votos. Algo que, apesar de não ser desprezível, também não os torna tão poderosos como gostariam.

Somente Deus sabe o resultado das próximas eleições, mas é possível que a massa de manobra evangélica surpreenda ou que seja duramente surpreendida pelo resultado final das urnas.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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domingo, 24 de agosto de 2014

A ESTRATÉGIA DO PASTOR EVERALDO PARA CHEGAR À PRESIDÊNCIA


Pastor Everaldo

O artigo abaixo foi publicado pela Rede Mais Gospel, com base em um artigo do site Gospel Mais.

Pastor Everaldo quer unir Silas Malafaia, Valdemiro Santiago e R. R. Soares em sua campanha para a presidência

O pastor Everaldo, candidato à Presidência da República pelo Partido Social Cristão (PSC), tem trabalhado de forma a articular sua campanha para as eleições de outubro em torno do eleitorado evangélico. Para tal, o candidato está reforçando sua imagem pública diante dos evangélicos, e também está buscando apoio entre líderes evangélicos de renome, como Silas Malafaia, Valdemiro Santiago e R.R. Soares.

Na última sexta feira (18), Everaldo esteve em evento promovido pela Igreja Sara nossa Terra onde, diante de um público de aproximadamente dez mil fiéis, foi chamado ao palco pelo fundador da igreja, Robson Rodovalho. Em meio a músicas e pregações, o candidato foi apresentado aos fiéis e, de joelhos, recebeu uma bênção do bispo que conduzia a reunião a afirmou: “Ajude-o, Deus, a derramar esperança a esta Nação”.

Rodovalho é ex-deputado federal e teve seu mandato cassado por infidelidade partidária. Ele também já foi acusado de usar verba da Câmara para pagar passagens aéreas de artistas que se apresentaram em shows da Sara Nossa Terra.

Apesar de ter sido apresentado publicamente na reunião, e de ter usado esse momento para criticar o governo atual e prometer melhorias para o País nas áreas de educação, saúde e segurança pública, o candidato afirmou que o evento religioso não foi usado como plataforma de campanha e que não pediu votos no local.

De acordo com o jornalista Lauro Jardim, a estratégia de campanha do pastor Everaldo inclui também a busca por apoio de nomes conhecidos no meio evangélico. O jornalista afirma que o candidato já garantiu o apoio de Silas Malafaia e Magno Malta, e que agora está partindo para conquistar de vez o voto evangélico.

Jardim afirma que, para conquistar esse eleitorado, o candidato já marcou encontros com o apóstolo Valdemiro Santiago, líder da Igreja Mundial do Poder de Deus, e com R.R. Soares, fundador da Igreja Internacional da Graça de Deus, para garantir o apoio na corrida presidencial.

O artigo original poderá ser visto por meio do seguinte link:


Que Deus abençoe a todos e nos dê discernimento na hora de votar.

Alexandros Meimaridis

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