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sexta-feira, 6 de maio de 2016

SERMÃO PARA O DIA DAS MÃES 2016 - ANA: A MULHER QUE QUERIA SER MÃE




TEXTO BASE: 1 Samuel 1:9—18
Introdução

A. A história que temos diante de nós em 1 Samuel 1, envolve quatro personagens: Elcana, Penina, Ana e o sumo sacerdote Eli.

B. Elcana era casado com Penina e Ana. Apesar de não refletir a perfeita vontade de Deus, a poligamia foi tolerada durante séculos em Israel, como parte da cultura prevalecente em toda região do Oriente Médio.

C. Duas ou mais mulheres de forma concomitante ou duas ou mais mulheres por motivo de divórcio é dor de cabeça na certa para qualquer esposo e Elcana experimentou isso na pele.

D. Pela descrição que temos em 1 Samuel 1 não é difícil perceber que a família desfrutava de relativo conforto material e que também eram dedicados a Deus dentro das limitações que todos nós temos — 1 Samuel 1:1—3.

E. Mas, como todos nós sabemos, prosperidade material não é sinônimo de paz e tranquilidade. A verdade é que havia um enorme mal estar e muita tensão no seio da família provocado pela esposa chamada Penina. Vejamos —

F. Penina era uma mulher que havia sido agraciada com o dom de gerar filhos, de ser mãe — ela tinha filhos e filhas — 1 Samuel 1:4. Enquanto Ana era estéril e não tinha filhos. Naqueles dias, culturalmente falando, a esterilidade era vista como um sinal do desagrado de Deus sobre a mulher estéril.

G. Penina então, mesmo tendo filhos, tinha muitos ciúmes de Ana e a atormentava pelo fato dela não ter filhos. E também porque era evidente que Elcana gostava mais de Ana do que dela — ver 1 Samuel 1:5—7 Mas que encrenca!

H. Elcana não entendia a tristeza de Ana — como a maioria dos esposos não é capaz de entender suas próprias mulheres. Sua reação registrada em 1 Samuel 1:8 é a prova mais patética de quão longe ele se encontrava de entender a dor, a solidão e o sofrimento experimentado por Ana.

I. Nessa mensagem nós queremos ver e aprender algumas lições que Deus nos ensina por meio da vida de Ana.

ANA: A MULHER QUE QUERIA SER MÃE E A PRÁTICA DA ORAÇÃO

Da oração feita por Ana — 1 Samuel 1:9—18 — nos podemos colher as seguintes verdades —

I. A Oração de Ana Nasceu de Sua Profunda Tristeza e Angústia

A. Como mencionamos acima, Elcana, o marido de Ana não conseguia entendê-la. Ana sentia-se sozinha e profundamente entristecida pelo fato de ser considerada uma pária na sociedade — a impossibilidade de engravidar era vista com desfavor da parte de Deus. É esse contexto que conduz Ana a buscar o Senhor. Nada mais apropriado porque Deus —

Salmos 46:1

Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações.

B. A condição emocional experimentada por Ana está claramente descrita em 1 Samuel 1:10. Note as expressões: amargura de alma e chorou abundantemente.

C. E a oração é o melhor remédio nessas horas. A tristeza e a solidão que experimentamos muitas vezes devem ser bem-vindas quando nos levam a buscar nosso Deus com uma intensidade maior. Devemos sempre nos lembrar das seguintes palavras —

Romanos 8:28

Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.

D. Ana foi acusada pelo sumo sacerdote Eli de estar embriagada. Mas ela reagiu a essa falsa acusação — ver 1 Samuel 1:12—15.

II. A Oração de Ana Não Foi Audível

A. A oração de Ana, curiosamente, é o primeiro registro na Bíblia de uma oração não verbalizada. Nós podemos ler acerca disso em 1 Samuel 1:13.

B. A oração silenciosa acontece quando elevamos nossos pensamentos diretamente ao Deus Criador e Todo-Poderoso. Essa prática é algo realmente notável. Quando lançamos mão da oração silenciosa nós abrimos um novo universo de possibilidades.

C. Nossas orações silenciosas podem ser breves — preferencialmente — ou longas. No salmo 119 temos dezenas de orações breves que são expressas por meio duma única frase.

D. Falaremos mais acerca da oração silenciosa na conclusão.

III. A Oração de Ana Foi uma Manifestação da Verdadeira Fé

A. Note que Ana dirige sua oração ao SENHOR dos Exércitos — 1 Samuel 1:11. Ela se dirige ao ETERNO dos Exércitos. Ao se dirigir ao SENHOR dos Exércitos, Ana demonstra possuir o seguinte entendimento acerca daquele a quem dirige sua oração:

1. Ela reconhece que Ele é um Deus vivo, supremo em poder, bondade e fidelidade. Sendo assim, Ana crê que Deus é capaz de ouvir sua oração, mesmo que tal oração não esteja sendo proferida verbalmente, mas produzida apenas em sua mente e alma.

2. Ana confiava nas palavras de Deus, quando Ele diz, por exemplo, o seguinte —

Êxodo 6:7

Tomar-vos-ei por meu povo e serei vosso Deus; e sabereis que eu sou o SENHOR, vosso Deus, que vos tiro de debaixo das cargas do Egito.

B. Quantas promessas existem na palavra de Deus que estão esperando para serem descobertas e reivindicadas. Mães dediquem tempo à leitura da Bíblia. Descubram as promessas de Deus. Reivindiquem as mesmas para suas vidas e sobre a vida dos seus. Que Deus vos incentive e abençoe nessa busca.  

IV. A Oração de Ana foi Coroada com Uma Bênção Surpreendente

A. Depois de ser confrontada por Eli, que julgou Ana de forma temerária — ver item A acima, Ana recebe uma afirmação da parte de Eli que lhe garante que sua oração foi ouvida — ver 1 Samuel 1:17.

B. Depois de receber uma resposta da parte de Deus, por meio do sumo sacerdote Eli, Ana mudou seu comportamento e passou a descansar por completo na graça de Deus — ver 1 Samuel 1:18.

Conclusão. 
A. A oração silenciosa é, como dissemos maravilhosa. Aqui devemos enumerar algumas de suas qualidades: 
1. Ela é sempre fruto de uma necessidade verdadeira. 
2. Ela é sincera. Nos podemos fingir algo que não estamos sentindo ou até mesmo desejando quando oramos de forma audível. Mas quem seria capaz de fazer uma oração silenciosa de forma hipócrita? 
3. Ela fortalece o coração daquele que ora, porque se assim procede, o faz porque crê que o Senhor realmente ouve nossas orações. Aqui podemos dizer que: NÓS ORAMOS PORQUE DEUS OUVE. 
4. Por fim, a oração silenciosa pode não envolver palavras, mas apenas profundos sentimentos de nossas almas. O próprio Espírito Santo intercede por nós sem o uso de palavras, conforme — 
Romanos 8:26 
Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis. 
B. Portanto, minhas queridas mães: procurem enxergar os momentos lavando e colocando as roupas para secar, os momentos lavando a louça, os momentos arrumando a casa, os momentos em que você estão dirigindo para algum lugar e etc., como oportunidades únicas para se lançarem na bendita prática da oração silenciosa. As coisas que acabei de mencionar não indicam que minha opinião acerca das mulheres é que elas devem ser belas, recatas e do lar. Pelo contrário, eu reconheço que muitas de vocês são, na maioria dos casos, donas de casas, no topo dum trabalho fora de casa. Trabalhando ou não fora de casa, vocês têm todo meu respeito e admiração. Que Deus abençoe vocês e insisto para que usem esse preciosos momentos para se dedicarem à oração silenciosa. 
C. Pais, esposos, jovens e adolescentes: vocês também podem aproveitar muitos momentos em suas vidas para também se dedicarem à oração silenciosa. 
D. Que Deus abençoe cada uma de vocês mães. OBRIGADO POR TUDO QUE VOCÊS SÃO E POR TUDO O QUE REPRESENTAM e FELIZ DIA DAS MÃES. 



Que Deus abençoe a todos. 
Amém. 
Alexandros Meimaridis

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sexta-feira, 14 de novembro de 2014

FUNDADOR DO MORMONISMO – JOSEPH SMITH - TEVE ATÉ 40 ESPOSAS


 
Estados Unidos: Igreja Mórmon reconhece que seu fundador teve até 40 esposas. Informação foi divulgada em um ensaio publicado no site da igreja

Igreja Mórmon reconhece que seu fundador teve até 40 esposas

Retrato de Joseph Smith
Retrato de Joseph Smith (Reprodução)

A Igreja Mórmon reconheceu pela primeira vez em sua história que seu fundador, Joseph Smith (1805-1844), teve entre 30 e 40 esposas, entre elas uma de 14 anos. A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, como é formalmente chamada essa confissão religiosa com sede no estado de Utah, nos Estados Unidos, publicou em outubro a informação em um ensaio em seu site que inicialmente acabou passando despercebido, mas que na terça-feira foi recuperado por vários veículos da imprensa local e nacional.

Até agora, a Igreja Mórmon mantinha oficialmente a versão de que Smith só teve uma esposa - chamada Emma. A admissão sobre a vida do profeta do século XIX se encaixa com a prática de poligamia que a igreja abandonou formalmente em 1890, mas que continua vinculada com essa confissão na cultura popular dos Estados Unidos. A divulgação dessa informação faz parte de um esforço da Igreja Mórmon para ser mais transparente em relação a sua história devido às acusações que surgiram sobre o tratamento de mulheres e minorias, segundo uma análise do jornal Boston Globe.

Smith teve entre 30 e 40 esposas com idades entre 14 e 56 anos, embora a maioria delas tivesse entre 20 e 40 anos. Algumas também eram casadas com amigos do profeta, segundo o texto. É provável que Smith não mantivesse relações sexuais com todas as mulheres porque muitas estavam "reservadas" para sua vida no céu, mas essa poligamia causava um "sofrimento insuportável" à sua primeira esposa, Emma, de acordo com o ensaio.

Smith se voltou para a poligamia durante suas leituras do Antigo Testamento em 1831, quando descobriu que muitas figuras bíblicas, como Abraão, Davi e Salomão, tiveram mais de uma esposa. "A mesma revelação que ensinava sobre o casamento plural fazia parte de uma revelação mais ampla que Joseph Smith teve. O Casamento podia durar até depois da morte e esse casamento eterno era essencial para herdar a plenitude que Deus deseja para seus filhos", afirma o texto.

Estima-se que cerca de 40.000 moradores de Utah mantêm hoje casamentos polígamos, apesar de a Igreja Mórmon insistir que não são membros de sua confissão, que em 1890 rejeitou a poligamia por causa da pressão do governo americano e, desde então, excomunga aqueles que a praticam.

(Com agências EFE e Reuters)

O artigo original do site da revista VEJA poderá ser visto por meio desse link aqui:


Que Deus abençoe a todos,

Alexandros Meimaridis

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quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

JUIZ FEDERAL DERRUBA A LEI QUE BANIA A POLIGAMIA NO ESTADO DE UTAH.


Juiz Clark Waddoups

Usando um argumento legal baseado na legislação que permite o “casamento” de pessoas do mesmo sexo, um juiz federal do Estado de Utah baniu a lei que proibia a poligamia naquele estado.

Isso já era previsível. Se o casamento é visto apenas como uma forma de proporcionar prazer e, se um homem pode casar-se legalmente com outro homem ou uma mulher casar-se com outra mulher apenas porque estão apaixonados e assim desejam fazer, então não existe nenhum argumento consistente o suficiente para se proibir qualquer tipo de “casamento”, onde dois ou mais partidos consintam em agir assim.
Ao derrubar a lei de 1896 que proibia a poligamia no Estado de Utah, o juiz federal da corte distrital, o meritíssimo Clark Waddoups citou “a bastante desenvolvida jurisprudência constitucional que agora protege os indivíduos das consequências criminosas que a legislação em vigor pretende aplicar sobre certas de situações de estrita “ESCOLHA PESSOAL”.

Dessa forma, o casamento tornou-se agora uma questão apenas de escolha pessoal e a constituição dos Estados Unidos da América, supostamente protege os direitos de tais tipos de escolhas, o que não passa, na realidade, de uma grande estupidez.

O casamento entre um homem e uma mulher é uma instituição sagrada estabelecida pelo próprio Criador conforme lemos em:

Gênesis 2:21—24

21 Então, o SENHOR Deus fez cair pesado sono sobre o homem, e este adormeceu; tomou uma das suas costelas e fechou o lugar com carne.

22 E a costela que o SENHOR Deus tomara ao homem, transformou-a numa mulher e lha trouxe.

23 E disse o homem: Esta, afinal, é osso dos meus ossos e carne da minha carne; chamar-se-á varoa, porquanto do varão foi tomada.

24 Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne.

Aos poucos a constituição do país vai sendo solapada por juízes ativistas dos direitos do indivíduo sobre as leis escritas para o bem de todos. Ao garantir a liberdade ao homossexuais de agirem como desejam, o juiz subtrai o direto garantido a todos os cidadãos pela Primeira Emenda que trata da liberdade da expressão e da prática da religião.

Os homossexuais desejam se casar? Os polígamos desejam ter várias esposas? Creio que legislação específica deve ser passada para garantir esses direitos exclusivamente. Agora não queiram esses indivíduos violarem as convicções morais e religiosas de outros porque esse outros também têm seus direitos. Mas não é isso que temos visto acontecer nos EUA.

Em abril do ano passado um juiz do primeiro circuito federal condenou os proprietários de um pequeno hotel no Havaí alegando que os mesmo tinham violado os direitos de duas lésbicas, ao recusarem ceder um dos apartamentos do hotel, com base em suas convicções religiosas. Certamente as duas mulheres poderiam procurar outro hotel disposto a recebê-las. A abertura do processo constitui uma imoralidade em si mesma.
No início de dezembro de 2013 um juiz no estado do Colorado condenou o dono de uma doceria por discriminação ilegal, por ter se recusado a servir uma casal homossexual com base em suas convicções religiosa. O casal poderia ir a outro lugar disposto a receber seu dinheiro e deixar aquele indivíduo em paz. Mas não adianta, a coisa vai se degenerando numa velocidade abismal.

Os conceitos de “casamentos homossexuais” destroem por completo cada uma dos aspectos da moralidade ensinada na Bíblia. Se a prática da homossexualidade, do adultério, da fornicação e da prostituição não são imorais, então é difícil achar qualquer coisa que seja imoral.

O que determina a moralidade não pode nunca ser os pensamentos e os sentimentos dos seres humanos. A base precisa estar em algo fora de nós como, em Deus e sua Palavra, por exemplo. Mas quando rejeitamos a Deus e sua palavra não existe nada mais que possa ser considerado absolutamente moral e apenas o caos moral nos aguarda, do mesmo jeito que aconteceu antes do dilúvio quando lemos o seguinte, acerca da condição da humanidade naqueles dias:

Gênesis 2:5, 11—12

5 Viu o SENHOR que a maldade do homem se havia multiplicado na terra e que era continuamente mau todo desígnio do seu coração;

11 A terra estava corrompida à vista de Deus e cheia de violência.

12 Viu Deus a terra, e eis que estava corrompida; porque todo ser vivente havia corrompido o seu caminho na terra.    

Não somos contra os direitos de ninguém de fazer com suas vidas o que bem entenderem. Mas somos radicalmente contra a criação de legislação específica que obrigue aqueles que acreditam na Bíblia a agir como se a mesma não existisse. Os direitos de todos, inclusive as convicções religiosas, devem ser respeitados por todos.

Homossexuais podem se unir, devem ter direitos a benefícios sociais e serem tratados com respeito como todos os outros.

Por outro lado devem entender e respeitar outros que, eventualmente se recusem a servi-los por convicções religiosas ou morais. Ninguém deve ser obrigado a fazer nada que vá contra suas convicções religiosas, a menos que seja algum crime, que é exatamente o que os ativistas gays, mundo afora, estão tentando fazer: criminalizar as convicções morais e religiosas daqueles que não concordam com eles.

Como aqui no Brasil nós gostamos de imitar, como macaquinhos, tudo o que acontece nas terras do Tio Sam, como crentes, devemos nos preparar para longas e árduas batalhas quanto a essas e outras questões envolvendo a moral bíblica que adotamos.

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Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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