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sexta-feira, 12 de junho de 2015

IGREJA CATÓLICA ROMANA ENFRENTA DIFICULDADES ENTRE FÉ E RAZÃO


No Vaticano, Papa Francisco recebe os organizadores, jogadores e convidados do 'Jogo da Paz', que será realizado nesta segunda-feira (01), no Estádio Olímpico de Roma
Papa Francisco I (Vincenzo Pinto/AFP)

O material abaixo foi publicado pelo site da revista VEJA e assinado pelo jornalista Rinaldo Gama.

Entre a fé e a razão

A fala do papa Francisco sobre o Big Bang e a teoria da evolução faz parte de um esforço histórico — e difícil — de convivência dos dogmas católicos com o pensamento científico
Por: Rinaldo Gama
Batalhas sombrias. Era assim que Bertrand Russell (1872-1970), monumento da filosofia inglesa - frequentemente ombreado com pensadores da estatura de John Locke, David Hume e John Stuart Mill -, se referia aos seculares embates entre ciência e religião. Na semana passada, o papa Francisco inscreveu seu nome na história dessa guerra - mas do lado da paz, claro, como não poderia deixar de ser com o extraordinário Jorge Mario Bergoglio. "Quando lemos no Gênesis sobre a criação, corremos o risco de imaginar que Deus tenha agido como um mago, com uma varinha mágica capaz de criar todas as coisas. Mas não é assim", disse ele diante de um grupo de membros da Academia de Ciências do Vaticano, valendo-se de uma imagem utilizada recentemente. E completou: "O Big Bang, que hoje temos como a origem do mundo, não contradiz a intervenção criadora, mas a exige. A evolução na natureza não é incompatível com a noção de criação, pois a evolução exige a criação de seres que evoluem".

A segunda parte da declaração do sumo pontífice causou alvoroço - muito mais em função da notável habilidade comunicativa de Francisco do que por sua suposta novidade teológica. "Não vejo razão para surpresa com a declaração do papa. A virada mais importante nesse assunto aconteceu décadas atrás, com Pio XII. Foram duas as encíclicas que prepararam a grande revolução da Igreja nesse sentido: a Humani Generis (1950), em que se diz que o que quer que tenha havido veio de Deus; e a encíclica Divino Afflante Spiritu (1943), que reconhecia hipóteses como as da evolução e do Big Bang", explica Afonso Soares, teólogo e professor de ciência da religião, da PUC-SP. "O discurso do papa reforça que assuntos científicos não devem ser tratados como dogma", afirma ele. "Ciência e religião são duas maneiras de pensar o mundo bem diferentes. A diferença essencial é o dogma. No campo do conhecimento, o dogma não se sustenta", sublinha Marcelo Gleiser, físico, astrônomo e professor de filosofia do Dartmouth College, EUA.

Além de Pio XII, o papa João Paulo II foi outro aliado de peso da bíblia evolucionista, o livro Da Origem das Espécies por Meio da Seleção Natural (1859), do naturalista britânico Charles Darwin (1809-1882). Em 1996, em uma mensagem enviada àquela mesma Academia de Ciências do Vaticano - fundada em 1603 e que reúne oitenta pesquisadores de vários países -, o papa polonês fez uma afirmação, ela sim, surpreendente, em se tratando de Karol Wojtyla. No texto, João Paulo II afirmava que "a teoria da evolução é mais do que uma hipótese". O antecessor de Francisco, o papa emérito Bento XVI, foi mais conservador: apoiou a tese do "design inteligente", desenvolvida por criacionistas americanos e ligada a correntes evangélicas. Um dos colaboradores de Bento XVI, o cardeal Christoph Schönborn, chegou a publicar um artigo, em 2005, no qual defende a ancestralidade como fator evolutivo, mas rejeita a evolução "no sentido neodarwinista, de um processo não planejado".

Está claro que o aceno de Francisco à conciliação entre teologia e pensamento científico vem ao encontro da posição progressista de Pio XII. Isso pode levar à ideia de que somente a religião tem se esforçado para pôr fim às "batalhas sombrias" de que falava Bertrand Russell em Religião e Ciência (1935), uma das obras que lhe assegurariam o Prêmio Nobel de Literatura de 1950. Engano. Na realidade, a sugestão de Pio XII está, de certo modo, alinhada ao que expressou um cientista considerado uma das vítimas de maior vulto da intolerância da Igreja Católica, o italiano Galileu Galilei (1564-1642) - sobretudo em sua célebre carta dirigida à grã-duquesa Cristina de Lorena, em meados de 1615. A inspiração para o texto - em que Galileu discute o geocentrismo e o heliocentrismo, buscando compatibilizar o que diz a Bíblia com a teoria do polonês Nicolau Copérnico (1473-1543) a respeito do tema - veio em um jantar realizado na corte da Toscana, em dezembro de 1613. A ligação entre o cientista e a grã-duquesa era longa. Em 1605, Cristina contratara Galileu como professor de seu filho, Cósimo, que se tornaria grão-duque e um entusiasmado protetor do mestre.

Na carta - em realidade, um tratado -, o cientista procura convencer as autoridades da Igreja de que não havia razão para condenar a tese heliocêntrica de Copérnico, até porque, argumenta, Natureza e Escritura seriam, ambas, obras de Deus. Para sustentar que não havia conflito entre o texto bíblico e o copernicano, Galileu recorre mais de uma vez a Santo Agostinho (354-430), caso desta passagem: "Se acontece que a autoridade das Sagradas Escrituras é posta em oposição com uma razão manifesta e certa, isto quer dizer que aquele que interpreta a Escritura não a compreende de maneira conveniente; não é o sentido da Escritura que ele não pode compreender, que se opõe à verdade, mas o sentido que ele quis lhe dar". Agostinho não está na carta daquele que é tido como um dos criadores da ciência moderna por acidente. Em uma de suas mais notáveis reflexões, feitas exatamente a partir do Gênesis, o pensador de Tagaste (hoje Souk Ahras, na Argélia) desmonta a pseudoquestão sobre o que Deus teria feito antes de criar o Universo, disparando: "Se antes da criação do céu e da terra não havia tempo, para que perguntar o que fazíeis então? Não podia haver 'então' onde não havia tempo".

Em que pese sua sólida argumentação, a carta de Galileu não foi capaz de impedir que o sistema de Copérnico recebesse a condenação da Igreja, que colocou seu livro As Revoluções dos Orbes Celestes no Index Librorum Prohibitorum, uma lista de obras cuja leitura não era permitida aos católicos, na qual permaneceria até o século XIX. O próprio Galileu seria convocado a ir ao Tribunal do Santo Ofício, que, em 1633, o considerou suspeito de heresia, por tentar provar a teoria heliocêntrica, e o obrigou a negar suas convicções. Seria preciso esperar até 1992 para que João Paulo II o reabilitasse. Diz a lenda que, após desmentir a si mesmo, o cientista teria murmurado: "Eppur si muove" (algo como "Mas ela se move", numa referência à Terra em relação ao Sol). A Igreja, pelo que se viu, também tem se movido - e o papa Francisco, modestamente, vem se alinhar a essa órbita moderna. "Deus, arquiteto do universo, proibiu o homem de provar os frutos da árvore da ciência, como se a ciência fosse um veneno para a felicidade", escreveu Erasmo de Roterdã (1469-1536). Faria sentido? Albert Einstein (1879-1955), o maior cientista do século XX, pensava diferente: "A ciência sem a religião é manca, a religião sem a ciência é cega".

(Com reportagem de Fernanda Allegretti)

O artigo original poderá ser visto por meio desse link aqui:


NOSSO COMENTÁRIO:

Não existe nenhuma contradição definitiva entre o conhecimento científico e aquilo que está afirmado nas Sagradas Escrituras – Francis Schaeffer

OUTROS ARTIGOS ACERCA DA IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA
































































http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2011/09/santos-catolicos-podem-interceder-pelos.html

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Alexandros Meimaridis

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quinta-feira, 11 de junho de 2015

PASTOR GAY ACUSA SOCIEDADE BÍBLICA DO BRASIL DE VOLTAR ATRÁS


 
Marvel Souza, idealizador da Bíblia "Graça sobre Graça".

Há poucos dias publicamos uma notícia baseada em informações disponíveis na internet que a Sociedade Bíblica do Brasil tinha autorizado a publicação de uma Bíblia voltada para o público Gay e outros excluídos — negros, deficientes físicos, mulheres e etc.

Em seguida recebemos uma Nota Oficial da Sociedade Bíblica do Brasil, assinada pelo Sr. Erní Walter Seibert, Secretário de Comunicação, Ação Social e Arecadação da Sociedade Bíblica do Brasil, negando que a SBB tivesse qualquer coisa a ver com a publicação da tal Bíblia, chamada de “Bíblia Graça sobre Graça”.

Abaixo segue, na íntegra a Nota que recebemos da SBB:

Nota de esclarecimento

Em relação à nota A Bíblia de Todas as Cores, publicada na revista Veja Brasília, em abril último, a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) esclarece que esta publicação não possui qualquer relação com a SBB, nem o tema faz parte de sua linha editorial.

Com a expectativa de ter esclarecido o assunto, a SBB agradece a atenção e coloca-se à disposição para dirimir eventuais dúvidas que ainda possam surgir.

Erní Walter Seibert
Secretário de Comunicação, Ação Social e Arrecadação
Sociedade Bíblica do Brasil

Como a SBB negou por escrito, ter qualquer coisa a ver com a publicação da tal Bíblia “Graça Sobre Graça”, retiramos do nosso blog o artigo, que agora voltamos a publicar com algumas modificações e que poderá ser visto por meio doe um dos links citados abaixo:

Por outro lado, o Pastor da Igreja Cidade de Refúgio, entrevistado pelo site Golpel Prime alega que: depois de ter conseguido a aprovação da Sociedade Bíblica do Brasil para usar o texto da versão de Almeida Revista e Corrigida, a mesma voltou atrás. O mesmo alega ainda ter um contrato assinado pela SBB, o qual sugerimos seja disponibilizado para dirimir quaisquer dúvidas, que possam pairar sobre caso tão nebuloso. 

Abaixo apresentamos o artigo publicado pelo site Gospel Prime onde o Pastor Marvel de Souza apresenta sua versão dos fatos.

Bíblia gay será lançada mesmo sem aval da SBB

Autor de comentário afirma que SBB cedeu à pressão de “grupos religiosos tradicionais”

por Jarbas Aragão

A polêmica sobre o lançamento da Bíblia comentada “Graça sobre Graça” continua. Após a grande repercussão da notícia que a Sociedade Bíblica Brasileira (SBB) cedeu o texto da Versão Almeida Revista e Corrigida (ARC) para a publicação do que é chamado de “Bíblia gay” a SBB publicou uma nota negando ter dado autorização.

O portal Gospel Prime entrou em contato com o pastor Marvel Souza, da Igreja Comunidade Cidade de Refúgio (DF), responsável pelas notas e comentários da “Graça sobre Graça”.

Num primeiro momento ele esclarece que o objetivo da nova Bíblia é alcançar as minorias. O vídeo de promoção do material cita especificamente portadores de necessidades especiais, homossexuais, negros e mulheres.

Marvel explica que ficou dois anos pleiteando a autorização junto à SBB. Recebeu a Cessão de Direito para a Utilização em maio de 2014. Contudo, mesmo com contrato assinado a Sociedade Bíblica voltou atrás após a divulgação da imprensa. O pastor diz que houve consenso entre ele e a SBB após “os levantes por parte de grupos religiosos tradicionais que pressionaram a Instituição a desfazer o contrato!”.

Isso pode atrasar, mas não impedirá o pastor de publicar a Graça sobre Graça. Ele não explica que versão usará, mas garante que hoje trabalha “fazendo paráfrases, traduções, citações e comparações textuais”. Adiada para o final do ano, a Bíblia será lançada sem que ele altere versículos.

Sua abordagem, esclarece, é tornar “claros para a compreensão dos leitores, além de tecer comentários que tornarão os textos mais ricos em termos acadêmicos”.

Questionado sobre sua motivação para o projeto, assevera que era um desejo de “fomentar assuntos relevantes para igreja cristã da atualidade frente à intolerância religiosa, racial, de gênero, de orientação sexual, de condição física, etc”.

Seu projeto não é uma versão brasileira de outras bíblias chamadas de inclusivas. Ele garante que seu trabalho é “inédito no Brasil e no mundo”.

Na preparação do material, ele conta que está sendo assessorado por empresas nacionais e internacionais que o ajudarão na divulgação do projeto no Brasil e em países de língua portuguesa.

Para Marvel é preciso que a Igreja entenda melhor que “a graça divina é simplesmente inclusiva”.

Segundo o site da igreja, a Cidade de Refúgio, fundada originalmente pela missionária e cantora Lana Holder, possui cinco templos no país. Na página existe um vídeo gravada por Lana onde a “teologia inclusiva” é explicada, ressaltando que ela não se resume aos gays. Para eles, Deus cria as pessoas homossexuais e eles não precisam nem de cura nem de libertação.

O artigo original poderá ser lido por meio desse link aqui:


NOSSO COMENTÁRIO

1. É imprescindível que a Sociedade Bíblica do Brasil tome uma posição firme e venha a público relatar os fatos conforme constam em seus registros. Caso a mesma tenha cedido os direitos — algo que condenamos — e depois voltou atrás — como alega o pastor Marvel, que admita o que fez e se desculpe perante aqueles que sentiram-se ofendidos por tal comportamento.

2. Caso as alegações do Pastor Marvel não sejam verdadeiras, que a Sociedade Bíblica do Brasil tome as devidas providências contra ele e sua igreja. E que torne público toda a história de relacionamento entre a SBB e a Igreja Cidade de Refúgio, já que o pastor Marvel alega que esse relacionamento se arrastou por dois anos.

3. Quanto ao pastor Marvel pedimos que: caso o mesmo tenha um contrato assinado pela Sociedade Bíblica do Brasil, mesmo que o mesmo tenha sido cancelado, que torne o mesmo público. Acusar uma entidade com 70 anos de existência e uma folha corrida de relevantes serviços prestados ao povo brasileiro de maneira leviana, se for mesmo esse o caso, é algo que também condenamos.

4. O Blog O Grande Diálogo tem um único interesse nessa questão toda, como em todas as questões que são tratadas pelo mesmo: A VERDADE. Não desejamos acusar ninguém injustamente – nem a Sociedade Bíblica do Brasil e nem o Pastor Marvel — mas cremos que temos o direito de saber a verdade já que existe uma grande contradição entre a Nota da SBB e as afirmações continuadas do pastor Marvel.



Que Deus Abençoe a todos

Alexandros Meimaridis

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SOCIEDADE BÍBLICA DO BRASIL NEGA QUALQUER PARTICIPAÇÃO NA CHAMADA BÍBLIA GAY



Após a publicação de nosso artigo que repercutiu uma notícia publicada pelo site da Revista VEJA em Brasília alegando que, a Sociedade Bíblica do Brasil teria concedido autorização para o uso da sua Versão de Almeida Revista e Corrigida para a publicação de uma Bíblia voltada para o público gay — Bíblia Graça sobre Graça — a SBB nos enviou a Nota de Esclarecimento abaixo, negando ter qualquer participação nesse projeto:

Nota de esclarecimento

Em relação à nota A Bíblia de Todas as Cores, publicada na revista Veja Brasília, em abril último, a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) esclarece que esta publicação não possui qualquer relação com a SBB, nem o tema faz parte de sua linha editorial.

Com a expectativa de ter esclarecido o assunto, a SBB agradece a atenção e coloca-se à disposição para dirimir eventuais dúvidas que ainda possam surgir.

Erní Walter Seibert
Secretário de Comunicação, Ação Social e Arrecadação
Sociedade Bíblica do Brasil


Que Deus abençoe a todos.  

Alexandros Meimaridis

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SOCIEDADE BÍBLICA DO BRASIL AUTORIZA PUBLICAÇÃO DE BÍBLIA COM NOTAS PARA PÚBLICO GAY



ATENÇÃO: ANTES DE PROSSEGUIR COM A LEITURA DESSE ARTIGO, LEIA A NOTA DE ESCLARECIMENTO QUE NOS FOI ENVIADA PELA SOCIEDADE BÍBLICA DO BRASIL —

Nota de esclarecimento

Em relação à nota A Bíblia de Todas as Cores, publicada na revista Veja Brasília, em abril último, a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) esclarece que esta publicação não possui qualquer relação com a SBB, nem o tema faz parte de sua linha editorial.

Com a expectativa de ter esclarecido o assunto, a SBB agradece a atenção e coloca-se à disposição para dirimir eventuais dúvidas que ainda possam surgir.

Erní Walter Seibert
Secretário de Comunicação, Ação Social e Arrecadação
Sociedade Bíblica do Brasil

De acordo com o site da Revista VEJA de Brasília, a Sociedade Bíblica do Brasil, detentora dos diretos de vários textos bíblicos, deu luz verde para a publicação de uma Bíblia com notas voltada, especificamente, para o público gay e outras minorias.

A nota da Revista Veja que reproduzimos abaixo diz:


“Pastor de uma igreja inclusiva que acolhe a comunidade de gays e lésbicas no DF, Marvel Souza conseguiu uma autorização inédita no país. Depois de dois anos de tentativas, recebeu da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), detentora dos direitos sobre textos bíblicos, o aval para editar uma versão comentada do livro sagrado. Em sua obra, o pastor, que lidera a comunidade Cidade de Refúgio, em Taguatinga, fará uma reflexão sobre as escrituras voltada para o público gay. “Teremos um olhar especial para os homoafetivos, mas também para negros e toda sorte de excluídos”, diz o pastor. A Bíblia Graça sobre Graça será vendida a partir de junho, com lançamento previsto para São Paulo, Rio e Brasília”.

E assim vamos caminhando. A Bíblia já não tem mais nenhum valor como a Palavra de Deus. Virou apenas uma peça comercial. Por isso vemos esse vale-tudo com relação à mesma. Quanto mais o tempo passa, mais percebemos que o chamado meio evangélico, está possuído por um desejo de morte e autodestruição, que provavelmente, é fruto do juízo de Deus sobre um povo tão iníquo.

A reportagem original poderá ser vista por meio desse link aqui:




Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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quarta-feira, 27 de maio de 2015

DESAGRAVO CONTRA BÍBLIAS QUE ESPALHAM HERESIAS




Petição Pública Brasil Logotipo
Desagravo contra as "bíblias" do Thalles Roberto e "apostólica" do Ap. Estevam Hernandes e outras publicações disseminadoras de heresias com o selo da SBB

Para: Orgãos Diretivos da Sociedade Bíblica do Brasil - SBB


Prezados dirigentes, conselheiros e membros da Assembleia Administrativa, da Diretoria e do Conselho Consultivo da Sociedade Bíblica do Brasil.

Nós, cristãos evangélicos abaixo-assinados, recebemos com extrema preocupação notícias referentes a publicações inadequadas produzidas em parceria com a Sociedade Bíblica Brasileira e, por esta conta, levamos às instancias dirigentes desta nobre instituição nossas preocupações a fim de que sejam tomadas as medidas cabíveis a fim de corrigir os erros introduzidos a seguir.

Reconhecemos a excelência dos serviços prestados pela SBB na promoção e difusão da Bíblia e sua mensagem no território nacional e louvamos a Deus por sua missão que reconhece o texto sagrado como instrumento de transformação e desenvolvimento integral do ser humano.

Como cristãos evangélicos, temos esta instituição na mais alta conta e reconhecemos que o selo da SBB em qualquer publicação representa uma chancela de qualidade e excelência, digna de recomendação, sem qualquer restrição.

E, justamente por pensarmos assim, e tendo contribuído para o reforço desta mesma percepção junto aos nossos irmãos em Cristo, assistimos com extrema preocupação a participação da SBB em projetos que consideramos deletérios para o Reino de Deus.

Acreditamos ser uma temeridade a participação desta instituição na consultoria, na co-edição, na promoção, na impressão oficializada e pública e no oferecimento da chancela do selo SBB a projetos de publicações de Bíblias comentadas, anotadas, temáticas e outras em parceria com instituições já dadas por inidôneas pela maioria dos evangélicos, promotoras de heresias e até tidas como seitas por denominações protestantes históricas.

Entre outras publicações deletérias, citamos publicações, tais como, a Bíblia Apostólica comentada por Estevam Hernandes, a IDE, a Bíblia do Thalles Roberto e outras como exemplos de grande inadequação aos propósitos do Reino de Deus.

Apenas para nos ater a alguns exemplos, nas publicações citadas, temos na Bíblia apostólica, um prefácio de Rene Terra Nova, onde o mesmo escreveu:

“Creio que é chegado um tempo de unidade no Reino, um tempo no qual precisamos nos apegar ainda mais à Verdade, Jesus, para vermos o manto apostólico sendo estabelecido sobre nossa nação [...] esta Bíblia será como uma bússola que fará com que você caminhe sempre e sempre em direção à Verdade Maior, Jesus. E nada melhor do que um apóstolo para conduzi-lo por estas linhas de decisão [...] E você será adestrado para este tempo profético e apostólico que estamos vivendo através desta Bíblia que está em suas mãos“.

Em textos de divulgação, o senhor Terra Nova relativiza a importância dos princípios da Reforma Protestante para esses dias e afirma que o tempo e a visão de Deus para este tempo da Igreja é a tal visão apostólica e celular, inomináveis heresias para a maioria dos evangélicos.

E, no mesmo texto, o autor segue com descarada exaltação humana e idolatria à figura do comentador da referida publicação, uma atitude lamentável que não encontra lugar junto às Sagradas Escrituras:

“Estevam é um líder incansável! Tenho visto isso na sua vida e história, que se tornou uma espécie de GPS apostólico, pois muitos não tinham coragem de romper e adotar a nomenclatura (de apóstolo). Depois que ele abriu o caminho, todos estão logrando êxito em muitas áreas dos seus ministérios. Por trás, porém, existe esse estimulador de valores, um homem que treinou muitos generais de guerra no mundo espiritual.”

Será que a SBB concorda que a direção da Igreja de Cristo é agora o GPS apostólico iniciado por Estevam Hernandes; ou ainda estaria Cristo assentado no trono e no governo de Sua Igreja?

Vale lembrar à diretoria da SBB que tudo acima é apenas uma introdução ao conjunto de anotações de Estevam Hernandes ao texto bíblico, as quais, promovem diversas heresias incluindo: a teologia da prosperidade, a confissão positiva, a existência de unções extraordinárias e a sua transferência a discípulos de apóstolos modernos, a autoridade dos apóstolos modernos para liberar bênçãos, amaldiçoar pessoas e para o estabelecimento de novos dogmas para a Igreja e, por fim, o poder de apóstolos para retificar o texto bíblico. Como se isto não fosse absurdo o bastante, as referidas anotações da autoria de Estevam Hernandes pretendem oferecem subsídios bíblicos para a equiparação (e até a superação) de poder dos tais "apóstolos" modernos, àqueles santos instituídos por nosso Senhor Jesus Cristo. Segue ainda, na mesma obra, equívocos grotescos relativos a batalha espiritual e a descabida ênfase na obtenção de ofertas monetárias, sendo que a publicação chancelada pela Sociedade Bíblica do Brasil oferece dezenas de esboços de pregação para este fim arrecadador, alguns destes quase infames na sua ênfase mercantilista no culto ao Senhor.

Já na “Bíblia do Thalles Roberto ”, além dos erros acima apontados, já que se trata de publicação derivada, se encontra junto ao texto sagrado diversas letras e musicas, da autoria do referido "ídolo" gospel, cheias de futilidade, carnalidade e com graves equívocos doutrinários, bem como, a promoção de valores mundanos. Ademais, acha-se inacreditável quantidade de fotografias, testemunhos e textos de exaltação da carreira do artista gospel, coisa que não tem lugar no contexto cristão, tanto mais neste excelso invólucro, a nossa Bíblia.

Para além da eventual participação ativa da SBB no projeto e na edição destes materiais, acreditamos que a simples presença do selo da SBB nestas publicações, a acusação de impressão do material em suas gráficas, do uso da versão traduzida do texto bíblico ou, ainda, a mera divulgação de sua co-produção nas peças promocionais destas obras transferem às mesmas e às instituições a estas associadas o prestígio e a confiança que a SBB goza junto a comunidade cristã evangélica. Neste sentido, a Sociedade Bíblica do Brasil termina por qualificar, testificar e aprovar implicitamente as heresias e inadequações diversas constantes nestas obras, transformando tais publicações em poderosos veículos de disseminação de blasfêmias entre o povo cristão.

Compreendemos os desafios impostos pelo mercado e a necessidade de recursos exigidos para manter esta obra. Temos ciência das eventuais tentações de ordem financeira, contudo, a SBB não precisa e não merece esta mácula nos anais de sua história.

A fim de manter a credibilidade desta instituição entre os líderes cristãos que indicam as suas publicações e confirmam a sua seriedade, rogamos que a SBB revise as políticas comerciais que levaram a sua direção executiva a fomentar tais parcerias e a produzir este tipo de material, resguardando esta nobre instituição de associações temerárias.

O mercado editorial está inundado de Bíblias Temáticas, comentadas e anotadas de propósito edificante, mas também com muitas de propósito duvidoso. Neste ritmo que caminha o segmento editorial evangélico, não estamos longe de acharmos nas livrarias a “bíblia da prostituta evangélica", ladeada da "bíblia do gay cristão", da "do bom ladrão" e da "bíblia do cachorro crente". Instituições como a SBB precisam encontrar a boa medida no caso das Bíblias Temáticas e Anotadas e ser a referencia para o segmento, jamais um exemplo de mais imundícia.

Lembramos aos mesmos dirigentes que o propósito da SBB está em conformidade com a diretiva bíblica e que a sua missão de promover a sã doutrina deve estar acompanhada da refutação de heresias, conforme Tito 1:9.

Da mesma forma, cabe a todo o cristão zelar pela sã doutrina herdada, bem como denunciar o pecado da blasfêmia, sob pena de se associar com a iniquidade, conforme Levítico 5:1.

No Amor de Cristo, abaixo assinamos em petição e encaminhamos às instâncias diretivas da Sociedade Bíblica do Brasil.

A petição original poderá ser vista por meio desse link aqui:


E você poderá assinar a petição diretamente por meio desse link aqui:


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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sexta-feira, 10 de abril de 2015

THALLES ROBERTO AGORA TEM TAMBÉM SUA PRÓPRIA BÍBLIA



É com grande tristeza que vemos a Sociedade Bíblica do Brasil, misturar cada vez mais, o puro trigo da Palavra de Deus com o nojento joio de várias Bíblias com notas, que a mesma está publicando. Todo mundo tem sua Bíblia: do adultero contumaz e herege Jimmy Swaggart até o contrabandista convicto de divisas e também herege, o chamado Apóstolo Estevam Hernandes.

Agora, para completar nosso desapontamento tomamos conhecimento do mais novo lançamento em parceria da SBB com o cantor Thales Roberto, e o texto da Bíblia Apostólica anotada pelo apóstolo Estevam Hernandes, que já foi objeto de outro artigo nosso, o qual poderá ser visto por meio desse link aqui:



O artigo abaixo foi publicado pelo site Gospelprime e é da autoria de Leiliane Roberta Lopes:

 “Bíblia do Thalles Roberto” causa polêmica nas redes sociais


Livro vem com a biografia e alguns testemunhos do cantor e custa R$ 110,00

Por Leiliane Roberta Lopes

O cantor Thalles Roberto gravou um vídeo e postou no seu Facebook para mostrar o mais novo produto que leva sua marca: a Bíblia Ide, projeto lançado pela Sociedade Bíblica do Brasil que traz em suas primeiras páginas a biografia do cantor.

Com mais de 7 milhões de seguidores na rede social, Thalles pode compartilhar o projeto dizendo que criar esta Bíblia foi uma direção dada a ele pelo Espírito Santo para atrair os jovens.
“O jovem não lê Bíblia. O jovem gosta de música, gosta de louvor, de pular, de gritar, de celebrar. Mas muitos jovens têm dificuldade de ter consistência no relacionamento com Deus”, disse ele.

Ele acredita que esse exemplar com sua história e várias fotografias dele possa fazer com que as pessoas tenham o interesse de ler a Palavra de Deus. “Deus me deu uma influência e meu Facebook está entre os maiores do país. Eu quero influenciar os jovens a ler a Bíblia e foi por isso que eu coloquei o meu nome aqui”.

Mas ao mesmo tempo em que os fãs do artista comemoraram o lançamento, a maioria criticou a atitude do músico principalmente por ele dizer que seu objetivo não é vender Bíblias e no seu site cada livro custar R$ 110,00.

“Se o objetivo não é vendas de Bíblia então doe para os jovens ao invés de vender”, escreveu o internauta Leo Souza.

“Antes de conhecer Deus tem que conhecer o Thalles…. piada!!! Realmente Jovem não lê a Bíblia por influência de pessoas como você, que leva eles a apenas pular, gritar e achar que estão no espírito com músicas que nada cooperam com o Reino”, escreveu o usuário Família Rizzo.

O internauta Felipe Cavalcante Costa também criticou o novo produto de Thalles Roberto: “‘Pus meu nome na Bíblia para incentivar as pessoas a lerem a Bíblia’. É… Deus deve estar por fora mesmo. Está precisando do cantor-gritador para fazer prefácio do seu livro”, escreveu.

Já os fãs elogiaram. “Muito bacana Thalles. Parabéns pela iniciativa. E glória a Deus que foi e é o mentor dessa criatividade tão eficiente. Os jovens precisam disso, de estímulo a ler mais a palavra. A palavra de Deus é o maior vínculo com o altíssimo”, escreveu Marcele Ribeiro.

“Glórias a Deus, Thalles pelo seu trabalho muitos criticando mais ninguém sabe a forma que Deus pode agir na vida das pessoas e que essa ideia possa fazer com que os jovens leiam mais a bíblia”, escreveu Matheus Gonçalves.

Produtos assinados pelo cantor

Thalles Roberto não é o primeiro artista evangélico a lançar uma Bíblia com seu nome.

Mara Maravilha (Bíblia Ministério Mara Maravilha), Ana Paula Valadão (Bíblia Diante do Trono), André Valadão (Bíblia Fé), Bispa Sônia (Bíblia Mulher De Bem Com a Vida) e muitos outros também já lançaram Bíblias com suas biografias e anotações.

Mas além da Bíblia, Thalles Roberto mantém uma loja virtual onde comercializa camisetas, bonés, pulseiras, casacos, cases para celulares, óculos, tênis, CDs, DVDS, livros de autoajuda e outros artigos.

Quem tiver interesse em assistir o vídeo promocional da nova bíblia, poderá fazê-lo por meio desse link aqui:


O artigo original do site Gospelprime poderá ser visto por meio desse link aqui:


Que Deus tenha misericórdia de todos.

Alexandros Meimaridis

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sexta-feira, 7 de junho de 2013

OS PROPALADOS “MIL ERROS” DA BÍBLIA DE ALMEIDA


Resultado de imagem para bíblia de almeida


O irmão Vilson Scholz que é também Dr. em Novo Testamento, nos fez um enorme favor ao publicar o artigo que reproduzimos abaixo retirado da Edição Número 239 da revista “A Bíblia no Brasil”.

Como sabemos os negócios envolvendo a venda de Bíblias são multibilionários, mas parece que alguns editores acham que “VALE TUDOI” para denegrir a publicação dos outros para promoverem suas próprias. O artigo do irmão Vilson desmistifica essa mentira chamada de “Almeida Fiel” e nos apresenta a realidade, verdadeiramente excruciante, enfrentada pelos tradutores sérios das Escrituras Sagradas para nos fornecer uma Bíblia sempre mais legível e que reflita, da melhor forma possível, a intenção dos autores originais.

Recomendamos de todo coração a leitura do artigo abaixo.  

Os “mil erros” da Bíblia de Almeida

por Vilson Scholz[1]

Sempre de novo se lê e se ouve, na forma de uma frase solta, que a tradução de Almeida contém mais de mil erros. Em determinado site, por exemplo, aparece esta afirmação: “Um tradutor conhecido dos brasileiros, o protestante João Ferreira de Almeida, reconhece que sua tradução tem dois mil erros”. Diante disso, cabe perguntar: O que há de verdade por trás disso?

Esse tipo de afirmação a respeito da tradução de Almeida encerra um misto de verdade e mentira. Verdade é que a primeira edição do Novo Testamento de Almeida, publicada em 1681, saiu com erros, que foram detectados pelo próprio Almeida. Como assim? Acontece que Almeida preparou o manuscrito da tradução no Oriente, na cidade de Batávia (hoje Jacarta), na ilha de Java, mas a impressão foi feita na Europa, em Amsterdã, na Holanda. E que erros eram esses? Acima de tudo erros tipográficos, envolvendo, por exemplo, cedilhas e acentos. (Alguns dos “erros” detectados por Almeida não são nada disso, à luz da grafia moderna do português. É o caso, por exemplo, da grafia de “criada”, que Almeida acabaria alterando para criada.)

Mas Almeida verificou também a presença de erros de conteúdo, inseridos, ao que tudo indica, por revisores holandeses. Detectados os problemas, as autoridades da época determinaram que todos os exemplares dessa primeira impressão do Novo Testamento em português fossem destruídos. Entretanto, essa ordem não foi seguida à risca no Oriente. Em 1683, na cidade de Batávia, apareceu algo como uma “segunda impressão” desse Novo Testamento. Era uma edição corrigida à mão, com nova folha de rosto e uma advertência ao leitor, em duas páginas, escrita por Almeida. Nela, Almeida assim se expressa (em ortografia atualizada): “Porquanto este Novo Testamento, (sic) em ausência do Tradutor foi impresso, ocorreram nele muitas faltas; das quais as principais, conforme o Índice que logo após esta Advertência segue, com a pena vão emendadas, para que dele vos possais servir entre tanto que [=até que] na segunda Impressão, que com o divino favor presto [=logo] à luz há de sair, tudo emendado venha”. (Herculano Alves, A Bíblia de João ferreira Annes d´Almeida, p. 276). Nessa “edição corrigida”, Almeida introduziu alterações, a mão, em 144 versículos do Novo Testamento, listado no referido Índice. Somando-se a isso as correções de grafia, o número sobe para mais de mil. (Se alguém estranha a ocorrência de erros de impressão, que leia a “Nota sobre o texto”, na Introdução a “O Senhor dos Anéis”, de Tolkien. Ali consta que, desde a publicação do primeiro volume, em 1954, Tolkien esteve às voltas com “correções” não autorizadas, feitas por impressores e linotipistas! Introduzir tais “correções” era muito mais fácil antes do advento da editoração eletrônica. Hoje, essa possibilidade de “corrigir” um texto ficou bastante reduzida, ocorrendo apenas quando um editor decide intervir.)

E o que é mentira nessa história dos mil ou dois mil erros da tradução de Almeida? Mentira é não especificar de que tipo de erros se trata. Mentira é dar a entender, pela ênfase que se dá a este assunto, que só a tradução de Almeida tinha problemas e que outras traduções são infalíveis e não precisam de retoques. Nos tempos antigos (e, em parte ainda hoje), conseguir uma Bíblia impressa sem erros tipográficos somente era possível ao final de um processo de sucessivas revisões e reimpressões. Mas a mentira maior é dizer que esses erros não foram corrigidos. O próprio Almeida corrigiu à mão alguns daqueles exemplares impressos em 1681 e, como mostra a citação acima, prometeu correções para a segunda edição, que acabaria sendo publicada em 1693.

Tudo isso mostra que Almeida Corrigida não é uma ideia nova, pois a necessidade de correções acompanha a tradução desde o seu início. Ela passou a ser usada pela igreja de fala portuguesa, na distante cidade de Batávia, já como uma edição corrigida! Afirmar que esses erros (quantos são pouco importa) não foram corrigidos nas edições posteriores é querer negar o que os títulos das edições de Almeida indicam: Almeida Revista e Corrigida; Almeida Revista e Atualizada.

Por outro lado, a constatação de que, desde o início, houve necessidade de correções na tradução de Almeida mostra que é problemática essa noção de “Almeida fiel”. A que edição alguém se refere quando cita uma Almeida fiel? No caso do Novo Testamento, é a edição de 1681, a corrigida de 1683, a segunda edição de 1693, ou qual? No meu entender, a edição mais fiel da Bíblia de Almeida é a que expressa o significado do original da forma mais atualizada possível, segunda a intenção do seu tradutor; dar ao povo do seu tempo a palavra de Deus em bom português. Se a tradução não reproduz o original ou faz uso de linguagem inadequada, é preciso corrigir. É melhor corrigir do que perpetuar um erro. Foi o que Almeida fez. Felizmente.

Para meditar:

2 Timóteo 3:16—17 na Nova Tradução da Linguagem de Hoje

16 Pois toda a Escritura Sagrada é inspirada por Deus e é útil para ensinar a verdade, condenar o erro, corrigir as faltas e ensinar a maneira certa de viver.

17 E isso para que o servo de Deus esteja completamente preparado e pronto para fazer todo tipo de boas ações.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.




[1] Vilson Scholz tem doutorado na área de Novo Testamento e é consultor de Tradução da Sociedade Bíblica do Brasil.

sábado, 20 de outubro de 2012

SBB PUBLICA BÍBLIA COM NOTAS DE LUTERO: DESSA VEZ ACERTOU!



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Recentemente tivemos o desprazer de ver a Sociedade Bíblica do Brasil — SBB — produzir duas Bíblias que estavam repletas de verdadeiro lixo teológico através de notas produzidas por:

Estevam Hernandes — contrabandista de divisas convicto e condenado nos EUA.

Jimmy Swaggart — ex-pastor da Assembléia de Deus nos EUA e que se envolveu em rumorosos e comprovados casos de adultério com prostitutas.

Para quem quiser entender melhor nossas críticas a esses dois verdadeiros lixos, sugerimos a leitura dos artigos desse blog que podem ser acessados através dos seguintes links:



Dessa vez a SBB, em comemoração ao aniversário da Reforma Protestante de 1517, está anunciando o lançamento de uma nova bíblia comentada com notas escritas pelo próprio Martinho Lutero:

Segue a nota oficial de divulgação da SBB:

“No mês da Reforma Protestante, celebrada em 31 de outubro, a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) lança uma edição especial da Bíblia Sagrada, que traz cerca de 900 reflexões de Martinho Lutero. Os textos foram selecionados por estudiosos especialistas no vasto acervo de escritos deixados pelo teólogo que, há alguns anos, estão sendo traduzidos e disponibilizados também em língua portuguesa. A publicação será lançada em 23 de outubro, em Porto Alegre na Comunidade Evangélica de Porto Alegre (CEPA). 

Com texto bíblico na tradução de Almeida Revista e Atualizada, a obra está voltada mais para a compreensão histórica e exegética dos textos bíblicos, ou, ainda, para uma orientação pastoral e prática. A contribuição de Lutero na caminhada do cristianismo é reconhecida de forma universal, já que sua obra é citada por escritores de praticamente todas as correntes cristãs. 

Única no mundo, a Bíblia Sagrada com Reflexões de Lutero oferece recursos que contribuem para pregação do Evangelho e edificação da Igreja cristã. A publicação estará disponível nas lojas físicas e no site da SBB a partir da segunda quinzena de outubro.”

Queremos parabenizar a SBB por esse lançamento e agradecer a Deus por nunca deixa nos esquecer e sempre nos lembrar, que somo herdeiros dessa rica herança que nos foi legada pela Reforma Protestante do século XVI.

Salmo 119:90—105

90 A tua fidelidade estende-se de geração em geração; fundaste a terra, e ela permanece.

91 Conforme os teus juízos, assim tudo se mantém até hoje; porque ao teu dispor estão todas as coisas.

92 Não fosse a tua lei ter sido o meu prazer, há muito já teria eu perecido na minha angústia.

93 Nunca me esquecerei dos teus preceitos, visto que por eles me tens dado vida.

94 Sou teu; salva-me, pois eu busco os teus preceitos.

95 Os ímpios me espreitam para perder-me; mas eu atento para os teus testemunhos.

96 Tenho visto que toda perfeição tem seu limite; mas o teu mandamento é ilimitado.

97 Quanto amo a tua lei! É a minha meditação, todo o dia!

98 Os teus mandamentos me fazem mais sábio que os meus inimigos; porque, aqueles, eu os tenho sempre comigo.

99 Compreendo mais do que todos os meus mestres, porque medito nos teus testemunhos.

100 Sou mais prudente que os idosos, porque guardo os teus preceitos.

101 De todo mau caminho desvio os pés, para observar a tua palavra.

102 Não me aparto dos teus juízos, pois tu me ensinas.

103 Quão doces são as tuas palavras ao meu paladar! Mais que o mel à minha boca.

104 Por meio dos teus preceitos, consigo entendimento; por isso, detesto todo caminho de falsidade.

105 Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e, luz para os meus caminhos.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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