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sexta-feira, 14 de outubro de 2016

PASTORES SÃO PECADORES E NÃO PODEM TER ILUSÕES ACERCA DISSO


Resultado de imagem para perdão de todos os pecados

O artigo abaixo é de autoria de Dave Harvey e foi publicado no site da Editora FIEL

3 distorções que podem destruir seu ministério
Dave Harvey

Há certas coisas que você pode ter certeza que irão acontecer. O Vasco dificilmente ganha um campeonato. O filme “Rocky” sempre será ótimo. As pessoas em Fortaleza vão sempre dirigir bem devagar (descobri esse fenômeno raramente percebido no Nordeste do Brasil, chamado “dirigir no limite de velocidade”). Paul McCartney sempre será um grande compositor de músicas.

E, se você é um pastor (ou planeja ser um), você irá pecar e pecarão contra você. Citando Bruce Hornsby: “é bem assim que as coisas são”. Jogue um tanto de pecadores junto numa igreja, nomeie alguém para liderá-los, e tão certo quanto os impostos e a morte, o pecado acontece.

Então, aí é que está: se você quer ser frutífero ou efetivo no ministério pastoral, você deve aprender a arte bíblica do perdão. Ser incapaz de perdoar irá aleijar seriamente você no ministério.

Porque o perdão é um aspecto tão crucial do ministério pastoral, Satanás e a sua natureza pecaminosa conspirarão juntos para afastar você dele. Especificamente, eles se valerão de três distorções, num esforço de conduzir você para fora do caminho do perdão e para dentro do pântano da amargura.

DISTORÇÃO #1 – EU NÃO SOU UM PECADOR, SOU UMA VÍTIMA

Em Mateus 18.28, um servo que acabara de ter sido perdoado de uma dívida imensa (10 mil talentos) encontrou alguém que lhe devia uma quantia pequena de dinheiro. Quando ele viu aquele servo, um interruptor foi acionado na cabeça dele, e aí ele virou o jogo para com esse servo:

“Mas quando aquele mesmo servo saiu, ele encontrou um de seus conservos, o qual devia a ele 100 denários, e o segurando, começou a segurá-lo pela garanta dizendo: ‘pague o que me deve’.”

O primeiro servo foi perdoado de uma grande dívida, mas ele esqueceu de tudo aquilo quando viu o segundo servo, o qual devia a ele uma quantia relativamente pequena. O primeiro pensamento dele foi: “ele me machucou, defraudou-me e me vitimou. Portanto, ele me deve!”. Ele pegou seu status de ofendido, sacou a carta de vítima e saiu de si numa fúria descontrolada.

Como um aspirante a pastor, você deve sempre lembrar: o status que nós conferimos a nós mesmos deve começar com o evangelho e não com nossas experiências, nossa dor, nossa história ou com as ações ou as omissões dos outros. Essa é uma realidade difícil porque, temos que reconhecer, o pecado pode ser horrível! Vivemos em um mundo de abusos, molestações, estupros e assassinatos. Talvez você tenha sido tocado por uma dessas tragédias, e se eu ouvisse sua história, choraria com você. Essas tragédias são reais, dolorosas e significativas.

Mas, na Escritura, “pecar contra você” não é o status primeiro e primário do cristão. Ao invés disso, nosso status primário é primeiro e principalmente: “amados por Deus, ainda que pecadores”. É importante afirmar esse status porque nos define na relação com Deus. Esse status nos traz, particularmente, face a face com uma realidade teológica que oferece perspectiva enquanto consideramos como pecaram contra nós. Nós pecamos contra Deus muito mais do que qualquer pessoa tenha pecado contra nós. Leia isso de novo, mais devagar dessa vez. Isso significa que nosso problema mais profundo não é que os outros pecaram contra nós, mas que nós pecamos primeiro contra Deus.

Você já percebeu que quando pensamos em nossas histórias, estamos sempre de pé no centro do palco, sem termos cometido pecado? Outras pessoas se juntam ao nosso drama entrando em nossa história e cometendo pecados ou omitindo coisas que deveriam ter feito. Mas, e quanto a nós? Nós somos apenas pessoas que têm boas intenções, que abençoam outros e espalham alegria. Nós somos boas pessoas, e parece que sempre acontecem coisas ruins conosco. Vivemos como se pecassem contra nós para sempre!

Mas a Escritura não nos descreve primariamente como pessoas contra as quais os outros pecam. Em 1Timóteo 1.15, Paulo diz o seguinte sobre ele mesmo: “Fiel é a palavra e digna de toda aceitação: que Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal”.

Apesar de muitas pessoas terem pecado contra Paulo (inclusive o apedrejando quase até a morte, e o agredirem com varas!), ele não se via primariamente como uma vítima. Ao invés disso, ele se identificava como um pecador que havia sido salvo por Cristo.

Se você se vê primariamente como uma vítima e não como um pecador salvo pela graça, você nunca aprenderá como ajudar pessoas enraizadas na amargura ou presas pelos seus próprios sensos de vitimização. O evangelho não fluirá através de você até que ele seja aplicado primeiramente em você.

DISTORÇÃO #2 – CLARO QUE SOU UM PECADOR, MAS OS SEUS PECADOS SÃO PIORES QUE OS MEUS

No coração do ressentimento, está um status que determinamos a nós mesmos (pecaram contra mim!) e uma dívida que negamos (claro que pequei contra Deus, mas você viu como pecaram contra mim?). Essa distorção faz com que os pecados das outras pessoas pareçam grandes e os seus, pequenos. Mais significativamente, isso rega as sementes da autojustificação em nossa alma.

O homem que se autojustifica diz: “Claro que sou um pecador, mas sou melhor que você. De fato, minha superioridade moral providencia um ponto de vantagem para diagnosticar e avaliar o seu coração autoritativamente”. Na verdade, pode ficar muito feio. Autojustificação converte cristãos em fariseus. Ou, a autojustificação se infiltra na arena do discernimento. Essa é a área na qual eu mais frequentemente sou culpado. Minha autojustificação pecaminosa faz com que eu eleve minha própria interpretação de uma situação e dispense a opinião de outra pessoa.

Autojustificação cria uma troca na qual nós nos tornamos os juízes, ao invés de Deus. Nossas opiniões se transformam de caridosas em um padrão “objetivo” pelo qual outras pessoas são medidas.

É o patrão que só verá um empregado como preguiçoso porque o empregado se atrasou uma vez, e o patrão nunca se atrasa. É a mãe que acredita que todos os filhos dela deveriam concordar com as opiniões dela, e se não o fizerem, sentem a sua desaprovação. É o homem que se recusa a perdoar alguém mesmo depois que a pessoa confessou o pecado dela porque a confissão não lhe pareceu “sincera o suficiente”.

Autojustificação distorce nossa perspectiva. Ao invés de vivermos como “eu fui perdoado de uma grande dívida”, nós vivemos como “claro que pequei, mas olhe para você!”. Poucas coisas afundarão um pastor mais rápido do que autojustificação. Se você está querendo ser frutífero no ministério pastoral, deve aprender a ver as pessoas mais através da graça de Deus do que através dos pecados dela. E você deve aprender a concordar com Paulo: “que Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal” (1Timóteo 1.15).

DISTORÇÃO #3 – NÃO SOU UM PECADOR, SOU UM CUMPRIDOR DA LEI

No coração da falta de perdão está a suposição que nós temos o direito de conferir falta e então exigir uma penalidade. Assumimos que nosso status de ofendidos nos dá o direito de exigir vingança. É exatamente o que o servo que não perdoou fez em Mateus 18.28. O referido servo acabara de ser perdoado de uma enorme dívida, mas quando encontrou um conservo que devia a ele uma quantia menor, exigiu a penalidade para a menor dívida. O servo que não perdoou assumiu que ele tinha o direito de se vingar.

O que devemos entender é que a cruz nos alivia de nossa escravidão de exigir punição para dívidas pequenas. Como ela faz isso? Nivelando o campo de jogo. A cruz nos lembra que Deus nos perdoou de um débito incompreensível. Por causa do seu amor espantoso, Deus agora nos envia para passar adiante a mesma bênção, não a punição, que recebemos.

Nós não somos árbitros de penalidades, mas devedores que foram perdoados de uma grande dívida. É por sermos pecadores perdoados que perdoamos.

A única forma de afastar as distorções de nossas vidas é pelo poder purificador do evangelho. Ser lembrado constantemente de que você foi perdoado da maior dívida irá libertar você de se sentir como se tivesse que exigir vingança pelos pecados que foram cometidos contra você.

No coração do evangelho está uma grande injustiça. Aquele que verdadeiramente era o cumpridor da lei escolheu não exigir a pena pelos nossos pecados, mas ao invés disso escolheu suportá-los, penalizando a ele mesmo na cruz.

2 Coríntios 5.21 coloca dessa forma:

Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus.

 AFASTANDO AS DISTORÇÕES

A cruz não ignora ou nega o pecado. Ao contrário, ela encara corajosamente nossos piores momentos e diz: “sua história não acaba aqui”. Para seguir adiante das distorções que podem afligir seu ministério, você deve vir a enfrentá-las com a grande dívida que você tinha, a qual Deus perdoou.

Se você entrar no ministério pastoral, as pessoas pecarão contra você, mas aqueles momentos não precisam definir você. Por quê? Porque eles são parte da obra de Deus em sua alma e recorrem à sua vida. Pecadores perdoados perdoam o pecado. E pastores perdoados os amam e os ajudam, enquanto eles fazem isso.

O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.

Autor

Dave Harvey

Dave Harvey é pastor na Convenant Fellowship Church, Pennsylvania (EUA), que faz parte da família de igrejas do ministério Sovereign Grace.

O artigo original poderá ser visto por meio do link abaixo:


Que Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis

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segunda-feira, 22 de junho de 2015

RICARDO BOECHAT DA BAND ENQUADRA SILAS MALAFAIA



O jornalista Ricardo Boechat estava em seu programa de rádio na Band FM e, usando seu direito constitucional, emitiu algumas opiniões, acerca das quais não temos os registros.

Segundo as acusações feitas pelo sr. Silas Malafaia o jornalista estaria afirmando que os pastores evangélicos estariam promovendo ódio contra os homossexuais.

A afirmação de Malafaia, no entanto, foi desmentida pelo próprio Boechat na continuação do programa.

Então vamos pelo começo:

1. Boechat está no ar e faz algumas afirmações.

2. Silas sente-se na obrigação (???) e chama Boechat de idiota porque estava falando muitas asneiras, conforme podemos ver no tweet abaixo, publicado pelo mesmo:

Avisa ao jornalista Boechat , que está falando asneira, dizendo que pastores incitam os fiéis a praticarem a intolerância.Verdadeiro idiota.

3. Diante dessa demonstração de absoluta falta de respeito, ainda mais vinda da parte de alguém que se diz cristão, então:

4. Ricardo Boechat fez os seguintes comentários que poder ser ouvidos por meio do link abaixo, onde o mesmo enquadra com perfeição aquilo que o sr. Malafaia tem sido nos últimos anos:


6. Silas responde ao Boechat com novas ofensas e uma arrogância além dos limites. Algo bem em linha com o novo modelo de pastor que ele representa segundo o tweet abaixo:

Boechat vc é covarde e medroso. N preciso do seu pgm p/ me promover. Desafio vc fora do seu pgm a qq debate. Não vai dar nem pra saída.

7. Depois o Silas publica um vídeo onde ameaça Boechat e diz que o mesmo não tem caráter, como se ele tivesse e também afirma que o Boechat não tem moral, como se o Silas tivesse. O comentário do Silas poderá ser visto por meio desse vídeo aqui:


Bem agora precisamos esperar para ver o processo que o Silas vai mover contra o Boechat, esperamos que não seja igual ao que ele prometeu contra a revista Forbes lá nos Estados Unidos da América.

Segundo a repercussão das redes sociais, a vasta maioria dos comentários vistos por esse editor, falam do esculacho que o Silas levou do Boechat.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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terça-feira, 13 de novembro de 2012

A MISSA: MISTICISMO E ALTOS LUCROS



A missa ou eucaristia é o ponto mais alto de todo o misticismo da Igreja Católica Romana. É também, de longe, a mais lucrativa de todas as suas operações. Desde os primeiros dias do monasticismo, monges e freiras, aprenderem a organizar suas vidas ao redor da missa. A mesma é o coração e a alma da Igreja Romana até os dias de hoje.

O que poderia ser mais místico do que tocar no próprio Deus e depois comê-lo na forma de um biscoito feito de farinha e água? Em todas as missas nós podemos notar as pesadas vestimentas dos sacerdotes ordenados segundo a ordem de Melquisedeque agindo de formas misteriosas e até mesmo incompreensíveis para nós. Esses sacerdotes, assim ordenados, possuem poderes mágicos extraordinários e com suas palavras podem transformar o biscoito de agia e farinha no próprio corpo, sangue, substância e tudo mais do Senhor Jesus. A hóstia — cujo significado é vítima — é comida pelo povo que participa desse ritual místico.

Em todas as missas uma hóstia bem grande é levantada para ser adorada pelos participantes com sendo o próprio cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Esse procedimento é chamado de adoração eucarística e existem muitas pessoas que dedicam suas vidas, por inteiro, para servir e tentar penetrar nesse mistério representado pelo biscoito de água e farinha.

Quando não estão sendo utilizadas nas missas as hóstias excedentes são colocadas dentro de uma caixa chamada de ostensório que são, normalmente feitos de prata ou de ouro. Ali os biscoitos descansam entre as missas e são muitas vezes motivo de adoração por parte de religiosos e não religiosos que não escondem sua profunda admiração pelo biscoito. Junto com o ostensório uma vela encontra-se sempre acesa para indicar que o biscoito consagrado encontra-se presente dentro do ostensório.

O ritual da santa missa é completamente envolto em misticismo:

1. Ele envolve o tato, pois é necessário mergulhar os dedos em uma quantidade de água benta antes de tocar no biscoito.

2. A visão também se encontra em completo deslumbramento diante do esplendor do templo, das vestes sacerdotais e de todos os instrumentos usados na celebração da missa.

3. O olfato também toma parte ativa através da queima do incenso.

4. A audição participa através das leituras, dos cânticos e do repicar dos sinos.

5. Por fim, o momento mais esperado: a oportunidade de comer o biscoito feito de água e farinha.

Diz-se que a missa leva o participante a se unir com a própria divindade com acontecia nos cultos das religiões pagãs da Antiguidade. Naqueles dias, para facilitar tal união, prostitutas e prostitutos estavam sempre disponíveis para auxiliar o adorador a alcançar o êxtase da união com a divindade.

O Concílio do Vaticano II reafirmou a centralidade da missa na vida de todos os católicos. O Concílio afirmou: “A celebração da missa é o centro do todo da vida do cristão que participa da igreja universal — ou católica — da igreja romana local e do indivíduo como pessoa. É através da missa que Deus culmina sua ação santificadora do mundo através de Cristo — Bíblia?? — e os homens prestam verdadeira adoração a Deus através de Jesus, o Filho” — A Constituição da Sagrada Liturgia dos documentos oficiais do Concílio do Vaticano II.
“Ao contrário dos ensinamentos de Jesus que disse: ‘fazei isso EM MEMÒRIA DE MIM’, a missa católica não é apenas uma memorial, uma rememoração da morte de Jesus e sim a REPETIÇÃO do seu sacrifício. E o tal biscoito de água e farinha — a hóstia — É o PRÒPRIO CRISTO. Vamos observar algumas afirmações feitas pelo Concílio de Trento e pelo Catecismo da Igreja Católica Apostólica Romana acerca da Missa”.
“Não existe, portanto, espaço para dúvida por parte de todos os fiéis em Cristo para que deixem de dar, de acordo com os costumes recebidos da Igreja Católica Romana, ao mais santo sacramento em completa veneração a adoração ou latria, que é devida ao verdadeiro Deus” — Os Cânones e Decretos do Concílio de Trento: A adoração e veneração que Deve ser Demonstrada para o Mais Santo dos Sacramentos”.
“A vítima é uma e a mesma: aquele que é oferecido hoje pelo ministério do sacerdote é o mesmo que uma vez se ofereceu sobre a cruz. É apenas a forma de oferecimento que é diferente. E, uma vez que no sacrifício que é celebrado na missa é o mesmo Cristo que uma vez se ofereceu, derramando seu sangue sobre o altar da cruz se encontra contido e é oferecido de uma forma sem derramamento de sangue... esse sacrifício é verdadeiramente propiciatório — Concílio de Trento — Acerca do Sacrifício da Missa”.
Mas a Bíblia não deixa nenhuma dúvida a esse respeito quando diz: Hebreus 9:22  Com efeito, quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e, sem derramamento de sangue, não há remissão.   
“Pois no sacrifício da Missa o Nosso Senhor é imolado quando ‘ele começa a ser apresentado de forma sacramental, como o alimento espiritual para o fiel sob a forma do pão e do vinho’. Através dessa forma, Cristo perpetua, sem derramamento de sangue, o sacrifício oferecido na Cruz ao Pai a favor da salvação do Mundo, mediante a ministração do sacerdote — Concílio do Vaticano II — Documentos Conciliares e Pós-Conciliares: A Constituição da Liturgia Sagrada — Instruções Acerca da Adoração do Mistério Eucarístico”.
Mas o que diz a Bíblia:
Hebreus 7:26—27
26 Com efeito, nos convinha um sumo sacerdote como este, santo, inculpável, sem mácula, separado dos pecadores e feito mais alto do que os céus,
27 que não tem necessidade, como os sumos sacerdotes, de oferecer todos os dias sacrifícios, primeiro, por seus próprios pecados, depois, pelos do povo; porque fez isto uma vez por todas, quando a si mesmo se ofereceu.
Hebreus 9:11—12
11 Quando, porém, veio Cristo como sumo sacerdote dos bens já realizados, mediante o maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos, quer dizer, não desta criação,
12 não por meio de sangue de bodes e de bezerros, mas pelo seu próprio sangue, entrou no Santo dos Santos, uma vez por todas, tendo obtido eterna redenção.
Hebreus 9:26 
Ora, neste caso, seria necessário que ele tivesse sofrido muitas vezes desde a fundação do mundo; agora, porém, ao se cumprirem os tempos, se manifestou uma vez por todas, para aniquilar, pelo sacrifício de si mesmo, o pecado.
Hebreus 9:28 
Assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação.
Hebreus 10:10  Nessa vontade é que temos sido santificados, mediante a oferta do corpo de Jesus Cristo, uma vez por todas.
Cremos que os versos acima são suficientes para estabelecer:
1. A exclusividade do sacrifício de Cristo sobre a Cruz: UMA ÚNICA VEZ E DE UMA VEZ POR TODAS.
2. A inutilidade do sacrifício da missa que não pode, em nenhuma hipótese, repetir algo que, teve efeito eterno, tendo sido realizado pelo próprio Filho de Deus, Jesus, UMA ÚNICA VEZ E DE UMA VEZ POR TODAS.  
“Os fiéis devem, portanto, se esforçarem para adorar a Cristo nosso Senhor, através do bendito sacramento. Os sacerdotes devem exortá-los a fazer isso e servir como bom exemplo para os mesmos. O local dentro do templo ou oratório onde o Bendito Sacramento fica guardado em seu tabernáculo, deve sempre ser um lugar proeminente. O mesmo deve ser um local apropriado para orações pessoais de tal maneira que os fiéis possam de modo fácil e frutífero, através de devoções privadas, continuem a honrar nosso Senhor nesse sacramento — Concílio do Vaticano II — Documentos Conciliares e Pós-Conciliares: A Constituição da Liturgia Sagrada — Instruções Acerca da Adoração do Mistério Eucarístico”. Ver os versículos acima que também servem para combater esse ensinamento errado.
“Através da consagração da transubstanciação o pão e o vinho se transformam — de forma mágica — no Corpo e no Sangue de Jesus. Através dos elementos consagrados do pão e do vinho, o próprio Cristo vivo e glorioso encontra-se presente nos mesmos de forma verdadeira, real e substancial. Nos elementos temos o Corpo, o Sangue, a Alma e a Divindade de Jesus — Novo Catecismo Católico”.
“Porque o próprio Cristo está presente no sacramento sobre o altar, Ele deve ser honrado com nossa adoração verdadeira — Novo Catecismo Católico”.
“O sacrifício de Cristo e o sacrifício da Eucaristia são um único sacrifício. Nesse sacrifício divino que é celebrado na Missa, o mesmo Cristo que uma vez se ofereceu derramando seu sangue no altar da Cruz encontra-se contido e se oferece sem derramamento de sangue — Novo Catecismo Católico”.
“Na liturgia da Missa nós expressamos nossa fé na presença real de Cristo sob as espécies do pão e do vinho, das seguintes formas, entre outras, a saber: nos ajoelhando ou nos prostrando até o chão como uma demonstração da nossa adoração ao Senhor. Por esse motivo as hóstias consagradas devem ser guardadas com o maior cuidado, expondo-as para que sejam solenemente adoradas pelos fiéis, sempre transportando as mesmas do modo apropriado — Novo Catecismo Católico”.
De tudo isso podemos concluir que a hóstia, o biscoito feito de água e farinha é, portanto, adorado como se fosse o próprio Senhor Jesus.
Deve ficar bem claro pela grande quantidade de versículos que citamos acima que a Missa romana não é uma prática endossada pela Bíblia. Nem de longe!
O apóstolo Paulo, guiado pelo Espírito Santo, ensinou as igrejas do Novo Testamento p verdadeiro significado da “Ceia do Senhor”. Ele diz:
1 Coríntios 11:23—34
23 Porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão;
24 e, tendo dado graças, o partiu e disse: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim.
25 Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim.
26 Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha.
27 Por isso, aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor, indignamente, será réu do corpo e do sangue do Senhor.
28 Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e, assim, coma do pão, e beba do cálice;
29 pois quem come e bebe sem discernir o corpo, come e bebe juízo para si.
30 Eis a razão por que há entre vós muitos fracos e doentes e não poucos que dormem.
31 Porque, se nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados.
32 Mas, quando julgados, somos disciplinados pelo Senhor, para não sermos condenados com o mundo.
33 Assim, pois, irmãos meus, quando vos reunis para comer, esperai uns pelos outros.
34 Se alguém tem fome, coma em casa, a fim de não vos reunirdes para juízo. Quanto às demais coisas, eu as ordenarei quando for ter convosco.
Note que em nenhum instante Paulo afirma, nem de longe, que a Ceia do Senhor é uma repetição do sacrifício de Jesus na cruz no monte Calvário. Em nenhum momento Paulo lida com a idéia de Cristo se transformar em um biscoito feito de água e farinha. Nas palavras de Paulo, não existe nenhum ocasião para se considerar “comer” Cristo de forma sacramental. Trata-se apenas de uma refeição simples e MEMORIAL. Um tempo para nos RELEMBRAR, CONFESSAR e ADORAR.
Note a ênfase Bíblia em 1 Coríntios 11:23—25:
23 Porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão;
24 e, tendo dado graças, o partiu e disse: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim.
25 Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim.
Paulo disse que recebeu esse ensinamento, DIRETAMENTE, do próprio Senhor. É disso que nós os cristãos derivamos a autoridade para celebrar a Ceia do Senhor. Paulo foi apontando como apóstolo dos gentios e ele louva as igrejas dos gentios por guardarem a ordenança da Ceia como a receberam: 1 Coríntios 11:2 —   De fato, eu vos louvo porque, em tudo, vos lembrais de mim e retendes as tradições assim como vo-las entreguei.
Uma vez, falando para todos os padres e freiras da Igreja Católica Apostólica Romana, numa citação feita por Richard Foster, que é ardoroso seguidor do movimento contemplativo, madre Teresa de Calcutá disse o seguinte: “O meu Jesus é o biscoito consagrado na Missa”. Em sua palestra proferida no Retiro Internacional dos Padres, em outubro de 1984, no auditório Paulo VI, na cidade do Vaticano, madre Tereza disse o seguinte:
“Através das palavras — mágicas é claro — do sacerdote, AQUELE PEQUENO PEDAÇO DE PÃO SE TRANSFORMA NO CORPO DE Cristo, o pão da vida. Então, eles nos dão esse pão vivo, de tal maneira que nós também possamos viver e nos tornar santos — citações de Madre Tereza retiradas da palestra: Sede Santos: O Primeiro Chamado de Deus aos Padres de Hoje e compiladas por Tom Forrest.
Alguns católicos que costumam ler nosso blog, por vezes nos escrevem para se queixar da forma como tratamos sua amada igreja. Mas queremos deixar bem claro que nossa intenção nunca é de ofender e sempre de expor a verdade. E os ensinamentos do Concílio do Vaticano II, do Novo Catecismo da Igreja Católica Romana e da Madre Tereza de Calcutá são, como ficou evidente, muito contrários aos ensinamentos que encontramos nas Escrituras. Como Paulo, não podemos nos dar o luxo de nos tornar inimigos de ninguém, apenas porque falamos a verdade:
Gálatas 4:16 
Tornei-me, porventura, vosso inimigo, por vos dizer a verdade?
Quando estudava em uma escola dirigida por padres salesiano, costumava permanecer em pé durante as missa que era obrigado a assistir, na hora em que o padre levantava o biscoito de água e farinha para ser adorado de joelhos pelos católicos. Minha atitude não era entendida, sofria perseguições e ameaças, daqueles que se diziam discípulos de Jesus, mas consegui sobreviver até o fim do colegial. A adoração do biscoito de água e farinha sempre me pareceu, particularmente, abominável.
Não devemos nos enganar, meus irmãos e irmãs: a Igreja Católica Apostólica Romana é uma igreja apóstata, inventora de falsas doutrinas e promotora de mentiras. Me surpreendo quando vejo que muitos que alegam ser crentes desejam andar de mãos dadas com católicos romanos e alegam que não devemos falar a verdade para não ofender. Mas, como disse acima, assim não é possível.
A missa, além do forte misticismo continua sendo a fonte número um de arrecadação da Igreja Católica Romana. Já reparou como tem missa para tudo? Especialmente intrigantes são as missas para “comemorar” a morte de alguma pessoa que se encontra no purgatório e precisa de missas, muitas missas para experimentar algum tipo de alívio temporário. Quão diferente tudo isso é das palavras de Paulo quando diz:
Filipenses 1:19—24
19 Porque estou certo de que isto mesmo, pela vossa súplica e pela provisão do Espírito de Jesus Cristo, me redundará em libertação,
20 segundo a minha ardente expectativa e esperança de que em nada serei envergonhado; antes, com toda a ousadia, como sempre, também agora, será Cristo engrandecido no meu corpo, quer pela vida, quer pela morte.
21 Porquanto, para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro.
22 Entretanto, se o viver na carne traz fruto para o meu trabalho, já não sei o que hei de escolher.
23 Ora, de um e outro lado, estou constrangido, tendo o desejo de partir e estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor.
24 Mas, por vossa causa, é mais necessário permanecer na carne.
Que Deus abençoe a todos.
Alexandros Meimaridis
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