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quinta-feira, 9 de novembro de 2017

ESTUDO DA VIDA DE JESUS – PARTE 2 – ESTUDO 058 — JOÃO BATISTA VEIO TESTIFICAR ACERCA DA VERDADEIRA LUZ


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Essa é uma série cujo propósito é estudar, com profundidade, a vida do Senhor Jesus como apresentada nos quatro Evangelhos. No final de cada estudo você irá encontrar links para outros estudos. A Série tem o título Geral de: Jesus Confronta a Religião, a Sociedade e a Cultura.

II. O Prólogo do Evangelho de João — João 1:1—18 — Continuação

C. Exposição de João 1:1—18 — Continuação.

7. João 1:9 - A saber, a verdadeira luz, que, vinda ao mundo, ilumina a todo homem.

Não é difícil notar que à medida que o evangelista vai escrevendo, ele vai se movendo, de forma gradual, do estado eterno para o temporal e, desse para o particular. O Verbo eterno de Deus que existia no princípio — isto é, antes de qualquer ser ou coisa ter sido criada — se manifestou no tempo e no espaço. Ele é...

A verdadeira luz – A expressão grega ἀληθινόν alethinón — expressa as seguintes ideias:

1. Real, genuíno, verdadeiro.

2. Oposto ao que é fictício, imitação, imaginário, simulado ou pretendido.

3. Contrasta a realidade com sua aparência.

4. Verdadeiro, verídico, sincero.

5. Oposto ao que é imperfeito, frágil, incerto[1].

Mas ao escolher essa palavra, João queria expressar, acima de tudo, que Jesus não é apenas a única e verdadeira Luz e sim, que Jesus é a Luz Perfeita, diante da qual todas as outras luzes se tornam desnecessárias e sem significado. É neste mesmo sentido que João usa esta palavra em outras passagens, tais como:

1. João 4:23 — Verdadeiros adoradores.

2. João 6:32 — O verdadeiro pão é meu Pai quem vos dá.

3. João 17:3 — O único Deus verdadeiro – conforme João 7:28 e 1 João 5:20.

4. João 8:16 — O juízo verdadeiro.

5. João 15:1 — A videira verdadeira.  

É ainda neste contexto que João usa esta mesma expressão, no livro do Apocalipse, para se referir:

1. Apocalipse 15:3 — Aos caminhos de Deus.

2. Apocalipse 16:7 — Aos juízos de Deus — ver também Apocalipse 19:2.

3. Apocalipse 19:9 — Verdadeiras palavras de Deus — ver também Apocalipse 21:5 e 22:6.

4. Apocalipse 6:10 — A Deus mesmo.

5. Apocalipse 3:7 — A Jesus mesmo — ver também Apocalipse 3:14 e 19:11

Existe apenas um Deus verdadeiro, e ele não tem nada a ver com os ídolos fabricados por mãos humanas ou inventados pelos homens e, existe apenas um tipo de adorador verdadeiro e, este não tem nada a ver com nenhum tipo de idolatria. Quem adora qualquer tipo de ídolo — forças da natureza, ídolos feitos por mãos humanas, forças demoníacas e, até mesmo, ídolos humanos — continua nas trevas e necessita da Luz verdadeira que é o Senhor Jesus.  

A palavra de ordem que todos precisam dar ouvidos, agora que a Luz verdadeira já veio — ver 1 João 2:8 — é aquela proferida por Isaías, quando diz:

Isaías 60:1

Dispõe-te, resplandece, porque vem a tua luz, e a glória do SENHOR nasce sobre ti.

Ainda em Isaías, Deus deixou bem claro que o Messias estava destinado a ser o Salvador de todos — ver Isaías 42:6 e 49:6. É necessária, portanto, uma conversão, como a que foi experimentada pelos tessalonicenses — ver 1 Tessalonicenses 1:9 — onde eles abandonaram os ídolos para servir ao Deus verdadeiro.

Outros estudos acerca da vida de Jesus — PARTE 2 — podem ser encontrados nos links abaixo:
001 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 027 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 001 — A PLENITUDE DO TEMPO
002 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 028 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 002 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE LUCAS — LUCAS 1:1—4
003 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 029 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 003 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 001
004 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 030 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 004 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 002
005 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 031 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 005 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 003
006 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 032 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 006 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 004
007A — A DIVINDADE DE JESUS E A IGREJA DE JESUS CRISTO DOS SANTOS DOS ÚLTIMOS DIAS OU IGREJA DOS MÓRMONS.
007B — A DIVINDADE DE JESUS E AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ
007C —  A DIVINDADE DE JESUS E OS ADVENTISTAS DO SÉTIMO DIA
007D — A DIVINDADE DE JESUS E  IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA — PARTE 001
007E — A DIVINDADE DE JESUS E  IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA — PARTE 002
008 — A DIVINDADE DE JESUS COMO APRESENTADA PELO EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 001
009 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 002
010 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 003
011 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 004
012 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 005
013 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 006
014 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 007
015 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 008
016 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 009
017 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 010
018 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 011
019 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 012
020 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 013
21 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 014
022 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 015 — A LUZ DOS HOMENS
023 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 016 — JESUS VEIO TRAZER O PERDÃO E A SALVAÇÃO DE DEUS
024 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 017 — JESUS É O MESSIAS PROMETIDO NA PROFECIA DAS 70 SEMANAS
025 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 018 — JESUS É O SOL DA JUSTIÇA PROMETIDO NA PROFECIA DE MALAQUIAS
26 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 019 — O TESTEMUNHO DE JOÃO ACERCA DE JESUS
27 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 020 — O TESTEMUNHO DE JOÃO ACERCA DE JESUS — PARTE 002
28 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 021 — O TESTEMUNHO DE JOÃO ACERCA DE JESUS — PARTE 003
29 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 022 — O TESTEMUNHO DE JOÃO ACERCA DE JESUS — PARTE 004
30 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 023 — O TESTEMUNHO DE JOÃO ACERCA DE JESUS — PARTE 005
31 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 024 — O TESTEMUNHO DE JOÃO ACERCA DE JESUS — PARTE 006
32 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 025 — O TESTEMUNHO DE JOÃO ACERCA DE JESUS — PARTE 007
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/11/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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[1] Strong, J., & Sociedade Bíblica do Brasil. Léxico Hebraico, Aramaico e Grego de Strong. Sociedade Bíblica do Brasil, Barueri, 2002, 2005.

domingo, 26 de março de 2017

TEOLOGIA DO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 014 — A HISTÓRIA — A BUSCA PELO JESUS HISTÓRICO — PARTE 004


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Esse é um estudo especial que irá abordar temas de grande interesse, tais como: 1. Deus 2. Os seres humanos e o mundo criado 3. Jesus e Sua missão como o CRISTO. 4. O Espírito Santo. 5. A vida cristã. 6. A Igreja. 7. O futuro e etc. Esperamos que a mesma possa ajudar todos os nossos leitores a conhecerem melhor o que o Novo Testamento ensina acerca de tudo o que nos é importante.

INTRODUÇÃO GERAL

TEOLOGIA DO NOVO TESTAMENTO E A HISTÓRIA

A BUSCA PELO JESUS HISTÓRICO — O FIM DA VELHA ESCOLA — PARTE 004

c. DIVERSIDADE DENTRO DO MOVIMENTO DA VELHA ESCOLA DA BUSCA PELO JESUS HISTÓRICO

De acordo com o estudioso Karl Adams em sua obra The Christ of Faith[1] depois dos ensinamentos de Strauss — ver estudo anterior na lista abaixo — nós podemos observar o surgimento de três tipos diferentes de abordagens quanto à busca pelo Jesus Histórico pela velha escola:

1. A abordagem mitológica.

2. A abordagem representada pelas chamadas vidas liberais de Jesus.

3. A abordagem escatológica.

Apesar do próprio Strauss ter abandonando a abordagem mitológica na segunda edição de sua obra em 1864, a mesma ainda continuou como uma abordagem básica para a velha escola da busca pelo Jesus histórico. Isso foi possível devido à continuada influência da ideia representada pelo filósofo Hegel que defendia o conceito que a força criativa seminal da história não estava centrada em qualquer personagem histórico, e sim em ideias. Desse modo, o cristianismo não é o resultado da vida e da obra de Jesus de Nazaré, mas da ideia da união entre Deus e o homem. Todavia, a abordagem mitológica não teve muitos adeptos depois de Strauss. A mesma ficaria aguardando o surgimento do teólogo Rudolf Karl Bultmann — 1884 a 1976 — para ser, novamente, explorada sob a ótica do existencialismo.

A segunda imagem de Cristo que emergiu da escola velha da busca pelo Jesus histórico foi aquela representada pelas vidas liberais de Cristo. Ao contrário da visão mitológica de Strauss e da ênfase hegeliana, esse grupo enfatizava que a história não é feita de ideias, mas de personalidades. Desse modo, para esse pessoal, o fator mais importante para explicar a existência do cristianismo era a personalidade de Jesus. Mas, diziam eles, para que a verdadeira personalidade de Jesus possa vir à tona é necessário que a mesma seja redescoberta pela utilização das ferramentas da moderna ciência da história. Afinal, não podemos nos esquecer que eles ainda representavam a velha escola da busca pelo Jesus histórico. Qualquer elemento sobrenatural ou miraculoso precisava ser descartado. Era necessário que Jesus fosse entendido como um ser humano comum — independentemente de quão extraordinário ou único ele pareça ter sido. Daí, podemos entender o alvo principal da escola liberal de teologia, de provar como não histórico qualquer coisa que seja sobrenatural ou misteriosa na vida de Jesus. Como resultado disso, a imagem de Jesus que surge é típica do liberalismo teológico: Jesus se parece mais com o filósofo grego Sócrates do que consigo mesmo. Os autores de maior destaque dessa bordagem são facilmente identificáveis como sendo: Adolf Von Harnack, Wilhelm Herrmann e Ernst Troeltsch.

A terceira abordagem é representada pela chamada imagem escatológica de Jesus. Essa escola rejeitou tanto a abordagem mitológica quanto a da visão liberal, porque percebia nas mesmas pressuposições dogmáticas, que fazia com seus proponentes enxergassem naquilo que produziam suas próprias pressuposições. Por seu lado, eles defendiam que uma leitura objetiva e factual das fontes conduziria o leitor — mais é uma pressuposição! — a enxergar a Jesus de uma perspectiva escatológica. Apesar da evidente pressuposição, essa escola se considerava como a única verdadeiramente fiel à pesquisa histórica em busca de Jesus. Representantes importantes dessa escola são:Willhelm Bousset, Albert Schweitzer, Julius Wellhausen e outros. Como afirma Karl Adam na obra mencionada acima: “com a ajuda espinhosa de uma crítica textual, eles tentaram descobrir a pedra fundamental livrando-se, com isso, de todo e qualquer extrato secundário ou terciário”. Mas, de forma patética, muito pouco de qualquer pedra fundamental foi descoberta. Não demorou muito para que o valor da abordagem escatológica fosse reconhecido pelo fato de chamar a atenção para um elemento negligenciado, mas à mesma faltava autenticidade em sua exagerada ênfase que pendia rigorosamente para um lado. Alguns elementos da abordagem escatologia, estão reaparecendo nas teologias de Wolfhart Pannenberg e Jürgen Moltmann.

Até aqui vimos como a velha escola da busca pelo Jesus histórico desejava ser objetiva e desprovida de pressuposições com o objetivo de redescobrir o verdadeiro Jesus da história. Para realizar seus intentos, essas pessoa tiveram que romper com a ortodoxia e abandonarem os dogmas das igrejas patrísticas, medievais e da Reforma. Foi o iluminismo que trouxe a mudança radical da perspectiva dogmática para a perspectiva histórica. Mas o resultado obtido foi muito diversificado e bastante contraditório. Os diversos tipos de abordagem foram apresentadas acima, mas, por falta de tempo, não podemos analisar as subdivisões dentro de cada uma dessas abordagens. Como disse Joachim Jeremias: “A imagem racionalista de Jesus como um pregador da moralidade; a visão dos idealista acerca do homem ideal; os estetas exaltaram a Jesus como mestre das palavras e os socialistas como um amigo dos pobres e um reformador social; ao mesmo tempo em que pretensos estudioso o transformaram apenas num personagem de ficção”[2] Jeremias prossegue dizendo que:”Jesus foi modernizado. Essas vida de Jesus são fruto exclusivo da criatividade dos seus autores. ... O dogma foi substituído pela psicologia e pela fantasia”. Além disso, Carl Braaten em sua obra History e Hermeneutics[3], nos apresenta uma análise devastadora da velha escola da busca pelo Jesus histórico. Ele diz:

“Os biógrafos de Jesus do século XIX eram como cirurgiões plásticos reconstruindo a face de seus pacientes às suas imagens e semelhanças, ou como um artista que pinta a si mesmo no quadro que está criando. Existia, em muitos casos, uma semelhança inequívoca entre o que escreviam acerca da religião de Jesus com suas próprias condições religiosas. Também acontecia do autor geralmente conseguir encontrar o que estava procurando. Quer dizer, ele descobria muitas coisas acerca de Jesus, alegadamente em cima da sua pesquisa puramente histórica, na justa medida em que necessitava das informações para fazer avançar sua própria teologia. Não existe nada que possa promover mais o ceticismo de uma pessoa quando considera os estudos do Novo Testamento, do que a comparação, facilmente feita, entre aquilo que o pesquisador alega ter descoberto historicamente, com sua necessidade teológica daquele mesmo momento”.

Nessa parte final da nossa análise acerca da busca pelo Jesus histórico realizada pela velha escola, nós ignoramos intencionalmente o filósofo dinamarquês Sören Kierkegaard, apesar dele ter vivido naquele período, entre 1813—1855. Assim procedemos porque Kierkegaard não teve sobre a velha escola nenhum impacto que possamos considerar como sendo notável. Sua influência só foi plenamente sentida durante o período chamado de neo-ortodoxia, no qual se sobressai a pessoa do teólogo Karl Barth. Outro importante autor que não foi mencionado é o russo Martin Kähler que escreveu O Jesus Histórico e o Cristo Bíblico Histórico. O título original na língua alemã as duas palavras — historie e geschichte — que se tornaram muito importantes nas fases subsequentes da busca pelo Jesus histórico. Os dois, todavia, serão citados na próxima fase da busca.

A busca pelo Jesus histórico da velha escola demonstrou o verdadeiro espírito do Iluminismo e do início da chamada ciência histórico-crítica aplicada à teologia. Hoje fica evidente — como demonstramos nos artigos dessa série —que a alegação de que eles desejavam ser objetivos e sem desposarem nenhuma pressuposição, era de fato, o único mito nessa história toda. Tudo o que a velha escola da busca pelo Jesus histórico conseguiu fazer foi criar um Cristo ebionita, o que é equivalente a dizer o seguinte: eles criaram um Cristo humano. A divindade de Jesus foi negada com base na PRESSUPOSIÇÃO com a qual o movimento se originou. Jesus foi considerado apenas como um ser humano natural típico, do qual todos os elementos divinos e sobrenaturais foram retirados logo de cara. Desse modo o termo histórico foi substituído na velha escola da busca pelo Jesus histórico por mero historicismo. Ou seja, uma história distorcida sem a presença da pregação.

A velha escola da busca pelo Jesus histórico criou o ambiente necessário para os desenvolvimentos posteriores da busca numa espécie de gangorra teológica. É praticamente impossível entendermos Karl Barth e Rudolf Bultman, se não levarmos em conta o background na velha escola e do liberalismo.Os dois tentaram fugir do impasse representado pelas posições da velha escola e do liberalismo, mas tudo o que conseguiram foi apenas desenvolver uma visão do evangelho que paira sobre a história como um disco voador que nunca aterrissa na História.

Rever a história da velha escola acerca da busca pelo Jesus histórico nos ensina uma importante lição. Existe um relacionamento inevitável entre a Palavra e Cristo, entre a Escritura e o Cristo revelado na Palavra. Não é difícil notarmos como a chamada alta crítica — do Iluminismo — minou a autoridade das Escrituras e influenciou a busca pelo Jesus histórico pela escolha velha. Sempre que alguém perde a fé na Palavra revelada de Deus, o passo seguinte é também a perda do reconhecimento do Cristo da Palavra.

É nossa convicção que nós podemos aprender a lição da história e pela graça de Deus alcançarmos uma convicção ainda maior da estratégica interrelação entre a história e a pregação. Jesus de Nazaré e os eventos acerca da sua pessoa como revelados nas Escrituras têm um significado eterno. O próprio Evangelho, a pregação, está arraigada na história: na própria pessoa de Jesus, o Filho encarnado de Deus que morreu na cruz por nós naquela sexta-feira e que ressuscitou para nossa justificação no domingo da ressurreição.
  
CONTINUA...

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[1] Adam, Katl. The Christ of Faith. Pantheon, New York, 1957.
[2] Jeremias, Joachim. The Problem of the Historical Jesus. Fortress Press, Philadelphia, 1972.
[3] Braaten, Carl. New Directions in Theology Today: Volume II History and Hermeneutics. Westminster Press, Philadelphia, 1974.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

ESTUDO DA VIDA DE JESUS – PARTE 2 – ESTUDO 053 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 020


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Essa é uma série cujo propósito é estudar, com profundidade, a vida do Senhor Jesus como apresentada nos quatro Evangelhos. No final de cada estudo você irá encontrar links para outros estudos. A Série tem o título Geral de: Jesus Confronta a Religião, a Sociedade e a Cultura.


II. O Prólogo do Evangelho de João — João 1:1—18 — Continuação

C. Exposição de João 1:1—18 — Continuação.

6. João 1:6 - Houve um homem enviado por Deus cujo nome era João — Continuação.

João Batista foi enviado por Deus e tinha uma missão especial a cumprir —

João 3:28

Vós mesmos sois testemunhas de que vos disse: eu não sou o Cristo, mas fui enviado como seu precursor.

Do mesmo modo, o Messias foi enviado por Deus e também tinha uma missão especial —

João 3:17

Porquanto Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.

A diferença entre os dois é que João Batista, que tinha um comissionamento divino, era originário da Terra, ao passo que o Messias era originário dos Céus —

João 1:18

Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou.

João 3:13

Ora, ninguém subiu ao céu, senão aquele que de lá desceu, a saber, o Filho do Homem que está no céu.

Este tipo de comissão era comum nos dias do Antigo Testamento, como podemos ver no caso de Moisés —

Êxodo 3:10—15

10 Vem, agora, e eu te enviarei a Faraó, para que tires o meu povo, os filhos de Israel, do Egito.

11 Então, disse Moisés a Deus: Quem sou eu para ir a Faraó e tirar do Egito os filhos de Israel?

12 Deus lhe respondeu: Eu serei contigo; e este será o sinal de que eu te enviei: depois de haveres tirado o povo do Egito, servireis a Deus neste monte.

13 Disse Moisés a Deus: Eis que, quando eu vier aos filhos de Israel e lhes disser: O Deus de vossos pais me enviou a vós outros; e eles me perguntarem: Qual é o seu nome? Que lhes direi?

14 Disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós outros.

15 Disse Deus ainda mais a Moisés: Assim dirás aos filhos de Israel: O SENHOR, o Deus de vossos pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó, me enviou a vós outros; este é o meu nome eternamente, e assim serei lembrado de geração em geração.

Isaías 6:8—10

8 Depois disto, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Disse eu: eis-me aqui, envia-me a mim.

9 Então, disse ele: Vai e dize a este povo: Ouvi, ouvi e não entendais; vede, vede, mas não percebais.

10 Torna insensível o coração deste povo, endurece-lhe os ouvidos e fecha-lhe os olhos, para que não venha ele a ver com os olhos, a ouvir com os ouvidos e a entender com o coração, e se converta, e seja salvo.

Os apóstolos de Jesus, por sua vez, também foram enviados pelo Senhor com um comissionamento divino —

João 20:21

Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Paz seja convosco! Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio.

O Espírito Santo também seria enviado deste mesmo modo, por Deus, para:

1. Testemunhar acerca de Jesus e para ajudar os apóstolos — enviados — a testemunharem acerca de Jesus também —

João 15:26—27

26 Quando, porém, vier o Consolador, que eu vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da verdade, que dele procede, esse dará testemunho de mim;

27 e vós também testemunhareis, porque estais comigo desde o princípio.

Conduzir os apóstolos em toda a verdade —

João 16:12—13

12 Tenho ainda muito que vos dizer, mas vós não o podeis suportar agora;

13 quando vier, porém, o Espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará as coisas que hão de vir.

Glorificar a Jesus —

João 16:14—15

14 Ele me glorificará, porque há de receber do que é meu e vo-lo há de anunciar.

15 Tudo quanto o Pai tem é meu; por isso é que vos disse que há de receber do que é meu e vo-lo há de anunciar.

Por semelhante modo, os discípulos são enviados pelo Senhor para ir por todo o mundo pregando o evangelho —

Mateus 28:18—20

18 Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra.

19 Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;

20 ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século.

Por fim, o evangelista caracteriza este emissário como sendo chamado pelo nome de João. Em nenhum momento o evangelista se refere a João como sendo João Batista. Ele o chama, exclusivamente, de João. Este nome, era de origem hebraica יוחנן Iohanan — foi transliterado para o grego como Ἰωάννης Ioánnes — e significa: o ETERNO é um doador gracioso. O nome de João, havia sido fornecido por um anjo — ver Lucas 1:13 — e a intenção fica bem evidente em vista da função que ele teria de executar. A função de João é descrita nos próximos dois versículos, a saber: João 1:7—8.

CONTINUA...

Outros estudos acerca da vida de Jesus podem ser encontrados nos links abaixo:

001 — Estudos Na Vida de Jesus — Porque Jesus Veio a Este Mundo

002 — Estudos na Vida de Jesus — O Registro Escrito Acerca de Jesus — Parte 001

003 — Estudos na Vida de Jesus — O Registro Escrito Acerca de Jesus — Parte 002.

004 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões —

005 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 2.

006 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 3.

007 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 4.

008 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 5.

009 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 6.

010 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 7.

011 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 8.

012 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 9.

013 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 10.

014 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 11.

015 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 12

016 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 13

017 A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14A

017 B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14B

017 C — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14C

017 D — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14D

018 A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 15A

018 B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 15B

019A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 16A

019B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 16B

020 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 17

021 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 18

022 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 19

023 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 20

024 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 21

025 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 22

026 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 23
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/04/estudo-da-vida-de-jesus-parte-1-estudo.html

OUTROS ESTUDOS ACERCA DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 PODEM SER ENCONTRADOS NOS LINKS ABAIXO:
001 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 027 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 001 — A PLENITUDE DO TEMPO
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/05/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
002 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 028 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 002 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE LUCAS — LUCAS 1:1—4
003 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 029 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 003 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 001
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/07/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
004 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 030 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 004 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 002
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/08/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
005 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 031 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 005 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 003
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/09/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
006 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 032 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 006 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 004
007A — A DIVINDADE DE JESUS E A IGREJA DE JESUS CRISTO DOS SANTOS DOS ÚLTIMOS DIAS OU IGREJA DOS MÓRMONS.
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/11/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
007C —  A DIVINDADE DE JESUS E OS ADVENTISTAS DO SÉTIMO DIA
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/11/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo_30.html
007D — A DIVINDADE DE JESUS E  IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA — PARTE 001http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/12/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
007E — A DIVINDADE DE JESUS E  IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA — PARTE 002http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/12/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo_3.html
008 — A DIVINDADE DE JESUS COMO APRESENTADA PELO EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 001
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/12/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo_31.html
009 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 002
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/02/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
010 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 003
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/03/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
011 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 004http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/05/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
012 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 005http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/06/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
013 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 006
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/07/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
014 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 007
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/08/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
015 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 008
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/09/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
016 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 009
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/11/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
017 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 010
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/12/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
018 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 011
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/02/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
019 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 012
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/04/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
020 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 013
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/06/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
21 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 014
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/08/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
022 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 015 — A LUZ DOS HOMENS
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/10/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
023 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 016 — JESUS VEIO TRAZER O PERDÃO E A SALVAÇÃO DE DEUS
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/12/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo_8.html
024 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 017 — JESUS É O MESSIAS PROMETIDO NA PROFECIA DAS 70 SEMANAS
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/12/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo_11.html
025 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 018 — JESUS É O SOL DA JUSTIÇA PROMETIDO NA PROFECIA DE MALAQUIAS
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/01/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
26 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 019 — O TESTEMUNHO DE JOÃO ACERCA DE JESUS
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/02/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
27 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 020 — O TESTEMUNHO DE JOÃO ACERCA DE JESUS — PARTE 002
28 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 021 — O TESTEMUNHO DE JOÃO ACERCA DE JESUS — PARTE 003
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/03/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html


29 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 022 — O TESTEMUNHO DE JOÃO ACERCA DE JESUS — PARTE 004
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/06/functionisogramigoogleanalyticsobjectri_23.html

30 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 023 — O TESTEMUNHO DE JOÃO ACERCA DE JESUS — PARTE 005
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/06/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html

31 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 024 — O TESTEMUNHO DE JOÃO ACERCA DE JESUS — PARTE 006


32 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 025 — O TESTEMUNHO DE JOÃO ACERCA DE JESUS — PARTE 007

Que Deus abençoe a todos. 

Alexandros Meimaridis 

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Desde já agradecemos a todos.

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