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quinta-feira, 14 de abril de 2016

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO NA TEOLOGIA DE PAULO — PARTE 010 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 002



ESSA É UMA SÉRIE DE ESTUDOS QUE VISA ABORDAR DA MANEIRA COMO CONSIDERAMOS APROPRIADA A IMPORTANTE QUESTÃO RELATIVA À RESSURREIÇÃO DE CRISTO. TOMANDO COMO BASE AS OBRAS DE GEERHARDUS VOS E HERMAN RIDDERBOS. NOSSA INTENÇÃO É MOSTRAR A CENTRALIDADE DA RESSURREIÇÃO DE CRISTO NA TEOLOGIA PAULINA.

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO NA SOTERIOLOGIA DE PAULO

1 Coríntios 15:20—28

20 Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem.

21 Visto que a morte veio por um homem, também por um homem veio a ressurreição dos mortos.

22 Porque, assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo.

23 Cada um, porém, por sua própria ordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, na sua vinda.

24 E, então, virá o fim, quando ele entregar o reino ao Deus e Pai, quando houver destruído todo principado, bem como toda potestade e poder.

25 Porque convém que ele reine até que haja posto todos os inimigos debaixo dos pés.

26 O último inimigo a ser destruído é a morte.

27 Porque todas as coisas sujeitou debaixo dos pés. E, quando diz que todas as coisas lhe estão sujeitas, certamente, exclui aquele que tudo lhe subordinou.

28 Quando, porém, todas as coisas lhe estiverem sujeitas, então, o próprio Filho também se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que Deus seja tudo em todos.

Cristo representa as primícias as quais, por sua vez, possuem uma força que transcende o tempo. As mesmas servem para trazer à luz a porção inicial da colheita, mas apenas como uma parte da totalidade da mesma. O foco das mesmas está centrado nas ovelhas recém-nascidas apenas com pertencentes ao todo do rebanho. As primícias manifestam a noção da conexão orgânica e da verdadeira unidade que representam o fato que as mesmas são inseparáveis do todo. É esse aspecto que, de modo especial, dá ao sacrifício das primícias seu significado.

Tais formas de representação e de unidade orgânica encontra plena expressão em —

1 Coríntios 15:20

20 Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem.

A expressão primícias não se refere exclusivamente a algum aspecto de prioridade temporal como defende D. Dealing em seu artigo para o Theologica Dictionary of The New Testament editado por Kitel e Friedrich. Pelo contrário, o que essa expressão faz é apresentar a própria ressurreição de cristo como sendo os primeiros frutos de uma colheita plena que está para acontecer. A ressurreição de Jesus é uma parte de um processo bem mais amplo e abrangente. A ressurreição de Cristo é representativa da ressurreição, especialmente de todos os crentes — bem como de todos os seres humanos sem distinção. Desse modo, a escolha do termo primícias é deliberada da parte do apóstolo Paulo como uma forma clara de indicar que existe uma conexão precisa entre as duas ressurreições — de Jesus e dos crentes.

No contexto de 1 Coríntios 15 a tese do apóstolo Paulo contra seus oponentes — que repudiavam a ressurreição do corpo — é que a ressurreição de Jesus traz em si mesma a garantia da ressurreição, não apenas dos crentes, mas de todas as pessoas. A ressurreição de Jesus não é apenas uma garantia, mas constitui-se em uma promessa de continuidade, já que a mesma é apenas o início de um evento. Para Paulo as duas ressurreições são dois episódios dum mesmo evento e não dois eventos separados, ao mesmo tempo em que sustenta que os dois estão separados no tempo.

Quando Paulo usa a expressão primícias ou primeiros frutos em outras passagens ele mantém a ideia de conexão orgânica. Isso fica claro em sua afirmação encontrada em —

Romanos 11:16

E, se forem santas as primícias da massa, igualmente o será a sua totalidade; se for santa a raiz, também os ramos o serão.

Ainda em outra passagem de Romanos a mesma verdade é enfatizada —

Romanos 16:5b

Saudai meu querido Epêneto, primícias da Ásia para Cristo.

Para Paulo, Epêneto, referido como primícias representava os muitos convertidos resultantes da pregação do Evangelho da Graça de Deus. O mesmo era verdadeiro com relação a Estéfanas —

1 Coríntios 16:15

E agora, irmãos, eu vos peço o seguinte (sabeis que a casa de Estéfanas são as primícias da Acaia e que se consagraram ao serviço dos santos).

A ideia mais abrangente representada pela expressão as primícias do Espírito que encontramos em Romanos 8:23, será objeto da nossa atenção mais adiante. Agora basta dizer que o privilégio desfrutado pelos crentes no tempo presente — de serem habitados pelo Espírito Santo — é apenas um sinal do que nos aguarda por termos sido adotados como filhos na família de Deus —

Romanos 8:15

Porque não recebestes o espírito de escravidão, para viverdes, outra vez, atemorizados, mas recebestes o espírito de adoção, baseados no qual clamamos: Aba, Pai.

Retornando agora ao texto de 1 Coríntios 15 — ver acima — não é difícil notarmos que o mesmo confirma o que dissemos até aqui com reação às  primícias. As ligações sintáticas entre a ressurreição de Jesus e a nossa própria ressurreição são especialmente notáveis. Notemos —

O verso 21 nos apresenta a razão para a firmação que encontramos no verso 20. O verso 22, por sua vez serve para arraigar o verso 21. Assim temos que: a ressurreição dos mortos por meio de um homem — verso 21 — e a ressurreição de todas as pessoas por meio de Cristo — verso 22 — explica, plenamente, o sentido da expressão primícias encontrada no verso 20. Além disso, o verso 20 expressa a solidariedade que existe na ração humana ao contrastar a pessoa de Cristo com a de Adão —

1 Coríntios 15: 45, 47—49

45 Pois assim está escrito: O primeiro homem, Adão, foi feito alma vivente. O último Adão, porém, é espírito vivificante.

46 Mas não é primeiro o espiritual, e sim o natural; depois, o espiritual.

47 O primeiro homem, formado da terra, é terreno; o segundo homem é do céu.

48 Como foi o primeiro homem, o terreno, tais são também os demais homens terrenos; e, como é o homem celestial, tais também os celestiais.

49 E, assim como trouxemos a imagem do que é terreno, devemos trazer também a imagem do celestial.

Ainda outra passagem elabora sobre essas verdades relativas a questão da solidariedade que existe entre os membros da raça humana —

Romanos 5:12—17

12 Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram.

13 Porque até ao regime da lei havia pecado no mundo, mas o pecado não é levado em conta quando não há lei.

14 Entretanto, reinou a morte desde Adão até Moisés, mesmo sobre aqueles que não pecaram à semelhança da transgressão de Adão, o qual prefigurava aquele que havia de vir.

15 Todavia, não é assim o dom gratuito como a ofensa; porque, se, pela ofensa de um só, morreram muitos, muito mais a graça de Deus e o dom pela graça de um só homem, Jesus Cristo, foram abundantes sobre muitos.

16 O dom, entretanto, não é como no caso em que somente um pecou; porque o julgamento derivou de uma só ofensa, para a condenação; mas a graça transcorre de muitas ofensas, para a justificação.

17 Se, pela ofensa de um e por meio de um só, reinou a morte, muito mais os que recebem a abundância da graça e o dom da justiça reinarão em vida por meio de um só, a saber, Jesus Cristo.

Retornando a 1 Coríntios 15 temos que: o verso 22b, de modo especial, confirma as ideias de solidariedade e de conexão orgânica como indicadas no verso 20. Cristo é as primícias daqueles que dormem, porque ele foi ressuscitado como o segundo Adão. E nossa união com Cristo, pois estamos EM CRISTO, nos garante que nós também seremos ressuscitados.

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO — PARTE 001 — INTRODUÇÃO À HERMENÊUTICA.

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO — PARTE 002 — PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS — PARTE 001.

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 003 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 002 — A RELAÇÃO ENTRE OS ATOS REDENTORES DE DEUS E A REVELAÇÃO DAS ESCRITURAS SAGRADAS

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 004 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 003 — A RELAÇÃO ENTRE PAULO E SEUS INTÉRPRETES MODERNOS

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 005 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 004 — PAULO, NÓS E A HISTÓRIA DA REDENÇÃO

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 006 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 005 — PAULO E SEUS INTÉRPRETES — PARTE 01

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 007 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 006 — PAULO E SEUS INTÉRPRETES — PARTE 002

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 008 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 007 — PAULO E SEUS INTÉRPRETES — PARTE 003 — FINAL

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 009 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 001 — CRISTO, AS PRIMÍCIAS — PARTE 001

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 010 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 002 — CRISTO É AS PRIMÍCIAS E OS CRENTES SÃO A COLHEITA PLENA — PARTE 002

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 011 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 003 — CRISTO É O PRIMOGÊNITO DENTRE OS MORTOS — PARTE 003

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 012 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 004 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO DOS CRENTES SÃO EPISÓDIOS DE UM ÚNICO EVENTO

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 013 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO PASSADA DOS CRENTES — PARTE 001

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 014 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO PASSADA DOS CRENTES — PARTE 002
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/01/a-ressurreicao-de-cristo-dentre-os.html

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO — PARTE 015 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO PASSADA DOS CRENTES — PARTE 003

 Que Deus Abençoe a Todos.

Alexandros Meimaridis

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segunda-feira, 17 de agosto de 2015

VIDA, MORTE, ESTADO INTERMEDIÁRIO E ESTADO ETERNO — Estudo 5 - O SER HUMANO CRIADO POR DEUS - PARTE 002



Essa é uma série cujo propósito é estudar os conceitos bíblicos de vida, morte, estado intermediário e eternidade. No final de cada estudo você irá encontrar links para outros estudos. A Série tem o título Geral de: Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade.

O Homem como ser Criado – Parte 2 - A Entrada da Morte no Meio da Raça Humana


A – A Queda: O Pecador Rebelado

A queda do homem no pecado é o único evento na história da humanidade que explica o lado mal dos seres humanos. Com a queda o homem não deixou de ser a imagem de Deus —

Tiago 3:9

Com ela, bendizemos ao Senhor e Pai; também, com ela, amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus.

mas passou a refletir, por suas atitudes, a imagem de Satanás, também! O homem não deixou de ser homem, mas agora ele é homem pecador.

João 8:38-44

38 Eu falo das coisas que vi junto de meu Pai; vós, porém, fazeis o que vistes em vosso pai.

39 Então, lhe responderam: Nosso pai é Abraão. Disse-lhes Jesus: Se sois filhos de Abraão, praticai as obras de Abraão.

40 Mas agora procurais matar-me, a mim que vos tenho falado a verdade que ouvi de Deus; assim não procedeu Abraão.

41 Vós fazeis as obras de vosso pai. Disseram-lhe eles: Nós não somos bastardos; temos um pai, que é Deus.

42 Replicou-lhes Jesus: Se Deus fosse, de fato, vosso pai, certamente, me havíeis de amar; porque eu vim de Deus e aqui estou; pois não vim de mim mesmo, mas ele me enviou.

43 Qual a razão por que não compreendeis a minha linguagem? É porque sois incapazes de ouvir a minha palavra.

44 Vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhe os desejos. Ele foi homicida desde o princípio e jamais se firmou na verdade, porque nele não há verdade. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira.


Todas as promessas de avanços, de progressos e de mudança de um estado de criatura para um de divindade estão baseados no próprio desejo de Lúcifer de tornar-se como Deus.


B – Culpando a Deus Por Nossos Erros

Essa prática é extremamente comum e multiplicada inúmeras vezes por pessoas de todas as ordens, desde cidadãos comuns, como esses que a gente vê todos os dias, passando por laureados cientista como o astrofísico Dr. Neil Tyson, cujas afirmações poderão ser vista em nosso recente artigo por meio desse link aqui:


Mas o que é que a Bíblia nos ensina acerca dessas coisas? Vejamos:


Efésios 2:1—3

1  Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados,

2  nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência;

3  entre os quais também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais.


Romanos 3:23

Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus,


Romanos 5:12

Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram.


Tiago 1:13—17

13 Ninguém, ao ser tentado, diga: Sou tentado por Deus; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e ele mesmo a ninguém tenta.

14 Ao contrário, cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz.

15 Então, a cobiça, depois de haver concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte.

16 Não vos enganeis, meus amados irmãos.

17 Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança.


Romanos 7:21

Então, ao querer fazer o bem, encontro a lei de que o mal reside em mim.

A queda é o único evento na história da humanidade que explica a atual condição do ser humano!


Quem é o pior inimigo dos seres humanos? Responda de acordo com os versículos apresentados acima.


C – A Queda explica a Morte do Homem

1. A Bíblia fala da Morte como um fato líquido e certo. Algumas pessoas acham que isso é normal, mas a morte é, na realidade, algo muito anormal e depois... —


Hebreus 9:27

E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo.


2. A Bíblia fala da origem da morte. A morte é resultado da desobediência do homem, do seu desejo de tornar-se como Deus! —


Romanos 5:12—17

12 Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram.

13 Porque até ao regime da lei havia pecado no mundo, mas o pecado não é levado em conta quando não há lei.

14 Entretanto, reinou a morte desde Adão até Moisés, mesmo sobre aqueles que não pecaram à semelhança da transgressão de Adão, o qual prefigurava aquele que havia de vir.

15 Todavia, não é assim o dom gratuito como a ofensa; porque, se, pela ofensa de um só, morreram muitos, muito mais a graça de Deus e o dom pela graça de um só homem, Jesus Cristo, foram abundantes sobre muitos.

16 O dom, entretanto, não é como no caso em que somente um pecou; porque o julgamento derivou de uma só ofensa, para a condenação; mas a graça transcorre de muitas ofensas, para a justificação.

17 Se, pela ofensa de um e por meio de um só, reinou a morte, muito mais os que recebem a abundância da graça e o dom da justiça reinarão em vida por meio de um só, a saber, Jesus Cristo.


Romanos 6:23

Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.

Hebreus 9:27

E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo.


Tiago 1:14–15

14 Ao contrário, cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz.

15 Então, a cobiça, depois de haver concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte.

16 Não vos enganeis, meus amados irmãos.


Gênesis capítulos 2 e 3

A Morte é o terrível e não natural ato de separar a parte material da imaterial dos seres humanos. A morte nos transforma em metade do que somos. O homem foi feito, acima de tudo para viver, não para morrer.

Duas visões:

Visão Cristã
Visão Humanista
A morte não é natural
A morte é natural
A morte é conseqüência do pecado
A morte faz parte da vida
A morte traz um período de tristeza — João 11:33—39
A morte não deve significar muito ou mesmo significar absolutamente nada.
A morte terá um fim quando Cristo voltar! Apocalipse 21:4
A morte estará sempre presente


3. A Bíblia explica a morte como separação e não como aniquilação ou destruição. O que causa a morte é a partida da parte imaterial do corpo físico —

Gênesis 35:18

Ao sair-lhe a alma (porque morreu), deu-lhe o nome de Benoni; mas seu pai lhe chamou Benjamim. 

Eclesiastes 12:6—7

6 Antes que se rompa o fio de prata, e se despedace o copo de ouro, e se quebre o cântaro junto à fonte, e se desfaça a roda junto ao poço,

7 e o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu. 

Tiago 2:26

Porque, assim como o corpo sem espírito é morto, assim também a fé sem obras é morta.

A desobediência da Adão e Eva marcou a morte deles como separados de Deus e não como aniquilados — ver Gênesis capítulos 2 e 3.)

4. A morte é chamada de o último grande inimigo —

1 Coríntios 15:26, 54—56 

26 O último inimigo a ser destruído é a morte.

54 E, quando este corpo corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal se revestir de imortalidade, então, se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte pela vitória.

55 Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?

56 O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei.


Hebreus 2:14—18

 14 Visto, pois, que os filhos têm participação comum de carne e sangue, destes também ele, igualmente, participou, para que, por sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte, a saber, o diabo,

15 e livrasse todos que, pelo pavor da morte, estavam sujeitos à escravidão por toda a vida.

16 Pois ele, evidentemente, não socorre anjos, mas socorre a descendência de Abraão.

17 Por isso mesmo, convinha que, em todas as coisas, se tornasse semelhante aos irmãos, para ser misericordioso e fiel sumo sacerdote nas coisas referentes a Deus e para fazer propiciação pelos pecados do povo.

18 Pois, naquilo que ele mesmo sofreu, tendo sido tentado, é poderoso para socorrer os que são tentados.


Filipenses 1:21—24

21 Porquanto, para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro.

22 Entretanto, se o viver na carne traz fruto para o meu trabalho, já não sei o que hei de escolher.

23 Ora, de um e outro lado, estou constrangido, tendo o desejo de partir e estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor.

24 Mas, por vossa causa, é mais necessário permanecer na carne.

Os versos acima servem para nos ajudar a entender a tensão que existe hoje em dia para nos os Cristãos.

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Estudo 014 A — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Conclusão: A Crença na Imortalidade como algo Universal.
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/02/vida-morte-estado-intermediario-e.html
Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis 

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segunda-feira, 8 de junho de 2015

PARÁBOLAS DE JESUS - LUCAS 14:7—14 — A PARÁBOLA DOS PRIMEIROS LUGARES — SERMÃO 032


A última ceia na concepção artística de Leonardo da Vinci. 

Esse artigo é parte da série "Parábolas de Jesus" e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos das verdades contidas nessa série, com aplicações para os nossos dias. No final do artigo você encontrará links para os outros artigos dessa série.


Sermão 032


A PARÁBOLA DOS PRIMEIROS LUGARES


Lucas 14:7—14

7 Reparando como os convidados escolhiam os primeiros lugares, propôs-lhes uma parábola:

8 Quando por alguém fores convidado para um casamento, não procures o primeiro lugar; para não suceder que, havendo um convidado mais digno do que tu,

9 vindo aquele que te convidou e também a ele, te diga: Dá o lugar a este. Então, irás, envergonhado, ocupar o último lugar.

10 Pelo contrário, quando fores convidado, vai tomar o último lugar; para que, quando vier o que te convidou, te diga: Amigo, senta-te mais para cima. Ser-te-á isto uma honra diante de todos os mais convivas.

11 Pois todo o que se exalta será humilhado; e o que se humilha será exaltado.

12 Disse também ao que o havia convidado: Quando deres um jantar ou uma ceia, não convides os teus amigos, nem teus irmãos, nem teus parentes, nem vizinhos ricos; para não suceder que eles, por sua vez, te convidem e sejas recompensado.

13 Antes, ao dares um banquete, convida os pobres, os aleijados, os coxos e os cegos;

14 e serás bem-aventurado, pelo fato de não terem eles com que recompensar-te; a tua recompensa, porém, tu a receberás na ressurreição dos justos.

Introdução

1. Nos dias em que Jesus andou sobre essa terra, os judeus costumavam, após o grande culto realizado nos sábados nas sinagogas, se banquetearem com uma generosa refeição. Nessas ocasiões não era incomum a presença de vários convidados.

2. Foi numa ocasião como essa que um fariseu convidou Jesus para comer em sua casa após o culto. O convite parecia ser sincero, mas a intenção do fariseu era tentar armar uma situação onde Jesus transgredisse a lei dos anciãos com respeito ao dia do Sábado — ver Lucas 14:1—4.

3. Conforme o que foi planejado pelo fariseu, um homem hidrópico foi colocado bem na frente do lugar em que Jesus deveria sentar. Mas o que é um hidrópico? A hidropisia é uma condição de saúde onde uma pessoa acumula, de forma mórbida, serosidade — líquido segregado pelas membranas serosas — em qualquer parte do corpo, principalmente no abdome. A intenção oculta do fariseu era ver se Jesus curaria aquele homem, visivelmente doente, ou não em dia de Sábado. Ou talvez Jesus poderia optar para o sábado terminar, por volta das 18 horas, e então curar o tal homem.

A. A Ação de Jesus

1. Sem demora Jesus tomou a iniciativa e curou imediatamente aquele homem que sofria de hidropisia, mandando-o para sua própria casa — ver Lucas 14:1—4.

2. Jesus tomou essa decisão por causa da indignação que sentiu ao notar a falta de compaixão por parte dos fariseus que se recusaram a responder uma simples pergunta que Jesus lhes dirigiu, dizendo: É ou não é lícito curar no sábado? Como se recusaram responder a essa simples pergunta, Jesus prosseguiu e curou o homem enfermo mandando-o em seguida para sua casa.

3. Para caracterizar ainda mais a total falta de compaixão e a dureza daqueles corações empedernidos Jesus faz então, uma pergunta adicional: Qual de vós, se o filho ou o boi cair num poço, não o tirará logo, mesmo em dia de sábado? A calhorda farisaica também se recusou responder a essa segunda pergunta.

4. O motivo da recusa deles era um só: eles sabiam que pela verdadeira Lei, a de Moisés, não havia nada que impedisse fazer o bem no dia do Sábado. Mas a amaldiçoada lei dos anciãos que havia substituído a verdadeira Lei de Deus proibia fazer tal bem. E como eles estimavam serem mais leais aos homens do que a Deus, preferiram ficar em silêncio, como mudos, olhando para Jesus como verdadeiros parvos.

João 12:43 

Porque amaram mais a glória dos homens do que a glória de Deus.

B. A Atitude Condenável dos Convidados.

1. Mas Jesus não ia deixar aquela turma sair ilesa daquela situação.

2. No meio daquele ambiente que lhe era totalmente hostil, Jesus observou que vários dos convidados tinham ocupado, de forma egoísta, os melhores lugares junto à mesa onde a refeição seria servida. Jesus então, como era muitas vezes seu costume, inventou uma história — uma parábola — para ensinar àqueles homens, cheios de orgulho e de corações e sem consideração por outras pessoas, uma verdadeira lição de humildade.

3. A história de Jesus narra uma festa de casamento para a qual várias pessoas haviam sido convidadas. Naqueles dias, um banquete ou mesmo um almoço com vários convidados era servido com os assentos sendo dispostos ao redor de uma mesa na forma de uma ferradura, que variava de cumprimento, de acordo com a quantidade dos convidados.

4. Junto à cabeceira da mesa sentava-se a pessoa mais importante entre os convidados, seguido pela ordem de importância pelas outras pessoa, que tomavam seus assentos à direita e à esquerda. Cada uma dos assentos, geralmente, podia acomodar até três pessoas com a mais importante ocupando o lugar central. O assento à esquerda do convidado principal era o segundo em prioridade, seguindo-se do assento à direita.

5. Em uma festa normal, os convidados se comportavam de modo civilizado esperando uns pelos outros, para tomarem seus lugares de modo apropriado. Mas nessa história que Jesus conta, a escolha estava a critério de cada convidado o que era a oportunidade para cada um deles demonstrar todo egoísmo, preconceitos e orgulho que escondiam em seus corações de pedra.

6. Foi exatamente isso que aconteceu naquele dia na casa do fariseu, que havia convidado o Senhor Jesus para participar da refeição comunitária em sua casa. Os fariseus e os doutores da Lei ou escribas, por se considerarem superiores às outras pessoas, acabaram por criar um ambiente onde a soberba e a arrogância eram marcantes e o amor e a humildade estavam completamente ausentes. Jesus aproveitou aquela situação para ensinar uma lição em auto-humilhação para todos aqueles indivíduos.

7. Essa parábola, como tantas outras é encontrada apenas no Evangelho de Lucas. Mas o sentimento geral que a mesma expressa pode ser encontrado em outros lugares, tais como:

Mateus 18:4

Portanto, aquele que se humilhar como esta criança, esse é o maior no reino dos céus.

Mateus 23:12

Quem a si mesmo se exaltar será humilhado; e quem a si mesmo se humilhar será exaltado.

Romanos 12:16

Tende o mesmo sentimento uns para com os outros; em lugar de serdes orgulhosos, condescendei com o que é humilde; não sejais sábios aos vossos próprios olhos.

1 Pedro 5:6

Humilhai-vos, portanto, sob a poderosa mão de Deus, para que ele, em tempo oportuno, vos exalte.

8. E outra passagem que não podemos deixar passar despercebida é a de João 13 onde o humilde Jesus lava os pés de seus discípulos, como um exemplo para eles.

C. O Verdadeiro Exemplo que Jesus Deseja Ensinar

1. Tanto os fariseus quanto os doutores da lei eram conhecedores do Antigo Testamento, em boa medida. Certamente não lhes eram desconhecidas as palavras de Salomão que encontramos em —

Provérbios 25:6—7

6 Não te glories na presença do rei, nem te ponhas no meio dos grandes;

7 porque melhor é que te digam: Sobe para aqui!, do que seres humilhado diante do príncipe.

2. Todos sabiam que Jesus estava se referindo a esse versos do Livro de Provérbios, quando decidiu descrever uma salão repleto de convidados assentados ao redor da mesa para a celebração das bodas de alguém.

3. Os doutores da lei, de modo especial, eram notoriamente conhecidos por procurarem sempre os melhores lugares em qualquer banquete. Isso pode ser visto em passagens tais como —

Mateus 23:6

Amam o primeiro lugar nos banquetes e as primeiras cadeiras nas sinagogas,

Marcos 12:38—39

38 Guardai-vos dos escribas, que gostam de andar com vestes talares e das saudações nas praças;

39 e das primeiras cadeiras nas sinagogas e dos primeiros lugares nos banquetes;

Lucas 20:46

Guardai-vos dos escribas, que gostam de andar com vestes talares e muito apreciam as saudações nas praças, as primeiras cadeiras nas sinagogas e os primeiros lugares nos banquetes.

4. De repente, um convidado mais importante chegou, quando todos já haviam escolhido e ocupado seus lugares. Era impossível para o anfitrião permitir que tão ilustre convidado ocupasse um lugar considerado inferior. Se agisse assim estaria cometendo uma quebra imperdoável da etiqueta dos seus dias. Sua única saída era pedir ao indivíduo que ocupava o lugar de honra para que desocupasse o mesmo e fosse se assentar num outro lugar de menor destaque. Depois disso convidaria o ilustre participante para se assentar no lugar de maior destaque. Certamente o convidado humilhado aprenderia uma lição que seria difícil de esquecer.

D. A Lição

1. Qualquer indivíduo ao chegar ao banquete deveria pensar nas outras pessoas e, com isso, ocupar um lugar de menor destaque. Caso o anfitrião achasse que alguém estava ocupando um lugar não tão destacado, sempre poderia chamá-lo para ocupar um lugar mais elevado. Caso isso acontecesse tal pessoa seria grandemente honrada diante dos outros.

2. Mas é importante entendermos que a intenção de Jesus não era ensinar apenas boas maneiras à mesa. Jesus queria ensinar uma lição de verdadeira humildade a todos que estavam presentes naquela refeição bem como para o anfitrião também.

3. Jesus diz para o anfitrião o seguinte: não convide ninguém com o interesse de ser recompensado. Essas palavras nos lembram o sermão do monte onde o Senhor diz:

Mateus 5:46

Porque, se amardes os que vos amam, que recompensa tendes? Não fazem os publicanos também o mesmo?

4. Jesus desejava que o anfitrião convidasse pessoas quem não podiam retribuir o favor. Se agisse desse modo sua recompensa lhe seria dada por meio das mãos do próprio Deus.

5. Mas quem nesse mundo daria uma festa e convidaria a classe mais baixa da sociedade? Quem convidaria os coxos, os aleijados, os pobres, os cegos? Essas pessoas precisam de ajuda e não estão em condições de retribuir nenhum tipo de favor.

6. Todas as vezes que estendemos os prazeres da mesa a pessoas que não têm condições de desfrutar de tais prazeres, restrito aos que têm posses, a retribuição divina é merecida, segundo Jesus. É obvio que Jesus não queria ensinar que o certo é convidar apenas os pobres. O convite feito por Deus vale para todas as pessoas —

Isaías 55:1—2

1 Ah! Todos vós, os que tendes sede, vinde às águas; e vós, os que não tendes dinheiro, vinde, comprai e comei; sim, vinde e comprai, sem dinheiro e sem preço, vinho e leite.

2 Por que gastais o dinheiro naquilo que não é pão, e o vosso suor, naquilo que não satisfaz? Ouvi-me atentamente, comei o que é bom e vos deleitareis com finos manjares.

O que Jesus quer nos ensinar é que devemos fazer todas as coisas sem esperar nenhuma reciprocidade. Nossas ações devem ser oferecidas como atos de amor e humildade desinteressada. São essas ações que recebem a aprovação divina —

Mateus 25:40

O Rei, respondendo, lhes dirá: Em verdade vos afirmo que, sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.

Pensemos nisso.



OUTRAS PARÁBOLAS DE JESUS PODEM SER ENCONTRADAS NOS LINKS ABAIXO:

001 – O Sal

002 – Os Dois Fundamentos

003 – O Semeador

004 – O Joio e o Trigo =

005 – O Credor Incompassivo

006 — O Grão de Mostarda e o Fermento

007 — Os Meninos Brincando na Praça

008 — A Semente Germinando Secretamente

009 e 010 — O Tesouro Escondido e a Pérola de Grande Valor

011 — A Eterna Fornalha de Fogo

012 — A Parábola dos Trabalhadores na Vinha

013 — A Parábola dos Dois Irmãos

014 — A Parábola dos Lavradores Maus — Parte 1

014A — A Parábola dos Lavradores Maus — Parte 2

015 — A Parábola das Bodas —

016 — A Parábola da Figueira

017 — A Parábola do Servo Vigilante

018 — A Parábola do Ladrão

019 — A Parábola do Servo Fiel e Prudente

020 — A Parábola das Dez Virgens

021 — A Parábola dos Talentos

022 — A Parábola das Ovelhas e dos Cabritos

023 — A Parábola dos Dois Devedores

024 — A Parábola dos Pássaros e da Raposa

025 — A Parábola do Discípulo que Desejava Sepultar Seu Pai

026 — A Parábola da Mão no Arado

027 — A Parábola do Bom Samaritano — Completo

027A — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 1

027B — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 2 — Os Ladrões e o Sacerdote

027C — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 3 — O Levita

027D — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 4 — O Samaritano

027E — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 5 — O Socorro

027F — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 6 — O transporte até a hospedaria

027G — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 7 — O pagamento final

027H — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 8 — O diálogo final entre Jesus e o doutor da Lei

028 — A Parábola do Rico Tolo —

029 — A Parábola do Amigo Importuno —

030 — A Parábola Acerca de Pilatos e da Torre de Siloé

031 — A Parábola da Figueira Estéril

032 — A Parábola Acerca dos Primeiros Lugares

033 — A Parábola do Grande Banquete

034 — A Parábola do Construtor da Torre e do Grande Guerreiro

035 — Introdução a Lucas 15 — Parábolas Acerca da Condição Perdida da Raça Humana — Parte 001

036 — Introdução a Lucas 15 — Parábolas Acerca da Condição Perdida da Raça Humana — Parte 002

037A — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 001

037B — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 002

037C — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 003

037D — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 004 — A Influência do Antigo Testamento

037E — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 005 — Características Cristológicas da Parábola da Ovelha Perdida

037F — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 006 — A importância das pessoas perdidas.
Que Deus Abençoe a todos. 

Alexandros Meimaridis 

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