Mostrando postagens com marcador Ana Paula Valadão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ana Paula Valadão. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 12 de abril de 2016

DIANTE DO TRONO E A EXPLORAÇÃO DA FÉ LEVADA AO EXTREMO

Foto: divulgação do DT 

A exploração da fé, especialmente no meio chamado evangélico, já ultrapassou todos os limites. Todavia, os exploradores são incansáveis em sua habilidade de criar novas formas para arrancar mais e mais dinheiro.

Esse é o caso da família Valadão que agora, por meio da filha maior, Ana Paula, decidiu faturar em cima da seca do nordeste. Vejamos como é o esquema:

Por meio de uma propaganda em que Ana Paulo aparece usando um brinco em forma duma gota d’água podemos ler o seguinte:

Profetize gotas de chuva das bênçãos de Deus em sua vida e no sertão nordestino


O par de brincos custa R$ 275,00 e na página em que o mesmo é vendido não existe nenhuma indicação que a famosa pretende doar parte do lucro para ajudar os necessitados do sertão nordestino.

BRINCO GOTA
É isso mesmo. A ideia é que basta apenas comprar o par de brincos, que poderá ser pago em até 5 vezes, para que uma profecia seja proferida sobre a seca que aflige o Nordeste do Brasil. Olha, desculpe falar assim, mas é muita cara de pau. Esse pessoal não perdeu apenas a vergonha e isso já faz muito tempo, eles perderam a noção de todas as coisas. A única coisa que lhes interessa é faturar muito, explorando inclusive a fome e a miséria do povo nordestino com mais essa falsa profecia.

Mas é óbvio que Deus está vendo e, certamente, irá julgar todos eles e aqueles que os apoiam.

Que Deus tenha misericórdia.

Alexandros Meimaridis

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no Facebook através do seguinte link:

http://www.facebook.com/pages/O-Grande-Diálogo/193483684110775

Desde já agradecemos a todos.         

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

ANA PAULA VALADÃO DA LAGOINHA X AGENOR DUQUE DA PLENITUDE



O artigo abaixo foi publicado pelo site Gospel Prime e é assinado por Leilane Roberta Lopes. Em seu artigo Leilane nos mostra as palavras de Ana Paula Valadão no Congresso da Embromação promovido por Agenor Duque, onde a mesma ataca certas práticas esotéricas da Igreja Plenitude. O apóstolo da Plenitude não gostou dos comentários de Ana Paula e atacou a mesma por praticas esotéricas, quando, certa vez, a mesma ficou de quatro e começou a tentar imitar um leão. Todavia, apesar das discordâncias os dois se associaram para promover um congresso com uma área vip ao custo de R$ 1.000,00 por pessoa. Bem, vamos ao artigo —

Agenor Duque critica Ana Paula por declarações sobre toalha ungida

Cantora alertou público de evento neopentecostal que as toalhas não curam, o apóstolo parece não ter gostado

por Leiliane Roberta Lopes

A cantora e pastora Ana Paula Valadão participou do 8º Congresso Fogo de Avivamento para o Brasil organizado pelo apóstolo Agenor Duque com a participação de Benny Hinn.

O evento aconteceu de 4 a 10 de fevereiro no Estádio do Canindé, em São Paulo, e atraiu milhares de pessoas.

Durante sua ministração, Ana Paula alertou os presentes que a toalha “ungida” comercializada ou doada pela igreja organizadora do evento não fazia milagres, assim como ela e os demais ministros que participariam do evento. A líder do Diante do Trono ministrou durante uma das canções que os milagres são feitos por Jesus e que Ele é que deve ser adorado.

“Você recebeu um símbolo para ajudar na sua fé que é uma toalhinha, daqui a pouco mais pessoas de Deus vão orar aqui e você vai ser curado, vai receber vitórias. Mas eu quero dizer que você não estará recebendo da parte de homens, você não estará recebendo da parte de pessoa que tem nome na Terra, mas que você dê sempre o reconhecimento àquele que é o Todo Poderoso. Honre somente a Ele, Jesus Cristo”.

Porém Agenor Duque não gostou do que Ana Paula falou e resolveu atacá-la durante um programa. O autointitulado apóstolo – ex-pastor das igrejas Universal do Reino de Deus e Mundial do Poder de Deus – relembrou o episódio onde a cantora caminhou de quatro pelo palco rugindo como um leão.

Agenor disse que não tem base bíblica para tal ato e que a venda de toalhas “ungidas” sim teria base bíblica, pois os apóstolos de Jesus curavam e expulsavam demônios usando lenços pessoais dessas pessoas.

“Se você não crê eu respeito, mas respeita quem crê. Teve uma pastora que falou mal dos lencinhos na televisão, mas eu tenho base bíblica para mostrar isso”, disse Agenor.

“Eu poderia pegar o meu horário, mas eu não vou fazer isso, e colocar uma imagem da senhora dizendo que está cheia do Espírito Santo andando de quatro e fingindo que é um leão. Eu nunca achei base bíblica nisso”.

Ele ainda diz que a pose de Ana Paula Valadão não curou ninguém, mas que os lenços vendidos ou doados na igreja curam e libertam muitas pessoas.

Assista aos vídeos por meio dos links abaixo —

NOSSA CONCLUSÃO
Estamos diante de um verdadeiro caso onde um aparentemente sujo fala de outro, aparentemente, mal lavadol.

Vídeo de Ana Paula Valadão que mesmo participando da embromação decidiu alfinetar o organizador do congresso—


Vídeo da reação de Agenor Duque contra Ana Paula Valadão —


O artigo original poderá ser visto por meio do link abaixo —


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no Facebook através do seguinte link:


Desde já agradecemos a todos.

terça-feira, 15 de setembro de 2015

COMO VIVEM AS MEGA ESTRELAS DA CRISTANDADE NO BRASIL


A rotina dos popstars  da fé
O artigo abaixo foi publicado pelo site da Revista ISTOÉ é eé de autoria de João Loes e Rodrigo Cardoso.

A rotina dos popstars da fé

Divididos entre religião e carreira, família e viagens, missas e shows, esses campeões de vendas se desdobram para equilibrar o divino e o mundano no dia a dia

Por João Loes e Rodrigo Cardoso

abre.jpg

Eles detestam ser chamados de estrelas. Repetem, insistentemente, que são, na melhor das hipóteses, um mero canal para a graça de Deus. A humildade do discurso, porém, contrasta com a postura de celebridade desses ídolos cristãos e com os números que compõem este que já é o mais expressivo segmento do mercado fonográfico do País. Estima-se que, só em 2011, a produção de discos e DVDs religiosos no Brasil rendeu R$ 1,5 bilhão. Como não poderia deixar de ser, no mesmo ano, os discos e os DVDs mais vendidos, segundo a Associação Brasileira dos Produtores de Discos (Abpd), foram dos astros da fé padre Marcelo Rossi e padre Fábio de Melo, respectivamente.

img.jpg


AMIGOS - Padre Marcelo e padre Fábio na gravação do DVD “Ágape”, em São Paulo

O domínio não é só católico. Estrelas do mundo gospel têm tido cada vez mais espaço para brilhar. Pudera, hoje o Brasil tem pelo menos 42 milhões de evangélicos, segundo dados do Centro de Pesquisas Sociais da Fundação Getulio Vargas (CPS/FGV). Nomes como Aline Barros, Ana Paula Valadão e Regis Danese são verdadeiras potências capazes de arrastar centenas de milhares de pessoas a shows, cruzar barreiras religiosas e vender milhões de discos e DVDs. “E tem uma outra coisa – para os evangélicos, pirataria é roubo e roubo é pecado”, afirma o evangélico Danese. Como consequência, as perdas para a pirataria de gravadoras especializadas nesse mercado não passam de 15% do faturamento, enquanto para as outras o percentual pode chegar a até 60%.

Mas como vivem essas pessoas, divididas entre a pureza da mensagem divina e a lógica violenta do mercado? Como administram fé, carreira artística, vida religiosa, família, viagens, fãs, sucesso e dinheiro? ISTOÉ ouviu cinco dos mais importantes representantes do gênero na atualidade, além de gente do seu círculo social, para a seguir mostrar as alegrias, tristezas, paixões e dúvidas dos astros da fé.

img2.jpg

"Gosto de roça, de bicho. Em casa tenho pouquíssimos ruídos" Padre Fábio de Melo

Um mês atrás, padre Fábio de Melo desabafou em seu Twitter que, cansado da cidade grande, qualquer dia venderia seu iPhone e compraria um casal de gansos. Aos 42 anos, o sacerdote que nasceu em Formiga, interior de Minas Gerais, e atravessou fronteiras graças aos cerca de 30 produtos que lançou no mercado – entre CDs, DVDs e livros –, mora sozinho em um sítio numa região rural de Taubaté, interior de São Paulo. É lá, ao lado dos dois cachorros, o mastiff inglês Nathan e o bulldog francês Lucca, que ele relaxa. “Gosto de roça, de bicho. Em casa tenho pouquíssimos ruídos urbanos por perto”, afirma o sexto maior vendedor de CDs do Brasil no ano passado. No momento, o sacerdote cantor que já vendeu dois milhões de CDs e 700 mil DVDs afirma: “Estou cada vez menos urbano.”

Apesar do discurso desapegado, padre Fábio ainda não se livrou de seu smartphone. Também não abre mão de dirigir o próprio carro na ida ao supermercado. Até já arriscou uma volta em um modelo stock car, como mostra a foto acima, em 2010, um desejo antigo. Mas cavalgar, cuidar pessoalmente dos cachorros e ajudar na limpeza da casa e do jardim são seus principais passatempos quando encontra uma folga na agenda tomada – entre celebrações e um programa de rádio – por 100 shows anuais e pelo menos um lançamento de CD ou DVD por ano. “Com essa rotina, ficar em casa é sempre um luxo”, diz o sacerdote. Vestindo batina, o caçula de oito filhos explodiu como um fenômeno da música gospel no início dos anos 2000. “A vocação espiritual do Fábio era a de um padre, mas a vocação natural era a de um artista. Sendo assim, que se tornasse um padre artista”, afirma o padre João Carlos Almeida, diretor da Faculdade Dehoniana e formador espiritual, musical e universitário do sacerdote mineiro.

Padre Fábio aprendeu direitinho com seu mentor. A timidez e a melancolia do início da carreira saíram de cena e o mineiro boa-pinta de olhar triste conquistou o público se valendo de uma linguagem comum ao ambiente acadêmico – própria de quem se formou em teologia e filosofia, fez pós-graduação e lecionou em faculdades. “Fábio não é padre que faz sermão em igreja. Em qualquer lugar que ele vá seu discurso é estudado”, afirma padre Almeida. “Ele é um poeta do evangelho”, diz o pré-candidato a prefeito de São Paulo Gabriel Chalita, que publicou dois livros em parceria com o amigo religioso. Um poeta que, além da articulação das palavras, zela pela aparência. Ela, afinal, também tem o dom de cativar fãs fiéis. “Vou regularmente ao dermatologista. Já tive câncer de pele e uma paralisia facial na juventude. E procuro controlar o peso”, afirma ele. “Eu me cuido, sim. Estar bem-vestido faz parte do meu trabalho. É uma hipocrisia achar que o padre precisa andar mal-arrumado e desleixado.”

img4.jpg

"Trocaria meu corpo por três de 18 anos" Padre Marcelo Rossi

Padre Marcelo Rossi, 45 anos, estava pronto. Na tarde do domingo 20, de batina branca, ele rumou para a cripta que fica embaixo do enorme palco do Santuário Theotókos Mãe de Deus, em construção há oito anos. Ali, seu corpo repousará em sono eterno quando sua missão na terra acabar. O momento era de oração. Todos estavam em corrente vibrando para que a gravação do DVD “Ágape”, que começaria alguns lances de escada acima e dali a pouco mais de uma hora, se tudo corresse bem. “Dava pra sentir a energia no ar”, diz um membro da equipe musical. E que energia! Uma multidão de 45 mil fiéis já se aglomerava diante do palco do santuário para acompanhar a gravação e se fazia ouvir, através do concreto da cripta, com poderosos gritos de Jesus.

Seria ingênuo pensar que padre Marcelo já se acostumou com eventos como esse. E, mesmo que tivesse se acostumado, este certamente teria sabor diferente. O DVD “Ágape” é um desdobramento do sucesso inédito e retumbante do religioso no mercado editorial com o livro de mesmo nome lançado em 2010, que já vendeu oito milhões de cópias. “Minha vida está uma loucura, uma correria, mas uma bênção”, diz ele. Até agosto, de segunda a quarta, sua agenda está tomada por sessões de autógrafo em 12 cidades brasileiras. Em meio a esse estresse, ele faz o que pode para manter a rotina. Acorda sempre entre as três e quatro da manhã, faz uma breve oração, não toma café e mergulha nos afazeres diários, que incluem uma entrada ao vivo em rádio, obrigações com a obra no santuário e cuidados com a saúde. “Procuro fazer esteira e fisioterapia quatro vezes por semana”, diz.

Em 2010, depois que sofreu um grave acidente na mesma esteira que usa hoje, padre Marcelo chegou a celebrar missas em cadeira de rodas. A queda lhe rendeu um pé quebrado, tendões rompidos e um insistente problema no joelho que ainda teimam em incomodá-lo. Para amenizar as dores, o religioso tem alternado quatro pares de tênis do tipo esportivo, desenhado para amortecer impactos. Membros da equipe de filmagem da Rede Vida, que transmite suas missas há anos, e voluntários mais antigos que trabalham organizando a multidão nas celebrações em São Paulo dão como certa a ingestão de remédios pelo padre, tanto para dor quanto para inflamação. Isso poderia explicar, em parte, a dificuldade que ele tem tido em se mexer com agilidade e o visível inchaço de seu rosto. “Só com muita fé para fazer o que ele faz com as dores que deve sentir”, disse uma pessoa próxima, que revelou ainda que o popstar católico não pisa num supermercado, restaurante ou cinema há anos. “Não tem jeito, junta uma multidão pra ver, tocar, tirar foto e pedir bênção.”

Sobre o fervor dos fiéis, Marcelo lembra de uma história divertida. “Uma vez, uma senhora me viu dirigindo e começou a me fechar até que eu tive que subir, literalmente, na calçada e parar o carro”, diz ele. “Ela desceu, se ajoelhou e pediu uma bênção”, conta. Desde então ele não dirige mais e conta com o fiel Chicão, motorista e faz-tudo, para ajudá-lo a se deslocar. Quando questionado sobre o que espera do futuro, dá sinais de que o cansaço físico já começou a pesar. “Nos próximos cinco anos me vejo com mais experiência”, diz. “Mas trocaria meu corpo por três de 18 anos.”

img6.jpg


"Acompanho o dever de casa do Nicolas, o levo para a escola, alimento e dou banho na Maria Catherine" Pastora Aline Brarros

Nicolas sobe as escadas de casa chorando. No andar de cima, sua mãe, a pastora, cantora e escritora Aline Barros, interrompe a conversa telefônica para acalmar o primogênito de 8 anos, que está usando aparelho nos dentes. “Deixa a mamãe ver. Onde está doendo?”, diz. Aos 35 anos, a maior expoente feminina da música gospel brasileira tem hoje os filhos mais perto de si do que os microfones com os quais se tornou fenômeno da indústria fonográfica. Sete meses atrás, Aline deu à luz Maria Catherine e, desde então, a maternidade sobrepujou a sua rotina artística. Foi só em março, após seis meses dedicados exclusivamente à filha, que a cantora retomou os compromissos no show biz. “Minhas manhãs ainda são para os meus filhos. Acompanho o dever de casa do Nicolas, o levo para a escola, alimento e dou banho na Maria Catherine”, diz a pastora da Igreja Comunidade Evangélica Internacional da Zona Sul, no Rio de Janeiro, frequentada por ela toda quarta e domingo.

Desde 1995, quando lançou o primeiro de 27 álbuns, a evangélica já vendeu cerca de seis milhões de cópias e ganhou quatro Grammys latinos (o último no ano passado). Aline foi a primeira cantora gospel do País a conquistar um Grammy, em 2004. A gravação do álbum premiado, “Fruto de Amor”, foi cercada de muita tensão. Na época, um problema nas cordas vocais provocava rouquidão na pastora e só lhe permitia gravar depois de uma longa pausa de recuperação. “Procurei uma fonoaudióloga, que me disse que eu estava com apenas 5% da voz em perfeitas condições”, lembra.

Com a voz recuperada, a pastora iria cantar para cerca de dez mil pessoas no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro. Onipresente em programas de tevê fora do segmento cristão e amparada por números de uma estrela, com músicas gravadas em espanhol, a carioca que cresceu no subúrbio da Vila da Penha e hoje vive no confortável bairro da Barra da Tijuca não se veste com o manto comum às celebridades. “Se deixar, a Aline passa o dia de jeans e tênis”, revela a sua mãe, Sandra Barros. “Ela é despojadona.” De fato, a pastora cantora já esteve em três programas de tevê diferentes, em uma mesma semana, calçando o mesmo sapato.

A evangélica se policia para não fazer a vida girar em torno da carreira. Seu marido, o ex-jogador de futebol Gilmar dos Santos, com quem está há 12 anos, revela um pacto feito pelo casal. “Desde que nos casamos, acertamos que não permitiríamos que a nossa vida ficasse refém de uma agenda.” Hoje, quando tem de viajar de avião para alguns dos 110 shows que faz por ano, ela carrega a filha no colo e procura embarcar em voos próximos ao horário dos shows. Inspirada pela fase materna, Aline planeja montar uma loja de roupas infantis. “Eu visto a Maria Catherine três vezes por dia, só para ficar namorando suas roupinhas”, diz.

img8.jpg

"Hoje, meu foco é minha filha" Regis Danese

A rotina de shows já foi mais puxada para Regis Danese, nascido João Geraldo Danese Silveira em 2 de abril de 1972, na cidade de Passos, interior de Minas Gerais. Até 2010, quando vivia o auge do sucesso da música “Faz um Milagre em Mim”, que o consagrou no mercado gospel, o pacato mineiro se desdobrava para cumprir uma agenda de shows que chegava a ter 40 apresentações em um mês. A música, de 2008, é tida pela indústria fonográfica evangélica como a responsável por romper importantes barreiras. Foi das primeiras a ser tocada livremente em rádios FM laicas, a ser gravada por padres católicos e a ganhar dezenas de versões. Foram 50 mil discos vendidos no primeiro mês de lançamento e um milhão em menos de um ano. “Graças a ela, fazíamos três shows em uma noite só”, diz Danese, que vive em Belo Horizonte.

Hoje, o ritmo de shows diminuiu, mas ainda está longe de ser tranquilo. São cerca de oito apresentações por mês. E, onde quer que esteja, Danese, como bom evangélico, está sempre com sua “Bíblia” – a mesma, aliás, desde sua conversão, em 2000. Durante os voos para os locais de show, muitas vezes em pequenos aviões particulares, ela é lida com mais fervor. O artista admite que tem um medo saudável do aparelho. “Uma vez pegamos uma tempestade em um aviãozinho de duas hélices que chacoalhava tanto que nem a Bíblia eu consegui ler, então comecei a cantar”, lembra ele.

A voz, instrumento de trabalho e de fé, é cuidada com esmero. Só não recebe mais atenção que o cabelo, sempre espetado. São pelo menos 30 minutos de preparo, com sprays e produtos para garantir o efeito conhecido pelos fãs. “Às vezes, quando não tem cabeleireiro, eu ajudo, mas não fica lá essas coisas”, brinca Evander Domingues, o Vandinho, violonista da banda de Danese e amigo dos tempos em que ambos ainda eram membros do grupo de pagode Só Pra Contrariar.

É de Vandinho, da fé inabalável e da família que Regis tem tirado forças para encarar o mais recente desafio que a vida lhe jogou: a leucemia da filha mais nova, Brenda, 3 anos. Em viagem para a Disney, nos Estados Unidos, no mês de janeiro, a menina começou a passar mal, estava anêmica, muito branca e cheia de manchas roxas pelo corpo. Em visita a um hospital de Orlando, foi internada imediatamente e teve de receber uma transfusão de emergência. “Ela estava praticamente sem sangue”, diz Kelly Danese, mulher de Regis. Hoje, o tratamento quimioterápico pelo qual a menina passa em Belo Horizonte mudou a rotina da família.

O astro gospel já não joga mais seu futebolzinho semanal e pouco se diverte. “Todo o tempo livre que ele tem passa em casa olhando para a Brenda e orando”, diz Kelly. Um DVD, que seria gravado no mês que vem pelo astro, foi cancelado. Os shows, porém, continuam. Quando está fora, ele liga mais de cinco vezes por dia para saber notícias. “Hoje, meu foco é minha filha”, diz Danese.

img10.jpg
"Nem o sucesso da missão justifica o fracasso da família" Ana Paula Valadão

“Vai com Deus, porque quando você cantar o ladrão não vai mais ser ladrão.” A frase dita pelo precoce Isaque Valadão, 6 anos, é o que move Ana Paula Valadão, mãe do garoto e vocalista da banda Diante do Trono, um fenômeno da música gospel que existe há mais de 15 anos e já vendeu mais de dez milhões de discos. Quando as obrigações da carreira musical atropelam a rotina dessa mineira de Belo Horizonte, é na frase de Isaque que ela pensa. “É a garantia que tenho de que estou no caminho que Deus quer pra mim”, diz Ana, 36 anos, integrante, ao lado da família, da Igreja Batista da Lagoinha. “Ela encara a carreira e os sacrifícios exigidos como missão divina”, diz a irmã, Mariana Valadão. E espera seriedade, compromisso e abdicação semelhantes de todos de sua equipe. Atualmente, por exemplo, os 16 membros do Diante do Trono estão no que ela chama de “jejum de delícias” em preparo para a gravação do 15o disco da banda. Durante os 40 dias que antecedem a apresentação, cada um deve cortar do cardápio três ou quatro alimentos que come por puro prazer. “O rigor é tanto que ela chega a proibir, nos hotéis, que a equipe assista à televisão ou use a piscina antes de fazer uma apresentação”, diz o irmão, André Valadão, outra estrela do mundo gospel.

img1.jpg

FERVOR - Dezenas de milhares de pessoas acompanham as celebrações de padre Marcelo

Comunicar-se com familiares, porém, está liberado. Ela está sempre em contato com os dois filhos e o marido pelo iPhone. Usando um aplicativo que permite a troca gratuita de mensagens de texto e imagens, manda e recebe notícias constantes. Na última viagem, por exemplo, o companheiro mandou fotos de Isaque e do irmão, Benjamin, 3 anos, depois do banho, vestidos com o uniforme da escola e na hora de dormir, aconchegados no canto dela da cama de casal. Já ela fotografou o quarto do hotel e a roupa que escolheu para se apresentar. “Para eles verem como a mamãe está”, diz ela. Quando volta, ela lê e assina todos os recados mandados pelas professoras sobre seus meninos e faz questão de levá-los ao colégio sempre que está em Belo Horizonte. “Nem o sucesso da missão justifica o fracasso da família”, afirma.

Paciente com os fãs, Ana Paula encara a rotina de autógrafos, fotos e conversas como parte de sua missão. “Gosto da troca com eles”, afirma. A coisa só complica quando invadem seu espaço. Certa vez, enquanto estava hospedada em um hotel-fazenda de férias, um dos camareiros a acordou de um preguiçoso sono da tarde em seu quarto, enquanto os filhos e o marido estavam na piscina. Ele queria tirar uma foto. “Achei um pouco demais”, diz ela, rindo. No fim a foto foi tirada e o rapaz ainda reclamou da imagem. Faz parte.

Íntegra da entrevista com o Padre Fábio de Melo

ISTOÉ – Como a música passou a fazer parte da vida do senhor? Em quais ocasiões, seja na infância, adolescência, ou mesmo agora, surpreende-se cantarolando?
Padre Fábio de Melo – Já nasci com trilha sonora. Enquanto eu vinha ao mundo, o médico cantava “Jesus Cristo”, canção de Roberto e Erasmo. Minha mãe conta essa história para justificar o meu gosto pela música, mas também para ressaltar a minha opção pelas questões religiosas. Eu sempre tenho uma música na cabeça, ainda que não a cante. É um movimento natural que me leva ao centro da vida. A música é o meio de transporte por onde eu chego aos sentimentos do mundo.

ISTOÉ – Qual é o ritual do senhor antes de alguma apresentação?
Fábio de Melo – Não considero um ritual. Apenas gosto de ficar um tempo, ainda que breve, em silêncio antes de começar. Geralmente faço um aquecimento vocal antes do show, abençôo o palco e só.

ISTOÉ – A equipe de músicos viaja com o senhor no mesmo ônibus ou avião, para apresentações que necessitam de viagens?
Fábio de Melo – A equipe é grande. Saímos de diversos lugares do Brasil. Nem sempre vamos nos mesmos vôos, mas vez em quando a gente embarca no mesmo ônibus. São as melhores viagens. É o momento da convivência.

ISTOÉ – Aos músicos é indicado algum tipo de conduta, durante as viagens, ou nos dias que antecedem uma apresentação? Quantas pessoas fazem parte do staff musical do senhor?
Fábio de Melo – Uma conduta? Que sejam bons pais, bons maridos, bons amigos. A retidão de caráter é o resultado mais aprimorado que podemos esperar da religião. Eu tenho a graça de estar rodeado de gente assim. A unidade que experimentamos no palco é um desdobramento natural da vida que vivemos fora dele. Viajamos em 16 pessoas.

ISTOÉ – Como o senhor compõe? Com violão, sentado em um sofá de casa, na sala...? Há uma frequência?
Fábio de Melo – Eu componho toda vez que a criatividade se hospeda em mim. Nem sempre ela vem. Mas também não corro atrás. Aprendi que inspiração é bicho sem doma, não se deixa aprisionar. Mas quando ela me visita, não me faço de rogado. Paro de fazer o que estou fazendo e cuido do que ela me trouxe. Os lugares são inusitados. Ela não tem lugar para acontecer. Componho e escrevo muito durante os deslocamentos.

ISTOÉ – O sr. ensaia com a banda com que freqüência? Faz exercício para as pregas vocais?
Fábio de Melo – Só ensaio quando temos um projeto novo, como quando fizemos o show com o Milton Nascimento, ou quando temos uma música nova no repertório. O dia a dia da estrada nós já conhecemos bem. Eu não faço exercício para a voz. Só procuro usá-la corretamente.

ISTOÉ – O senhor e/ou a gravadora possuem metas, como lançar um CD por ano ou DVD por ano?
Fábio de Melo – Geralmente é um produto por ano.

ISTOÉ – Quantas missas o senhor celebra por semana e, geralmente, onde elas ocorrem?
Fábio de Melo – Procuro celebrar todo dia, mas nem sempre consigo. Como tenho muitas viagens, celebro sempre onde estou. Tenho uma capela na minha casa. Isso facilita muito.

ISTOÉ – O dia do senhor começa e termina que horas? O senhor tem sono tranquilo?
Fábio de Melo – Acordo cedo, mesmo que tenha ido dormir muito tarde. Meu sono é tranquilo. Se posso, durmo por volta de 23hs. Sonho mais acordado que dormindo.

ISTOÉ – Detalhe, por favor, o dia a dia do senhor em uma semana.
Fábio de Melo – Por conta das muitas viagens, quase não tenho rotina, mas gosto de levar minha rotina para onde estou. Quando estou em casa, acordo por volta de 7hs, faço minha oração e vou ver as notícias. Depois tomo café, respondo emails e vou trabalhar. Na parte da manhã eu me dedico aos estudos. Fiz faculdades de Filosofia e Teologia. Gosto de me atualizar. Alterno os temas. Almoço por volta de 13hs e depois vou fazer o que faz todo cidadão. Pagar contas, mercado, médico, dentista, cuidar dos cachorros, tudo depende da necessidade do dia. À tarde faço alguma atividade física (aeróbico ou musculação). Tomo banho e volto a estudar. Depois janto, celebro missa, vejo mais notícias, leio e vou dormir. A leitura é a última coisa que sempre faço.

ISTOÉ – O senhor segue alguma dieta? Como são balanceadas as refeições do senhor? Faz exercícios com que frequência?
Fábio de Melo – Sou bastante disciplinado com a alimentação e a atividade física. Tenho consciência de que o cuidado com o corpo é também regra religiosa, pois através dele eu me disciplino para a conquista de virtudes espirituais. Cuidar da saúde é uma responsabilidade que não negligencio. Sempre arrumo um jeito de fazer uma atividade física, ainda que seja só uma caminhada.

ISTOÉ – Quando começa o processo para escrever um livro, o que muda em sua rotina? Em quais momentos o senhor rende mais para escrever? Escreve todos os dias? Por quantas horas? O senhor conta com o auxílio de alguém para a confecção de seus livros, alguém com quem troque idéias?
Fábio de Melo – Quando estou escrevendo fico bastante absorvido pelo texto. Escrevo e reescrevo inúmeras vezes. Não gosto de produzir com prazo estabelecido. A literatura tem ritmo próprio. Obedece ao movimento das palavras. Meu fazer literário é muito solitário, mas sempre nasce da vida que vivi ou que vi ser vivida ao meu lado. Minhas melhores ideias nascem da observação que faço do mundo. Só partilho o que realmente estou seguro de que vale a pena ser levado adiante. É aí que procuro os amigos para mostrar, trocar ideias.

ISTOÉ – Em quais momentos o senhor costuma ler a Bíblia? O senhor a lê todos os dias, impreterivelmente?
Fábio de Melo – Há duas formas de ler a Bíblia. Como estudo, respeitando métodos hermenêuticos, e como fonte de espiritualidade. A leitura estudiosa eu não faço todo dia. Já a leitura espiritual, esta faço diariamente. A vida oracional de um padre é toda ela baseada em textos bíblicos. A vida litúrgica nos favorece este contato com a Sagrada Escritura. É a oportunidade que tenho de estar em comunhão com toda a Igreja presente no mundo inteiro. O evangelho que proclamo, na missa que celebro em minha casa, é o mesmo que está sendo proclamado no Japão.

ISTOÉ – Lê a Bíblia pelo celular? O que pensa desse recurso?
Fábio de Melo – Já me utilizei para localizar uma passagem. É muito eficaz. Mas no dia a dia eu prefiro o livro mesmo.

ISTOÉ – Qual o ritual que o faz relaxar quando chega em casa depois de um dia de compromissos?
Fábio de Melo – Eu não bebo. Gosto de roça, bichos. É o que encontro quando chego em casa. Tenho pouquíssimos ruídos urbanos por perto. É assim que descanso. Cuidando e sendo cuidado a partir de uma simplicidade que me reporta aos tempos da minha infância. Estou cada vez menos urbano.

ISTOÉ – O senhor dirige, costuma ir ao banco, padaria, pegar fila em supermercado para pagar compras?
Fábio de Melo – Dirijo, vou ao mercado fazer compras. Gosto desta rotina. O que acontece sempre é que entre um afazer e outro sou abordado por alguém que se identifica com o trabalho que realizo. É o carinho das pessoas. Faço questão de cuidar bem de cada um que se aproxima.

ISTOÉ – Costuma visitar seus parentes ou reuni-los em sua casa?
Fábio de Melo – Minha família está esparramada pelo Brasil. Somos muitos. Eu os encontro mais durante os eventos. Meu contato maior é com minha mãe. Vez em quando ela passa um tempo na minha casa.

ISTOÉ – O senhor gosta de sair para jantar? Costuma fazer programas com amigos e amigas, como sair para ver filmes, exposições, correr em parques?
Fábio de Melo – Quase não saio. Sou caseiro por natureza. Gosto muito de teatro e música. Quando posso, vou ver alguma coisa. Nos meus dias de folga, gosto de andar a cavalo, cuidar pessoalmente dos meus cachorros, ajudar na limpeza da casa, do jardim. Para quem viaja muito, ficar em casa é sempre um luxo.

ISTOÉ – Até onde o senhor enxerga que vai a sua vaidade? Como o senhor procura cuidar da sua aparência? Usa cremes, protetor solar, tem predileção por um figurino ou sapato específico?
Fábio de Melo – Minha mãe fala que desde pequeno eu já escolhia o que iria vestir. Eu me cuido, sim. Vou regularmente ao dermatologista, pois já tive uma paralisia facial e câncer de pele, uso protetor solar e procuro controlar o peso. Meu figurino é sempre o mesmo. Estar bem vestido faz parte de meu trabalho. Sou um comunicador. Acho uma hipocrisia achar que o padre precisa andar mal arrumado, desleixado. Só que isso não é tudo. O que verdadeiramente conta é a elegância com que devo tratar as pessoas. Zelo muito para que todos, independente da vida que levam, se sintam respeitados por mim. Eu não sou melhor que ninguém. Apenas tenho uma missão que me diferencia.

ISTOÉ – Padre, poderia relatar um episódio que viveu recentemente ao lado de um fiel que o emocionou?
Fábio de Melo – Certa vez, esperando as malas na esteira do aeroporto de Guarulhos, encontrei uma senhora. Ela se aproximou e me disse, mais ou menos assim: “Padre Fábio, há dois anos atrás, eu havia programado o meu suicídio. Estava tudo pronto. Programei os mínimos detalhes. Na manhã escolhida, peguei o meu carro e me dirigia ao sítio onde eu daria fim à minha vida. Durante o trajeto, liguei o rádio e comecei a procurar alguma coisa pra ouvir. De repente, caiu numa estação onde alguém falava sobre a urgência que todo mundo tem de livrar-se dos fardos do passado. Era o senhor falando. Comecei a ouvir aquela pregação e senti que Deus falava comigo. Fui sendo envolvida a ponto de precisar parar o carro. Chorei muito. Senti que aquelas lágrimas me purificaram de tudo o que me oprimia. Decidi jogar fora os pesos do passado e resolvi me dar uma chance. Deu certo. Obrigado por ter me devolvido a vida.”

ISTOÉ – O senhor é uma pessoa que chora com frequência? O que o faz chorar? Lembra-se da última vez que chorou?
Fábio de Melo – Eu choro sempre. Não consigo me distinguir das dores do mundo. Minha alma não tem cercas.

ISTOÉ – O senhor possui alguma mania ou coleciona algum objeto?
Fábio de Melo – Manias? Acho que não tenho. Coleciono camisas de futebol, tenho cerca de trinta. Torço para o Cruzeiro.

ISTOÉ – Como o senhor se vê daqui a 5 anos?
Fábio de Melo – Feliz. Por estar mais próximo da aposentadoria. Eu não vejo a hora de adquirir os direitos dos idosos (risos).

Íntegra da entrevista com o Padre Marcelo Rossi

ISTOÉ - Com gravação de DVD, sessões de autógrafo e viagens, como está a sua vida?
Padre Marcelo Rossi - Uma loucura, uma correria, mas uma benção.

ISTOÉ - O senhor tem hábito que repete todos os dias?
Padre Marcelo - Orar, todos os dias.

ISTOÉ - Que horas o senhor acorda?
Padre Marcelo - É relativo, porque estou viajando toda semana por conta dos autógrafos. Tem sido complicada a rotina. Tenho viajado toda segunda e voltado na quarta. Mas normalmente acordo 3h ou 4h da manhã.

ISTOÉ - A primeira oração ainda é na cama?
Padre Marcelo - Não, a oração é na capela. Na cama eu acordo e agradeço a Deus.

ISTOÉ - O que come de café da manhã?
Padre Marcelo - Não gosto de tomar nada de café da manha, apesar de saber que e errado. Geralmente almoço mais cedo, antes do meio dia.

ISTOÉ - Qual é a primeira atividade do dia?
Padre Marcelo - Oração.

ISTOÉ - O senhor ainda tem os cachorros?
Padre Marcelo - Sim, ainda tenho. Cuido todos os dias. Quando não posso, tem uma pessoa que cuida quando estou viajando. Na Cúria são dois cachorros. Um fila gigante e um dog alemão.

ISTOÉ - Que horas costuma almoçar?
Padre Marcelo - Antes do meio dia.

ISTOÉ - O que gosta de comer?
Padre Marcelo - Descobri que tenho intolerância a glúten, me faz mal. Gosto de variar os pratos, não tem um em especial.

ISTOÉ - Como gosta de passar o tempo livre?
Padre Marcelo - Descansando.

ISTOÉ - Ainda tem uma hora para se exercitar?
Padre Marcelo - Agora com essa correria tem sido mais complicado, mas procuro quatro vezes por semana fazer esteira e fisioterapia. Estou ainda com a perna em recuperação.

ISTOÉ - O senhor ensaia todos os dias?
Padre Marcelo - Não, nunca ensaio nem faço exercícios, não dá tempo. Gostaria de fazer um curso de inglês, mas não tenho tempo.

ISTOÉ - Quando precisa se deslocar, o senhor ainda dirige?
Padre Marcelo - Tenho um Fiat Doblô. Parei de dirigir aos 40 anos. Prefiro não dirigir, apesar de adorar. É mais pratico, tenho um motorista, não preciso estacionar o carro.

ISTOÉ - O que te dá mais prazer atualmente? Cantar? Escrever?
Padre Marcelo - O que me da mais prazer e evangelizar, seja qual for o meio: internet, celebrando a Santa Missa.

ISTOÉ - O senhor ainda administra o sacramento da confissão? Dá tempo?
Padre Marcelo - Para a minha equipe sim. Lembrando que quando falo de minha equipe são mil pessoas.

ISTOÉ - Quando o senhor vai fazer um show, costuma se reunir com a banda antes
Padre Marcelo - Não faço shows, eu classifico como eventos e dentro do Santuário, são missas celebradas, são missas com participação do povo. Sou reitor do Santuário. Não faço shows. Tenho uma base, que é o Santuário. Sempre reúno e rezo com eles. O restante vai fluindo. Cada missa é uma missa. Nada é muito combinado. A banda já me conhece pelo olhar. Dou o tom e eles vão junto.

ISTOÉ - O senhor está sempre de tênis. Por que?
Padre Marcelo - Estou usando tênis por conta do impacto, ordens médicas por conta do joelho. E não sapato, que não é apropriado agora. Não escolho, tenho três ou quatro e vamos fazendo revezamento.

ISTOÉ - Além de Deus e Jesus, tem alguém que está sempre com o senhor?
Padre Marcelo - Tenho, o Chicão, meu motorista que sempre está comigo. Me ajuda a conectar o programa da Rádio Globo quando estou fora de casa, com o aparelho matrix. E em tudo mais que for necessário.

ISTOÉ - O senhor usa celular? Usa o computador?
Padre Marcelo - Tenho celular, Nextel e um iPhone, que não uso tanto. Mas tenho um iPad e um notebook, sou conectado na medida que dá tempo. Hoje a internet é um meio muito importante para a evangelização.

ISTOÉ - Como a música passou a fazer parte da sua vida?
Padre Marcelo - Desde criança. Eu me pego cantarolando desde o Seminario, onde formei uma banda e era vocalista.

ISTOÉ - Qual é o seu ritual antes das apresentações?
Padre Marcelo - Apresentação não, missa. Tomo cuidado com a roupa litúrgica que vou colocar, que esteja de acordo com o momento.

ISTOÉ - Aos músicos é indicado algum tipo de conduta durante as viagens ou nos dias de apresentação?
Padre Marcelo - Eles raramente, muito raramente viajam. Nas tardes de autógrafo sou só eu e uma equipe pequena do Santuário que ajuda na organização.

ISTOÉ - O senhor tem sono tranquilo, sonha bastante?
Padre Marcelo - Tenho sono tranquilo. Só tenho pesadelo quando como pizza de noite.

ISTOÉ - Quando começa a escrever um livro, como muda sua rotina?
Padre Marcelo - Na verdade só consigo escrever parando tudo. Agapinho fiz nas minhas férias e o Ágape foi quando quebrei o pé. Desconecto de tudo, menos do programa da Rádio Globo. Tenho que estar focado para escrever.

ISTOÉ - Qual o ritual que o faz relaxar quando chega em casa depois de um dia de compromissos?
Padre Marcelo - Assistir um filme. Já assisti todos da locadora ao lado.

ISTOÉ - Poderia citar um episódio marcante de um encontro inesperado com um fiel?
Padre Marcelo - Uma vez marcante foi uma senhora que me viu quando eu ainda dirigia. Estava na rua e ela começou a me fechar e eu subi literalmente em cima da calçada. Ela parou, se ajoelhou e pediu uma benção, foi aí que comecei a me preocupar e achei que era melhor parar de dirigir.

ISTOÉ - Com que frequência visita seus pais e vê suas irmãs?
Padre Marcelo - No mínimo três vezes por semana, eles vem até mim no Santuário.

ISTOÉ - O senhor gosta de sair para jantar? Costuma fazer programas com amigos e amigas, como sair para ver filmes, exposições, correr em parques?
Padre Marcelo - Não da para sair, ir em supermercado, restaurante.

ISTOÉ - O senhor chora com frequência?
Padre Marcelo - Eu sou muito emotivo. Qualquer coisa eu me emociono. Muitas vezes no programa da rádio ouvindo um testemunho. Não chorar, mas emoção, das lágrimas escorrerem dos olhos.

ISTOÉ - Como é que o senhor se enxerga daqui a alguns anos?
Padre Marcelo - Com mais experiência. Mas trocaria por 3 corpos de 18 anos.

O artigo original poderá ser visto por meio do seguinte link:


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no Facebook através do seguinte link:




Desde já agradecemos a todos.  

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

VALDEMIRO SANTIAGO E SUAS FALSAS PROFECIAS ACERCA DAS CHUVAS


Sistema Cantareira que deverá estar cheio até 31 de Outubro de 2014 segundo a falsa profecia de Valdemiro Santiago

Falsos mestres são muito fáceis de serem identificados por causa dos falsos ensinamentos que promovem em franca contradição e desobediência ao que está estabelecido na Palavra de Deus.

Muitos desses falsos mestres também ocupam posições como falsos profetas e também são muito fáceis de serem desmascarados porque suas falsas profecias não se cumprem, mesmo quando arriscam dar uma profetada diante das altas possibilidades de algo vir mesmo a acontecer.

Um caso típico dessa falsa profecia que desmascaramos aqui foi a profetada feita pelo falso mestre e falso profeta André Salles, que profetizou, antes das eleições presidenciais do primeiro turno, que: DEUS ME REVELOU QUE MARINA DA SILVA VAI SER A PRÓXIMA PRESIDENTE DO BRASIL. A verdade? Todo mundo sabe: Marina Silva não foi sequer para o segundo turno. A história completa dessa profetada poderá ser vista por meio desse link aqui:


E a finalização por meio desse link aqui:


Outra falsa profecia nessa linha veio da falsa mestra da Lagoinha, a sra. Ana Paula Valadão e também da falsa mestra e falsa profetisa Valnice Milhomens. Esse material poderá ser visto por meio do link abaixo:


Outro falso profeta é o falso mestre Agenor Duque que através de um membro de sua igreja anunciou a morte da pessoa mais amada pelo editor desse blog, seguida da morte do próprio editor caso o mesmo não se arrependesse e fosse pedir perdão ao apóstolo no templo central da Igreja da Plenitude do trono de Deus. As duas mortes deveriam acontecer no dia 12 de outubro passado. Mas, como o leitor pode ver e ler, ainda estamos por aqui e cada dia mais firmes, com a graça de 
Deus, contra esses bestalhões.

A profecia original com as ameaças de morte poderá ser vista por meio desse link aqui:


E a finalização provando que o falso apóstolo não é de nada diante do Deus Todo Poderoso, poderá ser vista por meio desse link aqui:


Agora é a vez do falso mestre Valdemiro Santiago fazer sua falsa profecia. Em um culto numa de suas igrejas ele decidiu, baseado na falta de água que afeta todo o Estado de São Paulo, fazer uma profecia de chuva, muita chuva, ainda no mês de outubro que será capaz de encher as represas do Estado de São Paulo. Seu instante de arrogância cega foi tão grande que mandou gravar o que ele estava dizendo e cobrar dele depois — temos cópia do vídeo armazenada de forma segura em nossos servidores, caso o mesmo decida remover sua falsa profecia do ar, a partir de 1 de Novembro de 2014.

Ele disse mais: “grava isso e manda avisar o governador, porque esse país precisa saber que há profeta aqui, Depois pode me cobrar”.

O vídeo em questão poderá ser visto por meio do link abaixo, mas o leitor não precisa perder tempo assistindo o mesmo por completo. A falsa profecia está registrada nos primeiro 90 segundos.


Bem hoje é dia 23 de outubro e temos ainda 9 dias pela frente para chover até encher as represas. Essa foi a profecia. Se chover, e essa é a nossa oração, mas se as represas encherem 30%, 50%, 70% ou até mesmo 99% estaremos diante de mais uma falsa e fraudulenta afirmação. Esperamos que o Sr. Governador mande o ministério público estadual processar o falso profeta por estelionato, caso as represas do estado não estejam 100% cheias até à meia-noite do próximo dia 31 de outubro. Os dias estão passando e mais um falso profeta está a caminho de ser completamente desmascarado como os outros todos que mencionamos acima.

Que Deus abra os olhos desse pobre povo chamado evangélico para que enxerguem o que está tão evidente nas falsas profecias desses falsos profetas.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no Facebook através do seguinte link:


Desde já agradecemos a todos.

domingo, 8 de junho de 2014

ANA PAULA E MÁRCIO VALADÃO COMETEM O MESMO ERRO DE EDIR MACEDO




Marcio Valadão e Ana Paula

O mundo chamado evangélico no Brasil não tem jeito mesmo. Não tem criatividade nenhuma, falta-lhe o verdadeiro Espírito profético de lutar pela justiça e sobram idiotices de todos os tipos, principalmente quando falamos da construção de novos templos.

Já tivemos a oportunidade de expor o erro do sr. Edir Macedo com respeito ao SEU templo de Salomão. Os que desejarem poderão ler nosso artigo acerca do templo de Salomão e considerar nossas ponderações bíblicas por meio desse link aqui:


Projeto do novo templo da i. b. da lagoinha que deverá acomodar 35.000 pessoas

Depois de ter chamado Edir Macedo e os membros de sua Igreja Universal do Reino de Deus de “assassinos”, por causa da posição de Edir Macedo acerca do aborto, agora Márcio Valadão deseja concorrer com Edir Macedo construindo um, igualmente inútil gigantesco templo. Mas a construção proposta por Márcio  Valadão vem acompanha de uma perversão: para fundamentar a necessidade de construção de tal prédio, uma verdadeira afronta e abominação, ao Deus verdadeiro, sua filha e pastora Ana Paula Valadão profetizou a construção do templo em meio a palavras em línguas estranhas — com as “alabaxúrias” de sempre etc — e declarou que o tal templo não seria obra de homens e sim de JESUS.

Como isso seria possível? Como Jesus, que é o verdadeiro templo do Deus verdadeiro iria admitir e apoiar a construção de templo tão ofensivo à sua própria pessoa? Ana Paula Valadão prova que é mesmo uma grande herege ao misturar palavras do Antigo Testamento com suas próprias palavras para justificar tamanha injustiça.

Abaixo oferecemos os links de dois vídeos:

1. O primeiro traz a palavra de Márcio Valadão que profetiza que 10% da população de BH — algo por volta de 250 mil pessoas — irão de converter e frequentar o novo templo que terá capacidade para acomodar 35.000 pessoas, bem mais que as 10 mil propostas para o “pequenino” templo de Salomão de Edir Macedo. O vídeo com as profecias do sr. Valadão poderá ser visto por meio desse link aqui:.


2. O segundo vídeo traz Ana Paula Valadão e suas heresias e ofensas ao Senhor Jesus. Outra coisa que nos chama a atenção é na profecia já está embutido o modo como será suprido o dinheiro para a construção da obra faraônica. É ver para crer por meio desse link aqui:


Agora, depois de assistir a esses vídeos, nós queremos convidar todos os nossos leitores para que meditem na gravidade dos ensinamentos bíblicos acerca da construção de templos, por quem quer que seja e por qualquer denominação que seja.

Para todos aqueles que estão iludidos e enganados quanto ao verdadeiro significado desse templo, vamos esclarecer mais uma vez, algumas verdades bíblicas acerca de templos suntuosos e catedrais magnificentes.

1. Foi o próprio Rei Salomão, o primeiro a entender que Deus não habita em casas feitas por mãos humanas. Em sua oração de consagração do próprio templo que construiu em Jerusalém, Salomão admite que Deus jamais poderia habitar ali. É Salomão quem diz:

2 Crônicas 6:18

Mas, de fato, habitaria Deus com os homens na terra? Eis que os céus e até o céu dos céus não te podem conter, quanto menos esta casa que eu edifiquei.

Agora a Ana Paula e o Marcio Valadão vêm com esse blá-blá-blá, que seu inútil templo será habitado por deus, e as nações acorrerão para lá para aprender acerca do senhor!

2. Mas tarde,  já nos dias do profeta Isaías, Deus havia revelado que habitaria com os seres humanos contritos e abatidos de espírito conforme —

Isaías 57:15

Porque assim diz o Alto, o Sublime, que habita a eternidade, o qual tem o nome de Santo: Habito no alto e santo lugar, mas habito também com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o espírito dos abatidos e vivificar o coração dos contritos.

Infelizmente essa foi uma verdade que a maioria do povo da Antiga Aliança nunca entendeu, sempre preferindo se apegar ao templo físico que, diga-se de passagem, foi destruído duas vezes pelo próprio Deus. Infelizmente também a vasta maioria do povo chamado evangélico se deixa iludir por essa tão insidiosa mentira.

3. Ainda no livro do profeta Isaías o próprio Deus pergunta ao povo de Israel o seguinte:

Isaías 66:1

Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra, o escabelo dos meus pés. Que casa me edificaríeis vós? E que lugar seria o do meu descanso?

Deus habita no céu e também habita junto aos seres humanos, enquanto pessoas.

4. Já nos dias do Novo Testamento, Jesus corrige o conceito errado assumido pela mulher samaritana ao dizer para ele as seguintes palavras, naquilo que podemos chamar de “O Grande Diálogo”:

João 4:19—24

19 Senhor, disse-lhe a mulher, vejo que tu és profeta.

20 Nossos pais adoravam neste monte; vós, entretanto, dizeis que em Jerusalém é o lugar onde se deve adorar.

21 Disse-lhe Jesus: Mulher, podes crer-me que a hora vem, quando nem neste monte, nem em Jerusalém adorareis o Pai.

22 Vós adorais o que não conheceis; nós adoramos o que conhecemos, porque a salvação vem dos judeus.

23 Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores.

24 Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade.

Deus não está preocupado com o LUGAR da adoração e sim com a ATITUDE do nosso espírito e do nosso coração. Deus está interessado em adoração verdadeira e não cerimonial num templo inútil qualquer.

5. Jesus disse mais três coisas para as quais queremos chamar sua atenção:

A. Mateus 18:20

Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles.

Ou seja, em outras Palavras, Deus não tem interesse nenhum em templos, pois o interesse dele está voltado para, até mesmo, apenas dois ou três de seus discípulos reunido, em qualquer lugar, com verdadeiro espírito de adoração.

B. Mateus 12:5—6

5 Ou não lestes na Lei que, aos sábados, os sacerdotes no templo violam o sábado e ficam sem culpa? Pois eu vos digo:

6 aqui está quem é maior que o templo.

Por favor, caro leitor, eu te peço a gentileza de gravar essas palavras: JESUS É MAIOR DO QUE O PRÓPRIO TEMPLO QUE EXISTIA EM JERUSALÉM. Se isso é verdade com relação ao templo em Jerusalém, imagine com respeito ao inútil templo construído na região da Lagoinha, na cidade de Belo Horizonte. Quem tem Cristo em seu coração não precisa desse templo anátema edificado pela família Valadão.

C. Para não deixar nenhuma dúvida acerca de qual é o verdadeiro templo de Deus — que é o próprio Senhor Jesus no qual HABITA TODA A PLENITUDE DA DIVINDADE conforme Colossenses 2:9 — Jesus disse as seguintes palavras:

João 2:18—22

18 Perguntaram-lhe, pois, os judeus: Que sinal nos mostras, para fazeres estas coisas?

19 Jesus lhes respondeu: Destruí este santuário, e em três dias o reconstruirei.

20 Replicaram os judeus: Em quarenta e seis anos foi edificado este santuário, e tu, em três dias, o levantarás?

21 Ele, porém, se referia ao santuário do seu corpo.

22 Quando, pois, Jesus ressuscitou dentre os mortos, lembraram-se os seus discípulos de que ele dissera isto; e creram na Escritura e na palavra de Jesus.

JESUS É O ÚNICO E VERDADEIRO TEMPLO DE DEUS!

6. Mais adiante na narrativa do Novo Testamento notamos que Estêvão foi o primeiro cristão a entender, em toda plenitude, as graves implicações que a pessoa de Jesus tinha para o patético templo em Jerusalém, e para todos os patéticos templos construídos pelos seres humanos.

Estêvão diz:

Atos 7:47—50

47 E Salomão lhe edificou casa;

48 mas o Altíssimo não habita em templos feitos por mãos de homens, como diz o profeta:

49 O céu é o meu trono, e a terra, o estrado dos meus pés. Que casa me edificareis, diz o Senhor, ou qual é o lugar do meu repouso?

50 Porventura, não fez a minha mão todas estas coisas?

7. Saulo de Tarso, que estava presente quando essas palavras foram proferidas, certamente não podia deixar de pensar na gravidade das mesmas. Mais tarde, já convertido como Paulo, ele disse aos atenienses essas mesmas palavras de Estêvão —

Atos 17:24—25

24 O Deus que fez o mundo e tudo que nele há, sendo Senhor do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos de homens.

25 Nem tampouco é servido por mãos de homens, como que necessitando de alguma coisa; pois ele mesmo é quem dá a todos a vida, a respiração e todas as coisas.

Creio que deve ser bem evidente que o proposto templo da família Valadão é uma verdadeira afronta ao Deus verdadeiro. Deus vê esse templo como uma verdadeira abominação, algo detestável mesmo, pois procura roubar de Cristo uma prerrogativa que lhe é EXCLUSIVA!

8. Mais adiante o próprio Paulo nos ensina que o verdadeiro santuário no qual habita o Espírito Santo de Deus são os nossos corpos e não templos feitos por mãos humanas:

1 Coríntios 6:19

19 Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos?

A realidade parece indicar que a vasta maioria do povo chamado evangélico NÃO SABE E NÃO ENTENDE NADA ACERCA DESSAS VERDADES!

Antes de terminar, queremos pedir encarecidamente a todos os leitores que entendem essas verdades, que compartilhem esse estudo com todos seus amigos e parentes que, porventura, estejam enredados nessa mentira representada pelo “Novo Templo da Lagoinha — O Templo Para Onde os Povos Irão Para Serem Instruídos Acerca do Senhor — e que estão sendo arrastados para as mais profundas trevas, longe do Deus Vivo e Verdadeiro

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no Facebook através do seguinte link:

http://www.facebook.com/pages/O-Grande-Diálogo/193483684110775

Desde já agradecemos a todos.