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terça-feira, 5 de maio de 2015

VIDA, MORTE, ESTADO INTERMEDIÁRIO E ESTADO ETERNO — Estudo 002 - ENTENDENDO A INTERPRETAÇÃO DA BÍBLIA



Essa é uma série cujo propósito é estudar os conceitos bíblicos de vida, morte, estado intermediário e eternidade. No final de cada estudo você irá encontrar links para outros estudos. A Série tem o título Geral de: Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade.

Introdução à Hermenêutica — Parte 2

Princípio 3 — A Importância das Línguas Originais

Como podemos encontrar o que uma determinada palavra significava na língua original em que foi escrita?

EtimologiaNos fornece o significado básico das palavras por meio de Léxicos ou Dicionários. Uma vez que temos uma definição precisa dos dicionários, todas as falácias ficam plenamente expostas.

Exemplo 1 – A palavra “ades” — traduzida como inferno. Qual o significado verdadeiro dessa palavra? As Testemunhas de Jeová dizem que é o túmulo i.e. o local onde as pessoas são enterradas. Você concorda com isso?

Ades não é o túmulo e sim o local não visível para onde vão as almas das pessoas não regeneradas após a morte do corpo. Precisamos respeitar o significado básico das palavras nas suas línguas originais.

 ᾅδης ádes — cujo significado de acordo com Theological Dictionary of The New Testament é:

1) Hades ou Pluto, o deus das regiões mais baixas

2) Orcus, o mundo inferior, o reino da morte

3) uso posterior desta palavra: a sepultura, morte, inferno

No grego bíblico, está associado com Orcus, as regiões infernais, um lugar escuro e sombrio nas profundezas da terra, o receptáculo comum dos espíritos separados do corpo. Geralmente Hades é apenas a residência do perverso: Lucas 16.23; Apocalipses 20.13—,14; um lugar muito desagradável. [1]

ComparaçãoPara definirmos de modo acurado o significado de uma palavra na Bíblia precisamos descobrir e comparar todos os usos dessa palavra através das páginas das Sagradas Escrituras. Por causa do caráter progressivo da revelação divina uma mesma palavra pode ter significados diferentes dependendo de quando, onde, por quem e como a palavra em questão foi utilizada. Isto não é contraditório? Não, é comum e o mesmo acontece até com os textos que não são bíblicos.

As palavras bíblicas precisam ser entendidas no seu contexto histórico, social, cultural, político, econômico e religioso. Precisamos considerar o uso que as palavras tiveram na literatura extrabíblica como nos livros apócrifos, na literatura apocalíptica, nos escritos rabínicos e na literatura grega em geral.

O Significado de uma palavra na literatura extrabíblica deve dar o tom para o significado de uma palavra nas Escrituras. Precisa existir uma boa razão, claramente identificável para justificar o contrário. Os autores bíblicos usavam as palavras comuns do dia a dia das pessoas, pois a mensagem deles era universal, e eles precisavam ser claramente entendidos, pois tratavam de questões de vida ou morte!

Exemplo 2 — A palavra Alma — As testemunhas de Jeová e a maioria dos liberais negam que a palavra alma na bíblia significa o lado não material dos seres humanos que subsiste à morte física. No entanto, entendem ser exatamente esse o significado dessa palavra em todos os livros apócrifos, na literatura apocalíptica, nos escritos rabínicos e na literatura grega em geral. Isto sim é contraditório e claramente indica o uso de dois pesos e duas medidas. Se aceitássemos isso como verdade toda e qualquer interpretação perderia a validade, ficando deveras, impossível qualquer aplicação de qualquer metodologia de interpretação.

A expressão alma em hebraico é נֶפֶשׁnephesh — que de acordo com Theological Dictionary of The New Testament é:

1) alma, ser, vida, criatura, pessoa, apetite, mente, ser vivo, desejo, emoção, paixão

1a) aquele que respira, a substância ou ser que respira, alma, o ser interior do homem

1b) ser vivo

1c) ser vivo (com vida no sangue)

1d) o próprio homem, ser, pessoa ou indivíduo

1e) lugar dos apetites

1f) lugar das emoções e paixões

1g) atividade da mente
1g1) duvidoso

1h) atividade da vontade
1h1) ambíguo

1i) atividade do caráter
1i1) duvidoso[2]

Em grego a palavra alma é ψυχῆς psichîs — que de acordo com Theological Dictionary of The New Testament é:

1) respiração

1a) fôlego da vida

1a1) força vital que anima o corpo e é reconhecida pela respiração

1a1a) de animais

1a1b) de pessoas

1b) vida

1c) aquilo no qual há vida

1c1) ser vivo, alma vivente

2) alma

2a) o lugar dos sentimentos, desejos, afeições, aversões (nosso coração, alma etc.)

2b) a alma (humana) na medida em que é constituída por Deus; pelo uso correto da ajuda oferecida por Deus, pode alcançar seu o seu mais alto fim e eterna e segura bem-aventurança. A alma considerada como um ser moral designado para vida eterna

2c) a alma como uma essência que difere do corpo e não é dissolvida pela morte (distinta de outras partes do corpo) [3]

Princípio 4 — Interpretação Gramatical

Gramática e Sintaxe dizem respeito à nossa compreensão da natureza das palavras e como as mesmas funcionam nas sentenças em que são utilizadas. Um adjetivo será sempre um adjetivo e um verbo será sempre um verbo independente da posição teológica das pessoas e temos que ter convicção que a gramática não pode ser vítima de nenhum preconceito religioso.

Exemplo 4 – Imortalistas condicionais ensinam que ninguém possui vida eterna hoje, como uma possessão presente. A vida eterna, eles dizem, é o resultado de uma recompensa futura a ser obtida quando da ressurreição. No entanto as escrituras ensinam que o cristão tem a vida eterna como uma possessão presente. Baseado em 1 João 5:11—13 você seria capaz de dizer porque os cristãos possuem a vida eterna presentemente? O Segredo está nos tempos verbais encontrados nestes versículos.

Também considere as palavras de Jesus em —

João 17:3

E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.

Note o tempo presente no verso acima: a vida eterna é esta.

Exercício prático: Leia com atenção as passagens alistadas abaixo e conte quantas vezes as expressões espírito do Anticristo” e “espírito” aparecem nesses versículos. Este exercício esta baseado no capítulo 1 (um) do livro “Espíritos que Atuam na Vida da Igreja”. O autor é Roberto Szamszoryk. A editora é a IFC Editora. Segundo o autor do livro, os textos abaixo indicam claramente como o espírito do Anticristo se manifesta na vida da igreja. Mas tudo não passa de manipulação. Leia os textos e tire suas próprias conclusões.

1 – Tito 3: 1 e 2

2 – 1 Timóteo 2: 1 a 6

3 – 2 Timóteo 2: 14 a 16

4 – Efésios 5:22 a 24

5 – Efésios 5: 25 a 33

6 – Efésios 6: 1 a 4

7 – Deuteronômio 30: 15 a 20

OUTROS ARTIGOS ACERCA DE VIDA, MORTE, ESTADO INTERMEDIÁRIO E ETERNIDADE
Estudo 001 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Introdução à Hermenêutica ou Interpretação das Escrituras Sagradas
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Estudo 002 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Introdução à Hermenêutica ou Interpretação das Escrituras Sagradas — Parte 002
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/05/vida-morte-estado-intermediario-e.html
Estudo 003 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Introdução à Hermenêutica ou Interpretação das Escrituras Sagradas — Parte 003
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Estudo 004 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — O Ser Humano Como Criatura de Deus — Parte 001
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Estudo 005 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — O Ser Humano Como Criatura de Deus — Parte 002
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Estudo 006 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — O Ser Humano Como Criatura de Deus — Parte 003
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Estudo 007 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Unidade e Diversidade nos Seres Humanos 
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Estudo 008 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Termos Usados no Antigo Testamento — Parte 001
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Estudo 009 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Termos Usados no Antigo Testamento — Parte 002
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Estudo 010 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Termos Usados no Antigo Testamento — Parte 003
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Estudo 011 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Termos Usados no Novo Testamento — Parte 001 — ψυχή  Psiché
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Estudo 012 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Termos Usados no Novo Testamento — Parte 002 — πνεῦμα — pneûma — espírito, καρδίᾳ — Kardía — Coração, διανοίᾳ — dianoíaφρόνημα — frónemaνοήμα — noémaνοῦς  nous — Mente.
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/08/vida-morte-estado-intermediario-e.html
Estudo 013 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Termos Usados no Novo Testamento — Parte 003 — ἔσω ἄνθρωπον — éso ánthropon = homem interior; νεφρόι — Nefroi = rins
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/11/vida-morte-estado-intermediario-e.html
Estudo 014 A — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Conclusão: A Crença na Imortalidade como algo Universal.
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/02/vida-morte-estado-intermediario-e.html
Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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[1] Strong, J. Sociedade Bíblica do Brasil. Léxico Hebraico, Aramaico e Grego de Strong (H8679). Sociedade Bíblica do Brasil, Barueri, 2002—2005.
[2] Strong, J. Sociedade Bíblica do Brasil. Léxico Hebraico, Aramaico e Grego de Strong (H5315). Sociedade Bíblica do Brasil, Barueri, 2002 —2005.
[3] Strong, J. Sociedade Bíblica do Brasil. Léxico Hebraico, Aramaico e Grego de Strong (H5315). Sociedade Bíblica do Brasil, Barueri, 2002 —2005.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

JESUS VOTARIA EM ALGUÉM?



Nesses últimos dias da corrida para as eleições do próximo domingo — 5 de outubro de 2014 — temos visto um grande aumento nas manifestações de todas as ordens em apoio a esse ou aquele candidato. Recentemente uma candidata à presidência da república se reuniu para um café da manhã, fora de sua agenda oficial, com diversas lideranças dos chamados evangélicos. Como essa fauna é muito diversa notamos que. sem constrangimento, hereges convictos como o falso apóstolo Agenor Duque, a falsa profetisa Valnice Milhomens, entre outros se reuniram em torno da candidatura dessa senhora, que por fim recebeu um manifesto por escrito assinado pelo pastor batista Ed René Kivitz. Diante disso achamos oportuno publicar o artigo abaixo que foi escrito pelo jornalista Rafael Reparador e foi publicado no Gnotícias.

Em quem Jesus votaria?


Chegamos na semana das eleições! Foi um período eleitoral sanguinário, como todos os outros, com o agravante do massivo uso da rede social para a propagação de ideias, partidos e candidatos e, não só isso, mas também de muitas mentiras, falácias e factoides, aos montes, os quais, representam pra mim um dos maiores espetáculos dos últimos tempos em matéria de asneiras verborrágicas.

Tem sido um verdadeiro esgoto a céu aberto esse pleito, que nojo!

Gosto de política, mas não acredito que exista apenas uma forma – a eleitoral – de se fazê-la. Acredito que posso participar de seus processos em minha comunidade, em meu ambiente de trabalho, em minha cidade, região e até no Brasil todo, ou mundo, através do exercício de minha cidadania, colocando-me disponível para o Jogo, não o do poder, mas o das ideias.

Em contrapartida, quando entramos no lance eleitoral somos arremessados, inevitavelmente, ao negócio da política e é aí que tudo fica, diria, sanguinário. É aí que residem os interesses mais sórdidos e bizarros do coração humano, pois é aí que entra o ‘poder’ que esse jogo é capaz de legar a seus participantes.

É quando vejo Silas Malafaia completamente fora de seu papel (e faz tempo isso) de profeta, diminuindo-se a um charlatão (no mais profundo sentido etimológico) lutando por interesses que ele próprio deve julgar ser o “reino de deus”.

Vejo, igualmente, o deputado Jean Wyllys despencando de seus ideais mais puros, tornando-se um mero boneco de ventríloquo do movimento que ajudou a criar e que justifica sua posição de destaque, dando suporte a seu jogo de interesses.

Todos, nesse jogo, estão em busca dessa mesma coisa: o poder! Pois todos são unânimes no entendimento de que para que possam “fazer” alguma coisa, precisam “ser” eleitos. Após eleitos, a máquina lhes dá poder, dinheiro, bom salário, condições de criar uma estrutura que, pelo menos por quatro anos, irá trabalhar em prol de seu grupo, ideias, partido, enfim, seus correligionários.

Eu não acredito que ideais altaneiros sobrevivam das tetas do sistema e é aí que retomo à pergunta-tema desta minha reflexão: Em quem votaria Jesus?

Bem, da perspectiva que vejo o Senhor, acho que Ele não votaria em ninguém!

Jesus não foi partidário de quem quer que fosse e sua posição neste mundo foi a de um “ente angélico”, um ser superior que andou entre os homens, mas que não adentrou ao campo de suas batalhas terreais, não rebaixando sua missão altaneira, trocando o eterno por alguns anos de influência e poder mundano.

Jesus não representava A ou B, nem fariseus ou saduceus, pelo contrário, Ele bradava não ter sequer lugar onde reclinar sua cabeça.
Andava no mundo, mas não era dele! Não torcia para o Galiléia Futebol Clube, não tinha lutador favorito de  luta Greco Romana, ou ‘pankration’ (o MMA da época), não estava ao lado  dos herodianos, mas, ainda assim, não hesitou em denunciar Herodes em sua malignidade, chamando-o de raposa e, tampouco, se submeteu ao poder que Pilatos presumia ter.

Jesus era Deus andando na terra e, como Deus, via as coisas de uma perspectiva superior.

Creio que todos os que se dizem profetas devem enxergar dessa mesma perspectiva e também andar nessa mesma altura.

Fico com Jesus, com o que Ele faria se estivesse aqui hoje, ou seja, sigo acusando a injustiça, alardeando contra os falsos profetas e não votarei em ninguém.

Talvez você pense diferente de mim e seja até capaz de provar sua teologia com textos bíblicos, a fim de justificar as alianças que fez nesta eleição.

Problema seu!

Se você fez aliança com algum partido, com algum candidato, acho que você está fora da dimensão profética do Cristo e eu já desconfio de você, de antemão.

Repetindo, acredito que se Jesus estivesse aqui hoje, ele não votaria em ninguém, por isso, quero andar como ele andou e não vou votar em ninguém também.

Prefiro seguir minha jornada de fé e permanecer andando na contramão desse sistema sujismundo. Não quero fazer parte disto, por isso, não darei mais meu voto a quem quer que seja, assim como nunca mais dei dinheiro para instituições nas quais deixei de acreditar.

Se você vota por obrigação, deixe de ser manipulado! Fique em casa, não vote, justifique, pague a multa, enfim, não faça parte desse jogo horroroso que, na minha opinião, representa o maior bullying contra todos os brasileiros: ser obrigado a votar nas pessoas que vão zoar sua vida pelos próximos quatro anos.

Não se iluda: seja A, seja B, seja PT, PSB, ou PSDB, todos esses traiçoeiros da língua do P não passam de farinha do mesmo saco.

O artigo original do site Gnotícias poderá ser visto por meio desse link aqui:


PARA REFLETIR

Levando em conta, na minha opinião, as sábias palavras do texto acima e vendo as alianças malignas que muitos estão fazendo para elegerem seus candidatos, gostaríamos de, humildemente, sugerir a meditação e ponderação sobre as seguintes palavras das Escrituras:

Salmos 1:1—2 na NTLH

1 Felizes são aqueles que não se deixam levar pelos conselhos dos maus, que não seguem o exemplo dos que não querem saber de Deus e que não se juntam com os que zombam de tudo o que é sagrado!

2 Pelo contrário, o prazer deles está na lei do SENHOR, e nessa lei eles meditam dia e noite.

Romanos 16:17—18

17 Rogo-vos, irmãos, que noteis bem aqueles que provocam divisões e escândalos, em desacordo com a doutrina que aprendestes; afastai-vos deles,

18 porque esses tais não servem a Cristo, nosso Senhor, e sim a seu próprio ventre; e, com suaves palavras e lisonjas, enganam o coração dos incautos.

1 Coríntios 5:11

Mas, agora, vos escrevo que não vos associeis com alguém que, dizendo-se irmão, for impuro, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com esse tal, nem ainda comais.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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domingo, 8 de junho de 2014

ANA PAULA E MÁRCIO VALADÃO COMETEM O MESMO ERRO DE EDIR MACEDO




Marcio Valadão e Ana Paula

O mundo chamado evangélico no Brasil não tem jeito mesmo. Não tem criatividade nenhuma, falta-lhe o verdadeiro Espírito profético de lutar pela justiça e sobram idiotices de todos os tipos, principalmente quando falamos da construção de novos templos.

Já tivemos a oportunidade de expor o erro do sr. Edir Macedo com respeito ao SEU templo de Salomão. Os que desejarem poderão ler nosso artigo acerca do templo de Salomão e considerar nossas ponderações bíblicas por meio desse link aqui:


Projeto do novo templo da i. b. da lagoinha que deverá acomodar 35.000 pessoas

Depois de ter chamado Edir Macedo e os membros de sua Igreja Universal do Reino de Deus de “assassinos”, por causa da posição de Edir Macedo acerca do aborto, agora Márcio Valadão deseja concorrer com Edir Macedo construindo um, igualmente inútil gigantesco templo. Mas a construção proposta por Márcio  Valadão vem acompanha de uma perversão: para fundamentar a necessidade de construção de tal prédio, uma verdadeira afronta e abominação, ao Deus verdadeiro, sua filha e pastora Ana Paula Valadão profetizou a construção do templo em meio a palavras em línguas estranhas — com as “alabaxúrias” de sempre etc — e declarou que o tal templo não seria obra de homens e sim de JESUS.

Como isso seria possível? Como Jesus, que é o verdadeiro templo do Deus verdadeiro iria admitir e apoiar a construção de templo tão ofensivo à sua própria pessoa? Ana Paula Valadão prova que é mesmo uma grande herege ao misturar palavras do Antigo Testamento com suas próprias palavras para justificar tamanha injustiça.

Abaixo oferecemos os links de dois vídeos:

1. O primeiro traz a palavra de Márcio Valadão que profetiza que 10% da população de BH — algo por volta de 250 mil pessoas — irão de converter e frequentar o novo templo que terá capacidade para acomodar 35.000 pessoas, bem mais que as 10 mil propostas para o “pequenino” templo de Salomão de Edir Macedo. O vídeo com as profecias do sr. Valadão poderá ser visto por meio desse link aqui:.


2. O segundo vídeo traz Ana Paula Valadão e suas heresias e ofensas ao Senhor Jesus. Outra coisa que nos chama a atenção é na profecia já está embutido o modo como será suprido o dinheiro para a construção da obra faraônica. É ver para crer por meio desse link aqui:


Agora, depois de assistir a esses vídeos, nós queremos convidar todos os nossos leitores para que meditem na gravidade dos ensinamentos bíblicos acerca da construção de templos, por quem quer que seja e por qualquer denominação que seja.

Para todos aqueles que estão iludidos e enganados quanto ao verdadeiro significado desse templo, vamos esclarecer mais uma vez, algumas verdades bíblicas acerca de templos suntuosos e catedrais magnificentes.

1. Foi o próprio Rei Salomão, o primeiro a entender que Deus não habita em casas feitas por mãos humanas. Em sua oração de consagração do próprio templo que construiu em Jerusalém, Salomão admite que Deus jamais poderia habitar ali. É Salomão quem diz:

2 Crônicas 6:18

Mas, de fato, habitaria Deus com os homens na terra? Eis que os céus e até o céu dos céus não te podem conter, quanto menos esta casa que eu edifiquei.

Agora a Ana Paula e o Marcio Valadão vêm com esse blá-blá-blá, que seu inútil templo será habitado por deus, e as nações acorrerão para lá para aprender acerca do senhor!

2. Mas tarde,  já nos dias do profeta Isaías, Deus havia revelado que habitaria com os seres humanos contritos e abatidos de espírito conforme —

Isaías 57:15

Porque assim diz o Alto, o Sublime, que habita a eternidade, o qual tem o nome de Santo: Habito no alto e santo lugar, mas habito também com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o espírito dos abatidos e vivificar o coração dos contritos.

Infelizmente essa foi uma verdade que a maioria do povo da Antiga Aliança nunca entendeu, sempre preferindo se apegar ao templo físico que, diga-se de passagem, foi destruído duas vezes pelo próprio Deus. Infelizmente também a vasta maioria do povo chamado evangélico se deixa iludir por essa tão insidiosa mentira.

3. Ainda no livro do profeta Isaías o próprio Deus pergunta ao povo de Israel o seguinte:

Isaías 66:1

Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra, o escabelo dos meus pés. Que casa me edificaríeis vós? E que lugar seria o do meu descanso?

Deus habita no céu e também habita junto aos seres humanos, enquanto pessoas.

4. Já nos dias do Novo Testamento, Jesus corrige o conceito errado assumido pela mulher samaritana ao dizer para ele as seguintes palavras, naquilo que podemos chamar de “O Grande Diálogo”:

João 4:19—24

19 Senhor, disse-lhe a mulher, vejo que tu és profeta.

20 Nossos pais adoravam neste monte; vós, entretanto, dizeis que em Jerusalém é o lugar onde se deve adorar.

21 Disse-lhe Jesus: Mulher, podes crer-me que a hora vem, quando nem neste monte, nem em Jerusalém adorareis o Pai.

22 Vós adorais o que não conheceis; nós adoramos o que conhecemos, porque a salvação vem dos judeus.

23 Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores.

24 Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade.

Deus não está preocupado com o LUGAR da adoração e sim com a ATITUDE do nosso espírito e do nosso coração. Deus está interessado em adoração verdadeira e não cerimonial num templo inútil qualquer.

5. Jesus disse mais três coisas para as quais queremos chamar sua atenção:

A. Mateus 18:20

Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles.

Ou seja, em outras Palavras, Deus não tem interesse nenhum em templos, pois o interesse dele está voltado para, até mesmo, apenas dois ou três de seus discípulos reunido, em qualquer lugar, com verdadeiro espírito de adoração.

B. Mateus 12:5—6

5 Ou não lestes na Lei que, aos sábados, os sacerdotes no templo violam o sábado e ficam sem culpa? Pois eu vos digo:

6 aqui está quem é maior que o templo.

Por favor, caro leitor, eu te peço a gentileza de gravar essas palavras: JESUS É MAIOR DO QUE O PRÓPRIO TEMPLO QUE EXISTIA EM JERUSALÉM. Se isso é verdade com relação ao templo em Jerusalém, imagine com respeito ao inútil templo construído na região da Lagoinha, na cidade de Belo Horizonte. Quem tem Cristo em seu coração não precisa desse templo anátema edificado pela família Valadão.

C. Para não deixar nenhuma dúvida acerca de qual é o verdadeiro templo de Deus — que é o próprio Senhor Jesus no qual HABITA TODA A PLENITUDE DA DIVINDADE conforme Colossenses 2:9 — Jesus disse as seguintes palavras:

João 2:18—22

18 Perguntaram-lhe, pois, os judeus: Que sinal nos mostras, para fazeres estas coisas?

19 Jesus lhes respondeu: Destruí este santuário, e em três dias o reconstruirei.

20 Replicaram os judeus: Em quarenta e seis anos foi edificado este santuário, e tu, em três dias, o levantarás?

21 Ele, porém, se referia ao santuário do seu corpo.

22 Quando, pois, Jesus ressuscitou dentre os mortos, lembraram-se os seus discípulos de que ele dissera isto; e creram na Escritura e na palavra de Jesus.

JESUS É O ÚNICO E VERDADEIRO TEMPLO DE DEUS!

6. Mais adiante na narrativa do Novo Testamento notamos que Estêvão foi o primeiro cristão a entender, em toda plenitude, as graves implicações que a pessoa de Jesus tinha para o patético templo em Jerusalém, e para todos os patéticos templos construídos pelos seres humanos.

Estêvão diz:

Atos 7:47—50

47 E Salomão lhe edificou casa;

48 mas o Altíssimo não habita em templos feitos por mãos de homens, como diz o profeta:

49 O céu é o meu trono, e a terra, o estrado dos meus pés. Que casa me edificareis, diz o Senhor, ou qual é o lugar do meu repouso?

50 Porventura, não fez a minha mão todas estas coisas?

7. Saulo de Tarso, que estava presente quando essas palavras foram proferidas, certamente não podia deixar de pensar na gravidade das mesmas. Mais tarde, já convertido como Paulo, ele disse aos atenienses essas mesmas palavras de Estêvão —

Atos 17:24—25

24 O Deus que fez o mundo e tudo que nele há, sendo Senhor do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos de homens.

25 Nem tampouco é servido por mãos de homens, como que necessitando de alguma coisa; pois ele mesmo é quem dá a todos a vida, a respiração e todas as coisas.

Creio que deve ser bem evidente que o proposto templo da família Valadão é uma verdadeira afronta ao Deus verdadeiro. Deus vê esse templo como uma verdadeira abominação, algo detestável mesmo, pois procura roubar de Cristo uma prerrogativa que lhe é EXCLUSIVA!

8. Mais adiante o próprio Paulo nos ensina que o verdadeiro santuário no qual habita o Espírito Santo de Deus são os nossos corpos e não templos feitos por mãos humanas:

1 Coríntios 6:19

19 Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos?

A realidade parece indicar que a vasta maioria do povo chamado evangélico NÃO SABE E NÃO ENTENDE NADA ACERCA DESSAS VERDADES!

Antes de terminar, queremos pedir encarecidamente a todos os leitores que entendem essas verdades, que compartilhem esse estudo com todos seus amigos e parentes que, porventura, estejam enredados nessa mentira representada pelo “Novo Templo da Lagoinha — O Templo Para Onde os Povos Irão Para Serem Instruídos Acerca do Senhor — e que estão sendo arrastados para as mais profundas trevas, longe do Deus Vivo e Verdadeiro

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.

terça-feira, 11 de março de 2014

ESTUDO DA VIDA DE JESUS – PARTE 1 – ESTUDO 025 - JESUS VERSUS PRÁTICAS RELIGIOSAS

Concepção artística de Jesus debatendo com os fariseus

Essa é uma série cujo propósito é estudar, com profundidade, a vida do Senhor Jesus como apresentada nos quatro Evangelhos. No final de cada estudo você irá encontrar links para outros estudos. A Série tem o título Geral de: Jesus Confronta a Religião, a Sociedade e a Cultura.

Jesus Confronta a Religião, a Sociedade e a Cultura.



Lição 025 – A Revelação de Deus e o Fim das Religiões (22).


F. Como Interpretar os Evangelhos de Forma Independente das Religiões — Continuação.


Alfabeto em Aramaico

Todas as vezes que nos aproximamos do texto bíblico, nós precisamos estar cientes do fato de que estamos lendo um material que foi escrito há aproximadamente dois mil anos. Além disso, o material que estamos lendo não foi sequer escrito em português e sim em outra língua. No caso da literatura da Nova Aliança, a mesma foi escrita em um tipo de grego chamado de “koiné” — grego comum falado pela maioria dos habitantes do Império Romano — e que é distinto do grego “clássico” – de Platão, Xenofontes e Heródoto — bem como do grego moderno — o grego que se fala atualmente na Grécia. Por esses motivos, devemos sempre considerar, de maneira apropriada, a necessidade que temos de levar em conta estes fatores. Caso contrário, corremos o risco de cometer graves injustiças contra o próprio texto.


Alfabeto em Hebraico '

 
Alfabeto em Grego Koiné

Mas nossos problemas não se limitam às questões do texto em si. Torna-se necessário tentarmos entender também, o contexto em que os fatos que estão narrados na literatura da Nova Aliança ocorreram. Estudiosos alemães se referiram a este contexto usando a expressão “sitz in leben”. Esta expressão passou a ser adotada por todos os estudiosos da Bíblia, que desejam entender, da melhor maneira possível, o “ambiente” em que Jesus viveu e proferiu suas palavras. Nós também devemos nos empenhar por estabelecer, de maneira mais independente possível, o contexto que envolvia a pessoa do Senhor Jesus durante os anos de Sua vida, como registrados nas páginas da Bíblia. Entre estes nós podemos destacar:

1. O contexto histórico.

2. O contexto político.

3. O contexto cultural.

4. O contexto racial.

5. O contexto social.

6. O contexto econômico.
7. O contexto geográfico.

8. O contexto religioso.

Mas mesmo com todos estes estudos nossa compreensão ainda será limitada. Todavia, mesmo que nosso entendimento nunca consiga absorver todas as complexidades e detalhes daquilo que estamos estudando, ainda assim devemos tentar fazê-lo, envidando nossos melhores esforços.

Nesta série de estudos que pretendemos continuar fazendo é nosso objetivo tentar compreender, da melhor maneira possível, como a autorrevelação de Deus, na pessoa de Jesus Cristo, confrontou as religiões daqueles dias e como continua confrontando todas as práticas religiosas, vinte séculos depois. Nosso foco estará centrado no confronto que, percebemos de maneira clara, existiu entre o Senhor Jesus e os religiosos daqueles dias. O autor espera poder comprovar que as práticas religiosas dos judeus do primeiro século da Era Cristã eram exatamente iguais às tendências religiosas que encontramos nos dias de hoje, incluindo-se aí as nossas próprias. Como os judeus dos dias de Jesus, nós também iremos ser diretamente confrontados pelas palavras do Senhor. É inútil tentar escapar. Somente a atitude voluntária de não ler a Bíblia pode evitar o confronto que nos aguarda. Mas se nos mantivermos firmes no curso traçado, não será difícil percebermos:

Creer
Líderes religiosos dos dias de Jesus

1. A multiplicidade de interpretações religiosas que têm sido impostas sobre os textos bíblicos durante a passagem dos séculos.

2. As falácias que, de forma contínua, são confrontadas e expostas como completamente absurdas e ridículas pelas verdades que encontramos nas páginas da Bíblia.

3. A constante onda de idiotices inventadas pelos líderes religiosos que se evaporam ao serem confrontadas com as palavras e a sabedoria eternas de Jesus.

4. A escravidão a que temos sido muitas vezes reduzidos através das práticas religiosas e diante da quais torna-se imperativo ouvir as palavras do Senhor Jesus, quando disse: “Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres – João 8:36”. 

Acima de tudo, porém, desejamos compreender o significado da revelação do próprio Deus, através da pessoa de Jesus. Tal compreensão, como iremos ver, irá conflitar com muitas práticas a que estamos acostumados; irá também nos confundir com respeito a inúmeras idéias erradas que estão profundamente arraigadas em nós. Além, é claro, de nos confrontar diretamente no que diz respeito às nossas práticas religiosas.

O apóstolo Paulo escrevendo ao irmão Timóteo deixa bem claro que existe somente um Deus e somente um mediador entre Deus e os homens. E este mediador não é outro senão o próprio Senhor Jesus Cristo — ver 1 Timóteo 2:5. Mas apesar de ser este poderoso, único e exclusivo mediador, Jesus, ainda assim, se esvaziou completamente de suas prerrogativas divinas — especialmente as de soberania e independência — para viver de forma humilde e dependente, sob a direção e vontade soberana do Pai mediante a presença do Espírito Santo em Sua vida. Em nenhum momento desse Seu esvaziamento Jesus deixou de ser Deus, mas ele também não era nada mais do que um ser humano. Como Deus encarnado em forma humana — ver João 1:1—3 e 14 — Jesus podia “funcionar” como Deus, bem como um ser humano. Como iremos ver no nosso estudo dos evangelhos, o Senhor Jesus optou, de forma sistemática, agir com sua natureza humana em vez de lançar mão da natureza divina.

Mas mesmo como ser humano, ainda assim, Jesus era completa e radicalmente diferente de todas as pessoas com as quais conviveu. Desde a mais remota antiguidade os homens aprendem, logo cedo em suas vidas, acerca da importância de se conformarem com o grupo no meio do qual habitam. Quando adultos chegamos a compreender que esta conformação assume a medida exata de tudo o que é “verdadeiro e virtuoso”. Mas estas verdades e virtudes não estão baseadas em um parâmetro eterno, como a Palavra de Deus, por exemplo. São invencionices humanas, parâmetros humanos, verdades humanas. É em um contexto como esse que o Senhor Jesus se manifesta. O imenso conhecimento dos escribas não lhe causava a menor impressão. A radical adesão dos fariseus à tradição dos anciãos era vista por Jesus não como algo digno de ser imitado e sim como algo completamente reprovável. Para Jesus, que encarnava a própria verdade, nenhuma tradição era sacra demais para ser questionada; nenhuma autoridade era elevada demais para não ser questionada e contradita; nenhuma norma estabelecida estava imune a ser revista.

Quando olhamos para o Jesus que os evangelhos nos apresentam não temos como não ficar admirados diante do fato de que Ele era um homem livre do sentimento de medo. Seus opositores, mesmo tendo o poder de mandar prendê-lo e até de condená-lo à morte não lhe infundiam o menor temor. O destemor demonstrado por Jesus é uma clara indicação que Ele não tinha medo nem de escandalizar as pessoas nem de prejudicar Sua reputação. Ao associar-se com pessoas de reputação duvidosa — prostitutas, coletores de impostos e o populacho mais simples — Jesus se colocava no centro da tormenta e as pessoas de “boa reputação” não aceitavam aquele mestre que parecia muito permissivo para o gosto daquela época. Logo, logo Jesus ganhou uma reputação nada recomendável — ver

Lucas 7:33—34

33 Pois veio João Batista, não comendo pão, nem bebendo vinho, e dizeis: Tem demônio!

34 Veio o Filho do Homem, comendo e bebendo, e dizeis: Eis aí um glutão e bebedor de vinho, amigo de publicanos e pecadores!

Outros estudos acerca da vida de Jesus podem ser encontrados nos links abaixo:

001 — Estudos Na Vida de Jesus — Porque Jesus Veio a Este Mundo

002 — Estudos na Vida de Jesus — O Registro Escrito Acerca de Jesus — Parte 001

003 — Estudos na Vida de Jesus — O Registro Escrito Acerca de Jesus — Parte 002.

004 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões —

005 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 2.

006 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 3.

007 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 4.

008 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 5.

009 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 6.

010 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 7.

011 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 8.

012 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 9.

013 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 10.

014 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 11.

015 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 12

016 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 13

017 A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14A

017 B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14B

017 C — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14C

017 D — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14D

018 A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 15A

018 B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 15B

019A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 16A

019B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 16B

020 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 17

021 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 18

022 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 19

023 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 20

024 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 21

025 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 22

026 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 23
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/04/estudo-da-vida-de-jesus-parte-1-estudo.html


OUTROS ESTUDOS ACERCA DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 PODEM SER ENCONTRADOS NOS LINKS ABAIXO:

001 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 027 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 001 — A PLENITUDE DO TEMPO

002 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 028 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 002 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE LUCAS — LUCAS 1:1—4

003 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 029 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 003 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18.

004 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 030 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 004 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 002

005 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 031 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 005 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 003

006 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 032 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 006 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 004

007A — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 033A — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 007A — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 005A — A DIVINDADE DE JESUS E A IGREJADE JESUS CRISTO DOS SANTOS DOS ÚLTIMOS DIAS OU IGREJA DOS MÓRMONS.

007B — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 033B — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 007B — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 005B — A DIVINDADE DE JESUS E AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ

007C — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 033C — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 007C — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 005C — A DIVINDADE DE JESUS E OS ADVENTISTAS DO SÉTIMO DIA

007D — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 033D — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 007D — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 005D — A DIVINDADE DE JESUS E  IGREJA CATÓLICA APÓSTÓLICA ROMANA — PARTE 001

007E — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 002 — ESTUDO 033E — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 007E — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 007E — A DIVINDADE DE JESUS E  IGREJA CATÓLICA APÓSTÓLICA ROMANA — PARTE 002

008 — Estudos na Vida de Jesus — PARTE 002 — ESTUDO 034 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 008 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 008 — A DIVINDADE DE JESUS COMO APRESENTADA PELO EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 001

009 — Estudos da Vida de Jesus – PARTE 2 – ESTUDO 035 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 009 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 009 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 002

010 — Estudos da Vida de Jesus – PARTE 2 – ESTUDO 036 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 010 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 010 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 003

011 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 037 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 011 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 011 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 004

012 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 038 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 012 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 012 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 005

013 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 039 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 013 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 013 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 006

014 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 040 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 014 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 014 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 007

015 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 041 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 015 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 015 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 008

016 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 042 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 016 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 016 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 009

017 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 043 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 017 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 017 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 010

018 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 044 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 018 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 018 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 011

019 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 045 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 019 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 019 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 012

020 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 046 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 020 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 020 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 013

021 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 047 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 021 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 021 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 014

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.