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sábado, 13 de setembro de 2014

ISRAEL PODE SER CHAMADO DE ESTADO JUDEU?

gaza

O artigo abaixo foi escrito por Max Altman e publicado no site VIOMUNDO via o Blog de Altamiro Borges.

Max Altman: Israel não é — e não pode ser o “Estado Judeu”

por Max Altman, no blog do Altamiro Borges

Faz tempo que as forças da direita e extrema-direita em Israel, hoje amplamente majoritárias, e as entidades do ‘establishment’ judaicos em todo o mundo, tentam criar a matriz de opinião de que o antissionismo é a outra ou a nova face do antissemitismo.

Este argumento, produzido com o objetivo de criar a ilusão da verdade, é inconsistente, incorreto e deliberadamente enganoso.

A estratégia é clara e serve aos interesses ideológicos dos sucessivos governos de direita de Israel: qualquer crítica a esses governos, a sua política belicista e expansionista ou aos objetivos históricos do sionismo leva os críticos a receber a pecha de antissemitas, e se forem judeus, ainda a de traidores e de vergonha de serem judeus.

A identificação de antissionismo com antissemitismo é levantada como escudo moral, esperto e cínico.
É que antissemitismo carrega uma conotação milenar de discriminação, perseguição, humilhação, condenação, extermínio de um povo pelos detentores de poder nos vários momentos da História: Inquisição, “pogroms”, Holocausto …

Vasta parcela da humanidade defensora das liberdades, dos direitos humanos, da justiça social, da convivência e fraternidade entre os povos, da paz, em especial a partir do fim da Segunda Guerra Mundial, e diante dos horrores do nazi-fascismo, passaram a ver a discriminação contra os judeus como a mais abjeta das discriminações raciais.

Qualquer manifestação antissemita é imediatamente condenada e seus responsáveis execrados.

Foi no cenário de pós-Segunda Guerra Mundial que as Nações Unidas aprovaram a Partilha da Palestina.
Judeus progressistas não sionistas e de esquerda em todo mundo — e pode-se afirmar que na altura tinham importante peso numérico – saudaram o novo Estado. Afinal, a União Soviética saia da hecatombe mundial com enorme prestígio.

O Exército Vermelho, principal responsável pela derrota de Hitler, salvara a humanidade da sanha do nazi-fascismo. E na sua ofensiva ao coração da Alemanha nazista abriu as portas do sinistro campo de extermínio de Auschwitz.

Isto calou fundo na alma de grande parte do povo judeu. O episódio da libertação de Auschwitz pelas tropas soviéticas marca nos dias de hoje a lembrança anual do Holocausto.

Na decisão da Partilha da Palestina a URSS logo se mostrou favorável ao anseio dos judeus sionistas de se estabelecer nas terras ancestrais. A ideia de uma região autônoma judaica já tinha se tornado realidade na criação – algo esdrúxula — pelo governo soviético em 1934 de Birobidjan na longínqua fronteira com a China, mas o projeto não foi adiante.

Os Estados Unidos a princípio se mostraram reticentes e a Grã Bretanha, por seus interesses na região, resistiu o quanto pode.

Os judeus progressistas não sionistas saudaram a proclamação da independência de Israel.

No conflito bélico que se seguiu, armas provenientes da Tchecoslováquia, país-membro do bloco socialista, serviram para consolidar o Estado.

Mas criticaram duramente a expulsão e a pilhagem dos habitantes que há séculos viviam naquelas terras, bem como os massacres praticados por organizações terroristas judaicas como o Irgun e o Stern contra a população palestina.

Centenas de milhares de judeus de todo o mundo emigraram para Israel. Muitos dos sobreviventes da “solução final” simplesmente queriam iniciar uma nova vida no país que se formava.

A maioria acreditou na consigna de Theodor Herzl “dar a um povo sem terra a uma terra sem povo”, essência do sionismo. Historicamente falso, porque aqueles territórios eram ocupados por uma população autóctone palestina que convivia com uma população judaica, então minoritária.

Os fundadores da nação israelense eram militantes sionistas na Europa nas primeiras décadas do século 20, bastante influenciados pelos ideais do socialismo e da social-democracia. E isto se refletiu no modelo de país que acabaram formando.

Os dois pilares desta construção – e a marca daqueles primeiros tempos – foram, na cidade, o Histadruth, a poderosa federação de trabalhadores, no campo, os ‘kibutzim’, fazendas coletivas de forte inspiração socialista (hoje reduzidos a uma expressão desprezível).

Constituiu-se como um Estado laico, embora com pesadas concessões ao segmento religioso conservador especialmente no que dizia respeito aos direitos civis.

Um expressivo contingente populacional árabe permaneceu no território no novo Estado. Partidos trabalhistas de centro-esquerda e esquerda sionista dominavam o Knesset (parlamento) e o partido da esquerda não sionista que reunia judeus e árabes tinha importante presença na cena política. A convivência com os palestinos e os países árabes vizinhos era tolerável.

As coisas começaram a mudar quando Israel resolveu estabelecer no começo dos anos 1950 com os Estados Unidos uma íntima relação geo-estratégica.

A situação foi se tornando complexa e se sucedem guerras – nacionalização do Canal de Suez, Guerra dos Seis Dias, Guerra do Yom Kipur, ocupação, atentados terroristas com homens bombas, massacres – Munique, Sabra e Chatila, Intifadas, retaliações sangrentas de lado a lado, o ódio se alastrando e o fosso da discórdia se abrindo.

Houve momentos em que as negociações de paz poderiam chegar a bom termo – Acordo de Camp David, Acordos de Oslo. O assassinato de Yitzhak Rabin por um fundamentalista de extrema-direita pôs tudo a perder.

Outro fenômeno foi uma radical mudança na composição demográfica. O denso fluxo imigratório dos judeus da ex-União Soviética e dos países árabes, além do crescimento da população religiosa judaica ultraconservadora nos anos 1980 fez com que a base eleitoral se inclinasse hegemonicamente para a direita elegendo, daí por diante e por grande maioria, partidos de direita e extrema-direita que hoje governam Israel.

O sionismo dessa gente comandada por Netanyahu e Lieberman, pelas mãos de seus cães de guerra, está cometendo crimes de guerra, ultrajando moralmente os valores seculares do judaísmo.

O repetido massacre de crianças, recolhidas em abrigos das Nações Unidas, constitui uma grave e imperdoável violação das leis humanitárias universais.

Seria capaz algum ser humano sensível e justo defender essa selvageria, a punição coletiva de um povo? O ser humano, seja ele judeu ou não, que abomina o horror dos bombardeios a que se assiste em Gaza pode ser acoimado de antissemita?

Podem ser chamadas de antissemitas as pessoas que se opõem à política sionista de extensão dos assentamentos na Cisjordânia, anexando aos poucos o que chamam de Judeia e Samária, ou seja, o “Grande Israel”, expulsando os palestinos para fora dessas fronteiras?

Circula nas redes sociais manifesto de entidades progressistas judaicas de longa tradição da Argentina, do Brasil e do Uruguai.

Condenam a direita israelense e o Hamas como cúmplices da destruição de qualquer avanço nas negociações em direção a uma paz justa e duradoura.

E propõe:

1. Um imediato, incondicional e permanente cessar-fogo entre Israel e a Faixa de Gaza, com a retirada das tropas israelenses. Que o cessar-fogo seja supervisionado pelos capacetes azuis da ONU;

2. Desocupação dos territórios palestinos, estabelecendo-se novas fronteiras com base nas linhas existentes antes da guerra de junho de 1967 e respeitando-se a resolução número 242, da ONU, aprovada em 22 de novembro de 1967;

3. A implementação da fórmula dois povos para dois estados, com reconhecimento mútuo e garantias para a segurança de ambos. Que o estado palestino tenha direito a manter todas as instituições definidoras de um estado moderno;

4. O combate a todas as manifestações de antissemitismo originadas no conflito entre os dois povos. Repudiamos energicamente as tentativas de criminalizar todo o povo judeu por conta de atitudes dos governos israelenses. Podem essas entidades que tradicionalmente se opuseram e se opõem ao sionismo também ser tachadas de antissemitas?

Israel não é — e não pode ser o ‘Estado Judeu’.

Nele habitam atualmente cerca de 21 por cento de cidadãos árabes-israelenses.

Um ‘Estado Judeu’ os excluiria e se transformaria numa nação racista. Amplos setores políticos já vem propondo essa limpeza étnica.

O chanceler Avigdor Lieberman, por exemplo, líder do partido Beiteinu (Nosso Lar) com forte bancada no parlamento, defende que os árabes-palestinos sejam deslocados para algum território fora das fronteiras atuais de Israel. Isto se chama limpeza étnica.

Há um clima atual em Israel de patriotismo fanático, cego e opressivo. Já não é raro se ouvir nas ruas de Tel Aviv e Jerusalém gritos de “Morte aos árabes” e “Morte aos esquerdistas”. É assustador. A História já nos mostrou.

O artigo original poderá ser visto por meio desse link aqui:


OUTROS ARTIGOS SOBRE ISRAEL



































http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2013/10/biblioteca-digital-de-manuscritos-em.html

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

GEOGRAFIA DO ANTIGO TESTAMENTO – PARTE 2 - O EGITO


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Este estudo é parte de uma breve introdução ao Antigo Testamento. Nosso interesse é ajudar todos os leitores a apreciarem a rica herança que temos nas páginas da Antiga Aliança. No final de cada estudo o leitor encontrará direções para outras partes desse estudo 

INTRODUÇÃO AO ANTIGO TESTAMENTO

Capítulo 2 – Onde Ocorreram os Eventos Narrados do A. T.?

2. O Egito.

Na região do Egito antigo não existiam cadeias de montanhas, mas a presença de desertos e de um rio, o rio Nilo[1], acabaram por reproduzir muitas das características geográficas que tornaram possível a civilização Mesopotâmica.

 
Foto de Satélite do Rio Nilo com seu magnificente delta.

Todavia existe uma diferença muito importante concernente ao desenvolvimento destas duas civilizações. Enquanto a Mesopotâmia encontramos um desenvolvimento lento e gradual desde a Idade da Pedra até o começo da história humana, o Egito parece ter, da noite para o dia, pulado do Período Neolítico — teve seu fim por volta do ano 4200 a.C. — para uma cultura urbana. Mas existem muitos historiadores que acreditam que tal desenvolvimento, mesmo súbito, pode ser atribuído a prováveis influências da Mesopotâmia no Vale do Nilo. Especula-se inclusive, que o desenvolvimento de hieróglifos - do latim hiroglyphicos que quer dizer escrita sagrada — pode ter sido influenciado pela escrita cuneiforme da Mesopotâmia.


Hieróglifos do Egito  


Heródoto

Heródoto de Halicarnassus, que é considerado o primeiro historiador da Antiguidade, descreveu o Egito de um modo muito apropriado dizendo que ele era “uma dádiva do Nilo”[2]. O Nilo é sem dúvida, a característica geográfica de maior relevância do Egito. Como tal ele teve um papel importante tanto na história quanto na perspectiva cultural do povo que habitou às suas generosas margens. No seu último trecho o rio Nilo se estende por 960 kilometros no deserto do norte da África até ao Mar Mediterrâneo. Desta maneira o rio proporciona um grande contraste entre os campos férteis às suas margens e os desertos que existe de ambos os lados[3]. O contraste causado pelas margens negras do rio Nilo emolduradas pelas areias vermelhas e escaldantes dos desertos eram uma permanente lembrança do contraste que existia entre a vida abundante em energia provida pelo rio Nilo, e a morte representada pela esterilidade das areias dos desertos. Os egípcios chamavam o solo rico do vale do Nilo de “terra preta” e os areias do deserto mais adiante de “terra vermelha”[4]. Estas expressões denotavam a grande consideração que os egípcios nutriam pelas águas do Nilo e o temor pavoroso que nutriam pelos desertos.


Trecho do rio Nilo e das terras ao seu redor

A vasta maioria da população do Egito antigo vivia nas terras férteis do vale do rio, que se estendiam por não mais do que quinze kilometros da margem do rio. O rio Nilo não possui afluentes e o tempo absolutamente seco dos desertos impedem a formação de nuvens de chuva sobre o Egito. Assim, não chove sobre todo o país, com uma única exceção que é a costa às margens do mar Mediterrâneo. Desde os primeiros registros escritos nós podemos observar que os egípcios sabiam o quanto dependiam do rio Nilo para manter a fertilidade da chamada “terra preta” da qual dependia a subsistência da nação. Os egípcios acreditavam que o seu rei—deus — o faraó — era o verdadeiro responsável pelas cheias anuais do Nilo. Esta cheia anual era de importância vital para a prosperidade no Egito, pois as águas traziam camadas ricas em sedimentos que renovavam o solo, tornando a “terra preta” do Egito em um dos solos mais férteis do mundo. Mas os egípcios não entendiam que a estação das chuvas intensas no hemisfério sul era a verdadeira causa responsável pelas inundações que, de forma previsível, aconteciam todo mês de junho, e que alcançavam seu auge em setembro. A partir daí um decréscimo constante era notado até que as águas voltassem ao seu nível normal no mês de novembro.

O rio Nilo é como o nosso rio São Francisco com respeito à direção com que se desloca. Como o nosso “velho Chico”, o rio Nilo corre do sul para o norte. Este fato somente é suficiente para causar fortes contrastes entre o norte e o sul do Egito antigo. O sul que era chamado de Alto Egito tinha como sua principal distinção o comprimento do Nilo. Já o norte, chamado de Baixo Egito, era distinguido pelo delta criado e através do qual o Nilo se abre e desemborca no Mar Mediterrâneo. Esse contraste resultou em diferenças significativas de linguagem, de cultura e da maneira de ver a vida. O Alto Egito era provinciano e conservador e dependia da criação de gado e das plantações às margens do Nilo. O Baixo Egito, por sua vez, interessava-se pelo comércio devido ao seu acesso aos portos da Europa e Ásia. Por este motivo o Baixo Egito era constituído por pessoas que possuíam uma compreensão do mundo que era, de forma predominante, internacional e cosmopolita. Unir estes dois grupos tão distintos foi a primeira grande tarefa dos faraós. Não é à toa que os primeiro faraós a estabelecerem um firme controle sobre os dois reinos – do norte e do sul — se preocuparam em fundar e manter a cidade de Mênfis. Esta cidade tinha uma localização estratégica, a meio caminho, por assim dizer, entre os dois reinos e se localizava próxima de onde se inicia o delta do rio Nilo, ou seja, mais ou menos onde o Alto Egito terminava e onde começava o Baixo Egito. A cidade de Mênfis teve papel primordial na unificação do Egito.

Mênfis - A capital do Antigo Impérios

Por estar cercado por deserto ao leste e ao oeste e por contar com a proteção do mar Mediterrâneo ao norte o Egito, ao contrário da Mesopotâmia, gozava de certa reclusão do mundo exterior. O mar e os desertos serviam como barreiras geográficas. Isto representou para o Egito certos privilégios não desfrutados pelos mesopotâmicos. Ameaças ocasionais, todavia, surgiam aqui e ali. A Líbia ao oeste era um incômodo bem como algumas invasões procedentes do mar Mediterrâneo. Mas a preocupação mais comum quanto à segurança dos egípcios eram os invasores da Ásia, do outro lado da extensão de água que hoje chamamos de Canal de Suez. Com raras exceções, entretanto, os egípcios foram capazes de conter tais ameaças simplesmente com ações políticas. Comparado à Mesopotâmia, o Egito estava relativamente livre de invasões. Como resultado não encontrou um grande número de infiltrações étnicas e culturais como as que pontilharam a história da Mesopotâmia.

Norte da África


Canal de Suez

O Egito não experimentou as dramáticas mudanças de poder registradas pela Mesopotâmia. O que observamos na história do Egito é a ascensão e queda das dinastias naturais do próprio país. Algumas dessas dinastias viram o Egito desenvolver grandes impérios de relevância internacional para toda a história do antigo Oriente Próximo. Os períodos de força imperial egípcia podem ser divididos da seguinte maneira:

  • Antigo Império - dinastias 3 a 6 - que se estende de 2700 até 2200 a.C.


  • Médio Império - dinastias 11 a 13 - que se estende de 2000 até 1700 a.C.


  • Novo Império - dinastias 18 a 20 - que se estende de 1550 até 1100 a.C.

É bastante possível que o Egito do tempo dos patriarcas estivesse, provavelmente, no período do Médio Império. Por sua vez o Egito em que Moises viveu e do Êxodo, deve ter sido aquele representado pelo Novo Império. Quando Davi consolidou a monarquia em Israel, o Egito já havia perdido sua posição de superpotência internacional, apesar de continuar a ser de grande influência cultural.

Outros artigos acerca da Introdução ao Antigo Testamento:

A. O Texto do Antigo Testamento
001 – O CÂNON DO ANTIGO TESTAMENTO

002 – A INSPIRAÇÃO DA BÍBLIA

003 – A TRANSMISSÃO TEXTUAL DA BÍBLIA — Parte 1 = Os Escribas e O Texto Massorético — TM

004 – A TRANSMISSÃO TEXTUAL DA BÍBLIA — Parte 2 = O Texto Protomassorético e o Pentateuco Samaritano

005 – A TRANSMISSÃO TEXTUAL DA BÍBLIA — Parte 3 = Os Manuscritos do Mar Morto e os Fragmentos da Guenizá do Cairo

006 - A TRANSMISSÃO TEXTUAL DA BÍBLIA — Parte 4 = A Septuaginta ou LXX

007 - A TRANSMISSÃO TEXTUAL DA BÍBLIA — Parte 5 = Os Targuns e Como Interpretar a Bíblia

B. A Geografia do Antigo Testamento

001 – INTRODUÇÃO E MESOPOTÂMIA

Que Deus Abençoe a Todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.



O material contido nesses estudos foi, em parte, adaptado e editado das seguintes obras, que o autor recomenda para todos os interessados em aprofundar os conhecimentos acerca do Antigo Testamento:
 
Bibliografia

Aharoni, Yahanan; Avi-Yonah, Michael; Rainey, Anson F. e Safrai, Ze’ev. Atlas Bíblico. Casa Publicadora das Assembléias de Deus – CPAD, Rio de Janeiro, 1998,

Arnold, Bill T. e Beyer, Bryan E. Descobrindo o Antigo Testamento. Editora Cultura Cristã, São Paulo, 2001.

Durant, Will. The History of Civilization Volume 1 – Our Oriental Herritage. Simon and Schuster, New York, 1963.

Heródoto de Halicarnassus. The Histories. Penguin Books Ldt, Middlisex, reprinted, 1986.

Hallo, William W. e Simpson, William Kelly. The Ancient Near East: A History. Nova York, Harcourt Brace Jovanovich, 1971.

King, Philip J. American Archaeology in the Mideast: A History of the American Schools of Oriental Research. ASOR, Philadelphia, 1983.

Millard, Alan; Stanley, Brian e Wrigth, David. Atlas Vida Nova da Bíblia e História do Cristianismo. Sociedade Religiosa Edições Vida Nova, São Paulo, reimpressão, 1998.

Schoville, Keith N. Biblical Arcaheology in Focus. Baker Book House, Grand Rapids, 1978.

Wilson, John A. The Culture of Ancient Egypt. Chicago University Press, Chicago, 1951.

__________Britannica Atlas. Encyclopaedia Britannica Inc., Chicago, 1996.


Enciclopédias

__________The New Encyclopaedia Brtannica. Encyclopaedia Britannica Inc., Chicago, 15th Edition, 1995.


[1] O Rio Nilo – Bahr An-nil ou Nahr An-nil – é o mais extenso rio da África — 6650 km — e corre do sul para o norte. O rio se inicia no lago Vitória no Quênia e tem seu estuário no mar Mediterrâneo através de um magnificente delta. Sua bacia ocupa incríveis 3.349.000 Km2. O Nilo deságua cerca de 3100 metros cúbicos de água por segundo no mar Mediterrâneo. 

[2] Heródoto de Halicarnassus. The Histories. Penguin Books Ldt, Middlisex, (reprinted), 1986.

[3] Os desertos são: a oeste o AS-SARAH AL GHARBIYAH – Deserto do Saara – e no leste AS-SARAH ASH SHARQUIYAH – Deserto da Arábia.

[4] Hallo, William W. e Simpson, William Kelly. The Ancient Near East: A History. Nova York, Harcourt Brace Jovanovich, 1971.